Coffee Breakz #122 – Samplaria do Bairro. Ozzy Osbourne (1948-2025)
Coffee Breakz #122 – Samplaria do Bairro. Ozzy Osbourne (1948-2025)
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Beastie Boys — Rhymin & Stealin
2. Black Sabbath — Sweet Leaf
3. Cypress Hill — I Ain’t Goin’ Out Like That
4. Black Sabbath
4.1 Wicked World
4.2 The Wizard
5. Outkast — Hootie Hoo
6. A Tribe Called Quest — We the People….
7. Black Sabbath — Behind the Wall of Sleep
8. Trick Daddy — Let’s Go (ft. Twista & Lil Jon)
9. Ozzy Osbourne — Crazy Train
10. Kanye West — Hell of a Life
11. Black Sabbath — Iron Man
Marcelo Lobato – Vida Rasteja (2025) (single)
Marcelo Lobato – Vida Rasteja (2025) (single)
Marcelo Lobato relança mais um clássico d’O Rappa: “Vida Rasteja”
Nova versão faz parte do projeto Afrika Gumbe e chega às plataformas nesta sexta-feira (18), com sonoridade eletrorgânica e letra que reflete o contraste urbano do Rio de Janeiro
Depois de revisitar “Uma Vida Só”, o multi-instrumentista Marcelo Lobato lança nesta sexta-feira, 18, uma nova versão para “Vida Rasteja”, faixa originalmente gravada em 2013 por O Rappa no álbum “Nunca Tem Fim…”. A releitura integra o projeto autoral Afrika Gumbe, que funde elementos eletrônicos, percussivos e analógicos para reimaginar clássicos com novas camadas sonoras e narrativas. Faça o pré-save de “Vida Rasteja” aqui.
“Eu compus esta música ao piano. Era instrumental. Depois de muito tempo resolvi fazer uma letra — e ela fala sobre o contraste de viver num lugar tão belo como o Rio de Janeiro e ter de conviver, ao mesmo tempo, com o lado cruel e violento que assola a cidade”, explica Lobato. “Inicialmente, O Rappa lançou a versão no álbum Nunca Tem Fim…, produzido por Tom Sabóia. Boa parte do disco foi gravada no meu estúdio, o Jimo, e a capa foi feita pelo Mike Deodato, desenhista da Marvel, procedente de João Pessoa.”
A nova versão de “Vida Rasteja” traz uma levada mais introspectiva e atmosférica, com camadas eletrônicas e o uso de instrumentos dedilhados, que já são marca do Afrika Gumbe. “Durante a pandemia, o Afrika Gumbe foi obrigado a esperar o momento adequado para finalizá-la. Agora, ela entra para o álbum Soro Energizado, que lançaremos em breve. A levada tem esse aspecto meio mantra, com os contrapontos dos instrumentos. E o tema, infelizmente, continua atual. Cada vez mais cresce a banalização do uso de armas, principalmente nos grandes centros urbanos. Se começar foi fácil, difícil vai ser parar.”
Com versos como “a máquina desgovernada consome a vontade de ficar na paz”, a faixa retorna às plataformas como um retrato sensível e potente da exaustão urbana — agora, potencializado por arranjos que equilibram a organicidade da percussão com a tensão de uma paisagem eletrônica.
Sobre Marcelo Lobato
Marcelo Lobato é músico, compositor e produtor, conhecido por sua trajetória marcante como tecladista, percussionista e vocalista d’O Rappa. Atualmente, Marcelo é fundador da banda Afrika Gumbe e se dedica ao seu projeto solo, explorando novas possibilidades sonoras e transitando entre diferentes influências com uma abordagem experimental. Seu último EP, Carregador de Piano, mostrou um olhar autoral e intimista, evidenciando sua versatilidade. Agora, com o lançamento de O Corte, Marcelo reafirma sua identidade musical e sua capacidade de transformar reflexões profundas em experiências sonoras envolventes.
Mar – Old Money (2025) (single)
Mar – Old Money (2025) (single) id
Em “OLD MONEY”, o valor de MAR revela-se
“claro como um tiro no escuro”
O novo single da cantora, produtora e compositora assinala mais um passo largo em direcção à estreia do seu novo projecto a solo.
Na iminência de novidades maiores, MAR desvenda mais uma peça do seu próximo disco: “OLD MONEY”, canção que segue uma linha de continuidade dos mais recentes temas divulgados – “Explica Só” e “O Meu Pai” – vem reforçar o carácter íntimo deste seu novo trabalho a solo — um projecto que, ainda com data de lançamento por revelar, terá edição prevista para mais breve do que se possa esperar.
Estreia assim mais um episódio da série de faixas que representa um capítulo decisivo na carreira de MAR. Ela que deu os primeiros passos na música a compor em inglês, para mais tarde se reinventar na sua língua-mãe, tem vindo a experimentar-se em diferentes sonoridades ao longo dos anos, para se descobrir nesta que melhor lhe assenta: com a sua cristalina voz completamente despida, “OLD MONEY” é exemplo por excelência das capacidades apuradas que MAR veio a desenvolver ao longo do tempo.
“É uma canção de amor na sua base… de amor que toca em pontos de cura mas também de ambição de legado – criar e deixar um legado de riqueza emocional e espiritual essencialmente – descreve como eu vivo o amor todos os dias, e tem tanto de realidade como manifestação!” acrescenta MAR.
Cada vez mais à vontade a versar sobre os seus próprios sentimentos, na composição das suas letras e na produção das canções, MAR tem-se revelado admiravelmente hábil. Agora em retrospectiva — exercício que a própria artista convida a fazer nesta canção —, o talento em bruto que, anos atrás, germinava na cantora revelar-se-ia “claro como um tiro no escuro”. E nada como testemunhar agora os frutos maduros desse talento ao vivo e a cores — a data está marcada e não falta muito, encontro no Festival F, a dia 4 de Setembro.
“OLD MONEY” levanta mais um bocadinho do véu, e mantém a curiosidade aguçada do que mais poderá vir da artista. O novo single encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
Memória de Elefante (28/07/25)
Memória de Elefante (28/07/25)
Memória de Elefante rubrica semanal de 28/07/25 a 03/08/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Tracklist:
01. Nina Simone – July Tree (1965)
02. Pink Floyd – Time (1973)
03. Richard Galliano, Jean-Charles Capon, Gilles Perrin – Blue Rondo à la Turk (2011)
04. Jethro Tull – Aqualung (1971)
05. Stanley Jordan – ‘Round Midnight (1985)
06. Tom Waits – Jockey Full of Bourbon (1985)
07. Codona – Mumakata (1979)
08. Jacob Collier, Jules Buckley & Metropole Orkest – Everlasting Motion (feat. Hamid El Kasri) (2018)
08. Lucky Dube – Together As One (1988)
1 Álbum 100 Palavras #104: Jacob Collier with Metropole Orkest conducted by Jules Buckley – Djesse Vol. 1 (2018)
1 Álbum 100 Palavras #104: Jacob Collier with Metropole Orkest conducted by Jules Buckley – Djesse Vol. 1 (2018)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Djesse Vol. 1” (2018) é o primeiro de quatro volumes do projeto de Jacob Collier, com a colaboração da Metropole Orkest, conduzida por Jules Buckley.
Este álbum mistura instrumentos clássicos, jazz, funk, pop, R&B e ritmos gnawa. Destacam-se “Home Is”, “Overture”, “Everlasting Motion” com Hamid El Kasri e versões caleidoscópicas de “Every Little Thing She Does Is Magic” e “All Night Long”. Faixas como “Ocean Wide, Canyon Deep” (com Laura Mvula) e o encerramento explosivo com “All Night Long” são momentos de pura revelação sonora.
“Djesse Vol. 1” é um manifesto de ambição, virtuosismo e colaboração global — um panorama fascinante e intenso.
Prazeres Interrompidos #389: Philip K. Dick – Blade Runner: Perigo Iminente (1968)
Prazeres Interrompidos #389: Philip K. Dick – Blade Runner: Perigo Iminente (1968)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
de prémios Rick Deckard caminhava sorrateiro à procura da sua presa – um andróide renegado.
Quando não os estava a «retirar» com o seu laser, Deckard sonhava em possuir um animal vivo – o último símbolo de status num mundo completamente privado de vida não humana. Num dia gélido de Janeiro, Rick viu a sua oportunidade. Estava destacado para matar seis andróides Nexus-6. Mas, no seu mundo, as coisas nunca eram assim tão simples. A sua nomeação depressa se transformou num caleidoscópio de pesadelo, subterfúgio e fraude – e na ameaça de morte que pairava mais sobre o caçador do que sobre os caçados.
Astra Vaga – Cor-de-Rosa (2025) (single)
Astra Vaga – Cor-de-Rosa (2025) (single) id
“Cor-de-Rosa” é o novo single de Astra Vaga — uma ode melancólica à inocência perdida
Pedro Ledo, músico português com um percurso que inclui projetos como The Miami Flu e Lululemon, continua a afirmar a identidade singular de Astra Vaga com o seu novo single, “Cor-de-Rosa”. Depois de se estrear com “Lamento” e de disponibilizar nas plataformas digitais a faixa “Roxo”, o artista revela agora o terceiro avanço do seu projeto a solo em português. “Cor-de-Rosa” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e chega acompanhado por um videoclipe.
Com “Cor-de-Rosa”, Pedro mergulha numa melancolia doce e nostálgica. A canção evoca a saudade de um tempo mais simples, visto por uma lente cor-de-rosa onde tudo parecia possível. Com guitarras etéreas, synths envolventes e um ritmo hipnótico, “Cor-de-Rosa” é uma ode à inocência perdida — ao modo como idealizávamos o mundo antes da desilusão. A letra reflete esse olhar suave e sonhador, um desejo de voltar a sentir como se sentia antes, mesmo sabendo que esse passado já não existe. É uma canção de beleza frágil, feita para quem ainda guarda dentro de si uma versão mais luminosa da vida.
Tal como nos temas anteriores, a estética sonora de Astra Vaga conjuga elementos do rock, do pós-punk e do dream pop, explorando a tensão entre leveza e densidade emocional. O universo visual e musical mantém-se fiel a uma identidade que alia introspeção e arrojo, agora com uma abordagem ainda mais evocativa e sensorial.
“Cor-de-Rosa” conta com letra e música de Pedro Ledo, a mistura de Zé Nando Pimenta (ARDA Recorders) e a masterização do próprio artista. O lançamento é acompanhado por um videoclipe, que prolonga no campo da imagem o ambiente emocional sugerido pela música.
Com um percurso que inclui atuações em festivais e palcos como o NOS Alive, Lisbon Psych Fest, L’International Paris (França) e Wavves Wien (Áustria), Pedro Ledo dá assim continuidade ao seu caminho com Astra Vaga, afirmando-se como uma das vozes mais interessantes da atual produção musical portuguesa.
“Cor-de-Rosa”, bem como o videoclipe que a acompanha, já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #75
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #75
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Marco Vezzoso Alessandro Collina – A Tuk Tuk for Phnom Penh
Nubya Garcia – La cumbia me está llamando (Kaidi Tatham Remix)
Arthur O’Farrill – Despedida: Del Mar
Woody Herman – Summer Sequence Part 4
Stan Getz – People Time
Cannonball Adderley – One for Daddy-O
James Newton – Black and tan Fantasy
Roland Kirk – In a Mellow Tone
Quincy Jones – Soul Bossa Nova
Catman Plays The Blues #184
Catman Plays The Blues #184
Autor:
Manuel Pais
Terminamos esta semana a audição do Festival de Blues de Chicago deste ano de 2025 com um concerto do jovem prodígio do Blues Christone Kingfish Ingram e da sua banda.
Jonny Abbey – Jiji’s whisper (2025) (single)
Jonny Abbey – Jiji’s whisper (2025) (single)
Data de Lançamento: 11 de julho de 2025
Artista: Jonny Abbey
Título: jiji’s whisper
Género: Lofi, Chillhop
Editora: Tangerina Music
Formato de Lançamento: Digital
Sinopse
Jonny Abbey transporta os ouvintes para a beleza serena da época de floração das nogueiras em Portugal com “jiji’s whisper”, uma faixa que respira a magia tranquila da natureza. Inspirada pela delicada transição da primavera para o verão, a música combina gravações de campo capturadas na ilha de São Miguel, nos Açores, com instrumentação nostálgica e calorosa. Marcando o primeiro lançamento de Jonny com a editora brasileira Tangerina Music, esta peça atravessa o Atlântico, fundindo paisagens sonoras orgânicas com uma musicalidade terna.
Descrição da Faixa
O título em minúsculas “jiji’s whisper” reflete a essência calma e despretensiosa da música — como o leve sussurro das folhas ou o vento a correr pelos ramos. No seu cerne, a faixa é uma ode a momentos efémeros, em que o tempo parece desacelerar sob a sombra das antigas nogueiras.
Uma guitarra elétrica dedilhada, rica em ressonâncias de cordas soltas, forma a base, evocando uma sensação de saudade suave. O yangqin, um instrumento chinês tradicional, acrescenta uma textura etérea em tremolo, com as suas notas em cascata a lembrar a luz filtrada pelas folhagens.
As gravações de campo de São Miguel — cantos subtis de pássaros, ribeiros ao longe, o leve ranger de ramos ao vento — misturam-se perfeitamente na composição, ancorando-a num sentido palpável de lugar. O resultado é uma experiência meditativa, quase cinematográfica, em que cada nota parece uma lufada de ar fresco.
“jiji’s whisper” é mais do que uma canção; é um convite para parar, para ouvir atentamente e se perder na beleza tranquila dos ritmos da natureza.
Sobre o Artista
Jonny Abbey, guitarrista e produtor português de Lofi, é conhecido por misturar elementos orgânicos e eletrónicos para criar paisagens sonoras profundamente emotivas. O seu trabalho parte frequentemente de experiências pessoais e lugares de inspiração profunda, resultando em composições que são, ao mesmo tempo, imersivas e introspetivas.
Com “jiji’s whisper”, Jonny continua a sua jornada de contar histórias através do som, utilizando texturas ricas e detalhes intricados para criar um espaço musical que convida os ouvintes a entrar no seu mundo de nostalgia e reflexão.
Informações de Lançamento
“jiji’s whisper” estará disponível em todas as principais plataformas de streaming, incluindo Spotify, Apple Music e Amazon Music, a partir de 22 de julho de 2025.
Créditos
• Arte da Capa – Lilit Danielyan
• Compositor & Produtor – Jonny Abbey
• Todos os Instrumentos – Jonny Abbey
• Gravações de Campo – Captadas em São Miguel, Açores
• Mistura – Jonny Abbey
• Masterização – Leonardo Pinto
• Editora – Tangerina Music
Para Contactos de Imprensa:
Jonny Abbey – jonnyabbeymusic@gmail.com
Website: https://jonnyabbey.com
Instagram: @jonnyabbey
African Roots #81
African Roots #81
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Esteves sem Metafísica – Dar-me de volta (2025) (single)
Esteves sem Metafísica – Dar-me de volta (2025) (single)
Já se encontra disponível “de.bu.te.”, o primeiro álbum de Esteves sem Metafísica — projeto musical da escritora e poeta Teresa Esteves da Fonseca. O disco é o culminar de cinco anos de composição, experimentação e maturação artística, e apresenta-se como um gesto inaugural, íntimo e sem concessões, no qual a palavra, a emoção e a liberdade se cruzam numa linguagem sonora única.
Produzido por Sebastião Macedo (Príncipe), “de.bu.te.” resulta de uma colaboração profundamente intuitiva entre artista e produtor. “A escolha do Sebastião foi clara desde o início — era fã da música dele. Ele entendeu a minha linguagem, potenciou-a, e levou-a a sítios que eu não imaginava”, partilha Teresa. Ao longo do disco, a produção revela-se como extensão natural da escrita, abrindo espaço para atmosferas texturais, dinâmicas e emocionalmente envolventes.
Musicalmente, o álbum habita o território do indie pop e da pop alternativa, mas evita categorias fáceis. As influências vão de Beatles a Andrew Lloyd Webber, passando por Isaac Albéniz, Samuel Úria, Bach, o fado e o cancioneiro tradicional português. Trata-se de um registo profundamente eclético e intencional, onde a escuta demorada e a procura do essencial sobressaem sobre qualquer estética passageira.
A componente lírica assume um papel central. Herdeira da sua formação literária e do seu percurso na poesia (é autora do livro “A morte não tem pátria”, 2023), Teresa Esteves da Fonseca constrói neste disco um corpo poético onde se inscrevem as suas vivências enquanto mulher, ser espiritual e corpo em transformação. “Falo do desejo e da promessa, do vício e da glória, da alma e da carne. Tento sempre escrever com verdade — mesmo que isso implique despir-me da vergonha ou do auto-preconceito.”
O álbum foi precedido pelo single “sóbria”, lançado a 22 de maio, descrito como “um hino à juventude inconsequente” e o ponto de partida do percurso musical da artista. Com quadras simples e atmosfera etérea, “sóbria” revelou-se a faixa mais acessível do disco — e, simultaneamente, o seu primeiro impulso criativo.
“de.bu.te.” é um disco que não se apressa, nem se explica em demasia. É uma proposta que se constrói na escuta atenta, onde cada faixa se revela como fragmento de uma identidade artística em afirmação. Um primeiro passo seguro, lírico e visceral, de uma voz que chegou para ficar.
O álbum conta com o apoio da Fundação GDA e já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.