Prazeres Interrompidos #388: Tom Clancy – Red Storm Rising / the Hunt for Red October by Tom Clancy (1986)

Prazeres Interrompidos #388: Tom Clancy – Red Storm Rising / the Hunt for Red October by Tom Clancy (1986)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

“Allah!”With that shrill cry, three Muslim terrorists blow up a key Soviet oil complex, creating a critical oil shortage that threatens the stability of the USSR.To offer the effects of this disaster, members of the Politburo and the KGB devise a brilliant plan of diplomatic trickery – a sequence of events designed to pit the NATO allies against each other – a distraction calculated to enable the Soviets to seize all the oil in the Persian Gulf.But as this spellbinding story of international intrigue and global politics nears its climax, the Soviets are faced with another prospect, one they hadn’t planned a full-scale conflict in which nobody can win.

Silva Lining Band – All I Know (2025) (single)

Silva Lining Band – All I Know (2025) (single) id

“All I Know” é uma balada suave, com tons de jazz, que combina a vulnerabilidade emocional com texturas musicais ricas. Com uma atuação vocal terna na sua essência, a canção explora temas de saudade, incerteza e a fragilidade do amor. Linhas de piano suaves, harmonias quentes e mudanças rítmicas subtis criam uma atmosfera íntima que convida os ouvintes para um momento profundamente pessoal.

A faixa capta um ambiente intemporal – simultaneamente melancólico e esperançoso – realçando o dom da Silva Lining Band para a mistura de géneros. A banda, vencedora do prémio “Best Rock Performance” nos IPMAs de 2025, foi também nomeada finalista em 10 categorias para os prémios ISSA de 2025, que se realizam em agosto em Atlanta, Geórgia, nos EUA.

Nascido em Lisboa, criado em Londres. Nascido em Londres, criado em Lisboa. Três gerações, duas cidades, uma família. Nuno,Catarina e Tiago, com raízes portuguesas e charme inglês, uma fusão que dá origem à Silva Lining Band. Alguns diriam que menos é mais… mas não é o caso da família Silva. “Quantos mais melhor” é o seu lema e a Silva Lining Band não é uma exceção, com o álbum de estreia “Lisboa” que inclui mais de 12 músicos e que passa por vários estilos, desde do funk ao swing, jazz e rock. Em 2025, a sonoridade única da Banda valeu-lhes o prémio de Best Rock Performance nos International Portuguese Music Awards.

Coffee Breakz #121 – Ride Into the Sun

Coffee Breakz #121 – Ride Into the Sun

Autor: Helder Gomes

Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.

Tracklist:

  1. Brad Mehldau
    1.1 Between the Bars
    1.2 Tomorrow Tomorrow (ft. Daniel Rossen)
    1.3 Better Be Quiet Now
  2. Elliott Smith — Between the Bars
  3. Noah Cyrus & Bill Callahan — XXX
  4. Mão Morta
    4.1 O Herói (pt. 1)
    4.2 O Herói (pt. 2)
    4.3 O Herói (pt. 1) Instrumental
  5. Cisneros — Wasted (ft. Chester Watson)
  6. Galya Bisengalieva — Alash-Kala (The Bug Reflection)
  7. Tyler, The Creator — Tell Me What It Is
  8. Kelis — Millionaire (ft. André 3000)
  9. Clipse — Chains & Whips (ft. Kendrick Lamar)
  10. Cherry Wainer & Don Storer — Take Five

Barry White Gone Wrong – Deep House (2025) (single)

Barry White Gone Wrong – Deep House (2025) (single) id

2025 marca o regresso dos Barry White Gone Wrong aos discos. Gravado nos BlackSheep Studios, o terceiro registo de originais da banda vai ser editado em Outubro. Um álbum que não esconde fragilidades, na intimidade das letras, nem oculta influências tão diversas como a música popular afro-americana ou a sonoridade de Bristol.

Disponível desde hoje nas principais plataformas digitais, “Deep House”, o single de apresentação do novo trabalho dos BWGW fala de como podemos reagir, de forma errada, a atitudes que achamos erradas em pessoas que amamos. O amor é cego e, às vezes, levamos muito tempo a ver como são, realmente, as nossas relações, a perceber que os erros vêm sempre dos dois lados.

A letra é transposta para o vídeo através da simbolização da bagagem emocional, que todos carregamos, e do facto de, muitas vezes, andarmos perdidos, a procurar uma coisa que nem sabemos o que é, com uma mala pesada. O vídeo “Deep House” é a primeira parte de uma história. A segunda parte sairá com o próximo single, “Pink Flamingo”. É que, por vezes, andamos em frente, sem pensar em desvios, com uma mala cheia, mas leve.

Com quase 15 anos de estrada e centenas de concertos, os BWGW regressam, em 2025, ao seu estado natural: ao vivo e com música nova!

Trovador Urbano #59

Trovador Urbano #59

Autor:

David Calderon

(episódio de 22 de julho) 

Trovador Urbano

Presentador:  David Calderón

Inicio emisiones:  Año 1994

Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)

Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am

Tipo: Directo

Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!

Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com

País: Madrid (España)

Sergio Figueira – Nhô-Dénga-e-quêl-Sêrena (2025) (single)

Sergio Figueira – Nhô-Dénga-e-quêl-Sêrena (2025) (single) 

Aproveitando as celebrações do 50o aniversário da independência de Cabo Verde, anuncío o lançamento nas plataformas digitais do meu mais recente trabalho

intitulado “Sêrena”.

Trata-se de um álbum conceptual que tem como temática o exaltar do ser feminino representado na figura materna, na mulher, na amante, na ilha abrigo, na terra que nos acolhe, concebe, protege e acarinha, nos acompanha e aconselha, nos dá a luz e à luz.

O enredo da estória passa-se numa altura antes do “tempo de caniquinha” (termo popular usado em Cabo Verde para designar algo que se passou num tempo muito remoto) nas ilhas da outra face da lua onde uma sereia aparecia nas praias encantando o povo com o seu canto e beleza.

Era uma autêntica romaria contemplativa e transformativa que despertava nas pessoas o melhor da sua essência tornando-as mais fraternas. Graças a isso criou-se uma sociedade mais harmoniosa e pacifica abençoada e inspirada por esse ser mágico.

Temática do single – ” Nhô Denga e quêl Sêrena “

É um dos episódios do álbum em que entra uma personagem do imaginário popular de Cabo Verde que é o Nhô Denga e que no caso particular deste tema representa um ser egoísta, mesquinho, narciso, com muito poder e riqueza material julgando-se com isso o dono do mundo com o direito a dispor e a mandar na vida dos seus congéneres. A humanidade está sempre em perigo por causa dessas individualidades e personalidades que estão sempre à espreita à espera da sua oportunidade para subverter e atropelar a paz social e no caso concreto desta estória também não houve exceção à regra.

Aconteceu então que o Nhô Denga ouvindo e vendo a Sereia, também se encantou perdidamente pela sua beleza e voz e devido à sua personalidade desequilibrada, resolveu raptá-la para tê-la só para ele.

Com isso, ela deixou de cantar porque só conseguia fazê-lo se estivesse em liberdade, o amor não se podia comprar nem ser tomado à força. Então tudo naquela terra começou a definhar e a morrer, deixou de chover, as ribeiras começaram a secar, o verde desapareceu e as pessoas ficaram infelizes.

Nas noites de lua cheia ela subia a uma das torres do Palácio do Nhô Denga que ficava no Monte cara e lamentava a sua situação, fazendo ecoar a sua voz no mar da Baia e pedindo ajuda para que alguém a viesse salvar.

Até que chegou um dia e surgiu nos céus um ser encantado que brilhava tanto como se fosse ele próprio uma estrela feita de ouro montado num cavalo alado/

marinho e que tendo ouvido os apelos da sereia se prontificou para a ajudar. O Nhô Denga, ganancioso como era não conseguiu evitar ficar pasmado a olhar para aquele brilho intenso dourado que vinha na sua direção e acabando por ficar cego devido a isso deixou de representar um perigo para todos.

Assim a Sereia foi salva e livre voltou a encantar o mundo.

Sérgio Figueira ( nylon guitar ); Vojinha ( Steel guitar ); Hernani Almeida ( nylon guitar );Renato Chantre ( Bass ); Amilcar Chantre ( Percussão ); Carla Lima ( voz ); Denys Stetsenko ( Violin )

Memória de Elefante (21/07/25)

Memória de Elefante (21/07/25)

Memória de Elefante rubrica semanal de 21/07/25 a 27/07/25
Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Tracklist:

  1. Nina Simone – July Tree (1965)
  2. Nas & Damian “Jr. Gong” Marley – Leaders (2010)
  3. The Doors – Love Her Madly (1971)
  4. Amália Rodrigues – Estranha Forma De Vida (2007)
  5. Khan Jamal – Infinity (1968)
  6. Andreas Varady – Radio Joint (2018)
  7. Jose Chepito Areas – Buscando la Gente (1974)
  8. Keiko Matsui – Moon Over Gotham (2019)
  9. Various – Pina Dance, Dance Otherwise We Are Lost Original Soundtrack – Lilies Of The Valley (2011)

1 Álbum 100 Palavras #103: Khan Jamal – Infinity (1968)

1 Álbum 100 Palavras #103: Khan Jamal – Infinity (1968)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“Infinity” (gravado em 1968, mas lançado apenas em 1984) é uma obra-prima do vibrafonista norte-americano Khan Jamal, uma fusão visionária de free jazz, espiritualidade sonora e psicodelia afro-americana. Acompanhado por músicos do coletivo Sounds of Liberation, Jamal conduz uma jornada musical hipnótica, onde vibrafone, saxofone e percussões se entrelaçam em paisagens sonoras meditativas e incendiárias. Faixas como “The Known Unknown” e “Inner Peace” revelam uma busca por transcendência musical, ecoando o espírito de Sun Ra e Alice Coltrane. Embora inicialmente obscuro, o disco ganhou culto após sua redescoberta, sendo hoje considerado um clássico oculto do jazz espiritual dos anos 1970.

Prazeres Interrompidos #387: Joseph Conrad – O Agente Secreto (1907)

Prazeres Interrompidos #387:  Joseph Conrad – O Agente Secreto (1907)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

O Agente Secreto de Conrad é o indolente Adolphe Verloc, um agitador profissional ao serviço de uma embaixada. Apaixonado por Winnie, a sua mulher, que casara com ele para garantir uma vida tranquila para o irmão mais novo, Verloc é forçado a sair da sua modorra quando o secretário da embaixada para a qual trabalha lhe exige que leve a cabo um atentado de modo a obrigar a polícia a desempenhar uma ação repressiva contra os anarquistas revolucionários.

Sem outra alternativa a não ser cumprir a ordem que lhe é dada, Verloc decide lançar um engenho explosivo contra o Observatório de Greenwich, o símbolo máximo do espírito científico que reinava na altura. No entanto, algo corre muito mal8Publicado pela primeira vez em 1907, numa época marcada por uma intensa agitação política, O Agente Secreto é atualmente considerado um dos melhores romances policiais de sempre.

Brisa – Trovoada (2025) (single)

Brisa – Trovoada (2025) (single)

No passado dia 9 de Maio, Brisa lançou o seu mais recente single, “Trovoada”, uma poderosa colaboração com o produtor Guerra, que assina com ela a música e a letra. Este tema marca um novo capítulo na jornada da cantora portuguesa e mergulha-nos numa tempestade sonora e lírica que liberta tudo aquilo que escondemos dentro de nós. “Trovoada” é a catarse depois do silêncio, a destruição necessária para dar lugar à renovação.

Brisa, conhecida por criar canções profundamente emotivas e melódicas, tem vindo a conquistar o público português com a sua escrita honesta e envolvente. A artista tem dado corpo a um universo que se liga às emoções humanas. Esta abordagem conceptual ganhou forma no seu EP de estreia, “CASULO”, uma viagem que nos leva do caos interior à transformação.

A viagem de “CASULO” começou em 2021 com “Nuvem”, onde Brisa explorava a ansiedade e a dificuldade de viver no presente. Depois, em “Férias de Mim” — escrita com Francesco Meoli e Miguel Coimbra (D.A.M.A) — mergulhámos nas profundezas do subconsciente, a voz interior que exige ser ouvida. “Outro Mar”, lançado em 2022 e novamente com produção de Meoli, simboliza a busca por um novo horizonte. Por fim, “Metamorfose”, colaboração com Gonzalo Tau e ARIEL, conclui o ciclo com uma celebração da mudança, usando a natureza como espelho da alma.

Agora, com “Trovoada”, ecoa a mesma urgência de expressão emocional e ligação humana. Este novo single surge como uma libertação, um grito que limpa o céu para que algo novo possa florescer, uma forma de nos reconhecermos e de nos reinventarmos.

Além da sua carreira a solo, Brisa tem vindo a deixar marca noutras frentes. Foi coautora da canção que ficou em segundo lugar no Festival da Canção 2023, reforçando o seu papel como uma das vozes mais promissoras da nova música portuguesa.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #76

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #76

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Jonathan Blake – Steppin’ Out

Enrico Rava – Quizás, Quizás, Quizás

Chico O’Farrill / Machito – Afro-Cuban Jazz Suite: Rhumba Abierta

Woody Herman – Four Brothers

Pat Martino – Oleo

Franco Cerri – East of the Sun

Tal Farlow – Isn’t It Romantic?

Paul Motian – Little Rootie Tootie

John Coltrane – A Love Supreme, Pt. I – Acknowledgement

Catman Plays The Blues #183

Catman Plays The Blues #183

Continuamos esta semana a apresentar a edição deste ano do Festival de Blues de Chicago com  a actuação em modo acústico de 3 novos valores do Blues: Joey J. Saye, Stephen Hull e Harrel Young Rell Davenport.