Catman Plays The Blues #182

Catman Plays The Blues #182

Continuando na edição deste ano do festival de Blues de Chicago apresentamos esta semana uma homenagem ao grande  B.B. King cvom a participação de D.K.Harrell, Christone Kingfish, Jonathan Ellison e da BB King Centennial Band. 

Manifesto Sonoro #66

Manifesto Sonoro #66

Autor: Carlos Cleto

Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.

Porque  todos  os  manifestos  são importantes  nestes  dias aqui  segue  o alinhamento  do  mais recente:

Bernardo – Nada, Nada, Nada

Patrick Watson & Maro – The Wandering

Too Many Suns – Teenage Dreams

Montanha Mágica – Verão de 2019

JP Coimbra – Lost In The Moment

J.Mystery – Breakdown

John Wolf – I Just Can’t Wait To Get Off Work

John Mercy & Tracy Vandal – Don’t It Look Like Rain

Rossana – Lambo boots

Mao Morta – Tu disseste

Máquina – Maré-Gaza

Sara Não Tem Nome – Cidadão de bens

Turbo Junkie – Bonnie & Clyde (Feat. Viviane)

Homem em Catarse – Mergulho no Cávado

Andre Viamonte & Janeiro – Tanta Pena (2025) (single)

Andre Viamonte & Janeiro – Tanta Pena (2025) (single)

Em homenagem ao Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, estreia hoje o tema “Tanta Pena” de André Viamonte com Janeiro. Uma canção que sublinha a intolerância e a dificuldade que muitos têm em aceitar a diferença.

Como explica André Viamonte: “É inquietante o comportamento mesquinho de quem, no fundo, se sente incomodado com aquilo que não compreende ou não consegue sustentar em si mesmo. Às vezes, até dentro da própria família, o desdém camuflado e o fingimento de aceitação revelam uma cortesia dissimulada que encobre o desprezo, a alienação e o silenciamento. Dói mais quando a rejeição vem justamente de quem deveria acolher. E, diante disso, o que dizer? Sentimos pena. Uma imensa pena da pobreza de afeto, da incapacidade de suportar a autenticidade e de reconhecer a grandeza que não se sabe amar.”

A canção reflete o aprender a lidar com esse tipo de comportamento. Ser autêntico e ter a coragem de viver com verdade é para os audazes — para aqueles que verdadeiramente amam a sua essência e não têm medo de mostrá-la ao mundo. A diversidade não é ruído, é harmonia. É a riqueza que nos torna inteiros.

Como os símbolos de infância (líchias e as bananas) dos artistas, frutas tropicais, improváveis, pouco convencionais — cada um de nós traz consigo uma essência rara.

 Toda a fruta que cresce à luz do sol tem o direito ao seu lugar. Cada existência tem o seu brilho e cada diferença o seu valor.

Parte das receitas de “Tanta Pena” reverte a favor da ILGA Portugal, cuja missão é garantir que todos possam “crescer no mesmo sol”, com liberdade, amor e dignidade.

Tomás Rocha – Panamá (2025) (single)

Tomás Rocha – Panamá (2025) (single) 

TOMÁS ROCHA APRESENTA NOVO SINGLE ‘PANAMÁ’

Depois de ‘Feitos de Carne e Osso’, dueto com Carolina de Deus, acumular cerca de 60 000 streams, o cantor e compositor regressa com uma faixa pop rock que celebra a leveza do verão

‘Panamá’ é o novo single de Tomás Rocha, já disponível em todas as plataformas digitais. Com letra e música da autoria do cantor e compositor, a canção celebra o espírito de improviso e a vontade de viver plenamente cada momento, reafirmando a identidade pop rock do artista.

Nas palavras de Tomás Rocha, ‘Panamá’ é “um convite à vontade de viver. Um lembrete de que só se vive uma vez e, por isso, uma vez não são vezes. A música aborda decisões por impulso que, para mim, são importantes para manter a leveza no meio de tanta confusão e ruído. Fala sobre esses momentos em que nos deixamos levar, sem grandes planos, e que acabam por ser os que mais nos marcam”. O artista acrescenta que esta “é uma música de verão. Uma canção pop rock com esse sabor, em que a sonoridade acompanha a mensagem. É leve, mas com a minha identidade muito específica, com o objetivo de nos levar exatamente para o sentimento que estou a tentar passar”.

‘Panamá’ conta com arranjo e produção de Marco Reis e Vasco Teodoro, que resultam na sonoridade pop rock energética e fresca, que se enquadra no ambiente de verão que inspirou a faixa.

African Roots #80

African Roots #80

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – Kondi Band – Titi Dem Too Servic

2 – Les Freres Smith – Ecolo Assiko (iZem Remix)

3 – Arp Frique – Nos Magia

4 – JK Mandengue – Kosa Mba

5 – The Souljazz Orchestra – Lufunki

6 – Afrik Bawantu – Noko Hewon

7 – Bindiga – Perfect Disco Machine

8 – Jimi Macon – Jimi’s Guitar Raps With The Bass

9 – Alogte Oho & His Sounds of Joy – Mam Yinne Wa

10 – Isaac Birituro & The Rail Abandon – Hado Deeli

11 – Livy Ekemezie – Delectation

12 – Uncle Joe’s Afri-Beat – Eshe Wo Kon Ho

13 – Dionisio Maio – Dia Ja Manch

14 – África Negra – San Tome Plodozu

Carlos Félix – Quero Ir (2025) (single)

Carlos Félix – Quero Ir (2025) (single) 

Quero ir – Ficha Técnica Artista:

Carlos Félix

Nome do projeto:

“Quero ir”

Direção Geral:

Carlos Félix e Ned Flanger

Autorias:

Letra

Carlos Félix e Rita Onofre Música

Carlos Félix e Rita Onofre

Produção:

Ned Flanger

Voz Principal:

Carlos Félix

Vozes secundárias:

Carlos Félix e Rita Onofre

Beat + percussões:

Ned Flanger

Baixo:

Ned Flanger

Piano:

Ned Flanger

Teclados:

Ned Flanger

Guitarras:

Ned Flanger

Arranjo de cordas:

Ned Flanger

Edições e programações:

Ned Flanger

Mistura e Masterização:

Choro

Gravado e produzido na:

Groovebox

Data de conclusão:

21.05.2025

Henrique Tomé – Rope (2025) (single)

Henrique Tomé – Rope (2025) (single) 

Depois de vários anos como compositor e baixista em projetos como Balter Youth, Silentide e Vitoria Vermelho, Henrique Tomé — conhecido também na cena musical independente como produtor e agente cultural do Porto — apresenta-se a solo com “Rope”, o seu single de estreia. O tema antecipa o álbum “Thin Ice”, com edição marcada para o final de 2025 pela Biruta Records. Já disponível em todas as plataformas digitais, “Rope” assinala uma nova etapa criativa na trajetória do músico, agora também como vocalista e letrista.

“Rope” é uma canção enérgica e emotiva que marca o início do segundo ato do álbum, simbolizando um reencontro com a esperança. “É uma história sobre conhecer alguém que nos ilumina o fundo do túnel, a corda que nos faz subir mais alto”, partilha o artista. “Retrata a amizade, o amor que se quer desarmado, darmo-nos a outra pessoa e desfazer o muro que nos isola.”

Henrique Tomé assina letra, composição, voz principal, baixo e sintetizadores. Junta-se a ele João Freitas (guitarras, piano, vozes e coros), Inês Pinto da Costa (coros, vozes de apoio), Gabriel Valente (bateria) e Maria Inês Gouveia (flauta transversal). A gravação e produção decorreu no Estúdio Cedofeita, com mistura de Gabriel Valente e masterização de João Guimarães.

“Thin Ice” será um álbum dividido em dois atos — o primeiro de conflito, o segundo de resolução — com uma estrutura narrativa inspirada na dramaturgia clássica. Entre paisagens sonoras densas e momentos de depuração lírica, o disco propõe uma viagem emocional e simbólica pela fragilidade da existência, pela ansiedade e pela possibilidade de superação.

O álbum será editado pela Biruta Records — editora, agência e promotora musical sediada no Porto, inquietante e independente desde 2014 — que conta no seu catálogo com artistas como zé menos, Riça, MONA LINDA, redoma e Vitoria Vermelho.

Prazeres Interrompidos #384: Nuno Júdice – 50 Anos de Poesia Antologia Pessoal (1972-2022)

Prazeres Interrompidos #384: Nuno Júdice – 50 Anos de Poesia Antologia Pessoal (1972-2022)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Quando se celebram os 50 anos de poesia de Nuno Júdice, a sua antologia pessoal. 

Um livro onde se espelha o melhor de uma carreira com muitos e premiados livros.

Coletivo A Perifeira – Saint John’s (2025) (single)

Coletivo A Perifeira – Saint John’s (2025) (single) 

Composição, produção, mistura e masterização: Coletivo “A Periferia”;

Imagem: Flávio Silva;

Montagem e edição: Miguel Leitão;

Agradecimentos: Gonçalo, Sam, Tonia, Afonso e Renata;

Um agradecimento especial ao Fiasco.

Marta Sofia – Preto e Branco (2025) (single)

Marta Sofia – Preto e Branco (2025) (single)

Após o lançamento do seu single de estreia, produzido por João Coelho (Península), Marta Sofia traz-nos uma versão intimista de “Preto e Branco” ao piano, tocada e cantada pela própria. Partindo da mesma base, Marta leva-nos num caminho oposto do inicial, explorando desta vez não a esperança, mas as lágrimas de quem ama e perde. Assim, através de uma nova interpretação, esta versão remete-nos para um sentimento de saudade mais doloroso, ao som de um piano delicado mas intenso.

Marta Sofia dá o primeiro passo no seu projeto a solo aos 24 anos, após um percurso musical que começa bastante cedo. Desde criança, estudou piano e, mais tarde, oboé, desenvolvendo também um domínio autodidata de outros instrumentos, como a guitarra. Atualmente, é oboísta na Orquestra Académica da Universidade de Lisboa e na Banda Filarmónica Olhalvense, além de estudar jazz e voz na New Music School, em Lisboa.

Entre constantes mudanças e novas experiências, começou a escrever as suas próprias canções, que foram ganhando forma própria no seu quarto em Lisboa, para onde se mudou sozinha em 2017.

Coffee Breakz #120 – For the People

Coffee Breakz #120 – For the People

Autor: Helder Gomes

Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.

Tracklist:

1. Ami Taf Ra — How I Became a Madman (ft. Kamasi Washington) 

2. Chester Watson — Continuum (ft. Dr. Josephine OlaTomi Soboyejo) 

3. S.G. Goodman — Nature’s Child (ft. Bonnie “Prince” Billy) 

4. Dropkick Murphys 

4.1 School Days Are Over (ft. Billy Bragg) 

4.2 The Vultures Circle High (ft. Al Barr) 

4.3 One Last Goodbye “Tribute to Shane” (ft. The Scratch) 

5. Little Simz — Only (ft. Lydia Kitto) 

6. Junior M.A.F.I.A. — Get Money (ft. The Notorious B.I.G.) 

7. Erykah Badu & The Alchemist — Next to You 

8. Mobb Deep — The Realest (ft. Kool G Rap) 

9. Blood Orange — The Field (ft. The Durutti Column, Tariq Al-Sabir, Caroline Polachek & Daniel Caesar) 

10. The Durutti Column — Sing to Me

Eskilograma – Mau Olhado (2025) (single)

Eskilograma – Mau Olhado (2025) (single) 

Depois de abrirem caminho com o impacto cru de “Cabeça Dura”, os Eskilograma regressam com “Mau Olhado”, o novo single retirado do disco de estreia “Eskilograma”, editado a 23 de maio. A faixa já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e vem acompanhada por um videoclipe de performance intensa, realizado por Nathan S. Jorge.

Com batida densa e atmosfera hipnótica, “Mau Olhado” mergulha no poder invisível do olhar alheio — uma canção carregada de simbolismo que aponta para o veneno dos julgamentos, das invejas e das energias que nos cercam em silêncio. “Mais do que uma canção, é um talismã sonoro contra o peso dos olhares que nos querem rebaixar”, explicam os Eskilograma. A realização visual recorre a imagens do “olho grego”, num gesto de proteção e purificação que prolonga o simbolismo da letra.

Este novo lançamento antecede o concerto da banda no dia 31 de julho, às 22h00, no Tokyo Lisboa, no Cais do Sodré — o primeiro após a edição do álbum, e também o primeiro momento em que a banda sobe ao palco sem máscaras. “A máscara caiu mas o grito continua”, anunciam.

Formados inicialmente como um projeto virtual de espírito leve e experimental, os Eskilograma foram ganhando consistência e identidade ao longo dos últimos anos. Com um percurso que começou entre vídeos humorísticos e culminou na edição de um disco de longa duração, o grupo passou por várias formações, atuou de norte a sul do país e nos Açores, e consolidou-se com um espetáculo ao vivo marcado por teatralidade, energia crua e um discurso direto.

O álbum de estreia, “Eskilograma”, representa um ponto de viragem. Depois de anos a atuar de rosto oculto, a banda assume agora uma nova fase: mais madura, mais direta, mais visceral. Entre riffs que falam e letras que inquietam, os Eskilograma afirmam-se como uma proposta singular no panorama do rock alternativo cantado em português.

Os bilhetes para o concerto de 31 de julho no Tokyo Lisboa encontram-se disponíveis através da aplicação “tokyoandjamaica”, do site e à porta. A banda terá ainda à venda, no concerto, uma edição limitada do disco em formato vinil.

“Mau Olhado”, bem como o videoclipe oficial, já pode ser visto e ouvido nas principais plataformas.