Continuando na edição deste ano do festival de Blues de Chicago apresentamos esta semana uma homenagem ao grande B.B. King cvom a participação de D.K.Harrell, Christone Kingfish, Jonathan Ellison e da BB King Centennial Band.
Manifesto Sonoro #66
Manifesto Sonoro #66
Autor: Carlos Cleto
Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.
Porque todos os manifestos são importantes nestes dias aqui segue o alinhamento do mais recente:
Bernardo – Nada, Nada, Nada
Patrick Watson & Maro – The Wandering
Too Many Suns – Teenage Dreams
Montanha Mágica – Verão de 2019
JP Coimbra – Lost In The Moment
J.Mystery – Breakdown
John Wolf – I Just Can’t Wait To Get Off Work
John Mercy & Tracy Vandal – Don’t It Look Like Rain
Rossana – Lambo boots
Mao Morta – Tu disseste
Máquina – Maré-Gaza
Sara Não Tem Nome – Cidadão de bens
Turbo Junkie – Bonnie & Clyde (Feat. Viviane)
Homem em Catarse – Mergulho no Cávado
Andre Viamonte & Janeiro – Tanta Pena (2025) (single)
Andre Viamonte & Janeiro – Tanta Pena (2025) (single)
Em homenagem ao Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, estreia hoje o tema “Tanta Pena” de André Viamonte com Janeiro. Uma canção que sublinha a intolerância e a dificuldade que muitos têm em aceitar a diferença.
Como explica André Viamonte: “É inquietante o comportamento mesquinho de quem, no fundo, se sente incomodado com aquilo que não compreende ou não consegue sustentar em si mesmo. Às vezes, até dentro da própria família, o desdém camuflado e o fingimento de aceitação revelam uma cortesia dissimulada que encobre o desprezo, a alienação e o silenciamento. Dói mais quando a rejeição vem justamente de quem deveria acolher. E, diante disso, o que dizer? Sentimos pena. Uma imensa pena da pobreza de afeto, da incapacidade de suportar a autenticidade e de reconhecer a grandeza que não se sabe amar.”
A canção reflete o aprender a lidar com esse tipo de comportamento. Ser autêntico e ter a coragem de viver com verdade é para os audazes — para aqueles que verdadeiramente amam a sua essência e não têm medo de mostrá-la ao mundo. A diversidade não é ruído, é harmonia. É a riqueza que nos torna inteiros.
Como os símbolos de infância (líchias e as bananas) dos artistas, frutas tropicais, improváveis, pouco convencionais — cada um de nós traz consigo uma essência rara.
Toda a fruta que cresce à luz do sol tem o direito ao seu lugar. Cada existência tem o seu brilho e cada diferença o seu valor.
Parte das receitas de “Tanta Pena” reverte a favor da ILGA Portugal, cuja missão é garantir que todos possam “crescer no mesmo sol”, com liberdade, amor e dignidade.
Tomás Rocha – Panamá (2025) (single)
Tomás Rocha – Panamá (2025) (single)
TOMÁS ROCHA APRESENTA NOVO SINGLE ‘PANAMÁ’
Depois de ‘Feitos de Carne e Osso’, dueto com Carolina de Deus, acumular cerca de 60 000 streams, o cantor e compositor regressa com uma faixa pop rock que celebra a leveza do verão
‘Panamá’ é o novo single de Tomás Rocha, já disponível em todas as plataformas digitais. Com letra e música da autoria do cantor e compositor, a canção celebra o espírito de improviso e a vontade de viver plenamente cada momento, reafirmando a identidade pop rock do artista.
Nas palavras de Tomás Rocha, ‘Panamá’ é “um convite à vontade de viver. Um lembrete de que só se vive uma vez e, por isso, uma vez não são vezes. A música aborda decisões por impulso que, para mim, são importantes para manter a leveza no meio de tanta confusão e ruído. Fala sobre esses momentos em que nos deixamos levar, sem grandes planos, e que acabam por ser os que mais nos marcam”. O artista acrescenta que esta “é uma música de verão. Uma canção pop rock com esse sabor, em que a sonoridade acompanha a mensagem. É leve, mas com a minha identidade muito específica, com o objetivo de nos levar exatamente para o sentimento que estou a tentar passar”.
‘Panamá’ conta com arranjo e produção de Marco Reis e Vasco Teodoro, que resultam na sonoridade pop rock energética e fresca, que se enquadra no ambiente de verão que inspirou a faixa.
African Roots #80
African Roots #80
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Kondi Band – Titi Dem Too Servic
2 – Les Freres Smith – Ecolo Assiko (iZem Remix)
3 – Arp Frique – Nos Magia
4 – JK Mandengue – Kosa Mba
5 – The Souljazz Orchestra – Lufunki
6 – Afrik Bawantu – Noko Hewon
7 – Bindiga – Perfect Disco Machine
8 – Jimi Macon – Jimi’s Guitar Raps With The Bass
9 – Alogte Oho & His Sounds of Joy – Mam Yinne Wa
10 – Isaac Birituro & The Rail Abandon – Hado Deeli
11 – Livy Ekemezie – Delectation
12 – Uncle Joe’s Afri-Beat – Eshe Wo Kon Ho
13 – Dionisio Maio – Dia Ja Manch
14 – África Negra – San Tome Plodozu
Carlos Félix – Quero Ir (2025) (single)
Carlos Félix – Quero Ir (2025) (single)
Quero ir – Ficha Técnica Artista:
Carlos Félix
Nome do projeto:
“Quero ir”
Direção Geral:
Carlos Félix e Ned Flanger
Autorias:
Letra
Carlos Félix e Rita Onofre Música
Carlos Félix e Rita Onofre
Produção:
Ned Flanger
Voz Principal:
Carlos Félix
Vozes secundárias:
Carlos Félix e Rita Onofre
Beat + percussões:
Ned Flanger
Baixo:
Ned Flanger
Piano:
Ned Flanger
Teclados:
Ned Flanger
Guitarras:
Ned Flanger
Arranjo de cordas:
Ned Flanger
Edições e programações:
Ned Flanger
Mistura e Masterização:
Choro
Gravado e produzido na:
Groovebox
Data de conclusão:
21.05.2025
Henrique Tomé – Rope (2025) (single)
Henrique Tomé – Rope (2025) (single)
Depois de vários anos como compositor e baixista em projetos como Balter Youth, Silentide e Vitoria Vermelho, Henrique Tomé — conhecido também na cena musical independente como produtor e agente cultural do Porto — apresenta-se a solo com “Rope”, o seu single de estreia. O tema antecipa o álbum “Thin Ice”, com edição marcada para o final de 2025 pela Biruta Records. Já disponível em todas as plataformas digitais, “Rope” assinala uma nova etapa criativa na trajetória do músico, agora também como vocalista e letrista.
“Rope” é uma canção enérgica e emotiva que marca o início do segundo ato do álbum, simbolizando um reencontro com a esperança. “É uma história sobre conhecer alguém que nos ilumina o fundo do túnel, a corda que nos faz subir mais alto”, partilha o artista. “Retrata a amizade, o amor que se quer desarmado, darmo-nos a outra pessoa e desfazer o muro que nos isola.”
Henrique Tomé assina letra, composição, voz principal, baixo e sintetizadores. Junta-se a ele João Freitas (guitarras, piano, vozes e coros), Inês Pinto da Costa (coros, vozes de apoio), Gabriel Valente (bateria) e Maria Inês Gouveia (flauta transversal). A gravação e produção decorreu no Estúdio Cedofeita, com mistura de Gabriel Valente e masterização de João Guimarães.
“Thin Ice” será um álbum dividido em dois atos — o primeiro de conflito, o segundo de resolução — com uma estrutura narrativa inspirada na dramaturgia clássica. Entre paisagens sonoras densas e momentos de depuração lírica, o disco propõe uma viagem emocional e simbólica pela fragilidade da existência, pela ansiedade e pela possibilidade de superação.
O álbum será editado pela Biruta Records — editora, agência e promotora musical sediada no Porto, inquietante e independente desde 2014 — que conta no seu catálogo com artistas como zé menos, Riça, MONA LINDA, redoma e Vitoria Vermelho.
Prazeres Interrompidos #384: Nuno Júdice – 50 Anos de Poesia Antologia Pessoal (1972-2022)
Prazeres Interrompidos #384: Nuno Júdice – 50 Anos de Poesia Antologia Pessoal (1972-2022)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Quando se celebram os 50 anos de poesia de Nuno Júdice, a sua antologia pessoal.
Um livro onde se espelha o melhor de uma carreira com muitos e premiados livros.
Coletivo A Perifeira – Saint John’s (2025) (single)
Coletivo A Perifeira – Saint John’s (2025) (single)
Composição, produção, mistura e masterização: Coletivo “A Periferia”;
Imagem: Flávio Silva;
Montagem e edição: Miguel Leitão;
Agradecimentos: Gonçalo, Sam, Tonia, Afonso e Renata;
Um agradecimento especial ao Fiasco.
Marta Sofia – Preto e Branco (2025) (single)
Marta Sofia – Preto e Branco (2025) (single)
Após o lançamento do seu single de estreia, produzido por João Coelho (Península), Marta Sofia traz-nos uma versão intimista de “Preto e Branco” ao piano, tocada e cantada pela própria. Partindo da mesma base, Marta leva-nos num caminho oposto do inicial, explorando desta vez não a esperança, mas as lágrimas de quem ama e perde. Assim, através de uma nova interpretação, esta versão remete-nos para um sentimento de saudade mais doloroso, ao som de um piano delicado mas intenso.
Marta Sofia dá o primeiro passo no seu projeto a solo aos 24 anos, após um percurso musical que começa bastante cedo. Desde criança, estudou piano e, mais tarde, oboé, desenvolvendo também um domínio autodidata de outros instrumentos, como a guitarra. Atualmente, é oboísta na Orquestra Académica da Universidade de Lisboa e na Banda Filarmónica Olhalvense, além de estudar jazz e voz na New Music School, em Lisboa.
Entre constantes mudanças e novas experiências, começou a escrever as suas próprias canções, que foram ganhando forma própria no seu quarto em Lisboa, para onde se mudou sozinha em 2017.
Coffee Breakz #120 – For the People
Coffee Breakz #120 – For the People
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Ami Taf Ra — How I Became a Madman (ft. Kamasi Washington)
2. Chester Watson — Continuum (ft. Dr. Josephine OlaTomi Soboyejo)
4.3 One Last Goodbye “Tribute to Shane” (ft. The Scratch)
5. Little Simz — Only (ft. Lydia Kitto)
6. Junior M.A.F.I.A. — Get Money (ft. The Notorious B.I.G.)
7. Erykah Badu & The Alchemist — Next to You
8. Mobb Deep — The Realest (ft. Kool G Rap)
9. Blood Orange — The Field (ft. The Durutti Column, Tariq Al-Sabir, Caroline Polachek & Daniel Caesar)
10. The Durutti Column — Sing to Me
Eskilograma – Mau Olhado (2025) (single)
Eskilograma – Mau Olhado (2025) (single)
Depois de abrirem caminho com o impacto cru de “Cabeça Dura”, os Eskilograma regressam com “Mau Olhado”, o novo single retirado do disco de estreia “Eskilograma”, editado a 23 de maio. A faixa já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e vem acompanhada por um videoclipe de performance intensa, realizado por Nathan S. Jorge.
Com batida densa e atmosfera hipnótica, “Mau Olhado” mergulha no poder invisível do olhar alheio — uma canção carregada de simbolismo que aponta para o veneno dos julgamentos, das invejas e das energias que nos cercam em silêncio. “Mais do que uma canção, é um talismã sonoro contra o peso dos olhares que nos querem rebaixar”, explicam os Eskilograma. A realização visual recorre a imagens do “olho grego”, num gesto de proteção e purificação que prolonga o simbolismo da letra.
Este novo lançamento antecede o concerto da banda no dia 31 de julho, às 22h00, no Tokyo Lisboa, no Cais do Sodré — o primeiro após a edição do álbum, e também o primeiro momento em que a banda sobe ao palco sem máscaras. “A máscara caiu mas o grito continua”, anunciam.
Formados inicialmente como um projeto virtual de espírito leve e experimental, os Eskilograma foram ganhando consistência e identidade ao longo dos últimos anos. Com um percurso que começou entre vídeos humorísticos e culminou na edição de um disco de longa duração, o grupo passou por várias formações, atuou de norte a sul do país e nos Açores, e consolidou-se com um espetáculo ao vivo marcado por teatralidade, energia crua e um discurso direto.
O álbum de estreia, “Eskilograma”, representa um ponto de viragem. Depois de anos a atuar de rosto oculto, a banda assume agora uma nova fase: mais madura, mais direta, mais visceral. Entre riffs que falam e letras que inquietam, os Eskilograma afirmam-se como uma proposta singular no panorama do rock alternativo cantado em português.
Os bilhetes para o concerto de 31 de julho no Tokyo Lisboa encontram-se disponíveis através da aplicação “tokyoandjamaica”, do site e à porta. A banda terá ainda à venda, no concerto, uma edição limitada do disco em formato vinil.
“Mau Olhado”, bem como o videoclipe oficial, já pode ser visto e ouvido nas principais plataformas.