Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Keith LaMar & Albert Marquès → I Woke Up This Morning
Keith LaMar & Albert Marquès → Alabama
Terri Lyne Carrington & Christie Dashiell → Driva’ man
Mary Halvorson → About Ghosts
Joshua Redman → Icarus
The Orchestra U.S.A → A Portrait Of Coleman Hawkins
Bill Charlap & Jim Hall → I Hear a Rhapsody
Dee Dee Bridgewater & Bill Charlap → In The Still of the Night
Catman Plays The Blues #180
Catman Plays The Blues #180
Autor:
Manuel Pais
Esta semana recuperamos o álbum de estreia do guitarrista Patrick Sweany e partimos à descoberta do último trabalho de Larry McCray.
African Roots #79
African Roots #79
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Ale Hop & Titi Bakorta – Bonne Année
2 – Bandé-Gamboa – Segunda
3 – Docteur Nico – Exhibition Dechaud
4 – 5 Revolutions – Respect Yourself
5 – Tinkles – You and Me
6 – Mlimani Park Orchestra – Taxi Driver
7 – Mahlathini – Baba-Ye
8 – Mulemena Boys – Lizzy
9 – Camayenne Sofa – Samba Man
10 – Balla & ses Balladins – Mana Mana
11 – Orchestre National Badema – Guédé
12 – Super Biton de Segou – Recoma
13 – Bulimundo – Sema Lopi
Versus OKS – God Bless (2025) (single)
Versus OKS – God Bless (2025) (single)
Versus O.K.S lança “God Bless”, um novo single sobre gratidão, foco e tranquilidade em tempos apressados
Versus O.K.S, rapper e compositor oriundo da Ilha do Pico, nos Açores, está de regresso com o lançamento do seu novo single, “God Bless” — uma reflexão crua e lírica sobre a importância de viver com propósito, desacelerar e agradecer.
Depois de ter conquistado visibilidade com temas como “Saara (Já ninguém me pára)”, o artista apresenta agora um tema onde o hip-hop clássico se funde com sonoridades contemporâneas, mantendo o registo poético e direto que tem vindo a marcar a sua identidade.
“God Bless” é, nas palavras de Versus O.K.S, uma declaração de tranquilidade, gratidão e autenticidade. Num tempo marcado pelo ruído, pela pressa e pela superficialidade, o rapper propõe uma viagem introspectiva sobre temas como a humildade, o foco, a aceitação do passado e a valorização das raízes. “God bless / viver sem pressa / sem muita conversa / sem muito stress”, ouve-se no refrão — um mantra que sintetiza a mensagem do tema: menos correria, mais consciência.
O novo single representa também uma afirmação artística de uma nova fase na carreira do artista açoriano — mais madura, consciente e emocionalmente sintonizada com o mundo que o rodeia.
Composição e interpretação de Versus O.K.S, produção assinada por Luchwatscooking, gravação, mistura e masterização pela HD Produções, e videoclipe realizado pela Unboxfilms, este lançamento confirma a solidez da equipa que acompanha o percurso de Versus O.K.S nesta nova etapa.
“God Bless” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, acompanhado por um videoclipe que traduz visualmente a serenidade, o foco e a introspeção que o tema evoca.
Este lançamento reforça a posição de Versus O.K.S como uma das vozes mais consistentes e promissoras do hip-hop açoriano, com uma mensagem cada vez mais necessária no contexto atual.
Prazeres Interrompidos #378: Han Kang – A Vegetariana (2007)
Prazeres Interrompidos #378: Han Kang – A Vegetariana (2007)
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
“Eu tive um sonho”, diz Yeonghye, e desse sonho de sangue e escuros bosques nasce uma recusa radical: deixar de comer, cozinhar e servir carne. É o primeiro estágio de um desapego em três atos, um caminho muito particular de transcendência destrutiva que parece infectar todos à sua volta. A VEGETARIANA tem sido apontado como um dos livros mais importantes da ficção contemporânea. Uma história sobre rebelião, tabu, violência e erotismo escrita com a clareza atordoante das melhores e mais aterradoras fábulas. A tradução, diretamente do coreano, restitui o estranhamento do original.
Pietro Paris – Your, winter (2025) (single)
Pietro Paris – Your, winter (2025) (single)
Pietro Paris – contrabbasso, double bass, compositions
Francesco Panconesi – tenor saxophone
Ruggero Fornari – guitar
Andrea Beninati – drums, cello
The new ensemble, featuring Pietro Paris on double bass, Francesco Panconesi on saxophone, Ruggero Fornari on guitar, Andrea Beninati on drums and cello, presents theatrical music born from the interplay between individuals, stories, narratives, movements, and motives, created with an intriguing blend of improvisation and composition.
Folk Traffic emerges from a long-standing relationship among this musicians, rooted in a previous creative project based on improvisation, which now evolves in a new compositional direction. The group’s music draws inspiration from significant experiences over the years,
creating a fixed perspective through which people, music, stimuli, readings, conversations, images, thoughts, and listening intertwine. This intersection of humanity comes alive in the music and the dialogue between the musicians.
Each tune on the setlist is accompanied by an evocative title that manipulates the relationship between two words, creating a new meaning through a brief pause of a comma. This act of abstraction represents the heart of the Folk Traffic project, revealing new relationships between elements and showcasing often opposing poles of meaning.
Mar – Explica Só (2025) (single)
Mar – Explica Só (2025) (single)
MAR “EXPLICA SÓ” como é feita de todas as sonoridades que quer
Produtora, Cantora e Compositora revisita flows calmos e R&B
Na linha dos últimos lançamentos, a cantora e produtora tem-se revelado cada vez mais uma artista de mão cheia em diferentes registos.
Quem caiu na rasteira de julgar o livro pela capa terá ficado pelas primeiras impressões que circunscreviam MAR ao hip-hop, aquando da sua estreia em matéria de edições com BADDIEFEST, Vol. 1. Mas cedo mostrou a cantora e produtora hispânico-algarvia que nem só de rap se haveria de pautar o seu reportório — e “EXPLICA SÓ” surge agora como derradeira prova de que MAR pode ser mesmo o que ela quiser, seja a cantar, compor, ou produzir.
“EXPLICA SÓ” é a balada acústica que a revela vulnerável como nunca até então. A par de POTTER na produção, MAR volta a pôr mãos à obra, para depois dar o peito aos versos: brutalmente honesta, desavergonhadamente enamorada, despida de ornamentos que ofusquem a transparência das suas palavras e a candura da sua voz.
Já a tínhamos visto dar largos passos nessa direcção, primeiro com o salto de corpo inteiro em “ATIRA-TE A MIM”, depois com a urgência de “AQUI AGORA” ao lado de SleepyThePrince. Já em “EXPLICA SÓ”, a terceira e derradeira canção vem confirmar a regra de que, para MAR, não há regra alguma. Bom, talvez haja pelo menos uma: independentemente do que canta e em que registo for, será sempre ela própria — por muito diferente que isso possa soar a cada canção.
“EXPLICA SÓ” conta com visuais simples mas impactantes que nos transmitem a essência de que é feita: a profundidade da sua alma, das suas raízes e toda a arte que lhe sai dos poros – única e irreverente. O novo tema encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
Trovador Urbano #55
Trovador Urbano #55
Autor:
David Calderon
(episódio de 17 de junho)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Dinis Mota – Mãe (2025) (single)
Dinis Mota – Mãe (2025) (single)
DINIS MOTA
Natural de Aveiro, Dinis Mota é um músico e produtor emergente português que se move pela arte com uma assinatura sonora única. Com uma energia cativante e uma visão criativa singular, Dinis é um multi-instrumentista, apaixonado pela criação, que procura aprofundar a sua essência em cada um dos seus trabalhos, com o objetivo de criar mundos sonoros com uma identidade própria. Tem vindo a conquistar público pela sua vertente estilística que combina o R&B, Hip-Hop, AfroSwing, Soul com uma fusão de Rock e Blues. Em 2023, lançou o EP “TRIAGEM”, que marcou presença em várias playlists editoriais e, em 2024, estreou-se nos palcos nacionais com um concerto no Teatro Aveirense. Este ano, marca-se o lançamento do seu primeiro álbum “DINIS”.
MÃE
O músico e produtor português Dinis Mota lança o seu mais recente single, “MÃE”, onde elementos do fado e da música latino americana se conectam.
É difícil traduzir em palavras o que esta música representa no universo que se constrói o próximo álbum de Dinis Mota. “MÃE” é mais do que uma canção, é um manifesto sonoro, uma serenata dedicada a quem dá vida ao mundo. Um tributo à força de quem cuida, ama e sustém, não como um dever, mas como uma presença que nos acompanha para sempre.
A “mulher linda”, que habita nesta música, representa a figura materna, mas
ultrapassa a imagem do cuidado. É força livre, é quem dança, vibra, vive, sendo dona de si e do mundo que ajudou a criar. Entre a saudade e a alegria, a canção retrata o amor com as cores que a mãe deixou, aquelas que ficam para sempre.
Produzida pelo próprio, com mistura e masterização de Pedro Rafael, este single antecipa o seu primeiro álbum que irá ser lançado em Setembro deste ano.
Memória de Elefante (23/06/25)
Memória de Elefante (23/06/25)
Memória de Elefante rubrica semanal de 23/06/25 a 29/06/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Tracklist:
01. The Kinks – Rainy Day in June (1966)
02. 16-aconteceu um novo amor (1960)
03. 08 Naquele Tempo (2005)
04. Frank Zappa – Inca Roads (Visualizer) (1975)
05. Patti Smith – Break It Up (1975)
06. Gilberto Gil – Toda Menina Baiana (1979)
07. Herbie Hancock – Sly (1973)
08. Eu Também Vou Reclamar – Raul Seixas (1976)
09. Dave Blume – I Work the Whole City (1976)
1 Álbum 100 Palavras #99: Gilberto Gil – Realce (1979)
1 Álbum 100 Palavras #99: Gilberto Gil – Realce (1979)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Realce” (1979) é um álbum marcante de Gilberto Gil cantor bahiano, que mistura samba, reggae, pop e música eletrônica de forma inovadora. Gravado durante o seu exílio na Inglaterra, o disco reflete diversas influências internacionais enquanto mantém o carater de brasilidade essencial. Faixas como “Realce”, “Lady” e “Refavela” destacam a habilidade de Gilberto Gil em reinventar a sua sonoridade, combinando letras poéticas com ritmos dançantes e arranjos sofisticados. O álbum simboliza um momento de experimentação e renovação na carreira do artista, abrindo caminhos para a música popular brasileira contemporânea, ao mesmo tempo em que reafirma seu compromisso social e cultural.
Boa escuta!
Prazeres Interrompidos #377: Lygia Fagundes Telles – Os Objectos (2024)
Prazeres Interrompidos #377: Lygia Fagundes Telles – Os Objectos (2024)
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Numa entrevista famosa, Clarice Lispector apresentava deste modo a amiga Lygia Fagundes Telles: «Com Lygia, há o hábito de se escrever que ela é uma das melhores contistas do Brasil. Mas do jeitinho como escrevem parece que é só entre as mulheres escritoras que ela é boa. Erro. Lygia é também entre os homens escritores um dos escritores maiores.» Nesta selecção de vinte narrativas breves, procuramos captar alguns dos traços mais marcantes e originais da arte do conto de Lygia Fagundes Telles. A vida dos objectos, das «coisas pequenas, minúcias» e a vida das personagens entrelaçam‑se aqui por caminhos que implicam, numa narração meticulosa, um jogo metamórfico sempre latente: estranha ciranda entre o mundo das pessoas, da natureza, ou dos materiais que sustenta um insólito mapa das relações humanas e dos seus desencontros — na família, no amor, na loucura, ou na infância, esse «tempo descabelado, selvagem» no qual a autora diz ter começado a escrever.