A Sul – Metáforas (2025) (single)

A Sul – Metáforas (2025) (single)

Depois de “Tela”, A SUL entrega-nos “Métáforas”

Terceiro avanço do álbum de estreia da artista

‘Metáforas’ é a nova canção de A SUL – depois de nos brindar com o seu ‘Gin’ e a pintura sonora ‘Tela’, chegam-nos as metáforas que pintam o corpo e prenunciam o que poderá chegar. O terceiro tema lançado pela artista neste seguimento fará também parte do álbum de estreia ‘Quer Quer Quer’ com lançamento previsto para Outubro de 2025. 

Depois de nos apresentar um lado mais escuro, a artista traz o complemento da angústia mas com uma sonoridade dançável para que o momento “antes da morte chegar” não seja tão pesado. Não temos todos maior certeza do que essa, resta-nos só saber como lidar com o que vivemos antes dela chegar. 

Nestas ‘Metáforas’ cantadas, A SUL traz-nos o bater à porta da morte, pura e dura. “O nome Metáforas veio a partir duma expressão que o meu avô me tinha contado, já com alguma dificuldade em comunicar – ‘disseram-me que tinha metáforas na cabeça ou lá o que era..’”.

Assim nasceu este tema, quando da maior dor extraímos o maior dos ensinamentos e dentro da metáfora a própria metáfora surgiu. 

A SUL é o nome do projeto musical de Cláudia Sul, também compositora e produtora das canções que integram a sua obra. Em 2022, lançou o seu EP de estreia ‘Já Agora’ composto por cinco faixas. No ano seguinte, apresentou o single ‘Gin’, e ganhou os Novos Talentos FNAC com a canção ‘Bleba’, retirada do seu primeiro curta-duração.

Em 2025, a artista prepara-se para mostrar todo o novo repertório ao vivo, com concerto marcado no dia 29 de junho nos Jardins do Marquês. Antes disso, poderemos escutar A SUL, dia 5 de junho na Galeria Zé Dos Bois, na abertura do concerto do artista Christopher Owens. Não só de canções já lançadas serão compostos estes concertos, o antecipar do álbum será feito aos poucos sempre que atuar ao vivo até outubro.

Por agora é com ‘Metáforas’ que ficamos, temas escrito e composto por Cláudia Sul. A artista assumiu também a produção da canção e o mix e master ficou a cargo de Nuno Simões.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #221

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #221

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

James Brandon Lewis → Ware

Gerald Clayton → Glass Half Warm / Glass Half Cool

Marty Ehrlich → Twelve for Black Arthur

Sonny Rollins → You Don’t Know What Love Is 

Sonny Rollins → Moritat

Bill Evans → You Go To My Head

Matteo Ciminari → Doubledream

Pietro Paris → Your, winter

Alessandro Marzano → Leve 

Charles Lloyd & Jason Moran → God Only Knows

Catman Plays The Blues #179

Catman Plays The Blues #179

Regressamos esta semana ao Rosa’s Lounge, clube de Chicago para apreciarmos um espectáculo da cantora de Blues com formação no Gospel, Sheryl Youngblood.

Manifesto Sonoro #65

Manifesto Sonoro #65

Autor: Carlos Cleto

Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.

Porque  todos  os  manifestos  são importantes  nestes  dias aqui  segue  o alinhamento  do  mais recente:

Too Many Suns – Take Me Home feat. Beatriz Nunes

Raquel Martins – Dead end

Manel Cruz – Constelação

E.se – Mangrove prod. AZAR AZAR

Cara de Espelho – O Que Esta Gente Quer

Ana Água vs Alex FX – Another Brick in the Wall

Fusionlab – Havemos De Ir A Viana feat. Kalaf

Caetano Veloso e Gilberto Gil – Haiti

Tó Trips & Fake Latinos – Rua Escura

Monstro – Live For Tomorrow

Evols – Euro tragedy

Catarina Munhá – Isto de Ser Mulher feat. Hélio Morais

The Weatherman – Chloe’s Hair (Remaster 2022)

Beautify Junkyards – Fuga nº 2

Império Pacífico – Aftershow feat. Panda Bea

Grande abraço

Romain Valentino – Vender o País (2025) (single)

Romain Valentino – Vender o País (2025) (single) 

O músico ítalo-francês residente no Porto, Romain Valentino, apresenta “Vender o País”, o primeiro single do álbum de estreia “L’Étoile et le Chariot” a ser lançado em maio com produção musical do guitarrista Telmo Sousa. A canção, escrita de uma só vez na intimidade do isolamento de 2020, é um desabafo no qual ferve o desejo de construir uma existência genuinamente coletiva, um “país” que possa ser casa para todes.
 
O videoclipe será estreado no dia 28 de fevereiro e foi realizado por André Sousa. Contou com um processo ao qual contribuiu uma equipa de cerca de 30 profissionais e pessoas amigas na fotografia, produção e interpretação, com filmagens em várias zonas do país. No dia do lançamento do single vai acontecer uma sessão aberta e um showcase no Lugar da Palmilha Dentada, no Porto, às 19h30, onde também será exibido o videoclipe. A capa do single é uma ilustração de Julieta Ruiz Argañaraz.
 
Segundo Romain, “Escrevi a letra de Vender o País movido pela urgência de pôr em palavras um sentimento de indignação e uma paixão reivindicativa que eu sentia, mas sugestionado ao mesmo tempo por dúvidas e preconceitos sobre a minha legitimidade para abordar assuntos políticos, especialmente em música, e sobre a minha posição para falar do “país” enquanto imigrante. Há um contexto relevante que tem a ver com o meu interesse crescente pela questão do direito à habitação, que só muito tempo depois de escrever a canção se concretizou na minha entrada na organização Habitação Hoje, de que já fazia parte na altura da manifestação cujas imagens estão integradas no vídeo.”
 
Romain Valentino é cantor, guitarrista e compositor nascido em Itália de pais franceses. A sua trajetória musical alimenta-se de samba, choro, canzone napolitana, jazz-manouche, nueva canción, chanson française, maloya, e outras sonoridades e ritmos.

Sandrino – Superficial (2025) (single)

Sandrino – Superficial (2025) (single) 

Sandrino apresenta EP de estreia ‘SER’

Depois de nos dar a conhecer três dos temas que compõem o seu primeiro EP: ‘Ser Pra Não Ser’ ainda em 2024, e já em 2025, ‘Casa’ e ‘Tá Em Aberto’, o jovem natural do algarve apresenta agora as restantes canções numa compilação única, a sua estreia nos ‘discos’, com mais 3 inéditos.

Lançou há cerca de duas semanas dois singles ‘Casa’ e ‘Tá Em Aberto’ que comprovam que o primeiro single já era de facto sinal da distinção sonora que o cantor apresenta – não só musicalmente como líricamente. Formado no Hot Clube de Portugal, é nos género MPB, Jazz, Pop e ainda indie/bedroom  pop num registo íntimo e orgânico, que Sandrino funde a sua arte, entregando temas únicos onde questiona o Ser, e temas filosóficos e utópicos que nos levam a acreditar que ainda existe muito para além do amor e ainda amor.

Este EP vive, maioritariamente, dessas questões, mas claro, conta com pelo menos duas faixas onde se aborda o amor relacional, não fosse ele o tema rei da arte de cantar, fazer canções e escrever poemas. ‘Ser’ é um EP erudito e destacável, pelo timbre do artista primeiramente, e depois porque alberga uma produção muito bem trabalhada com arranjos especiais, o que tornam o conjunto sonoro toda uma experiência. 

Para além dos três temas já conhecidos, o artista apresenta agora mais três: ‘Não Te Quero’, ‘Próximo Amor’ e ‘Superficial’. Sandrino apresenta o amor ainda de outras formas, como a auto-estima, o Ser para parecer ou Ser porque se é, e a questão da superficialidade que vivemos todos nos dias de hoje, na correria dos dias, na falta de tempo para efetivamente amar e “ter onde pousar” e ser feliz. 

É no tema ‘Não Te Quero’, por exemplo, que o cantor mostra o poder da sua performance ao vivo, gravada num só take, focada na pureza e simplicidade artística de Sandrino, refletindo a sua capacidade ao vivo, sem as ferramentas modernas que simulam a perfeição. Puro e cru este ‘Não Te Quero’ que talvez nos fará tanto querer mais e mais.

Sandrino posiciona-se numa linha entre o  indie alternativo e a MPB moderna, contando com claras influências de António Zambujo, Tim Bernardes, Caetano Veloso e João Gilberto.  

Não é de todo coincidência que as canções deste primeiro EP têm entre si uma vibe coerente e  nostálgica, com tons e notas que nos fazem viajar até à infância e a um passado longínquo, perdido mas persistente na memória coletiva. São esses os temas que inquietam o artista e que o fazem  compor e cantar, à procura de algo maior do que ele próprio, em busca da sua essência e da essência  de cada um de nós, de quem somos e o que estamos aqui a fazer.  

A sonoridade do projeto, com influências de jazz, eletrónica e bossa nova, confere-lhe um caráter  atemporal e um apelo além-fronteiras.

Para manter esse caráter orgânico, pouco digital e texturado, optou-se por gravações com  instrumentos vivos, como bateria, percussão, baixo, guitarra, piano, acordeão e fliscorne,  interpretados por músicos experientes. Destacam-se as colaborações de Tiago e Pedro Joaninho, Gabriel Salles, Hugo Portugal, Iúri Oliveira e Francisco Sá, que enriqueceram a sonoridade do EP,  ao contribuir com a sua arte e com a sua visão. O mix e master é do engenheiro de som Pedro Serraninho, e a produção, claro, ficou a cargo de Francesco Meoli.  

O visual de todo o curta-duração não é por acaso – acompanhado da estética gloriosa das câmaras VHS, looks ganga, cores vibrantes e saturadas, cenário dreamy e a procura constante de sair da monotonia do dia a dia (como tão bem nos explica nas suas canções). 

‘SER’ passou a ser de todos, e encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.

Prazeres Interrompidos #376: Umberto Eco – Baudolino (2000)

Prazeres Interrompidos #376: Umberto Eco – Baudolino (2000)

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

It is April 1204, and Constantinople, the splendid capital of the Byzantine Empire, is being sacked and burned by the knights of the Fourth Crusade. Amid the carnage and confusion, one Baudolino saves a historian and high court official from certain death at the hands of the crusading warriors and proceeds to tell his own fantastical story.

Born a simple peasant in northern Italy, Baudolino has two major gifts-a talent for learning languages and a skill in telling lies. When still a boy he meets a foreign commander in the woods, charming him with his quick wit and lively mind. The commander-who proves to be Emperor Frederick Barbarossa-adopts Baudolino and sends him to the university in Paris, where he makes a number of fearless, adventurous friends.

Spurred on by myths and their own reveries, this merry band sets out in search of Prester John, a legendary priest-king said to rule over a vast kingdom in the East-a phantasmagorical land of strange creatures with eyes on their shoulders and mouths on their stomachs, of eunuchs, unicorns, and lovely maidens. 

With dazzling digressions, outrageous tricks, extraordinary feeling, and vicarious reflections on our postmodern age, this is Eco the storyteller at his brilliant best.

Projeto Azul – Escuridão Clara (2025) (single)

Projeto Azul – Escuridão Clara (2025) (single)

‘Escuridão Clara’ é o segundo single do Projeto Azul 

Depois de estrear ‘Ilusão’, o primeiro single do Projeto Azul, chega ‘Escuridão Clara’. 

No primeiro tema, o Projeto explorou o tempo, a memória e a ilusão de controlo sobre o futuro.

Esta ‘Escuridão Clara’ reflete sobre as estações da vida, os seus ciclos luminosos e sombrios (à semelhança dos ciclos da natureza durante o ano), e sobre a superação e perseverança necessárias nos momentos sombrios

Com produção de João Só, misturado e masterizado no Estúdio Zeco, esta canção foi escrita e composta por João Marta. 

As frases do refrão “Mas há um fim” e “no fundo do caminho” há um “paraíso escondido” transmitem uma mensagem de esperança para superação desses caminhos das pedras que por vezes nos vemos forçados a trilhar. A ilustração do vídeo e a imagem de capa do single a cargo do Rodrigo Martins, procuram refletir a analogia entre as ditas “estações da vida” e as estações da natureza, através da representação de uma imagem simbólica – uma árvore – que ora surge caduca nos versos (simbolizando a escuridão), ora verdejante no refrão (significando os períodos de claridade).

Projeto Azul é um projeto a solo (s)em nome próprio, mas que não se quer fazer sozinho. Num tempo em que a música tantas vezes se perde em distrações, este projeto musical procura resgatar a essência da escrita e partilha de canções. Apresenta-se com uma sonoridade pop-rock, com variações rock n’ roll e indie, e totalmente em português. 

As duas canções já conhecidas farão parte de um EP que sairá no final do ano, por agora é nesta ‘Escuridão Clara’ que ficamos, disponível em todas as plataformas digitais.

Coffee Breakz #119 — The car’s on fire and there’s no driver at the wheel

Coffee Breakz #119 — The car’s on fire and there’s no driver at the wheel

Autor: Helder Gomes

Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.

Tracklist:

1. Godspeed You! Black Emperor — The Dead Flag Blues 

2. Sigur Rós — Sæglópur 

3. Explosions in the Sky — The Only Moment We Were Alone 

4. Godspeed You! Black Emperor — Sleep

Luís Braz Teixeira – Estaca Zero (2025) (single)

Luís Braz Teixeira – Estaca Zero (2025) (single)

Depois dos singles ‘só a mim’, ‘sonhos’ e ‘coração trancado’, Luís Braz Teixeira revela o seu primeiro projeto em português, “estaca zero”.

Este trabalho marca uma nova etapa na carreira do cantor, compositor e produtor, sendo o seu primeiro registo totalmente em português. O projeto aborda diferentes momentos de uma relação amorosa — desde a insegurança inicial até ao ponto de recomeço após o fim — com uma sonoridade que cruza o Pop e o R&B.

“estaca zero” é descrito por Luís como “um regresso ao ponto de partida — um reset emocional e mental que muitas vezes acontece quando uma relação termina e deixamos alguém que nos foi importante.

“estaca zero” é um reflexo da maturidade artística do músico e reúne colaborações com Duarte Carvalho, Mike Apollo, Sara Megre, Fred Irie, Paulo Araújo e André Barreto.

O EP segue uma linha cronológica, que parte da incerteza do início, passa pelos altos e baixos da relação e termina com esse retorno simbólico à estaca zero.

Trovador Urbano #54

Trovador Urbano #54

Autor:

David Calderon

(episódio de 17 de junho) 

Trovador Urbano

Presentador:  David Calderón

Inicio emisiones:  Año 1994

Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)

Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am

Tipo: Directo

Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!

Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com

País: Madrid (España)

Lituo – Sulfuraste (2025) (single)

Lituo – Sulfuraste (2025) (single)

Lituo, nome artístico de Carlos Martins, apresenta o primeiro single ‘Sulfuraste’ como uma promessa em canção. 

Artista de vários ofícios, fez parte de vários projetos musicais como Zedisaneonlight, em 2002, Umpletrue em 2007 e Caruma, entre 2010 e 2017. 

Atualmente é um dos músicos intervenientes na Associação Portuguesa de Música nos Hospitais desde outubro de 2017, até ao presente. “Foi nesta associação que entendi o real poder transformativo da música, de como uma música com intenção pode resgatar momentos, memórias, pessoas, colocando-as em contacto com elas próprias e com os outros. A música será a plataforma onde todos se encontram num lugar comum, uma base que sustenta a experiência, a identificação, a compaixão capacitada pela vibração sonora que nos aproxima e proporciona a verdadeira conexão.” afirma o artista.

Este single surge da necessidade do artista passar dos mil projetos em que se encontra, pelos quais já passou musicalmente e artisticamente, para um rumo mais solitário mas ainda assim bastante completo. ‘Sulfuraste’ vem dar início a um caminho que culminará num álbum, também ele de nome peculiar, ‘Anelo’ (uma permanente ansiedade), a sair em breve.

Em colaboração com Paulo Bernardino surge este álbum, do qual podemos escutar o primeiro tema. Sobre o processo de criação, Lituo reflete “Ao início parecia ser uma vingança, mas não era disso que se tratava, o que aconteceu ali foi terapia e se ficasse só por aí, estava óptimo. Mas ficou melhor.”.

Depois de Caruma, o projeto mais recente de Lituo, o artista vem cantar uma dor que acredita ser partilhada por muitas mulheres e muitos homens. Paralelamente, canta frivolidades de amor em desamor, de pessoas que não querem a idade que têm e que se caricaturam até ficarem cómicas. A dor também se dança.

Foi um processo de construção — o sentimento de ter uma bagunça dentro de nós e poder arrumá-la em letras de canções, melodias e sonoridades que quase abraça essa “desarrumação”. 

Lituo refere-se a este primeiro single como “A Promessa”, e mesmo o título curioso de nome ‘Sulfuraste’ é a metáfora perfeita para o sentimento que o tema quer transmitir, “o colocar enxofre dentro de mim, estragaste-me”, por exemplo – “Quando o amanhã já passou e tu ainda lá estás. A espera do que nunca vem e o descalabro quando se integra essa noção. A mentira programada e a burocracia dum amor que não era. No processo, criam-se buracos de tempo que parece que não têm fim, feitos de nuvens negras e vazias. Enublei a minha Disney interior, cobri a minha criança.” afirma o artista.

E acrescenta “Este Sulfuraste nasce da sobrevivência a uma relação perfeitamente caótica que acabou por falta de fôlego, entra a música e faz o que tem de fazer. Desarruma, mexe nas feridas e grava-se o que sai em pós bloco-operatório.

‘Sulfuraste’ veste-se de um indie-pop-alternativo bastante melancólico que nos envolve a cada acorde e a cada palavra. Foi totalmente escrito por Lituo, com produção de Paulo Bernardino, mistura de Paulo Pereira e masterização de Fernando “Naná” Nunes, no Estúdio Pé de Vento. Encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.