Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Hayes Greenfield → While Bud and / Chi chi’s / Honeysuckle rose / Scrappled with the apple
Sun-Mi Hong → A Never-Wilting Petal II: Loneliness
Alessandro Fongaro’s Pietre → Palermo
Irreversible Entanglements → Enough
Sidney Bechet → Summertime
Milestones All Stars → Don’t stop the Carnival
Joe Henderson → Visa
Al Foster → Kierra
Karin Krog & Steve Kuhn → Time After Time
Anthony Braxton → The Girl from Ipanema
Catman Plays The Blues #177
Catman Plays The Blues #177
Apresentamos esta semana um concerto gravado em plena pandemia (2020) de um dos músicos preferidos cá de casa, o cantor e guitarrista de New Orleans Mem Shannon acompanhado pela sua banda The Membership.
Os Tua – Fuga da Alegria (2025) (single)
Os Tua – Fuga da Alegria (2025) (single)
Os Tua lançam segundo single!
O novo tema da banda poveira mergulha na derrota do amor, transformando o fim de uma relação numa reflexão poética e nostálgica sobre a felicidade. “Fuga da Alegria” destaca-se pela sonoridade pop envolvente e reflete a versatilidade sonora d’Os Tua.
No mês passado, a banda estreou-se com o single “Outra Vez”, um pop-rock vibrante que marcou o início de um novo ciclo.
Muito em breve, será lançado o seu primeiro EP, “Partida.”, que promete ser uma viagem de emoções fortes e melodias marcantes.
Os Tua são Laura Costa (voz), André Regufe (guitarra), Luís Coentrão (bateria), Inês Ferreira (teclados) e Eduardo Teixeira (baixo).
Rick Montalvor – Psychotic Carousel (2025) (single)
Rick Montalvor – Psychotic Carousel (2025) (single)
O ser humano constrói-se de vivências, histórias, pessoas e fantasmas. Em vários estágios da vida, há que estabelecer rituais de libertação onde ficamos com o que aprendemos e deixamos para trás o que não precisamos.
Inspirado na ecdise — o processo vital através do qual as serpentes se libertam da pele antiga, marcada por traumas e parasitas — o novo disco de Rick Montalvor ergue-se como uma metáfora poderosa sobre renascimento e cura, onde cada faixa revela uma nova camada, onde memórias, cicatrizes e desejos esquecidos ganham forma e voz.
Com uma sonoridade mais sombria e enigmática, Skinless afasta-se da energia do registo anterior, propondo-nos uma experiência imersiva e hipnótica de som, silêncio e texturas que se entrelaçam num misto de vivências sensoriais e emotivas. Trata-se de um disco bastante orgânico, como se, aquando da sua escuta, conseguíssemos tocar nas notas, nos sons, nas palavras…
Skinless revela a falta de pele mas ao mesmo tempo retrata uma certa sensibilidade à flor da pele. É uma metáfora poderosa sobre renascimento e cura!
Rick Montalvor celebra uma década de estrada com a edição do seu segundo disco. Skinless foi gravado no Bandido Sessions Studio, produzido por Rick Montalvor e Fred Garcias que também esteve a cargo da mistura e masterização, sai no próximo dia 19 de Maio com o selo da Raging Planet e da Band-it. Sai no próximo dia 19 de Maio com o selo da Raging Planet e da Band-it. Tem como single de apresentação “Psychotic Carousel” e vai ser apresentado no dia 22 de Maio no Tokyo, em Lisboa, e no dia 24 no Bafo de Baco, em Loulé.
Mais do que um disco, é um rito de passagem. Um sussurro que arde.
Uma pele deixada para trás.
African Roots #77
African Roots #77
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Celestine Ukwu – Mmefie Adioo Mgbayalu Mma Di
2 – Akira Ishikawa & Count Buffaloes – Jumbo
3 – Ipi Ntombi – Imyeneni
4 – Mahotella Queens – Nomhloshazana
5 – Songhoy Blues – Toukambela
6 – Ferro Gaita – Bejo Bafatada
7 – Terrero – Xubenga
8 – Ildo Lobo – Ask Xanana
9 – Jorge Humberto – Dum Banda Sô
10 – Cordas Do Sol – Czemente de Riba Ribera
11 – Rajery – Sofera
12 – Kali Kali Boys – Mchezo Wa Panya
13 – Jivaro – Saturday Fever
14 – Pat Thomas – Enye Woa
Mão Cabeça – Mão Quente (2025) (single)
Mão Cabeça – Mão Quente (2025) (single)
“Mão Quente” é uma expressão que pode significar sorte ao jogo, e neste mais recente single de Mão Cabeça é exatamente sobre o fator sorte que se propõem a refletir e a fazer pensar. Esta é também a faixa que encerra o ciclo de lançamentos do segundo EP da banda e que lhe dá nome.
Sid Saint – Tá Tudo Bem (2025) (single)
Sid Saint – Tá Tudo Bem (2025) (single)
“Tá tudo bem?” É talvez a pergunta que mais fazemos e ouvimos diariamente, contudo, é provavelmente a pergunta à qual mais mentimos ao responder “tá, tá tudo bem”. Se formos a ser honestos, pelo menos 50% do tempo não está tudo bem. Esta música surgiu de uma situação real, onde estava no meu estúdio a fazer o instrumental para esta música e, de repente, um “amigo” (atenção às aspas), invadiu-me o meu espaço, essa pessoa, por ter pouca auto-estima, para se sentir bem consigo mesma, precisa que os outros não estejam propriamente bem. Então, o “Tá tudo bem?” dele, naquela tarde, era mais um “sei que estás a passar um mau bocado, espero que te estejas a sentir mal, para eu sentir-me bem comigo mesmo”, eu respondi “tá, tá tudo bem” e ele abandonou o meu espaço, aborrecido e desapontando, quase como quando alguém que te vem pedir lume com a desculpa de se meter contigo, percebe que não fumas. Mal ele saiu do estúdio, fechei a porta e escrevi esta música, sobre esta situação, sobre o facto de nem sempre estarmos bem, mas continuarmos a dizer: “Tá , tá tudo bem”.
Para mim, acaba por ser uma forma de mostrar que vamos estar melhor, pois como digo na letra, “venha o que vier eu continuo por cá”. Essa é a mensagem principal desta música. Mesmo que não estejas bem aguenta, tem calma, vai tudo passar.
Prazeres Interrompidos #372: Patrick Modiano – Tinta simpática (2019)
Prazeres Interrompidos #372: Patrick Modiano – Tinta simpática (2019)
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
“In Invisible Ink, Patrick Modiano speaks magnificently about the relationship between writing and forgetting, the strata of memory that constitute a being.”—Raphaëlle Leyris, Le Monde des Livres
Bed Legs – Sixteen (2025) (single)
Bed Legs 2025. Photography by Andre Alves
Bed Legs – Sixteen (2025) (single)
Os Bed Legs quebram o silêncio com o lançamento de “DECADANCE”, um álbum que não se limita a marcar o regresso da banda — afirma uma nova etapa. São nove faixas carregadas de eletricidade, suor e alma, onde o rock’n’roll serve de condutor para uma viagem emocional intensa, fruto de sete anos de crescimento artístico, pessoal e coletivo.
Com um som que não perdeu o nervo rebelde, mas que ganhou peso, maturidade e complexidade, os Bed Legs apresentam-se agora como uma banda em plena metamorfose. “DECADANCE” é um espelho de tudo o que viveram: da solidão à redenção, da raiva à esperança, da nostalgia ao amor tóxico — tudo sem rede, tudo a arder. Este é um
disco onde a emoção manda e a música responde com murros no estômago e abraços inesperados.
O primeiro single, “Sixteen”, lançado a 28 de março, abriu as portas desta narrativa intensa e introspectiva. Agora é a vez de “Red River” que acompanha o lançamento do álbum — uma dupla dose de energia para quem espera há demasiado tempo.
E a espera termina também em palco: no dia 17 de maio, os Bed Legs apresentam “DECADANCE” ao vivo no Lustre, em Braga, num concerto integrado nas celebrações dos 10 anos da Bazuuca. O regresso não se fica por aqui: a banda já tem presença confirmada no Festival Vodafone Paredes de Coura, no Suave Fest, em Guimarães, entre outros.
Formados em Braga em 2011, os Bed Legs nasceram para incendiar a cena musical com um som cru e vibrante, onde o rock and roll e o garage contemporâneo colidem numa tempestade sonora inconfundível. DECADANCE não é só um disco. É um manifesto. Uma dança com a decadência, sim — mas de punho erguido e amplificadores no máximo.
Apresentações ao Vivo
17 maio – Lustre – Braga
12 julho – Aldeia de Lobos – Fafião 26 julho – TBA
9 agosto – TBA
14 agosto – Festival Paredes de Coura 5 setembro – Suave Fest – Guimarães
Mariana Guimarães – Quarta-feira (2025) (single)
Mariana Guimarães – Quarta-feira (2025) (single)
A partir de Março 2025, Mariana começa a viagem de lançamento do seu segundo álbum. Sairá um single por mês até sair o álbum completo no Outono deste ano. A primeira canção chama-se “Perguntas Respostas” e sai no dia 14 de Março em todas as plataformas digitais. É uma música que foi escrita a chorar e com a consciência de que algo bom estava para vir, porque a vida redirecciona-nos para onde temos de estar. É uma ode à perda, à desilusão, ao não saber o que aí vem depois de tudo parecer desmoronar, mas também à confiança de que caminhando vamos descobrindo as respostas e o sentido de tudo o que acontece. Mariana Guimarães escolhe esta música pop-rock-folk, como o primeiro single do seu segundo álbum,
single este que cantou ao vivo durante o último ano e que já conquistou muitos corações.
Se o seu primeiro álbum, “Alguém me leve”, muito bem acolhido pela RTP e outros canais de media nacionais, apresentado ao vivo nas FNACs e Café da Casa da Música, “cheira a campo”, como bem disse Jorge Afonso da Antena 1, este seu segundo álbum dá voz à experiência ao longo da uma fase de radical mudança na sua vida, uma fase de reposicionamento no mundo artístico, de separação, de estar solteira e todas as experiências associadas, os tabus a desfazerem-se, a verdade a vir ao de cima, uma mulher a empoderar-se e subir no seu amor- próprio mais um nível. As canções são de uma sinceridade que harmoniza e catalisa, de um lugar de consciência que expande e inspira, escritas em transformação e abrindo espaço para
a transformação de quem a escuta e sente.
Este seu álbum vai ser promovido entre os media, nas redes sociais, em workshops, e ações de rua e os espetáculos de apresentação cruzarão a música, com a dança, com a palavra e contarão com a participação de comunidades locais e artistas convidados numa experiência
única e completamente inesquecível para público e participantes.
Coffee Breakz #117 — The Price Is Ill
Coffee Breakz #117 — The Price Is Ill
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Son Lux — Chase (Deru Remix)
2. Serengeti — Go Dancin
3. Thee More Shallows — Night at the Knight School
4. 13 & God — Armored Scarves
5. Why? — Crushed Bones
6. Jel — Look Up
7. A7pha — 99 Point Static
8. Young Fathers — I Heard
9. Antwon — 100K
10. Baths — Hall
11. Gorse Panshawe — Earth Is Gone Sorry (ft. Lum)
12. Alias — Unseen Sights (ft. Markus Acher)
13. Dosh & Ghostband — Chopping Spree
14. Daedelus — Perpetually
Gabre – Lisboa completamente debaixo d’água (2025) (single)
Gabre – Lisboa completamente debaixo d’água (2025) (single) id