Leonor Baldaque é uma artista nascida em Portugal, que começou a sua carreira muito nova, no cinema, como actriz de Manoel de Oliveira. É também autora de romances escritos em língua francesa, e publicada por prestigiadas editoras francesas. Ao mesmo tempo, desenvolve em Portugal a sua carreira de cantautora, com canções e poemas até agora em Inglês, de sua autoria.
O seu primeiro disco A Few Dates of Love foi apresentado em Fevereiro de 2024, na Casa da Música. O seu primeiro romance traduzido para português foi publicado em 2024 pela Quetzal, Piero Solidão.
“Uma Lua” é a primeira incursão de Leonor Baldaque pela canção cantada em português. Surge com um tema que é etéreo, ao mesmo tempo que as palavras o ancoram numa realidade poética, mas palpável. Pela primeira vez também, Leonor Baldaque escolheu produzir uma canção, colaborando com Cláudio do Lago Tavares (entre outros, baterista dos Glockenwise) no processo criativo de criação de um background sonoro para “Uma Lua”, o que leva a canção ainda mais além. Leonor Baldaque continua com “Uma Lua” a exploração da sua sonoridade decididamente Alt-Pop / Dream Pop.
Uma Lua surgiu do nada, ou deste tudo, numa tarde quente, em Portugal, quando estava prestes a partir de novo.
São as canções que decidem por mim, quando elas me vêm buscar, em que língua vão falar. Uma Lua é como uma amarra a Portugal que diz: eu também te sei aqui.
Fala dessa lua de Agosto, essa lua que se insinua até mim nas noites longas de Verão, essa lua que é como um espelho e uma testemunha. Os Verões portugueses são, desde há uns anos para cá, um universo que me parece quase um infinito de possibilidades.
Leonor Baldaque
Dia 24 de Maio, Leonor actua no “Junta-te ao Jazz”, no Palácio Baldaya em Lisboa, onde terá o gosto de cantar canções do seu primeiro álbum, bem como algumas canções em português, pela segunda vez apenas.
Manifesto Sonoro #64
Manifesto Sonoro #64
Autor: Carlos Cleto
Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.
Os manifestantes desta semana foram:
Jesus and Mary Chain – The Two of Us (com Sky Ferreira)
Girls 96 – Estrela Superstar
Cansei De Ser Sexy – Superafim
Inês Marques Lucas – Saltamos Daqui!
Jonh Mercy e Pedro Renato – Gambling Man (com Raquel Ralha)
Victor Torpedo & The Pop Kids – Friends
Expresso Transatlântico – Flor Trovão
Raquel Martins – Ninguém
Da Chick – Eu Queria
Neon Soho – Shall We Begin
Três Tristes Tigres – Água
Leonor Baldaque – Uma Lua
Sweet Nico – Snow
When The Roses Die – Spirit
Pista – Salto Mariposa
African Roots #76
African Roots #76
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Orlando Owoh – Shanu-Olu Se Bebe Ni Decca
2 – King Sunny Ade – Orisun Iye
3 – Tete Mbambisa – Khumbula Jane
4 – Assiko Golden Band De Grand Yoff – Bègue Bègue
5 – Marcy Luarks – Funky Boogie Woogie
6 – Ntombi Ndaba – Is This Love
7 – Oscar Sulley – Bukom Mashie
8 – Question Mark – Love
9 – Wilson Boateng – Asew Watchman
10 – Melvin Ukachi – Evolution
11 – Mike Nyoni and Born Free – Coming Home
12 – Mbilia Bel – Sans Frontiere
13 – Karantamba – Titi
Daniela Galhoz – Wild and Fun (2025)(2025) (single)
Daniela Galhoz – Wild and Fun (2025)(2025) (single)
“Wild and Fun” é o single de estreia de um álbum atualmente em produção. Daniela Galhoz, cantora e compositora de 24 anos com percurso internacional e uma identidade sonora marcadamente pessoal, dá assim o primeiro passo na sua carreira musical, preparando uma série de lançamentos para 2025.
Com uma energia contagiante e um refrão que é ao mesmo tempo libertação e manifesto, “Wild and Fun” nasceu de um momento de estagnação e dúvida. “Estava a tentar controlar tudo. Até que alguns amigos especiais me mostraram que, por vezes, o melhor que podemos fazer é parar, respirar fundo e aproveitar a viagem”, partilha a artista. A canção é, assim, um convite à leveza, à entrega e à alegria que resiste mesmo em contextos de incerteza. “‘Wild and Fun’ é para todos os que sabem que viver também é saber desfrutar”, diz Daniela.
Daniela Galhoz vive atualmente em Madrid, depois de ter iniciado o seu percurso musical no Reino Unido. A paixão pela música levou-a a estudar em Cambridge e posteriormente em Londres, onde durante cinco anos vivenciou tudo o que a vibe londrina tem para oferecer. Atuou em salas de referência como The Half Moon e Amersham Arms. Em Espanha, apresentou-se já em palcos como o Intruso e El Pez Gato, afirmando-se como uma das novas vozes a acompanhar na cena indie alternativa. Com uma voz poderosa e interpretação emocional, a artista mistura melodias envolventes com influências anglo-saxónicas e uma entrega visceral em palco.
A acompanhar o lançamento de “Wild and Fun”, Daniela Galhoz soma novas datas em Portugal e Espanha. Entre 29 e 31 de maio, será a artista de abertura da digressão portuguesa do norte-americano Dylan LeBlanc, com passagens por Lisboa, Guarda e Arcos de Valdevez. No dia 20 de junho, regressa a Madrid para um concerto em formato duo.
“Wild and Fun” é o primeiro passo de um caminho que se quer autêntico, luminoso e plural. Uma canção para quem sabe — ou está a aprender — que a liberdade também se dança.
Homem em Catarse – Mergulho no Cávado (2025)(2025) (single)
Homem em Catarse – Mergulho no Cávado (2025)(2025) (single)
A vontade e o desejo estão na liberdade de um mergulho. Tirar a roupa a correr, um quase tropeçar nas raízes das árvores, antes de mergulhar no rio onde a cidade não manda. Da liberdade à libertação nas águas mais densas, dança-se e celebra-se a possibilidade das coisas simples, das asas não cortadas, dos últimos redutos sem rede antes que a selva de betão expluda.
“Mergulho no Cávado (2025)” celebra um pássaro revigorado, um “Guarda-Rios” num voo picado, mostrando-nos que, para ele, a liberdade de um rio ainda impera. É nele que as coisas simples da mãe- natureza nos mostram que as âncoras de mundo ainda são melhores. Se desligarmos os dados móveis podemos homenagear, com gratidão, a dança que a liberdade de um mergulho no rio nos promete.
Os rios sempre foram inspiração para Homem em Catarse, e o Cávado foi o primeiro de todos. Dez anos depois celebra-se o primeiro álbum com uma nova, fresca e dançável versão de “Mergulho no Cávado”, a que seguirá uma reedição em vinil de “Guarda-Rios”. Curto, mas especial, este registo catapultou Homem em Catarse para a estrada e para um trajeto sempre ascendente, bem próprio na nova música portuguesa da última década.
Prazeres Interrompidos #370: Antony Beevor – A Batalha pela Espanha: A Guerra Civil Espanhola 1936-1939 (2006)
Prazeres Interrompidos #370: Antony Beevor – A Batalha pela Espanha: A Guerra Civil Espanhola 1936-1939 (2006)
Autor: Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Quando a primeira versão deste livro foi publicada em 1982, o escritor britânico Gerald Brenan o descreveu como, “de longe, o melhor, mais franco e acurado” livro sobre a Guerra Civil espanhola já escrito. Desde então, uma enorme quantidade de novos materiais apareceu na Espanha e em arquivos russo e alemães. O editor espanhol de Antony Beevor então o persuadiu de que era tempo, com a aproximação do aniversário, em 2006, dos 70 anos do início da guerra, de reescrever o libro, utilizando as novas informações disponíveis e reforçando o trabalho de pesquisa.
A edição espanhola, publicada em setembro de 2005, excedeu as 900 páginas e foi extremamente bem recebida, figurando por semanas no topo da lista de livros mais vendidos do país. O livro que o leitor tem em mãos foi revisto para publicação em outros países pelo próprio Antony Beevor.
A Guerra Civil espanhola permanece um dos conflitos mais apaixonadamente debatidos dos tempos modernos. Muitos a vêem como o round de abertura da Segunda Guerra Mundial e quase uma guerra por procuração, com intervenções nazistas, fascistas e soviéticas. Alguns defensores da república ainda acreditam que uma vitória da esquerda na Espanha teria derrubado o fascismo e salvado a Europa dos horrores que viriam. Os nacionalistas, por sua vez, argumentam que a Guerra Civil foi na verdade o round de abertura da guerra fria entre a civilização ocidental e a ditadura soviética.
Antony Beevor traça aqui o curso da guerra sob nova luz, e ilustra ferozes lutas de ambos os lados, as esperanças e os medos de toda uma geração afundada em desilusão e desespero diante do cruel conflito que devastou a Espanha.
Caco – Nós (2025) (single)
Caco – Nós (2025) (single)
‘Nós’ é o novo single de CACO
Depois de, em 2024, apresentar o single ‘Voltar p’ra Ti’ onde explora o conceito de vulnerabilidade no seu mais puro significado, num ritmo dançante mas ainda assim emotivo, CACO apresenta o single que dá continuidade a estes temas, ‘Nós’.
A artista conta com um álbum de estreia editado em 2021, ‘Sen-t(ir)’, e o novo single é também um ponto de partida, tal como ‘Voltar p’ra Ti’ foi, para os próximos passos na carreira de Caco.
As sonoridades exploradas são cada vez mais próprias e num caminho de procura daquela que é a sua expressão musical, tanto a nível sonoro como a nível lírico.
Depois de contar com um tema do seu primeiro álbum na novela ‘Festa é Festa’ da TVI, da sua participação no programa Ídolos sendo uma das 15 finalistas, de ter aberto o concerto da Bárbara Bandeira e do rapper T-Rex na Expofacic, e ainda ter participado no Festival Agit’Águeda, Caco volta aos lançamentos com uma canção que diz ser o espelho da libertação, seja numa relação seja pessoalmente.
Carolina Félix, de nome artístico CACO, é natural de Tomar e tem vindo a construir o seu caminho na peculiaridade que é o seu timbre e a sua maneira de escrever canções.
“Esta canção fala da libertação (a muito custo) daquilo que nos prende a uma pessoa que amámos, daqueles “nós” invisíveis que fomos atando ao longo de um período de tempo e que hoje nos prendem ao passado e nos impedem de viver o presente.” Afirma a cantora, e acrescenta: “É uma canção dividida em “duas partes” – uma de “aceitação triste” e a outra em que entramos numa atmosfera tão envolvente que conseguimos ir instantaneamente para o momento da raiva e da angústia de não ter dado certo.”.
Depois deste lançamento, CACO contará com vários lançamentos ao longo do ano, completando, quem sabe, um próximo longa duração a sair em 2026. Por agora, é em ‘Nós’ que nos devemos focar, na sua nova canção e no que realmente queremos – liberdade, aceitação e cura.
“Apesar de querer fazer da música a minha profissão, a música é a coisa mais pessoal para mim e gosto de saber que ponho canções no mundo que me façam sentido no momento em que as lanço.” Conclui CACO.
Marta Bettencourt – Só a Lua Sabe (2025) (single)
Marta Bettencourt – Só a Lua Sabe (2025) (single)
Novo EP “Conversas Com A Lua” de Marta Bettencourt disponível a 9 de maio
O primeiro EP de Marta Bettencourt é um retrato honesto e cru de um período de grande transformação na vida da artista. Gravado em formato acústico, o projeto revela canções intimistas que exploram temas como o amor, a amizade, a família e a relação consigo mesma.
“Este EP surgiu numa fase em que passei por muitas mudanças e em que cresci muito em todas as áreas da minha vida”, partilha Marta. “As canções falam sobre isso mesmo. Creio que o facto de tudo soar muito orgânico e cru é o que faz com que as pessoas se conectem com a minha música.”
A simplicidade dos arranjos acústicos permite que a vulnerabilidade das letras se destaque, criando uma experiência sonora sincera e emocional.
O tema de destaque do primeiro EP de Marta Bettencourt, “Só a Lua Sabe”, é mais do que uma canção — é uma celebração do amor e da amizade. “Foi a primeira música que escrevi em português e, por isso, é muito especial para mim”, partilha Marta.
“Só a Lua Sabe” veste-se de Bossa Nova e nostalgia. Fala de uma confissão de amor feita a um amigo — aqui representado simbolicamente pela lua -, sendo que o dueto com João Miguel eleva a melodia.
“É uma Bossa Nova e sinto que evoca um sentimento enorme de felicidade e de nostalgia do verão. Com a voz incrível do João Miguel a completar, ‘Só a Lua Sabe’ é a música perfeita para este verão”, acrescenta a artista açoriana.
Este é o tema que abre caminho para o universo cru, acústico e emocional do EP de estreia de Marta Bettencourt — uma nova voz da pop portuguesa com raízes no Jazz e na Folk, e que promete deixar marca pela sua autenticidade e sensibilidade musical.
Marta Bettencourt é uma cantautora de Ponta Delgada, nos Açores, que se mudou para a capital na procura pelo seu sonho. Já com quatro singles cá fora, lança este ano de 2025 o seu primeiro EP a solo. Com influências do Jazz e da música Folk, introduzidas no universo da Pop, as suas composições juntam os conhecimentos adquiridos durante a sua licenciatura em Jazz e Música Moderna, com uma certa ingenuidade refletida nas suas letras e com um instrumental acústico que traz uma certa frescura à Pop. Fala-nos de vários assuntos com os quais os ouvintes, facilmente, se relacionam como, a amizade, a família, o amor, entre outros.
Disponibilizamos “Só a Lua Sabe” em WAV e MP3 para se tiverem interesse em incluir o tema na programação. Caso queiram também entrevistar a Marta, estou totalmente disponível para agendar.
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Wolfgang Amadeus Mozart, Jordi Savall & Le Concert des Nations — Requiem K. 626: VII. Lacrimosa
2. MistaKay — Recargar
3. Backxwash — Vibanda (ft. Morgan-Paige & Michael Go)
4. Retro X — Orphée aux Enfers
5. Tech N9ne — Lacrimosa
6. Hgemona$ — Knock Knock
7. Ca$hanova Bulhar — Lvcrimosa
8. N.A.P. — La Fin du Monde
9. Wolfgang Amadeus Mozart, Michael Finnissy, Academy of Ancient Music, Stephen Cleobury & Choir of King’s College, Cambridge — Requiem, K. 626: Lacrimosa
10. Ludacris — Coming 2 America
11. Zbigniew Preisner — Lacrimosa
12. K-Rino — Tower of Sadness
13. WeNoV & Wolfgang Amadeus Mozart — Lacrimosa
14. Куок — 2K17
15. Enmiosis — Emissão de Energia Vital (ft. D$ Luqi, izxx & Vidari)
16. Rhapsody of Fire — Reign of Terror
17. Wolfgang Amadeus Mozart, Michel Piquemal Vocal Ensemble, Hungarian State Opera, Schola Cantorum of Oxford, Slovak Philharmonic Chorus, Orchestre de la Cite, Oxford Camerata & Slovak Philharmonic Orchestra — Lacrimosa
Jorge Rivotti – Mantenha as Armas Fora do Alcance dos Adultos (2025) (single)
Jorge Rivotti – Mantenha as Armas Fora do Alcance dos Adultos (2025) (single)
Mantenha as Armas Fora do Alcance dos Adultos.
Desde que o autor aprendeu a ler, lia-se regularmente uma frase mais que informativa, escrita em letras bem claras “Mantenha os medicamentos fora do alcance das crianças “, era sobretudo um alerta para que os adultos tivessem cuidados redobrados nos oprimidos/comprimidos lá em casa, por vezes de embalagens enganadoras…qual chocolate do Dubai.
O continuo negócio dos geradores de material Bélico, a venda Legal de armas de fogo a favor da “Inocência” de uma melhor defesa, como se tratasse de uma cadeia de supermercados de promoções ao nível dos descontos nos seres humanos, levou Jorge Rivotti a este tema, a esta dissertação não alinhada, cantada também por um Coro Infantil, que contrapõe, que se expõe e impõe! …na lírica da canção.
Em parceria com o escritor António Pocinho foi escrita a letra em 2001 para juntar à música. Agora em 2025, com nova masterização e mistura.
Música Retirada do Álbum “Dias da Publicidade “Jorge Rivotti (Edição Strauss 2001)
Ficha Técnica:
Voz e Guitarra: Jorge Rivotti
Arranjos e programação: Jorge Rivotti
Coro Infantil: (Miguel Manso, Ricardo Jorge, Teresa Candeias, Maria Almeida, Sara Costa, Mariana Botelho.)
Bateria: Paulo Bandeira
Produção: Jorge Rivotti, Fernando Nunes, Beto Medina, Amândio Bastos.
Gravado nos estúdios “Nuvem Eléctrica” por Amandino Bastos. 2001
Remisturado e masterizado nos estúdios “Pé de Vento” por Fernando Nunes 2025.
La Negra – O Canto (2025) (single)
La Negra – O Canto (2025) (single)
La Negra edita EP de estreia “Deus Só” – um grito íntimo de liberdade e transformação
A artista e performer La Negra acaba de lançar o seu EP de estreia, “Deus Só”. Com quatro faixas, este primeiro trabalho afirma uma identidade sonora e artística singular no panorama nacional, explorando o poder transformador da solidão e a complexa dualidade da existência humana.
“Deus Só” é apresentado esta noite em Lisboa, no Teatro Ibérico, num concerto com início marcado para as 21h. O espetáculo contará com a primeira parte de Joana Guerra, num concerto de voz e violoncelo, e com as participações especiais dos performers Frederico Barata e Duarte Melo.
A acompanhar La Negra em palco estão os músicos Ricardo Martins (bateria) e Alexandre Bernardo (guitarra e teclados), compositores e produtores do EP, cujo trabalho em conjunto dá forma a uma sonoridade que se move entre o pop cósmico, a música urbana, o spoken word e o fado, numa paisagem sonora intensa, emocional e ritualística.
Com letras, composição e voz de Sara Ribeiro, “Deus Só” é uma viagem sensorial e política, mística e profundamente pessoal. A artista explica: “Fechei os olhos para ver e coloquei-me a sós. Dei por mim perplexa e maravilhada com a complexa dualidade da existência humana: criadores todos nós, matamos com a mesma leveza com que fazemos nascer; tão fortes e tão frágeis. Tenho urgência em falar, tenho a urgência do fogo na voz.”
Cada tema assume-se como um manifesto – um convite ao empoderamento individual, ainda que silencioso e invisível, enquanto força de crescimento coletivo. A dramaturgia interna de cada canção guia os ouvintes numa jornada profunda e emocional, onde a solidão se revela como semente de revolução, consciência e resgate interior.
Depois de Lisboa, La Negra segue com uma série de concertos para apresentar o EP ao vivo: 17 de maio na Cooperativa Mula no Barreiro, e a 24 de maio na Sociedade Harmonia Eborense, em Évora.
Ao vivo, La Negra é um corpo em movimento e palavra em combustão. Um concerto seu não se limita ao palco: é um campo vibrante de manifestação coletiva, onde a música convoca, desperta e transforma. É uma experiência sensorial onde se cruza o lirismo da voz com a fisicalidade da performance, amplificada por uma linguagem musical que se recusa a ser contida em categorias fixas.
Sara Ribeiro, aka La Negra, é artista e maga – nas palavras, na voz e na presença. Em palco, transfigura-se em canal e impulso. Une a performance vocal e física camaleónica a uma expressão emocional indomável, capaz de elevar corações e limpar almas. Ao lado de Ricardo Martins e Alexandre Bernardo, músicos e coautores do projeto, La Negra encontra o espaço ritual onde o som é manifestação de liberdade e consciência.
O EP “Deus Só” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Trovador Urbano #51
Trovador Urbano #51
Autor:
David Calderon
(episódio de 27 de Maio)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com