Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
GANA – Manhãs de Nevoeiro Ft. Maze (2025) (single)
GANA – Manhãs de Nevoeiro Ft. Maze (2025) (single)
“Manhãs de Nevoeiro” é o 2o single de avanço do 1o álbum dos GANA e conta com a participação do rapper Maze, membro do lendário grupo de hip-hop português Dealema, e de Cátia M. Oliveira (A Garota Não).
“Manhãs de Nevoeiro” demonstra outra face da banda, em comparação com o anterior “Mundo a Sós” (feat. Andrea Verdugo), na qual se revela a prevalência do rap consciente com preocupação poética pincelada pela spoken word. “Manhãs de Nevoeiro” invoca o conceito da morte metafórica, como que um portal para a superação atravessando um O videoclipe de “Manhãs de Nevoeiro”, realizado por Tiago Cerveira, demonstra o potencial performativo da banda num ringue de kickbox intercalado por duas lutadoras que posicionam o ritual do combate como uma metáfora para o exigente percurso do quotidiano. A cidade de Coimbra serve de plano de fundo, culminando na partida do último comboio da Estação Nova da cidade antes do seu encerramento, espelhando a transformação da urbe, a sua morte e esperança no renascimento.
“Manhãs de Nevoeiro” é o segundo episódio de um disco composto por 14 faixas cuja edição está prevista para o último trimestre do ano e conta com a participação de outros artistas portugueses, além de Andrea Verdugo, Maze e A Garota Não.
So Dead – Roadkill (2025) (single)
So Dead – Roadkill (2025) (single)
Depois de em Janeiro lançarem o single “PUSH”, os So Dead estão de volta com “Roadkill”, o lado A de um novo 7” que marca o início de uma nova fase: mais ácida e mais incisiva. A faixa é uma descarga de inquietação ou anti-apatia, com uma lírica que oscila entre o desabafo e o confronto emocional.
Este single dá-nos mais um vislumbre do novo álbum, com lançamento marcado para o final de maio, onde os So Dead disparam sem rodeios contra o estado do mundo.
Do outro lado, “I Shot JFK”, mostra o título provocador que antecipa uma viragem mais politizada da banda.
Está dado o pontapé de saída de um disco que promete não deixar ninguém indiferente!
O 7″ está disponível na Lucky Lux numa edição de autor super limitada.
Memória de Elefante (26/05/25)
Memória de Elefante (26/05/25)
Memória de Elefante rubrica semanal de 26/05/25 a 01/06/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Tracklist:
01. The Beatles – She’s Leaving Home (1967)
02. Moondog – Witch of Endor (Instrumental) (1969)
07. Paulinho Da Costa – Love Till The End Of Time (1979)
08. Buddy Miles – Down By The River (1970)
1 Álbum 100 Palavras #95: Moondog – Moondog (1969)
1 Álbum 100 Palavras #95: Moondog – Moondog (1969)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Moondog” (1969) é um álbum emblemático do compositor e músico de rua nova-iorquino Moondog, nascido Louis Thomas Hardin. Lançado pela Columbia Records e produzido por James William Guercio, o disco apresenta composições orquestrais sofisticadas, que misturam música clássica, jazz, minimalismo e estruturas rítmicas inspiradas em culturas não ocidentais. Peças como “Stamping Ground” e “Symphonique #3 (Ode to Venus)” revelam sua genialidade rítmica e melódica, marcada por polirritmia e um senso de ordem matemática. Com arranjos elegantes e acessíveis, “Moondog”ajudou a levar sua música ao grande público, consolidando-o como uma figura única e visionária da música do século XX.
Boa escuta!
Prazeres Interrompidos #369: Julian T. Jackson – France on Trial: The Case of Marshal Pétain (2023)
Prazeres Interrompidos #369: Julian T. Jackson – France on Trial: The Case of Marshal Pétain (2023)
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
One of the great contemporary historians of France on one of the most controversial periods of twentieth-century French historyFew images more shocked the French population during the Occupation than the photograph of Marshal Philippe Pétain – the great French hero of the First World War – shaking the hand of Hitler on 20 October 1940. In a radio speech after this meeting, Pétain told the French people that he was ‘entering down the road of collaboration’. He ended with the ‘This is my policy. My ministers are responsible to me. It is I alone who will be judged by History.’ Five years later, in July 1945, the hour of judgement – if not yet the judgement of History – arrived. Pétain was brought before a specially created High Court to answer for his conduct between the signing of the armistice with Germany in June 1940 and the Liberation of France in August 1944.Julian Jackson uses Pétain’s three-week trial as a lens through which to examine the central crisis of twentieth-century French history – the defeat of 1940, the signing of the armistice and Vichy’s policy of collaboration – what the main prosecutor Mornet called ‘four years to erase from our history’. As head of the Vichy regime in the Second, Pétain became one of France’s most notorious public figures, and the lightening-rod for collective guilt and retribution immediately after the Second World War. In France on Trial Jackson blends politics and personal drama to explore how different national factions sought to try to claim the past, or establish their interpretation of it, as a way of claiming the present and future.
Bermim – Renascer (2025) (single)
Bermim – Renascer (2025) (single)
Bermim é um projeto musical acústico que nasce inspirado na resiliência, serenidade e paz da planta que lhe dá o nome. É constituído pelos músicos do norte de Portugal Filipe Fonseca, Duda (Maria Eduarda) e do galego Marcos Fernandez. Este primeiro disco reúne composições de vários autores açorianos, como Carlos Alberto Moniz, António Bulcão, Zeca Medeiros, Aníbal Raposo, Luís Alberto Bettencourt, e as de Filipe Fonseca, que também assina todos os arranjos musicais, onde se destaca a introdução da sonoridade da viola da terra, pelas mãos de Marcos Fernandez. Bermim valoriza a poesia de Natália Correia, Gabriela Silva, Victor Rui Dores, entre outros, fazendo levar ao público a essência da força da palavra cantada por Duda. A primeira amostra do disco de estreia é a canção da autoria de Filipe Fonseca, “Renascer”.
Nos dias 16 e 17 de maio o disco de estreia será apresentado em concerto no Teatro Faialense, no âmbito do 50º aniversário da RTP Açores. Os Bermim vão contar com alguns convidados especiais como Aníbal Raposo, António Bulcão, Carlos Alberto Moniz, Luís Alberto Bettencourt e Zeca Medeiros.
Bermim é uma viagem musical que homenageia as raízes e a criatividade que ligam o continente às ilhas, oferecendo uma experiência profunda e autêntica em que a herança cultural se funde com a originalidade, criando uma sonoridade única, envolvente e contemporânea. Apesar do disco de estreia ser inspirado em compositores açorianos, o objetivo de Bermim é explorar várias sonoridades e conceitos, sempre com a música portuguesa como pano de fundo.
“Bermim é uma planta que dá uma flor de pétalas brancas, símbolo de paz e tranquilidade, mas também de resiliência e capacidade de adaptação devido à sua habilidade de crescer em ambientes costeiros e adversos.
Assim também é a canção que, na sua efémera duração, existe e resiste.
Por isso, Filipe Fonseca convida Duda e o Marcos Fernandez, e concebe “Bermim”, um projeto acústico que celebra a essência da música, numa viagem que cruza olhares a partir de diferentes ambientes sonoros e padrões melódicos, a par de diferenciados universos poéticos bastante reveladores.
O que escutamos é um misto de emoções, sentimentos e estados de alma a par de inquietações que questionam o sentido das coisas e da vida” – por Victor Rui Dores
The Pages – Ordinary Love (2025) (single)
The Pages – Ordinary Love (2025) (single)
“Ordinary Love” é o mais recente single do primeiro disco dos The Pages a sair no próximo dia 30 de Maio com o selo da Lux Records
Saiu no passado dia 22 de Abril este single de antecipação do primeiro LP dos The Pages. “Ordinary Love” é um single apaixonante e intrigante, marcando um compasso tranquilo e envolvente. Vem acompanhado de um vídeo elegante e sedutor, tal como a música, que fala do amor nos dias de hoje.
Os The Pages são o Philip Page na voz, Stephon Page na voz e guitarra, Peter Page no baixo e Casper Page na bateria. Nasceram em fevereiro de 2023 e foram inicialmente pensados para homenagear os Secret Affair, criando para o efeito um estilo dentro do conceito Mod Revival/Power Pop.
Em Maio de 2023 editaram o seu primeiro single “God Save The President” que foi incluído na compilação This Is Camouflage Records 20, tendo-se estreado ao vivo a 11 de Novembro de 2023 no Cine Teatro de Corroios com Maloio e os escoceses The Outcasts.
Sempre com o revivalismo demarcado, os The Pages trazem o estilo Mod aos palcos de Portugal, mantendo-o bem vivo.
No dia 1 de Abril de 2024 foi editado um split LP com a banda sevilhana do Revival, The Neuras, tendo como antecipação o single “Circle of Life“ que saiu no dia 28 de Fevereiro. Contou com o selo da Lux Records. Depois de terem tocado em várias salas do país e de Espanha, preparam-se agora para lançar o primeiro disco We Are The Pages!, a sair no dia 30 de Maio de 2025 com o selo da Lux Records e com apresentação no dia 31 na Blackbox do Cineteatro Ginásio Clube de Corroios na companhia dos The Neuras.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #217
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #217
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
David Murray → Birdly Serenade
Rudresh Mahanthappa → Faith
Bunky Green → It Could Happen To You
Trilok Gurtu → Five illusions
Betty Carter → The Man I Love
Cyrus Chestnut → Autumn Leaves
Miles Davis → Love for Sale
Michel Legrand → ‘Round About Midnight
Dave Liebman → In The Still Of The Night
Catman Plays The Blues #175
Catman Plays The Blues #175
Damos esta semana a conhecer, em primeira mão, novos discos de Moses Patrou e de Charlie Musselwhite.
Fritz Kahn and The Miracles – Love knows (2025) (single)
Fritz Kahn and The Miracles – Love knows (2025) (single)
Fritz Kahn and The Miracles lança “Freedom” — um EP de intervenção sobre a liberdade como estado transitório
Depois de “Attila, the Crow”, editado no ano passado, Fritz Kahn and The Miracles regressa aos lançamentos com “Freedom”, um novo EP que explora, de forma clara e direta, a liberdade enquanto estado instável, ameaçado e, por isso mesmo, urgente. A acompanhar o disco, é lançado também o single “Love Knows”.
“Freedom” é uma obra de intervenção. Em tempos em que se normalizam discursos autoritários e se diluem direitos adquiridos, o projeto assume uma posição. A liberdade pode ser passageira — mas vale sempre a pena lutar por ela. A capa do EP, onde uma onda prestes a desfazer-se na areia transmite essa mesma ideia, sublinha que, mesmo efémera, a liberdade deixa marca.
O disco é composto por cinco temas, cada um com uma identidade própria, mas todos ligados por um mesmo fio condutor: a busca, a resistência e a dignidade.
“Love Knows” abre o EP com um olhar sobre a perda. Fala das vozes que desapareceram, das memórias que resistem e da fé num amor transformador, mesmo em contextos de violência e esquecimento. A letra e voz pertencem a Gonçalo Serras, criador do projeto, e a produção musical esteve a cargo de Rúben Alves, que também assina a orquestração e interpreta o piano. Mário Delgado assume as guitarras, Miguel Amado o contrabaixo e baixo acústico, e a captação de som ficou a cargo de Nuno Simões no Slow Music Studios. A mistura e masterização foram feitas por Samuel Nascimento, e o vídeo foi produzido nos EUA pela equipa da ViewManiac.
O disco prossegue com “Going Home”, tema que aborda o regresso, não necessariamente geográfico, mas emocional e simbólico — um reencontro com aquilo que permanece quando tudo o resto se desmorona. “The Great Escape” é um exercício sobre resistência individual. Fala de fuga e escolha, sobre manter a vontade de viver com sentido, mesmo quando o mundo parece ter perdido o seu. “Jeremy The Outlaw” dá voz a uma figura solitária que se recusa a desistir. Uma canção sobre coragem e insubmissão — alguém que canta, dança e questiona, mesmo quando a resposta é o silêncio ou a violência. “The End” encerra o EP com uma aceitação lúcida do fim. Não como derrota, mas como constatação — e, quem sabe, como ponto de partida para outra coisa.
Este novo lançamento consolida a linguagem musical e filosófica do projeto Fritz Kahn and The Miracles, fundado por Gonçalo Serras, compositor que questiona as fronteiras entre lógica e magia, ciência e espiritualidade. O nome é uma homenagem interrogativa ao médico e cientista judeu-alemão Fritz Kahn, e serve de ponto de partida para um universo onde o rigor harmónico da composição se funde com uma expressão emocional intensa e transformadora.
Depois de uma menção honrosa no International Songwriting Competition (2006) e atuações em palcos como o Super Bock Super Rock ou a Casa da Música, Gonçalo Serras viveu um longo percurso de reinvenção, agora espelhado neste trabalho: “Freedom” é um disco curto, mas claro. Não tem a intenção de ser neutro. É um gesto artístico e político. E uma afirmação de que, mesmo sabendo que a liberdade não dura sempre, há quem continue a escolhê-la.
Luca Argel – Tempo de Amor (2025) (single)
Luca Argel – Tempo de Amor (2025) (single)
Para uma leitura antimachista de Vinicius de Moraes
Novo álbum de Luca Argel, “Meigo Energúmeno” (2025), realiza uma releitura de seis obras do repertório de Vinicius de Moraes, propondo uma audaciosa revisão crítica para as suas canções. Lançado pela Aurita Records, o álbum chega às plataformas de streaming no dia 09 de maio.
Pode-se dizer que a música popular brasileira moderna se funda em meados dos anos 1950, quando do encontro de Vinicius de Moraes e Tom Jobim. A união destes dois artistas fez nascer um tipo de canção no Brasil que, não apenas mudou toda a história da música no país, mas também, no mundo. A bossa-nova foi o gênero que, a um só tempo, internacionalizou a música brasileira (impactando diretamente estéticas em formação pelo globo) e, aqui dentro, reorientou tudo o que seria feito nas décadas seguintes – repercutindo sua influência para áreas as mais diversas, como a política, o cinema e a arquitetura. E a importância do Poetinha para tanto foi seminal: poeta excelso, suas letras inauguram uma nova forma de se fazer canção, através de uma produção ímpar que vai construir noções de sofisticação, modernidade e delicadeza entre nós. Mas… E se, engendrado no interior dessa grande revolução, repousasse intacto o machismo do autor? Estivemos todo esse tempo de olhos e ouvidos resistentemente fechados para essa dimensão?
Esse é o esforço de releitura que nos propõe Luca Argel no seu mais recente lançamento, “Meigo Energúmeno”. Fruto de sua pesquisa para dissertação de mestrado pela Universidade do Porto, em Portugal, acabam de chegar ao mercado brasileiro disco e livro. O livro (“Meigo Energúmeno – Notas para uma leitura antimachista de Vinicius de Moraes”, Editora Urutau) é um ensaio onde o autor vai se debruçar sobre a obra de Vinicius em busca de explorar uma nova interpretação dos seus textos. Embasado em referências teóricas feministas, Luca vai nos apresentar uma outra face da obra de Moraes, sem com isso desmerecer sua profícua contribuição para o cenário cultural brasileiro e internacional. O disco, por sua vez, poderia ser apenas uma guia que nos conduzisse
conforme lemos, iluminando certos argumentos, certas percepções. Mas não. Luca Argel em seu “Meigo Energúmeno” nos oferece uma reinterpretação corajosa de uma obra tão insistentemente regravada. Seu olhar prismático traz para esse repertório uma perspectiva nova, fresca. Fato que desperta em nossas escutas, ainda uma vez mais, algo extraordinário, ou espantoso a respeito desse importante cancioneiro.