Al Guitar Duo é um duo de guitarras acústicas composto por André Ramos e Luís Fialho. A paixão pelo som da guitarra acústica e a vontade de transmitir a energia e a harmonia das guitarras, levou a estes dois músicos a criarem em 2018 este projecto.
AL Guitar Duo anunciam o lançamento do seu mais recente single, “Rumbassa”, que chegará às principais plataformas a 22 de Abril de 2025. Conhecidos pela sua requintada interacção de guitarras clássicas e estilo mediterrânico evocativo, AL Guitar Duo trazem para 2025 uma nova abordagem no cenário da música instrumental portuguesa.
“Rumbassa” marca um passo ousado e energético na viagem artística da dupla. Enraizada na alma do flamenco, mas com um toque moderno de rumba, o tema oferece uma narrativa musical revigorante onde a paixão, a precisão e o ritmo convergem. Embarcamos numa viagem animada através de dedilhados percussivos, floreados melódicos e trocas dinâmicas que refletem a sinergia e a destreza técnica características do duo, permitindo-nos ir do Algarve à Andaluzia. Com “Rumbassa”, não só prestam homenagem à herança emotiva do flamenco, como também convidam o público global a vivenciá-lo sob uma nova luz, repleta de dança e vibração na sua narrativa instrumental e homenagem cultural às tradições do sul da Península Ibérica.
André Ramos e Luis Fialho | Produção
André Ramos | Autoria
André Ramos (guitarra) e Luís Fialho (guitarra) Ivo Martins (percussão) | Convidado
Tó Viegas | Gravação e Masterização
Gravado no estúdio Zipmix | Dezembro 2024
MØDI – Spaceship (feat. AX) (2025) (single)
MØDI – Spaceship (feat. AX) (2025) (single)
O meu nome é MØDI, sou um artista emergente na cena do hip hop alternativo, e venho partilhar convosco o lançamento do meu novo single, “Spaceship”, que estará disponível esta sexta-feira, dia 18 de abril. Este tema marca o início do meu EP de estreia, “Outta Space”, e representa uma viagem musical intergaláctica com uma forte mensagem de autoconhecimento e superação.
“Spaceship” conta com a colaboração do talentoso artista AX e apresenta uma fusão electrizante de hip hop da nova escola, com uma batida de bateria acústica que dá corpo e dinamismo ao som. A letra aborda a vontade de escapar às dificuldades do dia a dia, flutuar acima dos problemas e encontrar um novo patamar de equilíbrio e segurança — uma metáfora representada pela própria nave.
Gostaria muito de contar com o apoio da Rádio Olisipo para a divulgação deste lançamento, seja através da vossa programação musical, partilha nas redes ou até uma possível entrevista.
Sobre o artista:
MØDI cria num universo onde cada batida e verso contam histórias marcantes, tocando em temas como ansiedade, depressão e superação, tratados de forma criativa como monstros interiores. Com influências de Twenty One Pilots e Slow J, a minha música é um convite à reflexão, mas também à esperança. Quero inspirar quem me ouve a acreditar na mudança e no poder dos sonhos.
Driven To Tears – Evil (2025) (single)
Driven To Tears – Evil (2025) (single)
Os Driven to Tears combinam linhas de baixo pulsantes com guitarras etéreas e baterias hipnóticas, criando paisagens sonoras dançantes, que nos convidam a um mergulho introspetivo.
A banda é composta por Gonçalo Larsen (voz e guitarra), João Curro (baixo) e Bruno Simão (bateria), músicos com backgrounds diversos mas uma visão comum: revitalizar a energia crua e autêntica do Rock, mantendo uma identidade moderna e própria.
Com a gravaçãodo do seu primeiro conjunto de temas, no Ponto Zurca, com o produtor João Martins (Xutos e Pontapés, Da Weasel, Rui Veloso), os Driven to Tears prometem marcar presença com um som único e eletrizante.
O primeiro single de apresentação “Evil” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e marca o nascimento deste novo projeto.
Throes + The Shine – Chapa (2025) (single)
Throes + The Shine – Chapa (2025) (single)
No dia 11 de abril, os Throes + The Shine lançam “Chapa”, um single que encapsula a energia frenética e a
essência vibrante dos transportes coletivos moçambicanos. Esta nova faixa antecipa o próximo EP da banda, com lançamento previsto para breve, reafirmando a sua capacidade de transformar vivências urbanas em pura celebração sonora.
Nos becos apertados de Maputo, entre poeira e multidões, há um coração que nunca para de bater: o chapa. Mais do que um simples meio de transporte, é um microcosmo da cidade, onde vidas se cruzam ao ritmo dos motores e das vozes que ecoam em uníssono. Inspirados por essa pulsação incessante, Throes + The Shine criam em “Chapa” uma fusão explosiva de batidas frenéticas, melodias vibrantes e uma lírica que transporta o ouvinte diretamente para o interior de um chapa em hora de ponta.
Com esta nova faixa, o trio luso-angolano volta a provar a sua capacidade de captar o espírito dos espaços urbanos e traduzi-lo em música, oferecendo um convite irresistível a embarcar nesta viagem sonora.
“Chapa” chega a todas as plataformas digitais no dia 11 de abril.
Trovador Urbano #48
Trovador Urbano #48
Autor:
David Calderon
(episódio de 06 de Maio)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Dreia – Para de lutar (2025) (single)
Dreia – Para de lutar (2025) (single)
Ficha Técnica – Para de Lutar
Letra: Andreia Monteiro, Rita Onofre
Música: Andreia Monteiro, Rita Onofre
Sample: excertos da “Cantiga dos Ais”, de Armindo Mendes de Carvalho, declamado por Mário Viegas
Produção: Choro
Vozes: Dreia, Rita Onofre, RIMA
Ukulele: Rita Onofre
Percussão: Choro, Rita Onofre
Guitarras/Baixo/Teclados: Choro
Trompete: Inês Marques Lucas
Mistura e Masterização: Choro
Composto, produzido, gravado, misturado e masterizado na Great Dane Studios
www.greatdane.pt
www.instagram.com/greatdane_studios
Sandrino – Casa (2025) (single)
Sandrino – Casa (2025) (single)
Sandrino destacou-se com o seu primeiro single ‘Ser Pra Não Ser’, ainda em 2024, apresentando uma sonoridade muito própria e distinta. Natural do Algarve e formado no Hot Clube de Portugal, trouxe para a música portuguesa, logo na primeira canção, a questão da dualidade e essência do Ser. 2025 começa agora para o artista, com o lançamento do seu segundo single ‘Casa’ que fará também parte do seu EP de estreia ‘Ser’ a sair em meados deste ano.
MPB, Jazz e Pop são talvez os três géneros principais que se fundem nos temas do artista, ainda assim, Sandrino explora outras sonoridades introduzindo neste ‘Casa’ o bolero e também o tango, resultando numa balada Indie/Bedroom Pop. Em ‘Ser Pra Não Ser’ o cantor já nos apresentou esta particularidade de explorar o Eu, as regras, os valores, as maneiras simples de viver, o minimalismo material e até emocional. Em ‘Casa’ nada mudou, apenas a sonoridade se elevou — um registo orgânico, nostálgico, bem ritmado e que não deixa de soar íntimo, como um lugar seguro e confortável.
Tal como o tema apresentado no final do ano passado, também este segundo single foi cantado e escrito por Sandrino, com produção musical e executiva de Meoli (Francesco Meoli). A voz de Sandrino não nos deixa indiferentes, curioso o nome do novo single, pois é em ‘Casa’ que o artista nos deixa entrar sempre que escutamos o seu timbre característico e leve rouquidão, ambos cativantes.
Estas sonoridades refletem e amplificam perfeitamente a letra e mensagem desta canção, que nos fala da conclusão tão familiar: não há lugar como a nossa casa — mesmo quando tentamos procurar esse lugar e uma vida melhor noutros países. “A vida é um jogo de escolhas e tantas vezes chegamos à conclusão que só em casa é que temos mesmo o nosso lugar (felicidade é ter onde pousar)” afirma o artista e acrescenta “este é um sentimento bem conhecido pelos vários portugueses que tentam procurar uma vida melhor noutros países.”.
O modo de expressão e escrita do Sandrino refletem bem o sentimento de portugalidade, de ter saudades de casa e de vontade de voltar (a ter onde pousar). Esta é uma canção com vocais quentes e suaves, acompanhados por um final bem melodioso que nos leva a viajar para esse lugar. Para manter o tema com uma sonoridade viva e orgânica, “Casa” conta com a participação de músicos na guitarra acústica, fliscorne e teclas. Gabriel Salles Silva adicionou os baixos, e o mix e master é de Pedro Serraninho.
Ainda em abril sairá o terceiro single de Sandrino, intitulado ‘Tá Em Aberto’ que retrata a vontade de fugir a uma vida padrão e de deixar mais espaço para o inesperado acontecer. Temas estes abordados ao longo de todas as faixas do EP de estreia.
Por agora é em ‘Casa’ de Sandrino que ficamos, podendo escutar as suas melodias e letras em todas as plataformas digitais.
Memória de Elefante (05/05/25)
Memória de Elefante (05/05/25)
Memória de Elefante rubrica semanal de 05/05/25 a 11/05/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Tracklist:
01. David Russell & Agustín Barrios Mangoré – Mazurka Apasionata (1995)
07. Buika – El andariego (con la colaboración de Chucho Valdés) (2009)
08. The Animals – Don’t let me be misunderstood (1964)
1 Álbum 100 Palavras #92: The Animals – The Best Of The Animals (1966)
1 Álbum 100 Palavras #92: The Animals – The Best Of The Animals (1966)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“The Best of The Animals” (1966) é uma coletânea essencial da banda britânica The Animals, destacando seu papel crucial na invasão britânica e na popularização do rhythm and blues. Liderados pela voz rouca e poderosa de Eric Burdon, o álbum reúne sucessos como “House of the Rising Sun”, “Don’t Let Me Be Misunderstood”, “We Gotta Get Out of This Place” e “It’s My Life”. Com arranjos crus e intensidade emocional, o grupo reinterpretou clássicos do blues e do soul com um toque rock visceral. Esta coletânea captura a energia bruta e o impacto duradouro da banda nos anos 60.
Playlist Lançamentos Abril 2025
Playlist Lançamentos Abril 2025
A Radio Olisipo recebe diariamente solicitações de músicos que pretendem divulgar suas obras. A cada mês publicamos uma seleção em formato de playlist, com temas de álbuns, new releases e singles em destaque. Aqui apresentamos a playlist dos destaques do mês de Abril 2025. Boa Escuta!
Playlist Lançamentos Abril 2025 I
01. Libra – Use Your Pain Wisely (2025) (single)
02. T3d Bunny – Single Harvest (2025) (single)
03. Marta Sofia – Preto e Branco (2025) (single)
04. Sophia & Os Senhores Roubados – Fora Do Tempo (2025) (single)
05. Cátia Gonçalves – Diz-me se ela é mais (2025) (single)
06. Tresporcento – Dedicados (2025) (single)
07. Farko – Sadim (2025) (single)
08. Rumia – Kept All The Pain (2025) (single)
09. Decline and Fall – As All Ends (2025) (single)
42. Mariana Guimaraes – Quando te conheci (2025) (single)
43. MESA – Deixa Cair o Inverno (2025) ((single)
44. Paulo Tó – Por Este Rio Acima (2025) (single)
45. O Simplesmente – Ventoso (2025) ((single)
46. Tinta Persona – Alma Mater (2025) (single)
47. D. Simon – Rapinar (2025) (single)
48. Thaíde – O Nosso Rap (2025) (single)
49. Hayden Makes Music – Água (2025) (single)
50. Mahmundi – Irreversível (2025) (single)
51. Beatriz Pessoa – Pó De Palco (2025) (single)
52. Tiago Cardoso – Quero Dormir (2025) (single)
Prazeres Interrompidos #363: Adam Zamoyski – Warsaw 1920: Lenin’s Failed Conquest of Europe (2008)
Prazeres Interrompidos #363: Adam Zamoyski – Warsaw 1920: Lenin’s Failed Conquest of Europe (2008)
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
The dramatic and little-known story of how, in the summer of 1920, Lenin came within a hair’s breadth of shattering the painstakingly constructed Versailles peace settlement and spreading Bolshevism to western Europe. In 1920 the new Soviet state was a mess, following a brutal civil war, and the best way of ensuring its survival appeared to be to export the revolution to Germany, itself economically ruined by defeat in World War I and racked by internal political dissension. Between Russia and Germany lay Poland, a nation that had only just recovered its independence after more than a century of foreign oppression. But it was economically and militarily weak and its misguided offensive to liberate the Ukraine in the spring of 1920 laid it open to attack. Egged on by Trotsky, Lenin launched a massive westward advance under the flamboyant Marshal Tukhachevsky. All that Great Britain and France had fought for over four years now seemed at risk. By the middle of August the Russians were only a few kilometres from Warsaw, and Berlin was less than a week’s march away.Then occurred the ‘Miracle of the Vistula’: the Polish army led by Jozef Pilsudski regrouped and achieved one of the most decisive victories in military history. As a result, the Versailles peace settlement survived, and Lenin was forced to settle for Communism in one country. The battle for Warsaw bought Europe nearly two decades of peace, and communism remained a mainly Russian phenomenon, subsuming many of the autocratic and Byzantine characteristics of Russia’s tsarist tradition.
Bruno Celta – Queen Of Hearts (2025) (single)
Bruno Celta – Queen Of Hearts (2025) (single)
Depois de se ter lançado a solo com o álbum “A Catarse Não é o Fim”, o cantautor e produtor Bruno Celta lança hoje o single: “Queen of Hearts”. Ousado e sensual, Bruno lança um tema em inglês onde mais uma vez escreveu, compôs, produziu, misturou e gravou todos os instrumentos na sua Prima Donna Recordings. A masterização ficou mais uma vez a cargo de Rui Dias (Mister Master). “Queen of Hearts” transporta-nos para o universo cinematográfico “James Bondiano”, com referências ao amor, morte e sedução, onde esta complexa dança é acompanhada por um instrumental épico que todos conseguimos reconhecer. Com uma voz potente e a capacidade interpretativa única de Bruno Celta, “Queen of Hearts” é uma canção impossível de se ficar indiferente.