Jazz Tracks de Danilo Di Termini #212

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #212

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Adam O’Farrill → Swimmers

Rachel Therrien → Sueños de cambios

Carn Davidson 9 → Fire (For Oatts)

Aldo Romano Louis Sclavis Henri Texier → Annobon

Gerry Mulligan → Festive Minor

Pepper Adams & John Coltrane → Dakar

Teddy Charles → Borodin Bossa Nova

Lionel Hampton & Stan Getz → Jumpin’ At The Woodside 

Jimmy Scott → Someone To Watch Over Me

Catman Plays The Blues #170

Catman Plays The Blues #170

Partimos neste programa à descoberta da editora Delmark  Records e do seu relevante papel  ao longo da história do Blues.

Manifesto Sonoro #62

Manifesto Sonoro #62

Autor: Carlos Cleto

Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.

Os manifestantes desta semana foram:

Panda Bear – Anywhere but Here

Clã e André Henriques – Abriu em Queda

Hot Air Balloon – Come This Far

Best Youth – Primavera

Monday – Wasteland (Live Underwater)

Castello Branco · A garota não – O Peso do Meu Coração

mutu – Estado Novo

Redoma – Santos da minha mente

Redoma – 2572

Noiserv – 20 . 13 . A lonely garden in the middle of a small house

Strond – Zero Humano

Tó Trips · Antonio Antunes – Mornacola

Minta & The Brook Trout · Shelley Short – Please Make Room For Me Please

Manuel Fúria, Os Náufragos – Canção Infinita

Ases – O gajo (2025) (single)

Ases – O gajo (2025) (single) 

Os Ases
Uma banda orgulhosamente portuguesa com o sonho de se tornarem um dia um marco na cultura musical nacional!

Originados de diferentes regiões do país, Apolo, Serrano, Miguel, Henrique e Alex conheceram-se nos arredores da capital para partilhar o clássico sonho de artistas.

Têm o objetivo de explorar e dinamizar vários géneros musicais, com o intuito de criar algo refrescantemente original. Apaixonados pela arte da música em geral, não se desejam limitar a estilos definidos ou ao conceito de um género musical, mas sem negar as suas influências de Rock Clássico do meio do século passado, a evolução alternativa que o seguiu, a excentricidade dos anos oitenta, o Folk focado em poesia e atmosfera, a alma que vem com os Blues, o Pop memorável dos anos noventa, as bandas mais barulhentas que saíram delas e o som independente ou eletronicamente distinto que nasceu no virar do milénio. Será difícil assumir que tipo de tema será lançado a seguir, mas uma coisa é certa…
Será inconfundivelmente Ases!

Abrem jogo com “O Gajo”, um tema desenvolvido com influência do Funk, Disco e Rock Pop Eletrônico. É tocada e cantada com uma personalidade sonora que esperançosamente irá contagiar a audiência com energia e o bichinho da dança. Descreve a vontade e confiança de domar o palco da noite e, para isso, conta com um ritmo vivaz e acompanhamentos dignos de festa.
O vocalista diz que, se ouvirem, é impossível não desejar voltar a ouvir. Agora, se ele tem razão ou não… cabe a vocês decidir. Por isso:

Ouçam o gajo.

Richfellaz – Basta Sorrir (2025) (single)

Richfellaz – Basta Sorrir (2025) (single)

“Basta Sorrir” é uma canção com uma mensagem positiva e um ritmo contagiante. Através deste tema, os Richfellaz pretendem transmitir o impacto poderoso que um simples sorriso pode ter na vida de alguém. Como diz o refrão: “Sorri para mim, sorrio para ti, basta um sorriso para ser feliz…”.

O objetivo da banda é espalhar felicidade através da força de um sorriso e da sua música.

A história dos Richfellaz começa em 2018, quando um grupo de amigos decidiu criar um projeto que fundisse o Hip-Hop com outros estilos musicais. Rapidamente, estruturaram um espetáculo que os levou a participar num concurso de música moderna. A vitória neste concurso garantiu-lhes um lugar no palco do MEO Sudoeste, dando início a esta emocionante aventura.

Luís, Túlio e Carlos são a alma dos Richfellaz. Hip-Hop, Soul e Funk são os estilos desta banda que vive das rimas fortes do hip-hop e da harmonia do soul.

“Preciso de Falar” e “O Sol Brilha” são os dois singles já lançados pela Farol Música; este último tema foi distinguido com o prémio de Melhor Canção do Ano nos International Portuguese Music Awards (IPMA) em 2023, nos Estados Unidos, e integrou a banda sonora de “Morangos com Açúcar” .

O palco é o habitat natural dos Richfellaz. Acompanhados por uma equipa de músicos experientes, oferecem um espetáculo que garante empatia com o público do início ao fim. Com temas marcantes e versos que ficam no ouvido, os concertos terminam sempre da mesma forma… com o público a pedir por mais!

Hot Air Balloon – Come This Far (2025) (single)

Hot Air Balloon  – Come This Far (2025) (single) 

HOT AIR BALLOON LANÇAM PRIMEIRO SINGLE DO SEU SEGUNDO ÁLBUM COME THIS FAR

“Come this far” é uma viagem sonora de partilha de emoções e intimidade

Os Hot Air Balloon são o Tiago e a Sarah-Jane, uma dupla luso-irlandesa que partilha não apenas a vida, mas também uma paixão profunda pela música. O seu encontro em Vigo, Galiza, na Espanha, em 2009, marcou o início de uma jornada artística e, desde aí, têm levado a sua música a diferentes palcos e criado laços com audiências em Portugal, Espanha e Irlanda.

O seu álbum de estreia, Behind The Wall, lançado em 2016, foi muito bem recebido pela crítica e pelo público. Além disso, em 2016, foi um dos 4 nomeados na categoria “Singer-songwriter” nos Independent Music Awards em Nova Iorque, que contava com artistas icónicos como Tom Waits e Suzanne Vega entre os membros do júri.

Lançam hoje, 24 de março, o primeiro single Come This Far, do seu segundo álbum com o mesmo nome, que será lançado a 30 de Maio. O álbum explora a jornada da sua vida em comum – os desafios, as alegrias e os momentos íntimos – convidando os ouvintes a entrar numa história que é deles, mas que ressoa com muitas outras. Embora profundamente pessoal, é um álbum universalmente relacionável.

Come This Far foi gravado maioritariamente no home studio do Tiago e da Sarah-Jane, onde foi produzido e misturado pelo Tiago, tendo sido depois masterizado por Alan Douches no West West Side Music Studio, em Nova Iorque.

O videoclipe de Come This Far foi inteiramente gravado por Tiago e Sarah-Jane e reflete a essência do tema, uma viagem de partilha, cumplicidade e crescimento. O vídeo reúne momentos do quotidiano da família, captados ao longo de viagens, férias e instantes espontâneos da sua vida juntos.

O álbum conta com sete faixas, quase todas em inglês, exceto “Saoirse” (pronuncia-se circha), que significa “liberdade”. Esta música nasceu como um desafio de Tiago para a Sarah escrever uma canção na língua original do seu país.

O duo luso-irlandês constrói as suas músicas de forma orgânica, sempre partindo da simplicidade da guitarra e da voz. A partir desse ponto de partida íntimo, as composições ganham forma, explorando camadas sonoras e emoções que se entrelaçam naturalmente.

O álbum abre com “Come This Far”, um single que traz uma mensagem de esperança — seja para o indivíduo, para o casal ou para as novas gerações. A jornada segue com “Do It Again” e “Keep Me Going”, contando com Carlos Barros na bateria. Em seguida, surgem “Saoirse” e “Let’s Forget”, até alcançar os dois temas finais, “Layers” e “Getting Back to Myself”, ambos gravados ao vivo nos Estúdios Pancada, com Pedro Oliveira na bateria, Marco Ferreira na segunda guitarra e João Madeira no baixo. “Getting Back to Myself” foi a primeira música escrita para este álbum e marca o início de uma nova fase na vida do duo, simbolizando a chegada da maternidade e da paternidade

A sua apresentação ao vivo acontecerá no dia 21 de junho no Teatro Narciso Ferreira, em Riba d’Ave, Famalicão e no dia 19 de Julho na Fundação Sales, em Vigo.

Jazzy Moon – Caught In The Middle (2025) (single)

Jazzy Moon – Caught In The Middle (2025) (single) 

Jazzy Moon apresenta Caught in the Middle

Novo single do disco de estreia Words Left Unspoken lançado no final de 2024

Ao vivo como banda de abertura dos concertos do 30º aniversário dos Blasted Mechanism

Jazzy Moon, uma das vozes emergentes do r&b e pop alternativo, está a apresentar mais um single do disco de estreia Words Left Unspoken, lançado em novembro do ano passado: Caught in the Middle, uma obra composta pela cantautora, em conjunto com Riic Wolf, numa sessão de estúdio nos Mogno, em 2022. 

A artista anuncia também que vai pisar os grandes palcos enquanto banda de abertura nos concertos de 30 anos dos Blasted Mechanism, nos dias 4 de abril no Coliseu do Porto e dia 12 de abril na Sala Tejo da MEO Arena. 

O videoclip de Caught in the Middle foi co-realizado pelo icónico guitarrista Valdjiu. A banda de Jazzy Moon conta com David Gonçalves na bateria, filho de Fred Stone, baterista dos Blasted Mechanism, reforçando a continuidade de um legado musical que atravessa gerações e que culminará nas duas datas de celebração de uma era da música alternativa.

No novo single e segundo Jazzy, “queria captar a batalha interna entre a lógica e a emoção – a luta de amar alguém que também nos traz dor. O sentimento de estar dividido entre fazer o que a razão nos avisa e o que o coração sente – e que nos faz rotular o garantido desfecho doloroso que se antecipa como “uma possibilidade”. A “Caught In The Middle” reflete essa incerteza, onde cada momento que partilhamos com essa pessoa nos traz tanto conforto como conflito. É perdermo-nos na ligação, questionarmos as nossas escolhas e deixarmos por dizer o que realmente sentimos por recearmos a forma como será recebido. No fundo, a realização de que conseguimos ser o nosso pior inimigo torna claro que só com amor próprio é que conseguimos verdadeiramente ser livres – rejeitando a “pequenez” de moldes alheios que nos tentam impor – que, na realidade, nunca foram feitos para servir quem verdadeiramente somos.”

Com apenas 22 anos, a cantora lançou o seu disco de estreia, Words Left Unspoken, no final de 2024, escrito em colaboração com Ricc Wolf (Blasted Mechanism), Diogo Guerra e com os produtores Stego e Mogno. O disco é uma mistura de Pop acústico e R&B, com inspiração em artistas como Olivia Dean, Jorja Smith e Billie Eilish, e apresenta em cada faixa um retrato da jornada íntima e emocional da cantora que, depois de uma infância regada de música e cultura por influência do seu pai, Valdjiu (Blasted Mechanism), floresce agora na indústria.

Radio Barraka #4

Radio Barraka #4

RÁDIO BARRAKA é um DJ set totalmente improvisado, onde a música flui sem roteiros nem limites. Cada episódio é uma viagem sonora espontânea, que explora ritmos próximos da linha do equador, desde o continente Africano até à América Latina, das Caraíbas à Polinésia – tudo pode acontecer. Gravado numa casa circular construída à mão, o espírito da RÁDIO BARRAKA mantém-se livre e autêntico. Entra na Barraka – que até a barraka abana!

PLAYLIST RADIO BARRAKA #4

Pat Thomas & Ebo Taylor – Ene Nyame Nam A Mensuro

Alex Konadu’s international Band – Mafe wo

Sir Victor Uwaifo – Joromi

Kanda Bongo Man – J.T.

Diblo Dibala – 100% soukous

Serpent Noir DJ – La go Attô

Flavour – Osiso Osiso

Mayra Andrade – Afeto

Maze Mellow – Tennis Beat

Dj Tunez – Majo

Cassper Nyovest – Who Got the Block Hot?

Prazeres Interrompidos #358: Kazuo Ishiguro – Nocturnos: Cinco historias de música y crepúsculo (2009)

Prazeres Interrompidos #358: Kazuo Ishiguro – Nocturnos: Cinco historias de música y crepúsculo (2009)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

como estudios y variaciones sobre unos cuantos temas, o como un concierto que los expone en el primer movimiento, los combina en los siguientes y los resuelve en el último. En ‘El cantante melódico’, un guitarrista de oficio que toca en Venecia reconoce a un viejo vocalista americano y juntos viven una aventura musical que da una pequeña lección a ambos sobre el distinto valor del pasado. En ‘Come rain or come shine’, la música es el telón de fondo de la grotesca humillación que sufre un maníaco-depresivo en casa de una pareja de antiguos progres que han pasado a la fase yuppie. El músico de ‘Malvern Hills’ columbra su mediocridad cuando se va a las colinas a preparar un álbum a la sombra de John Elgar. En ‘Nocturno’, donde se intensifica el tema de la inteligencia frustrada, un saxofonista que se opera la cara conoce a una vieja artista de variedades (la ex de «El cantante melódico»). En ‘Violonchelistas’, que también remite a la primera historia, un joven prodigio del chelo encuentra a una mujer misteriosa que le da clases para perfeccionar su técnica. Las cinco, como era de esperar, barajan elementos que son habituales en el autor: la confrontación de las promesas de la juventud y los desengaños del tiempo, el maravilloso y decepcionante misterio del otro, los finales ambiguos y sin catarsis. Y la música, que está íntimamente relacionada con la vida y obra del autor. Por encima de todo percibimos un fuerte sentido del desarraigo en los personajes, que siempre están de paso.

Folívora – Far Behind (2025) (single)

Folívora – Far Behind (2025) (single) 

CREDITS

Music by: Folívora

Lyrics by: Tiago Moutinho

Recorded, Mixed and Produced by: Bruno Brites

Mastered by: Smile

Cover art and album visual design by: Beatriz Ferreira e Miguel da Mota

Recorded at: Blacksheep Studios, Estúdio de Bellas

Special thanks to Ricardo Morais and Beatriz Afonso for the reference of our cover, Filipa Teixeira, Gonçalo Mendes e João Sousa for taking photos of us on the road, to our friends and families who support us all the way, and to you for listening to this album.

Mallina – S. Pedro (2025) (single)

Mallina – S. Pedro (2025) (single) 

MALLINA começou o ano com ‘INA’, um shot duplo cheio de sonoridades latinas, urbanas e o seu tão característico Pop. Para dar continuidade a este lançamento, a artista entrega agora aquela que diz ser uma prece a São Pedro, porteiro do céu ou santinho da chuva, como preferirem, para que pare de chover. 

A artista está a criar uma persona divina, pois todo esse Universo a fascina, no entanto, esta canção não é só sobre chover, como também sobre chorar. A água é o elemento, a forma como corre é o foco. 

“A chuva é inesperada e simplesmente não a controlo, às vezes acontece-me o mesmo quando choro. São águas abertas com tanta força, que nem pedindo ao melhor santo as faz parar de cair. O Choro ou a chuva? Acho que ambos!” afirma a cantora.

‘s.pedro’ é mais uma canção que embora chuvosa, nos entrega ritmos quentes, com a produção da artista e também de Bruno Mota. Janga ficou a cargo dos últimos pingos de chuva, entenda-se: do mix final, e é este mote que faz com que, talvez, em breve, pare de chover. 

“Sempre me fascinei por ouvir a minha avó rezar aos santos, quer fosse ao São Pedro por causa da chuva, à Santa Bárbara por causa das trovoadas… O que é certo é que o fazia sempre como forma de reconforto e apesar de não prestar tanta atenção na altura, hoje lembro-me que até quando não parava de trovejar, a minha avó brincava com a situação e dizia ‘Raio da santa! Não ‘tá p’rai virada hoje’.” acrescenta MALLINA.

É nesta mística entre a crença da sua avó e o simples facto de que manifestando podemos alterar a meteorologia que a artista aborda este tema numa letra cheia de expressões caraterísticas do Sul e referências ao Divino. 

“Já não peço ao santo, o santo que peça, eu já não caio nessa” — é quando se confronta com os pedidos não concedidos que MALLINA percebe que talvez a Santa tenha de ser ela, e que seja ela mesma capaz de fazer acontecer.

“Escrevi esta música também como uma espécie de oração como as que ouvia das mulheres da minha família, uma espécie de reza para que um dia eu pare de chorar, mas que na verdade nunca vai funcionar. “Pedi ao s.pedro, pra que não chovesse, se santa sou eu, porque é que choveu?”.”

Esta ‘s.pedro’ é a largada das águas para o seu segundo EP, que contará com novas paisagens sonoras e temáticas muito relacionadas com a chuva e o ato de chorar. Será associando as sonoridades mais urbanas ao Latin Pop que a artista nos entregará a oração perfeita aos deuses das águas, sejam elas quais forem. ‘s.pedro’ encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais. 

Coffee Breakz #111 — North Country Maid

Coffee Breakz #111 — North Country Maid

Autor: Helder Gomes

Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.

Tracklist:

1. Destroyer — The Same Thing as Nothing at All 

2. Lana Del Rey — Henry, Come On 

3. Marianne Faithfull 

3.1 She Moved Thru’ the Fair 

3.2 Burning Moonlight 

4. Christopher Owens — No Good (Audiotree live) 

5. Sleigh Bells — Wanna Start a Band? 

6. Backxwash 

6.1 History of Violence 

6.2 Stairway to Heaven (ft. Ora Cogan) 

7. Proc Fiskal — Lithium.Feedr 

8. Rhys Langston — Ate the Tuning Fork While I Taxied in the Crepuscular (ft. Open Mike Eagle) 

9. Billy Woods — BLK ZMBY (ft. Steel Tipped Dove) 

10. Aesop Rock — Checkers 

11. Wu-Tang Clan & Mathematics — Warriors Two, Cooley High (ft. Benny the Butcher & Method Man) 

12. Seun Kuti & Egypt 80 — Stand Well Well (Grand Stand Version) (ft. Pos of De La Soul) 

13. Harifa — Withering Woods