Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
Né Gonçalves feat. Cinthya – Perdão (2025) (single)
Né Gonçalves feat. Cinthya – Perdão (2025) (single)
Né Gonçalves é, desde há muitos anos, um cantautor com presença significativa no panorama musical angolano, e com uma discografia rica que inclui álbuns aclamados como “Luanda Meu Semba” (1994), “Luanda Meu Semba – Instrumental” (2012) e “Sembamar” (2016), sendo agora a vez de “Undenge Wetu” (2025).
Adicionalmente, contribuiu para bandas sonoras de filmes, entre os quais “Na Cidade Vazia” de Maria João Ganga e “Kalunga, O Mar de Angola” de Bernardo Gramaxo. Né desenvolveu uma carreira notável através de colaborações com figuras de renome da música internacional, entre as quais a célebre fadista portuguesa Mariza e tem como produtor o peruano Jorge Cervantes.
O álbum “Undenge Wetu” deixa clara a visão artística de Né Gonçalves e a sua dedicação em alargar os horizontes da música angolana.
Não só presta homenagem ao rico legado musical de Angola, honrando as raízes tradicionais e reinterpretando o semba com mestria e inovação, mas também se aventura em novos domínios através da multiplicidade estilística e de parcerias com artistas de diversas tradições.
Os amantes e os aficionados da música do mundo podem antecipar uma interessante experiência auditiva com a edição do “Undenge Wetu” a 21 de Março de 2025.
Prazeres Interrompidos #355: Ian McEwan – Estranha Sedução (1981)
Prazeres Interrompidos #355: Ian McEwan – Estranha Sedução (1981)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Estranha Sedução é um livro que transporta o leitor para um estranho universo em que os pequenos acontecimentos acabam de forma inesperada.
O quotidiano de um casal em férias numa ilha é de algum modo agitado por um estranho que se introduz de modo forçado no seu ambiente familiar. A partir desse momento instala-se um mal-estar geral na vida do casal cujo percurso termina de uma forma cruel mas de algum modo já esperada.
Ian McEwean transforma assim este seu romance num caso policial. Acentuando o perfil sórdido das personagens faz sentir um certo mal-estar ao leitor desde o início do romance como se algo nos segredasse ao ouvido que mais à frente tudo se alterará.
Com uma escrita rica em descrições e pormenores Ian McEwan convida o leitor a partilhar a intimidade deste casal. Apercebemo-nos com eles do perigo e ignoramos com eles os sinais desse mesmo perigo eminente.
1 Álbum 100 Palavras #88: Ravi Shankar And Philip Glass – Passages (1990)
1 Álbum 100 Palavras #88: Ravi Shankar And Philip Glass – Passages (1990)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Passages” (1990) é um álbum colaborativo entre Ravi Shankar, mestre da música indiana, e Philip Glass, pioneiro norte-americano do minimalismo. O disco é um encontro fascinante entre a tradição clássica indiana e a música contemporânea ocidental, explorando padrões rítmicos complexos e estruturas melódicas hipnóticas. Com seis faixas, incluindo “Offering”, “Sadhanipa” e “Meetings Along the Edge”, o álbum alterna composições de cada um dos artista, fundindo os sons do sitar, tambores indianos e orquestrações minimalistas. “Passages” é uma obra visionária que transcende fronteiras culturais, criando uma experiência meditativa e envolvente, consolidando a amizade e a sinergia artística entre Shankar e Glass.
Memória de Elefante (07/04/25)
Memória de Elefante (07/04/25)
Memória de Elefante rubrica semanal de 07/04/25 a 13/04/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Tracklist:
01. Kraftwerk – Radioactivity (2009)
02. Ravi Shankar – Ragas in Minor Scale (1990)
03. Grand Funk Railroad – Sin’s a Good Man’s Brother (1974)
04. Circles Around The Sun and Mikaela Davis – After Sunrise (2024)
05. Per Olav Kobberstad & FLAPI – The First Time I Saw Her (2022)
06. Oasis – Supersonic (1994)
07. Eberhard Weber – The Colours Of Chloë (1974)
08. Bob Marley – 400 Years (1973)
Francisco Mascarenhas – Fácil Falar (2025) (single)
Francisco Mascarenhas – Fácil Falar (2025) (single)
A ‘Fácil Falar’ é um hino para os people pleasers – aquelas pessoas que, tal como eu, vivem para agradar a alguém que não nós próprios. Funciona também como uma ode à empatia que, quando é usada e excesso, pode tornar-se num fardo demasiado pesado para se carregar sozinho! Com um estilo mais upbeat e como promete uma mudança em todo o meu estilo artístico e na minha tão bem definida ‘zona de conforto’, a ‘Fácil Falar’ é a primeira canção do meu ainda-secreto-novo EP que, também ele funciona como uma nova página na minha vida, no meu processo criativo e em toda a minha carreira artística!
Kactoslitos – Losers (2025) (single)
Kactoslitos – Losers (2025) (single)
Lisboa, Portugal – Kactoslitos, o projeto de Lito Pedreira, lança o aguardado single “Losers”, que também dará nome ao seu EP, composto por quatro faixas originais. Este single captura a essência do EP e explora a luta interna de encontrar o nosso lugar no mundo.
“Losers” é uma celebração da resiliência e da coragem daqueles que se recusam a conformar- se, destacando a força dos sonhadores e dos que não têm medo de se destacar na multidão. Com letras que falam sobre a importância de ser verdadeiro consigo mesmo e persistir apesar das adversidades, esta faixa é um hino inspirador para todos os que já se sentiram excluídos ou subestimados.
Lito Pedreira, um baterista, vocalista, compositor e produtor português, é a mente criativa por trás de Kactoslitos. Conhecido pela sua fusão única de world music, rock e eletrónica, Kactoslitos lançou previamente os singles “I Can ́t Forget” (2022) e “Different Way” (2023), ambos produzidos por Lito Pedreira e gravados no Estúdio HAUS em Lisboa. Em 2024, foram lançados os singles “Something” e “Don’t Look”, com gravação no KactosStudios e mistura por CADI at GraveComClave.
Sobre Kactoslitos: Lito Pedreira cresceu numa família de músicos e encontrou na bateria a sua paixão aos 13 anos. Ao longo da sua carreira, participou em vários projetos nacionais como Amor Electro, Balla, Peace Revolution, Micro Audio Waves, entre outros. Como compositor e produtor do projeto Piece of Cake, lançou o disco “Fears on Fire” e o EP “A Stranger on This Mirror”. Com Amor Electro, Lito conquistou um Disco de Platina com “Cai o Carmo e a Trindade” e foi reconhecido com o European Border Breakers Awards e os MTV Awards (Best Portuguese Act).
Em Kactoslitos, Lito assume a voz principal e toda a produção, adotando uma vertente orgânica e minimalista. Ouçam e percam-se nesta viagem com Kactoslitos e o seu novo single “Losers”, que precede o lançamento do EP.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #210
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #210
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Nils Cline → The 23
Yazz Ahmed → A paradise in the hold
Salah Ragab & Cairo Jazz band → Egypt Strut
Sun Ra → Honeysuckle Rose
King Oliver & Creole Jazz Band → Snake Rag
Wes Montgomery → Gone With The Wind
Jimmy Raney → Morning of the Carnival
Art Pepper → Ophelia
Myra Melford & Marty Ehrlich → Images of time
Michael Mayo → Just Friends
Catman Plays The Blues #168
Catman Plays The Blues #168
Partimos hoje á descoberta de dois discos estreados muito recentemente de dois autores separados por uns bons milhares de kilómetros mas unidos pelo Blues.
Com Blissful Misunderstandings, Jonny Abbey transforma um momento quotidiano numa jornada sonora profundamente expressiva e texturizada. Com lançamento marcado para 28 de março de 2025 pela Flow State Records (UK), esta faixa incorpora a sua filosofia de que a música existe em todo o lado — basta estarmos atentos. Criada a partir de uma melodia espontânea cantada pela sua esposa, a música explora a beleza da imperfeição humana e o potencial criativo escondido nos acasos felizes.
Este lançamento marca o primeiro de uma série de singles que culminará no próximo álbum de Jonny, Everything is a Song, um projeto que reflete a ideia de que a inspiração está presente em todos os aspetos do dia a dia.
Blissful Misunderstandings nasceu de uma situação inesperada — Jonny ouviu a sua esposa a cantarolar uma melodia enquanto preparava um gravador de som portátil. Pensando que tinha captado algo original e espontâneo, decidiu transformá-la numa composição completa, adicionando acordes de R&B com influência jazzística, uma batida de hip-hop descontraída e linhas de guitarra expressivas, inspiradas no uso do wah-wah de Jimi Hendrix.
No entanto, quando mais tarde mostrou a faixa terminada à sua esposa, ela revelou que a melodia que ele tinha desenvolvido afinal não era aquilo que ele pensava — era, na verdade, parte de uma música dos System of a Down que ela estava a cantarolar distraidamente. Este momento de interpretação errada tornou-se na essência de Blissful Misunderstandings, evidenciando como a nossa perceção pode ser falível, mas também como esses “erros” podem dar origem a criações inesperadas e belas.
A música é rica em textura, incorporando sons de foley e gravações ambientais para adicionar profundidade e ritmo, reforçando a ideia de que a música pode surgir de qualquer coisa. É uma reflexão sobre como as nossas interpretações imperfeitas do mundo podem gerar momentos de pura inspiração artística — um convite para abraçar a imperfeição como parte do processo criativo.
Sobre o Artista
Jonny Abbey, artista e produtor português de Lo-Fi, é conhecido por fundir elementos orgânicos e eletrónicos para criar paisagens sonoras imersivas. A sua música é profundamente pessoal, muitas vezes inspirada em experiências do quotidiano e momentos espontâneos. Através de texturas intrincadas e uma grande carga emocional, cria espaços sonoros que convidam o ouvinte a desacelerar e a conectar-se com o momento presente.
Com Blissful Misunderstandings, Jonny apresenta o primeiro capítulo de Everything is a Song, um álbum que explorará ainda mais a sua crença de que a música está em todo o lado — só temos de escutar.
Decline and Fall – As All Ends (2025) (single)
Decline and Fall – As All Ends (2025) (single)
A primeira introdução a “Scars and Ashes”, álbum de estreia dos Decline and Fall, aconteceu com “Lost Astray”, mas “As All Ends” é, no sentido clássico do termo, o primeiro single do disco. Partindo da sonoridade electrónica que está na génese da banda, a canção tem um sentido orgânico muito particular, e perpassa um sentimento de claustrofobia e impotência perante a inevitabilidade do fim. Num mundo cada vez mais incerto e polarizado, parece que a única certeza que temos é a da finitude de tudo, de alguma forma.
37 anos depois, José de Pina reencontra-se com Armando Teixeira para quem tinha filmado, na altura, num vídeo premiado dos Ik Mux, uma das bandas de que o músico fez parte. “As All Ends” marca este reencontro e poderá não ficar por aqui. Nas palavras do realizador, “As músicas sofisticadas dos Decline and Fall têm ambientes sonoros que pedem e merecem ter um filme“.
“Scars and Ashes” é editado dia 4 de Abril em formato digital e em vinil, podendo as pre-orders ser realizadas no Bandcamp oficial dos Decline and Fall em https://declineandfallmusic.bandcamp.com. “Scars and Ashes” parte das explorações iniciadas nos EP anteriores, “Gloom” e “Pulse”, mas acrescenta-lhes um vocabulário musical cada vez mais vasto e sofisticado.