Analog Dakar Club #16 – Peace Rules The Family (march, 2025)
[ANALOG DAKAR CLUB] – Peace Rules The Family /Olisipo/March 2025
Hello family, we share today an Afro funk, Afrobeat, Highlife & Soukous from Nigeria, Ghana, USA and… France selection of hypnotics and extra long tracks, we don’t cut and respect the full length. We hope it will make you feel happy and peaceful !
Shina Williams & His African Percussionists – Cunny Jam Wayo (Phonodisk – PHD017) Fela Anikulapo Kuti And Roy Ayers – 2,000 Blacks Got To Be Free (Phonodisk – PHD 003) Gboyega Adelaja – Agberede (NEMI (LP) 0415) Harry Mosco – It’s Too Late (Taretone – TTL 131) Voilaaa – Faché Featuring – Pat Kalla ( Favorite Recordings – FVR193) N’draman Blintch – Cosmic Sounds (Cosmic Sounds – CSLP 4) Papa Yankson – Papa Yankson (Marriot Promotion – ACR 12959) Eric Agyemang – Men Koaa (Essiebons – EBLS 7111) Abaraka Guitar Band – Onye Oriri (EMI – NEMI (LP) 0285)
O Atlante – Vou a Voar (2025) (single)
O Atlante – Vou a Voar (2025) (single)
O Atlante lança “Vou a Voar”, um hino ao recomeço e à essência perdida
O Atlante acaba de lançar “Vou a Voar”, o seu segundo single, sucedendo a “The Long Black Veil”, tema de estreia editado no último trimestre de 2024. Escrita e produzida pelo próprio, a canção é um apelo a um recomeço imediato, deixando para trás um capítulo encerrado e avançando para um novo ciclo de vida, de descobertas e certezas necessárias.
O tema reflete a procura por algo novo, muitas vezes num regresso às verdadeiras raízes e essência, das quais nunca nos deveríamos ter afastado. Há momentos em que despertamos e sabemos exatamente onde pertencemos e com quem queremos estar. Desejamos ir para lá depressa, já hoje, e se for preciso até vamos a voar.
Gravado no Tangerine Tree Studio, o single conta com a participação de Luciano Barros no baixo e de Duarte Carvalho na bateria e guitarra acústica, também responsável pela captação, mistura e masterização. O Atlante assume a gravação de voz, teclados, harmónica e programação de loops, além dos arranjos e da autoria da letra e música. Para breve, está prevista a edição de um EP.
O Atlante é o nome artístico de Miguel Castro, músico, compositor, intérprete e produtor radicado nos arredores de Lisboa. Move-se numa pop personalizada, com incursões pela world music, música eletrónica e synth pop, sem nunca dispensar a sonoridade orgânica de alguns instrumentos.
Atualmente, é também o responsável e mentor do projeto instrumental Cidade CAOS, cujo álbum de estreia foi editado em 2024. A sua carreira a tempo inteiro na música começou em 1995. Integrou vários grupos, produziu discos e trabalhou com artistas como Dina, Porquinhos da Ilda, Quinta do Bill, Os Eléctricos e Fado Lelé, além de compor e produzir para publicidade e teatro infantil.
Ao longo do seu percurso, lançou um livro, programou culturalmente um auditório e dedicou-se ao booking e produção de concertos por todo o país com a empresa que fundou, a Espanta Espíritos. Nos dias de hoje, dedica-se à produção musical em estúdio e, sempre que pode, vai à praia à noite.
A faixa “Vou a Voar” e o respetivo videoclipe, realizado por Telmo Alcobia, já se encontram disponíveis nas plataformas digitais.
Orquestra Sinfonietta de Braga e Artur Caldeira – Aos Guitarristas Portugueses – Olhando o mar – Arco da Corda Nova (2025) (single)
Orquestra Sinfonietta de Braga e Artur Caldeira – Aos Guitarristas Portugueses – Olhando o mar – Arco da Corda Nova (2025) (single)
Sinfonietta de Braga apresenta o disco “Arco da Corda Nova”
com o guitarrista Artur Caldeira
Ao vivo:
22 de maio, 21h30 – Casa Museu de Monção (formato reduzido – quinteto de cordas)
A Sinfonietta de Braga, com a colaboração do guitarrista Artur Caldeira, apresenta o disco “Arco da Corda Nova”. A música é um idioma sem fronteiras, falado em inúmeros dialetos pelo mundo. As barreiras entre dialetos são, na nossa perspetiva, construções fictícias que dissolvem o efeito agregador da arte. Com base neste princípio, a Sinfonietta de Braga procurou, desde a sua fundação, estabelecer pontes entre a música erudita, área de formação predileta dos seus colaboradores, e a música tradicional. Materializando esta intenção, surge a primeira edição discográfica da associação, intitulada “Arco da Corda Nova”. Esta colaboração resulta do desafio, lançado ao guitarrista Artur Caldeira, de compor, decompor e recompor quatro tributos à música tradicional portuguesa. O resultado é uma nova forma de escutar a música popular, onde a orquestra de cordas é guiada nos meandros da música tradicional pela guitarra clássica e pela guitarra portuguesa. A primeira das 4 obras, “Três Melodias Populares”, incide sobre o folclore do Baixo Minho, que tem o seu mais genuíno epicentro na Rua dos Falcões da cidade de Braga. “Minomento” é um verdadeiro monumento aos artistas nortenhos, vítimas diretas ou indiretas de uma pandemia ainda viva na nossa memória. “Para lembrar Luís Goes” faz uma homenagem à figura máxima do fado de Coimbra, Luís Goes, e “Aos Guitarristas Portugueses” utiliza a guitarra portuguesa para percorrer temas de nomes incontornáveis do género. De destacar também a homenagem a Carlos Paredes, José Luís Nobre Costa, ao compositor Venezuelano Carlos Bonnet, entre outros.
A Sinfonietta de Braga foi fundada em 2006 e reestruturada em 2016 para colmatar a ausência de uma plataforma profissional que promovesse as carreiras de músicos na região de Braga. Com uma missão clara de potenciar carreiras musicais e dinamizar a oferta cultural local, a Sinfonietta tem-se destacado tanto pela formação de públicos como pelo fomento da cultura na região.
Artur Caldeira é um mestre da guitarra clássica e foi-lhe atribuído recentemente, após provas públicas, o Título De Especialista em Música. Guitarrista premiado, apresentou-se a solo e com orquestra sob a direcção dos Maestros Meir Minsky, Ferreira Lobo, João Paulo Santos, Marc Tardue e Niel Thompson.
Radio Barraka #2
Radio Barraka #2
RÁDIO BARRAKA é um DJ set totalmente improvisado, onde a música flui sem roteiros nem limites. Cada episódio é uma viagem sonora espontânea, que explora ritmos próximos da linha do equador, desde o continente Africano até à América Latina, das Caraíbas à Polinésia – tudo pode acontecer. Gravado numa casa circular construída à mão, o espírito da RÁDIO BARRAKA mantém-se livre e autêntico. Entra na Barraka – que até a barraka abana!
PLAYLIST RADIO BARRAKA #2
Artur Adriano – Kalunga
Dionisio Maio – Dia ja Manche
Tito Paris – Rosto Di Morena
Voto Gonçalves – Memórias de Voto Gonçalves
Wayne Gorbea’s Salsa Picante -¡Prakatún!
Afro Cuban All Stars – Distinto, Diferente
Totó La Momposina – El Pescador
Bonga – Ngana Ngonga
Justino Delgado – Markas do Tempo
Camilo Domingos – Doce Vita
Sara Tavares ft. Toty Samed – Brincar de Casamento
Novos Românticos – Mesa Posta (2025) (single)
Novos Românticos – Mesa Posta (2025) (single)
Novos Românticos apresentam “Mesa Posta”, primeiro single de avanço para o álbum de estreia
Os Novos Românticos acabam de lançar “Mesa Posta”, o primeiro single de antecipação ao seu álbum de estreia, agendado para o final de 2025. Depois dos EPs “Novos Românticos” (2023) e “Saudade Internacional” (2024), a banda dá um novo passo, reforçando o seu registo crítico e social com uma abordagem ainda mais direta e despida.
O novo tema reflete sobre a dualidade política e histórica portuguesa, numa convocação simbólica de figuras como Ramalho Eanes, Salgueiro Maia, Mário Soares e Sá Carneiro para um olhar crítico sobre os caminhos da democracia. Dividida em duas partes, “Mesa Posta” relembra, numa primeira secção, os protagonistas do 25 de Abril e do 25 de Novembro, que lutaram para que a liberdade e a democracia se consolidassem. Na segunda parte, aponta para o papel dos partidos políticos que, pelo discurso ou pela falta dele, são alegadamente cúmplices do medo e dos extremismos que voltam a ganhar força.
“A mesa foi posta quando, em abril de 1974, os militares portugueses libertaram-nos do regime, consolidando em novembro de 1975 o fim do Processo Revolucionário em Curso. E a mesa está a ficar cada vez mais deposta, quando nos esquecemos, e a cada dia que passa somos cada vez mais coniventes com quem quer destruir aquilo que outrora foi construído”, reflete David Félix, vocalista e produtor da banda.
Sem se assumir como um manifesto ideológico, o single funciona como uma chamada de atenção para os impactos dos extremos na sociedade e na política. O tema antecipa um disco que abordará questões como o pavor da guerra, a ameaça nuclear, as tensões geopolíticas e a divisão do mundo em polos opostos.
O videoclipe de “Mesa Posta” foi realizado e editado por Vítor Pinto, que assina também o design da capa. O tema será apresentado ao vivo no próximo dia 28 de março no Auditório do RCA – Radioclube Agramonte, no Porto, num concerto onde a banda estreará temas inéditos do novo álbum, além de revisitar os EPs anteriores. A mesa está posta, o single já está cá fora e o álbum foi anunciado. Os próximos capítulos serão revelados em breve.
Os Novos Românticos são David Félix (voz e produção), Emanuel Ribeiro (baixo) e Marcos Cândido (teclados). Com uma sonoridade marcada pelo pós-punk e pela influência das narrativas sociais e políticas, a banda tem vindo a consolidar a sua identidade musical e prepara-se agora para a edição do seu primeiro longa-duração.
O single “Mesa Posta” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, acompanhado pelo videoclipe oficial.
Mesa Posta
David Félix: Vocalista, letrista, produção e composição;
Em Tortura Branca, Narges Mohammadi, Prémio Nobel da Paz, revela as experiências de catorze mulheres, incluindo ela própria, nas prisões mais infames da República Islâmica do Irão. Nenhuma destas mulheres cometeu qualquer são prisioneiras de consciência ou reféns usadas como moeda de troca. Através da tortura física e psicológica, o Estado iraniano acredita que pode reabilitar as suas almas. As entrevistas recolhidas em Tortura Branca, realizadas enquanto todas as prisioneiras estavam na prisão ou a aguardar julgamento, são documentos impressionantes de humanidade, resiliência e integridade. Enquanto os iranianos continuam a lutar pelo movimento «Mulheres, Vida, Liberdade», Tortura Branca condena o regime teocrático iraniano pelos seus crimes.
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Marta Vilaça – Crenças perdidas (2025) (single)
Marta Vilaça – Crenças perdidas (2025) (single)
Marta Vilaça edita EP de estreia “Devaneios” e lança videoclipe de “Crenças perdidas”
Marta Vilaça apresenta “Devaneios”, o seu primeiro EP, um trabalho que surge da necessidade de encontrar respostas para inquietações internas e do mundo que a rodeia. A acompanhar o lançamento do EP, a artista revela também o videoclipe de “Crenças perdidas”, um tema que reflete sobre a superação dos desafios da vida e a aceitação do passado.
Com influências que percorrem o indie, folk e pop, “Devaneios” é um registo intimista e profundamente pessoal. A flautista encontrou na escrita de canções um novo caminho de expressão, permitindo-se transformar inquietações em música. “Ciente de que as respostas nunca se tornariam em soluções, procurei musicar dores, tornando-as, assim, um pouco mais leves”, explica a artista. Ao longo do EP, Marta Vilaça aborda a tentativa de não nos deixarmos corromper pelo mundo ruidoso onde vivemos e a magia que é encontrar beleza, tantas vezes ofuscada por esse mesmo ruído.
O single “Crenças perdidas”, que acompanha este lançamento, traduz essa mesma reflexão. O tema dá vida ao diálogo entre passado e presente, onde a artista adulta guia e conforta a sua versão infantil, mostrando-lhe que os medos que ainda não compreende serão superados. No videoclipe, esta narrativa ganha uma dimensão visual poderosa, com a presença de uma bailarina que representa os momentos de queda e resiliência. A dança simboliza as dificuldades enfrentadas ao longo da vida, mas também a força necessária para continuar. “O passado e as quedas foram aceites como parte do meu percurso”, afirma Marta Vilaça, reforçando a mensagem de crescimento e aceitação.
O EP é uma produção de XIBITA, produzido e misturado por Guilherme Marta, com masterização de Pedro Rafael. , e conta com a colaboração de Renato Vieira na guitarra clássica e vozes secundárias, e Sofia Pinto no violoncelo. O videoclipe, realizado por Matias Pires, conta ainda com as interpretações de Beatriz Sá (bailarina) e Maria Silva Mendes (criança).
“Devaneios” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, assim como o videoclipe de “Crenças perdidas”.
Telmo Pires – Estou Além (2025) (single)
Telmo Pires – Estou Além (2025) (single)
O tema que marcou o início da carreira de António Variações, lançado em 1982, é o terceiro e último single de Telmo Pires antes da edição do seu EP em homenagem ao icon da música portuguesa previsto para 21 de Março.
“Estou bem/ aonde não estou” – nestas palavras concentra-se o dilema central do tema: a constante insatisfação, o desejo de estar sempre noutro lugar e a busca incessante por algo indefinido.
A interpretação de Telmo Pires, com a produção de Tiago Machado, traz uma placidez que parece contrastar com a “pressa de chegar” do original.
Talvez porque ao longo dos anos vamos percebendo que a pressa raramente nos leva aos lugares desejados. A maturidade deixa-nos aceitar esta inquietação humana e faz- nos perceber que a vida é uma constante procura de significado e conexão.
A voz de Telmo, clara e brilhante, é acompanhada pela magia de José Manuel Neto na guitarra portuguesa e aproximam o universo de António Variações ao Fado de Telmo Pires.
Coffee Breakz #107 – Crooked Wing
Coffee Breakz #107 – Crooked Wing
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
7. Caroline Polachek — Spring Is Coming With a Strawberry in the Mouth
8. SZA — Joni (ft. Don Toliver)
9. Elliott Smith — Angeles
10. Roy Ayers Ubiquity — Everybody Loves the Sunshine
Malmequer – Masoquista (2025) (single)
Malmequer – Masoquista (2025) (single)
É como Margarida Carriço que se vai certamente lembrar. Estávamos em 2012, o programa Ídolos era um sucesso na televisão nacional, e os concorrentes saíam de lá como as novas estrelas do país – Margarida foi uma delas, a menina castiça do Alentejo apaixonada pelo Rock.
‘Masoquista’ é o single de estreia de Malmequer, alter ego de Margarida que nasce da sua existência entre o mágico e o sombrio. Desde muito jovem, desenvolveu uma ligação profunda com a música e a moda, duas áreas que sempre a fascinaram. Começou a aprender guitarra aos 12 anos e, pouco tempo depois, integrou uma banda de rock – de covers – como vocalista. Aos 16 anos, em 2012, participou no programa Ídolos, onde conquistou o público com a sua performance de uma canção dos Led Zeppelin. Embora tenha tirado licenciatura em Design de Moda na Faculdade de Arquitectura de Lisboa, a música nunca deixou de ocupar um lugar central na sua vida. Em 2017, uniu-se a mais cinco amigos para formar a banda Andrage, com a qual lançaram um álbum e subiram a palcos como o Musicbox, Casa Independente e o mítico Sabotage Club.
É em 2020, que Malmequer se dedica à sua carreira a solo e começa a compor em português e a explorar a criação das suas próprias músicas. Nas palavras da artista, as suas letras surgem pela necessidade de combater os seus fantasmas interiores, aliviar a dor e a frustração.
Esta primeira canção com letra de Malmequer e produção de Eduardo Espinho, aborda as relações tóxicas e a dor emocional que estas podem causar, deixando marcas profundas. Fala sobre a falácia de acreditar que a outra pessoa irá cuidar e amar da mesma forma, mesmo quando todos os sinais indicam o contrário.
A letra também reflete a dificuldade de voltar a confiar no amor, mas, ao mesmo tempo, dá-nos esperança de que este é, de facto, possível. Haverá sempre outro alguém disposto a viver e a partilhar a vida connosco.
O nome Malmequer surge pela semelhança entre esta flor e o nome de nascença da artista, Margarida, por partilharem nove letras na sua composição e pelo duplo sentido que carrega: mal me quer. Este alter ego encontra espaço para explorar e libertar fantasmas e medos interiores.
‘Masoquista’ é o primeiro lançamento da artista e já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Tomas de Papel – Casa de Alguém (2025) (single)
Tomas de Papel – Casa de Alguém (2025) (single)
O Tomás de Papel lançou em Maio o seu primeiro LP. “Desconcertante Modo de Vida” foi pensado como um ato de tragédia para compensar o facto de Tomás de Papel ser o protagonista de um corpo e consequente filme que não escolheu, o disco é um plano de fuga de si mesmo. Numa inconsequente separação deste projeto e de tudo aquilo que o artista carrega às costas. É, segundo Tomás, “o assassinato do ego que o fazia refém”.
Numa narrativa que poderia ser “inventada”, mas que reflete um projeto pelo qual o autor sonhou a vida toda, é possível contemplar poemas escritos na sua língua materna, as perguntas e resoluções, os conflitos e as paisagens de um auto-intitulado pensador que procura as respostas para ser feliz. O disco dá assim início à sua jornada a solo, assumindo o indie rock e o pop folk, como os géneros musicais que abraçam este momento decisivo para Tomás de Papel: “Há uma parte de mim em cada música, em cada palavra sentida. A guitarra é o meu corpo e a minha voz uma arma que tenciono usar para defender tudo aquilo em que acredito”, sublinha.
O disco foi referenciado no prestigiado Mindies: https://www.mindies.es/2024/05/desconcertante-modo-de-vida-la-huida-existencial-de-tomas-de-papel/ e o single Casa de Alguém escolhido para fazer parte da lista do Portugália, do Henrique Amaro: https://www.rtp.pt/play/p253/e769843/portugalia
Podem ouvir o Casa de Alguém aqui: https://www.youtube.com/watch?v=M0owghewqzQ&ab_channel=BiteRecords
Mas todo o álbum merece uma audição aqui: https://open.spotify.com/intl-pt/album/3gUti0nqJaGMSbdIa47cxt?si=auELkeJTRLKvaFW8NW7hCw
O Tomás tem feito algumas datas pelo país:
19 de Julho – Prisma – Lisboa
12 de Outubro – Punch Session #41, Titanic, Lisboa
11 de Janeiro – Socorro, Porto
1 de Fevereiro – Buraco, Ovar
15 de Fevereiro – Casa do comum, Lisboa
22 de Fevereiro – Nova Arte, Hub Criativo da Mouraria
DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #32
DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #32
JazznewbloodTAPES é um projecto de Patricia Pascal criado a partir da plataforma Jazznewblood que desde 2015 suporta e promove novos talentos do Jazz Europeu com enfase na cena Londrina/UK.
É um projecto em formato radiofónico/podcast que visa dar visibilidade a novos nomes em inicio de carreira, nova musica divulgada na cena Jazzista contemporânea e outras musica inspiradas no Jazz a surgir em UK e pelo mundo fora.
O programa é transmitido mensalmente, desde 2020, em lingua Inglesa na Radio AlHara na Palestina, na Radio Resonance em Uk, na Radio Pacoul em França e em lingua Portuguesa na Radio Nacional de Cabo Verde.
Está também disponível em streaming em todas as principais plataformas de podcasts como Apple podcasts e Amazon podcasts, etc. Destacamos o facto deste podcast ter ganho posições no Top 50 da Apple podcast charts, na categoria de Musica comentada em mais de 27 Paises. #1 Portugal, #1 Chile, #1 Bosnia and Herzegovina, #2 Antigua and Barbuda, #4 Spain, #5 Italy, #5 Cameron, #6 Mexico, #6 South Africa,#6 Vietnam, #9 Netherlands, #10 Côte d’Ivoire.
Patricia Pascal
(patriciapascal.com)
Portuguesa, de mãe Cabo Verdiana, está radicada em Londres desde 2007 e desenvolve trabalho na Industria da musica em todo o mundo desde 2001. É manager de Carmen Souza, desde o inicio da sua carreira, e de Theo Pascal para além de ser formada em Live Arts Management pela London Metropolitan University. Paralelamente á gestão da carreira de Souza e Pascal desde 2015 tem vindo a investir na sua paixão por fotografia e promoção de novos talentos através do seu projecto Jazznewblood.org.
Este projecto inclui, entre várias iniciativas, um Showcase anual parte do London Jazz Festival e uma editora digital que
lança musica gravada ao vivo por jovens talentos do Jazz em inicio de carreira.
Durante o London Jazz Festival, faz também a curadoria do Festival WledJazz focado em projectos liderados por Instrumentistas. Uma parceria com a sala Woolwich Works em Londres.
Recentemente passou também a fazer parte da equipa por trás da conceituada organização Inglesa – Tomorrow´s Warriors.
Em Portugal é co-fundadora e residente Internacional no Espaço/studio – thisissessions.com