Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Biloba – Amor em Tempos de Guerra (2025) (single)
Biloba – Amor em Tempos de Guerra (2025) (single)
BILOBA apresentam “Sala de Espera”, álbum de estreia, acompanhado pelo single e videoclipe “Amor em Tempos de Guerra”
Os BILOBA acabam de lançar “Sala de Espera”, o primeiro longa-duração da banda, um disco que reflete sobre a incerteza, o estado de alerta e a sensação de impotência que marcam o tempo presente. Juntamente com o álbum, a banda revela também o novo single “Amor em Tempos de Guerra”, um tema que se destaca pela sua dualidade entre a leveza da melodia e a urgência da sua mensagem.
Depois de “Flor de Verão”, “Se Deus Demora”, “Rei dos Animais” e “Quando For Para Ir”, os BILOBA chegam ao lançamento do álbum com um percurso marcado pela fusão entre rock alternativo, jazz e hip-hop, ancorado numa forte identidade lírica. Em “Sala de Espera”, Francisco Nogueira (voz e baixo), Nazaré da Silva (voz), Simão Bárcia (guitarra), Diogo Lourenço (guitarra e teclados) e Miguel Fernández (bateria) constroem um registo onde cada faixa funciona como um retrato de inquietações e tensões do mundo atual.
“O elo de ligação do disco é esta incerteza guardada no peito de tantos que, como eu, estão numa sala de espera, sem ideia do que lhes reserva o futuro”, explica Francisco Nogueira. A crise habitacional (“Quando For Para Ir”), o impacto ambiental (“Hoje Não é Ontem”), o consumo desenfreado (“Rei dos Animais”) e as recentes guerras (“Amor em Tempos de Guerra”) são alguns dos temas que percorrem o álbum, num exercício de reflexão sobre a realidade que nos rodeia. “Se há uma mensagem principal neste disco, é que a autoconsciência e a reflexão nos fazem reconhecer onde estamos, que prisões ou salas de espera nos encerram, e que é com essa mesma introspeção que iluminamos a porta de saída”, acrescenta o vocalista e baixista.
O novo single “Amor em Tempos de Guerra” é uma das canções mais vibrantes do repertório da banda ao vivo, destacando-se pela sua abordagem contrastante entre letra e sonoridade. “É completamente diferente de tudo o que fizemos anteriormente, mas mantém um carimbo forte de BILOBA”, diz Francisco Nogueira. Inspirado pelo filme “Melancolia”, de Lars von Trier, o tema retrata uma história de amor vivida sob a ameaça de uma guerra nuclear, misturando a tensão da letra com um groove dançante e acessível. “Apesar do derrotismo que pode parecer aparente, quis passar uma outra mensagem, tanto na letra como no balanço alegre da canção. Qualquer amor, mesmo que breve e efémero, merece ser celebrado em cada segundo que exista – e essa própria festa pode ser a melhor arma contra o fatalismo”.
A sonoridade de “Sala de Espera” reflete um percurso de descoberta e experimentação, onde os membros da banda tiveram liberdade para explorar as suas próprias contribuições musicais. “Fui percebendo que a melhor forma de trabalhar com BILOBA era colocar cada um de nós responsável pela criação da sua própria parte”, explica Francisco. “Eu trago as bases, mas o resto é concluído pela banda, permitindo que o nosso som ganhe uma identidade muito própria”.
Gravado nos Estúdios Bela Flor por Eduardo Vinhas, com captação de voz a cargo de Diogo Lourenço nos Chinfrim Estúdios, o álbum contou com mistura e masterização de Tiago de Sousa. A produção esteve a cargo de Francisco Nogueira e Diogo Lourenço, enquanto a capa e design são assinados por Joana Franco.
Os BILOBA continuam agora a apresentar “Sala de Espera” ao vivo, com concertos onde o repertório ganha novas dimensões através da improvisação e da colaboração com a artista visual Rita Caldeira. A banda irá apresentar o disco no dia 14 de março no Maus Hábitos, no Porto, e a 2 de abril no Musicbox, em Lisboa.
O álbum e o single “Amor em Tempos de Guerra” já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais, acompanhados pelo videoclipe oficial.
Chandi – Dragonfly (2025) (single)
Chandi – Dragonfly (2025) (single)
Portal – O disco de estreia de Chandi
Uma Obra Que Une Territórios e Emoções – 7 Março 2025
Após o lançamento dos aclamados singles Oxalá e Home, Chandi revela-nos Portal, o seu aguardado álbum de estreia, com edição a 7 de março de 2025. Neste trabalho, a artista multidisciplinar tece uma tapeçaria sonora que transcende fronteiras e atravessa culturas, refletindo o seu percurso enquanto artista portuguesa de raízes indianas.
Poderemos ter raízes flexíveis? (CHANDI)
Portal explora profundamente a ideia de casa como um espaço em constante transformação – um lugar interno e externo, físico e espiritual. O álbum convida a atravessar limiares sonoros que equilibram texturas orgânicas e eletrónicas, mantendo a essência de world music característica de Chandi. É uma celebração do transitar e uma imersão musical sobre as dualidades da existência.
Cada faixa de Portal é um convite único para entrar num espaço sagrado e íntimo, onde a narrativa musical desafia categorizações herméticas – pela diversidade das composições que integram este disco de estreia. Através de sonoridades assumidamente diversas e plurais, Chandi expressa-se musicalmente sobre temas como Casa, Identidade, Território e Pertença.
Enquadrado numa trajetória da artista em que o ativismo afetivo tem sido um denominador comum às suas obras, Chandi sente o seu disco Portal como uma possibilidade de integração de vários projetos autorais (como o livro O Grito da Bananeira e a performance Trânsitos); que se alinham agora numa obra discográfica e num futuro espetáculo imersivo e interativo.
Destaca-se o desejo da artista multidisciplinar por apresentar este disco em diferentes formatos: performance imersiva, concerto, tertúlia e residência, onde a urgência criativa “Afinal o que é casa? ”será um ponto fulcral do seu trabalho. A artista pretende realizar uma tour muito especial, fazendo jus à viagem que fez e continua a fazer, materializada agora num disco – o Portal.
Casa também é um verbo CHANDI
Portal afirma-se como um trabalho musical profundo, expressando a vertigem primordial que Chandi descreve como “o regresso a um lugar que eu nunca conheci”. Muito mais do que apenas um disco, Portal é uma travessia, um convite para mergulhar nas paisagens infinitas do som, imagens, palavras e sensações.
Com Portal, Chandi consolida-se como uma das vozes mais singulares da música contemporânea nacional, unindo territórios, culturas e emoções num trabalho de rara sensibilidade. Este é um convite para abrir portas e atravessar fronteiras de várias dimensões.
Portal foi co-produzido por Nilson Dourado, cantautor, produtor e director artístico, e conta com colaborações singulares de artistas como António Barbosa, António Cruz (Tó Cruz), Celina da Piedade, Francisco Gaspar, Guilherme Rodrigues, João Colaço, Mário Aphonso III e Ruca Rebordão.
E, celebrando esta viagem Chandi edita o seu disco Portal com o novo single Dragonfly em co- autoria com Ruca Rebordão na percussão. Dragonfly surge como uma canção de agradecimento aos ancestrais, às memórias e às histórias como fonte de inspiração, e é também neste reconhecimento das suas raízes que a artista se ancora para seguir a sua jornada enquanto criadora.
Memória de Elefante (17/03/25)
Memória de Elefante (17/03/25)
Memória de Elefante rubrica semanal de 17/03/25 a 23/03/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Tracklist:
01. Hozier – Like Real People Do (2014)
02. Jazz Warriors – In Reference To Our Forefathers Fathers Dreams (1987)
05. Natacha Atlas – Meetings With Reconciliation (2002)
06. Ustad Bismillah Khan – Meeting of Hearts (1996)
07. Melvin Sparks – Spark Plug (1971)
08. Mpharanyana and The Cannibals – Disco Bump (1977)
1 Álbum 100 Palavras #85: Bill Frisell – East / West (2005)
1 Álbum 100 Palavras #85: Bill Frisell – East / West (2005)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“East / West” (2005) é um álbum duplo ao vivo do guitarrista Bill Frisell, capturando sua abordagem única ao jazz, folk e experimentalismo. O disco é dividido em duas partes: “East”, gravado no Village Vanguard, em Nova York, e “West”, registrado no Yoshi’s, em Oakland. Frisell apresenta interpretações inventivas de clássicos como “I Heard It Through the Grapevine” e “Shenandoah”, além de composições autorais. Com uma sonoridade atmosférica e improvisação expressiva, ele transita entre o lirismo e a abstração. “East / West” destaca sua capacidade de reinventar melodias, criando paisagens sonoras que unem tradição e inovação com fluidez e sensibilidade.
Prazeres Interrompidos #349: Malba Tahan – O homem que sabia contar (1938)
Prazeres Interrompidos #349: Malba Tahan – O homem que sabia contar (1938)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Um humilde pastor persa do século XIII, Beremiz Samir, exímio no exercício da arte de calcular, é o protagonista deste livro. O enredo ambienta-se no exotismo do Médio Oriente, mesclando aspectos da cultura islâmica, da herança grega e de outras grandes culturas com curiosidades da matemática e reflecte com fascinante realismo o clima filosófico, religioso e social da época. No universo narrativo são integrados curiosos problemas e enigmas matemáticos e lógicos, aparentemente complicados mas sempre iluminados pela simplicidade dos raciocínios que lhes proporcionam solução, desvendados por Beremiz, o personagem com habilidade e raciocínio lógico. A acção termina com a tomada de Bagdad pelos mongóis, no ano de 1258 da nossa era, marco histórico que assinala o fim da hegemonia árabe no Médio Oriente.
O leitor aprende a matemática pela história, e a história pela matemática.
Bandua – Senhora d’Azenha (2025) (single)
Bandua – Senhora d’Azenha (2025) (single)
A Senhora d’Azenha pertence a uma tradição centenária portuguesa de Carpideiras – mulheres profissionais de luto que choravam e cantavam pelos mortos. Outrora uma atividade considerada inadequada para os homens, agora os Bandua abraçam este ritual num mundo que morre e se renova perpetuamente, honrando uma prática que permanece profundamente relevante.
BANDUA LANÇA NOVO SINGLE ‘SENHORA D’AZENHA’
O novo single dos Bandua é a sua interpretação de um antigo canto e oração que lhes foi transmitido pela cantadeira Idalina Gameiro de Penha Garcia.
Um dueto etéreo e profundamente comovente de baixo e voz, esta canção é uma interpretação de uma oração tradicional da região da Beira Baixa, que apela à Nossa Senhora da Azenha para proteger o povo e a terra de Portugal. O seu santuário, situado entre as aldeias de Monsanto e Penha Garcia, guarda os ecos de uma antiga lenda – de um pastor, de uma boneca escondida e de um carvalho que não quis revelar o seu segredo. Ainda hoje, dizem que os restos dessa mesma árvore fazem parte das paredes do altar.
Juntamente com a canção, é publicado um videoclipe fascinante, por Vincent Moon, um cineasta profundamente talentoso, explorador de som e viajante cujo trabalho captou vozes e rituais de todos os cantos do mundo. O seu olhar perspicaz transformou este momento em algo verdadeiramente especial.
E para aqueles que estão a pensar – sim, isto marca o primeiro vislumbre tão esperado segundo álbum dos Bandua, que chegará no final deste ano. Até lá, mais música surgirá, tecendo o caminho para o seu lançamento.
Ficha técnica do single e do vídeo SENHORA D’AZENHA
Música de Bandua Tempura & Edgar Valente
Letra de canção popular “Senhora d’Azenha” interpretada por Bandua Produção/Mixagem por Bernardo d’Addario
Masterização por Mike Simões
Vídeo de Vincent Moon (Petites Planètes)
Filmado no Palácio do Grilo, Lisboa
Fotografia promocional: Tomás Antunes Capa do Single: Vincent Moon
SolNaMente – Sonhei (2025) (single)
SolNaMente – Sonhei (2025) (single)
“Sonhei” é um tema calmo e nostálgico que nos faz viajar através das várias melodias de guitarra e elementos ambientais, que ao desenvolver-se vai ganhando força levando-nos a uma catarse emocional.
É sobre sonhar que alguém muito importante para nós ainda está nas nossas vidas.
Escrito e interpretado por SolNaMente, produzido por TALVS, mix e master por José Diogo Neves.
É uma Cantautora de 20 anos, do distrito de Leiria que, desde pequena traz consigo o amor pela música. O seu interesse ampliou quando lhe foi oferecida uma guitarra clássica e começou a estudar música como autodidata. Desde então o amor pela arte só aumentou. O Nome artístico surge da necessidade de ser luz (Sol) na escuridão, e ter uma mente livre de preocupações desnecessárias.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #207
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #207
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Billy Hart → Naaj
John Patitucci → Think Fast
Renè Rosnes → Frevo
Artemis → Footprints
Sullivan Fortner → Tres Palabras
Duduca de Fonseca → Navegar
Fats Waller → Jitterbug Waltz
Fats Waller → Ain’t Misbehavin’
Bria Skonberg → Petite Fleur
Buster Poindexter → Bad Boy
Catman Plays The Blues #165
Catman Plays The Blues #165
Apresentamos esta semana uma obra de um obscuro músico americano que vale a pena descobrir.Espaço ainda para conhecermos os nomeados para melhor disco de Blues acústico do ano passado na opinião da Blues Foundation em mais uma categoria dos Blues Music Awards.
Nayr Faquirá – On & On (2025) (single)
Nayr Faquirá – On & On (2025) (single)
Nayr Faquirá apresenta “On & On”, o primeiro single de avanço para o seu aguardado álbum de estreia, “Entrelinhas”. A cantora, produtora e compositora luso-moçambicana de 26 anos dá assim o primeiro passo para um trabalho que considera ser o mais pessoal e autêntico da sua carreira, onde explora a sua identidade artística e as vivências que a moldaram.
Com uma sonoridade que cruza influências do rnb/hip-hop e soul, “On & On” reflete um ciclo contínuo de desafios e obstáculos que Nayr, tal como muitas mulheres na indústria da música, enfrenta. A letra expõe a luta pela afirmação num meio onde a voz feminina nem sempre tem espaço para ser ouvida sem julgamentos ou conotações externas. “Com este tema de apresentação do meu projeto mais vulnerável até à data, falo do proveito que tiram de mim e da coragem que tenho e terei de ter em, finalmente, independentemente do que vier, não me calar mais nem fugir de mim e da minha essência”, afirma a artista.
“Entrelinhas”, que será editado nos próximos meses, é descrito por Nayr Faquirá como um manifesto, um espaço onde pode expressar-se com total liberdade. Ao longo de 14 faixas, a artista mergulha nas suas experiências enquanto mulher na indústria da música, dando voz a histórias que tantas vezes ficam por contar. “Finalmente sinto que estou pronta para me afirmar enquanto artista a solo”, revela, sublinhando a importância deste momento de transformação na sua trajetória.
Nayr Faquirá tem vindo a consolidar um percurso sólido na música ao longo da última década. Com dois EPs editados e colaborações com nomes como Selma Uamusse, Valete, Ivandro, Deezy e Garry, tem explorado diversas sonoridades e cimentado o seu espaço na cena musical lusófona. Um dos momentos marcantes da sua carreira foi a criação do genérico da série Morangos com Açúcar, com o tema “Quem Tu És”, que a projetou para o reconhecimento do grande público.
Com “On & On”, Nayr Faquirá dá início a um novo capítulo, antecipando um álbum que promete trazer uma narrativa íntima e real sobre a sua experiência na indústria da música e na sociedade. O single e o videoclipe que o acompanha já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.
African Roots #70
African Roots #70
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Séga Sidibé – Fin Sang
2 – Miriam Makeba – Xica Da Silva
3 – Kwi Bamba & L’orchestre de Gama Berema – Pele Ka Noua
4 – Mpharanyana and The Peddlers – Freak Out with Botsotso