Trovador Urbano #46

Trovador Urbano #46

Autor:

David Calderon

(episódio de 15 de Abril) 

Trovador Urbano

Presentador:  David Calderón

Inicio emisiones:  Año 1994

Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)

Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am

Tipo: Directo

Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!

Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com

País: Madrid (España)

TGZ – Long Shape (Gazpa Remix) (2025) (single)

TGZ – Long Shape (Gazpa Remix) (2025) (single) 

Após o sucesso do EP 2 Years (O Sótão Records, 2023), Tiago Fonseca se consolidou como um produtor e DJ promissor, baseado entre Lisboa e Porto. Com uma série de atuações nos melhores clubes do país, ele também faz a transição de Tiago A.F. para TGZ (pronunciado Tigz), como seu novo nome artístico, para o que está por vir. Long Shape, o seu mais recente projeto, é o primeiro lançamento em vinil da O Sótão e o primeiro a ser entregue com padrões elevados de profissionalismo. Aprendendo o ofício, os processos, os prazos, os custos, e celebrando os 10 anos de existência da O Sótão, é um ótimo momento para ir mais a fundo.

No verão, Tiago me enviou uma playlist cheia de projetos inacabados para uma segunda opinião. A ideia para um novo disco surgiu dali, e a partir desse conjunto escolhemos uma seleção que acabou fazendo muito sentido para nós. Procurávamos uma profundidade úmida e aquecimentos eternos, puxando o fader lentamente. Um convite para sair das nossas cápsulas mentais e desviar a atenção para uma linha de baixo sedutora, pendurada em um sonho. Progressividade e jazz. Longas formas e melodias na última fronteira entre a nostalgia e a esperança.

Para ajudar, convidamos Miguel Tenreiro (a.k.a. Gazpa) para masterizar as faixas, e ele deu uma energia extra deliciosa nos belos elementos originais. Miguel também pegou a faixa título para um remix, quebrando o tempo com um final hip-hop-eletrônico, salpicado por um solo de guitarra de Zé Nuno – outro grande músico que vem do bar do Mr. Bean, onde mantivemos uma residência no último ano.

Long Shape foi lançado no dia 21 de março. Os vinis podem demorar um pouco mais para ficar disponíveis. Será um momento marcante para nós, sendo o trabalho mais completo de Tiago até hoje, e uma representação mais fiel das suas influências musicais ricas, expandindo isso para outro nível, como estamos falando. Também são 10 anos da O Sótão, então, tem isso também. Para resumir, estou muito feliz que Long Shape soa exatamente onde gostaríamos de estar depois de todo esse tempo, com uma imagem rápida de um arranha-céu iluminado à noite cortando umas pedras, sendo derramado em um copo de whiskey, enquanto as pessoas aquecem para um sonho.

Redoma – Santos da minha mente (2025) (single)

Redoma – Santos da minha mente (2025) (single)

redoma lançam “santos da minha mente”, single que dá nome ao novo álbum

Última amostra do álbum de estreia, que chega a 28 de março

redoma pedem “uma desilusão do dia” e sai mais um “santo”. A antecipação ao álbum de estreia serve-se por último com a sua faixa-homónima, “santos da minha mente”.

Ao terceiro single, que se segue aos temas “2572” e “lugar.”, a dupla portuense formada por Carolina Viana (MALVA) e Joana Rodrigues dá o mote para o álbum num tom que revela a monotonia do quotidiano e um estado emocional de desorientação. Em movimentos circulares, pensamento a pensamento, a personagem oscila entre a resistência e a resignação, entre o desejo de se agarrar a algo e a aceitação de que talvez não haja realmente uma saída.

Este último single de antecipação ao disco está disponível em todas as plataformas digitais. Foi escrito por Carolina Viana e a produção ficou a cargo de Joana Rodrigues.

O álbum de estreia, “santos da minha mente”, sai a 28 de março e no bandcamp da editora Biruta Records já é possível fazer a pré-encomenda do álbum nos formatos digital e físico (CD e Cassete), além de consultar a capa e a tracklist.

No próximo mês, as redoma começam a apresentar ao vivo o seu novo disco. O primeiro concerto acontece no dia 17 de abril, no Maus Hábitos, no Porto, com as atuações de abertura de Balu e Alice (os bilhetes já se encontram disponíveis). Em seguida, a banda sobe ao palco da BOTA, em Lisboa, no dia 16 de maio. Mais datas serão anunciadas em breve.

Memória de Elefante (14/04/25)

Memória de Elefante (14/04/25)

Memória de Elefante rubrica semanal de 14/04/25 a 20/04/25
Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Tracklist:

  1. Cal Tjader – Tanya (1965)
  2. Chris Stapleton – South Dakota (2023)
  3. Herbie Mann – New Orleans (1969)
  4. Nick Drake – Fly (1971)
  5. The Mahavishnu Orchestra – Meeting Of The Spirits (1971)
  6. Johnny Cash & June Carter Cash – If I Were a Carpenter (1970)
  7. Funkadelic – Nappy Dugout (1973)
  8. Tito Puente – Pa Lante (1970)

1 Álbum 100 Palavras #89: Herbie Mann – Memphis Underground (1969)

1 Álbum 100 Palavras #89: Herbie Mann – Memphis Underground (1969)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“Memphis Underground” (1969) é um dos álbuns mais icônicos do flautista Herbie Mann, fundindo jazz, blues, rock e soul com uma sonoridade inovadora. Gravado em Memphis com músicos como Larry Coryell (guitarra), Roy Ayers(vibrafone) e membros do American Sound Studio, o disco tem uma pegada groove intensa. Faixas como “Memphis Underground” e “Hold On, I’m Comin'” destacam a fusão entre improvisação jazzística e ritmos do sul dos EUA. O álbum influenciou o jazz fusion e a cena acid jazz, sendo um dos primeiros a explorar a flauta em um contexto mais funk e psicodélico, tornando-se um clássico do gênero.

Boa escuta!

Prazeres Interrompidos #357: Maurice Nadeau – História do Surrealismo (1945)

Prazeres Interrompidos #357: Maurice Nadeau – História do Surrealismo (1945)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Catarina Guinot – Orações (2025) (single)

Catarina Guinot – Orações (2025) (single)

O tema coescrito com INÊS APENAS e produção de NED FLANGER é o segundo avanço do EP de estreia da artista, que será editado este ano

A cantora e compositora Catarina Guinot edita ‘Orações’, o segundo single do seu percurso discográfico. Com letra e música da autoria da artista e de INÊS APENAS, a canção pop representa a superação do desamor sob a ótica do empoderamento e da libertação, traduzindo-se numa métrica acelerada e visceral, em sintonia com a urgência emocional do tema. 

“Se o single anterior, ‘Metade de Mim’, abordava a valorização pessoal e a leveza de seguir em frente, esta faixa transporta-nos para o momento definitivo da rutura, quando não há mais volta a dar e a única saída possível é terminar. O título tem um duplo sentido: inicialmente remete para as orações gramaticais da língua portuguesa e, à medida que a canção se desenrola, para o apelo quase religioso de quem deseja que a relação funcione, mesmo quando não há entidade que a possa salvar”, conta Catarina Guinot. 

Segundo a cantora, ‘Orações’ começou de forma espontânea: “peguei no dictafone e gravei as palavras que precisavam de sair de mim naquele momento”. Juntou-se depois à compositora INÊS APENAS, também pianista neste tema, para o finalizar e confessa que “a genialidade musical e talento da INÊS APENAS foram fatores chave para que esta canção ficasse exatamente como eu a imaginava. Numa única sessão criámos uma demo super completa. A secção final de som disruptivo é obra da genialidade do NED FLANGER como produtor”, conta ainda Catarina Guinot, que acrescenta que “esta música ganha agora vida para todos os que precisam de ouvir esta mensagem de força para a libertação do que não nos faz bem, quando não há volta a dar”.

Realizado por Camilla Ciardi, o videoclipe de ‘Orações’ dá continuidade à narrativa visual de ‘Metade de Mim’. No final do vídeo do single anterior Catarina Guinot surge com um vestido branco e uma corda à cintura, que simbolizam que, apesar da aparente liberdade, ainda há amarras invisíveis. Já o videoclipe de ‘Orações’ começa exatamente nesse ponto, com a cantora a romper a corda num gesto de libertação definitiva. Desenvolvido pela artista em parceria com a realizadora, o conceito visual para a canção é inspirado na mitologia grega, com Catarina Guinot a assumir o papel de várias deusas.

Catarina Guinot – Orações

Letra e Música: Catarina Guinot e INÊS APENAS

Produção: NED FLANGER

Piano: INÊS APENAS

Mistura e masterização: Michael “Mic” Ferreira

Composto, produzido e gravado na Great Dane Studios

Fotografia: Ricky Creative

Design e Artwork: Marta Viegas

Tomás Rocha e Carolina de Deus – Feitos de Carne e Osso (2025) (single)

Tomás Rocha e Carolina de Deus – Feitos de Carne e Osso (2025) (single) 

TOMÁS ROCHA LANÇA SINGLE DE ESTREIA EM DUETO COM CAROLINA DE DEUS

‘Feitos de Carne e Osso’ é uma canção que espelha a intimidade e a vulnerabilidade humana e tem letra e música da autoria do cantor e compositor

Tomás Rocha acaba de editar o primeiro single ‘Feitos de Carne e Osso’, dueto com Carolina de Deus, já disponível em todas as plataformas digitais. Com letra e música da autoria do cantor e compositor, a canção apresenta uma sonoridade pop e reflete a ligação física entre duas pessoas, focada na vulnerabilidade ligada a esse “jogo”.

“Este tema nasceu da vontade de explorar a sensualidade de forma elegante. Liricamente, procurei equilibrar provocação e subtileza, criando um jogo de desejo e intimidade que se foca no toque e na conexão física. Com um ritmo envolvente, a música transmite a tensão e a entrega do momento. A repetição do verso “feitos de carne e osso” reforça a vulnerabilidade inerente à natureza humana, destacando o desejo como uma expressão genuína e crua da nossa essência”, afirma Tomás Rocha.

O músico revela que o tema que marca o início do seu percurso discográfico “representa de forma autêntica a minha identidade artística e a maneira como quero apresentar-me no panorama musical. É envolvente sem ser demasiado melancólico e cativante sem perder a atmosfera íntima. Era importante começar com uma canção que refletisse esse equilíbrio e criasse a atmosfera certa para abrir este capítulo da minha carreira”.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #211

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #211

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Furio Di Castri → The Bass and His Double

Emanuele Cisi → Pharoah’s message

Milos Colovic → Shapeshifter

Michel Portal & Bojan ZulfiKarpasic → Mozambique

Les McCann → Burnin’ Coal

Mose Allison → Your Mind Is On Vacation

Billie Holiday → I’ll Be Seeing You

McCoy Tyner feat Michael Brecker → Flying High

John Coltrane → Russian Lullaby

Anita O’Day → You Are My Sunshine

Catman Plays The Blues #169

Catman Plays The Blues #169

Escutamos esta semana o novo trabalho do guitarrista Seth Walker e redescobrimos o disco que maior satisfação terá proporcionado ao lendário Johnny Winter.

Mantū – Deixa de ser criança (2025) (single)

Mantū – Deixa de ser criança (2025) (single) 

mantū acaba de editar o single de estreia ‘deixa de ser criança’, já disponível em todas as plataformas digitais. Depois de se tornar conhecido do grande público como finalista no The Voice Portugal em 2023, na equipa de Sónia Tavares, Manuel Antunes revela agora a sua nova identidade artística. Com letra e música da autoria do próprio, a sonoridade deste primeiro tema é crua, nostálgica, melancólica e marcada pela simplicidade melódica do piano e do violoncelo.

Nas palavras de mantū, ‘deixa de ser criança’ “retrata o sentimento de enevoamento das memórias de uma criança que se perdeu por entre as dores de se tornar adulto. Este tema intensifica a presença de um “eu” adulto angustiado e consumido pela vontade de reavivar a felicidade do seu “eu” criança, tendo plena consciência da impossibilidade desse desejo. Sempre tive alguma dificuldade em escrever canções na minha própria língua, sobretudo pela sua sonoridade, mas esta acabou por ser bastante rápida de escrever e a letra surgiu de forma bastante intuitiva”.

mantū confessa ainda que “a escolha de ‘deixa de ser criança’ como rampa de lançamento artístico deve-se muito ao facto de ser a primeira música que escrevi com o sentimento certo, no momento certo e que rapidamente percebi que era algo que gostaria de eternizar. Não olho para ela com o receio de ‘será esta a canção certa?’ porque para mim é a que mais importa neste início’”.

Samuel Mor – Nova Iorque (2025) (single)

Samuel Mor – Nova Iorque (2025) (single) 

Samuel Mor, nome artístico de Samuel Moreira, é um cantor e compositor natural do Grande Porto, que se destaca no panorama indie Pop português. Estreou-se em 2017 com o single “Broken Heart” e, desde então, tem explorado uma sonoridade versátil, combinando elementos de pop e eletrónica com letras introspectivas e emocionais.

Com vários singles lançados, incluindo “labirinto” e “espaço”, samuel afirma-se como uma das vozes emergentes, capaz de transformar vivências pessoais em música autêntica e cativante.