Orpheyi – Venus Grotto (2025) (single)

Orpheyi – Venus Grotto (2025) (single)

Homeostasis – Listen to Orpheyi’s debut EP

Orpheyi’s debut EP, Homeostasis , is now available on all streaming platforms, with production, composition, and lyrics by Orpheyi.

Homeostasis is an EP that explores contrasts: tenderness and intensity, distance and closeness, vulnerability and anger, the conscious and the unconscious coexist and interact, weaving a network of emotional and sonic oppositions. Themes of mortality, fear, and the queer experience run throughout, with the acceptance of vulnerability serving as the core connective thread.

Partly inspired by space, nature, and biology, Homeostasis touches on the concept of homeostasis—a biological mechanism essential for survival, without which death occurs. Gradually, the EP shifts from the distant to the familiar, from space to Earth, turning its gaze toward the human experience and drawing inspiration from the coldness and detachment of these realms.

Sonically, the EP moves from dystopian electronic atmospheres to warmer, earthy soundscapes, blending experimental electronic music and avant-pop, with ambient and deconstructed elements. Starting with more experimental structures and unintelligible, fragmented lyrics, it evolves into more structured forms, where these contrasts begin to merge. The interplay between intense electronic soundscapes and calm, almost acoustic moments creates a sense of constant flux.

The EP was mixed by Tom Wright and mastered by Native Outsider (Arkadii Lenov). For the artwork, Orpheyi collaborated with Super G (George Ouzounis). The 3D scan for the artwork took place at Studio π56 in Athens. Orpheyi wears Povvuk.

Bio

Orpheyi is an artist and music producer from Athens, now based in London, where he studies Popular Music at Goldsmiths, University of London. Blending experimental electronic sounds with avant-pop, Orpheyi released his debut EP, Homeostasis, on November 22, 2024.

Will’s Helm – Bones (2025) (single)

Will’s Helm – Bones (2025) (single) 

Para Guilherme Sequeira, o poder emocional de uma letra, aliada a um conjunto de notas (des)organizadas é mágico… transcendente até… Will’s Helm é o nome do seu projeto de música original.

 A 14 de Novembro de 2024 lançou o seu primeiro EP the BEST you’ve ever FELT, seguido de Bones  a 14 de Janeiro. Prepara agora o lançamento do seu primeiro álbum Will’s Helm para dia 14 de Março:

Contando com temas que fizeram parte dos primeiros dois EPs e com música que passa por muitos géneros – singer-songwriter, musica folk, indie rock, alt. dos 90s/00s, noise e ambient – o tema central do álbum é o luto, as suas manifestações no dia a dia e como tentamos navegá-las.

Linktree: https://linktr.ee/wills_helm_

Steve Roach – Empetus (1986)

Steve Roach – Empetus (1986)

Memória de Elefante 16/02/25

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #203

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #203

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Jason Palmer → Do You Know Who You Are? (A line for Dr. Cornel West)

Ambrose Akinmusire → Bloomed (the ongoing processional of nighas in hoodies)

Carl Allen → Parker’s Mood 

Thad Jones, Frank Wess, Teddy Charles, Mal Waldron, Doug Watkins, Elvin Jones → Embraceable You

Miles Davis → In Your Own Sweet Way  

Ike Quebec → A Light Reprieve

Eric Dolphy → Straight Up and Down

Giovanni Falzone → Suite for Bird – 2 – Anthropology

Fred Hersch & Esperanza Spalding → A Wish

Catman Plays The Blues #161

Catman Plays The Blues #161

Esta semana debruçamo-nos sobre o Villa Sessions Festival de Blues de Vila do Conde que está aí à porta e divulgamos mais uma categoria dos Blues Music Awards, no caso Best emerging artista álbum.

David Brown: Santana – Santana III (1971)

David Brown: Santana – Santana III (1971)

Memória de Elefante 15/02/25

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Paulo To – Ajuste De Contas (2025) (single)

Paulo To – Ajuste De Contas (2025) (single) 

Como um encontro entre Brasil e Portugal, a canção Ajuste de Contas, de Fausto Bordalo Dias, de 1975, é agora revisitada pelo brasileiro Paulo Tó, com participação do pernambucano Siba, um dos nomes mais distintos a levar adiante a cultura popular brasileira atualmente. Na releitura, o ritmo português transforma-se em um frevo (estilo musical com origem no estado de Pernambuco), cantado com sotaque brasileiro. O tema  faz parte do disco a ser editado, Cantos da Revolução (ybmusic), que presta homenagem às canções de protesto que marcaram o período de luta contra a ditadura em Portugal, entre 1926 e 1974. Oiça aqui. 

“Essa música do Fausto tem uma rítmica muito interessante que vem da maneira como a letra é articulada. Isso acabou por conduzir o nosso arranjo para um frevo. Foi aí que surgiu a ideia de convidar o Siba para cantar comigo – um dos grandes compositores brasileiros da atualidade”, conta Paulo Tó. “Além disso, é uma canção escrita dentro do processo revolucionário, que poderia até ser taxada como ‘panfletária’. E, de facto, ela tem um tom didático, mas que justifica-se dentro do processo de luta social. A música é construída por Fausto de maneira brilhante, com inovação formal e muita qualidade poética e musical”, continua.

Antes de Ajuste de Contas, a primeira versão a apresentar o álbum foi Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, de José Mário Branco. A ideia para o projeto surgiu durante uma temporada em que Paulo Tó viveu em Portugal. No país, o artista conheceu o repertório que integra o disco a partir de indicações de amigos. “Na época tive o privilégio de conhecer pessoalmente dois grandes compositores portugueses desta safra: José Mário Branco e Fausto Bordalo Dias, com quem me encontrei algumas vezes e estabeleci mais contacto”, divide. O álbum terá participações de Thiago França, Jéssica Areias, Cauê Silva, Eugénia Melo e Castro, Arthur de Faria, além de Siba.

A capa desenvolvida por Roberto Zink foi criada à mão a partir de imagens históricas, com caneta esferográfica em papel. A técnica e o resultado remetem à anotações em caderno e rascunhos, à simplicidade do dia-a-dia e à “pessoalidade” do fazer.

Lhobo – Bagagem (2025) (single)

Lhobo – Bagagem (2025) (single) 

LHOBO

Single  “Bagagem” já disponível nas plataformas digitais

Depois de “Túnel” editado em outubro de 2024, os Lhobo abrem a cortina a 2025 com novo lançamento – “Bagagem” – que antecede o EP de estreia que a banda pretende lançar ainda no primeiro semestre do novo ano.

“Bagagem” é quiçá o tema mais abrangente (no sentido comercial do termo) da banda, banhado por melodias Beatlianas e com uma sonoridade universal, mas ainda assim intemporal que nos remete para os singles das décadas de 60 e 70, mas embrulhado numa produção muito contemporânea. Produção a cargo de Bruno Xisto mais uma vez, com coprodução de Tiago Candeias e gravado nos Blacksheep Studios em Sintra.

Os Lhobo voltam a colocar a tónica no rock mainstream, pretendendo afirmar-se como banda sonora quotidiana na vida de quem os ouve, tema a tema…

African Roots #67

African Roots #67

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – Sorko – Ben Kôrô

2 – Ayom – Es̩u

3 – Gnonnas Pedro & His Dadjes Band – Azo Nkplon Doun Nde

4 – Jacqueline Fortes – Dialogue

5 – Milk and Coffee – Onarinà (Na Ri Na)

6 – Cabo Verde Novo – Moreninha

7 – Marcos – Saudade

8 – Mpharanyana & The Peddlers – Kgale Ke Hlopheha

9 – Nahawa Doumbia – Demisen Kulu

10 – Lucas Niggli – Kalo-Yel

11 – Damily – Havandra

12 – Elisio Gomes & Joachim Varela – Chuma Lopes

13 – Kofi Ayivor – A Song For You (Ayawa)

Merl Saunders And Aunt Monk – You Can Leave Your Hat On (1976)

Merl Saunders And Aunt Monk – You Can Leave Your Hat On (1976)

Memória de Elefante 14/02/25

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Damani Van Dunem – Liberdade Liberdade (2025) (single)

Damani Van Dunem – Liberdade Liberdade (2025) (single)

O rapper angolano reafirma o seu lugar no panorama musical lusófono em nova fase da sua carreira.

O talentoso rapper angolano Damani Van Dunem apresenta o seu mais recente single, “Liberdade, Liberdade”, uma obra que simboliza uma nova fase na sua carreira musical e conta com as colaboração de Walter Nascimento e Elzo Sénior, na produção. Este lançamento assinala um marco importante para Damani, que busca consolidar ainda mais a sua presença tanto no mercado musical angolano como no português.

“Liberdade, Liberdade” é uma faixa que traduz uma poderosa mensagem de emancipação pessoal e coletiva, invocando a busca constante pela liberdade em suas diversas formas — social e, sobretudo, emocional. Com a inconfundível voz de Walter Nascimento, que traz uma sensibilidade única ao refrão, e a produção envolvente e meticulosa de Elzo Sénior, a canção mistura habilmente o rap com elementos da música urbana, criando uma ponte entre diferentes mundos sonoros e culturais.

Damani Van Dunem, já conhecido pela sua trajetória consistente e pelas letras profundas que abordam questões sociais e pessoais, considera este single uma reafirmação da sua missão artística: O single já está disponível em todas as plataformas digitais e conta com um videoclip que já estreou no Youtube e promete ser um tema forte na playlist dos amantes da música lusófona.

A aposta de Damani é clara: criar pontes entre culturas, sensibilidades e públicos, utilizando a sua voz como instrumento de expressão e, acima de tudo, de liberdade.

Liberdade “é um tributo ao poder transformador da música e à capacidade que ela tem de inspirar mudança e reflexão.”

Biloba – Quando For Para Ir (2025) (single)

Biloba – Quando For Para Ir (2025) (single) 

BILOBA lançam “Quando For Para Ir”, novo single em antecipação ao álbum de estreia

Os BILOBA apresentam “Quando For Para Ir”, o quarto single de avanço para o álbum de estreia, “Sala de Espera”, com lançamento previsto para março. Depois de temas como “Flor de Verão”, “Se Deus Demora” e “Rei dos Animais”, a banda lisboeta continua a explorar o cruzamento entre rock alternativo, jazz e hip-hop, sempre ancorado numa forte componente autoral e lírica.  

“Quando For Para Ir” nasce da necessidade de expressar uma inquietação coletiva. Francisco Nogueira, baixista e vocalista da banda, compôs o tema num momento de incerteza, traduzindo o sentimento de muitos que se veem impossibilitados de alcançar independência financeira e estabilidade no seu próprio país. O dilema entre partir e ficar, o peso da crise na habitação e a sensação de desenraizamento percorrem a canção, que se assume como um desabafo geracional.  

“Rapidamente percebi que as pessoas à minha volta se relacionavam com esta letra. Apesar de a ter escrito, a canção não era minha – era um desabafo de imensos que não encontram um lugar para viver aqui. Quer seja pela crise da habitação ou por outros desencontros, seja consigo próprios ou com os outros.”, explica o autor do tema.  

Com uma melodia envolvente e um refrão que ecoa a saudade de um futuro incerto, a canção reflete um sentimento tão português quanto universal: o de ter de partir para poder construir algo, mesmo contra a vontade de abandonar o que nos é familiar.  

“Quando For Para Ir também me parece algo muito português: o saber que ‘o que tem de ser feito deve ser feito’, mesmo quando se resiste ao que parece inevitável. Este meio estado, esta queixa, é algo bastante nosso.”, acrescenta Francisco Nogueira.  

Produzida por Francisco Nogueira e Diogo Lourenço, a canção foi gravada nos Estúdios Bela Flor por Eduardo Vinhas, com mistura e masterização de Tiago de Sousa. Além da voz e baixo de Francisco Nogueira, os BILOBA são formados por Nazaré da Silva (voz), Simão Bárcia (guitarra), Diogo Lourenço (guitarra) e Miguel Fernández (bateria).  

O single já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, acompanhado por um videoclipe que traduz em imagens o dilema da partida e a sensação de deslocação.  

Os BILOBA continuam, assim, a antecipar o seu primeiro álbum, “Sala de Espera”, um disco que promete explorar as incertezas e contradições da vida contemporânea.

FICHA TÉCNICA / BILOBA / QUANDO FOR PARA IR

Composição: Francisco Nogueira

Letra: Francisco Nogueira

Gravação: Eduardo Vinhas, Estúdio Bela Flor

Mistura e Masterização: Tiago de Sousa

Produção musical: Francisco Nogueira e Diogo Lourenço

Francisco Nogueira – Baixo e Voz

Nazaré da Silva – Voz

Simão Bárcia – Guitarra

Diogo Lourenço – Guitarra

Miguel Fernandez – Bateria