1 Álbum 100 Palavras #80: Khruangbin – A La Sala (2024)

1 Álbum 100 Palavras #80: Khruangbin – A La Sala (2024)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“”A La Sala”, lançado em 2024, é o quarto álbum de estúdio do trio americano Khruangbin. O título, que significa “Para a Sala” em espanhol, remete à infância da baixista Laura Lee, que usava a expressão para reunir a família na sala de estar. Este trabalho marca um retorno às raízes do grupo, apresentando uma sonoridade mais introspectiva e minimalista. Faixas como “Fifteen Fifty-Three” e “May Ninth” destacam-se pela fusão de psicodelia, funk e influências globais. O álbum foi bem recebido pela crítica, alcançando a 38ª posição na Billboard 200, rendendo ao grupo uma indicação ao Grammy de Artista Revelação.”

Boa escuta!

Prazeres Interrompidos #339: Carlos Fiolhais – Biblioteca Joanina (2013)

Prazeres Interrompidos #339: Carlos Fiolhais – Biblioteca Joanina (2013)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Este livro conta a história da Biblioteca Joanina, começando pelo porquê da sua construção, explicitando os detalhes relacionados, como a decoração e a sua simbologia, e concluindo com a sua função inerente e de que forma esta se enquadrava na Universidade.

Após a leitura da obra, o leitor tornar-se-á um melhor conhecedor da Biblioteca Joanina devido à vastidão de legendas, com diversos pormenores salientados que poderiam escapar a uma observação menos atenta. Os conteúdos são claros e objetivos, permitindo ao leitor deter mais conhecimento e possuir uma maior compreensão deste património português.

Baco – Complicado (feat Josias) (2025) (single)

Baco – Complicado (feat Josias) (2025) (single) Id

“Complicado” é o single de estreia do compositor e multi-instrumentista Baco.
Baco, que já colaborou com X-Tense, Mike El Nite, Slow J, xtinto, Cláudia Pascoal, entre outros artistas, desvenda o seu single: “Complicado”. Trata-se do ponto de partida da nova aventura do artista, em que finalmente dá a cara e a voz pela sua arte.
“Complicado é uma música que provoca dança e calma ao mesmo tempo e que, apesar do nome, descomplica o que é complicado”, conta o músico.
Cada nota denota o talento de Baco para provocar uma viagem musical pelo pop português, com uma sonoridade que tem a capacidade camaleónica de nos fazer viajar pelos anos 80 e, ao mesmo tempo, refletir o melhor da emergência da nova geração da música pop em Portugal.
A participação de Josias, companheiro de longa data, é também um passaporte em tom de convite para novas sensações. O artista torna a música ainda mais rica e fluída na sua contemporaneidade. Um reforçar da diversidade vocal que Baco promete trazer para os seus próximos projetos.
Baco apresentará este e alguns dos próximos temas já no dia 07 de Fevereiro no Musicbox Lisboa.

O videoclipe, conta com a produção executiva da tuff, a realização de Henrique Rocha e João Moura de Paiva, edição e cor de Henrique Rocha, maquilhagem de Vitória Raminhos, styling de Lucas Luz, consultoria de imagem de Pedro Rocha e apoio de Francisco Santos e Tomás Sampaio. Foi gravado no emblemático espaço underground português NAV, no Campo Pequeno.

Baco, ou Rodrigo Dionísio, cresceu num ambiente musical e tem formação em piano, guitarra, bateria e baixo. Formado em Sound Design, trabalhou como técnico de som durante seis anos, enquanto aprimorava as suas capacidades como produtor. Em 2020, foi descoberto por X-Tense, com quem trabalhou em estúdio e acompanhou em digressão durante dois anos, experiência que cimentou o seu talento e versatilidade.
Em 2025, inicia o seu projeto a solo, focado em géneros que vão do pop, R&B e hip-hop às sonoridades eletrónicas. Apaixonado pela inovação e pela exploração, Baco apresenta-se como uma das promessas mais interessantes da nova música portuguesa.

Chick Corea – The Mad Hatter (1978)

Chick Corea – The Mad Hatter (1978)

Memória de Elefante 09/02/25

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #202

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #202

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Branford Marsalis →  Spiral Dance

Arturo O’Farrill & The Afro Latin Jazz Orchestra → Blue Palestine Part Two

Patricia Brennan → Los Otros Yo

Jimmy Giuffre → Squirrels

Bill Evans → The Two Lonely People

John Coltrane →  Miles’ Mode

McCoy Tyner → The Wanderer

King Oliver’s Creole Jazz Band → Dippermouth blues  

Betty Carter → The Surrey with the Fringe on Top

Catman Plays The Blues #160

Catman Plays The Blues #160

Continuamos esta semana a divulgação dos nomeados dos Blues Music Awards de 2025, seleccionados pela Blues Foundation, com as categorias Acoustic Blues Artist e Band of the year.

Manifesto Sonoro #58

Manifesto Sonoro #58

MANIFESTO SONORO escolheu os melhores trabalhos da nova música nacional de 2024.

Este é o segundo de dois episódios com a lista dos mais relevantes e criativos álbuns deste ano, das edições mais independentes da musica feita em Portugal ou em língua portuguesa.

Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de música nacional ou em língua portuguesa, com a realização de Carlos Ramos Cleto e a produção de Nuno Duarte.

Os manifestantes desta semana foram:

Sweet Nico – Panda Heart

Mão Morta – Viva La Muerte!

Memória de Peixe – Good Morning

Quase Nicolau – Primeiro Amor

Márcia – Manhã Bela

Mia Tomé – Pudesse eu Infinita Cavalgar

Pedro da Linha · The Legendary Tigerman · Lucy Val – Aqui se faz, aqui se paga

Frankie Chavez – Jogo do Empurra

Mão Morta – Deus Pátria Autoridade

Mão Morta – Ressentidos e Ressabiados

Ligados às Máquinas – Acordar p’ra vida

Paul Weller, Beautify Junkyards – Sister Moon

BADBADNOTGOOD & Tim Bernades – Poeira Cosmica

Ena Pá 2000 – bahum

Adolfo Fito De La Parra: Canned Heat – Boogie With Canned Heat (1968)

Adolfo Fito De La Parra: Canned Heat – Boogie With Canned Heat (1968)

Memória de Elefante 07/02/25

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Carmen Souza – Cais D’port Inglês (2025) (single)

Carmen Souza – Cais D’port Inglês (feat. Joao Oliveira, Theo Pas’cal & Elias Kacomanolis) (2025) (single)

Digressão:

7 Fevereiro, 21h30 – Festival Microsons, Grândola

8 Fevereiro – Auditório Carlos do Carmo, Lagoa

15 Fevereiro – Centro de Artes e Espetáculo, Portalegre

10 Maio, 21h30 – Cine-Teatro Louletano | Concerto de apresentação do Festival MED

Carmen Souza apresenta em Portugal no dia 31 de Janeiro o seu novo disco, “Port’ Inglês”, onde conta as histórias esquecidas das marcas deixadas na cultura Cabo-Verdiana, pela presença Britânica em Cabo Verde. Neste disco, o Jazz na música e voz de Carmen Souza representa uma linguagem de liberdade que é significativa para todas as culturas, combinando na perfeição com músicas e ritmos tradicionais como Funana, Contradança, Morna ou Mazurca. Para esta rica tapeçaria musical contribuíram um grupo de talentosos músicos de origem Lusófona e Britânica. 

“Port’ Inglês” já foi lançado em alguns países, em Setembro de 2024, e tem conquistado algumas tabelas de música: #5 no World Music Charts Europe; Top 40 dos Melhores Álbuns do Ano 2024 – World Music Charts Europe; #2 na LIMúR: Raiz Iberian Roots Music Chart / Lista Ibérica de Músicas de Raíz; #27 na Transglobal World Music Chart. A crítica tem-se rendido também ao novo disco (ver alguns exemplos em baixo). No início deste ano foi anunciado que o disco está nomeado para os German Record Critics Awards na categoria de Best World Music Album.

Depois de residir em Londres durante 16 anos, Souza usa a sua música para mergulhar nas ligações inesperadas entre a sua terra ancestral, Cabo Verde, e o Reino Unido, país que tem alimentado a sua criatividade. Inspirada na sua tese de mestrado sobre a presença Britânica em Cabo Verde, Carmen Souza embarcou numa viagem profundamente pessoal e musicalmente enriquecedora, elaborando uma colecção de canções originais profundamente enraizadas no espírito das ilhas. Reconta as histórias dos encontros destas duas culturas e o seu impacto duradouro em Cabo Verde após séculos de presença Inglesa. Esta viagem é uma prova da sua paixão e dedicação à sua arte, convidando o público a partilhar a sua exploração musical. 

“Depois da vasta pesquisa que fiz para a minha tese de mestrado era impossível não expressar as minhas descobertas através da minha música. Imediatamente senti-me inspirada para compor/escrever estas canções que personificam este período histórico. O álbum investiga temas de identidade cultural, resistência, colonialismo e descolonização destacando a ligação entre Cabo Verde e o Reino Unido. A inspiração veio de contos populares, contos do mar e até mesmo da música folclórica Britânica.” 

Tal como as pessoas que habitam as ilhas, a música de Cabo Verde é de origem cultural mestiça. Carmen Souza e Theo Pascal, há mais de duas décadas, que arriscam com o seu som único, usando o Jazz para criar uma nova sonoridade musical Crioula com o seu ADN Lusófono/Cabo Verdiano. A voz de Carmen Souza apresenta uma variedade de registos texturizados que exploram as subtilezas da sua capacidade expressiva. 

Neste disco contam com os músicos Deschanel Gordon (UK), Diogo Santos (PT), João Oliveira (Angola) no piano. Na bateria, dois Londrinos de origem Lusófona – Elias Kacomanolis (Moçambique/UK) e Zoe Pascal (PT/UK ). No trompete, Mark Kavuma (Uk) e Gareth Lockrane na flauta (UK). Theo Pascal no baixo e contrabaixo, Carmen Souza também no piano e violão. 

Em Fevereiro Carmen Souza e Theo Pascal iniciam uma digressão que vai passar por Grândola, Lagoa, Portalegre, Loulé, e outras localidades a anunciar.

CRÉDITOS:

Musica de Theo Pascal & Letras de Carmen Souza

Produção & arranjos de Theo Pascal

Co-produção de Carmen Souza

Produção executiva de Patricia Pascal

Gravação, Misturas e Masterização de Theo Pascal

no SESSIONS STUDIO em Lisboa

& SESSIONS MOBILE STUDIO em Londres.

thisissessions.com @thisissessions

Featuring

(Moçambique) Elias Kacomanolis_Baterias– todas as tracks excepto tracks 2 & 8

(PT) Diogo Santos_Piano – Track 1, 7

(Angola) João Oliveira_Piano – Track 3

UK) Deschanel Gordon_Piano – Track 4, 6

(PT/UK) Zoe Pascal_Bateria– Track 2

(UK) Mark Kavuma_Trumpete – Track 2

(UK) Gareth Lockrane-Flautas_ – Track 5

Nuno Bracourt – Sabe Sempre Tão Bem (2025) (single)

Nuno Bracourt – Sabe Sempre Tão Bem (2025) (single) Id

Depois do single de estreia ‘Madalena’, lançado em 2024, Nuno Bracourt apresenta o seu segundo single ‘Sabe Sempre Tão Bem’. 

Dentro do estilo que nos apresentou, Indie Pop alternativo, ‘Sabe Sempre Tão Bem’ retrata a ilusão das reconciliações improváveis que lançam o amor próprio numa viagem de sentimentos ambíguos, desde a apatia, à esperança e ao desejo de libertação.

Licenciado em songwriting em Manchester, integrou a antiga formação da banda inglesa Everything, Is, na qual compunha e tocava sintetizadores. 

Foi na cidade de Manchester, onde estudou e viveu vários anos, que iniciou o seu percurso musical através do Indie Eletronic Pop, e onde editou as suas primeiras 3 canções, em banda. Com Wearing Velvet (agora Everything, Is), chegou a abrir concertos para artistas como Los Bitchos, Nile Marr e Drug Store Romeos.

Agora em Lisboa, o artista e compositor de raízes algarvias, inspirado pelos Beatles desde criança, começa a criar a sua carreira a solo e é junto de João Só que faz acontecer estas canções. Primeiro ‘Madalena’, agora ‘Sabe Sempre Tão Bem’, ambas farão parte de um EP de estreia a sair em breve.

Este novo single fala sobre uma personagem cujas relações românticas parecem encaminhar-se para um impasse do qual se tenta libertar. Nessa relação há tentativas sucessivas de reatar algo que está em crise e que as mesmas tentativas acabam por levar à exaustão. “Compus a música ao piano e procurei com os restantes instrumentos reforçar os vários estados de humor, por vezes contraditórios, que tento exprimir ao longo da canção.” acrescenta Nuno Bracourt.

Com letra do artista e produção de João Só, este novo single envolve a sonoridade vintage num indie-pop-rock atual já característico de Nuno Bracourt. Está neste momento disponível em todas as plataformas digitais. 

King Curtis & The Kingpins – King Size Soul (1967)

King Curtis & The Kingpins – King Size Soul (1967)

Memória de Elefante 07/02/25

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

c-mm – Podre! (2025) (single)

c-mm – Podre! (2025) (single)

c-mm edita a 24 de Janeiro o EP de estreia Dar a volta.

c-mm são um quarteto da periferia Lisboeta. Gui, Matilde, João e Diogo partem da exploração musical do nervosismo e da memória, para os diversos territórios daquilo que acham bonito e notável, sob a forma de músicas diretas e intensas, escrevendo cartas de amor a sítios, velhos amigos e parapeitos de onde, por vezes, todos nos vemos pendurados. Juntam-se no início do verão de 2023, inicialmente como trio, tomam a forma definitiva de quarteto ainda no final desse mesmo verão. Assim, continuando a composição sob forma de adaptação de improvisos espontâneos (vocais e instrumentais), surgem as ideias iniciais que compõem este EP de estreia. Em Março de 2024 editam de uma forma caseira dois singles soltos Zé Gato/Chão Molhado, gravados no frio de Novembro de ‘23, numa garagem algures em Mem Martins.

Volvidos sete meses, entre muitos ensaios e alguns concertos na região de Lisboa, regressam a estúdio, agora no calor tardio de Setembro de 2024, para gravar Dar a volta, EP de 4 músicas que, traçando esta curta evolução, revelam um amadurecimento e aperfeiçoamento na composição e modo de operarem os quatro, em músicas mais concretas e definidas. Gravado entre três dias por André Isidro, no seu estúdio nos Olivais, o trabalho conta com a mistura e masterização de Tomé Silva. Estes esforços traduzem-se em 12 minutos e meio de música nos quais c-mm dizem o que têm a dizer, sobre os outros e sobretudo sobre si, sendo o único objetivo definido a priori, a entrega de um testemunho fiel à realidade interior de c-mm.

Dar a volta estará disponível a 24 de Janeiro com selo do coletivo/label GRAVV. e terá edição física de 25 cópias em CD.