“Du ta morrê” [Nós morremos] é um lugar austero, um lugar de dúvida, de dívida,
de lamento e reflexão, pautado em tempos de locomoção abrasiva.
Este é o primeiro single que antecede o próximo álbum “Griots i Riots “, com o seu lançamento já previsto para o primeiro semestre de 2025.
“Du ta morrê” é um tema produzido, escrito e composto por Marcus Veiga, gravação/mistura/masterização no Recordie e fotografia fotografia de José Mendes.
African Roots #66
African Roots #66
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Jean Marie Bolangassa – Rikikida
2 – Burkina Azza – Oua Siniwè
3 – Minguito – Pensando Conforme O Tempo
4 – Nana Adomako Nyamekye – Dea Oni Awuo
5 – Mulemena Boys – Ichiyeyeye
6 – Nicholas Zakaria & Khiama Boys – Ndingapaite Sei
7 – The Ogyatanaa Show Band – Disco Africa
8 – The Four Brothers – Makorokoto
9 – Kady Diarra – Sou
10 – Gabriela Mendes – Ceu Di São Tomé
11 – Witch – You Are My Sunshine
12 – Leonard Dembo & The Barura Express – Musingure
13 – Mendes & Mendes – Mas Di Qui Sabe
14 – Tunji Oyelana – Omoba D’eru Ri
John Lydon: Public Image Ltd – The Greatest Hits, So Far (1990)
John Lydon: Public Image Ltd – The Greatest Hits, So Far (1990)
Memória de Elefante 31/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Chandi – Home (2025) (single)
Chandi – Home (2025) (single)
“Home”: A viagem musical de Chandi entre as suas raízes portuguesas e indianas
Após a edição do primeiro single “Oxalá” com a participação da cantora Celina da Piedade, a artista multidisciplinar Chandi marca o início de 2025 com o lançamento do segundo single “Home”, disponível em todas as plataformas digitais a partir de 31 de Janeiro.
“Home” é uma canção da autoria de Chandi onde estão espelhadas as suas raízes indianas, ao qual o público terá acesso no final deste mês.
Distinto de “Oxalá”, este novo single “Home” destaca-se por sonoridades que equilibram complexidade e simplicidade numa mesma composição, refletindo a essência da world music com nuances modernas e experimentais, numa fusão envolvente, que antecipa o lançamento do seu álbum de estreia, “Portal”. Em “Home” a transição entre texturas acústicas e eletrônicas, explorando a busca pelo lar, identidade, território e pertença, são evidentes e transmitem temas recorrentes na obra da artista.
Inspirada por artistas como Nitin Sawhney, Nessi Gomes, Anoushka Shankar, Aline Frazão, Silvana Estrada e Richard Bona, “Home” combina influências da world music e folk contemporâneo, criando uma experiência imersiva para ouvintes que se identificam com a sensação de trânsito e descoberta. A música conta ainda com as colaborações especiais de António Cruz (TC), nas vozes (coros), e Mário Aphonso III, na flauta Bansuri, acrescentando camadas únicas à sonoridade orgânica e transcultural criada em “Home”.
Para Chandi, a busca pela corporificação do conceito de lar é como a artista diz “uma vertigem primordial: o regresso a um lugar, que sinto saudades e que eu ainda não conheci”.
Mais do que um espaço físico, lar revela-se para a cantautora como um estado de presença, em constante transformação. O corpo ocupa um papel essencial neste processo de pesquisa, sendo um veículo para habitar, alquimizar e ressignificar as sensações contraditórias e paradoxais da existência.
Les Chants du Crépuscule #5: Les musiques Alpines d’Europe centrale avec Yannick Wey
Les Chants du Crépuscule #5: Les musiques Alpines d’Europe centrale avec Yannick Wey
Portrait de l’ethnomusicologue suisse Yannick Wey
Le lundi 30 janvier, Les Chants du Crépuscule accueillent Yannick Wey. Ce chercheur suisse est professeur de musique, et spécialiste des musiques Alpines. Et c’est depuis Lucerne qu’il accepte de faire cette émission. Polyglotte, à la hauteur de quatre ou cinq langues, Yannick nous dévoile, en français, son histoire avec les musiques Alpines. Mais, avant tout, est-ce que Yannick Wey pourrait nous expliquer en quelques mots en quoi consiste la (ou « les ») musiques alpines ?
Le lundi 30 janvier 2023 sur Radio Campus Paris (93.9 FM), et disponible en podcast dès le lendemain.
Steve Marriott: Humble Pie – As Safe As Yesterday Is (1969)
Steve Marriott: Humble Pie – As Safe As Yesterday Is (1969)
Memória de Elefante 30/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Prazeres Interrompidos #336: Deodato Rodrigues – Antes que a Cidade Morra (2024)
Prazeres Interrompidos #336: Deodato Rodrigues – Antes que a Cidade Morra (2024)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Ao longo das primeiras sete décadas do século XX, personagens ficcionadas e outras de vida real testemunham a extinção definitiva da matriz original do Funchal, a primeira cidade construída pelos portugueses no Atlântico.
A vida de Pedro Damião traduz a existência agreste e penosa da generalidade dos madeirenses ao longo desse período, como se fosse maldição viver na ilha adorada pelas elites locais, nacionais e estrangeiras, e por todos quantos a visitavam…
Lilboy Bruce feat. Apollo G – Macumba (2025) (single)
Lilboy Bruce feat. Apollo G – Macumba (2025) (single)
LilBoy Bruce acaba de lançar o primeiro feat do ano, no final do mesmo, ‘Macumba’ com o rapper Apollo G. 2024 fica marcado, na carreira do artista pelos lançamentos ‘PROCESSO’ e ‘CRIMINAL BODY’ onde aborda a intimidade física e o prazer ‘fatal’. O artista encerra o ano com um lançamento há muito esperado, a colaboração com Apollo G.
Apollo G é um rapper português de origens Guineense e Cabo Verdiana que emerge na cena musical portuguesa com um estilo irreverente, uma voz significativa na comunidade lusófona que aborda as suas raízes africanas. Dentro dos vários sucessos, destacam-se ‘Decha Mundo Roda 3’ que acumula mais de 3 milhões de visualizações no YouTube e ‘Cabeça Cheia’ com Plutónio.
Até este ano, Lil Boy Bruce já nos tinha apresentado o seu EP de estreia ‘Black Mind’ e mais de 10 singles originais, como Zoom, Julieta e EX.
Esta ‘Macumba’ não é de todo negativa na carreira dos artistas, mas aborda exatamente esse termo e a conotação pejorativa que o acompanha, desafiando estereótipos e preconceitos enraizados. O novo single de Bruce surge como uma resposta às críticas injustas enfrentadas por artistas africanos que, após atingirem o sucesso e não só, são frequentemente acusados de terem apenas “sorte” ou de recorrerem a “macumbas” para alcançar o que vão conquistando.
‘Macumba’ é um hino de resistência e valorização do trabalho árduo, da força e da persistência que estão por detrás de cada sucesso alcançado nas carreiras de ambos os artistas. É a união dessa força, da defesa do sacríficio. Com versos impactantes, como o refrão de LilBoy Bruce – “Hora ki n’consegue co fala cuma I sorte, I ka sorte” –, a música reflete a trajetória dos artistas, desafiando o público a percepcionar o que realmente constrói o ‘sucesso’: talento, dedicação e sacrifício.
Cantada em crioulo, a música reforça as raízes culturais dos artistas, que traz também influências da Guiné-Bissau e de Cabo Verde. Esta colaboração entre LilBoy Bruce e Apollo G ultrapassa a música criada a dois, culminando numa ponte que une e fortalece as conexões entre os dois povos. “É só uma família, um sonho e um povo”.
A produção de ‘Macumba’ ficou a cargo de VMBEATZ, como aconteceu nos singles anteriores de LilBoy Bruce. A mistura e masterização foram realizadas por Mixedbyfinesse.
Este single surge também com um videoclipe, com lançamento previsto para 29 de dezembro, com direção e conceito visual de John Bravo. Glaze assina a produção do vídeo, a realização ficou a cargo de Sérgio Carmona e a fotografia de cena por Fieldproject. Toda a produção executiva do vídeo e da canção ficam a cargo de Maktub Art Group.
‘Macumba’ é mais do que uma canção: é um manifesto cultural, uma celebração do esforço e da identidade africana, e um convite ao público para reconhecer e valorizar os artistas desde o início. Encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
Coffee Breakz #101 – The Bad Fire
Coffee Breakz #101 – The Bad Fire
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Mogwai
1.1 Hi Chaos
1.2 Lion Rumpus
1.3 God Gets You Back
2. Chester Watson — Glimpses of God (prod. Elaquent)
3. JPEGMafia — Protect the Cross
4. Limp Bizkit — Nookie
5. Musical Youth — Pass the Dutchie
6. Classik & Awon — Out of My Mind
7. De La Soul — Bigger (ft. Choklate)
8. Count Bass D — Crayons
9. 44th Move — The Move (ft. Quelle Chris)
10. Sumac & Moor Mother — Scene 1
11. Mão Morta — A Liberdade
Jonny Lang – Turn Around (2006)
Jonny Lang – Turn Around (2006)
Memória de Elefante 29/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Ivo Lucas Ft Noninho Navarro – Custa Aceitar (2025) (single)
Ivo Lucas Ft Noninho Navarro – Custa Aceitar (2025) (single)
Depois de vencer o prémio de canção do ano com ‘Onde Vais’ de Bárbara Bandeira e Carminho, vencer o Globo de Ouro de artista revelação, e após single de colaboração com os Azeitonas no início do ano, Ivo Lucas lança novo single, desta vez com Noninho Navarro.
O autor de sucessos como ‘Amor Desleixado’ e ‘Senhora de Si’ em colaboração com Carolina Deslandes, junta-se agora a Noninho Navarro em ‘Custa Aceitar’, num Pop Latino com lufadas de tradicional e palmas, onde se funde a bagagem musical de Ivo com a tradição de Noninho.
É assumidamente uma canção para dançar ao ritmo desta fusão de vozes dos artistas, que casam na perfeição.
Noninho Navarro traz na voz as suas raízes ciganas e sentimentos profundos, “sem preconceitos, sem cores, sem etnias”, assim como influências musicais próprias das mais jovens gerações, onde o amor e os desamores continuam a ser a inspiração maior do jovem cantor romântico.
“O tema ‘Custa Aceitar’ nasce com base nas minhas influências musicais de infância. Cresci a ouvir Gipsy Kings em casa dos meus pais, e sempre fui contagiado pela energia das guitarras, palmas, e a forma como as letras são interpretadas. Quando mostrei a ideia do refrão ao Phelipe Ferreira, o meu braço direito na composição, foi-me sugerido conhecer um pouco mais o trabalho do Noninho Navarro pois poderia ser a junção perfeita. E assim foi. Conheci o trabalho do Noninho, e rapidamente me rendi à sua interpretação e musicalidade.” afirma Ivo Lucas.
É impossível ficar indiferente à sonoridade criada pelos artistas e compositores desta canção – é, certamente, a banda sonora perfeita para qualquer momento de festa. Apesar de transmitir uma letra poderosa e profunda, a música convida-nos a dançar “a dor de aceitar que a vida muda” ao som de uma envolvente junção de esperança e ritmos viciantes.
“É que eu sofro tanto com as Voltas que a vida nos deu
E só peço a Deus que este amor Não me torne ateu
Sou dor e tristeza que espera”
Esta nova canção conta com um videoclipe refrescante, de cores quentes e vibrantes, onde se comprova a boa energia criada nesta fusão de musicalidade, tradição e arte. O tema já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Robert Wyatt: The Soft Machine – The Soft Machine (1968)
Robert Wyatt: The Soft Machine – The Soft Machine (1968)
Memória de Elefante 28/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.