Novos Românticos apresentam “Mesa Posta”, primeiro single de avanço para o álbum de estreia
Os Novos Românticos acabam de lançar “Mesa Posta”, o primeiro single de antecipação ao seu álbum de estreia, agendado para o final de 2025. Depois dos EPs “Novos Românticos” (2023) e “Saudade Internacional” (2024), a banda dá um novo passo, reforçando o seu registo crítico e social com uma abordagem ainda mais direta e despida.
O novo tema reflete sobre a dualidade política e histórica portuguesa, numa convocação simbólica de figuras como Ramalho Eanes, Salgueiro Maia, Mário Soares e Sá Carneiro para um olhar crítico sobre os caminhos da democracia. Dividida em duas partes, “Mesa Posta” relembra, numa primeira secção, os protagonistas do 25 de Abril e do 25 de Novembro, que lutaram para que a liberdade e a democracia se consolidassem. Na segunda parte, aponta para o papel dos partidos políticos que, pelo discurso ou pela falta dele, são alegadamente cúmplices do medo e dos extremismos que voltam a ganhar força.
“A mesa foi posta quando, em abril de 1974, os militares portugueses libertaram-nos do regime, consolidando em novembro de 1975 o fim do Processo Revolucionário em Curso. E a mesa está a ficar cada vez mais deposta, quando nos esquecemos, e a cada dia que passa somos cada vez mais coniventes com quem quer destruir aquilo que outrora foi construído”, reflete David Félix, vocalista e produtor da banda.
Sem se assumir como um manifesto ideológico, o single funciona como uma chamada de atenção para os impactos dos extremos na sociedade e na política. O tema antecipa um disco que abordará questões como o pavor da guerra, a ameaça nuclear, as tensões geopolíticas e a divisão do mundo em polos opostos.
O videoclipe de “Mesa Posta” foi realizado e editado por Vítor Pinto, que assina também o design da capa. O tema será apresentado ao vivo no próximo dia 28 de março no Auditório do RCA – Radioclube Agramonte, no Porto, num concerto onde a banda estreará temas inéditos do novo álbum, além de revisitar os EPs anteriores. A mesa está posta, o single já está cá fora e o álbum foi anunciado. Os próximos capítulos serão revelados em breve.
Os Novos Românticos são David Félix (voz e produção), Emanuel Ribeiro (baixo) e Marcos Cândido (teclados). Com uma sonoridade marcada pelo pós-punk e pela influência das narrativas sociais e políticas, a banda tem vindo a consolidar a sua identidade musical e prepara-se agora para a edição do seu primeiro longa-duração.
O single “Mesa Posta” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, acompanhado pelo videoclipe oficial.
Mesa Posta
David Félix: Vocalista, letrista, produção e composição;
Em Tortura Branca, Narges Mohammadi, Prémio Nobel da Paz, revela as experiências de catorze mulheres, incluindo ela própria, nas prisões mais infames da República Islâmica do Irão. Nenhuma destas mulheres cometeu qualquer são prisioneiras de consciência ou reféns usadas como moeda de troca. Através da tortura física e psicológica, o Estado iraniano acredita que pode reabilitar as suas almas. As entrevistas recolhidas em Tortura Branca, realizadas enquanto todas as prisioneiras estavam na prisão ou a aguardar julgamento, são documentos impressionantes de humanidade, resiliência e integridade. Enquanto os iranianos continuam a lutar pelo movimento «Mulheres, Vida, Liberdade», Tortura Branca condena o regime teocrático iraniano pelos seus crimes.
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Marta Vilaça – Crenças perdidas (2025) (single)
Marta Vilaça – Crenças perdidas (2025) (single)
Marta Vilaça edita EP de estreia “Devaneios” e lança videoclipe de “Crenças perdidas”
Marta Vilaça apresenta “Devaneios”, o seu primeiro EP, um trabalho que surge da necessidade de encontrar respostas para inquietações internas e do mundo que a rodeia. A acompanhar o lançamento do EP, a artista revela também o videoclipe de “Crenças perdidas”, um tema que reflete sobre a superação dos desafios da vida e a aceitação do passado.
Com influências que percorrem o indie, folk e pop, “Devaneios” é um registo intimista e profundamente pessoal. A flautista encontrou na escrita de canções um novo caminho de expressão, permitindo-se transformar inquietações em música. “Ciente de que as respostas nunca se tornariam em soluções, procurei musicar dores, tornando-as, assim, um pouco mais leves”, explica a artista. Ao longo do EP, Marta Vilaça aborda a tentativa de não nos deixarmos corromper pelo mundo ruidoso onde vivemos e a magia que é encontrar beleza, tantas vezes ofuscada por esse mesmo ruído.
O single “Crenças perdidas”, que acompanha este lançamento, traduz essa mesma reflexão. O tema dá vida ao diálogo entre passado e presente, onde a artista adulta guia e conforta a sua versão infantil, mostrando-lhe que os medos que ainda não compreende serão superados. No videoclipe, esta narrativa ganha uma dimensão visual poderosa, com a presença de uma bailarina que representa os momentos de queda e resiliência. A dança simboliza as dificuldades enfrentadas ao longo da vida, mas também a força necessária para continuar. “O passado e as quedas foram aceites como parte do meu percurso”, afirma Marta Vilaça, reforçando a mensagem de crescimento e aceitação.
O EP é uma produção de XIBITA, produzido e misturado por Guilherme Marta, com masterização de Pedro Rafael. , e conta com a colaboração de Renato Vieira na guitarra clássica e vozes secundárias, e Sofia Pinto no violoncelo. O videoclipe, realizado por Matias Pires, conta ainda com as interpretações de Beatriz Sá (bailarina) e Maria Silva Mendes (criança).
“Devaneios” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, assim como o videoclipe de “Crenças perdidas”.
Telmo Pires – Estou Além (2025) (single)
Telmo Pires – Estou Além (2025) (single)
O tema que marcou o início da carreira de António Variações, lançado em 1982, é o terceiro e último single de Telmo Pires antes da edição do seu EP em homenagem ao icon da música portuguesa previsto para 21 de Março.
“Estou bem/ aonde não estou” – nestas palavras concentra-se o dilema central do tema: a constante insatisfação, o desejo de estar sempre noutro lugar e a busca incessante por algo indefinido.
A interpretação de Telmo Pires, com a produção de Tiago Machado, traz uma placidez que parece contrastar com a “pressa de chegar” do original.
Talvez porque ao longo dos anos vamos percebendo que a pressa raramente nos leva aos lugares desejados. A maturidade deixa-nos aceitar esta inquietação humana e faz- nos perceber que a vida é uma constante procura de significado e conexão.
A voz de Telmo, clara e brilhante, é acompanhada pela magia de José Manuel Neto na guitarra portuguesa e aproximam o universo de António Variações ao Fado de Telmo Pires.
Coffee Breakz #107 – Crooked Wing
Coffee Breakz #107 – Crooked Wing
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
7. Caroline Polachek — Spring Is Coming With a Strawberry in the Mouth
8. SZA — Joni (ft. Don Toliver)
9. Elliott Smith — Angeles
10. Roy Ayers Ubiquity — Everybody Loves the Sunshine
Malmequer – Masoquista (2025) (single)
Malmequer – Masoquista (2025) (single)
É como Margarida Carriço que se vai certamente lembrar. Estávamos em 2012, o programa Ídolos era um sucesso na televisão nacional, e os concorrentes saíam de lá como as novas estrelas do país – Margarida foi uma delas, a menina castiça do Alentejo apaixonada pelo Rock.
‘Masoquista’ é o single de estreia de Malmequer, alter ego de Margarida que nasce da sua existência entre o mágico e o sombrio. Desde muito jovem, desenvolveu uma ligação profunda com a música e a moda, duas áreas que sempre a fascinaram. Começou a aprender guitarra aos 12 anos e, pouco tempo depois, integrou uma banda de rock – de covers – como vocalista. Aos 16 anos, em 2012, participou no programa Ídolos, onde conquistou o público com a sua performance de uma canção dos Led Zeppelin. Embora tenha tirado licenciatura em Design de Moda na Faculdade de Arquitectura de Lisboa, a música nunca deixou de ocupar um lugar central na sua vida. Em 2017, uniu-se a mais cinco amigos para formar a banda Andrage, com a qual lançaram um álbum e subiram a palcos como o Musicbox, Casa Independente e o mítico Sabotage Club.
É em 2020, que Malmequer se dedica à sua carreira a solo e começa a compor em português e a explorar a criação das suas próprias músicas. Nas palavras da artista, as suas letras surgem pela necessidade de combater os seus fantasmas interiores, aliviar a dor e a frustração.
Esta primeira canção com letra de Malmequer e produção de Eduardo Espinho, aborda as relações tóxicas e a dor emocional que estas podem causar, deixando marcas profundas. Fala sobre a falácia de acreditar que a outra pessoa irá cuidar e amar da mesma forma, mesmo quando todos os sinais indicam o contrário.
A letra também reflete a dificuldade de voltar a confiar no amor, mas, ao mesmo tempo, dá-nos esperança de que este é, de facto, possível. Haverá sempre outro alguém disposto a viver e a partilhar a vida connosco.
O nome Malmequer surge pela semelhança entre esta flor e o nome de nascença da artista, Margarida, por partilharem nove letras na sua composição e pelo duplo sentido que carrega: mal me quer. Este alter ego encontra espaço para explorar e libertar fantasmas e medos interiores.
‘Masoquista’ é o primeiro lançamento da artista e já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Tomas de Papel – Casa de Alguém (2025) (single)
Tomas de Papel – Casa de Alguém (2025) (single)
O Tomás de Papel lançou em Maio o seu primeiro LP. “Desconcertante Modo de Vida” foi pensado como um ato de tragédia para compensar o facto de Tomás de Papel ser o protagonista de um corpo e consequente filme que não escolheu, o disco é um plano de fuga de si mesmo. Numa inconsequente separação deste projeto e de tudo aquilo que o artista carrega às costas. É, segundo Tomás, “o assassinato do ego que o fazia refém”.
Numa narrativa que poderia ser “inventada”, mas que reflete um projeto pelo qual o autor sonhou a vida toda, é possível contemplar poemas escritos na sua língua materna, as perguntas e resoluções, os conflitos e as paisagens de um auto-intitulado pensador que procura as respostas para ser feliz. O disco dá assim início à sua jornada a solo, assumindo o indie rock e o pop folk, como os géneros musicais que abraçam este momento decisivo para Tomás de Papel: “Há uma parte de mim em cada música, em cada palavra sentida. A guitarra é o meu corpo e a minha voz uma arma que tenciono usar para defender tudo aquilo em que acredito”, sublinha.
O disco foi referenciado no prestigiado Mindies: https://www.mindies.es/2024/05/desconcertante-modo-de-vida-la-huida-existencial-de-tomas-de-papel/ e o single Casa de Alguém escolhido para fazer parte da lista do Portugália, do Henrique Amaro: https://www.rtp.pt/play/p253/e769843/portugalia
Podem ouvir o Casa de Alguém aqui: https://www.youtube.com/watch?v=M0owghewqzQ&ab_channel=BiteRecords
Mas todo o álbum merece uma audição aqui: https://open.spotify.com/intl-pt/album/3gUti0nqJaGMSbdIa47cxt?si=auELkeJTRLKvaFW8NW7hCw
O Tomás tem feito algumas datas pelo país:
19 de Julho – Prisma – Lisboa
12 de Outubro – Punch Session #41, Titanic, Lisboa
11 de Janeiro – Socorro, Porto
1 de Fevereiro – Buraco, Ovar
15 de Fevereiro – Casa do comum, Lisboa
22 de Fevereiro – Nova Arte, Hub Criativo da Mouraria
DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #32
DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #32
JazznewbloodTAPES é um projecto de Patricia Pascal criado a partir da plataforma Jazznewblood que desde 2015 suporta e promove novos talentos do Jazz Europeu com enfase na cena Londrina/UK.
É um projecto em formato radiofónico/podcast que visa dar visibilidade a novos nomes em inicio de carreira, nova musica divulgada na cena Jazzista contemporânea e outras musica inspiradas no Jazz a surgir em UK e pelo mundo fora.
O programa é transmitido mensalmente, desde 2020, em lingua Inglesa na Radio AlHara na Palestina, na Radio Resonance em Uk, na Radio Pacoul em França e em lingua Portuguesa na Radio Nacional de Cabo Verde.
Está também disponível em streaming em todas as principais plataformas de podcasts como Apple podcasts e Amazon podcasts, etc. Destacamos o facto deste podcast ter ganho posições no Top 50 da Apple podcast charts, na categoria de Musica comentada em mais de 27 Paises. #1 Portugal, #1 Chile, #1 Bosnia and Herzegovina, #2 Antigua and Barbuda, #4 Spain, #5 Italy, #5 Cameron, #6 Mexico, #6 South Africa,#6 Vietnam, #9 Netherlands, #10 Côte d’Ivoire.
Patricia Pascal
(patriciapascal.com)
Portuguesa, de mãe Cabo Verdiana, está radicada em Londres desde 2007 e desenvolve trabalho na Industria da musica em todo o mundo desde 2001. É manager de Carmen Souza, desde o inicio da sua carreira, e de Theo Pascal para além de ser formada em Live Arts Management pela London Metropolitan University. Paralelamente á gestão da carreira de Souza e Pascal desde 2015 tem vindo a investir na sua paixão por fotografia e promoção de novos talentos através do seu projecto Jazznewblood.org.
Este projecto inclui, entre várias iniciativas, um Showcase anual parte do London Jazz Festival e uma editora digital que
lança musica gravada ao vivo por jovens talentos do Jazz em inicio de carreira.
Durante o London Jazz Festival, faz também a curadoria do Festival WledJazz focado em projectos liderados por Instrumentistas. Uma parceria com a sala Woolwich Works em Londres.
Recentemente passou também a fazer parte da equipa por trás da conceituada organização Inglesa – Tomorrow´s Warriors.
Em Portugal é co-fundadora e residente Internacional no Espaço/studio – thisissessions.com
Links:
Jazznewblood.org/jazznewbloodtapes
Patriciapascal.com
Trovador Urbano #42
Trovador Urbano #42
Autor:
David Calderon
(episódio de 18 de Marzo)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Biloba – Amor em Tempos de Guerra (2025) (single)
Biloba – Amor em Tempos de Guerra (2025) (single)
BILOBA apresentam “Sala de Espera”, álbum de estreia, acompanhado pelo single e videoclipe “Amor em Tempos de Guerra”
Os BILOBA acabam de lançar “Sala de Espera”, o primeiro longa-duração da banda, um disco que reflete sobre a incerteza, o estado de alerta e a sensação de impotência que marcam o tempo presente. Juntamente com o álbum, a banda revela também o novo single “Amor em Tempos de Guerra”, um tema que se destaca pela sua dualidade entre a leveza da melodia e a urgência da sua mensagem.
Depois de “Flor de Verão”, “Se Deus Demora”, “Rei dos Animais” e “Quando For Para Ir”, os BILOBA chegam ao lançamento do álbum com um percurso marcado pela fusão entre rock alternativo, jazz e hip-hop, ancorado numa forte identidade lírica. Em “Sala de Espera”, Francisco Nogueira (voz e baixo), Nazaré da Silva (voz), Simão Bárcia (guitarra), Diogo Lourenço (guitarra e teclados) e Miguel Fernández (bateria) constroem um registo onde cada faixa funciona como um retrato de inquietações e tensões do mundo atual.
“O elo de ligação do disco é esta incerteza guardada no peito de tantos que, como eu, estão numa sala de espera, sem ideia do que lhes reserva o futuro”, explica Francisco Nogueira. A crise habitacional (“Quando For Para Ir”), o impacto ambiental (“Hoje Não é Ontem”), o consumo desenfreado (“Rei dos Animais”) e as recentes guerras (“Amor em Tempos de Guerra”) são alguns dos temas que percorrem o álbum, num exercício de reflexão sobre a realidade que nos rodeia. “Se há uma mensagem principal neste disco, é que a autoconsciência e a reflexão nos fazem reconhecer onde estamos, que prisões ou salas de espera nos encerram, e que é com essa mesma introspeção que iluminamos a porta de saída”, acrescenta o vocalista e baixista.
O novo single “Amor em Tempos de Guerra” é uma das canções mais vibrantes do repertório da banda ao vivo, destacando-se pela sua abordagem contrastante entre letra e sonoridade. “É completamente diferente de tudo o que fizemos anteriormente, mas mantém um carimbo forte de BILOBA”, diz Francisco Nogueira. Inspirado pelo filme “Melancolia”, de Lars von Trier, o tema retrata uma história de amor vivida sob a ameaça de uma guerra nuclear, misturando a tensão da letra com um groove dançante e acessível. “Apesar do derrotismo que pode parecer aparente, quis passar uma outra mensagem, tanto na letra como no balanço alegre da canção. Qualquer amor, mesmo que breve e efémero, merece ser celebrado em cada segundo que exista – e essa própria festa pode ser a melhor arma contra o fatalismo”.
A sonoridade de “Sala de Espera” reflete um percurso de descoberta e experimentação, onde os membros da banda tiveram liberdade para explorar as suas próprias contribuições musicais. “Fui percebendo que a melhor forma de trabalhar com BILOBA era colocar cada um de nós responsável pela criação da sua própria parte”, explica Francisco. “Eu trago as bases, mas o resto é concluído pela banda, permitindo que o nosso som ganhe uma identidade muito própria”.
Gravado nos Estúdios Bela Flor por Eduardo Vinhas, com captação de voz a cargo de Diogo Lourenço nos Chinfrim Estúdios, o álbum contou com mistura e masterização de Tiago de Sousa. A produção esteve a cargo de Francisco Nogueira e Diogo Lourenço, enquanto a capa e design são assinados por Joana Franco.
Os BILOBA continuam agora a apresentar “Sala de Espera” ao vivo, com concertos onde o repertório ganha novas dimensões através da improvisação e da colaboração com a artista visual Rita Caldeira. A banda irá apresentar o disco no dia 14 de março no Maus Hábitos, no Porto, e a 2 de abril no Musicbox, em Lisboa.
O álbum e o single “Amor em Tempos de Guerra” já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais, acompanhados pelo videoclipe oficial.
Chandi – Dragonfly (2025) (single)
Chandi – Dragonfly (2025) (single)
Portal – O disco de estreia de Chandi
Uma Obra Que Une Territórios e Emoções – 7 Março 2025
Após o lançamento dos aclamados singles Oxalá e Home, Chandi revela-nos Portal, o seu aguardado álbum de estreia, com edição a 7 de março de 2025. Neste trabalho, a artista multidisciplinar tece uma tapeçaria sonora que transcende fronteiras e atravessa culturas, refletindo o seu percurso enquanto artista portuguesa de raízes indianas.
Poderemos ter raízes flexíveis? (CHANDI)
Portal explora profundamente a ideia de casa como um espaço em constante transformação – um lugar interno e externo, físico e espiritual. O álbum convida a atravessar limiares sonoros que equilibram texturas orgânicas e eletrónicas, mantendo a essência de world music característica de Chandi. É uma celebração do transitar e uma imersão musical sobre as dualidades da existência.
Cada faixa de Portal é um convite único para entrar num espaço sagrado e íntimo, onde a narrativa musical desafia categorizações herméticas – pela diversidade das composições que integram este disco de estreia. Através de sonoridades assumidamente diversas e plurais, Chandi expressa-se musicalmente sobre temas como Casa, Identidade, Território e Pertença.
Enquadrado numa trajetória da artista em que o ativismo afetivo tem sido um denominador comum às suas obras, Chandi sente o seu disco Portal como uma possibilidade de integração de vários projetos autorais (como o livro O Grito da Bananeira e a performance Trânsitos); que se alinham agora numa obra discográfica e num futuro espetáculo imersivo e interativo.
Destaca-se o desejo da artista multidisciplinar por apresentar este disco em diferentes formatos: performance imersiva, concerto, tertúlia e residência, onde a urgência criativa “Afinal o que é casa? ”será um ponto fulcral do seu trabalho. A artista pretende realizar uma tour muito especial, fazendo jus à viagem que fez e continua a fazer, materializada agora num disco – o Portal.
Casa também é um verbo CHANDI
Portal afirma-se como um trabalho musical profundo, expressando a vertigem primordial que Chandi descreve como “o regresso a um lugar que eu nunca conheci”. Muito mais do que apenas um disco, Portal é uma travessia, um convite para mergulhar nas paisagens infinitas do som, imagens, palavras e sensações.
Com Portal, Chandi consolida-se como uma das vozes mais singulares da música contemporânea nacional, unindo territórios, culturas e emoções num trabalho de rara sensibilidade. Este é um convite para abrir portas e atravessar fronteiras de várias dimensões.
Portal foi co-produzido por Nilson Dourado, cantautor, produtor e director artístico, e conta com colaborações singulares de artistas como António Barbosa, António Cruz (Tó Cruz), Celina da Piedade, Francisco Gaspar, Guilherme Rodrigues, João Colaço, Mário Aphonso III e Ruca Rebordão.
E, celebrando esta viagem Chandi edita o seu disco Portal com o novo single Dragonfly em co- autoria com Ruca Rebordão na percussão. Dragonfly surge como uma canção de agradecimento aos ancestrais, às memórias e às histórias como fonte de inspiração, e é também neste reconhecimento das suas raízes que a artista se ancora para seguir a sua jornada enquanto criadora.
Memória de Elefante (17/03/25)
Memória de Elefante (17/03/25)
Memória de Elefante rubrica semanal de 17/03/25 a 23/03/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Tracklist:
01. Hozier – Like Real People Do (2014)
02. Jazz Warriors – In Reference To Our Forefathers Fathers Dreams (1987)