Do. Prata – Aurifero (2025) (single)

Do. Prata – Aurifero (2025) (single) 

Texto descritivo: “Aurífero” fala sobre o processo de procurar sentido através da criação — a tentativa de tocar algo maior através da arte. É uma reflexão sobre a exigência pessoal, a comparação, e a vontade de manter-se fiel a si mesmo no meio do ruído que possa existir. A música representa a transformação do pensamento em sentimento e do sentimento em algo que possa ser partilhado. É o fecho do meu EP Índice Temporal, e talvez o tema que melhor espelha aquilo que me move enquanto artista.

Wipeout Beat – Endless Road (2025) (single)

Wipeout Beat – Endless Road (2025) (single) id

O ser, o não ser, o sentir o existir e o viver. Quantos de nós saberemos a diferença entre estas definições que nos moldam o dia a dia? O foco está na consciência e na vontade que temos de viver em comunhão connosco e com os nossos ideais, seguindo os nossos princípios e lutando pelos nossos sonhos. Se assim não for, somos mais um número, uma pessoa que existe no meio de outras tantas.

O novo álbum dos Wipeout Beat é um manifesto! A sonoridade que o compõe só podia ter acontecido assim — não por cálculo, mas por necessidade!

O título It Happens Because We Are, Not Because We Exist vem de uma corrente filosófica: o acidentalismo.

O acidentalismo foi impulsionado por Bruno Simões (Tu metes Nojo, Sean Riley) e a referência a esta filosofia fica como homenagem a este grande amigo. Trata-se de uma forma de dizer que o mundo não segue caminhos previsíveis ou confortáveis, mas sim acontecimentos que sucedem por acaso.

O terceiro disco dos Wipeout Beat é cru, direto, sem clichês, adornos ou virtuosismos desnecessários. É o som do momento a acontecer, sem pedir licença.

Alimenta-se da energia punk, vai beber ao espírito electro, à estética synthwave e à pulsação hipnótica do krautrock. Ao mesmo tempo, encontram-se ecos do minimalismo de nomes como Philip Glass ou Steve Reich, onde a repetição é uma forma de meditação sonora. Também se sente a herança dos Suicide, crua e industrial, com o toque lo-fi muito próprio dos Wipeout Beat. Tudo isto filtrado através da sua velha companheira de guerra: uma caixa-de-ritmos Roland CR-8000, que dita o compasso com teimosia mecânica e groove inegável.

As músicas não se preocupam em ser acessíveis ou fáceis. São densas, exigem tempo e pedem entrega. Mas quem aceita o convite, encontra um mundo inteiro por explorar. Um universo onde o som é matéria viva, onde os teclados “meio a brincar” se transformam em armas emocionais e onde a guitarra e as vozes não comandam, flutuam.

Gravado entre jams, improvisações e obsessões sonoras, este terceiro LP arrisca e provoca. Apresenta musicas construídas como paisagens em mutação constante, onde a repetição se transforma em viagem. Não é só música — é textura, é tensão, é libertação! São peças onde cada camada é colocada com intenção, mas sempre com espaço para o erro criativo, para a emoção crua que só existe naquele instante em que carregamos no botão “record” e tudo pode acontecer.

Este disco é, também, o reflexo da liberdade que só uma banda madura, sem pressões externas, pode alcançar. Wipeout Beat não esão a tentar provar nada. Estão apenas a existir, a fazer o que mais gostam: criar música intensa, honesta e inclassificável.

“Isto é assim porque tinha que ser assim. Não seria a mesma coisa se fôssemos por caminhos já percorridos.”

João Priolli – Longe (2025) (single)

João Priolli – Longe (2025) (single) 

O artista brasileiro João Priolli apresenta o tema “Longe”, gravado entre o Brasil e Portugal

O músico que está a viver em Lisboa canta sobre mudança e estabelecer-se em outro país em canção com a participação da cantora portuguesa Aida Rosa

O artista brasileiro João Priolli, que atualmente está a viver em Lisboa, apresenta agora o single Longe, primeiro tema do EP a ser editado, com data prevista para Agosto. A música que está a anunciar o trabalho trata sobre mudança. “Foi feita no processo de estabelecer-me em outro país”, conta João, que é músico, artista de rua, produtor musical e audiovisual. Ele divide os vocais da canção com a cantora portuguesa Aida Rosa. Oiça aqui. 

Gravada de forma híbrida, Longe teve sua base registrada em estúdio em Ribeirão Preto, interior de São Paulo – cidade natal do artista. Já os vocais de Aida Rosa e os violinos foram registrados na capital portuguesa. Sobre a participação da cantora lisboeta, o artista comenta: “A sobreposição da minha voz com a da Aida por vezes soa muito harmônica, mas também tem momentos de um certo estranhamento causado pelos sotaques sobrepostos – como um processo de mudança de altos e baixos”. 

Musicalmente, Longe traz sonoridades do Brasil clássico e contemporâneo, presentes nos trabalhos de nomes como os de Sebastião Tapajós, Azymuth, Kiko Dinucci, Pedro Martins, Boogarins e Rodrigo Amarante. “As referências são diversas, mas acredito que há um equilíbrio muito interessante”, conta João.

iNWATER – Manufactured Heart (2025) (single)

iNWATER – Manufactured Heart (2025) (single) 

iNWATER RELEASE MANUFACTURED HEART SECOND

SINGLE FROM DEBUT ALBUM WET DREAMS WITH YOU Manufactured Heart is the latest release from iNWATER, a Lisbon-based alternative rock band known for their conceptual aesthetic and emotional depth. The second single from their debut album Wet Dreams, the track marks a significant shift in the band’s sonic identity, embracing electronic textures and lyrically intense layers.

Recorded and produced by Miguel Moreira, Manufactured Heart will be available on all major digital platforms starting June 14th.

Ricardo Reis Soares – A Velha Bailarina (2025) (single)

Ricardo Reis Soares – A Velha Bailarina (2025) (single) 

Ricardo Reis Soares nasceu em Braga e vive em Lisboa. Muito novo teve aulas de piano e mais tarde descobriu na guitarra uma confidente ouvinte das suas histórias. Passou pela Academia Valentim de Carvalho e estudou jazz no Hot Clube de Portugal.

Músico, compositor, traz para as suas canções a sua interpretação do mundo através da sensibilidade de quem o escuta devagar, o olha através dos detalhes e conta histórias através de seus personagens reais e fictícios. O quotidiano, as coisas mais simples do dia a dia, têm sido o que mais o inspira a compor e a escrever. O primeiro EP Contra tempo sairá no final deste ano, com produção de Miguel Marôco.

“A velha bailarina” é o título da canção e terceiro single partilhado pelo cantautor. Retrata a história de uma mulher idosa, bailarina, cuja passagem do tempo não a esqueceu. Ela encontra-a em cada gesto e em cada movimento do seu próprio corpo. Retrata a velhice e como esta se faz notar não só fisicamente como na perspetiva com que o mundo pode ser olhado na sua presença.

O videoclipe, cujas filmagens decorreram no theatro-club na Póvoa de Lanhoso, em Braga, foi realizado por Luís Castro e conta com duas participações especiais: a talentosa bailarina Margarida Braz e a avó Guida, avó de Ricardo Reis Soares.

Ao vivo, Ricardo Reis Soares apresenta-se tanto a solo como com a sua banda. Enquanto o disco não sai, podem ouvir algumas das novas canções nos seguintes concertos em Lisboa: 19 de Julho na Cossoul e 3 de Agosto na Tasca das Artes em Lisboa.

Bruno Pereira – Melancolia (2025) (single)

Bruno Pereira – Melancolia (2025) (single) id

“Nascido a 8 de Setembro de 1995, Bruno Pereira deu os seus primeiros passos na música com apenas 7 anos, ao integrar as fileiras de um grupo coral no município mais a norte do país (Melgaço), projeto no qual permaneceu durante 14 anos.

Em 2016, iniciou um percurso em formato acústico, onde realizava covers em concertos para diferentes públicos, num trajeto em crescendo que teve como momento de maior destaque a sua participação num concerto de António Zambujo em Agosto de 2019.

Em Março de 2024 apresentou “Ainda Espero Que Me Escrevas”, o primeiro tema original que nasceu através de um poema da autoria de Joana Malheiro, em jeito de homenagem a alguém que partiu cedo demais.

Em Julho de 2025 (disponível a 17 de Julho no YouTube com um lyric vídeo e no dia seguinte disponível em todas as plataformas digitais), apresenta “Melancolia”, resultado de uma nova parceria entre Bruno Pereira (autor da música e da letra) e Rui Paiva, responsável pelo arranjo, produção e com participação ativa, nomeadamente, ao nível dos coros do tema. Com uma roupagem voltada para o pop rock e uma sonoridade “vintage”, “Melancolia” é o segundo single de um autor que procura – através da ambiguidade da sua letra – fazer o ouvinte viajar pelas suas memórias, experiências e histórias de vida.” 

BEST OF JUNE 2025 B&W Humanist and Street Photography Corner

Jay Mezo – Vinho (2025) (single)

Jay Mezo – Vinho (2025) (single) 

Jay Mezo serve ‘Vinho’ – uma Nova Bossa Nova 

‘Vinho’ é o último lançamento do cantor e compositor luso-brasileiro Jay Mezo antes do tão aguardado álbum de estreia ‘Só, Tão’.

O artista de sucessos como ‘Tudo O Que Lá Vai Um Dia Volta’ e ‘Funk Triste’ apresenta agora esta que é, para si, “uma nova Bossa Nova”, que traz as suas raízes brasileiras na sonoridade, nos ritmos e funde com a portugalidade das palavras e do bom vinho.

Esta nova faixa reflete a sua identidade artística singular: uma fusão arrojada entre a tradição da bossa nova, os ritmos urbanos do Hip-Hop e a sensibilidade melódica do Pop contemporâneo. O resultado é uma Bossa moderna, pessoal e absolutamente única. 

Neste novo tema, o artista resgata o espírito contemplativo da Bossa Nova e apresenta-o com uma nova roupagem: beats urbanos, arranjos minimalistas e uma poética que se dirige à realidade emocional do presente, marcada pela migração, pela sensação de não-pertença e pelas cicatrizes invisíveis de quem vive entre geografias e identidades. A canção conta com produção de b-mywingz e letra do próprio artista.

‘Vinho’ entra no corpo, desta vez, como metáfora de um estado entre extremos, sem que o seu efeito seja físico, mas apenas sonoro e emocional. Os extremos abordados enaltecem dor e alívio, presença e ausência. É uma canção despida, ou melhor, vestida de vulnerabilidade de quem se encontra entre fronteiras físicas e emocionais.

“No fundo desse mar estou eu / No fundo desse mar tão frio / Confundo os imorais com os meus / E afundo nesse mar vazio” 

Mais à frente, a metáfora do mar transforma-se em imagem de exílio emocional: “Eu bebo vinho pra ficar mais cá / Eu bebo vinho pra ficar mais claro / Eu bebo vinho pra ficar machucado / Eu bebo vinho pra ficar mais cá”. 

“É como se as feridas encontrassem abrigo, ou quase-cura, em forma de canção” afirma o cantor.

Com raízes no Brasil e em Portugal, Jay Mezo destaca-se como uma das vozes mais singulares da nova música lusófona. A estética cruza sotaques, géneros e emoções com naturalidade, aliando a introspecção urbana portuguesa ao lirismo da tradição brasileira. A sua obra rompe fronteiras estilísticas, com influências que vão do R&B ao funk triste, passando pelo spoken word e pela música popular brasileira. 

Com presença confirmada no festival AgitÁgueda, no próximo dia 14 de Julho, Jay sobe ao palco com um espectáculo que promete traduzir em som e emoção todo o universo que constrói nas suas canções. ‘Vinho’, a sua nova canção, encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais. 

Mar – Old Money (2025) (single)

Mar – Old Money (2025) (single) id

Em “OLD MONEY”, o valor de MAR revela-se 

“claro como um tiro no escuro”

O novo single da cantora, produtora e compositora assinala mais um passo largo em direcção à estreia do seu novo projecto a solo.

Na iminência de novidades maiores, MAR desvenda mais uma peça do seu próximo disco: “OLD MONEY”, canção que segue uma linha de continuidade dos mais recentes temas divulgados – “Explica Só” e “O Meu Pai” – vem reforçar o carácter íntimo deste seu novo trabalho a solo — um projecto que, ainda com data de lançamento por revelar, terá edição prevista para mais breve do que se possa esperar.

Estreia assim mais um episódio da série de faixas que representa um capítulo decisivo na carreira de MAR. Ela que deu os primeiros passos na música a compor em inglês, para mais tarde se reinventar na sua língua-mãe, tem vindo a experimentar-se em diferentes sonoridades ao longo dos anos, para se descobrir nesta que melhor lhe assenta: com a sua cristalina voz completamente despida, “OLD MONEY” é exemplo por excelência das capacidades apuradas que MAR veio a desenvolver ao longo do tempo.

“É uma canção de amor na sua base… de amor que toca em pontos de cura mas também de ambição de legado – criar e deixar um legado de riqueza emocional e espiritual essencialmente – descreve como eu vivo o amor todos os dias, e tem tanto de realidade como manifestação!” acrescenta MAR.

Cada vez mais à vontade a versar sobre os seus próprios sentimentos, na composição das suas letras e na produção das canções, MAR tem-se revelado admiravelmente hábil. Agora em retrospectiva — exercício que a própria artista convida a fazer nesta canção —, o talento em bruto que, anos atrás, germinava na cantora revelar-se-ia “claro como um tiro no escuro”. E nada como testemunhar agora os frutos maduros desse talento ao vivo e a cores — a data está marcada e não falta muito, encontro no Festival F, a dia 4 de Setembro. 

“OLD MONEY” levanta mais um bocadinho do véu, e mantém a curiosidade aguçada do que mais poderá vir da artista. O novo single encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais. 

Astra Vaga – Cor-de-Rosa (2025) (single)

Astra Vaga – Cor-de-Rosa (2025) (single) id

“Cor-de-Rosa” é o novo single de Astra Vaga — uma ode melancólica à inocência perdida

Pedro Ledo, músico português com um percurso que inclui projetos como The Miami Flu e Lululemon, continua a afirmar a identidade singular de Astra Vaga com o seu novo single, “Cor-de-Rosa”. Depois de se estrear com “Lamento” e de disponibilizar nas plataformas digitais a faixa “Roxo”, o artista revela agora o terceiro avanço do seu projeto a solo em português. “Cor-de-Rosa” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e chega acompanhado por um videoclipe.

Com “Cor-de-Rosa”, Pedro mergulha numa melancolia doce e nostálgica. A canção evoca a saudade de um tempo mais simples, visto por uma lente cor-de-rosa onde tudo parecia possível. Com guitarras etéreas, synths envolventes e um ritmo hipnótico, “Cor-de-Rosa” é uma ode à inocência perdida — ao modo como idealizávamos o mundo antes da desilusão. A letra reflete esse olhar suave e sonhador, um desejo de voltar a sentir como se sentia antes, mesmo sabendo que esse passado já não existe. É uma canção de beleza frágil, feita para quem ainda guarda dentro de si uma versão mais luminosa da vida.

Tal como nos temas anteriores, a estética sonora de Astra Vaga conjuga elementos do rock, do pós-punk e do dream pop, explorando a tensão entre leveza e densidade emocional. O universo visual e musical mantém-se fiel a uma identidade que alia introspeção e arrojo, agora com uma abordagem ainda mais evocativa e sensorial.

“Cor-de-Rosa” conta com letra e música de Pedro Ledo, a mistura de Zé Nando Pimenta (ARDA Recorders) e a masterização do próprio artista. O lançamento é acompanhado por um videoclipe, que prolonga no campo da imagem o ambiente emocional sugerido pela música.

Com um percurso que inclui atuações em festivais e palcos como o NOS Alive, Lisbon Psych Fest, L’International Paris (França) e Wavves Wien (Áustria), Pedro Ledo dá assim continuidade ao seu caminho com Astra Vaga, afirmando-se como uma das vozes mais interessantes da atual produção musical portuguesa.

“Cor-de-Rosa”, bem como o videoclipe que a acompanha, já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Jonny Abbey – Jiji’s whisper (2025) (single)

Jonny Abbey – Jiji’s whisper (2025) (single) 

Data de Lançamento: 11 de julho de 2025

Artista: Jonny Abbey

Título: jiji’s whisper

Género: Lofi, Chillhop

Editora: Tangerina Music

Formato de Lançamento: Digital

Sinopse

Jonny Abbey transporta os ouvintes para a beleza serena da época de floração das nogueiras em Portugal com “jiji’s whisper”, uma faixa que respira a magia tranquila da natureza. Inspirada pela delicada transição da primavera para o verão, a música combina gravações de campo capturadas na ilha de São Miguel, nos Açores, com instrumentação nostálgica e calorosa. Marcando o primeiro lançamento de Jonny com a editora brasileira Tangerina Music, esta peça atravessa o Atlântico, fundindo paisagens sonoras orgânicas com uma musicalidade terna.

Descrição da Faixa

O título em minúsculas “jiji’s whisper” reflete a essência calma e despretensiosa da música — como o leve sussurro das folhas ou o vento a correr pelos ramos. No seu cerne, a faixa é uma ode a momentos efémeros, em que o tempo parece desacelerar sob a sombra das antigas nogueiras.

Uma guitarra elétrica dedilhada, rica em ressonâncias de cordas soltas, forma a base, evocando uma sensação de saudade suave. O yangqin, um instrumento chinês tradicional, acrescenta uma textura etérea em tremolo, com as suas notas em cascata a lembrar a luz filtrada pelas folhagens.

As gravações de campo de São Miguel — cantos subtis de pássaros, ribeiros ao longe, o leve ranger de ramos ao vento — misturam-se perfeitamente na composição, ancorando-a num sentido palpável de lugar. O resultado é uma experiência meditativa, quase cinematográfica, em que cada nota parece uma lufada de ar fresco.

“jiji’s whisper” é mais do que uma canção; é um convite para parar, para ouvir atentamente e se perder na beleza tranquila dos ritmos da natureza.

Sobre o Artista

Jonny Abbey, guitarrista e produtor português de Lofi, é conhecido por misturar elementos orgânicos e eletrónicos para criar paisagens sonoras profundamente emotivas. O seu trabalho parte frequentemente de experiências pessoais e lugares de inspiração profunda, resultando em composições que são, ao mesmo tempo, imersivas e introspetivas.

Com “jiji’s whisper”, Jonny continua a sua jornada de contar histórias através do som, utilizando texturas ricas e detalhes intricados para criar um espaço musical que convida os ouvintes a entrar no seu mundo de nostalgia e reflexão.

Informações de Lançamento

“jiji’s whisper” estará disponível em todas as principais plataformas de streaming, incluindo Spotify, Apple Music e Amazon Music, a partir de 22 de julho de 2025.

Créditos

• Arte da Capa – Lilit Danielyan

• Compositor & Produtor – Jonny Abbey

• Todos os Instrumentos – Jonny Abbey

• Gravações de Campo – Captadas em São Miguel, Açores

• Mistura – Jonny Abbey

• Masterização – Leonardo Pinto

• Editora – Tangerina Music

Para Contactos de Imprensa:

Jonny Abbey – jonnyabbeymusic@gmail.com

Website: https://jonnyabbey.com

Instagram: @jonnyabbey

Barry White Gone Wrong – Deep House (2025) (single)

Barry White Gone Wrong – Deep House (2025) (single) id

2025 marca o regresso dos Barry White Gone Wrong aos discos. Gravado nos BlackSheep Studios, o terceiro registo de originais da banda vai ser editado em Outubro. Um álbum que não esconde fragilidades, na intimidade das letras, nem oculta influências tão diversas como a música popular afro-americana ou a sonoridade de Bristol.

Disponível desde hoje nas principais plataformas digitais, “Deep House”, o single de apresentação do novo trabalho dos BWGW fala de como podemos reagir, de forma errada, a atitudes que achamos erradas em pessoas que amamos. O amor é cego e, às vezes, levamos muito tempo a ver como são, realmente, as nossas relações, a perceber que os erros vêm sempre dos dois lados.

A letra é transposta para o vídeo através da simbolização da bagagem emocional, que todos carregamos, e do facto de, muitas vezes, andarmos perdidos, a procurar uma coisa que nem sabemos o que é, com uma mala pesada. O vídeo “Deep House” é a primeira parte de uma história. A segunda parte sairá com o próximo single, “Pink Flamingo”. É que, por vezes, andamos em frente, sem pensar em desvios, com uma mala cheia, mas leve.

Com quase 15 anos de estrada e centenas de concertos, os BWGW regressam, em 2025, ao seu estado natural: ao vivo e com música nova!