Fernando Girão – 7 Já foram 50 Anos (single) (2025)
Fernando Girão – 7 Já foram 50 Anos (single) (2025)
Fernando Girão lança “Já Foram 50 Anos”, primeiro avanço para o novo álbum “Migalhas Cósmicas”
Fernando Girão apresenta “Já Foram 50 Anos”, o primeiro single de antecipação para o seu próximo álbum, “Migalhas Cósmicas”, com lançamento agendado para 25 de abril. O tema, já disponível em todas as plataformas digitais, reflete sobre a Revolução dos Cravos e o impacto da liberdade conquistada há meio século, numa análise crítica e emotiva do percurso da democracia portuguesa.
Com uma narrativa intensa e profundamente pessoal, “Já Foram 50 Anos” revisita o espírito de esperança e euforia vivido em 1974, quando Portugal se libertou de um regime autoritário e abriu caminho para um novo futuro. “A Revolução dos Cravos trouxe democracia, felicidade e abriu as portas de um mundo que não nos deixavam ver. Uma gigantesca sensação de liberdade invadiu radiante as vidas de milhões de homens e mulheres portugueses. Foram tempos fantásticos no seu começo…”, reflete Fernando Girão.
No entanto, o single não se limita à celebração do 25 de Abril: propõe uma leitura sobre as desilusões e desigualdades que persistem cinco décadas depois. “Os anos foram esmorecendo a euforia que sentíamos, e pouco a pouco, a ganância pelo poder foi corrompendo os ideais. A igualdade e a dignidade ainda estão longe dos que trabalham e fazem tudo crescer. Só desejamos que as promessas sejam finalmente cumpridas.”
Musicalmente, “Já Foram 50 Anos” apresenta uma sonoridade rica e envolvente, sustentada pela assinatura artística de Fernando Girão, cuja fusão entre diferentes géneros musicais continua a definir o seu percurso. A canção insere-se na estética exploratória do próximo álbum, “Migalhas Cósmicas”, um trabalho que promete desafiar convenções e mergulhar em reflexões sobre o presente e o futuro.
Composto por 11 temas, “Migalhas Cósmicas” é descrito como um álbum que “privilegia a palavra e o humanismo, sob uma base instrumental riquíssima”. Entre sonoridades de fusão jazzística, rock, world music e fado, Fernando Girão mantém o seu registo inconfundível, sem comprometer a sua identidade artística em função de tendências ou modismos.
“Já Foram 50 Anos” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais. O álbum “Migalhas Cósmicas” será lançado no dia 25 de abril.
Ben&G – Sara (single) (2025)
Ben&G – Sara (single) (2025)
“Sara” é o novo single apresentado pela dupla nortenha e já se encontra disponível com visualiser no YouTube e nas variadas plataformas digitais.
Depois de “Antídoto”, a banda chega numa onda mais Pop, mas a manter uma teatralidade na sua estética, dramatizando a narrativa, que retrata um episódio de um jovem-adulto que é rejeitado por uma mulher mais velha e a perspetiva de quem já tem uma relação com alguma diferença de idades.
ben&G é uma banda emergente do Grande Porto, composta por Rúben Pérola (ben) e Manuel Gonçalves (Manel G) que surge após um writing camp, proporcionado pela Pluma, label de Viana do Castelo, em 2024.
A dupla encontrou rapidamente um “lugar comum” que passa pelo universo do Pop e do Hip-Hop e, através de uma estética teatral, abordam temas do seu dia a dia de uma forma amplificada e dramática, muitas vezes com uma energia kitsch contemporânea muito contagiante.
Depois do primeiro single Antídoto, apresentado em Janeiro, a dupla tem trabalhado no LP, a ser lançado ainda este ano, 2025.
FICHA TÉCNICA
Música: ben&G Letra: ben, Manel G Produção: Manel G e ben Baixo: Rato Violinos: Miguel Tavares Mix: Manel G Master: TALVS
Visual e Fotografias: Bruno Silva e Elisa Vieira Capa: Pedro Gonçalves
Vossemecê é uma banda portuguesa que reúne a voz inconfundível de Matilde Almeida e a guitarra de Martim Broa.
O encontro entre os dois músicos aconteceu no icónico Hot
Club de Portugal, onde estudavam, e rapidamente deu origem a uma parceria criativa que floresceu em canções originais. Misturando influências da música pop com tradição portuguesa e jazz, os Vossemecê destacam-se pela criação de narrativas sonoras, com um resultado único e difícil de rotular.
O single de estreia, “Tempo”, lançado em 2025, é o culminar de 4 anos de colaboração.Vossemecê – Nunca Mais É Sabado (2025) (single)
Vossemecê é uma banda portuguesa que reúne a voz inconfundível de Matilde Almeida e a guitarra de Martim Broa.
O encontro entre os dois músicos aconteceu no icónico Hot
Club de Portugal, onde estudavam, e rapidamente deu origem a uma parceria criativa que floresceu em canções originais. Misturando influências da música pop com tradição portuguesa e jazz, os Vossemecê destacam-se pela criação de narrativas sonoras, com um resultado único e difícil de rotular.
O single de estreia, “Tempo”, lançado em 2025, é o culminar de 4 anos de colaboração.
Throes + The Shine – Chapa (2025) (single)
Throes + The Shine – Chapa (2025) (single)
No dia 11 de abril, os Throes + The Shine lançam “Chapa”, um single que encapsula a energia frenética e a
essência vibrante dos transportes coletivos moçambicanos. Esta nova faixa antecipa o próximo EP da banda, com lançamento previsto para breve, reafirmando a sua capacidade de transformar vivências urbanas em pura celebração sonora.
Nos becos apertados de Maputo, entre poeira e multidões, há um coração que nunca para de bater: o chapa. Mais do que um simples meio de transporte, é um microcosmo da cidade, onde vidas se cruzam ao ritmo dos motores e das vozes que ecoam em uníssono. Inspirados por essa pulsação incessante, Throes + The Shine criam em “Chapa” uma fusão explosiva de batidas frenéticas, melodias vibrantes e uma lírica que transporta o ouvinte diretamente para o interior de um chapa em hora de ponta.
Com esta nova faixa, o trio luso-angolano volta a provar a sua capacidade de captar o espírito dos espaços urbanos e traduzi-lo em música, oferecendo um convite irresistível a embarcar nesta viagem sonora.
“Chapa” chega a todas as plataformas digitais no dia 11 de abril.
Dreia – Para de lutar (2025) (single)
Dreia – Para de lutar (2025) (single)
Ficha Técnica – Para de Lutar
Letra: Andreia Monteiro, Rita Onofre
Música: Andreia Monteiro, Rita Onofre
Sample: excertos da “Cantiga dos Ais”, de Armindo Mendes de Carvalho, declamado por Mário Viegas
Produção: Choro
Vozes: Dreia, Rita Onofre, RIMA
Ukulele: Rita Onofre
Percussão: Choro, Rita Onofre
Guitarras/Baixo/Teclados: Choro
Trompete: Inês Marques Lucas
Mistura e Masterização: Choro
Composto, produzido, gravado, misturado e masterizado na Great Dane Studios
www.greatdane.pt
www.instagram.com/greatdane_studios
Sandrino – Casa (2025) (single)
Sandrino – Casa (2025) (single)
Sandrino destacou-se com o seu primeiro single ‘Ser Pra Não Ser’, ainda em 2024, apresentando uma sonoridade muito própria e distinta. Natural do Algarve e formado no Hot Clube de Portugal, trouxe para a música portuguesa, logo na primeira canção, a questão da dualidade e essência do Ser. 2025 começa agora para o artista, com o lançamento do seu segundo single ‘Casa’ que fará também parte do seu EP de estreia ‘Ser’ a sair em meados deste ano.
MPB, Jazz e Pop são talvez os três géneros principais que se fundem nos temas do artista, ainda assim, Sandrino explora outras sonoridades introduzindo neste ‘Casa’ o bolero e também o tango, resultando numa balada Indie/Bedroom Pop. Em ‘Ser Pra Não Ser’ o cantor já nos apresentou esta particularidade de explorar o Eu, as regras, os valores, as maneiras simples de viver, o minimalismo material e até emocional. Em ‘Casa’ nada mudou, apenas a sonoridade se elevou — um registo orgânico, nostálgico, bem ritmado e que não deixa de soar íntimo, como um lugar seguro e confortável.
Tal como o tema apresentado no final do ano passado, também este segundo single foi cantado e escrito por Sandrino, com produção musical e executiva de Meoli (Francesco Meoli). A voz de Sandrino não nos deixa indiferentes, curioso o nome do novo single, pois é em ‘Casa’ que o artista nos deixa entrar sempre que escutamos o seu timbre característico e leve rouquidão, ambos cativantes.
Estas sonoridades refletem e amplificam perfeitamente a letra e mensagem desta canção, que nos fala da conclusão tão familiar: não há lugar como a nossa casa — mesmo quando tentamos procurar esse lugar e uma vida melhor noutros países. “A vida é um jogo de escolhas e tantas vezes chegamos à conclusão que só em casa é que temos mesmo o nosso lugar (felicidade é ter onde pousar)” afirma o artista e acrescenta “este é um sentimento bem conhecido pelos vários portugueses que tentam procurar uma vida melhor noutros países.”.
O modo de expressão e escrita do Sandrino refletem bem o sentimento de portugalidade, de ter saudades de casa e de vontade de voltar (a ter onde pousar). Esta é uma canção com vocais quentes e suaves, acompanhados por um final bem melodioso que nos leva a viajar para esse lugar. Para manter o tema com uma sonoridade viva e orgânica, “Casa” conta com a participação de músicos na guitarra acústica, fliscorne e teclas. Gabriel Salles Silva adicionou os baixos, e o mix e master é de Pedro Serraninho.
Ainda em abril sairá o terceiro single de Sandrino, intitulado ‘Tá Em Aberto’ que retrata a vontade de fugir a uma vida padrão e de deixar mais espaço para o inesperado acontecer. Temas estes abordados ao longo de todas as faixas do EP de estreia.
Por agora é em ‘Casa’ de Sandrino que ficamos, podendo escutar as suas melodias e letras em todas as plataformas digitais.
Tinta Persona – Chico, Chicao (2025) (single)
Tinta Persona – Chico, Chicao (2025) (single)
O rapper e ator Tinta Persona lança PLATEIA, o seu primeiro álbum de estúdio, um trabalho que transcende o rap para explorar uma dimensão performativa e conceptual, um convite à reflexão sobre identidade e movimento, um apelo à união em tempo de cisões. Este trabalho resulta de um período em que o autor dividiu o seu tempo entre Setúbal, Aljezur e Serres, na Grécia e em que visitou duas dezenas de países.
Disponível a partir de 07/03/2025 em todas as plataformas digitais, PLATEIA é uma viagem pelo hip-hop, soul e world music, entrançando ritmos e histórias que atravessam fronteiras. Num disco altamente colaborativo, podem ouvir-se as vozes de A garota não, Sand, Xoto e da emergente Amora. O álbum ganha mundo com as participações internacionais de Federica Gallus (Sardenha), Synik (Zimbabué), Uxué Caño (País Basco), Rhodália Silvestre (Moçambique).
A produção ficou a cargo de westah e Zé Zambujo, que trouxeram para as composições alguns dos melhores músicos portugueses da nova vaga, como Iúri Oliveira, João Lourenço, Tiago Martins ou André Gravata.
🗣️”Este álbum é uma plateia aberta ao mundo. Cada faixa representa um olhar sobre as nossas viagens, tanto interiores quanto exteriores, e a forma como nos conectamos com os outros”, explica André Moniz – ou, antes, Tinta Persona.
Entre outras que poderiam nomear-se num álbum plural, destacamos:
“Alma Mater” – Introspeção sobre a chegada aos 30 anos e a preponderância dos processos terapêuticos.
“Chico, Chicão” – Uma homenagem ao lendário Chico Buarque – inspiração maior do autor – com refrão de A garota não, abrindo uma janela para o mundo sonoro do samba e da bossa nova.
“Onde o Sangue Ferve” – Uma viagem ao imaginário greco-turco, em que Tinta Persona revisita e homenageia o tempo em que viveu em terras helénicas.
“Ressurreição” – Uma ode à ancestralidade, ao culto da natureza e à ligação dos povos além do tempo e do espaço.
Além do lançamento digital, PLATEIA terá uma edição especial limitada de 100 cópias físicas. O artista prepara também uma série de apresentações ao vivo, criando um espetáculo imersivo que reflete a sua experiência enquanto ator e performer.
Nuno Bracourt – Tudo Tudo (2025) (single)
Nuno Bracourt – Tudo Tudo (2025) (single)
“Tudo Tudo” é o novo single do cantor e compositor Nuno Bracourt
Nuno Bracourt acaba de lançar o terceiro single que fará parte do seu EP de estreia, a editar em breve. ‘Tudo, Tudo’ é a primeira canção totalmente produzida pelo artista.
Apresentou ‘Madalena’ em 2024, o primeiro single de Nuno em português, e ‘Sabe Sempre Tão Bem’ já em 2025. Em ‘Tudo, Tudo’, o artista assume a produção, algo novo no seu universo mas que pretende começar a assumir também na sua música.
Num Indie Pop alternativo, o artista entrega neste terceiro single, totalmente escrito por ele, um registo Pop dançável que já nos tinha apresentado em ‘Madalena’.
Quase Nicolau – Vidairada (2025) (single)
Quase Nicolau – Vidairada (2025) (single)
Ao fim de três anos de trabalho, eis que agora, a 11 de Abril, chega FELICIDADE MODERNA, o primeiro álbum de longa duração dos Quase Nicolau.
Em FELICIDADE MODERNA há lugar para muita coisa diferente. Ao longo de onze canções, entre as quais suites, baladas, valsas e outros temas mais dançantes ou roqueiros, os Quase Nicolau não se prenderam a um só som. O mais importante, aliás, era que cada canção se parecesse apenas consigo mesma. Daí que a banda, com a ajuda do produtor João Correia (Tape Junk, Bruno Pernadas, Benjamim), se tenha entregue a uma constante experimentação musical que atravessou todas as estações do ano. Entre as paredes do estúdio todos puderam tocar tudo. Assim surgiram não só instrumentos que a banda toca ao vivo, qual uma profusão de guitarras clássicas, acústicas, eléctricas e regionais, teclados, baixo e bateria, como os timbres mais coloridos de metalofones, melódicas, sintetizadores, slides, percussões de todos os feitios, ruídos naturais e digitais, samples vocais e instrumentais e até uma conversa à chuva com um pequeno cão dourado. A palete instrumental não estaria completa, no entanto, sem as contribuições dos músicos convidados Vasco Robert e João Capinha, que tocaram, respectivamente, piano em quatro faixas e saxofone tenor, saxofone alto e flauta transversal em três.
Mas claro que para quem ouvir FELICIDADE MODERNA o mais evidente serão as vozes. Muita da força e da diferença da música dos Quase Nicolau vem das vozes, dos coros com que, entre os cinco membros da banda, entoam letras delicadas, honestas e sentidas, em que a língua portuguesa tem um papel fundamental. Não quer isto dizer que uma voz nunca venha sozinha. Uma das principais aprendizagens que os Quase Nicolau trouxeram de ALVORADA, o seu EP de estreia, para FELICIDADE MODERNA, foi a de que menos pode ser mais. Com essa ideia em conta a banda também se aventurou, mais do que nunca, pelos seus momentos mais despojados e vulneráveis.
Antes de chegar FELICIDADE MODERNA, a 11 de Abril, vem ainda o seu último single, “VIDAIRADA”, uma semana antes. De todos os avanços que precederam o disco é, a um mesmo tempo, o que tem os momentos mais experimentais e os mais dançantes, os coros mais abstractos e os refrães mais pop. O fio condutor que une tudo é o humor e a melancolia de uma letra cantada com terna ironia.
Depois de terem vencido, a 21 de Março, a eliminatória lisboeta do Indie Music Fest, os Quase Nicolau têm já dois concertos de apresentação de FELICIDADE MODERNA na agenda: o primeiro em Lisboa, no Musicbox, a 18 de Junho; e o segundo no norte de Portugal, por ocasião da final do Indie Music Fest, em Paredes, a 21 de Junho. Ao vivo, a banda apresenta-se como sexteto, contando, além da formação nuclear, com Luís Beirão na voz, teclados e clarinete. Nos alinhamentos podem-se esperar as canções de FELICIDADE MODERNA e ALVORADA, bem como algumas surpresas e primeiros temas de um próximo trabalho cuja composição já começou.
Cláudia Zarro – Nazare (2025) (single)
Cláudia Zarro – Nazare (2025) (single)
Cláudia Zarro, natural da Nazaré, iniciou a sua carreira em 2010, ano em que venceu o Concurso de Fado Amador dos “Amigos do Fado de Tomar”, um marco que assinalou o início da sua afirmação como fadista promissora. Dotada de um talento capaz de embalar qualquer plateia, Cláudia Zarro tem uma voz marcante que lhe permite alternar entre momentos de suavidade e explosões emocionais que chegam ao coração de quem a escuta. A sua interpretação autêntica e apaixonada é uma celebração à Canção Nacional, onde homenageia a beleza e a força do mar da sua terra natal.
“ReCente” é o primeiro trabalho discográfico da fadista nazarena. Um convite para uma viagem musical entre o passado e o futuro, entre o Tradicional e a Modernidade, entre as suas próprias palavras e as dos Mestres da Poesia conhecidos do grande público. Faz-se acompanhar por sete virtuosos músicos e juntos aliam o Fado a novas sonoridades, explorando uma linguagem contemporânea e transversal, prometendo um concerto versátil, inovador e atual, que ficará na memória de todos.
“Nazaré” é o single de apresentação com autoria de Mafalda Veiga.
Luiana Abrantes – Enamorada (2025) (single)
Luiana Abrantes – Enamorada (2025) (single)
“Refúgio” é o local do meu interior onde me encontro com Deus, onde medito, onde me sinto em paz e onde componho as minhas músicas. Procuro trazer a essência desse “Refúgio” para tudo o que faço na vida e para todos os relacionamentos que estabeleço. É o nome que escolhi para este meu primeiro album.
O seu estilo musical enquadra-se na worldmusic, estando presente o ritmo angolano – Semba, bem como os sons do Brasil e o jazz.
Este trabalho musical, de 10 temas, desenvolvido entre Lisboa (ThisisSessions) e Londres (GMS), resulta do feliz encontro com o afamado músico e produtor Theo Pascal, com quem estabeleceu uma relação de forte amizade e de entendimento, muito baseada num olhar comum sobre a vida.
Neste album, inteiramente produzido por Theo, colaboram músicos de créditos firmados como Lúcio Vieira, Carmen de Souza, Zéze Araújo, Zoe Pascal e o próprio Theo Pascal.
O seu estilo musical enquadra-se na worldmusic, estando presente o ritmo angolano – Semba, bem como os sons do Brasil e o jazz.
Folívora – Nokia (2025) (single)
Folívora – Nokia (2025) (single)
CREDITS
Music by: Folívora
Lyrics by: Tiago Moutinho
Recorded, Mixed and Produced by: Bruno Brites
Mastered by: Smile
Cover art and album visual design by: Beatriz Ferreira e Miguel da Mota
Recorded at: Blacksheep Studios, Estúdio de Bellas
Special thanks to Ricardo Morais and Beatriz Afonso for the reference of our cover, Filipa Teixeira, Gonçalo Mendes e João Sousa for taking photos of us on the road, to our friends and families who support us all the way, and to you for listening to this album.