A “Pó de Palco” nasce da dicotomia da artista querer parar com a sua própria carreira, mas encontrar uma vontade enorme em compor uma canção sobre isso. Nas suas palavras, “esta canção nasceu de um sítio de desilusão com o meio musical e com a minha carreira. Sentia-me com vontade de desistir de escrever canções ou, pelo menos, de as lançar às garras do mundo. Por ironia senti que a única forma que tinha para sair desse loop mental e para encontrar um horizonte qualquer seria o de me sentar a compor. E aqui está este “Pó” de um palco do qual não consigo e acho que não quero sair. Uma música que espelha um bocadinho todo este mundo de contra-sensos onde o melhor é mesmo ‘Cantar para não chorar!’”.
“Pó de Palco” é a primeira canção a ganhar um videoclipe que estreia nas redes da artista, um trabalho realizado por Maria Bicker e Daniel Mota e protagonizado pela própria.
Em breve a artista embarca numa digressão por clubes à volta do país, o regresso de Beatriz Pessoa aos palcos e o aquecimento para aquela que será a digressão de apresentação do novo disco a editar em 2026. Esta tour passa por Lisboa, Torres Vedas, Ílhavo e Porto e os bilhetes já estão disponíveis. Mais informação nos locais habituais.
Mahmundi – Irreversível (2025) (single) id
Mahmundi – Irreversível (2025) (single)
Quem não se lembra de quando saiu MAHMUNDI, disco que colocou nos holofotes o nome da artista carioca? Em 2016, o álbum abriu os caminhos de uma carreira de sucesso e, agora, ela se reconecta com o que sempre foi, mas de uma nova forma. Irreversível – single que chega hoje (04) às plataformas digitais – dá o tom deste momento e é o resultado do encontro entre MAHMUNDI, o compositor Castello Branco e Adieu, produtor musical da nova geração que já trabalhou com artistas como Pabllo Vittar e Urias. “Estou sempre em busca de novas aventuras e novos sons – este momento de Irreversível está sendo bem especial”, comenta. Ouça aqui.
Na composição da faixa – que marca o início da parceria com a distribuidora estadunidense UnitedMasters – a artista tem ao seu lado Castello Branco, conterrâneo carioca com quem MAHMUNDI nutre uma amizade de mais de dez anos. “Estou muito feliz com esse lançamento, pois ele é uma junção de duas pessoas que admiro muito”, diz ela que revela que a letra de Irreversível partiu de um trecho de um poema do livro Simpatia, de Castello Branco; “e aí fomos misturando ideias até que produzi a faixa e deixei guardada. Quando comecei a trabalhar com o Adieu – que é um produtor muito incrível da nova cena – mostrei o que tinha produzido e, uns dias depois, ele me apresentou uma ideia diferente. Acabamos chegando nesse resultado que é muito importante pra mim. Nós três – Adieu, eu e Castello Branco – temos uma sinergia muito especial, estou bem animada para este lançamento”, lembra.
D. Simon – Rapinar (2025) (single)
D. Simon – Rapinar (2025) (single)
Terceiro single do álbum de estreia “nem tanto ao bar, nem tanto à quebra”, “suficiente” saiu esta sexta, dia 11 de abril.
Depois de um grito de socorro em “CESARINY” e de uma individualização do seu “eu” em “GÉNESE DE UM AMOR MELHOR QUE ONTEM”, “RAPINAR” vem como uma força motriz em direção ao pódio que é a realização pessoal. Com uma produção crua e direta, o som equilibra agressividade poética com uma vulnerabilidade rara no rap lusófono atual. É uma carta aberta à cena, ao público e a si mesmo, onde Simon se confronta com os seus próprios limites e se recusa a ser engolido por eles.
O tema já pode ser ouvido em todas as plataformas digitais.
Miguel Ricardo Simões, mais conhecido pelo nome artístico D.Simon [Dôn Símon] é um artista do Entroncamento.
Carreira que começou em 2017, conta com dois EP’s no reportório e em 2025 lançará o primeiro álbum “nem tanto ao bar nem tanto à quebra”.
Numa mistura de letras soturnas e de crescimento pessoal com instrumentais alternativos e pouco dados ao comum, D. Simon consegue abrir mais uma brecha no Hip-Hop português com uma mistura homogénea de sonoridade apelativa com letras profundas e imagens vivida
Thaíde – O Nosso Rap (2025) (single)
Thaíde – O Nosso Rap (2025) (single)
Thaíde e MV Bill se unem no single “O Nosso Rap”, que chega às plataformas nesta sexta-feira (04)
Faixa inédita ganha clipe na segunda-feira (07) e celebra a trajetória dos artistas no Hip Hop nacional, antecipando o lançamento do álbum “Corpo Fechado, Mente Aberta”
O Rap brasileiro ganha um novo hino nesta sexta-feira (04) com a chegada de “O Nosso Rap”, parceria inédita entre Thaíde e MV Bill. O single, que antecipa o aguardado álbum “Corpo Fechado, Mente Aberta”, é um tributo à força e à história do Hip Hop nacional, trazendo versos que exaltam a caminhada de ambos os artistas e a importância da cultura de rua no Brasil. A faixa ganha videoclipe na segunda-feira (7), e será disponibilizado no canal do Thaíde no YouTube. Faça o pré-save. “O processo de criação dessa faixa foi inesperado e especial. Eu enviei um áudio pro Bill explicando uma ideia, mas acho que estava no Bluetooth e ele não ouviu direito. No fim, ele escreveu um verso totalmente diferente do que eu tinha pensado, e eu resolvi abraçar isso como um presente. A gente acabou trocando rimas elogiando um ao outro, porque falar mal tem vários, né?”, conta Thaíde. Com produção de Felipe Mayfield, “O Nosso Rap” traz um groove contagiante embalado pelo som do berimbau, gravado por um músico brasileiro radicado na Holanda, criando um elo entre o rap e as tradições musicais afro-brasileiras. O clipe da faixa foi gravado na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, onde MV Bill cresceu e construiu sua história, reforçando a conexão entre a música e a vivência periférica. A gravação foi viabilizada pelo ator João Felix em conexão com a Apenas Produções, equipe de Thaíde. João é integrante do Instituto Arteiros, uma organização sem fins lucrativos que atua há 14 anos na comunidade promovendo projetos de arte e educação. O ator, que faz parte do elenco da série “Cidade de Deus: A Luta Não Para”, da HBO Max, foi essencial para conectar a Apenas Produções com o Instituto, que tem MV Bill como um parceiro de longa data. O rapper é um dos padrinhos do pré-vestibular popular do Instituto, reforçando seu compromisso com a educação e o desenvolvimento da juventude da periferia. O single faz parte do álbum “Corpo Fechado, Mente Aberta”, que chega às plataformas no dia 09 de maio e traz 13 faixas, dentre elas as já lançadas: Terra da Garoa, Ritmo e Poesia e O Meu Nome Não é Xande.
Sobre Thaíde Thaíde é um dos principais nomes do Hip Hop no Brasil, com uma trajetória de 41 anos que se confunde com a história da cultura no país. Pioneiro no Rap, começou como dançarino de Break na Estação São Bento, em São Paulo, e logo se destacou como MC, DJ, compositor e produtor. Além da música, Thaíde atuou como apresentador em programas como A Liga e Manos e Minas, e participou de filmes como Antônia e Dois Coelhos. Atualmente é repórter no programa Melhor da Noite, da Band, onde também tem um quadro “Na Madruga com Thaíde” e possui um projeto como DJ, Thaíde nas Quadradas, resgatando a história dos bailes. Atualmente Thaíde está trabalhando em seu disco inédito “Corpo Fechado, Mente Aberta”. Vamo que vamo que o som não pode parar!
O Simplesmente – Ventoso (2025) (single)
O Simplesmente – Ventoso (2025) ((single)
O Simples Mente (OSM) é a mais recente adição ao roster da editora Biruta Records. Natural de Viana do Castelo e, atualmente, a viver em Barcelona, onde está a tirar o mestrado em gestão e produção musical da ESMUC, este artista de 25 anos destaca-se pela sua versatilidade e independência, assinando tanto a composição como a escrita das suas músicas. No entanto, a sua abordagem colaborativa também se faz notar ao longo da sua ainda jovem carreira, como comprovam os EPs O Puto (2023), criado em parceria com Marrquise, e Vino Blanco at 4AM (2021), fruto da colaboração com Leexo.
Depois de ARRENDAR, lançado em janeiro, OSM regressa com um novo single, VENTOSO, que antecipa o EP ATROPELEI-ME e as nortadas do verão. Esta faixa, que deu origem ao EP, traz uma sonoridade mais pop dentro do universo hip-hop, sem perder a escrita consciente que caracteriza o artista. Mais do que uma canção, VENTOSO marca uma nova fase na sua vida. Apesar dos vendavais, OSM surge aqui num tom de celebração, abraçando tudo o que está por vir.
A música chega acompanhada de um videoclipe que, segundo OSM, “é uma homenagem à amizade. Retrata o verão de 2024 por terras minhotas, recolhe momentos e paisagens que não ficam para sempre, pessoas que só voltamos a ver no próximo ano”. O vídeo foi criado por Leonardo Amorim, Carolina Parente e Helena Ferreira.
O single “VENTOSO” já está disponível em todas as plataformas digitais de streaming. Foi escrito por Leonardo Amorim (OSM), com produção a cargo de Manel G e OSM e contribuições de Tuito Loureiro na bateria e Marrquise nos sintetizadores.
O EP ATROPELEI-ME será lançado no dia 9 de maio, e a pré-encomenda já pode ser feita no Bandcamp da Biruta Records, nos formatos digital e físico (Chave-Pen USB). No site, também é possível conferir a capa e a tracklist do projeto.
Tinta Persona – Alma Mater (2025) (single)
Tinta Persona – Alma Mater (2025) (single)
O rapper e ator Tinta Persona lança PLATEIA, o seu primeiro álbum de estúdio, um trabalho que transcende o rap para explorar uma dimensão performativa e conceptual, um convite à reflexão sobre identidade e movimento, um apelo à união em tempo de cisões. Este trabalho resulta de um período em que o autor dividiu o seu tempo entre Setúbal, Aljezur e Serres, na Grécia e em que visitou duas dezenas de países.
Disponível a partir de 07/03/2025 em todas as plataformas digitais, PLATEIA é uma viagem pelo hip-hop, soul e world music, entrançando ritmos e histórias que atravessam fronteiras. Num disco altamente colaborativo, podem ouvir-se as vozes de A garota não, Sand, Xoto e da emergente Amora. O álbum ganha mundo com as participações internacionais de Federica Gallus (Sardenha), Synik (Zimbabué), Uxué Caño (País Basco), Rhodália Silvestre (Moçambique).
A produção ficou a cargo de westah e Zé Zambujo, que trouxeram para as composições alguns dos melhores músicos portugueses da nova vaga, como Iúri Oliveira, João Lourenço, Tiago Martins ou André Gravata.
🗣️”Este álbum é uma plateia aberta ao mundo. Cada faixa representa um olhar sobre as nossas viagens, tanto interiores quanto exteriores, e a forma como nos conectamos com os outros”, explica André Moniz – ou, antes, Tinta Persona.
Entre outras que poderiam nomear-se num álbum plural, destacamos:
“Alma Mater” – Introspeção sobre a chegada aos 30 anos e a preponderância dos processos terapêuticos.
“Chico, Chicão” – Uma homenagem ao lendário Chico Buarque – inspiração maior do autor – com refrão de A garota não, abrindo uma janela para o mundo sonoro do samba e da bossa nova.
“Onde o Sangue Ferve” – Uma viagem ao imaginário greco-turco, em que Tinta Persona revisita e homenageia o tempo em que viveu em terras helénicas.
“Ressurreição” – Uma ode à ancestralidade, ao culto da natureza e à ligação dos povos além do tempo e do espaço.
Não existe um vazio absoluto, mas um estado mínimo de energia,
o chamado “estado fundamental”.
(Deepak Chopra)
Um sentimento de inquietude, cuja origem não sabia definir,
começou a habitar-me.
Durante algum tempo senti necessidade de me isolar, alternando
entre meditações e a composição de paisagens sonoras. Tornei-me
numa espécie de posto de escuta à procura de “estações” num
gigantesco rádio cósmico.
Às vezes chegavam-me mensagens vindas de várias fontes e origens:
do interior da Terra, de um ponto distante na galáxia ou de outra
dimensão algures no Cosmos… ou de dentro de mim próprio.
Senti e ouvi a Luz, as sombras, mundos e civilizações deste e de outro
tempo (e sem tempo algum); o Vazio absoluto e também pleno de
possibilidades; a luz ténue de uma centelha a nascer no interior de
gigantescos núcleos de Matéria Negra.
A Teia Cósmica que une os corpos celestes e tudo o que É.
A Humanidade, feita do pó das Estrelas e o Amor, energia que nutre,
que expande e materializa .
Este álbum é uma partilha desta experiência, uma centelha na
experiência coletiva maior, a de Ser.
Assim foi, assim É.
Fiat Lux
Mariana Guimaraes – Quando te conheci (2025) (single)
Mariana Guimaraes – Quando te conheci (2025) (single)
Mariana Guimarães
Em tempos tão conturbados e agitados, “Quando te conheci” é mais do que uma música, é uma experiência de amor, de paz, de cura. É uma canção sobre o amor que nos leva à paz dentro de nós, à paz nas nossas relações, à paz no mundo.
Maria João – Tudo O Que Quis (2025) (single)
Maria João – Tudo O Que Quis (2025) (single)
Natural da cidade berço de Portugal, com apenas 20 anos, Maria João estreia-se com ‘Tudo O Que Quis’ e uma sonoridade muito própria, muito dela e das suas raízes, da tradição que bebe e carrega, e daquilo que a faz sonhar.
Cresceu com a música à sua volta: da tábua de ferro em miniatura fazia um piano, da sala de estar fazia um palco, e da família os seus espetadores. Desses palcos de brincar a estudar música a sério foi um ápice – dedicou-se à música durante 8 anos, a formação musical e instrumentos, neste caso, piano, trompete e voz.
Surge o The Voice Portugal na sua vida e, de repente, um brilhante segundo lugar na edição de 2023. Foi então que percebeu que este seria o caminho, “Tudo O Que Quis”.
“Desde então interesso-me imenso sobre a escrita de canções e de que forma posso expressar aquilo que sinto e vivo para elas com o propósito de outros se puderem identificar comigo. O que mais desejo é isso mesmo, que possam usar a música para a banda sonora da vossa vida.” afirma Maria João.
Em ‘Tudo O Que Quis’ a artista tentou passar-nos exatamente tudo o que quer, o que deseja, o que ambiciona. “A letra desta canção é a minha vida, os meus pensamentos, os meus gostos, os meus sonhos. É um espelho daquilo que digo, da forma como gosto das pessoas que me rodeiam, das asneiras que por vezes faço, de amores não correspondidos.” acrescenta.
Nada tem sido banal neste caminho, e não será certamente na sonoridade que nos entrega, pois o seu grande objetivo é transportar toda a tradição que tem bebido nos locais por onde passa e de onde é. A sonoridade tradicional com muita alegria em cada frase leva-nos exatamente ao Minho, de onde é Maria João — esta sonoridade faz-nos imaginar e pensar nos avós que viveram para o trabalho, que nasceram num meio fechado e conservador. Um meio onde o amor era simples, guardado com muita sensibilidade e cuidado no coração de cada um.
“Que privilégio é querer fazer um single que transmita toda esta vivência, esta coragem e força de crescer, de querer ser alguém, de querer ter um amor, de não querer ter ninguém, de querer.” conclui a artista.
Este projeto reflete a forma como a cantora vê as pessoas que a rodeiam e as suas vivências. Revê-se ao escrever para quem vive com ela neste “mundo maluco” porque são, como refere, “os primeiros a contar-me peripécias das suas vidas e dar mote para as minhas canções. E é tão bom escrever sobre as pessoas de quem gosto.”.
O single de estreia de Maria João conta com letra da própria e de Vitor Lusquiños, e produção de Gabriel Faria. Encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
Astra Vaga – Lamento (2025) (single)
Astra Vaga – Lamento (2025) (single)
“Lamento” é o single de estreia de Astra Vaga, o novo projeto de Pedro Ledo
Pedro Ledo, músico português com duas décadas de atividade em projetos como The Miami Flu e Lululemon, estreia-se agora com Astra Vaga, assumindo pela primeira vez a composição e escrita em português. O single de estreia, “Lamento”, já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, acompanhado por um videoclipe.
Com influências que oscilam entre o rock, o pós-punk e o dream pop, Astra Vaga é um exercício de libertação artística e pessoal. Após anos a cantar em inglês e a conciliar a música com uma carreira no mundo corporativo, Pedro Ledo propõe-se a um novo começo. “Durante anos vivi uma vida dupla, dividida em duas realidades: de dia, trabalhava num emprego com grandes responsabilidades; à noite, mergulhava num mundo secreto para criar música e trabalhar com vídeo analógico. Tenho sentido, com cada vez mais força, que se não tentar agora viver de forma diferente, talvez nunca venha a descobrir o que é realmente viver da arte”, partilha.
“Lamento” é uma canção de despedida e frustração – mas também de autodescoberta. “Tenho vivido numa busca constante por uma relação que, para minha tristeza, acabou sempre em desilusão. No entanto, quanto mais ouço a canção, mais percebo que também estou a cantar sobre mim e a minha relação comigo próprio”, explica o artista. A faixa retrata um desencanto amoroso que, inevitavelmente, se transforma num retrato íntimo da própria existência. Para Pedro Ledo, este foi também um tema dos mais sensíveis, frágeis e difíceis do disco – razão pela qual o escolheu como ponto de partida.
O single assenta em camadas contrastantes: linhas de baixo melódicas com ressonância gótica, batidas aceleradas que evocam urgência, sintetizadores inspirados em videojogos japoneses dos anos 90 e guitarras distorcidas que remetem para uma infância marcada pela nostalgia e pela evasão. Esta tensão entre peso e leveza reflete o conflito interno do artista, dividido entre a liberdade criativa e os constrangimentos do mundo empresarial.
Ao vivo, Astra Vaga apresenta-se em formato quarteto, com duas guitarras, baixo e bateria. O visual de Pedro Ledo — inspirado na moda japonesa dos anos 1980-90 — não é apenas estético, mas simbólico: os fatos corporativos que veste são uma crítica ao modelo de vida frio e eficiente do mundo do trabalho, e uma declaração de emancipação pessoal.
Com um percurso que inclui atuações em festivais e palcos como o NOS Alive, Lisbon Psych Fest, L’International Paris (França) e Wavves Wien (Áustria), Pedro Ledo dá agora um novo passo com Astra Vaga, apostando numa identidade mais crua, sincera e portuguesa.
O single “Lamento” conta com letra e música de Pedro Ledo, mistura de Zé Nando Pimenta (ARDA Recorders) e masterização do próprio artista. As fotografias são da autoria de Hugo Adelino e o styling de Manuel Couto.
“Lamento”, assim como o videoclipe que acompanha o lançamento, realizado por Nicolás Sánchez, já está disponível em todas as plataformas digitais.
Faya – Desde un Son (2025) (single)
Faya – Desde un Son (2025) (single)
O trio multicultural Faya lança o seu primeiro EP, uma obra que funde influências musicais de todo o mundo, resultado de anos de viagens e criação compartilhada. Com seis músicas que incluem sonoridades da América Latina, dos Balcãs e da Índia, o EP oferece uma viagem sonora carregada de emoções intensas e matizes delicados, com flauta, guitarra, violino, vozes e percussões. O primeiro single, “Seu Grito”, foi lançado no dia 25 de novembro de 2024, Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres. Esta canção coral denuncia a violência de género e o feminicídio, prestando também homenagem às raízes culturais afro-brasileiras. Com colaborações de artistas internacionais, o EP já está disponível em todas as plataformas de streaming.
Para celebrar o lançamento, Faya apresentará a sua música ao vivo numa série de concertos que incluem: