BILOBA apresentam “Sala de Espera”, álbum de estreia, acompanhado pelo single e videoclipe “Amor em Tempos de Guerra”
Os BILOBA acabam de lançar “Sala de Espera”, o primeiro longa-duração da banda, um disco que reflete sobre a incerteza, o estado de alerta e a sensação de impotência que marcam o tempo presente. Juntamente com o álbum, a banda revela também o novo single “Amor em Tempos de Guerra”, um tema que se destaca pela sua dualidade entre a leveza da melodia e a urgência da sua mensagem.
Depois de “Flor de Verão”, “Se Deus Demora”, “Rei dos Animais” e “Quando For Para Ir”, os BILOBA chegam ao lançamento do álbum com um percurso marcado pela fusão entre rock alternativo, jazz e hip-hop, ancorado numa forte identidade lírica. Em “Sala de Espera”, Francisco Nogueira (voz e baixo), Nazaré da Silva (voz), Simão Bárcia (guitarra), Diogo Lourenço (guitarra e teclados) e Miguel Fernández (bateria) constroem um registo onde cada faixa funciona como um retrato de inquietações e tensões do mundo atual.
“O elo de ligação do disco é esta incerteza guardada no peito de tantos que, como eu, estão numa sala de espera, sem ideia do que lhes reserva o futuro”, explica Francisco Nogueira. A crise habitacional (“Quando For Para Ir”), o impacto ambiental (“Hoje Não é Ontem”), o consumo desenfreado (“Rei dos Animais”) e as recentes guerras (“Amor em Tempos de Guerra”) são alguns dos temas que percorrem o álbum, num exercício de reflexão sobre a realidade que nos rodeia. “Se há uma mensagem principal neste disco, é que a autoconsciência e a reflexão nos fazem reconhecer onde estamos, que prisões ou salas de espera nos encerram, e que é com essa mesma introspeção que iluminamos a porta de saída”, acrescenta o vocalista e baixista.
O novo single “Amor em Tempos de Guerra” é uma das canções mais vibrantes do repertório da banda ao vivo, destacando-se pela sua abordagem contrastante entre letra e sonoridade. “É completamente diferente de tudo o que fizemos anteriormente, mas mantém um carimbo forte de BILOBA”, diz Francisco Nogueira. Inspirado pelo filme “Melancolia”, de Lars von Trier, o tema retrata uma história de amor vivida sob a ameaça de uma guerra nuclear, misturando a tensão da letra com um groove dançante e acessível. “Apesar do derrotismo que pode parecer aparente, quis passar uma outra mensagem, tanto na letra como no balanço alegre da canção. Qualquer amor, mesmo que breve e efémero, merece ser celebrado em cada segundo que exista – e essa própria festa pode ser a melhor arma contra o fatalismo”.
A sonoridade de “Sala de Espera” reflete um percurso de descoberta e experimentação, onde os membros da banda tiveram liberdade para explorar as suas próprias contribuições musicais. “Fui percebendo que a melhor forma de trabalhar com BILOBA era colocar cada um de nós responsável pela criação da sua própria parte”, explica Francisco. “Eu trago as bases, mas o resto é concluído pela banda, permitindo que o nosso som ganhe uma identidade muito própria”.
Gravado nos Estúdios Bela Flor por Eduardo Vinhas, com captação de voz a cargo de Diogo Lourenço nos Chinfrim Estúdios, o álbum contou com mistura e masterização de Tiago de Sousa. A produção esteve a cargo de Francisco Nogueira e Diogo Lourenço, enquanto a capa e design são assinados por Joana Franco.
Os BILOBA continuam agora a apresentar “Sala de Espera” ao vivo, com concertos onde o repertório ganha novas dimensões através da improvisação e da colaboração com a artista visual Rita Caldeira. A banda irá apresentar o disco no dia 14 de março no Maus Hábitos, no Porto, e a 2 de abril no Musicbox, em Lisboa.
O álbum e o single “Amor em Tempos de Guerra” já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais, acompanhados pelo videoclipe oficial.
Chandi – Dragonfly (2025) (single)
Chandi – Dragonfly (2025) (single)
Portal – O disco de estreia de Chandi
Uma Obra Que Une Territórios e Emoções – 7 Março 2025
Após o lançamento dos aclamados singles Oxalá e Home, Chandi revela-nos Portal, o seu aguardado álbum de estreia, com edição a 7 de março de 2025. Neste trabalho, a artista multidisciplinar tece uma tapeçaria sonora que transcende fronteiras e atravessa culturas, refletindo o seu percurso enquanto artista portuguesa de raízes indianas.
Poderemos ter raízes flexíveis? (CHANDI)
Portal explora profundamente a ideia de casa como um espaço em constante transformação – um lugar interno e externo, físico e espiritual. O álbum convida a atravessar limiares sonoros que equilibram texturas orgânicas e eletrónicas, mantendo a essência de world music característica de Chandi. É uma celebração do transitar e uma imersão musical sobre as dualidades da existência.
Cada faixa de Portal é um convite único para entrar num espaço sagrado e íntimo, onde a narrativa musical desafia categorizações herméticas – pela diversidade das composições que integram este disco de estreia. Através de sonoridades assumidamente diversas e plurais, Chandi expressa-se musicalmente sobre temas como Casa, Identidade, Território e Pertença.
Enquadrado numa trajetória da artista em que o ativismo afetivo tem sido um denominador comum às suas obras, Chandi sente o seu disco Portal como uma possibilidade de integração de vários projetos autorais (como o livro O Grito da Bananeira e a performance Trânsitos); que se alinham agora numa obra discográfica e num futuro espetáculo imersivo e interativo.
Destaca-se o desejo da artista multidisciplinar por apresentar este disco em diferentes formatos: performance imersiva, concerto, tertúlia e residência, onde a urgência criativa “Afinal o que é casa? ”será um ponto fulcral do seu trabalho. A artista pretende realizar uma tour muito especial, fazendo jus à viagem que fez e continua a fazer, materializada agora num disco – o Portal.
Casa também é um verbo CHANDI
Portal afirma-se como um trabalho musical profundo, expressando a vertigem primordial que Chandi descreve como “o regresso a um lugar que eu nunca conheci”. Muito mais do que apenas um disco, Portal é uma travessia, um convite para mergulhar nas paisagens infinitas do som, imagens, palavras e sensações.
Com Portal, Chandi consolida-se como uma das vozes mais singulares da música contemporânea nacional, unindo territórios, culturas e emoções num trabalho de rara sensibilidade. Este é um convite para abrir portas e atravessar fronteiras de várias dimensões.
Portal foi co-produzido por Nilson Dourado, cantautor, produtor e director artístico, e conta com colaborações singulares de artistas como António Barbosa, António Cruz (Tó Cruz), Celina da Piedade, Francisco Gaspar, Guilherme Rodrigues, João Colaço, Mário Aphonso III e Ruca Rebordão.
E, celebrando esta viagem Chandi edita o seu disco Portal com o novo single Dragonfly em co- autoria com Ruca Rebordão na percussão. Dragonfly surge como uma canção de agradecimento aos ancestrais, às memórias e às histórias como fonte de inspiração, e é também neste reconhecimento das suas raízes que a artista se ancora para seguir a sua jornada enquanto criadora.
Bandua – Senhora d’Azenha (2025) (single)
Bandua – Senhora d’Azenha (2025) (single)
A Senhora d’Azenha pertence a uma tradição centenária portuguesa de Carpideiras – mulheres profissionais de luto que choravam e cantavam pelos mortos. Outrora uma atividade considerada inadequada para os homens, agora os Bandua abraçam este ritual num mundo que morre e se renova perpetuamente, honrando uma prática que permanece profundamente relevante.
BANDUA LANÇA NOVO SINGLE ‘SENHORA D’AZENHA’
O novo single dos Bandua é a sua interpretação de um antigo canto e oração que lhes foi transmitido pela cantadeira Idalina Gameiro de Penha Garcia.
Um dueto etéreo e profundamente comovente de baixo e voz, esta canção é uma interpretação de uma oração tradicional da região da Beira Baixa, que apela à Nossa Senhora da Azenha para proteger o povo e a terra de Portugal. O seu santuário, situado entre as aldeias de Monsanto e Penha Garcia, guarda os ecos de uma antiga lenda – de um pastor, de uma boneca escondida e de um carvalho que não quis revelar o seu segredo. Ainda hoje, dizem que os restos dessa mesma árvore fazem parte das paredes do altar.
Juntamente com a canção, é publicado um videoclipe fascinante, por Vincent Moon, um cineasta profundamente talentoso, explorador de som e viajante cujo trabalho captou vozes e rituais de todos os cantos do mundo. O seu olhar perspicaz transformou este momento em algo verdadeiramente especial.
E para aqueles que estão a pensar – sim, isto marca o primeiro vislumbre tão esperado segundo álbum dos Bandua, que chegará no final deste ano. Até lá, mais música surgirá, tecendo o caminho para o seu lançamento.
Ficha técnica do single e do vídeo SENHORA D’AZENHA
Música de Bandua Tempura & Edgar Valente
Letra de canção popular “Senhora d’Azenha” interpretada por Bandua Produção/Mixagem por Bernardo d’Addario
Masterização por Mike Simões
Vídeo de Vincent Moon (Petites Planètes)
Filmado no Palácio do Grilo, Lisboa
Fotografia promocional: Tomás Antunes Capa do Single: Vincent Moon
SolNaMente – Sonhei (2025) (single)
SolNaMente – Sonhei (2025) (single)
“Sonhei” é um tema calmo e nostálgico que nos faz viajar através das várias melodias de guitarra e elementos ambientais, que ao desenvolver-se vai ganhando força levando-nos a uma catarse emocional.
É sobre sonhar que alguém muito importante para nós ainda está nas nossas vidas.
Escrito e interpretado por SolNaMente, produzido por TALVS, mix e master por José Diogo Neves.
É uma Cantautora de 20 anos, do distrito de Leiria que, desde pequena traz consigo o amor pela música. O seu interesse ampliou quando lhe foi oferecida uma guitarra clássica e começou a estudar música como autodidata. Desde então o amor pela arte só aumentou. O Nome artístico surge da necessidade de ser luz (Sol) na escuridão, e ter uma mente livre de preocupações desnecessárias.
Mountain Valley – Ser ou Nao Ser (2025) (single)
Mountain Valley – Ser ou Nao Ser (2025) (single)
EP “Ser ou Não Ser” já disponível nas plataformas digitais
Os Mountain Valley regressam aos lançamentos com o EP ‘Ser ou Não Ser’, um manifesto de identidade e propósito, que enquadra a excêntrica sonoridade da banda num projeto “relâmpago” de 4 faixas. Em ‘Ser ou Não Ser’ – segundo extended play dos Mountain Valley – fazem a leitura do seu universo, um espaço multidimensional consonante com a visão da banda que vai, a seu tempo, marcando posição no cenário da música portuguesa.
O EP arranca com uma intro alinhada com a estética de ‘Ser ou Não Ser’, sintonizando os ouvintes na sinergia que se faz sentir durante os 10 minutos de viagem entre montes e vales. ‘Estrela Cadente’, tema que contou com a colaboração do produtor Filipe ‘Survival’, segue o fio condutor do EP, colocando – sem rodeios – os ambiciosos objetivos da banda em cima da mesa. “Sonho ser a luz da noite, iluminar o céu e ser a cor no escuro que o tempo trouxe”, a primeira frase do trabalho, retrata o feeling que caracteriza – cada vez mais – os Mountain Valley. A manifestação de interesses, explícita na faixa número dois, ganha um sentido adicional quando conectada ao tema seguinte, uma ‘Paisagem’ (espelhada num dos lyric videos inteiramente desenvolvidos pela banda) que compõe o quadro contemplador da primorosa jornada dos Mountain Valley – ‘Paisagem’ preza o processo e antevê a simplicidade que o futuro reserva: “a seu tempo o tempo para e vai ser o mirar de uma paisagem”.
Nayr Faquirá – On & On (2025) (single)
Nayr Faquirá – On & On (2025) (single)
Nayr Faquirá apresenta “On & On”, o primeiro single de avanço para o seu aguardado álbum de estreia, “Entrelinhas”. A cantora, produtora e compositora luso-moçambicana de 26 anos dá assim o primeiro passo para um trabalho que considera ser o mais pessoal e autêntico da sua carreira, onde explora a sua identidade artística e as vivências que a moldaram.
Com uma sonoridade que cruza influências do rnb/hip-hop e soul, “On & On” reflete um ciclo contínuo de desafios e obstáculos que Nayr, tal como muitas mulheres na indústria da música, enfrenta. A letra expõe a luta pela afirmação num meio onde a voz feminina nem sempre tem espaço para ser ouvida sem julgamentos ou conotações externas. “Com este tema de apresentação do meu projeto mais vulnerável até à data, falo do proveito que tiram de mim e da coragem que tenho e terei de ter em, finalmente, independentemente do que vier, não me calar mais nem fugir de mim e da minha essência”, afirma a artista.
“Entrelinhas”, que será editado nos próximos meses, é descrito por Nayr Faquirá como um manifesto, um espaço onde pode expressar-se com total liberdade. Ao longo de 14 faixas, a artista mergulha nas suas experiências enquanto mulher na indústria da música, dando voz a histórias que tantas vezes ficam por contar. “Finalmente sinto que estou pronta para me afirmar enquanto artista a solo”, revela, sublinhando a importância deste momento de transformação na sua trajetória.
Nayr Faquirá tem vindo a consolidar um percurso sólido na música ao longo da última década. Com dois EPs editados e colaborações com nomes como Selma Uamusse, Valete, Ivandro, Deezy e Garry, tem explorado diversas sonoridades e cimentado o seu espaço na cena musical lusófona. Um dos momentos marcantes da sua carreira foi a criação do genérico da série Morangos com Açúcar, com o tema “Quem Tu És”, que a projetou para o reconhecimento do grande público.
Com “On & On”, Nayr Faquirá dá início a um novo capítulo, antecipando um álbum que promete trazer uma narrativa íntima e real sobre a sua experiência na indústria da música e na sociedade. O single e o videoclipe que o acompanha já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.
Filipe Keil – Ser Ruim (2025) (single)
Filipe Keil – Ser Ruim (2025) (single)
Filipe Keil acaba de lançar o seu mais recente single ‘Ser Ruim’. Desde 2019 já lançou 3 EPs e vários singles, sendo este o novo avanço do artista. Ainda nesse ano participou no Festival da Canção da RTP com o tema ‘Hoje’.
O artista escreve, compõe e produz as suas canções, pelo que se destaca explorando tanto elementos eletrónicos como acústicos nas suas produções, integrando diferentes abordagens dentro do género Pop.
Este novo tema ‘Ser Ruim’ reflete uma nova fase no seu percurso artístico, caracterizada por um retorno a uma expressão musical mais simples, com uma orquestração minimalista focada na letra e na melodia.
É sobre confrontos internos entre frustração e beleza, explorando a complexidade das emoções humanas perante a realidade que o seu mais recente single nos fala. Esta ambiguidade sugere uma crítica a esse conflito e à dificuldade de interpretar o mundo sem recorrer a dicotomias simplistas.
A falta de diálogo e a indignação perante um cenário de desinformação, ou falta de comunicação são também pontos importantes explorados metaforicamente em ‘Ser Ruim’. A repetição do verso “A apontar p’ró que é tão belo neste duelo de ser ruim” sugere um contraste entre a capacidade de admirar o belo e, ao mesmo tempo, sentir-se parte de um conflito interno e externo.
Em “Não me queiram já carimbar, com ódio à diferença”, Filipe Keil apresenta um cenário onde pessoas que fogem à norma são alvo de rótulos e censura, fazendo ainda referência à cultura do cancelamento que se sente hoje em dia.
‘Ser Ruim’ transmite uma atmosfera de realidade que nos leva a refletir sobre a atualidade e as interações humanas – o single encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
Roxanne – Passado (2025) (single)
Roxanne – Passado (2025) (single)
Roxanne Bea é o nome artístico da cantora e bailarina profissional conimbricense Ana Beatriz Capitão, que gosta de brincar com as suas muitas inflências musicais, misturando a música mais moderna com as raízes tradicionais da música portuguesa e também da música africana.
Depois da sua participação no projeto Revenge of the 2000’s, no qual atuou perante milhares de pessoas e impressionou o público com as suas energéticas e carismáticas performances ao vivo, Roxanne apostou num percurso a solo, conquistando, com as suas intepretações, uma audiência de alguns milhares de visualizações no Tik Tok e no Instagram.
“Passado” é o título do seu segundo single a solo, recém chegado às plataformas digitais.
Composição: Roxanne Bea e André Mousinho Produção: André Mousinho | F22Records
“Passado” é uma balada intimista que explora a dor, a saudade e as memórias deixadas pelo final de uma relação. A melodia combina influências modernas e toques tradicionais da música portuguesa. Roxanne entrega uma interpretação crua, autêntica e cheia de sentimento, intimidde e perda.
A produção de André Mousinho pretendeu trazer alguma sofisticação a um conteúdo evocativo de estados de alma habitualmente carregados.
Disponível em todas as plataformas digitais a partir de 31 de janeiro de 2025.
MENSAGEM DA ARTISTA
“Passado foi escrita num momento de introspeção, refletindo sobre memórias que, de alguma forma, continuam a fazer parte de nós. Espero que esta música toque o coração de quem a ouvir e que cada pessoa a sinta como sua.”
Acácia Maior ft. Berlok & Cristina Clara – Mãe d’Melodia (2025) (single)
Acácia Maior ft. Berlok & Cristina Clara – Mãe d’Melodia (2025) (single)
O novo single dos Acácia Maior é uma composição e poesia de Luís Firmino, com produção e arranjos de Henrique Silva e Berlok, que conta com a voz de Cristina Clara. A poesia inspira-se na relação musical de uma amiga querida, a mãe da Melodia, que muito canta com as suas filhas.
‘Mãe de Melodia’ é um som quente, que remete para o carnaval mindelense e convida toda a gente a balançar. Assim, em homenagem à energia feminina que ‘Mãe de Melodia’ celebra, a capa do single é uma fotografia que transparece o amor materno e Cabo Verde, feita em Mindelo em 1998, um projeto de José Mendes e Marco Dias.
Acácia Maior é mais do que um coletivo – é um organismo vivo, profundamente enraizado em solo cabo-verdiano, mas sempre em busca de novos horizontes.
No coração deste projeto, Henrique Silva e Luís Firmino são a força criativa, que abre um portal de constante transformação no arranjo dos músicos. Através da sua visão, Acácia Maior convida o público a entrar num ecossistema vivo de música cabo-verdiana, em constante movimento, espelhando a fluidez e a evolução dos tempos contemporâneos.
‘Cimbron Celeste’, o álbum de estreia dos Acácia Maior, foi nomeado como um dos melhores álbuns de 2023 em Portugal. O álbum apresenta vários músicos notáveis, incluindo o lendário Paulino Vieira. Criação, fusão e tradição são os alicerces da viagem sem limites deste coletivo, que une artistas de diversas origens em cada composição. É neste contexto que surge esta colaboração com Berlok e Cristina Clara.
Berlok é um DJ, músico e produtor musical cabo-verdiano, residente em Portugal, onde começou a traçar o seu percurso, ao longo do qual tem vindo a trabalhar com nomes como Acácia Maior, Alberto Koenig, Bia Ferreira, CESF, Dino d’Santiago, ÉLLÀH, Ritxa Kursha e as Batucadeiras de Bragança.
A música de Berlok tem sido caracterizada como fresca e ousada, instrumentais que fundem a música tradicional cabo-verdiana ao Rap, Trap Music, Drill, R&B e Afro. O seu álbum de estreia ‘TERRA TERRA’ (2023), é a prova de um caminho que se abre no universo da música cabo-verdiana e da lusofonia.
Cristina Clara, por sua vez, é uma cantora e autora portuguesa natural do Minho, atualmente a viver em Lisboa. O seu trabalho está profundamente ligado à cultura popular, da poesia à música com um interesse especial na exploração de interações interculturais, especialmente com as canções tradicionais de Cabo Verde e do Brasil, que são fortes influências na sua música.
Em 2021, lançou o seu álbum de estreia, Lua Adversa, disco Antena 1 apoiado também pelo Museu do Fado. Em 2024, participou no Festival da Canção como autora e intérprete, chegando à final com uma canção escrita por si e composta pelo músico cabo-verdiano Jon Luz.
Flávio Torres – Vamos (2025) (single)
Flávio Torres – Vamos (2025) (single)
Flávio Torres acaba de lançar “Vamos”, o segundo single retirado do seu novo álbum “Cosmo Pop”, editado no passado dia 7 de fevereiro. O tema sucede a “Grito”, primeiro avanço do disco, lançado a 17 de janeiro, que contou com a participação de José Cid e João Cabrita. Com este novo lançamento, acompanhado por um videoclipe, o artista dá continuidade à apresentação do seu mais recente trabalho, que reúne influências do rock, pop, folk, trip-hop, blues e world music.
“Vamos” é uma canção que reflete sobre autenticidade e resiliência, num tempo em que a aparência muitas vezes se sobrepõe à essência. Combinando a energia do rock com atmosferas eletrónicas e uma linguagem pop acessível, o tema transmite uma mensagem de força e união, convidando à superação e à procura da verdade individual. A letra reflete a busca por identidade num cenário de desconexão e ilusão, funcionando como um apelo à coragem de ser quem realmente somos.
O single integra o alinhamento de “Cosmo Pop”, um álbum que se propõe a explorar as dualidades da existência, navegando entre luz e sombra, intimismo e explosões de energia. Ao longo de 12 temas, Flávio Torres aborda temas como amor, espiritualidade, doença mental, medo e aceitação, criando uma experiência imersiva e introspetiva. O disco, produzido integralmente pelo próprio artista, conta com diversas colaborações, incluindo José Cid e João Cabrita em “Grito”, Alex Liberalli e Edgar Petejo em “Samfado”, João Clemente em “Sem me Entender” e Bernardo Barata em “Na Mesma Mão”. A masterização ficou a cargo de Antonio D’Amato, em Milão.
Flávio Torres, que assina a produção, composição e arranjos do álbum, gravou também instrumentos como guitarras, teclados, sarod, pianos e programações, imprimindo uma identidade pessoal e distintiva ao disco. “Cosmo Pop” assume-se como um convite à introspeção e transformação pessoal, explorando sonoridades diversas e atravessando diferentes estados emocionais.
O videoclipe de “Vamos” já se encontra disponível, ampliando a dimensão visual e narrativa do single. O álbum “Cosmo Pop” e os temas “Grito” e “Vamos” estão disponíveis em todas as plataformas digitais.
“Cosmo Pop” já se encontra à venda. Na compra do CD ou vinil, 1 euro reverte para a APPACDM Covilhã, uma associação dedicada à inclusão e ao apoio a pessoas com deficiência mental.
Mão Cabeça – A Vida Que Se Cala (2025) (single)
Mão Cabeça – A Vida Que Se Cala (2025) (single)
André Boa-Nova, Frederico Nogueira, Pedro Castro e Gonçalo Gil apresentam-se como “Mão Cabeça”, banda dos arredores da capital, feita de amizades antigas, que se juntaram em 2021 depois de uma vontade pós-pandémica de criar música nova.
Os “Mão Cabeça” escrevem e compõem músicas originais em português e apresentam, não só, uma sonoridade que viaja entre a melancolia do quotidiano e o prazer de estar vivo mas também mensagens universais em forma de poesia cantada na nossa língua Lusófona.
Em 2023 deram a conhecer “Nódoa” e “Alecrim”, os seus primeiros singles, que viriam, mais tarde nesse ano, a encontrar morada junto de três outros temas no EP de estreia “Onde Moram os Casos Perdidos”.
Desde então tiveram já presenças em palco, com destaque para o concerto no Titanic Sur Mer, onde mostraram ao público, não só as cantigas já editadas a ganhar uma nova vida, como também algumas das suas sucessoras composições mais recentes, tendo ainda mais concertos confirmados este ano.
Al-Qasar – Desse Barama feat. Alsarah (2025) (single)
Al-Qasar – Desse Barama feat. Alsarah (2025) (single)
Cover albums are a tricky business. They say nothing beats the original. But
when international psychedelic collective Al-Qasar tackles songs from the
Western pop to the Arab folk repertoires, you know you’re in for a
brain-melting, transcontinental trip. Cultures collide, and the result of this
fission is Depeche Mode sung in Turkish, Sean Paul in Arabic, Nubian legend
Hamza El Din with fuzz guitars and iconic Lebanese composer Wadih El Safi
through space echo.
Produced between Tunis, Lisbon, Los Angeles, London, and Paris,
UNCOVERED contains 7 tracks (4 covers and 3 originals) which tell the story
of a world in flux, with its ancestors deep in the past but its eyes set on the
zeitgeist. It’s retro-futurist Arab psychedelia with a foot in the Mojave and the
other in the Sahara.
The cast is stunning, with innovators, breakthroughs and legends from nine
nationalities represented. All joined forces with studio wizard and composer
Thomas Attar, his vibrant, thick production style enhanced by
Grammy-winner Matt Hyde’s mix (Slayer, Deftones) and by a mastering from
multi Grammy-nominee Frank Merritt (Madlib, Aphex Twin).