“Great White Sharks” não é uma canção sobre tubarões, mas sobre sonhos desfeitos e a vontade de trepar pela chuva acima até às nuvens. Uma canção com dentes afiados e notas suaves, para ouvir com delicadeza e fúria. É a última canção do álbum White sharks don’t eat flowers a dar origem a um videoclipe e, também, a que lhe deu nome.
Os Tricycles estão já a trabalhar em novas músicas para um novo disco.
Imaginem um triciclo no alto de uma duna, a ver o mar, a sentir o sol quente nas rodas pintalgadas de areia, com uma certa comichão no volante por causa da humidade salgada, e a pensar: “Apetece-me apanhar o próximo barco para Marte e desviá-lo até ao centro do Sol”. É mais ou menos isto que os Tricycles são: uma coisa vagamente improvável, um conjunto de kidadults de rumo duvidoso mas com histórias para contar, cheias de pessoas que poderiam existir. E de facto existem, em calmas músicas prontas a explodir, lentamente, a mil à hora, com suavidade, ou em rugidos de guitarras zangadas e pianos falsamente corteses, de rudes baixos a conversar com educadas baterias. Os Tricycles são tudo isto e, claro, não são absolutamente nada disto, porque “isto” não passa de palavras que tentam descrever música – algo que, sabemos todos, é impossível de se fazer apropriadamente.
Os Tricycles são uma banda de Lisboa com ligações a Coimbra formada por Sérgio Dias (bateria), Rui Tiago Narciso (baixo), Afonso Almeida (guitarra eléctrica, voz) e João Taborda (voz, guitarra acústica, teclas). Gostam de andar na estrada, como qualquer veículo digno desse nome. A energia da lua no alcatrão quente sobe pelos pedais até ao volante e explode em concertos onde o público e a banda comungam raivas e melodias.
O primeiro álbum, Tricycles, saiu em 2019 com o selo da Lux Records. O segundo trabalho, White sharks don’t eat flowers, foi gravado nos estúdios da Blue House, por Henrique Toscano (Birds Are Indie), misturado e masterizado por João Rui (a Jigsaw / John Mercy) e produzido por João Taborda e Afonso Almeida. O álbum saiu a 13 de Novembro de 2023 com o selo da Lux Records.
Krazye Loko – Haterz (feat. Allen Halloween) (2025) (single)
Krazye Loko – Haterz (feat. Allen Halloween) (2025) (single)
Biografia (Krazye Loko)
Pedro Miguel dos Santos Castro nascido em Setúbal a 11 de Agosto de 1990, Krazye Loko é filho de mãe portuguesa e pai angolano. Começou como rapper em Setúbal, na mesma cidade onde nasceu e viveu a sua vida inteira.
Krazye Loko iniciou a sua carreira musical em 2003 apenas com 13 anos de idade, mostrando desde cedo o seu interesse pela cultura e a vontade de se expressar através da música. Entregando-nos um rap inspirado nas suas experiencias de vida, sem filtros e com muito sentimento. Inspirando-se nas camadas multifacetadas da sua história pessoal e nas lutas e triunfos diários que encontra. Inicialmente formando um grupo de hip-hop constituído por quatro elementos (Mc Produções). Conseguindo nessa época alcançar o primeiro lugar no concurso Bocage Rap em 2005, organizado pela Camara Municipal de Setúbal e tendo como júri Boss AC, um dos grandes nomes da música em Portugal. Algum tempo depois, em Agosto de 2006 Krazye Loko saiu do grupo para seguir a sua carreira solo. Em 2008, derivado a problemas pessoais, manteve-se inativo por um extenso período de 3 anos.
Krazye Loko, regressou em 2011, na exploração do seu passado abraçando graciosamente a noção de uma vida vivida sem arrependimentos, reconhecendo que cada reviravolta contribuiu para a sua evolução atual como artista e como indivíduo. Esta visão profunda confere novamente à sua música autenticidade, oferecendo uma narrativa profunda que fala ao coração dos seus ouvintes, mas agora desta vez bem mais maduro. Lançando assim algumas faixas de destaque na sua carreira musical como “Mafia Family”, a música que lhe deu vida novamente e abriu portas para novos projetos. Com essa faixa concorreu ao concurso Rock Rendez Worten 2011, com um júri composto por Paula Homem, directora geral da Arthouse, uma editora de novos talentos do grupo Valentim de Carvalho, e por Nuno Calado, locutor da Antena 3 e comentador assíduo da SIC Radical. Passando na primeira fase e conseguindo conquistar a semi-final do concurso. Em meados de 2013 Krazye Loko partiu para França, onde gravou as faixas que deram forma ao álbum ”O meu espaço (álbum)”.
Depois de feita a pré-produção e a gravação do disco em Brive-la-Gaillarde, Krazye Loko regressou a Portugal, onde registou as vozes que participaram em ”O meu espaço (álbum)”. O artista convidou nomes como Player, Black Mastah, Prophecy, Dani Xito, Bishop, Maliman. ”O meu espaço” chegou às distribuidoras digitais ainda em 2013.
Entre os vários concertos que Krazye Loko deu de norte a sul do país (Portugal), a 15 de Março de 2014 em um concerto na Amora, Seixal no clube Roots, cruzou-se com Allen Halloween que era cabeça de cartaz nessa mesma festa, trocaram palavras no backstage e recebeu um convite para participar em “Hibrido” album de Allen Halloween lançado um ano após o convite, em 2015, participando dessa forma na faixa “O Último mundo”.
“Haterz” foi outra grande faixa que marcou a carreira de Krazye Loko, lançada em 2018 com a participação de Allen Halloween, em que retratam a desconfiança, traição e maldade do própio ser humano mas lutando contra isso e com vontade de progredir na paz, protegido do mal e com foco nos objetivos.
Alguns anos depois, já em 2022, Krazye Loko decidiu começar a trabalhar no seu album “Viagem” totalmente produzido, misturado e masterizado por Split_86. O album “Viagem” é composto por uma coleção de dez faixas meticulosamente selecionadas, o álbum promete uma experiência auditiva imersiva que mergulha nas profundezas do espírito humano, servindo como um veículo para profunda introspecção e catarse emocional.
Atualmente em 2025, Krazye Loko já lançou o seu album “Viagem” digital e fisicamente. Este album musical pode ser ouvido nas plataformas digitais habituais como Spotify, Apple Music, YouTube… O mesmo informou que está atualmente a trabalhar no seu próximo album que está previsto para principios de 2026.
Após uma paragem na sua atividade musical, o rapper Krazye Loko que completou 20 anos de carreira, presenteia agora o seu público com o álbum “Viagem”.
Um trabalho onde mostra a essência do rap. Composto por 11 faixas inéditas com mensagens de reflexão claras e objetivas, o artista convida todos a fazerem parte desta “viagem” que apesar das turbulências, lhe deixou em bom porto. A transmissão de sentimentos carregando o dom do rap, como o artista nos tem habituado.
Lista de faixas: * Cansado * Maníaco do parque * Quando nada tinha * Salvação * Renascimento * Desabafos * Ponto de partida * Sê real * Viagem * Virei cinza * Haterz (com Allen Halloween) [Faixa bonus]
Sendo todos estes temas originais e exclusivos do artista, o álbum trás como brinde uma bónus track resultante de uma parceria entre Krazye Loko e Allen Halloween.
De forma a obter mais informações acerca do álbum e do rapper basta acompanhar as suas redes sociais e plataformas musicais.
GANA – Mundo a Sós ft. Andrea Verdugo (2025) (single)
GANA – Mundo a Sós ft. Andrea Verdugo (2025) (single)
“Mundo a Sós” é o nome do single de apresentação do primeiro álbum dos GANA e conta com a participação especial de Andrea Verdugo na voz e Hugo Gamboias na guitarra portuguesa de Coimbra. O videoclipe realizado por Tiago Cerveira levanta o véu de um primeiro disco que será editado no final do Verão, com participações de artistas relevantes da música portuguesa.
O coletivo de Arruda dos Vinhos composto por Sandro Dosha (bateria), Freddy C. (baixo), Zandré Ramos (teclas) e Raffa (voz) preparam a edição do primeiro álbum dos GANA, depois de terem editado 2 EP e nove singles de forma independente. Este primeiro disco consolida um processo de procura da sonoridade da banda que é composta por elementos e ex-elementos de bandas como Peste & Sida, Tantra, Spelling Nadja e Darwin Hipnoise.
“Mundo a Sós” é uma canção de amor que fala sobre desencontro e ilusão, pois nem sempre o amor ou a paixão são suficientes para que se dê um encontro. Em “Mundo a Sós”, a paixão é alimentada pela ilusão, pela forma como nos projetamos para um sítio feliz ou para um lugar onde fomos felizes. Nesse campo, o Hugo Gamboias entregou ao tema o dramatismo do timbre da guitarra portuguesa, típico da canção de Coimbra, alimentando, com a textura do fado, um tema Pop com influências de Rap e de Rock.
O videoclipe, realizado pelo Tiago Cerveira, procura sinalizar o desencontro dos sujeitos da canção através dos rumos que as personagens vão tomando, mas nunca negando a presença do outro. Do ponto de vista estético, há a procura pela relação antagónica do ambiente rural e urbano, nos quais os caminhos assumem geometrias diferentes e uma poltrona é o denominador comum.
Decline and Fall – Lost Astray (2025) (single)
Decline and Fall – Lost Astray (2025) (single)
Agrilhoados por dúvidas e incertezas, surge a necessidade de romper com os rumos que nos levam em círculos, regressando, invariavelmente, ao ponto de partida. “Lost Astray” pontua o ritmo incessante do tempo que por ninguém espera, ansiando pela mão que nos liberta. Este é o primeiro tema de avanço para “Scars and Ashes”, disco de estreia dos Decline and Fall, com edição marcada para 4 de Abril, em formato vinil e digital. “Scars and Ashes” parte das explorações iniciadas nos EP anteriores, “Gloom” e “Pulse”, mas acrescenta-lhes um vocabulário musical cada vez mais vasto e sofisticado.
Ruído Roído – Eclipse (2025) (single)
Ruído Roído – Eclipse (2025) (single)
Êxtase ao Vivo é um breve resumo da digressão de apresentação do segundo disco de Ruído Roído – Êxtase do Silêncio- e tem músicas gravadas em concertos no GNRation (Braga – 25/05/2024) e no Maus Hábitos (Porto – 12/09/2024). Conta com Márcio Décio na Guitarra, Springbox; Jorge Oliveira no Baixo, Sílvio Almeida nos Sintetizadores, Rui Rodrigues na Percussão (GNRation) e Élio Mateus na Bateria (Maus Hábitos).
É uma edição limitada de 30 cassetes e tem o selo da Raging Planet.
Lado A
1 – Eclipse
2 – Hipnose
3 – Fobia
4 – Sozinho num Suicídio Coletivo
5 – Encontro Absurdo com o Medo
Lado B
1 – Inquietude
2 – Origami
3 – Alma
4 – Na Súbita Ereção do Enforcado
Existe também videoclipe com imagens captadas ao vivo no GNRation.
Augusto Baschera – Caminho (2025) (single)
Augusto Baschera – Caminho (2025) (single)
“APÓCRIFO” representa tudo aquilo que questiona o óbvio e oferece uma visão paralela ao cânone convencional. É tradição e modernidade ao mesmo tempo, mudança e resiliência, com um espírito que carrega fé e ousadia.
No formato de um quarteto, Augusto Baschera (guitarra e composição) se une ao contrabaixista Kim Baiunco, o pianista João Bernardo, e ao baterista Vini Baschera. O disco conta com a participação do músico João Barradas, e Frederico Heliodoro como parceiro de composição. Composto por 8 (oito) faixas e gravado em Lisboa/PT, o disco é uma edição de autor.
Redoma – Lugar. (2025) (single)
Redoma – Lugar. (2025) (single)
Procura-se residência permanente: “lugar.” é o novo single das redoma
O álbum de estreia “santos da minha mente” sai a 28 de março, e já é possível fazer pré-encomenda
redoma estão de volta com “lugar.”, single e manifesto que, segundo a vocalista Carolina, “é sobre desilusão e impotência, cansaço e frustração. Sobre lugares de abrigo que viram lugares de passagem e sobre gentes com tanto e outras com tão pouco”.
Depois do tom introspetivo do single “2572”, lançado no final do ano passado, a dupla portuense formada por Carolina Viana (MALVA) e Joana Rodrigues assume agora uma postura observadora da “cidade cinzenta”. Um Porto desconstruído e subjugado aos interesses de gigantes que descaracterizam e roubam o lugar de permanência das gentes que a habitam. Num gesto político e social, “lugar.”, segundo single que antecipa o álbum de estreia, traz uma voz cortante e um tique-taque constante, simbolizando uma cidade onde, a cada instante, nasce um hotel e desaparece uma morada.
O videoclip que acompanha a música, transporta-nos por lugares do Porto, com uma visão alarmante, onde andaimes e guindastes representam “homens gigantes” que vão esvaziando espaço que outrora dava substância à cidade.
“lugar.” foi escrita por Carolina Viana e a produção ficou a cargo de Joana Rodrigues. O vídeo foi realizado por Pedro Ivan.
O álbum de estreia, “santos da minha mente”, já tem data oficial de lançamento: 28 de março. No bandcamp da editora Biruta Records, já é possível fazer a pré-encomenda do álbum nos formatos digital e físico (CD e Cassete), além de consultar a capa e a tracklist.
Ben Colton – 21 Grams (2025) (single)
Ben Colton – 21 Grams (2025) (single)
O tema “21 Grams” nasce da inspiração sobre um estudo científico do início do século XX, onde um médico do EstadosUnidos visava perceber qual era a perda de massa física no exato momento da morte. A conclusão desse estudo indicou que o ser humano perde vinte e uma gramas nesse preciso momento, o que levou Ben Colton a escrever sobre a importância da alma nos mais diversos momentos da nossa vida, principalmente os mais críticos. Este single fala sobre essencialmente sobre o peso da alma, numa dualidade entre energias, então o processo passou pela partilha de energia entre o artista e o produtor de longa dataRoyal Brandy, na procura pela construção de algo que representasse a sua ligação.Este tema é a primeira música do primeiro álbum de Ben Colton e, neste importante momento da sua carreira discográfica, a remasterização de “21 Grams”representa a transição entre o segundo álbum “Chasing Planes” e novo álbum que se encontra em produção e conta com data prevista de lançamento para o primeiro semestre de 2025.
Ben Colton apresenta a remasterização da música “21 Grams”,naquele que é o seu primeiro single de 2025. O tema, que serviu de abertura ao seu primeiro álbum, intitulado “Pirate Route”, chega agora de cara lavada, numa sonoridade soul-rock, que reflete sobre o peso da alma. Um tema energético e de sonoridade vibrante, onde as vozes soul narram um percurso no qual a alma se transcende na procura de redenção.
Al-Qasar, Sibel – Kisisel Isa (Personal Jesus) (2025) (single)
Al-Qasar, Sibel – Kisisel Isa (Personal Jesus) (2025) (single)
Cover albums are a tricky business. They say nothing beats the original. But when international psychedelic collective Al-Qasar tackles songs from the Western pop to the Arab folk repertoires, you know you’re in for a brain-melting, transcontinental trip. Cultures collide, and the result of this fission is Depeche Mode sung in Turkish, Sean Paul in Arabic, Nubian legend Hamza El Din with fuzz guitars and iconic Lebanese composer Wadih El Safi through space echo.
Produced between Tunis, Lisbon, Los Angeles, London, and Paris, UNCOVERED contains 7 tracks (4 covers and 3 originals) which tell the story of a world in flux, with its ancestors deep in the past but its eyes set on the zeitgeist. It’s retro-futurist Arab psychedelia with a foot in the Mojave and the other in the Sahara.
The cast is stunning, with innovators, breakthroughs and legends from nine nationalities represented. All joined forces with studio wizard and composer Thomas Attar, his vibrant, thick production style enhanced by Grammy-winner Matt Hyde’s mix (Slayer, Deftones) and by a mastering from multi Grammy-nominee Frank Merritt (Madlib, Aphex Twin).
Sudanese-American vocalist (and frequent Al-Qasar collaborator) Alsarah tackles DESSE BARAMA, a peace song by Nubian oud player and singer Hamza El Din, her hypnotic, soulful voice solidly anchored in a retro, almost dubby instrumental. PROMISES is an Afro-futurist heavy-psych track in Bambara which features Malian singer Mamani Keita (Salif Keita) on lead vocals and the renowned “Black Buddah” Cheick Tidiane Seck (Gorillaz, Black Eyed Peas, Santana) on keys and backing vocals. Mamani tackles the subject of commitment, taking a stab at corrupt political leaders who do not hold their word, while Cheick lets loose brain-melting keyboard lines and deep, spell-binding vocals. On drums, it’s Souleymane Ibrahim (from Touareg sensations, Mdou Moctar) unleashing a fury of grooves.
SemprAleste – Recado (2025) (single)
SemprAleste – Recado (2025) (single)
Depois de se apresentarem ao mundo num registo rock, com “Princesa do Aladdin”, e do contraponto reflexivo com a balada “Há outro lugar”, os SemprAleste retomam o seu curso eléctrico.
“Recado”, no qual Lino Vinagre (Anger) eterniza um dos seus mais inspirados solos de guitarra em estúdio, empurra o quarteto de Sintra para o seu habitat natural, onde ritmos progressivos se misturam com mensagens subliminares e vocais disruptivos com falsetes harmonizados.
Marcelo Lobato – O Corte (2025) (single)
Marcelo Lobato – O Corte (2025) (single)
Marcelo Lobato lança “O Corte”, single que transforma o silêncio em reflexão sonora
Música chega às plataformas no dia 07 de fevereiro com visualizer animado
Marcelo Lobato, cantor, produtor, multi instrumentista e um dos fundadores d’O Rappa, abre 2025 com um lançamento denso e carregado de significados. “O Corte”, seu novo single, chega às plataformas digitais no dia 07 de fevereiro, uma sexta-feira, trazendo uma reflexão poética sobre o silêncio como força opressora. A faixa, composta pelos irmãos Marcelo e Marcos Lobato, responsáveis por diversas letras d’O Rappa após a saída de Marcelo Yuka, ganha um arranjo intenso que reforça seu caráter imersivo. “Fiz essa música durante a pandemia, um momento de introspecção e questionamentos. Acho que é muito oportuno lançá-la agora, em um mundo tão individualista e desumanizado”, conta Marcelo. Ouça “O Corte” nas plataformas digitais e assista ao visualizer no canal do YouTube do artista.
“O silêncio pode ser quase como uma arma, uma imposição de dor que ecoa nas relações e na sociedade. A letra nasceu antes da pandemia, mas foi nesse período que vi a oportunidade de dar início ao meu trabalho solo, um projeto que não é movido pela urgência, mas pelo tempo certo”, explica o artista. O single marca um novo momento na trajetória do artista, que dá continuidade à sua carreira solo sem pressa, respeitando o tempo natural do processo criativo.
Produzida por Lobato ao lado de Zé Nóbrega e lançada pelo selo independente Lobo Records, a faixa se distancia da sonoridade tradicional de uma banda, apostando em timbres distintos, camadas sonoras e uma abordagem cinematográfica. “Gosto muito de trilhas de filmes, acho interessante como a história viaja junto com a música”, explica Marcelo. O conceito se estende ao visualizer animado que acompanha o lançamento, reforçando a experiência sensorial da obra.
Conhecido por sua versatilidade como tecladista, percussionista e vocalista d’O Rappa, Marcelo Lobato se firma como um artista de múltiplas expressões. Além da produção musical, assina arranjos, compõe e imprime uma identidade própria em seus trabalhos. Seu último álbum, Carregador de Piano, já evidenciava seu olhar experimental, e agora, com “O Corte”, ele aprofunda ainda mais sua proposta sonora e artística, entregando um registro potente, que traduz inquietações e reflexões em forma de música.
Sobre Marcelo Lobato
Marcelo Lobato é músico, compositor e produtor, conhecido por sua trajetória marcante como tecladista, percussionista e vocalista d’O Rappa. Atualmente, Marcelo é fundador da banda Afrika Gumbe e se dedica ao seu projeto solo, explorando novas possibilidades sonoras e transitando entre diferentes influências com uma abordagem experimental. Seu último EP, Carregador de Piano, mostrou um olhar autoral e intimista, evidenciando sua versatilidade. Agora, com o lançamento de O Corte, Marcelo reafirma sua identidade musical e sua capacidade de transformar reflexões profundas em experiências sonoras envolventes.
Marcelo Lobato: voz, bateria, baixo, guitarra, teclados, melódica, percussão
Zé Nóbrega: guitarra e violões
Visualizer:
Alvares – @alvaresofficial
Do.Prata – Erros (2025) (single)
Do.Prata – Erros (2025) (single)
Esta música reflete a luta interna entre o passado e a necessidade de seguir em frente. Fala sobre erros, crescimento e a busca por paz interior, destacando a importância do perdão – tanto para os outros quanto para nós mesmos. Existem sempre fantasmas no nosso passado com os quais é difícil fazer as pazes, mas só somos verdadeiramente livres quando os aceitamos e escolhemos investir no presente para construir um futuro mais bonito.
Mais do que uma reflexão pessoal, esta música é um agradecimento a todas as pessoas que acreditam na minha essência e me fazem querer ser melhor a cada novo dia. Estou constantemente a “tropeçar em erros para cair em mim”, e cada queda ensina-me algo novo sobre mim mesmo.