JonTravelz – Culto (2025) (single)

JonTravelz – Culto (2025) (single) 

JonTravelz, um produtor, compositor e intérprete que vive na Marinha Grande, Leiria, e que tem a grande paixão de mostrar ao mundo a sua essência: a música.

Desde o Trap ao Rock, as misturas originais do artista puxam a criatividade a quem as ouvir. Mas este sonho não surgiu recentemente. Jon está nesta caminhada há cerca de 8 anos, tendo 27.

“Culto” é o seu single mais recente (13 de fevereiro de 2025) que envolve uma onda alternativa à conhecida batida de Jersey Club, que se tenta difundir com o conceito Trap e Techno-Bunker, que conhecemos na atualidade. 

Teyma – Tu és o meu lugar (2025) (single)

Teyma – Tu és o meu lugar (2025) (single) 

Os Teyma são uma banda de originais de pop-rock/rock da margem sul, Barreiro.
Esta marca o seu regresso em 2025 depois de um período de 2 anos de ausência.
Formada em Setembro de 2018, o seu estilo musical tem influências de música dos anos 90/início do milénio e uma sonoridade única de um rock alternativo com groove à mistura.
Suas letras em português e em inglês, refletem estados de alma e vivências da própria banda.
No que toca ao seu percurso, esta congratula-se por ter tido temas em rodagem em algumas rádios de âmbito local e nacional, como a Rádio Moderna, a Rádio Portugal Star, a Super FM e a Alternativa Rádio.

Além das músicas, contámos com algumas entrevistas e crônicas, tais como a entrevista na Rádio Popular FM no programa Catedral do Rock com o locutor Jorge Caldeira, podcast do Montra de Virtudes com Bruno Kalil e crónica no Jornal “Terras de Gaia” de Ricardo Choupina.
Também fez parte da colectânea Garband Music Fest 2020-2021, onde participou com a gravação do seu tema “Robot”.

“Tu és o meu lugar” é o novo video da banda e que está disponível na sua página youtube.

Krazye Loko – Renascimento (2025) (single)

Krazye Loko – Renascimento (2025) (single) 

Biografia (Krazye Loko)

Pedro Miguel dos Santos Castro nascido em Setúbal a 11 de Agosto de 1990, Krazye Loko é filho de mãe portuguesa e pai angolano. Começou como rapper em Setúbal, na mesma cidade onde nasceu e viveu a sua vida inteira.

Krazye Loko iniciou a sua carreira musical em 2003 apenas com 13 anos de idade, mostrando desde cedo o seu interesse pela cultura e a vontade de se expressar através da música. Entregando-nos um rap inspirado nas suas experiencias de vida, sem filtros e com muito sentimento. Inspirando-se nas camadas multifacetadas da sua história pessoal e nas lutas e triunfos diários que encontra. Inicialmente formando um grupo de hip-hop constituído por quatro elementos (Mc Produções). Conseguindo nessa época alcançar o primeiro lugar no concurso Bocage Rap em 2005, organizado pela Camara Municipal de Setúbal e tendo como júri Boss AC, um dos grandes nomes da música em Portugal. Algum tempo depois, em Agosto de 2006 Krazye Loko saiu do grupo para seguir a sua carreira solo. Em 2008, derivado a problemas pessoais, manteve-se inativo por um extenso período de 3 anos.

Krazye Loko, regressou em 2011, na exploração do seu passado abraçando graciosamente a noção de uma vida vivida sem arrependimentos, reconhecendo que cada reviravolta contribuiu para a sua evolução atual como artista e como indivíduo. Esta visão profunda confere novamente à sua música autenticidade, oferecendo uma narrativa profunda que fala ao coração dos seus ouvintes, mas agora desta vez bem mais maduro. Lançando assim algumas faixas de destaque na sua carreira musical como “Mafia Family”, a música que lhe deu vida novamente e abriu portas para novos projetos. Com essa faixa concorreu ao concurso Rock Rendez Worten 2011, com um júri composto por Paula Homem, directora geral da Arthouse, uma editora de novos talentos do grupo Valentim de Carvalho, e por Nuno Calado, locutor da Antena 3 e comentador assíduo da SIC Radical. Passando na primeira fase e conseguindo conquistar a semi-final do concurso. Em meados de 2013 Krazye Loko partiu para França, onde gravou as faixas que deram forma ao álbum ”O meu espaço (álbum)”.

Depois de feita a pré-produção e a gravação do disco em Brive-la-Gaillarde, Krazye Loko regressou a Portugal, onde registou as vozes que participaram em ”O meu espaço (álbum)”. O artista convidou nomes como Player, Black Mastah, Prophecy, Dani Xito, Bishop, Maliman. ”O meu espaço” chegou às distribuidoras digitais ainda em 2013.

Entre os vários concertos que Krazye Loko deu de norte a sul do país (Portugal), a 15 de Março de 2014 em um concerto na Amora, Seixal no clube Roots, cruzou-se com Allen Halloween que era cabeça de cartaz nessa mesma festa, trocaram palavras no backstage e recebeu um convite para participar em “Hibrido” album de Allen Halloween lançado um ano após o convite, em 2015, participando dessa forma na faixa “O Último mundo”.

“Haterz” foi outra grande faixa que marcou a carreira de Krazye Loko, lançada em 2018 com a participação de Allen Halloween, em que retratam a desconfiança, traição e maldade do própio ser humano mas lutando contra isso e com vontade de progredir na paz, protegido do mal e com foco nos objetivos.

Alguns anos depois, já em 2022, Krazye Loko decidiu começar a trabalhar no seu album “Viagem” totalmente produzido, misturado e masterizado por Split_86. O album “Viagem” é composto por uma coleção de dez faixas meticulosamente selecionadas, o álbum promete uma experiência auditiva imersiva que mergulha nas profundezas do espírito humano, servindo como um veículo para profunda introspecção e catarse emocional.

Atualmente em 2025, Krazye Loko já lançou o seu album “Viagem” digital e fisicamente. Este album musical pode ser ouvido nas plataformas digitais habituais como Spotify, Apple Music, YouTube… O mesmo informou que está atualmente a trabalhar no seu próximo album que está previsto para principios de 2026.

Links de Krazye Loko:

Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4I6Abuoma3TJBURyGNTI1G?si=tbhehZiFQACDRlEEi3zuLQ

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCwOnDMcbn5ijystdBODzs3w

Apple Music: https://music.apple.com/pt/artist/krazye-loko/915870546

Instagram: https://www.instagram.com/krazyeloko/

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Rapper Krazye Loko lança o álbum “Viagem”

Data de lançamento: 27 de Setembro 2024

Após uma paragem na sua atividade musical, o rapper Krazye Loko que completou 20 anos de carreira, presenteia agora o seu público com o álbum “Viagem”.

Um trabalho onde mostra a essência do rap.
Composto por 11 faixas inéditas com mensagens de reflexão claras e objetivas, o artista convida todos a fazerem parte desta “viagem” que apesar das turbulências, lhe deixou em bom porto.
A transmissão de sentimentos carregando o dom do rap, como o artista nos tem habituado.

Lista de faixas:
* Cansado
* Maníaco do parque
* Quando nada tinha
* Salvação
* Renascimento
* Desabafos
* Ponto de partida
* Sê real
* Viagem
* Virei cinza
* Haterz (com Allen Halloween) [Faixa bonus]

Sendo todos estes temas originais e exclusivos do artista, o álbum trás como brinde uma bónus track resultante de uma parceria entre Krazye Loko e Allen Halloween.

De forma a obter mais informações acerca do álbum e do rapper basta acompanhar as suas redes sociais e plataformas musicais.

Vitória & The Kalashnicoles – New World (2025) (single)

Vitória & The Kalashnicoles – New World (2025) (single) 

Vitória & The Kalashnicoles – Sentimental Machine Gun

A vida como ela é sem ilusões nem artifícios mas sempre com a vontade genuína de que ela seja melhor. O mundo feroz e voraz que quase nos engole sem mastigar diariamente e a revelação de que o podemos viver de forma elegante e bela.

O coração a gritar com a cabeça, a cabeça a berrar com o coração naquela forma poética e romântica que revela que estamos a explodir num turbilhão de sentidos e sentimentos que vivemos sempre de todas as maneiras.

Sentimental Machine Gun, primeiro disco de Vitória & The Kalashnicoles, mergulha-nos numa multiplicidade de sons e possibilidades, escolhas e devaneios, vozes e tons ora harmoniosos ora rasgados. Inspiradas no espaço performativo e no seu vasto imaginário musical, as artistas propõem a escolha como arma, a voz como fumo e o instrumento como pólvora para a criação de uma obra completa construída por uma equipa múltipla, que questiona o suposto feminino e pensa os limites do género e dos lugares por onde transita.

São 9 canções cujas letras são um chamamento à transformação do mundo e a reflexões profundas. Tornando-se numa arma musical. Cada escolha é uma munição, e cada canção é como lava, fluindo e queimando tudo no seu caminho, ainda que não o destrua. A música é um tiro direto ao coração, impactando e envolvendo os ouvintes.

Inspirado nas sonoridades do espaço teatral e performativo, produzem uma obra com múltiplas camadas, repleta de sentidos e várias explorações vocais e instrumentais que andam entre o rock alternativo, a música clássica, o punk, a folk, passando pela electrónica e, até, experimental.

O disco contou com as participações especiais de Yaw Tembé (trompete), João Firmino (Guitarra), David Pires (Bateria), Angela Torres (Violino), Beatriz Almeida (Violoncelo), Kristina Van de Sand (Viola) e Maria da Rocha (Violino).

Sentimental Machine Gun foi gravado ao longo dos últimos dois anos no Estúdio Tuff, no Centro de Artes de Lisboa e na Base Organizada da Toca das Artes, produzido por Vitória e Carolina Varela e tem mistura e masterização de João Santos. Saiu no dia 14 de Fevereiro em CD (edição super limitada e personalizada) e depois, num futuro próximo em vinil. Foi apresentado no dia 17 na Casa Independente.

Valentina – The Wave (2025) (single)

Valentina – The Wave (2025) (single) 

Emerging singer/songwriter Valentina is set to release her next single “The Wave” on 7 February 2025. The new single from her upcoming debut EP “One Way Ticket” offers a soothing yet powerful exploration of freedom, self-discovery, and the search for meaning.

“The Wave” takes listeners on a journey both inward and outward. The rising tide, crashing waves, and free spirit at the heart of the song express a desire for peace in the chaos and a reminder to enjoy the journey instead of focusing on the destination. 

With its acoustic guitar capturing the ebb and flow of ocean waves, airy harmonies, and Valentina’s mindful, meditative lyrics, “The Wave” offers an evocative sound that blends elements of indie, storytelling, and acoustic pop.

“The Wave” is perfect for reflective moments, whether you’re watching a sunrise, walking along the beach, or navigating life’s transitions. Its introspective tone and vivid sea imagery make it an ideal companion for quiet mornings, mindfulness and journaling, creative pursuits, long drives, or times of choice and self-discovery.

About “The Wave”, Valentina says:

“The Wave reflects a time in my life when everything felt uncertain. I travelled to a deserted beach in winter, and found myself lost in reflection, questioning past choices and the future. Suddenly, a wave crashed a bit louder, taking me back to the present moment. I looked up and the overwhelming beauty of the sea made me smile. I wrote this song to remind myself and others to take a deep breath, let things flow, and trust the process. We’re all in the same boat, navigating similar challenges in this amazing journey called life.”

The Wave was co-written with Mario Punzi (Cristiano De Andrè, Syria) and co-produced with Kaity Rae (Beth McCarthy, Natalie Shay, The Shires).

Live performance of “The Wave” already garnered tastemaker support on the Italian TV Show “The Coach,” (5m+ viewers) leaving a lasting impression on both the audience and the judges. 

The song’s mood is reflected in a music video directed by Nicola Chen, shot on a deserted winter beach, and set for release on 17/02.

Previous radio support includes: Suedtirol 1 (IT), Radio 1 (IT), NBC (IT), Radio Dolomiti (IT), Circuito Orange (IT), Future Hits Radio (London), Crags Radio (London), Big Condo Radio (Liverpool), Islington Radio (London), Melodic Distraction (Liverpool), Amazing Radio.

Live shows include: public events (King Charles Coronation Official Celebration Event – London), lively festivals (Big Condo Weekender – Liverpool, Blue Days – Vipiteno, IT), as well as more intimate venues (Dingwalls, Under The Radar, London Kindred).

Valentina’s upcoming EP will be presented with a series of live shows across 3 different countries (the UK, Italy, Germany – dates tbc). 

FeMa – Verde Mar (2025) (single)

FeMa – Verde Mar (2025) (single) 

FeMa., talento emergente do indie pop nacional e projeto artístico de Diogo Félix, lança novo single “Verde Mar”, uma canção de mensagem ecologista que nos instiga a não desistir mesmo perante o “Am do mundo”.

“Verde Mar” é o novo single de FeMa., artista alcobacense que já editou dois EPs – HOMNiA (2024) e uma palavra chamada folha (2022). É uma canção profundamente marcada pela dualidade entre o presente de destruição que assola a terra humana e o mar como símbolo de esperança e fuga.

A canção reNete sobre um mundo devastado por guerras e conNitos, onde a terra, antes refúgio e lar, transforma-se num lugar cego e sufocante. Nesse cenário, o mar surge como um horizonte libertador, uma promessa de renovação, transcendência e paz no meio do caos. A letra carrega em si uma forte simbologia, “Verde água jaz ao fundo do meu altar”, “Acordei no meio da marcha,” que evoca a dor de uma humanidade em ruínas, mas também a busca incessante por recomeços. A melodia, com raízes no fado e toques contemporâneos, intensiTca essa narrativa, equilibrando a melancolia da perda com a esperança da transformação.

“Verde Mar” é uma resposta aos tempos em que vivemos. Um hino para aqueles que carregam o peso de um mundo em colapso, mas ainda encontram no horizonte, a promessa de um futuro mais promissor.

Este é o primeiro de vários lançamentos de FeMa. ao longo de 2025 e antecipa a edição do primeiro longa-duração do artista. A canção já está disponível em todas as plataformas, incluindo no YouTube com um videoclipe realizado por Daniel Evangelista.

FeMa. vai estar pela estrada neste início de ano um pouco por todo o país. Sobe a palco já a 7 de fevereiro na Escola Normal no Porto e a 27 do mesmo mês no Com Calma em Lisboa. Já em março e abril faz uma digressão por FNACs espalhadas por todo Portugal, começando no Colombo (Lisboa) e passando depois, por ordem, por Almada, Alfragide, Coimbra, Braga, Guimarães (no CAAA), NortheShopping, Funchal Oeiras e Cascais.

Samuel Martins Coelho – I Error-Unselfing (2025) (single)

Samuel Martins Coelho – I Error-Unselfing (2025) (single) 

“Unselfing” é o segundo disco de I ERROR, projeto de música eletrónica do músico multi-instrumentista e compositor Samuel Martins Coelho. O novo trabalho parte da ideia de unselfing de Iris Murdoch: afastarmo-nos do ego e das preocupações do dia a dia para observar com atenção genuína.

O disco vai ser apresentado no dia 21 de fevereiro, às 22h, no CAAA – Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura de Guimarães.

Se o primeiro álbum, “I ERROR”, lançado há um ano, explorava diferentes fases enquanto músico e apresentava o erro como uma nova oportunidade, uma perspetiva que transforma falhas em possibilidades, este novo trabalho aprofunda a busca por momentos de clareza e foco no essencial. Cada faixa de “Unselfing”, lançado pela Invisível, convida o ouvinte a desligar-se das distrações e a encontrar espaço para simplesmente ouvir.  Sem complicações ou pretensões, procura traduzir essa ideia de pausa e escuta de uma forma direta. É um passo em frente que mantém o espírito experimental do projeto.

O projecto I Error assume-se como um conjunto de rascunhos colecionados ao longo do tempo, que refletem diferentes interesses estilísticos de um violinista que se aventura no mundo electrónico.

BIOGRAFIA:

Samuel Martins Coelho (1980) é violinista, compositor e multi-instrumentista. Tem feito um percurso de descoberta e constante reinvenção da sua linguagem musical. Com raízes na música clássica, tem vindo a desenvolver uma linguagem muito própria, utilizando diversas fontes sonoras. O seu trabalho atravessa vários géneros e universos musicais, desde a música clássica à música conceptual, experimental e à improvisação. A sua actividade artística desenvolve-se em vários projetos, tais como: Samuel Martins Coelho, Tosco, Peixe Míope, Estranhofone, Space Ensemble, Escola do Rock, Colectivo Invisível, Ondamarela, JP Coimbra, I ERROR. Nos últimos anos tem colaborado como diretor musical, compositor e instrumentista em várias companhias de Dança e Teatro. Desenvolve atividades com comunidades e lidera intervenções musicais criativas, dirigidas a crianças e ao público em geral, colaborando com diferentes artistas. Em 2017 foi artista residente do AiR Programme, em Malta (Gozo), no âmbito do programa da Fondazzjoni Kreattivitá e Valletta 2018 – Capital Europeia da Cultura.

Participou no II Curso de Formação de Animadores Musicais do Serviço Educativo da Casa da Música, tendo colaborado como facilitador nos cursos posteriores.

No seu percurso artístico já conta com várias composições de bandas sonoras, em 2018 compôs uma nova banda sonora para o filme Giuseppi do realizador maltês Cecil Santariano, a qual foi apresentado ao vivo na capital europeia da cultura em malta em 2018. Colaborou na banda sonora da curta-metragem de Regina Pessoa “Tio Tomás a contabilidade dos dias”. Desde a estreia internacional, em Junho de 2019, na Croácia, o filme foi já distinguido no Festival de Cinema de Annecy, em França, com o prémio especial do júri, no Festival Animamundi, no Brasil, ou nos Caminhos do Cinema Português, em Coimbra. Foi também candidato às nomeações para os Óscares e venceu a corrida para o galardão de melhor curta-metragem nos Prémios Annie Awards. 

Em 2024 compôs a banda sonora do filme O Pior Homem de Londres, realizado por Rodrigo Areias, produzido por Paulo Branco-Leopardo Filmes, com argumento de Eduardo Brito, e um elenco onde pontuam Albano Jerónimo, Edward Ashley, Victoria Guerra, Scott Coffey, Christian Vadim, Carmen Chaplin, Simon Paisley Day, e Jean-François Balmer.

Afonso Rodrigues – Onde Foi (2025) (single)

Afonso Rodrigues – Onde Foi (2025) (single) 

Afonso Rodrigues, melhor conhecido pelo seu papel em Sean Riley & The Slowriders ou nos Keep Razors Sharp, viveu sempre na música.

Chegou-lhe primeiramente pela mão do pai, que partilhava com ele discos de Fado MPB e Jazz. Depois teve bandas de liceu, foi Radialista – na Radio Universidade de Coimbra – DJ, Promotor de Eventos e A&R numa editora multinacional.

Quando começou a escrever canções “mais a sério”, por alturas da faculdade, escolheu o Inglês como língua mãe. Um pouco por timidez, muito por influência dos escritores que mais admirava na altura. Nunca o soube explicar melhor.

O Português sempre o apaixonou, e a guitarra e a voz do discos do Zeca Afonso que ouvia com o pai sempre chamaram por ele, mas não sabia como fazê-lo. Faltava tempo e vocação.

Nunca se tinha sentido particularmente Português, ou de outro lado qualquer, e o Inglês tinha servido o desejo de falar para o mundo, mas com o passar do tempo, com o nascimento dos filhos em Lisboa a enterrarem cada vez mais fundo as suas raízes nesta terra, a língua soltou-se finalmente e começou a falar aquela que hoje sente como a sua verdade.

Em 2022 após uma temporada em África decidiu trabalhar numas ideias que tinha começado a escrever antes e durante a pandemia, e iniciou assim este novo caminho, que escolheu fazer com o Filipe Costa, irmão de longa data e companheiro de sempre nos Sean Riley & The Slowriders que se ocupa da maioria dos arranjos e co-produção deste primeiro trabalho.

 A visão é cruzar um pouco a escrita mais clássica de cantautor com uma maior contemporaneidade na abordagem e na instrumentação.

Bernardo – What, If Not The Family (2025) (single)

Bernardo – What, If Not The Family (2025) (single) 

Bernardo lança “What, If Not The Family?”, primeiro single do álbum de estreia “Secrets of Six-Figure Women”  

No dia em que Bernardo sobe ao palco para o concerto de abertura dos Franz Ferdinand, em Lisboa, a artista luso-britânica lança “What, If Not The Family?”, o primeiro single que antecipa o seu álbum de estreia “Secrets of Six-Figure Women”, previsto para setembro.  

Este tema, escrito e produzido por Sónia Bernardo e co-produzido por Dave Maclean, dos Django Django, explora a complexidade das relações familiares e a construção da identidade pessoal num mundo em constante mudança. A música reflete a fusão entre as raízes portuguesas e britânicas da artista, que cresceu entre o fado tradicional e a cena alternativa londrina.  

O single mergulha na luta universal contra as expectativas da sociedade, captando a ansiedade crua de talvez escolher um caminho diferente. Com a família a desempenhar simultaneamente o papel de maior apoio e maior fonte de pressão, explora a profunda tensão entre as pressões externas e a incerteza pessoal, reconhecendo a coragem silenciosa necessária para continuar a avançar, mesmo sem ter todas as respostas.  

“What, If Not The Family?” ganha vida através dos arranjos de Sean O’Hagan (The High Llamas), com a mistura de Syd Kemp (Ulrika Spacek) e Dom Shaw (Real World Studios), criando uma paisagem sonora rica e introspectiva. O single é acompanhado por um videoclipe que já se encontra disponível, expandindo a narrativa visual e emocional do tema.  

Bernardo, multi-instrumentista e produtora, nasceu em East Ham, Londres, e aos 8 anos mudou-se para a aldeia da mãe, no centro de Portugal. A sua trajetória musical começou aos 11 anos, quando influenciada pelo fado e pela música alternativa, começou a compor. Aos 17, regressou a Londres para aperfeiçoar a sua arte, desenvolvendo um som próprio que funde o alt-soul com o indie, enquanto explora as suas raízes culturais.  

Com uma carreira que já inclui colaborações com nomes como Phil Manzanera (Roxy Music), Django Django, Skinny Pelembe e Sean O’Hagan, Bernardo prepara-se agora para apresentar ao público o seu universo musical com “Secrets of Six-Figure Women”, um álbum que promete uma sofisticada reflexão sobre ambição moderna e identidade.  

A composição e produção de “What, If Not The Family?” são assinadas por Sónia Bernardo e Dave Maclean, com contributos de Jonny Wickham no baixo, Sean O’Hagan e Hal Sutherland no piano, e Dave Maclean na bateria.  

“What, If Not The Family?” já está disponível em todas as plataformas digitais.

Sandra Martins – Passo a Passo (2025) (single)

Sandra Martins – Passo a Passo (2025) (single)

“Vapor”, de Sandra Martins, é uma carta de amor destinada a outro mundo. 

O primeiro álbum a solo da violoncelista e compositora propõe uma viagem íntima e perigosa, à procura da beleza que se esconde para lá das sombras.

Os temas originais que integram este álbum têm como voz principal o violoncelo e o clarinete.

Transforam memórias em texturas e atmosferas sonoras que vagueiam por um roteiro de experiências repletas de influências tão díspares quanto as colaborações da artista ao longo do seu percurso.

“Vapor” não é só uma história de luto, é sobretudo uma carta de amor. 

So Dead – Push (2025) (single)

So Dead – Push (2025) (single) 

Sai hoje Push/Caroussel, primeiro de dois 7″ de So DeaD que antecipa o segundo LP

O ano de 2025 marca uma nova abordagem na sonoridade dos So DeaD. Dois singles (7″) e um LP, compõem a trilogia que culminará com o lançamento do longa duração agendado para Maio deste ano. “PUSH”, o primeiro single, afasta-se dos últimos registos a nível sonoro e revela uma nova identidade da banda. Faz parte de um 7″ com um lado A (que irá fazer parte do LP) e um lado B (que não é apenas um lado B) que terão edição limitada a 40 exemplares.

Aborda, também, os jogos de poder e os interesses que existem sempre por detrás de cada guerra.

A energia simples e orgânica que vem do nosso mais profundo ser desperta-nos, muitas vezes, para criações mais cruas na sua essência.

Muitas vezes, são essas que revelam um pouco de nós próprios ao mundo, mesmo sem palavras.

Os So DeaD nascem dessa energia. De uma força que os uniu e os levou a criar algo mais honesto e direto, desprendidos de conceitos ou qualquer outro carácter diferente daquele que desperta o instinto.

Eles são o Samuel Nejati e a Sofia Leonor, dois amigos de Coimbra que, em paralelo ao projecto do qual fazem parte – From Atomic – decidem criar este duo com bateria, baixo e voz a quem se juntou mais tarde Miguel Padilha nas teclas e sintetizadores, formando o agora trio.

Com So DeaD não há pretensões ou ideias formadas, há apenas o acto simples de fazer música da forma que sabem, da forma que podem e como lhes sai. A única garantia é que não há distinções entre eles e os ouvintes, pois a cada escuta que se faça, tornam-se um só!

A banda lançou o seu primeiro trabalho, o EP Wait To Die, gravado em duo com mistura e masterização de João Rui no dia 5 de Junho de 2023, lançou o primeiro LP Play Me Like a Doll já com Miguel Padilha nas teclas e sintetizadores no dia 2 de Setembro de 2024 e prepara-se agora para lançar o segundo LP em Maio de 2025, todos com selo da Lux Records.

Meu General – Impulso Inquieto (2025) (single)

Meu General – Impulso Inquieto (2025) (single) 

Meu General é conhecido por suas performances enérgicas, ao vivo descritas como “atitude em estado puro”.

Com o novo single, “Impulso Inquieto”, Meu General traz-nos de volta o punk rock.

Em plena sociedade altamente volátil existe uma linha ténue que separa vários lados da mesma moeda. Andamos inquietos e impulsivos.

“Confundimos o essencial com o acessório e já damos por nós a não querer pensar”. – Meu General. Impulso Inquieto