ben&G é um grupo musical emergente do Porto, composto por Rúben Pérola (ben) e Manuel Gonçalves (Manel G), que surgiu após uma residência artística realizada pela label Pluma, em Março de 2024, em Viana do Castelo.
Com gostos em comum e outros muito distintos, os dois músicos encontraram uma química natural que lhes dá a possibilidade de criar uma sonoridade própria que passa pelo universo do Pop e Hip-Hop.
A dupla apresenta o seu primeiro single, Antídoto, garantindo álbum para este ano de 2025. A faixa vem acompanhada de um videoclipe que retrata uma história de amor intensa e divertida e que se desenrola numa festa de aniversário surrealista.
Nesse ambiente e cadência extasiante o instrumental distingue-se pelo seu groove Disco-Soul e uma energia kitsh contemporânea muito contagiante. ben&G lançam o seu primeiro single, Antídoto, que estará disponível digitalmente nas principais plataformas de streaming a 07 de Fevereiro, tal como em videoclipe, que será lançado a 29/01/2025 no YouTube.
FICHA TÉCNICA
Música: ben&G Letra: ben, Manel G Produção: Manel G e ben Baixo: Rato
Mix: Manel G Master: TALVS
Conceito: ben&G
Realização e Edição: Sofia Calvet
Direção de Arte: Bárbara Maria
Produção: ben&G; Íris Murta
Ass. de Produção: Rita Pinto; Maxim Puga
Figurinos: Orlem
Maquilhagem: Rita Pinto
Cast: Francisca Rocha
Figuração: Alya Melo, André Rego, Arteom, Bárbara Rey, Becas Monteiro, Filipe Mendes, Francisca Magalhães, Francisco Gonçalves, Frederica Campos, Hugo Oliveira, Joana Pereira, Luís Lucas, Mafalda Barbosa, Maria Gonçalves, Rita Alves, Vasco Costa, Youngst T Participação especial: Homem do Robe
Fotografias e Capa: Bruno Silva
Agradecimentos: Bangladesh Market; Coletivo – Triparias À Moda do Porto; Erva Daninha; Padaria Portuguesa; RCA – Rádio Clube Agramonte; Rita Ferreira; @soluztions.pt; Teatro de Marionetas do Porto.
Rumia – Shift In The Air (2025) (single)
Rumia – Shift In The Air (2025) (single)
A cantora e compositora RUMIA apresenta ‘Shift in the Air’, o mais recente single do seu próximo álbum, ‘Old Enough To Save Myself’, que tem lançamento marcado para 4 de Abril.
Com uma produção elegante que combina sintetizadores delicados e elementos orgânicos, ‘Shift in the Air’ é uma reflexão íntima sobre perda, mudança e desorientação.
É através da interpretação vocal de Rumia, carregada de sensibilidade e vulnerabilidade, que somos conduzidos nesta viagem emocional.
O videoclipe que acompanha o tema foi realizado por Silvia Coca e conta com direção de fotografia de Alex Arteaga. ‘Shift in the Air’ já pode ser ouvido em todas as plataformas digitais.
Sobre RUMIA:
Com uma herança cultural que abrange tanto o português quanto o espanhol, Rumia combina elementos electrónicos com instrumentação orgânica, criando um som único que mistura nostalgia e modernidade, com influências que vão dos anos 50 aos 2020.
No currículo tem já vários singles e o álbum de estreia, ‘Forget Me Not’ (2022), que lhe valeu destaque internacional em meios como Radio 3, RTVE, Jenesaispop, Earmilk, entre outros.
Ao vivo, o projecto já se apresentou em países como Portugal, Espanha, Alemanha, Suíça e Coreia do Sul.
Rumia prepara-se para lançar, no dia 4 de Abril, o seu segundo álbum, ‘Old Enough To Save Myself’, do qual já conhecemos ‘Emergency’, a sua versão de ‘Desfado’ de Ana Moura e, agora, o novíssimo ‘Shift In The Air’.
Paulo To – Ajuste De Contas (2025) (single)
Paulo To – Ajuste De Contas (2025) (single)
Como um encontro entre Brasil e Portugal, a canção Ajuste de Contas, de Fausto Bordalo Dias, de 1975, é agora revisitada pelo brasileiro Paulo Tó, com participação do pernambucano Siba, um dos nomes mais distintos a levar adiante a cultura popular brasileira atualmente. Na releitura, o ritmo português transforma-se em um frevo (estilo musical com origem no estado de Pernambuco), cantado com sotaque brasileiro. O tema faz parte do disco a ser editado, Cantos da Revolução (ybmusic), que presta homenagem às canções de protesto que marcaram o período de luta contra a ditadura em Portugal, entre 1926 e 1974. Oiça aqui.
“Essa música do Fausto tem uma rítmica muito interessante que vem da maneira como a letra é articulada. Isso acabou por conduzir o nosso arranjo para um frevo. Foi aí que surgiu a ideia de convidar o Siba para cantar comigo – um dos grandes compositores brasileiros da atualidade”, conta Paulo Tó. “Além disso, é uma canção escrita dentro do processo revolucionário, que poderia até ser taxada como ‘panfletária’. E, de facto, ela tem um tom didático, mas que justifica-se dentro do processo de luta social. A música é construída por Fausto de maneira brilhante, com inovação formal e muita qualidade poética e musical”, continua.
Antes de Ajuste de Contas, a primeira versão a apresentar o álbum foi Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, de José Mário Branco. A ideia para o projeto surgiu durante uma temporada em que Paulo Tó viveu em Portugal. No país, o artista conheceu o repertório que integra o disco a partir de indicações de amigos. “Na época tive o privilégio de conhecer pessoalmente dois grandes compositores portugueses desta safra: José Mário Branco e Fausto Bordalo Dias, com quem me encontrei algumas vezes e estabeleci mais contacto”, divide. O álbum terá participações de Thiago França, Jéssica Areias, Cauê Silva, Eugénia Melo e Castro, Arthur de Faria, além de Siba.
A capa desenvolvida por Roberto Zink foi criada à mão a partir de imagens históricas, com caneta esferográfica em papel. A técnica e o resultado remetem à anotações em caderno e rascunhos, à simplicidade do dia-a-dia e à “pessoalidade” do fazer.
Lhobo – Bagagem (2025) (single)
Lhobo – Bagagem (2025) (single)
LHOBO
Single “Bagagem” já disponível nas plataformas digitais
Depois de “Túnel” editado em outubro de 2024, os Lhobo abrem a cortina a 2025 com novo lançamento – “Bagagem” – que antecede o EP de estreia que a banda pretende lançar ainda no primeiro semestre do novo ano.
“Bagagem” é quiçá o tema mais abrangente (no sentido comercial do termo) da banda, banhado por melodias Beatlianas e com uma sonoridade universal, mas ainda assim intemporal que nos remete para os singles das décadas de 60 e 70, mas embrulhado numa produção muito contemporânea. Produção a cargo de Bruno Xisto mais uma vez, com coprodução de Tiago Candeias e gravado nos Blacksheep Studios em Sintra.
Os Lhobo voltam a colocar a tónica no rock mainstream, pretendendo afirmar-se como banda sonora quotidiana na vida de quem os ouve, tema a tema…
Damani Van Dunem – Liberdade Liberdade (2025) (single)
Damani Van Dunem – Liberdade Liberdade (2025) (single)
O rapper angolano reafirma o seu lugar no panorama musical lusófono em nova fase da sua carreira.
O talentoso rapper angolano Damani Van Dunem apresenta o seu mais recente single, “Liberdade, Liberdade”, uma obra que simboliza uma nova fase na sua carreira musical e conta com as colaboração de Walter Nascimento e Elzo Sénior, na produção. Este lançamento assinala um marco importante para Damani, que busca consolidar ainda mais a sua presença tanto no mercado musical angolano como no português.
“Liberdade, Liberdade” é uma faixa que traduz uma poderosa mensagem de emancipação pessoal e coletiva, invocando a busca constante pela liberdade em suas diversas formas — social e, sobretudo, emocional. Com a inconfundível voz de Walter Nascimento, que traz uma sensibilidade única ao refrão, e a produção envolvente e meticulosa de Elzo Sénior, a canção mistura habilmente o rap com elementos da música urbana, criando uma ponte entre diferentes mundos sonoros e culturais.
Damani Van Dunem, já conhecido pela sua trajetória consistente e pelas letras profundas que abordam questões sociais e pessoais, considera este single uma reafirmação da sua missão artística: O single já está disponível em todas as plataformas digitais e conta com um videoclip que já estreou no Youtube e promete ser um tema forte na playlist dos amantes da música lusófona.
A aposta de Damani é clara: criar pontes entre culturas, sensibilidades e públicos, utilizando a sua voz como instrumento de expressão e, acima de tudo, de liberdade.
Liberdade “é um tributo ao poder transformador da música e à capacidade que ela tem de inspirar mudança e reflexão.”
Flor Girino – Fonte De Gesso (2025) (single)
Flor Girino – Fonte De Gesso (2025) (single)
‘Fonte de Gesso’ é o último single do primeiro álbum ‘Charcolepsia’ de Flor Girino, uma balada profunda que foi, na verdade, a primeira música tocada pelo grupo, escrita por Lucas P. Calheiros e depois transformada pelo resto da banda. O tema evoca um amor em tempos de pandemia, e todas as peripécias que esse período provocou no seu florescer.
Sir Dinha Blues Band – Poço (2025) (single)
Sir Dinha Blues Band – Poço (2025) (single)
Os Sir Dinha Blues Band lançam o seu primeiro single, “Poço”, tema que antecipa o álbum de estreia “Viso”, a editar brevemente. Com influências do blues e do rock, o grupo formado por Rafael Keil Verde (baixo), António Gorjão-Henriques (bateria), Francisco Bouza Serrano (voz e guitarra) e Pedro Duque Balikó (guitarra) aposta numa sonoridade crua e intensa, dando a conhecer a sua identidade musical através de um tema onde melodia e palavra se unem de forma espontânea.
“Poço” surgiu como que por magia. Durante meses, Francisco Bouza Serrano carregou consigo uma melodia persistente, sem conseguir transformá-la em algo concreto. Até que, num acaso, encontrou sobre a mesa da sala um livro deixado pelo pai: “Já não sou o que era agora mesmo”, de João Francisco Lima. O poema captou a sua atenção de imediato – talvez pelo nome curto, talvez pela referência à água –, mas a verdade é que, como que por bruxaria, a segunda estrofe encaixou-se de forma perfeita naquela melodia que o acompanhava há tanto tempo.
Daí nasceu uma música.
O processo de gravação revelou-se evidente. A letra e a melodia pedem a dinâmica de forma tão natural que a banda nunca sentiu necessidade de ajustes. “Poço” deixa falar a alma de João Francisco Lima e, através da fusão dos instrumentos e dos solos, transforma-se num sentimento universal com o qual qualquer pessoa pode relacionar-se. A canção sugere uma perspetiva para refletir e, ao mesmo tempo, dá nova vida às emoções do autor.
A acompanhar o single, é lançado também um videoclipe realizado por Bruno Wolf Pinto e Clyde Hannah, que amplia a atmosfera introspetiva do tema e reforça visualmente a intensidade da sua mensagem.
Além do lançamento do primeiro single, os Sir Dinha Blues Band preparam-se para apresentar o seu álbum de estreia, “Viso”, numa Listening Party aberta ao público, no dia 17 de fevereiro, no Camones Artes Bar, em Lisboa, entre as 19h e as 23h. Este evento surge como parte da campanha de crowdfunding que viabilizou a produção do disco, oferecendo aos apoiantes e ao público em geral um primeiro contacto com a obra na sua totalidade.
“Poço” já está disponível em todas as plataformas digitais.
Inês Barros – Eu Por Ti, Tu Por Mim (2025) (single)
Inês Barros – Eu Por Ti, Tu Por Mim (2025) (single)
O meu nome é Inês Barros e sou uma artista portuguesa – cantora, compositora e violetista.
Fui concorrente do Factor X 2014, atuei na abertura dos Globos de Ouro ao lado da Luciana Abreu e da Vanessa Silva em 2015 e colaborei com o Berg no seu álbum “Tempo” em 2016.
Em 2019 integrei a Orquestra Sem Fronteiras de Martim Sousa Tavares, com quem trabalho regularmente e licenciei-me em música na Escola Superior de Artes Aplicadas em 2021.
Em 2022 atuei com João Pedro Pais no Europarque, toquei com Andrea Bocelli, Cuca Roseta e a Orquestra das Beiras no Altice Arena, atuei com a Mariza e a Orquestra do Algarve e participei no The Voice Portugal 2023.
Silva Lining Band – Aching Now (2025) (single)
Silva Lining Band – Aching Now (2025) (single)
Nascido em Lisboa, criado em Londres. Nascido em Londres, criado em Lisboa. Três gerações, duas cidades, uma família. Nuno, Catarina e Tiago, com raízes portuguesas e charme inglês, uma fusão que dá origem à Silva Lining Band. Alguns diriam que menos é mais… mas não é o caso da família Silva. “Quantos mais melhor” é o seu lema e a Silva Lining Band não é uma exceção, com o álbum de estreia “Lisboa” que inclui mais de 12 músicos e que passa por vários estilos, desde do funk ao swing, jazz e rock.
No seguimento dos anteriores lançamentos “I Don’t Really Mind” e “Never Leave Again”, singles que têm tocado em diversas rádios nacionais e regionais como a Smooth FM, TSF Madeira, Rádio Olisipo, Rádio Sesimbra, entre outras, assim como em várias rádios locais no Reino Unido, como Deal Radio, K107 FM e The Beat London 103.6 FM, mas também em várias rádios nos Estados Unidos, a Silva Lining Band continua o seu percurso de grande criação musical e brinda-nos com outro tema incrível e de enorme qualidade, intitulado “Aching Now”.
“Aching Now”, o último single da banda para 2024, diverge do seu modus operandi habitual, uma vez que esta é a primeira canção interpretada em dueto, com o Tiago e a Catarina ambos a assumirem o protagonismo. Inspirada em baladas de reggae, a canção descreve a dor de uma relação que termina unilateralmente. “Aching Now” baseia-se fortemente num groove suave e discreto que permite aos cantores oferecerem interpretações poderosas e sentidas. Embora o dueto seja um desvio da abordagem típica da banda, o solo de saxofone arrepiante é característico dos Silva Lining Band, uma demonstração dos músicos extremamente talentosos da banda.
Baco – Complicado (feat Josias) (2025) (single)
Baco – Complicado (feat Josias) (2025) (single) Id
“Complicado” é o single de estreia do compositor e multi-instrumentista Baco. Baco, que já colaborou com X-Tense, Mike El Nite, Slow J, xtinto, Cláudia Pascoal, entre outros artistas, desvenda o seu single: “Complicado”. Trata-se do ponto de partida da nova aventura do artista, em que finalmente dá a cara e a voz pela sua arte. “Complicado é uma música que provoca dança e calma ao mesmo tempo e que, apesar do nome, descomplica o que é complicado”, conta o músico. Cada nota denota o talento de Baco para provocar uma viagem musical pelo pop português, com uma sonoridade que tem a capacidade camaleónica de nos fazer viajar pelos anos 80 e, ao mesmo tempo, refletir o melhor da emergência da nova geração da música pop em Portugal. A participação de Josias, companheiro de longa data, é também um passaporte em tom de convite para novas sensações. O artista torna a música ainda mais rica e fluída na sua contemporaneidade. Um reforçar da diversidade vocal que Baco promete trazer para os seus próximos projetos. Baco apresentará este e alguns dos próximos temas já no dia 07 de Fevereiro no Musicbox Lisboa.
O videoclipe, conta com a produção executiva da tuff, a realização de Henrique Rocha e João Moura de Paiva, edição e cor de Henrique Rocha, maquilhagem de Vitória Raminhos, styling de Lucas Luz, consultoria de imagem de Pedro Rocha e apoio de Francisco Santos e Tomás Sampaio. Foi gravado no emblemático espaço underground português NAV, no Campo Pequeno.
Baco, ou Rodrigo Dionísio, cresceu num ambiente musical e tem formação em piano, guitarra, bateria e baixo. Formado em Sound Design, trabalhou como técnico de som durante seis anos, enquanto aprimorava as suas capacidades como produtor. Em 2020, foi descoberto por X-Tense, com quem trabalhou em estúdio e acompanhou em digressão durante dois anos, experiência que cimentou o seu talento e versatilidade. Em 2025, inicia o seu projeto a solo, focado em géneros que vão do pop, R&B e hip-hop às sonoridades eletrónicas. Apaixonado pela inovação e pela exploração, Baco apresenta-se como uma das promessas mais interessantes da nova música portuguesa.
Carmen Souza – Cais D’port Inglês (2025) (single)
Carmen Souza – Cais D’port Inglês (feat. Joao Oliveira, Theo Pas’cal & Elias Kacomanolis) (2025) (single)
Digressão:
7 Fevereiro, 21h30 – Festival Microsons, Grândola
8 Fevereiro – Auditório Carlos do Carmo, Lagoa
15 Fevereiro – Centro de Artes e Espetáculo, Portalegre
10 Maio, 21h30 – Cine-Teatro Louletano | Concerto de apresentação do Festival MED
Carmen Souza apresenta em Portugal no dia 31 de Janeiro o seu novo disco, “Port’ Inglês”, onde conta as histórias esquecidas das marcas deixadas na cultura Cabo-Verdiana, pela presença Britânica em Cabo Verde. Neste disco, o Jazz na música e voz de Carmen Souza representa uma linguagem de liberdade que é significativa para todas as culturas, combinando na perfeição com músicas e ritmos tradicionais como Funana, Contradança, Morna ou Mazurca. Para esta rica tapeçaria musical contribuíram um grupo de talentosos músicos de origem Lusófona e Britânica.
“Port’ Inglês” já foi lançado em alguns países, em Setembro de 2024, e tem conquistado algumas tabelas de música: #5 no World Music Charts Europe; Top 40 dos Melhores Álbuns do Ano 2024 – World Music Charts Europe; #2 na LIMúR: Raiz Iberian Roots Music Chart / Lista Ibérica de Músicas de Raíz; #27 na Transglobal World Music Chart. A crítica tem-se rendido também ao novo disco (ver alguns exemplos em baixo). No início deste ano foi anunciado que o disco está nomeado para os German Record Critics Awards na categoria de Best World Music Album.
Depois de residir em Londres durante 16 anos, Souza usa a sua música para mergulhar nas ligações inesperadas entre a sua terra ancestral, Cabo Verde, e o Reino Unido, país que tem alimentado a sua criatividade. Inspirada na sua tese de mestrado sobre a presença Britânica em Cabo Verde, Carmen Souza embarcou numa viagem profundamente pessoal e musicalmente enriquecedora, elaborando uma colecção de canções originais profundamente enraizadas no espírito das ilhas. Reconta as histórias dos encontros destas duas culturas e o seu impacto duradouro em Cabo Verde após séculos de presença Inglesa. Esta viagem é uma prova da sua paixão e dedicação à sua arte, convidando o público a partilhar a sua exploração musical.
“Depois da vasta pesquisa que fiz para a minha tese de mestrado era impossível não expressar as minhas descobertas através da minha música. Imediatamente senti-me inspirada para compor/escrever estas canções que personificam este período histórico. O álbum investiga temas de identidade cultural, resistência, colonialismo e descolonização destacando a ligação entre Cabo Verde e o Reino Unido. A inspiração veio de contos populares, contos do mar e até mesmo da música folclórica Britânica.”
Tal como as pessoas que habitam as ilhas, a música de Cabo Verde é de origem cultural mestiça. Carmen Souza e Theo Pascal, há mais de duas décadas, que arriscam com o seu som único, usando o Jazz para criar uma nova sonoridade musical Crioula com o seu ADN Lusófono/Cabo Verdiano. A voz de Carmen Souza apresenta uma variedade de registos texturizados que exploram as subtilezas da sua capacidade expressiva.
Neste disco contam com os músicos Deschanel Gordon (UK), Diogo Santos (PT), João Oliveira (Angola) no piano. Na bateria, dois Londrinos de origem Lusófona – Elias Kacomanolis (Moçambique/UK) e Zoe Pascal (PT/UK ). No trompete, Mark Kavuma (Uk) e Gareth Lockrane na flauta (UK). Theo Pascal no baixo e contrabaixo, Carmen Souza também no piano e violão.
Em Fevereiro Carmen Souza e Theo Pascal iniciam uma digressão que vai passar por Grândola, Lagoa, Portalegre, Loulé, e outras localidades a anunciar.
CRÉDITOS:
Musica de Theo Pascal & Letras de Carmen Souza
Produção & arranjos de Theo Pascal
Co-produção de Carmen Souza
Produção executiva de Patricia Pascal
Gravação, Misturas e Masterização de Theo Pascal
no SESSIONS STUDIO em Lisboa
& SESSIONS MOBILE STUDIO em Londres.
thisissessions.com @thisissessions
Featuring
(Moçambique) Elias Kacomanolis_Baterias– todas as tracks excepto tracks 2 & 8
(PT) Diogo Santos_Piano – Track 1, 7
(Angola) João Oliveira_Piano – Track 3
UK) Deschanel Gordon_Piano – Track 4, 6
(PT/UK) Zoe Pascal_Bateria– Track 2
(UK) Mark Kavuma_Trumpete – Track 2
(UK) Gareth Lockrane-Flautas_ – Track 5
Nuno Bracourt – Sabe Sempre Tão Bem (2025) (single)
Nuno Bracourt – Sabe Sempre Tão Bem (2025) (single) Id
Depois do single de estreia ‘Madalena’, lançado em 2024, Nuno Bracourt apresenta o seu segundo single ‘Sabe Sempre Tão Bem’.
Dentro do estilo que nos apresentou, Indie Pop alternativo, ‘Sabe Sempre Tão Bem’ retrata a ilusão das reconciliações improváveis que lançam o amor próprio numa viagem de sentimentos ambíguos, desde a apatia, à esperança e ao desejo de libertação.
Licenciado em songwriting em Manchester, integrou a antiga formação da banda inglesa Everything, Is, na qual compunha e tocava sintetizadores.
Foi na cidade de Manchester, onde estudou e viveu vários anos, que iniciou o seu percurso musical através do Indie Eletronic Pop, e onde editou as suas primeiras 3 canções, em banda. Com Wearing Velvet (agora Everything, Is), chegou a abrir concertos para artistas como Los Bitchos, Nile Marr e Drug Store Romeos.
Agora em Lisboa, o artista e compositor de raízes algarvias, inspirado pelos Beatles desde criança, começa a criar a sua carreira a solo e é junto de João Só que faz acontecer estas canções. Primeiro ‘Madalena’, agora ‘Sabe Sempre Tão Bem’, ambas farão parte de um EP de estreia a sair em breve.
Este novo single fala sobre uma personagem cujas relações românticas parecem encaminhar-se para um impasse do qual se tenta libertar. Nessa relação há tentativas sucessivas de reatar algo que está em crise e que as mesmas tentativas acabam por levar à exaustão. “Compus a música ao piano e procurei com os restantes instrumentos reforçar os vários estados de humor, por vezes contraditórios, que tento exprimir ao longo da canção.” acrescenta Nuno Bracourt.
Com letra do artista e produção de João Só, este novo single envolve a sonoridade vintage num indie-pop-rock atual já característico de Nuno Bracourt. Está neste momento disponível em todas as plataformas digitais.