c-mm edita a 24 de Janeiro o EP de estreia Dar a volta.
c-mm são um quarteto da periferia Lisboeta. Gui, Matilde, João e Diogo partem da exploração musical do nervosismo e da memória, para os diversos territórios daquilo que acham bonito e notável, sob a forma de músicas diretas e intensas, escrevendo cartas de amor a sítios, velhos amigos e parapeitos de onde, por vezes, todos nos vemos pendurados. Juntam-se no início do verão de 2023, inicialmente como trio, tomam a forma definitiva de quarteto ainda no final desse mesmo verão. Assim, continuando a composição sob forma de adaptação de improvisos espontâneos (vocais e instrumentais), surgem as ideias iniciais que compõem este EP de estreia. Em Março de 2024 editam de uma forma caseira dois singles soltos Zé Gato/Chão Molhado, gravados no frio de Novembro de ‘23, numa garagem algures em Mem Martins.
Volvidos sete meses, entre muitos ensaios e alguns concertos na região de Lisboa, regressam a estúdio, agora no calor tardio de Setembro de 2024, para gravar Dar a volta, EP de 4 músicas que, traçando esta curta evolução, revelam um amadurecimento e aperfeiçoamento na composição e modo de operarem os quatro, em músicas mais concretas e definidas. Gravado entre três dias por André Isidro, no seu estúdio nos Olivais, o trabalho conta com a mistura e masterização de Tomé Silva. Estes esforços traduzem-se em 12 minutos e meio de música nos quais c-mm dizem o que têm a dizer, sobre os outros e sobretudo sobre si, sendo o único objetivo definido a priori, a entrega de um testemunho fiel à realidade interior de c-mm.
Dar a volta estará disponível a 24 de Janeiro com selo do coletivo/label GRAVV. e terá edição física de 25 cópias em CD.
Carlos Félix – Um Amor Assim (2025) (single)
Carlos Félix – Um Amor Assim (2025) (single)
‘Um Amor Assim’ é o single de estreia do cantor, compositor e ator Carlos Félix, já disponível em todas as plataformas digitais. Este é o primeiro lançamento do artista, que protagonizou recentemente “Tony”, uma série biográfica da Amazon Prime/TVI sobre Tony Carreira. Com uma sonoridade pop e uma estética retro inspirada pelos clássicos dos anos 60 e 70, a canção é marcada pelo piano épico, o som das cordas – guitarra, violoncelo e violinos – e as harmonias vocais e interpretação intensas de Carlos Félix. A letra foi coescrita pelo próprio com Rita Onofre, que é também a autora da música.
“Esta canção autobiográfica surge da necessidade de falar sobre as relações que têm tudo para dar certo e o fim não parece ser uma hipótese mas que, por alguma razão, terminam. Daí nasce uma certa inquietação por se ter investido tudo mas, ao mesmo tempo, uma tranquilidade por se acreditar que o destino também desenha o melhor para nós. ‘Um Amor Assim’ encerra, também, essa mensagem de esperança em transformar um amor passado num amor novo, revigorado e completo. E não há melhor do que querer voltar a viver um amor assim”, conta Carlos Félix.
O processo de escrita e composição de ‘Um Amor Assim’ teve início com uma partilha de histórias entre o cantor e compositor e a artista Rita Onofre. Rapidamente encontraram o rumo da canção que foi depois produzida por Ricardo Ferreira e se apresenta com um videoclipe realizado por Eva Mina.
“Eu e a Rita falámos de histórias reais, sobre a maneira como olhamos para os relacionamentos e o amor que ambos depositamos nas coisas que fazemos e nas relações em que estamos. A partir daí a energia fluiu e a música construiu-se com os dois ao piano a experimentar acordes e a regressar ao passado, não só nas nossas experiências, como aos clássicos e à forma de compor e escrever grandes baladas. O nosso objetivo com ‘Um Amor Assim’ tornou-se dar magnitude a uma mensagem de amor com uma grande produção musical e instrumentos clássicos e orgânicos, procurando uma certa ideia de fantasia com uma roupagem pop atual”, afirma Carlos Félix.
O cantor e compositor conta que “também o videoclipe que acompanha ‘Um Amor Assim’ tem elementos retro aliados a uma identidade mais edgy, num universo imagético que faz referência aos grandes artistas e às grandes bandas que, na segunda metade do século passado, se popularizaram junto do público através de programas de televisão. Realçamos também o fascínio pelo espetáculo, refletido num manifesto que sublinha a valorização das emoções e dos sentimentos e que se traduz num sonho e num lugar de imaginação”.
‘Um Amor Assim’ abre caminho para o percurso discográfico de Carlos Félix, com mais lançamentos previstos para este ano.
Telmo Pires – O Corpo É Que Paga (2025) (single)
Telmo Pires – O Corpo É Que Paga (2025) (single)
2o Single – O Corpo é que paga – 17 Janeiro 2025
Já anunciado o EP em homenagem a António Variações, Telmo Pires vai revelando os temas que farão parte desse novo trabalho discográfico que compôs com o produtor Tiago Machado, e que tem edição marcada para o mês de Março.
Após a estreia do primeiro single “Voz-Amália-de-Nós”, editado a 3 de Dezembro de 2024, assinalando a data do nascimento de António Variações, o segundo single “O corpo é que paga” será editado no dia 17 de Janeiro.
Este tema lançado originalmente no álbum “Anjo da guarda” em 1983, “O corpo é que paga”, veio a ser uma das mais icónicas, inesquecíveis e conhecidas canções de António Variações. Telmo Pires leva-nos para um ambiente quase castiço e pela sua ligação ao fado, o som da guitarra portuguesa de José Manuel Neto, em “O corpo é que paga” tem um pé seguro no ambiente fadista característico do cantor. Um fado contemporâneo e vivo que com a parceria de Tiago Machado, parece ter sido feito à medida de Telmo Pires, mostrando mais uma vez a intemporalidade da arte de António Variações, que nos fala dos nossos vícios, medos e prazeres.
Um hino à vida, já que a sua bem curta foi, mas cuja memória perdurará para sempre, sendo um dos nomes mais marcantes na história da música nacional, e de quem Telmo Pires sempre foi fã.
Uma homenagem muito significativa para Telmo Pires, que com o seu cunho pessoal honra essa memória.
Um Corpo Estranho – Canção Da Paciência (José Afonso) (2025) (single)
Um Corpo Estranho – Canção Da Paciência (José Afonso) (2025) (single)
Um Corpo Estranho lança versão de “Canção da Paciência”, tema original de José Afonso
O duo setubalense formado por Pedro Franco e João Mota volta a editar novo single, desta vez uma versão de José Afonso, “Canção da Paciência”. Não sendo a primeira vez que se debruçam sobre o trabalho do “cantor andarilho”, por ser uma das suas grandes influências, os Um Corpo Estranho revisitam este tema inspirados pela sua mensagem ainda tão atual face ao rumo das sociedades modernas e da espuma dos dias que correm.
Referem ainda que sendo a música e as expressões artísticas um dos últimos redutos da liberdade e à qual cabe lutar por um lugar de reflexão e questionamento dentro das problemáticas humanas, é importante lembrar as razões e as condições nas quais tantos temas foram escritos, mantendo-os vivos, ainda que com diferentes roupagens.
O tema foi produzido por Sérgio Mendes e conta com Vídeo de Pedro Estevão Semedo e Fotografia de Mário Guilherme. A edição cabe à Setubalense Malafamado Records.
Javisol – Tempestade (2025) (single)
Javisol – Tempestade (2025) (single)
JAVISOL, a força emergente do rock português de Loures, apresenta “Tempestade” – o primeiro single do seu álbum de estreia que será editado no próximo dia 21 de Março.
O novo single de JAVISOL mergulha nas profundezas da alma humana através de uma tempestade emocional crua e honesta. “Tempestade” é uma viagem introspectiva onde as dores física e emocional se fundem, embaladas por um rock alternativo intenso e visceral.
Entre momentos de calma contemplativa e explosões sonoras, a letra transporta-nos para um universo onde o tempo só existe na chuva e onde cada gota ecoa no interior.
A voz de Tiago Jesus conduz-nos por esta tempestade, onde passado e presente se confundem numa folha em branco, e onde o peso do não vivido se torna tão real quanto o já experienciado. O tema materializa esta prisão interior, transformando metáforas meteorológicas em reflexos da alma.
“Tempestade” dos JAVISOL é uma montanha-russa sonora que demonstra toda a força da banda. É impossível ficar indiferente – a música provoca reações físicas e emocionais intensas nos ouvintes, ao construir camadas de som penetrantes. O rock da banda ganha aqui uma nova dimensão, mostrando toda a sua capacidade de criar atmosferas densas e emotivas, onde a energia e a vulnerabilidade dançam num equilíbrio perfeito. É um tema que revela a maturidade musical dos JAVISOL e consolida o seu lugar como uma das bandas mais interessantes da nova música portuguesa.
O single vem acompanhado de um videoclip realizado por Fábio Rebelo, com a participação especial de Napoleão Mira. Produção assinada por Mike Simões.
JAVISOL é mais do que uma banda, é um retrato em constante busca pela luz que muitas vezes perdemos de vista. É uma paisagem onde o sol nasce quando a noite se põe.
Tudo começa na natureza artística de Tiago Jesus, que procura abraçar os ouvintes, através da partilha honesta das suas dores que, inevitavelmente, nos tocam a todos nós.
Em 2019, o instrumentista e produtor André Morais junta-se para trabalhar com Tiago no seu projeto. Amigos de longa data, embarcaram numa viagem de criação e pesquisa de várias direções musicais, até que em 2020 juntou-se o baterista Bruno Mimoso, e em 2022 deu-se a entrada do guitarrista João Aguiar. Em 2024 com a sua entrada na agência tuff, lançaram um EP dos seus temas ao vivo no MusicBox e no mesmo ano, Ricardo Rodrigues passa a ocupar o lugar na bateria, marcando um novo capítulo na história da banda.
Os espetáculos ao vivo são uma experiência única, uma fusão de sentimentos profundos e íntimos, onde cada palavra cantada na voz de Tiago Jesus nas suas letras é tangível. Prova disso, é o reconhecimento com o prémio de “Melhor Espetáculo” do Festival Emergente em 2022.
JAVISOL são canções cruas, verdadeiras e ao mesmo tempo, uma explosão onde se ouvem gritos de euforia. Um projeto rock recheado de influências e marcadamente de mãos dadas com a música portuguesa e o fado.
2025 ficará marcado pelo lançamento do primeiro disco de originais, intitulado JAVISOL.
JAVISOL não é apenas uma banda, é uma experiência visceral que transcende as fronteiras do musical para se tornar um testemunho emocional inesquecível. Um coletivo, que acima de tudo se tornou num grupo de amigos, cuja sinergia foi feita para se sentir ao vivo.
BornFolk – Seize The Day (2025) (single)
BornFolk – Seize The Day (2025) (single)
BornFolk, projeto (re)fundado oficialmente em 2024 pelo multi-instrumentista Luís Vieira, lança agora o EP “T-PACK”, sucessor do primeiro trabalho do projeto, intitulado “COME INSIDE!”. Com influências diversas e assumindo um indie pop rock de vertente livre, o nome BornFolk nasceu de um antigo tema do próprio músico, remetendo para a simplicidade da natureza e para o conceito de renascimento, transportado para uma epopeia sonora que promete novas investidas.
Segundo Luís Vieira, neste novo lançamento, “há um parque com dimensão para o presente e com vista para Londres, e uma árvore que não se deixa abater perante a adversidade, resiste e existe”. A ideia de um espaço simbólico — um parque aberto ao presente — reflete tanto a resiliência individual como a forma como cada elemento musical se integra numa narrativa. “T-PACK” surge, assim, como um EP de transição e exploração, onde cada faixa parece canalizar Subscribe Past Issues Translate força e resistência — não fosse o músico um fanático leão de Lisboa com “affair” em South Bermondsey. “Não passamos de teens a tonificar, brevemente estaremos no ponto, o dia é hoje e só tem 24 horas. Aproveitemos o soro de leite que a vida nos dá, that’s gold!”, acrescenta.
Para além do EP, BornFolk revela o single “Seize the Day”, que fala sobre aproveitar todos os momentos do presente a que chamamos vida, transparecendo o momento charneira da ação, mesmo em tempos difíceis. “Não vale ficar paralisado, porque a roda já foi inventada e não para! Assuma os comandos e viaje se puder, é bom”, remata o artista, sublinhando a mensagem central do tema: viver o momento e ultrapassar as barreiras que surgem, apoiando-se numa sonoridade que mantém o compromisso com o indie pop rock enérgico e autêntico.
Em 2025, o projeto encontra-se pronto para novas criações, defendendo que a energia é infinita e que esta “fábrica” sonora ainda só agora começou. “T-PACK” e “Seize the Day” já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais, assinalando um passo decisivo na evolução de BornFolk.
Chandi – Home (2025) (single)
Chandi – Home (2025) (single)
“Home”: A viagem musical de Chandi entre as suas raízes portuguesas e indianas
Após a edição do primeiro single “Oxalá” com a participação da cantora Celina da Piedade, a artista multidisciplinar Chandi marca o início de 2025 com o lançamento do segundo single “Home”, disponível em todas as plataformas digitais a partir de 31 de Janeiro.
“Home” é uma canção da autoria de Chandi onde estão espelhadas as suas raízes indianas, ao qual o público terá acesso no final deste mês.
Distinto de “Oxalá”, este novo single “Home” destaca-se por sonoridades que equilibram complexidade e simplicidade numa mesma composição, refletindo a essência da world music com nuances modernas e experimentais, numa fusão envolvente, que antecipa o lançamento do seu álbum de estreia, “Portal”. Em “Home” a transição entre texturas acústicas e eletrônicas, explorando a busca pelo lar, identidade, território e pertença, são evidentes e transmitem temas recorrentes na obra da artista.
Inspirada por artistas como Nitin Sawhney, Nessi Gomes, Anoushka Shankar, Aline Frazão, Silvana Estrada e Richard Bona, “Home” combina influências da world music e folk contemporâneo, criando uma experiência imersiva para ouvintes que se identificam com a sensação de trânsito e descoberta. A música conta ainda com as colaborações especiais de António Cruz (TC), nas vozes (coros), e Mário Aphonso III, na flauta Bansuri, acrescentando camadas únicas à sonoridade orgânica e transcultural criada em “Home”.
Para Chandi, a busca pela corporificação do conceito de lar é como a artista diz “uma vertigem primordial: o regresso a um lugar, que sinto saudades e que eu ainda não conheci”.
Mais do que um espaço físico, lar revela-se para a cantautora como um estado de presença, em constante transformação. O corpo ocupa um papel essencial neste processo de pesquisa, sendo um veículo para habitar, alquimizar e ressignificar as sensações contraditórias e paradoxais da existência.
Lilboy Bruce feat. Apollo G – Macumba (2025) (single)
Lilboy Bruce feat. Apollo G – Macumba (2025) (single)
LilBoy Bruce acaba de lançar o primeiro feat do ano, no final do mesmo, ‘Macumba’ com o rapper Apollo G. 2024 fica marcado, na carreira do artista pelos lançamentos ‘PROCESSO’ e ‘CRIMINAL BODY’ onde aborda a intimidade física e o prazer ‘fatal’. O artista encerra o ano com um lançamento há muito esperado, a colaboração com Apollo G.
Apollo G é um rapper português de origens Guineense e Cabo Verdiana que emerge na cena musical portuguesa com um estilo irreverente, uma voz significativa na comunidade lusófona que aborda as suas raízes africanas. Dentro dos vários sucessos, destacam-se ‘Decha Mundo Roda 3’ que acumula mais de 3 milhões de visualizações no YouTube e ‘Cabeça Cheia’ com Plutónio.
Até este ano, Lil Boy Bruce já nos tinha apresentado o seu EP de estreia ‘Black Mind’ e mais de 10 singles originais, como Zoom, Julieta e EX.
Esta ‘Macumba’ não é de todo negativa na carreira dos artistas, mas aborda exatamente esse termo e a conotação pejorativa que o acompanha, desafiando estereótipos e preconceitos enraizados. O novo single de Bruce surge como uma resposta às críticas injustas enfrentadas por artistas africanos que, após atingirem o sucesso e não só, são frequentemente acusados de terem apenas “sorte” ou de recorrerem a “macumbas” para alcançar o que vão conquistando.
‘Macumba’ é um hino de resistência e valorização do trabalho árduo, da força e da persistência que estão por detrás de cada sucesso alcançado nas carreiras de ambos os artistas. É a união dessa força, da defesa do sacríficio. Com versos impactantes, como o refrão de LilBoy Bruce – “Hora ki n’consegue co fala cuma I sorte, I ka sorte” –, a música reflete a trajetória dos artistas, desafiando o público a percepcionar o que realmente constrói o ‘sucesso’: talento, dedicação e sacrifício.
Cantada em crioulo, a música reforça as raízes culturais dos artistas, que traz também influências da Guiné-Bissau e de Cabo Verde. Esta colaboração entre LilBoy Bruce e Apollo G ultrapassa a música criada a dois, culminando numa ponte que une e fortalece as conexões entre os dois povos. “É só uma família, um sonho e um povo”.
A produção de ‘Macumba’ ficou a cargo de VMBEATZ, como aconteceu nos singles anteriores de LilBoy Bruce. A mistura e masterização foram realizadas por Mixedbyfinesse.
Este single surge também com um videoclipe, com lançamento previsto para 29 de dezembro, com direção e conceito visual de John Bravo. Glaze assina a produção do vídeo, a realização ficou a cargo de Sérgio Carmona e a fotografia de cena por Fieldproject. Toda a produção executiva do vídeo e da canção ficam a cargo de Maktub Art Group.
‘Macumba’ é mais do que uma canção: é um manifesto cultural, uma celebração do esforço e da identidade africana, e um convite ao público para reconhecer e valorizar os artistas desde o início. Encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
Ivo Lucas Ft Noninho Navarro – Custa Aceitar (2025) (single)
Ivo Lucas Ft Noninho Navarro – Custa Aceitar (2025) (single)
Depois de vencer o prémio de canção do ano com ‘Onde Vais’ de Bárbara Bandeira e Carminho, vencer o Globo de Ouro de artista revelação, e após single de colaboração com os Azeitonas no início do ano, Ivo Lucas lança novo single, desta vez com Noninho Navarro.
O autor de sucessos como ‘Amor Desleixado’ e ‘Senhora de Si’ em colaboração com Carolina Deslandes, junta-se agora a Noninho Navarro em ‘Custa Aceitar’, num Pop Latino com lufadas de tradicional e palmas, onde se funde a bagagem musical de Ivo com a tradição de Noninho.
É assumidamente uma canção para dançar ao ritmo desta fusão de vozes dos artistas, que casam na perfeição.
Noninho Navarro traz na voz as suas raízes ciganas e sentimentos profundos, “sem preconceitos, sem cores, sem etnias”, assim como influências musicais próprias das mais jovens gerações, onde o amor e os desamores continuam a ser a inspiração maior do jovem cantor romântico.
“O tema ‘Custa Aceitar’ nasce com base nas minhas influências musicais de infância. Cresci a ouvir Gipsy Kings em casa dos meus pais, e sempre fui contagiado pela energia das guitarras, palmas, e a forma como as letras são interpretadas. Quando mostrei a ideia do refrão ao Phelipe Ferreira, o meu braço direito na composição, foi-me sugerido conhecer um pouco mais o trabalho do Noninho Navarro pois poderia ser a junção perfeita. E assim foi. Conheci o trabalho do Noninho, e rapidamente me rendi à sua interpretação e musicalidade.” afirma Ivo Lucas.
É impossível ficar indiferente à sonoridade criada pelos artistas e compositores desta canção – é, certamente, a banda sonora perfeita para qualquer momento de festa. Apesar de transmitir uma letra poderosa e profunda, a música convida-nos a dançar “a dor de aceitar que a vida muda” ao som de uma envolvente junção de esperança e ritmos viciantes.
“É que eu sofro tanto com as Voltas que a vida nos deu
E só peço a Deus que este amor Não me torne ateu
Sou dor e tristeza que espera”
Esta nova canção conta com um videoclipe refrescante, de cores quentes e vibrantes, onde se comprova a boa energia criada nesta fusão de musicalidade, tradição e arte. O tema já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Mela – Amor Com Amor (2025) (single)
Mela – Amor Com Amor (2025) (single) Id
O aguardado primeiro disco da artista madeirense é editado no dia 13 de fevereiro e inclui também os temas ‘Água’, ‘Não é Amor’ e ‘Tanta Gente’
A cantora e compositora MELA acaba de anunciar o álbum de estreia “Aguarelas”, com lançamento a 13 de fevereiro. O aguardado primeiro disco da artista madeirense é marcado pela sonoridade pop cinemática e reflete a procura de MELA pela identidade artística, tendo como conceito os vários elementos naturais que espelham as suas origens.
“Este álbum é extremamente biográfico e acompanha a busca pela minha identidade artística, marcada por uma sonoridade pop cinemática. Em termos de conceito, a ideia era incluir vários elementos naturais, como as flores e água, que remetem para as minhas origens na ilha da Madeira e, no que toca à estética, inspirei-me na arte renascentista e barroca, culminando numa imagem dramática mas graciosa”, revela a cantora e compositora.
Nas palavras de MELA, “o disco “Aguarelas” retrata várias épocas da minha vida, sendo que cada canção é parte de um todo e na sua união formam uma “pintura” dos últimos 3 anos do meu percurso. Este título representa o abstrato e a beleza de nos deixarmos levar quando fazemos arte. A ideia de lhe chamar “Aguarelas” surge, também, da junção da palavra água, referente ao primeiro single do álbum e a faixa que iniciou todo este processo, e MELA, o meu nome artístico”.
Além de ‘Água’, que a artista apresentou no Festival da Canção em 2024, “Aguarelas” vai incluir os singles previamente editados ‘Não é Amor’, ‘Tanta Gente’ e o mais recente ‘Amor com Amor’. Este último é acompanhado por um videoclipe realizado por Guilherme Costa e Guilherme Capelo.
“Esta é, para mim, a canção mais importante do álbum pela sonoridade que adquiriu, numa fusão entre música clássica e eletrónica que resultou num dark pop imersivo e épico. Foi influenciada por um grande sentimento de injustiça e assenta no provérbio “amor com amor se paga”, que descreve a lei do retorno, quer nos sentimentos bons, quer nas ações erradas que cometemos. Este tema relata de maneira libertadora o processo de ultrapassar uma situação na qual me senti tratada de forma errada, como um renascimento pessoal”, conta MELA. “‘Amor com Amor’ tem início com o trecho do “Requiem” de Mozart, peça definida como uma missa celebrada aos defuntos, nomeadamente na secção “Lacrimosa”, que pode ser interpretada como um pedido de perdão pelos pecados e malfazeres. Toda a canção contém trechos desta peça, que simboliza a “morte” da antiga MELA e o renascimento de alguém mais forte, capaz e confiante”, afirma a artista.
“Aguarelas” foi gravado no Planta Studio Lab com produção de oputovitor e coprodução de MELA em algumas faixas, nomeadamente ‘Amor com Amor’, o novo single, já disponível em todas as plataformas digitais.
Dela – Jesko (2025) (single)
Dela – Jesko (2025) (single)
Com o seu segundo single, Jesko, DELA leva-nos numa viagem interna questionando as nossas crenças, modos de viver e desafiando o ouvinte: “Será que o outro mudou rápido, ou eu própria é que não mudei? E até queria…?”
Numa montanha russa de ritmos e ambientes sonoros, são explorados sentimentos de zanga, raiva, ironia, acabando por conduzir à auto-aceitação e amor próprio.
DELA iniciou o seu percurso artístico em 2024, durante um ano sabático, após terminar o curso de medicina em Lisboa. Na busca de si mesma, reencontrou uma das suas maiores paixões: as artes. Baseada na capital desde os 10 anos, agora com 26 procura a calma que a sua terra Natal, Leiria, lhe trouxe na infância. A arte é a sua maior necessidade e a conexão com outros o seu maior desejo.
Escrito e musicado por DELA, produzido, misturado e masterizado por Tomás Bassú, que já trabalhou com nomes como Capital da Bulgária, Mirai, Gabriel Templar e Pi,“Jesko” é o segundo single do seu EP de estreia e promete levantar muita poeira.
INWATER – Memory (2025) (single)
INWATER – Memory (2025) (single)
iNWATER LANÇAM O SINGLE MEMORY DO ÁLBUM DE ESTREIA WET DREAMS WITH YOU
A banda de rock alternativo, com hipnóticas linhas de música conceptual, seduções sónicas solidificadas, e imponentes descargas líricas construídas em pormenor sobre uma textura musical singular, apresenta o novo single. A 23 de Novembro de 2024 os iNWATER lançaram de forma independente o single Memory do álbum de estreia Wet Dreams With You.
Memory estará disponível em todas as plataformas digitais.