Chek1 – Sinais (2024) (single)

Chek1 – Sinais (2024) (single)

“Sinais” é o álbum de estreia de Chek1 

Este disco retrata a perturbação obsessiva-compulsiva do artista

Após editar ao longo de 2024 o single “Tinder” e o tema homónimo do álbum, o rapper e produtor Chek1 apresenta-se agora, pela primeira vez, no formato longa-duração com “Sinais”. Conhecido também como membro integrante da banda Enigmacru e da crew Sexto Sentido, o artista oferece uma visão exaustiva sobre o seu interior num álbum composto por 19 faixas que segue a linhagem estética consciente e cinzenta do Rap do Porto.

“Sinais” tem tanto de pessoal, como de social. A temática geral do disco, que aborda a perturbação obsessiva-compulsiva do artista, revela-se como sintoma de uma sociedade cansada. Este é um retrato de alguém que sofre com a sua própria mente: a experiência de Chek1 prende-se na obsessão pelo passado, pela incerteza do futuro e em tudo o que isso desencadeia. É sobre pensamentos intrusivos e a tentativa de fugir dos mesmos.

Num disco autobiográfico, encontram-se os lugares-comuns da felicidade, do amor, do sofrimento e da saudade descritos com sensibilidade compassiva. A cadência de rimas e as texturas dos instrumentais, inteiramente criados por Chek1, fazem jus aos vários “sinais” refletidos na vida do próprio.

O álbum “Sinais”  já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e em breve será anunciada a edição física nas redes sociais do artista.

A produção e letras do disco são da autoria de Chek1, enquanto que a gravação, mistura e masterização ficaram a cargo de Hugo Oliveira.

Francisca – Falinhas Mansas (2024) (single)

Francisca – Falinhas Mansas (2024) (single) 

FRANCISCA EDITA SEGUNDO ÁLBUM DE ORIGINAIS COM VERSÃO FÍSICA E DIGITAL

“RECORDAÇÕES” CONTA COM PRODUÇÃO E ARRANJOS DE JOÃO SÓ

“FALINHAS MANSAS” É O SINGLE QUE ACOMPANHA O LANÇAMENTO DO NOVO TRABALHO DE ORIGINAIS DA ARTISTA DE LEIRIA

Francisca, edita hoje “Recordações”, o seu segundo álbum de originais, que conta com produção e arranjos de João Só. Depois de revelados quatro singles de avanço, o disco é finalmente relevado na sua totalidade, contando com nove faixas, já disponíveis em todas as plataformas de streaming, com edição física a chegar a todas as lojas no próximo dia 27 de outubro.

A acompanhar o lançamento do disco, Francisca revela no seu YouTube oficial o vídeo do novo single “Falinhas Mansas”, uma animação de Martins Artista – RNM ART. Este é o novo tema que chega às rádios nacionais, seguido dos já conhecidos “As Recordações”, “Vício De Te Amar”, “Ele Tem Um Dom” e “Não Sabes Nem Metade”.

“Recordações”, é o segundo trabalho de estúdio da cantora de Leiria e o legítimo sucessor do disco homónimo, editado em outubro de 2019. Este primeiro longa-duração contou com entrada direta para o Top de Vendas de discos em Portugal e o single “Dia de Bailarico” foi a canção escolhida para a banda sonora da telenovela da SIC “Terra Brava”.

Em colaboração com o músico e compositor Cláudio Duarte, que a tem acompanhado no percurso musical, Francisca tem alimentado a necessidade de contar a sua própria história através da composição de canções. A produção do novo registo de originais foi entregue ao produtor, cantor e compositor João Só, que contribuí em várias faixas com a mestria das suas guitarras e baixos.

A artista conta que “em termos musicais este novo trabalho apresenta temas com uma sonoridade que mistura uma linha mais moderna com vários sons retro, que vão desde o ruído do vinil até aos sons de órgão usados nos discos dos Beatles. Uma das coisas que adoro neste tipo de processo criativo musical é a experimentação, onde por vezes uma simples alteração do tipo de som num mesmo acorde musical pode-nos conduzir para caminhos tão distintos.

Sandrino – Ser Para Não Ser (2024) (single)

Sandrino – Ser Para Não Ser (2024) (single) Id

Com influências de MPB, Pop e Jazz, Sandrino apresenta-nos a sua primeira canção: ‘Ser Pra Não Ser’. Natural do Algarve e formado no Hot Clube de Portugal, o artista começa agora a sua carreira a solo, trazendo um single impactante e, ao mesmo tempo, que nos descansa num balanço muito aconchegante.

Com influências claras e indiscutíveis, foi na procura da sua sonoridade junto de várias referências nacionais e internacionais que Sandrino encontrou a sua identidade única e a partilhou com Meoli para juntos criarem este single de estreia. Como o artista refere – uma procura de identidade e um esforço para se encaixar que acaba anulando o verdadeiro eu “A letra deste single surgiu de reflexões constantes sobre a busca de uma identidade e de um propósito. Fala sobre o exercício de nos moldarmos às circunstâncias ao nosso redor, em detrimento do nosso próprio ser. Este balanço entre pertencer e sujeitar-nos a algo em detrimento daquilo que somos.”.

Com produção de Meoli e letra de Sandrino, este primeiro single é o mote para o seu primeiro trabalho em nome próprio, ainda sem data definida.

“Esta música é essencialmente sobre desorientação, incerteza e a procura de estímulos que nos amparem. Explora ainda a sensação de vazio e a busca por um significado mais profundo na existência.” acrescenta o cantor sobre o single.

No universo do pop alternativo, ‘Ser Pra Não Ser’ convida-nos a uma imersão que transcende a experiência musical convencional. Após ouvir a canção, sentimos que somos algo mais, transformados pelo envolvente percurso sonoro do início ao fim. A composição oferece-nos ritmos melódicos inesperados, equilibrando inovação e sensibilidade, e destaca-se como um primeiro single que marca não só pelo timbre singular de Sandrino, mas também pelo cuidado artístico na produção. 

‘Ser Pra Não Ser’ destaca-se também por combinar texturas e nuances que nos tocam o lado mais emocional, enaltecendo uma profundidade que diferencia o estilo do artista no panorama musical português. É nesta angústia existencial mas refrescante que Sandrino apresenta a sua sonoridade ao mundo. Disponível em todas as plataformas digitais. 

MaZela – Fuga Habita No Meu Quarto (2024) (single)

MaZela – Fuga Habita No Meu Quarto (2024) (single)

O projeto, iniciado em 2020 pela albicastrense Maria Roque, apresenta o aguardado EP de estreia, do qual já conhecemos as canções “Naveguei”, “Luz no Escuro” e mais recentemente “Entre Amor e Ódio”, que conta com a participação de A Garota Não.

‘Desgostos em Canções de Colo’ é uma colheita de incertezas, dores e transformações, celebradas e amparadas através de canções e da voz doce de Maria Roque. Totalmente escrito pela compositora de Castelo Branco, o EP conta com a produção e mistura de Alexandre Mendes.

Além da edição digital nas plataformas de streaming, o EP tem ainda edição física em CD, e os singles ‘Entre Amor e Ódio’ e ‘Naveguei’ fazem parte de uma edição muito limitada em vinil 7”, ideal para colecionadores. Ambas as edições estão disponíveis aqui.

SKUD & SMARTY RECORDS | MAZELA – DESGOSTOS EM CANÇÕES DE COLO

Os primeiros concertos de apresentação de ‘Desgostos em Canções de Colo’ acontecem já este fim de semana. Sexta-Feira, dia 15 de Novembro, MaZela sobe ao palco do Maus Hábitos, no Porto, e no dia seguinte, sábado, 16 de Novembro, estará em Lisboa, no BOTA, num espectáculo que contará com A Garota Não, como convidada especial. No fim de semana seguinte, a 22 de Novembro, será a vez do Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco, e da Blackbox do CAAA, em Guimarães, no dia 23. Para encerrar o mês, a 30 de Novembro, estará no Lúcia-Lima, em Cadima, e já em Dezembro, no dia 7, na S.H.E., em Évora.

Ficha Técnica:

Música e Letra: Maria Roque

Produção, Gravação, Mistura e Masterização: Alexandre Mendes Voz, Guitarra Clássica e Guitarra Eléctrica: Maria Roque

Guitarra Eléctrica, Sintetizadores e Percussões: Alexandre Mendes

Gravado entre Julho 2023 e Setembro de 2024 em Castelo Branco, Setúbal e Pedrogão Pequeno.

Guitarra clássica, ‘Naveguei’, gravada por João Veludo e Tomás Camacho no estúdio da ESART, Castelo Branco

Fotografias: Tiago Cardoso Design: Ema Oliveira

Produção Executiva: Rodolfo Matos Skud & Smarty Records 2024

Gatos Bomba – Maldita Espera (2024) (single)

Gatos Bomba – Maldita Espera (2024) (single)

Gatos Bomba lançam o single “Maldita Espera” após a edição do álbum de estreia

A banda Gatos Bomba, composta por Tiago Inácio (acordeão), João Pedroso Antunes (voz e guitarra), Edgar Gama (baixo) e João Messias da Silva (bateria), acaba de lançar o single “Maldita Espera”, que segue o lançamento do seu álbum de estreia, “A Alegria de Estar Desaparecido”, editado a 27 de outubro. Oriundos do Barreiro, os Gatos Bomba misturam música popular portuguesa com a energia do punk, criando uma sonoridade crua e expressiva.

“Maldita Espera” combina letra poética e sonoridade visceral para expressar uma profunda desilusão com o mundo e o tédio existencial: “Já não leio os jornais / E já não, já não me interessam os demais”. A história reflete uma personagem que, após uma amarga experiência, vagueia por Lisboa em busca de refúgio e entrega-se ao ciclo repetitivo da espera e dissolução, reiterado pela repetição de “Nesta maldita espera”.

O nome Gatos Bomba possui uma história peculiar e é inspirado numa tática militar experimental dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, onde gatos armados com explosivos eram enviados ao mar com o intuito de atingir navios inimigos. A imagem de um ser deslocado e confuso em meio a uma guerra que lhe é alheia serve de metáfora à banda, que expressa através da música sentimentos de deslocamento e contestação.

A banda escolheu “Maldita Espera” como o single principal por encapsular a sua proposta musical em toda a extensão, permitindo que os ouvintes capturem a essência dos Gatos Bomba em pouco mais de um minuto e meio. A faixa reflete a intensidade e melancolia do fado, combinada com a vitalidade do punk e influências de cúmbia villera que surgem na sua introdução.

Concebida num momento espontâneo de inspiração, “Maldita Espera” tornou-se um “amuleto” musical, pois foi em torno dela que se desenhou a identidade e estética musical do grupo. A canção explora a relação entre queda e ascensão e aborda o tempo de maneira cíclica e inexorável, transmitindo movimento contínuo e inevitável entre destruição e regeneração.

Os Gatos Bomba referem que cada faixa é um “pequeno filme” criado a partir de sons e palavras, esperando que o ouvinte se deixe envolver pelas imagens e emoções. Assim, “Maldita Espera” transforma-se numa experiência sensorial profunda, apelando à reflexão e à catarse de quem, talvez, já tenha sentido esse peso nunca antes ouvido ou expresso.

O single “Maldita Espera” está disponível em todas as plataformas digitais.

Freddy Locks – Freedom Is My God (2024) (single)

Freddy Locks – Freedom Is My God (2024) (single)

A digressão “Infinite Roots” celebra os 20 anos de carreira de Freddy Locks e é um reflexo da sua evolução como músico e compositor. Cada concerto é único, marcado por uma entrega total, onde todos os músicos vibram ao som do groove e da mensagem intemporal das composições de Freddy Locks. Para além de apresentar o novo álbum, serão revisitados muitos dos temas mais icónicos da sua carreira, uma experiência única para os fãs do “Roots Reggae” que acompanharam a carreira do artista ao longo de duas décadas. Mais do que simples concertos, são momentos de verdadeira cumplicidade e partilha, uma viagem musical que alimenta a alma e conecta corações.

Freddy Locks apresenta-se ao vivo nos próximos meses pelo país: 25 de Outubro no 7Arte em Castro Verde, 26 de Outubro no Rock da Baixa-Mar em Tavira, 12 de Novembro no Bang Venue em Torres Vedras e 20 de Dezembro no Tokyo em Lisboa.

A acompanhar o anúncio destas novas datas ao vivo, Freddy Locks lança o novo single “Freedom Is My God” (Infinite Roots). Compôs esta canção no seu diário aos 18 anos, em 1995, mantendo-a guardada na sua intimidade até 2012, quando a gravou pela primeira vez, numa versão acústica, para o álbum Rootstation. “Freedom is My God” renasce, 20 anos depois, com novos arranjos e uma abordagem renovada, celebrando a sua carreira no álbum Infinite Roots. Esta canção é a expressão pura da essência musical de Freddy Locks, refletindo uma mensagem intemporal de Liberdade. Hoje, essa mensagem ganha ainda mais relevância ao ser associada à luta pela independência da Palestina.

A celebração dos 20 anos de carreira este ano foi assinalada com o lançamento do álbum Infinite Roots, uma regravação original dos seus maiores sucessos. “Bring up the Feeling”, “Pure smile”, “Living inna city”, “Iration”, “Earth”, “Healing of the Nation”, “Fazuma”, “Freedom is my god”, “Don’t lose you” e “So Nice”, 10 temas escolhidos por Fred Oliveira para este disco. 

O disco é co-produzido pelos incríveis produtores de Reggae que há muito partilham palco com Freddy Locks, Mighty Drop e Dynamike, em colaboração com o produtor holandês Jori Collignon (COLLIGNON/ Skip & Die).

Freddy Locks é um artista no cenário da música reggae, conhecido pela sua paixão pela música africana e pelas suas poderosas mensagens, continua a cativar audiências em todo o mundo com sua autenticidade e talento inegável.

Peculiar – Mão Morta (2024) (single)

Peculiar – Mão Morta (2024) (single)

Não só de nome é PECULIAR, também o estilo musical que nos apresenta se distingue de qualquer outro no panorama musical português. Numa época em que todos estamos cansados da monotonia e da repetição, o artista arrisca mais uma vez numa sonoridade própria, já característica dele, disruptiva e singular. Talvez emane a estranheza à primeira escuta, mas torna-se imediatamente viciante daí em diante – Já dizia Fernando Pessoa “Primeiro estranha-se depois entranha-se”.

‘Mão Morta’ é o mais recente single de Peculiar, que pretende dar a conhecer através da sua arte, a história por detrás da Mitologia Popular Portuguesa, essa que muita gente desconhece. Todos ouvimos falar dos Deuses Romanos, do Olimpo e dos Reis, mas e o que está escondido na nossa história? Existem Seres por explorar e Histórias por contar, ‘Mão Morta’ abre o véu a esse caminho, abordando a Morte e o caminho divino que é explorado na nossa Mitologia. 

Depois de um primeiro EP ‘Lágrima de Pérola’ aclamado pela Indústria, de uma nomeação nos Prémios Play da Música Portuguesa como melhor videoclipe do single ‘Escura Noite’ e ainda vários concertos, um deles na FATACIL sendo o concerto de abertura para Ivandro, Peculiar apresenta-nos o início daquele que será o seu próximo projeto, um segundo EP cheio de mitos, lendas, histórias reais e cultura portuguesa num misto de sonoridades tanto vulneráveis como transformadoras. 

Uma manhã fria, e uma campa vazia são o berço da vida que tinge o campo com flores. ‘Mão Morta’ parece saída de uma noite de Halloween, mas apesar da sua sonoridade sombria e misteriosa (semelhante a “Unholy” de Sam Smith) possui uma mensagem de esperança relembrando-nos que é o Fim que traz novos começos e o crescimento que dá sentido à vida. 

Peculiar procura expandir os limites da Pop Portuguesa misturando a tradição e cultura portuguesa com a realidade da atualidade, seguindo pelo caminho irreverente de artistas internacionais como Rosalia, Stromae e Mahmood. 

Na faixa que dá início ao seu 2º EP conta-nos através de uma lengalenga de crianças a história da Morte, uma das personagens menos compreendidas da Mitologia Popular Portuguesa. Esta, tal como um agricultor na colheita, cria espaço para a vida, mantendo o equilíbrio e trazendo, sem discriminar, consolo a todas as almas no momento da sua passagem. 

“Um dos meus maiores receios desde criança é a Morte e o mistério insondável que a envolve. Seja a morte da minha família, o medo de ficar sozinho, ou a minha própria morte, antes de conseguir alcançar os meus sonhos e objetivos. A personificação da Morte na Mitologia Popular Portuguesa e todas as histórias que lhe estão associadas, contadas de gerações em gerações, permitiram-me entender a importância de sabermos que o nosso tempo é limitado. Permitiu-me deixar de ver a Morte como algo negro e triste e passar a vê-la como o que dá sentido à nossa vida. Sabemos que independentemente de quem somos ou do que fizemos, a “Mão Morta” há de sempre vir bater à nossa porta. São histórias como estas que nos ensinam a ser humanos outra vez.” afirma o artista.

Mão Morta, Mão Morta, vem bater à minha porta!

Este novo single foi escrito na íntegra por João Nicolau Quintela e produzido por Cozy e Peculiar. Os visuais não são exceção e são também eles peculiares e esclarecedores daquela que é uma cultura escondida e que Portugal precisa de conhecer. 

As novidades não tardam em chegar e a Mitologia Popular Portuguesa ficará certamente na ponta da língua do povo português com todos os ensinamentos que Peculiar nos trará em todas as suas canções e produções. 

‘Mão Morta’ encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais. 

“A ideia da morte, ou o mistério insondável que a envolve, constitui para o homem, desde sempre, a sua maior obsessão. Por se tratar de um momento único, em que todos os anseios e ilusões terminam e todas as luzes se apagam para sempre, não admira que a morte tenha também um lugar personificado na mitologia popular.” Alexandre Parafita

Canções Do Sofá – Fome De Paz (2024) (single)

Canções Do Sofá – Fome De Paz (2024) (single)

Canções do Sofá lançam novo single “Fome de Paz”

Canções do Sofá, com origem em Santa Maria da Feira, acabam de lançar o seu mais recente single, “Fome de Paz”, um apelo urgente à humanidade e à necessidade de encontrar soluções pacíficas em tempos de incerteza e conflito. Esta faixa, marcada por uma sonoridade visceral, reflete sobre o custo da guerra e a responsabilidade coletiva de agir em defesa da paz.

O refrão da canção é um grito à guerra em nome da paz, convidando todos a refletir sobre como a violência tem sido usada como resposta às divergências e ambições individuais. “Fome de Paz” pretende inspirar uma mudança de paradigma, promovendo o respeito pela vida humana e a busca por soluções que evitem o sofrimento de inocentes.

Este lançamento insere-se na linha de música de intervenção característica da banda, que explora temas como a sociedade, educação e valores humanos. O projeto, liderado por Cristina e Paulo, tem raízes em experiências pessoais e conversas profundas, que resultam em canções que misturam influências world, retro-pop e indie, com uma forte base de autor.

Canções do Sofá lançaram o seu primeiro single em 2023 e o EP, “Datilograma”, em 2024, trazendo ao público temas de intervenção social e referências à música portuguesa dos anos 90. A banda cita influências de projetos como Clã, Três Tristes Tigres, Rádio Macau e GNR, numa combinação de sonoridades que continuam a marcar a sua identidade musical.

Com “Fome de Paz”, a banda reafirma o seu compromisso com uma música que leva à reflexão, sendo um manifesto sonoro em prol da paz e do entendimento entre os povos.

O single e o videoclipe que acompanham a faixa já estão disponíveis em todas as plataformas digitais.

Virgem Suta – Cantar Até Cair (2024) (single)

Virgem Suta – Cantar Até Cair (2024) (single)

“Cantar até cair” é o terceiro single extraído do novo álbum dos Virgem Suta que será lançado a 25 de outubro. O tema, originalmente escrito por Jorge Benvinda e Nuno Figueiredo para o álbum do Rancho de Cantadores de Vila Nova de São Bento, é agora recuperado e re-arranjado para integrar No céu da boca do lobo, o novo álbum dos Virgem Suta.

“Esta canção é um tema circular, uma espécie de ladaínha e, simultaneamente, um hino ao amor, que vai crescendo de intensidade à medida que se estende no tempo”. Na sua gravação, para além de Jorge Benvinda nas vozes e Nuno Figueiredo nas guitarras e coros, o tema contou com a participação de JP Coimbra nos sintetizadores e produção, Jorge Costa na bateria e percussões, João Martins nos coros, Pedro Santos no baixo e João Salcedo no acordeão.

No céu da boca do lobo é o quarto álbum de originais dos Virgem Suta, composto por nove temas originais, recheados do habitual humor sagaz em torno da vida quotidiana, passando por paisagens e rotinas do Alentejo profundo e histórias de amor que chegam a público no ano em que a banda assinala 15 anos de existência.

Os primeiros concertos de apresentação do álbum serão a 12 de novembro, em Lisboa, no Teatro Maria Matos, a 21 de novembro, na Casa da Música do Porto e a 22 de novembro na Casa das Artes de Felgueiras. Nestes concertos a banda propõem uma viagem sonora com passagem obrigatória por novos temas, clássicos incontornáveis e temas já editados, nunca antes apresentados em concerto. Ao vivo, além de Jorge Benvinda na voz e guitarra e Nuno Figueiredo nas guitarras e coros, a banda contará com Bruno Vasconcelos nas guitarras, programações e coros, Hélder Morais no baixo, sintetizador e coros e Jorge Costa na bateria, percussões e programações.

Lady & Lass – Together (2024) (single)

Lady & Lass – Together (2024) (single)

A banda portuguesa Lady & Lass lançou na passada semana o seu mais recente single – Together. Produzido por Miguel Nicolau (Memória de Peixe, Monday, Golden Slumbers, etc.) e masterizado por Nuno Monteiro (Mariza, Tiago Bettencourt, Ana Moura, etc.), este tema caracteriza-se por uma sonoridade moderna e bem equilibrada, e uma letra romântica bem embalada por teclados e guitarras sonantes.  O tema integrará o primeiro EP da banda, que sairá no início de 2025. 

INIA – Inesquecível (2024) (single)

INIA – Inesquecível (2024) (single)

‘inesquecível’ é o primeiro single de ÏNIA, cantora e compositora de 22 anos, natural de Lisboa, que tem vindo a consolidar o seu espaço na música pop alternativa com uma abordagem muito autêntica. 

Depois de começar a ser notada pelo seu talento ao acompanhar Bárbara Bandeira como back vocal, a artista trabalha também nos arranjos vocais de Bárbara Tinoco, onde fez parte do concerto da artista no MEO ARENA em outubro de 2024. Para além destes dois nomes enormes da Pop em Portugal, ÏNIA trabalha também com iolanda, vencedora do Festival da Canção de 2024.

São mais do que provas vivas de que apesar da tenra idade, de um curso de JAZZ e da escola de palco que carrega, este primeiro single é apenas o início de uma carreira sólida na música pop alternativa em Portugal.

Este seu primeiro single ‘inesquecível’ aborda temas vulneráveis que nos fazem mergulhar num emocional extremamente impactante, culminando numa aprendizagem de que, com o tempo, é importante deixar ir, apesar da dor de ser esquecida permanecer. 

A canção foi escrita inteiramente pela artista no início de 2023 e foi nas mãos de Luar que ganhou a finalização perfeita para que a sonoridade seja a que hoje podemos escutar – uma mistura de sons envolventes e letras muito particulares e íntimas. 

No videoclipe de ‘inesquecível’, ÏNIA pretende prender o espectador na imagem daquilo que é escutado. Facilmente nos deixamos levar pela desilusão dos sonhos cor-de-rosa não serem reais e de que a dor é muito mais forte do que a que nos preparam para. Nestas imagens vemo-nos envoltos numa promessa que acaba por ser quebrada, num fim que é visível mas difícil de aceitar, num grito de frustração e liberdade. 

ÏNIA é uma voz em ascensão no cenário pop alternativo português, e este primeiro tema ‘inesquecível’ torna-a nisso mesmo, um nome a reter como promessa de uma entrega feminina muito distinta na música portuguesa. O primeiro single da artista já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Pedro Melo – Sina (2024) (single)

Pedro Melo – Sina (2024) (single) Id

“Sina” é o novo single de Pedro Melo que pretende homenagear todos aqueles que parecem ter o azar como companhia constante, onde cada passo parece um desafio e uma afronta ao destino. No entanto, é precisamente nesses momentos, quando a sorte parece atravessar a rua e afastar-se, que o artista pretende mostrar que é aí que a verdadeira coragem se revela.

Inspirado por uma pessoa especial na sua vida, Pedro Melo capta na letra a essência de alguém que, com determinação, enfrenta as adversidades diárias. Até o simples gesto de se levantar da cama torna-se um ato de bravura, necessário para transformar a própria sina.

É uma homenagem a todos aqueles que, apesar de todos os obstáculos do quotidiano continuam a enfrentar o mundo com um toque de esperança e leveza.