Abril Belga e a ironia à adultez de “Superadultos/Velhos Amigos”, que abre caminho para álbum inédito
Os dois singles de indie rock estão permeados de bom humor, enquanto discorrem sobre nostalgia e a crise millennial
Abril Belga é o projeto musical de Gabriel Franco, artista carioca que começou a tocar violão aos 10 anos. É estrada. Por mero acaso da vida, em 2022 a ponte de seu violão quebrou e desde então Gabriel compõe tocando com as suas guitarras. A experiência resultou no disco inédito Metrô Hi-Fi que estreia no dia 01 de novembro e, vale antecipar, é dotado de uma ironia envolvente. Para abrir caminhos para a obra completa, Abril Belga apresenta o duplo “Superadultos/Velhos Amigos”, dois singles que chegam no dia 11 de outubro, uma sexta-feira, e dão o tom do que podemos esperar do álbum. Ouça nas plataformas digitais e assista ao lyric video no YouTube.
“Compor tocando guitarras é uma experiência completamente diferente. Fazer acordes com pestana e cantar por cima é libertador e muito satisfatório”, conta o artista, que mostra um trabalho diferente dos anteriores, agora bem humorado e permeado pela crise millennial.
“Superadultos” tem participação do baterista Pedro Richaid (Dibob & Jimmy & Rats) e do baixista Pedro Tambellini. A faixa é um Indie Rock com guitarras marcantes, instrumental enérgico e letra divertida, no estilo de Courtney Barnett, sobre falhar miseravelmente ao tentar aderir à não-monogamia. Já “Velhos Amigos” é uma canção nostálgica que ganhou lyric video feito pelo próprio Gabriel, ilustrando a faixa que declara a relação pessoal do compositor com a cidade do Rio de Janeiro, onde sempre viveu.
Abril Belga nasceu em 2017 como um projeto focado em canções autorais, o nome do projeto é (quase) um anagrama de Gabriel, para dar uma ideia de “embaralho” em si mesmo e em suas ideias. Como Abril Belga, Gabriel gravou dois discos, 99 (2018) e Sol de Mel (2022). Suas influências como compositor e como guitarrista sempre tiveram raízes no Indie e no Rock antigo. Os Beatles sempre tiveram um papel crucial em sua educação musical e as influências em seu jeito de tocar guitarra, passam pelo Blur, Pavement e Courtney Barnett.
Créditos: Mike Zimmermann
SUPERADULTOS | VELHOS AMIGOS | CAPA | FOTOS
Ficha técnica
Gabriel Franco – Composições, letras, vocal principal, guitarras e teclados.
Pedro Tambellini – Baixo, vocal de apoio, mixagem e masterização.
Pedro Richaid – Bateria e baixo gravados no Estúdio Casa do Mato.
Guitarras gravadas entre o Estúdio Casa do Mato e o home estúdio do Gabriel Franco.
Vocal principal gravado no home estúdio do Gabriel Franco.
Vocal de apoio no home estúdio do Pedro Tambellini.
Produzido por Pedro Tambellini.
Arte da capa por Mike Zimmerman e Gabriel Franco.
Técnico de som da gravação na Casa do Mato – Rafael Sentoma.
Jay Mezo – Tudo O Que Lá Vai, Um Dia Volta (2024) (single)
Jay Mezo – Tudo O Que Lá Vai, Um Dia Volta (2024) (single) Id
Depois de nos dar a conhecer “Dor de Cabeça”, “Areias do Deserto” e “Serão da Noite”, temas que alcançaram alguma notoriedade nas rádios e no digital, Jay Mezo regressa com “Tudo O Que Lá Vai Um Dia Volta”.
Numa fusão de géneros e estilos musicais, mantendo-se sempre fiel às suas raízes e essência artística, o que Jay Mezo já nos tem vindo a habituar, este novo single fala-nos sobre o término de uma relação mas na perspetiva em que existe uma reflexão sobre o crescimento individual e a possibilidade – ou não – de uma reconexão futura.
O artista traz-nos um single fresh onde funde elementos do hip-hop com influências brasileiras, que vem abrir portas a um novo capítulo e um novo projeto que surgirá em 2025.
“Deixa-me
Sair sem trancar a nossa porta
Porque tudo o que lá vai um dia volta
Tudo o que lá vai um dia volta”
“Tudo O Que Lá Vai Um Dia Volta” parece-nos uma lenga-lenga, um ditado popular ou até um troca-línguas, mas é o certo de que tudo o que damos, um dia poder retornar. Este single foi produzido por Jay Mezo mas depressa passou para as mãos de Bmywingz que lhe aplicou a sua produção sofisticada ao pormenor, e foi masterizado por Mic Ferreira.
“Musicalmente, sinto que mais uma vez consegui inovar-me sem deixar a minha essência para trás. Tentei trazer uma pequena parte da minha raiz brasileira, mas sem entregar tudo que ainda tenho para dar desse meu lado. Estou entusiasmado por partilhar esta música e espero que a mensagem de auto reflexão possa fazer o seu efeito, porque o que é verdadeiro encontra sempre o seu caminho de volta.” afirma Jay Mezo.
O novo single do artista já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
SOBRE JAY MEZO
Jay Mezo, nascido em 5 de fevereiro de 1998, conhecido por Jay Mezo, é um jovem músico, compositor e produtor independente, com uma vasta versatilidade musical. Concluiu o curso de produção e criação musical na ETIC em 2023 onde alargou o seu conhecimento na área da produção e da indústria da música. Atualmente, o artista divide o seu tempo entre a produção e composição no seu estúdio. A sua música é influenciada por variados géneros musicais desde o Pop, Hip-Hop, passando pelo Pop-Rock, até ao MPB e Funk brasileiro, sendo as suas letras sempre inspiradas na sua vida tanto no Brasil, a sua terra natal, como em Portugal, para onde emigrou com os seus pais ainda em criança.
Sofia Hoffmann – In Love (2024) (single)
Sofia Hoffmann – In Love (2024) (single)
Sofia Hoffmann apresenta o single “(In)LOVE”
Novo álbum, produzido por Ivan Lins, disponível a 8 de Novembro
Ao vivo:
8 Novembro, Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha
13 de Dezembro, “Christmas Jazz by Sofia Hoffmann”, Auditório Carlos Paredes, Lisboa
Sofia Hoffmann está de regressao com “[In]LOVE”, o primeiro single do seu terceiro álbum de estúdio com o mesmo título, e que conta com a produção do cantor, pianista e compositor Ivan Lins – vencedor de inúmeros prémios internacionais e do Grammy Latino para “Melhor Álbum”, e com alguns dos nomes mais proeminentes do jazz e da música em Portugal.
“[In]LOVE” é o prelúdio deste novo disco que pretende explorar o conceito do Amor nas suas várias vertentes, com uma linguagem musical mais simples mas sempre sofisticada, transparecendo as experiências musicais que Sofia Hoffmann reuniu ao longo dos últimos anos e transformou em temas cujo o gênero musical navega entre o jazz, os blues, a bossa nova e a música do mundo.
A sitar tocada pela própria artista – instrumento espiritual e simbólico na India – marca presença neste tema como complemento da voz e como solista instrumental, enaltecendo ainda mais a mensagem que o single transmite.
A parceria com o veterano Ivan Lins no novo álbum, resultou da visão que ambos têm sobre o papel da música nas emoções e no bem estar das pessoas, nas mensagens que a mesma tem a capacidade de transmitir, com a esperança de se acrescentar valor ao mundo, e torná-lo melhor.
Segundo Sofia Hoffmann, “[In]LOVE” foi escrito para todos, pois todos precisamos de Amor, e cada vez mais, de viver em Amor. “
Biografia:
Sofia Hofmann é uma artista luso-alemã, que vive em Portugal. Sofia iniciou a sua formação musical com o estudo e execução da guitarra clássica/acústica durante 4 anos com Walter Lopes. A sua formação vocal foi iniciada pela cantora lírica e professora vocal Maria do Rosário Coelho. Juntamente com uma banda no liceu, Sofia começou a escrever as suas próprias canções e a partilhá-las nos palcos de Lisboa e do Algarve aos 20 anos. Mais tarde, em Milão, Sofia fez um mestrado em jazz com a cantora de jazz Laura Fedele, continuando os seus estudos em Lisboa com a cantora de jazz portuguesa Maria João. Nesse mesmo momento, Sofia conheceu o pianista e compositor Nuno Tavares, com quem trabalhou num repertório de standards de jazz, apresentando-o maioritariamente em Portugal.
Em 2014, Sofia conheceu o seu professor indiano de música clássica e meditação, o falecido Acharya Roop Verma (discípulo de Ravi Shankar e Ali Akbar Khan, e também Mestre de Yoga), que a inspirou profundamente e impactou o seu desenvolvimento como musicista e como pessoa. Após o falecimento do seu guru, Sofia escreveu canções originais que foram apresentadas ao público durante os 4 concertos que produziu durante os anos de 2017 e 2018 em Lisboa. Estas músicas originais fizeram parte do seu primeiro álbum, ONE SOUL, lançado em 2019, que Sofia produziu e interpretou em conjunto com alguns dos melhores músicos de jazz em Portugal, ocupando a 14ª posição no ranking nacional de lançamentos de álbuns.
Depois de conhecer um dos seus professores, o músico clássico indiano Gaurav Mazumdar (discípulo do falecido Pandit Ravi Shankar), Sofia desenvolveu não só as suas capacidades de sitar, mas também progrediu no estilo vocal clássico indiano. Sofia também estuda este instrumento com o sitarista internacional Arjun Verma, filho do seu guru e discípulo de Ali Akbar Khan.
Com a notoriedade do álbum de estreia, Hoffmann trouxe para o seu segundo álbum “Rebirth”, lançado em 2022, uma mistura eclética de músicos nacionais e internacionais: o pianista, arranjador e produtor americano vencedor do Grammy John Beasley, o nomeado para o Grammy (e discípulo direto de Ravi Shankar) o sitarista Gaurav Mazumdar, e dois dos nomes mais icónicos da música portuguesa, Rui Veloso e Rão Kyao.
O próximo álbum, “[In]LOVE”, que será lançado no final de 2024, conta com o prestigiado músico Brasileiro Ivan Lins na produção e “convida-nos a resgatarmos o melhor que há em nós a nível de qualidades humanas, e a olharmos para o mundo com mais amor – o tal que nos permite sermos melhores connosco e com os que nos rodeiam”.
Sana – Só Não Te Sei Dizer Que Não (2024) (single) Id
Sana – Só Não Te Sei Dizer Que Não (2024) (single) Id
A dupla multi instrumentalista do norte, conhecida pelos temas “black velvet”, “my love can’t”, “hello, love” e “someone else”, apresenta-se agora com o primeiro tema em português num prolongamento da sonoridade que a distingue.
‘não te sei dizer que não’ é o primeiro single do EP ‘Rua de Rassagem’ que tem lançamento marcado para breve. “Esta é uma música que procura explorar os sentimentos que já todos sentimos de não pertencer àquele lugar/amor e não o conseguir largar, nem deixar ir, mesmo sabendo que já não nos cabe, que já não pertencemos lá” afirma a dupla sobre o novo tema.
Não só neste novo single mas também no EP que chegará, SANA pretenderam juntar ao já característico indie pop alternativo, sons mais experimentais, numa tentativa de elevar ainda mais a intensidade e a emoção das suas canções.
SANA significa SOM, e SANAR significa SARAR, CURAR e é nesse mote que a sonoridade do duo pretende assentar.
A banda é composta por Diana Mendes e Rita Lima, ambas multi instrumentistas, e todas as canções são resultado da sua união e da criação das letras em conjunto, bem como as melodias que nos transmitem a alma intensa que já nos têm habituado.
Sendo este o primeiro single de SANA, em português, a banda pretende mostrar que para além das canções em inglês também é possível termos indie em português nesta sonoridade de cura e aconchego, que mexe com as emoções de quem escuta. ‘não te sei dizer que não’ conta com produção de Foque, e masterização de Birou.
‘não te sei dizer que não’ conta com um visual único que ficou a cargo de Free Your Soul e já pode ser visto no canal das artistas.
Bruno Pereira – Ainda Espero Que Me Escrevas (2024) (single)
Bruno Pereira – Ainda Espero Que Me Escrevas (2024) (single) Id
“Nascido a 8 de Setembro de 1995, Bruno Pereira deu os seus primeiros passos na música com apenas 7 anos, ao integrar as fileiras de um grupo coral no município mais a norte de Portugal (Melgaço), projeto no qual permaneceu durante 14 anos.
Em 2016, iniciou um percurso em formato acústico, onde realizava covers em concertos para diferentes públicos, num trajeto em crescendo a solo ou em companhia de amigos que teve como momento de maior destaque a sua participação num concerto de António Zambujo em Agosto de 2019.
Em Março de 2024 apresenta “Ainda Espero Que Me Escrevas”, o primeiro tema original que nasceu através de um poema da autoria de Joana Malheiro, em jeito de homenagem a alguém que partiu cedo de mais.
Gravada nos míticos BoomStudios (Vila Nova de Gaia, Portugal) a 3 de janeiro de 2024, esta canção contou com a produção e arranjo de cordas de Rui Paiva (produtor nos BoomStudios) e com a colaboração do Quarteto de Cordas Viana D’Arcus (Viana do Castelo, Portugal), composto por Jean-Philippe (Violino I), Joana Viana (Violino II), Pedro Alves (Viola D’Arco) e Susana Lima (Violoncelo).”
Raquel Santos – Losing (2024) (single)
Raquel Santos – Losing (2024) (single)
“LOSING” É O SEGUNDO SINGLE DE RAQUEL SANTOS
RAQUEL SANTOS LANÇA “LOSING”, UM CONFRONTO INTERNO ENTRE O AMOR E A FÚRIA
Raquel Santos, uma das vozes mais promissoras da nova geração de Soul e R&B, lança hoje o seu aguardado single “Losing”, um tema que resulta do confronto interno entre o amor e a fúria, materializada nas personagens de Raquel e Kelly (alter ego de Raquel). Este lançamento revela uma narrativa intensa e crua, onde Raquel se desdobra numa representação visceral de sentimentos conflitantes.
“Losing” não é uma típica história de amor encantado. É um retrato emocionalmente carregado de uma paixão que, apesar de fervorosa, está destinada ao fracasso. Neste enredo, Raquel ama alguém que sabe desse amor, mas o relacionamento nunca se concretiza. Não há lugar para finais felizes, mas sim para a verdadeira essência do que é estar apaixonado: uma mistura de ira, paixão, revolta e uma intensidade quase insuportável.
A canção é uma poderosa fusão de ritmos que complementam a letra profundamente pessoal, onde as emoções transbordam em cada nota e em cada verso. Raquel, com a sua voz inconfundível, conduz-nos por esta jornada emocional, enquanto Kelly emerge como a voz interna que desafia e questiona as decisões do coração.
Com “Losing”, Raquel Santos continua a sua missão de deixar uma marca indelével no panorama musical atual. A sua capacidade de transformar experiências pessoais em arte ressoa com os ouvintes, criando uma ligação íntima e poderosa. Este single não só cativa pela sua sonoridade envolvente, mas também pela narrativa forte e autêntica que promete ressoar com quem já experienciou a dor de um amor que nunca encontrou o seu caminho.
Sobre Raquel Santos
Nascida nas vibrantes ruas de Lisboa e inspirada por lendas como Aretha Franklin, James Brown e Alicia Keys, Raquel Santos oferece em “Losing”, o seu segundo single que sucede a “Bills”, uma performance que transcende fronteiras, confirmando o seu lugar como uma das artistas mais genuínas e cativantes do momento.
“Losing” já está disponível em todas as plataformas digitais, acompanhado de um visualizer que reflete a dualidade entre Raquel e Kelly, criando uma experiência visual que é tão intensa quanto a música que a inspira. Preparem-se para se perderem nas facetas deste amor impossível!
Sophia & Os Senhores Roubados – Patinho Feio (2024) (single)
Sophia & Os Senhores Roubados – Patinho Feio (2024) (single) id
“Patinho Feio” é o segundo single do álbum que será lançado em breve.
Sophia & Os Senhores Roubados destacam-se pela fusão de World Music e Pop, criando uma sonoridade única que reflete as diversas influências dos seus membros.
“Uma revelação. Do nada surgiu uma luz na penumbra. O momento descrito cobriu o manto negro da noite e a eloquência refletiu-se num todo. Um enleio”.
Sophia (voz)
Marco Cesário (baixo, percussão, programações, 2as vozes)
José M. Afonso (guitarras, programações, 2as vozes, percussão).
“Patinho Feio” foi produzido pelos Três, misturado e masterizado por José M. Afonso no Joy Enabled HomeStudio.
Kiko & The Blues Refugees – Ghosts (2024) (single)
Kiko & The Blues Refugees – Ghosts (2024) (single)
Kiko and The Blues Refugees apresentam o novo álbum “Ghosts”: uma profunda exploração das complexidades da condição humana, navegando por temas de isolamento, passagem do tempo, memórias e a luta pela autenticidade num mundo dominado por interações digitais e pressões sociais. Através de uma combinação poderosa de blues, letras introspetivas e narrativas emocionais, o álbum captura a essência de um mundo onde o medo e a desconfiança são omnipresentes, e a verdade é frequentemente suprimida.
Gravado no início de 2024, “Ghosts” foi produzido por André Indiana e conta com a participação especial de artistas como BJ Cole, AG Weinberger, Telmo Marques, Eduardo Cardinho, Patrícia Silveira e Patrícia Antunes, entre muitos outros convidados. O grupo mantém a sua formação original, com Kiko Pereira na voz e composição, António Mão de Ferro nas guitarras, Jorge Filipe Santos nos teclados, e Carl Minnemann e João Cunha no baixo e bateria. As canções do álbum cruzam ambientes musicais distintos, que vão do blues ao funk, passando pelo soul e pelo rock’n’roll.
O novo disco apresenta 9 temas originais e é, acima de tudo, um convite à reflexão sobre o que significa viver com autenticidade num mundo em que o real e o virtual se misturam, onde o isolamento emocional é tanto uma escolha quanto uma consequência. Kiko and the Blues Refugees desafiam o ouvinte a enfrentar os seus medos, a valorizar as conexões verdadeiras e a partilhar suas histórias antes que seja tarde demais.
O single “Wise Old Man”, é a primeira amostra do novo disco e conta com a contribuição da guitarra vibrante de AG Weinberger.
De destacar que Kiko and the Blues Refugees conquistaram o 3º lugar na edição de 2024 do European Blues Challenge, um dos mais prestigiados concursos de blues da Europa.
A capa é da dupla de designer MainWell e Celestino Fonseca com foto de Anabela Trindade.
Silva Lining Band – I Don´t Really Mind (2024) (single)
Silva Lining Band – I Don´t Really Mind (2024) (single) Id
” DON’T PEALLY MIND” É O NOVO TEMA
DA SILVA LINING BAND
‘I Don’t Really Mind” descreve a doce vulnerabilidade de um novo relacionamento. Se calhar queimas-te ou então apaixonas.
te. No entanto, vale a pena, pelo menos por um momento fugaz.
MaZela – Entre Amor E Ódio (2024) (single)
MaZela – Entre Amor E Ódio (2024) (single)
MAZELA apresenta NOVO SINGLE e anuncia
EP DE ESTREIA com DIGRESSÃO DE APRESENTAÇÃO
’Desgostos em Canções de Colo’, é o EP de estreia de MaZela, com lançamento marcado para o próximo dia 12 de Novembro. Uma colheita de incertezas, dores e transformações, celebradas e amparadas, através de canções e da voz doce de Maria Roque.
‘Entre Amor e Ódio’ é o novo single, e é já a terceira canção apresentada pela cantautora, depois de ‘Naveguei’ e ‘Luz no Escuro’.
Na suavidade melancólica de ‘Entre Amor e Ódio’, somos abraçados pela melodia, que nos convida a aceitar as nossas imperfeições e a encontrar a capacidade de crescer a partir delas.
A canção inclui a participação de A Garota Não, entre mais de uma dezena de artistas e amigos que se uniram para cantar em uníssono o coro final.
O single já está disponível em todas as plataformas digitais e vem acompanhado de um videoclip realizado por Henrique Lourenço.
Os primeiros concertos de apresentação do EP ‘Desgostos em Canções de Colo’ acontecem já no próximo mês de Novembro. No dia 15, MaZela sobe ao palco do Maus Hábitos, no Porto, e no dia seguinte, 16 de Novembro, faz a sua estreia em nome próprio na cidade de Lisboa, no BOTA. No fim de semana seguinte, a 22 de Novembro, será a vez do Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco, e da Blackbox do CAAA, em Guimarães, no dia 23. Para encerrar o mês, a 30 de Novembro, estará no Lúcia- Lima, em Cadima, e já em Dezembro, no dia 7, na S.H.E., em Évora.
O EP terá edição física em CD, e os singles ‘Entre Amor e Ódio’ e ‘Naveguei’ farão parte de uma edição muito limitada em vinil 7”.
Ambas as edições já estão disponíveis para pré-compra.
JonTravelz – En Passant (2024) (single)
JonTravelz – En Passant (2024) (single)
JonTravelz, o produtor, compositor e intérprete que vive na Marinha Grande, Leiria, e que tem a grande paixão de mostrar ao mundo a sua essência: a música.
Desde o Trap ao Rock, as misturas originais do artista puxam a criatividade a quem as ouvir.
Mas este sonho não surgiu recentemente. Jon está nesta caminhada há cerca de 8 anos, tendo 27.
Jon estreou-se no palco do Clube dos Músicos da Marinha Grande, com a apresentação do seu primeiro e recente álbum “Keep On Bawlling”.
O álbum ficou disponível em todas as plataformas de streaming em 8 de agosto de 2024. Os CDs do mesmo já se encontram esgotados.
Merai – Ser (Mito De Orfeu) (2024) (single)
Merai – Ser (Mito De Orfeu) (2024) (single)
Após os lançamentos dos EPs “Fénix” (2023) e “Inverno de Dentro” (2024), Merai apresenta agora o seu novo single, “Ser (Mito de Orfeu)”.
Esta nova canção explora de forma profunda o conceito de “ser”. Merai reflete sobre o que significa existir sem artifícios, sem ceder às expectativas externas, vivendo apenas aquilo que a vida nos pede. Mais tarde, ao estudar a mitologia clássica, a artista identificou uma conexão com o mito de Orfeu – a história do bardo que desceu aos Infernos para resgatar a sua amada, Eurídice, e regressou de mãos vazias. Segundo a lenda, a ausência de Eurídice abriu em Orfeu um espaço de vazio que lhe permitiu criar as mais elevadas formas de arte.
“Ser (Mito de Orfeu)” é uma reflexão sobre a beleza e a dualidade da vida, nas suas perdas e ganhos, nas despedidas e reencontros, na solidão e na companhia. É uma viagem musical sobre a aceitação e a experiência de ser, em toda a sua complexidade.
Merai – nome artístico de Mariana Frangioia Portela, inspirado numa das suas personagens, uma mulher-pássaro – continua a aprofundar o seu processo de maturação artística. A sua música reflete a integração da multiplicidade e a fragmentação do ser, procurando unificar essas facetas. Com uma interpretação pessoal da lenda de Orfeu, a artista lisboeta oferece uma visão singular: “Orfeu era um músico extraordinário, tão talentoso que quebrava as leis da Natureza, esbatendo as fronteiras entre o mortal e o imortal. Mas faltava-lhe algo, embora nem ele, nem o mundo, o soubessem ainda. A presença é necessária para se perceber a ausência, e vice-versa. Após a sua descida ao Inferno, Orfeu retorna com uma ausência que preenche, um vazio que se abre às mais elevadas formas de Arte. É testemunha da dualidade da Vida, do ciclo que dá e tira. Seguimos Orfeu porque também queremos aprender a ver no escuro e a ser inteiros.”
A música, misturada e masterizada por Afonso Leichsenring, já está disponível em todas as plataformas digitais. O videoclipe foi realizado pela própria Merai, em colaboração com Pedro Cardoso.