Jazzy Moon Ft Ric Wolf – Your Eyes (2024) (single)

Jazzy Moon Ft Ric Wolf – Your Eyes (2024) (single) Id

Jazzy Moon está a apresentar o novo single “Your Eyes” que conta com a colaboração do cantor e compositor Riic Wolf, membro dos Blasted Mechanism, e pelo produtor Diogo Guerra.

Depois de ter iniciado o caminho rumo ao álbum de estreia com o single ” Bad Girl”, a artista de 22 anos continua a explorar as profundezas das emoções e vulnerabilidades provocadas por um desgosto amoroso. “Your Eyes” mergulha numa sonoridade que mistura trap music com pop, onde a voz aveludada de Jazzy Moon se destaca, revelando uma sinceridade e sensibilidade que cativam qualquer um. 

A letra fala sobre a conexão entre duas pessoas e que, por ser tão forte, nem são precisas palavras para comunicarem, pois conseguem ver o que cada um sente através dos olhos. Por mais que tentem esconder, “Your eyes don’t lie”. A sinceridade do refrão, sublinha a honestidade e a vulnerabilidade que permeiam todo o tema. O arrependimento é palpável, e a tentativa de reconciliação é evidente quando ele fala sobre ver a verdade nos olhos da pessoa que magoou. 

O single vai fazer parte da próxima temporada da série Morangos com Açúcar.

Inspirada por nomes como Raye, Celeste, Jorja Smith e Billie Eilish, Jazzy Moon está a preparar o lançamento do seu disco de estreia, que será lançado antes do final deste ano.

Biografia:

Depois de se ter lançado com o seu EP de estreia, “If You Were Listening”, em 2021, Jazzy Moon está pronta para dar mais um passo importante na sua carreira musical. Com apenas 22 anos, a cantora lançou o seu primeiro single em fevereiro de 2024, “Bad Girl”, do álbum previsto para o final do ano. Uma canção que mistura R&B e Acoustic Pop, exibindo a sua voz aveludada e explorando as vulnerabilidades de um desgosto amoroso. “Bad Girl” é uma desconstrução do conceito de Bad Girl, mostrando que é possível ser forte e, ao mesmo tempo, permitir-se sentir e ser vulnerável. O tema é um dos destaques na banda-sonora da novela “Cacau”.

Jazzy Moon continua a sua jornada emocional e autêntica com o lançamento do seu segundo  single, “Your Eyes”. Este novo tema aprofunda ainda mais as emoções e vulnerabilidades,  mergulhando numa sonoridade que mistura trap music com pop. A colaboração com o cantor e  compositor Riic Wolf, dos Blasted Mechanism, e o produtor Diogo Guerra resultou numa canção  sincera e sensível, onde a conexão entre duas pessoas é tão intensa que as palavras são desnecessárias.

Inspirada por artistas como Raye, Olivia Dean, Celeste, Jorja Smith e Billie Eilish, Jazzy Moon  promete continuar a sua ascensão na música nacional, tocando os corações do público com a sua voz única e emocionante. “Your Eyes” é mais um passo nessa jornada, reafirmando Jazzy Moon como uma das vozes mais promissoras da nova geração da música portuguesa.

Biloba – Flor De Verão (2024) (single)

Biloba – Flor De Verão (2024) (single) Id

A banda lisboeta BILOBA apresenta o seu novo single, “Flor de Verão”, o primeiro avanço do tão aguardado álbum de estreia, “Sala de Espera”, com lançamento previsto para o início do próximo ano. Este novo trabalho mostra a evolução do projeto liderado pelo contrabaixista e compositor Francisco Nogueira, que, desde a sua criação em 2019, tem explorado uma fusão de géneros, do Rock Alternativo ao Hip-Hop, sempre com profundas raízes no Jazz.

“Flor de Verão” é uma canção que nasceu de forma intuitiva, quase como se já estivesse escrita, esperando o momento certo para ganhar forma. Francisco Nogueira explica que a composição surgiu naturalmente, com a simplicidade de uma linha de guitarra sobre a qual se constrói uma letra densa, cheia de contrastes. “Há uma dicotomia constante na música: uma melodia longa, seguida por uma resposta instrumental, versos de reflexão pessimista que desaguam num refrão carregado de esperança”, explica o compositor.

A letra de “Flor de Verão” reflete sobre a procura incessante do “eu”, sobre a pressa cansada de chegar a algum destino, questionando se, no fim, será o processo de busca mais importante do que o próprio ponto de chegada. Com pensamentos soltos, a canção explora como a busca pessoal se transforma no encontro com o outro e o que existe no espaço entre essas duas jornadas.

No entanto, apesar do tom introspectivo e, por vezes, melancólico, “Flor de Verão” não é uma canção triste. O refrão contrasta com a densidade anterior, trazendo um momento de clareza e esperança, sugerindo que, talvez, no amor e na partilha com o outro, seja possível encontrar o descanso e o equilíbrio que tanto procuramos.

A composição, letra e voz principal são de Francisco Nogueira, que também assume o baixo, enquanto a voz adicional é de Nazaré da Silva. As guitarras elétricas ficaram a cargo de Simão Bárcia e Diogo Lourenço, que também foi responsável pela produção. Na bateria está Miguel Fernández. A mistura e masterização foram realizadas por Tiago de Sousa, com a captação de som a cargo de Eduardo Vinhas. A capa do single foi criada por Joana Franco.

“Flor de Verão” e o videoclipe que acompanha a faixa já se encontram disponíveis nas plataformas habituais.

Sobre BILOBA

Formado em Lisboa, em 2019, BILOBA é um projeto nascido do imaginário de Francisco Nogueira. Com influências que vão do Rock ao Hip-Hop e uma sólida base no Jazz, a banda é composta por Nazaré da Silva (vocalista e teclista), Simão Bárcia e Diogo Lourenço (guitarristas), Miguel Fernández (baterista) e Francisco Nogueira (baixista, cantor e letrista). O grupo lançou o seu EP homónimo em 2022, pela Chinfrim Discos, destacando-se pela criatividade e diversidade de sonoridades.

O projeto tem-se afirmado no panorama musical português, com atuações em festivais como o Festival Emergente, Sintra Con-cê e Festival Termómetro. A banda foi premiada como “Melhor Projeto Musical 2021” pela Restart Creative Education e participou no disco Novos Talentos Fnac 2022. O primeiro álbum da banda, “Sala de Espera”, está em fase de finalização, e “Flor de Verão” antecipa o que se espera ser um trabalho profundo e multifacetado.

Janes – Faz – Me Sonhar (2024) (single)

Janes – Faz – Me Sonhar (2024) (single)

“Faz-me Sonhar” é o álbum de estreia de Janes, o primeiro em nome próprio.

Janes anuncia o lançamento do seu álbum de estreia, “Faz-me Sonhar”, já disponível em todas as plataformas digitais. Este trabalho representa o primeiro passo na sua carreira musical em nome próprio.

Sobre o álbum “Faz-me Sonhar”

É com “Faz-me Sonhar” que Janes se apresenta e nos conta alguns episódios da sua história. Esta obra intimista, co-produzida por Diogo Pinho e Miguel Conchinha, é composta por voz, guitarra e guitarra portuguesa, e espelha a sua essência e delicadeza através de seis canções que narram um processo de luto, aceitação e reconciliação com o passado. Ao brindar ao presente e às suas conquistas relembra-nos sobre a importância do sonho como força motriz para seguirmos em frente.

“Faz-me Sonhar” aposta na fusão de diferentes sonoridades resultantes das suas influências do fado e do cenário contemporâneo português, onde explora a versatilidade que a caracteriza enquanto pessoa e artista.

“Cada canção deste álbum é uma expressão genuína das minhas experiências enquanto menina-mulher em transformação, que em conjunto contam uma história que se desenrola da primeira à última faixa. É com muito entusiasmo que finalmente partilho as minhas canções com o mundo, num ato de coragem que expõe as minhas vulnerabilidades. Espero inspirar e acalentar muitos corações tão apaixonados como o meu.”, afirma Janes.

O álbum já se encontra disponível em todas as plataformas digitais (Spotify, YoutubeMusic, AppleMusic, etc…), e será também possível encomendá-lo em formato físico (CD) através das redes sociais. Quem adquirir o formato físico será presenteado com uma faixa extra.

Ganso – Papel De Jornal (2024) (single)

Ganso – Papel De Jornal (2024) (single) Id

GANSO LANÇAM NOVO SINGLE “PAPEL DE JORNAL”

NOVO DISCO, “VICE VERSA”, A 11 DE OUTUBRO COM EDIÇÃO CUCA MONGA

Ganso, banda lisboeta da editora Cuca Monga, lança “Papel de Jornal”, o primeiro single a antecipar o lançamento do 3.o disco de longa-duração da banda, com edição agendada para 11 de outubro.

“Papel de Jornal” é o novo e primeiro single a seguir-se ao lançamento de “Sorte a Minha”, canção de 2022 que acumula já 2 milhões e meio de audições no Spotify, depois de ter viralizado no TikTok.

Segundo João Sala, voz e músico do grupo, a “letra é um egotrip à moda do hip hop, fazendo parte do conceito do resto do álbum: um conjunto de semelhanças que afastam e diferenças que aproximam.”

“Papel de Jornal” é o primeiro avanço de “Vice Versa”, o novo disco de Ganso que está prestes a chegar com o selo Cuca Monga, depois de ter sido gravado durante o verão em Paris, nos estúdios La Frette. Com eles estiveram Domingos Coimbra (Capitão Fausto) na produção e Anthony Cazade, engenheiro por detrás dos mais recentes trabalhos dos Arctic Monkeys ou Nick Cave.

Em breve será anunciada a digressão de apresentação de “Vice Versa”, um novo espetáculo dos Ganso, depois de terem passado os últimos meses numa tour a apresentar o seu repertório mais antigo.

Quem são os Ganso?

Os GANSO são uma banda lisboeta formada em 2015.

O EP de estreia, Costela Ofendida, marcou uma geração da edição independente em Portugal. Foi produzido por Diogo Rodrigues e editado pela editora Cuca Monga, a par de artistas como Capitão No ano seguinte dão concertos por todo o país, chegam a abrir para Os Mutantes e terminam em digressão com o Conjunto Cuca Monga. 2017 é o ano em que lançam o primeiro longa-duração, Pá Pá Pá, adensando o estilo roqueiro do primeiro EP. Andam em digressão pelo país e tocam no Festival Paredes de Coura no verão de 2019.

Lançam o segundo disco, Não Tarda, no Znal desse mesmo ano, com uma sonoridade mais deZnida e melancólica. Em 2020 participam no álbum Cuca Vida, juntamente com os outros membros das bandas da Cuca Monga com quem tocam em todo o país nos verões seguintes. A banda regressa com os novos singles dançantes Gino (O Menino Bolha) e Sorte a Minha. Em 2022 tocam no Super Bock Super Rock e terminam o ano com um concerto esgotado no Capitólio, em Lisboa. Desde então que têm corrido o país em tour.

Em junho deste ano gravaram o seu terceiro álbum nos estúdios La Frette, em Paris. A edição de Vice Versa está marcada para Outubro de 2024.

Os GANSO são Luís Ricciardi, João Sala, Miguel Barreira, Gonçalo Bicudo e Diogo “Horse” Rodrigues.

Sandra Martins – Meu Sul (2024) (single)

Sandra Martins – Meu Sul (2024) (single)

“Meu Sul” é o primeiro single da violoncelista Sandra Martins. O tema é inspirado nas tonalidades e aromas das paisagens do sul, que refletem um estado de saudade e melancolia.

Composição: Sandra Martins e Barqueiro de Oz

Interpretação: Sandra Martins (violoncelo e voz)

Produção: Sandra Martins e Barqueiro de Oz

Mistura: Barqueiro de Oz

Masterização: Hélder Costa

Manila – Estas Ruínas (2024) (single)

Manila – Estas Ruínas (2024) (single)

Depois do lançamento do single de estreia, “domingo à tarde”, tema que intitula o futuro EP da banda, os MANILA acabam de disponibilizar “estas ruínas”, nova faixa de antecipação.

“estas ruínas” é um tema que se recusa a afundar na tristeza, num olhar divertido sobre a dor de expectativas amorosas defraudadas. Acompanhado por um videoclipe realizado pela artista Fabiana Tavares, este novo single dos MANILA destaca-se pela sonoridade espacial, contrastada contra um ímpeto decidido e uma melodia viciante, que espelha uma perspetiva diferente sobre o desamor, onde a dor da perda se entrelaça com momentos de reflexão e humor cínico, sem nunca perder a típica nostalgia portuguesa em que a banda se inspira.

A nova banda emergente da produção nacional abre assim caminho ao EP de estreia, com edição prevista ainda este ano, prometendo uma viagem com a sua música através do groove, flutuando entre temas que tocam no existencialismo, amor, solidão e nas infinitas dicotomias da vida. “domingo à tarde” é uma pequena coleção de histórias, zangas e resoluções. E é por isso mesmo que, no seu EP de estreia, os MANILA se apresentam como contadores de histórias sonoras.

Os MANILA irão apresentar-se a 17 de outubro no NAV, em Lisboa. A faixa “estas ruínas” e o videoclipe que a acompanha já se encontram disponíveis nas plataformas habituais.

Virgem Suta – Amor Ao Avesso (2024) (single)

Virgem Suta – Amor Ao Avesso (2024) (single)

Virgem Suta editam a 13 de setembro “Amor ao Avesso”, o segundo single de antecipação do quarto trabalho de originais da banda de Jorge Benvinda e Nuno Figueiredo.

“Esta canção retrata o início de uma relação, a partilha de sonhos, a vontade de estar junto da pessoa que se ama e de traçar caminhos comuns. Afinal, Roma é amor lido ao avesso e, de uma forma ou de outra, todos os caminhos vão dar a Roma”, partilha a banda.

No ano de celebração do décimo quinto ano de carreira, os Virgem Suta apontam para 25 de outubro o lançamento do novo álbum intitulado No céu da boca do lobo, que conta com a produção de JP Coimbra e colaboração do músico Jorge Costa.

Equinōcio – Marcha A Ré (feat. O Marta) (2024) (single)

Equinōcio – Marcha A Ré (feat. O Marta) (2024) (single)

EQUINŌCIO EDITAM ÁLBUM DE ESTREIA “SOLSTÍCIO”

O primeiro disco da dupla composta por Beatriz Capote e Diogo Santos conta com colaborações de INÊS APENAS, O Marta, RAFAĖLLA e himalion e é lançado com o novo single ‘Marcha à Ré’

Os equinōcio disponibilizaram o aguardado álbum de estreia “Solstício”. O primeiro disco da dupla formada por Beatriz Capote e Diogo Santos – reconhecida nacional e internacionalmente pela fusão de pop, folk, jazz e world music – apresenta 11 temas sobre a mente, o processo criativo e questões sociais e psicológicas, que contam com colaborações de INÊS APENAS, O Marta, RAFAÉLLA e himalion.

“Ao contrário de um equinócio, um “Solstício” representa as estações caracterizadas pela maior presença de festividades e celebrações: o verão e o inverno. O próprio álbum é uma celebração de tudo o que este projeto nos trouxe e um agradecimento musical a tudo e todos os que nos fizeram crescer”, contam os equinōcio. Também estas “canções continuam a debruçar-se sobre a mente do artista, sobre o processo criativo e sobre questões sociais e psicológicas que nos condicionam diariamente”, contam Beatriz Capote e Diogo Santos.

“Solstício” é acompanhado pelo novo single ‘Marcha à Ré’, um dueto com O Marta. A banda conta que a escolha do tema para dar destaque ao álbum “foi muito fácil, pela maneira como o nosso querido O Marta retrata de uma forma leve e animada a vida de uma senhora que, encurralada pelas suas escolhas de vida, decide abandonar as suas velhas crenças e abraçar a felicidade que é a quebra de padrões antigos”.

O álbum “Solstício” é considerado pelos equinōcio como um espelho do primeiro EP, “Metamorfose”, de 2022, uma vez que muitas das faixas são uma reflexão e uma continuação das primeiras canções.

”O tema ‘Moreno’, por exemplo, era a única “bossa” do nosso primeiro EP e acabou por inspirar três novos temas e ‘Providence’ é um souvenir musical da nossa visita aos Estados Unidos e encapsula vários bons momentos e influências que ocorreram durante a semana da edição de 2023 dos prémios IPMA – International Portuguese Music Awards – e da nossa vitória com o tema ‘Dentro de Mim [na categoria “Best Traditional Performance”]. Por sua vez, o primeiro tema do álbum, ‘Sã’, faz um especial paralelo com o ‘Dentro de Mim’. É uma canção de caráter reflexivo, que aborda o processo de reconhecimento e aceitação de condições físicas e/ou mentais que nos podem fazer sentir frágeis e impotentes. Ambos com uma construção semelhante, o seu desenvolvimento leva à libertação, do dentro para fora. É como se os próprios temas representassem em si o processo de cura”, conta a dupla.

“Solstício”, o álbum de estreia dos equinōcio, inclui, ainda, os singles previamente editados ‘Bem Educada’, em colaboração com INÊS APENAS, ‘Púrpura’, com RAFAÉLLA, ‘Luminescence’, ‘equibossa’, ‘Não Quero Saber’ e ‘Providence’. O LP já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Carolina Zingler – Hey Psiu (2024) (single)

Carolina Zingler – Hey Psiu (2024) (single)

Carolina Zingler alça voo e lança Eu Viro Bicho, seu quinto disco de estúdio

Produção musical é assinada pela artista, conhecida por ser criadora da Esquina do Jazz

“Com garras e dentes os bichos lutam para preservar aquilo que é importante para eles. Penso que é o nosso lado bicho que luta para mantermos nossa essência”, explica a gaúcha Carolina Zingler sobre o conceito do disco Eu Viro Bicho, que chega hoje (16) às plataformas de streaming. “Esse trabalho reflete sobre a força que nasce dentro da gente e que nos move pela caminhada da vida, nos alimentando de propósito”, continua. Com produção musical e mixagem pela própria artista, conhecida por ser criadora da chamada Esquina do Jazz, o álbum conta com 12 faixas que começaram a ser compostas ainda na pandemia, e que navegam por ritmos como groove, rock, ijexá e bossa nova. Ouça aqui. 

Vivendo entre o Brasil e Portugal, Carolina Zingler idealizou que o disco tivesse algo de marcante do seu país natal. “Acho que por passar esse tempo em Lisboa, senti vontade de me firmar nos traços da cultura do meu país. Eu queria fazer um disco que exalasse brasilidade, tanto na estética quanto nas composições”, conta. Quando fechou o repertório, percebeu que as músicas faziam alusões ao caminhar pela vida, com reflexões sobre propósitos e experiências que definem as pessoas. “É um álbum que discorre sobre a paixão que nos move, que alimenta e que cria sonhos, nos conduzindo pela experiência ímpar que é vida.”

Musicalmente, a ideia foi que o álbum soasse natural e espontâneo, buscando a sensação única da performance ao vivo. “Eu gosto da ideia de manter o espírito da execução musical. Por isso decidi gravar a base das músicas ao vivo. A percussão e a bateria ficaram na mesma sala de forma a se misturarem, violão e voz em outra, e o baixo separado dos dois primeiros núcleos. Minha meta era ouvir a banda tocando no disco tal qual soavam ali”, comenta. Banda esta que foi integrada por Bárbara Mucciollo (bateria e percussão), Fernando Lima (percussão), Tomás Gleiser (baixo), Cisco Vasques (guitarra), Eloiza e Estela Paixão (backing vocals), e Carolina Zingler nas guitarras, violões e vocais. 

Participaram também Fábio Mello, que gravou em discos anteriores da artista, e que assina os arranjos de metais, e toca sax, nas músicas Mais Linda e Hey Psiu; e Rafael Lorga, integrante da banda Pietá, que participou como percussionista nas músicas Transformando o Céu, Ando Devagar e Sol. 

Tsunamiz – Dreamz (2024) (single)

Tsunamiz – Dreamz (2024) (single)

Tsunamiz, alter-ego de Bruno Sobral, músico e produtor português, lança “Dreamz”, quarto single de apresentação do seu próximo álbum.

“Dreamz” é um trabalho que mostra a versatilidade e crescimento de Tsunamiz enquanto compositor, intérprete e produtor.

É notório que estamos perante um artista que vive a música intensamente e que sonha com “canções livres de barreiras de género e preconceitos” como o próprio assume.

Desses sonhos, chega-nos agora uma magnética canção synth pop e indie rock, que dá início à contagem decrescente para edição do seu sétimo álbum “Behold the Man”, que chegará às lojas em dezembro de 2024.

“Dreamz” está disponível em todas as plataformas digitais.

Midus Feat. Tim Alford – Shakin’ All Over (2024) (single)

Midus Feat. Tim Alford – Shakin’ All Over (2024) (single)

E dois anos depois do álbum “Minhas Canções, Meus Amigos”, Midus está de volta aos discos. A antecipar a edição de um novo álbum, a cantora e baixista que agitou e marcou o rock “made in Portugal” nos 80’s, apresenta-se em “tons” do melhor rock, com uma versão de “Shakin’ All Over”, tema que marcou os primórdios do rock britânico no início dos anos 60.

A viver em Londres há décadas, onde, recordo, tocou com nomes como Anne Clark, Tanita Tikaram, Bryan Ferry ou Mel C, entre muitos outros, numa conversa de amigos sobre música, Midus embarcaria numa “viagem” pelo rock britânico até 1960, ano em que Johnny Kidd & The Pirates, dava nas vistas nos meios roqueiros precisamente com este tema.

E Midus e Tim Alford, um dos amigos envolvidos na “viagem”, aterrariam no tema mais emblemático da banda e que esteve no Top 20 britânico, durante 4 meses naquele ano, tendo atingido a liderança do mesmo: “Shakin’ All Over”.

O tema seria, anos mais tarde, incluído no álbum “Live at Leeds” dos The Who, o que atesta a sua importância no mercado britânico. A banda, que terminaria em 1966, pela morte de Johnny, aos 31 anos de idade, é agora revisitada com uma eletrizante versão por Midus.

“Shakin’ All Over” de Midus feat. Tim Alford aí está para “agitar” os meios musicais, com uma inesperada, mas sempre expectável energia roqueira. Ou não fosse Midus uma mulher de e do rock.

A deixar ainda mais expectativas quanto ao álbum de originais que se seguirá.

António Ramos

Magano – Terra Dos Meus Pais (2024) (single)

Magano – Terra Dos Meus Pais (2024) (single) Id

“Terra dos meus Pais” é o primeiro single do novo álbum de Magano, “A caminho de Casa” com data de lançamento marcada para 20 de Setembro. O novo disco da banda vai ser apresentado no Auditório Fernando Lopes Graça, em Almada.

Ficaram conhecidos do grande público em 2018, quando editaram o seu primeiro disco através da Universal Music Portugal. Este álbum contou com 12 temas do cancioneiro popular alentejano, o nos leva ao nome da banda e à sua origem. 

Magano é um rapaz malandro. Era a avó Rosa quem usava esse adjetivo, com origens em Safara, no baixo Alentejo. O grupo é composto pelos netos Sofia Ramos e Nuno Ramos, e ainda um terceiro elemento, Francisco Brito. Neste novo projeto contam com músicos convidados André Santos e André Sousa Machado.

Ainda em 2018, acerca do primeiro álbum de Magano “É como se dos coros passássemos a versões de câmara, onde os instrumentos amparam as vozes numa leveza que não dispensa profundidade, surgindo como distinta ousadia o bom jogo tímbrico das vozes masculina e feminina.” afirma Nuno Pacheco, in Jornal Público.

“Terra dos meus pais” é o primeiro avanço do segundo disco da banda intitulado “A caminho de casa”. Este single conta com letra e música de João Espadinha e produção de Magano.

Ao contrário do primeiro disco, onde a banda deu uma nova roupagem a modas alentejanas, este contará com 7 temas originais, compostos e escritos por Joana Espadinha, João Espadinha, André Santos, Edumundo, Sofia Ramos, Nuno Ramos e Francisco Brito, e apenas 3 modas populares. Este segundo projeto conta também com a participação de Carlos e Henrique Leitão, e de Rui Poço.

A sonoridade dos novos temas talvez se possa afastar da sonoridade original do Cante, mas junta três temas transversais a todo o disco: o Alentejo, a Família e Almada. O nome do novo álbum surge das viagens entre cá e lá – “A caminho de Casa” – nada melhor do que celebrar os quase 10 anos de Património Imaterial da Humanidade de Cante, se não com um novo disco onde as raízes se fundem nas raízes do Alentejo.

O projeto Magano surge de uma história comum a muitos alentejanos que se mudaram para Almada em busca de uma vida melhor. O avô João, que cantava no grupo coral de Safara, trabalhava na Lisnave. Rosa era costureira. Aí criaram duas filhas que já não voltariam para a aldeia. Os netos, que sempre estiveram ligados à música, tiveram a ideia de criar um projeto musical que unisse os seus dois mundos. Foi assim que as modas que sempre cantaram em família se tornaram a raiz de Magano — um projecto de jovens que nasceram na cidade mas que têm uma ligação profunda às suas raízes alentejanas.

 “O interior do Alentejo traz sossego ao coração!”

O novo single “Terra dos meus pais” traz-nos o embalo daquilo que é viver longe mas saber-se e sentir-se as origens de perto, e já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.