Maya Blandy – Nas Tuas Māos (2024) (single)

Maya Blandy – Nas Tuas Māos (2024) (single)

Depois do single de estreia em português, “Calor”, a cantautora Maya Blandy apresenta o novo tema “Nas tuas Mãos”. A canção explora a poesia da música portuguesa e as nuances nostálgicas que definem a sua cultura. É uma balada escrita por Maya Blandy e pelo guitarrista britânico Bruce Dent que retrata um sonho de amor. Não segue nenhuma estrutura e flui livremente para realçar o efeito onírico da música. Conta com a produção de Jake Wherry, conceituado produtor e fundador da banda de jazz/hip-hop, The Herbaliser. 

Maya Blandy nasceu na Austrália mas tem vivido grande parte da sua vida na Madeira. A sua infância foi influenciada por várias culturas e estilos de música criando assim o estilo único da artista que explora jazz, soul, funk e música portuguesa. 

A artista de 21 anos lançou o seu álbum de estreia no início deste ano, “Stardust”, mas pretende agora apostar na música cantada em português.

Maya Blandy vai atuar já no dia 20 de Julho no Summer Opening Madeira; e no Algazarra Festival, em Porto Santo, no dia 15 de Agosto.

Malibu Gas Station – All Time Wonder (2024) (single)

Malibu Gas Station – All Time Wonder (2024) (single)

“All Time Wonder” é o novo single dos Malibu Gas Station. O tema surge em antecipação ao disco “Never Never”, que será editado durante este ano.

Depois de editarem os singles “Ellie Parker”, “China Blue”, “Faith In Action”, “Ishigaki”, “All Odd’s” e o disco “World Wide Dance” em 2021, os Malibu Gas Station preparam o lançamento do seu segundo longa duração. De “Never Never” a banda já deu a conhecer a faixa “All Odd’s” e revela agora o single “All Time Wonder”, num apelo cliché de filosofia vulgar para os momentos em que nos lembramos da estranheza da existência: a Terra suspensa no vazio, a rotina mundana, conflitos distantes, corações partidos e vidas sociais estagnadas. Para quem pondera sobre buracos negros, a relatividade de Einstein, a desigualdade global, a extravagância humana e as suas futilidades cobertas em ouro, esta canção é um lembrete de que não estamos sozinhos. No meio do caos calculado, há quem reconheça a beleza bizarra de ser humano e isso é muito bonito.

Foi em 2016 que Vítor Pinto e David Félix criaram o agrupamento musical Malibu Gas Station. É uma banda, é um sintoma, é uma consequência, que chegou à sua formação final como trio, e com o abraço do João Losa, guitarrista, produtor, misturador e ancião do projeto. Há em Malibu, talvez em Gas e certamente na Station, a necessidade de criar um sentimento de casa, seja isso onde for, de que forma for. São miragens onde todos os anseios se transformam num esforço único para as alcançar. Será um filamento vivo, estranho e de dimensão abstrata?

“All Time Wonder” já se encontra em todas as plataformas digitais, e o videoclipe que a acompanha está disponível no YouTube.

Malibu Gas Station – Biografia

Foi em 2016 que Vítor Pinto (O Homem que Fugiu do Mundo) e David Félix (Novos Românticos, Félix Gambino, David From Scotland) criaram o agrupamento musical Malibu Gas Station. É uma banda, é um sintoma, é uma consequência, que chegou à sua formação final como trio, e com o abraço do João Losa, guitarrista, produtor, misturador e ancião do projeto. Há em Malibu, talvez em Gas e certamente na Station, a necessidade de criar um sentimento de casa, seja isso onde for, de que forma for. São miragens onde todos os anseios se transformam num esforço único para as alcançar. Será um filamento vivo, estranho e de dimensão abstrata? A verdade é que MGS urge desde que editou o single “Ellie Parker” (tema que figurou nos Novos Talentos Fnac 2016) ou “Ishigaki” (tema inserido na compilação Inéditos Vodafone 2020). “World Wide Dance” foi o disco de estreia, “Never Never” será o segundo, e o terceiro fica prometido, numa fase em que Vítor, David e João prometem voltar às raízes de 2016, tornando-se mais numa banda que pisa palcos do que numa cena que vai para estúdio compor discos. E um meio termo, não? Cá estamos. Estamos bem. Ah, estas três pessoas fazem música juntos desde 2010 em O Abominável, mas isso também não é preciso dizer, sou apenas uma computação informal criada para debitar palavras em assíncrono. (laughing out loud).

Ela Jaguar & Cabrita – Times 60 (2024) (single)

Ela Jaguar & Cabrita – Times (2024) (single)

Os Ela Jaguar acabam de disponibilizar em todas as plataformas digitais “Times 60”. A faixa é o segundo single de antecipação ao disco de estreia da banda e conta com a colaboração de João Cabrita (Cabrita, Cais Sodré Funk Connection, The Legendary Tigerman, entre outros).

“Times 60” é um tema com influências retro, carregado de boas energias, grooves funk e soul, e resultou numa colaboração vibrante e espontânea entre a banda e o saxofonista João Cabrita. “Uma música que nos estava a soar a genérico de TV dos anos 70”, sublinha Pedro Sacchetti, vocalista e guitarrista do projeto, acrescentando ainda que a ideia de adicionar um saxofone à canção já tinha surgido em várias conversas no estúdio e que, depois de ouvirem a música “Tour de Force” do último disco de Cabrita, decidiram avançar com o convite: “Estávamos na dúvida se avançávamos com o lead como foi composta originalmente (com um analog synth) ou se procurávamos algo com mais expressão e vida. Depois de ouvirmos a “Tour de Force”, pensámos que o Cabrita seria alguém que compreenderia a estética que pretendíamos”. Nuno Henriques, baixista dos Ela Jaguar, refere que o saxofonista, compositor e produtor se mostrou totalmente disponível e entusiasmado para esta participação. Ao escutar a estrutura musical de “Times 60”, João Cabrita foi cativado pelo esqueleto sónico e, num espaço curto de tempo, compôs os arranjos de saxofone.Nada como a amizade para nos encher com um sopro de vida.

Depois do lançamento de “17” em abril, primeiro tema de antecipação, e agora com “Times 60”, a banda, que tem como objetivo criar uma estrutura independente e auto-sustentável para a produção da sua música, continua assim a trilhar o seu caminho para a edição do álbum de estreia homónimo, agendado para outubro.

ZeVaz – Desabafo 1 (2024) (single)

ZeVaz – Desabafo 1 (2024) (single)

O meu nome é ZeVaz e sou cantor, e venho por este meio promover a minha música “Desabafo I” e o meu trabalho, 

Ya Sin – Mon Chéri (2024) (single)

Ya Sin – Mon Chéri (2024) (single)

“Underneath the Garmentz”

entre o  R&B, o Neo Soul e o Cabozouk

Ya Sin é um artista emergente, nascido em Cabo Verde e criado nos subúrbios lisboetas e que tem trilhado o seu percurso artístico entre os géneros de R&B, Neo Soul e o Cabozouk.

Destaca-se pela sua voz versátil, numa mescla única de crioulo, português e inglês, apresentando um universo de escrita muito próprio e cativante. É também um criativo visual, expandindo a sua expressão artística à moda, ao streetwear e ao estímulo da cultura urbana, visível por exemplo no cuidado que tem nos seus videoclipes.

Em 2024 edita o seu 1º álbum “Underneath D´Garmentz” que viu o tema Amendz?  na banda sonora da 3ª série de Morangos com Açucar. Ya Sin acaba de ganhar o Concurso de Bandas de Garagem dinamizado pela Freguesia da Estrela.

Ya Sin faz também parte da formação Jazz Opa com quem já subiu ao palco da Biblioteca de Marvila, do CCB – Festa do Jazz, do Titanic ou Capitólio – Lisboa Mistura, participou no espetáculo “Grito de Liberdade” dinamizado por Nerve e que surge de 4 dias no estúdio da Casa da Cultura de Setúbal.

Para os próximos tempos, Ya Sin prepara surpresas!

Formação ao vivo:

Ya Sin: voz

Assis Santos: guitarra

Alex Guzzo: baixo

Pedro Niko: bateria

Raul Misturada – Pangaré (2024) (single)

Raul Misturada – Pangaré (2024) (single)

Um cavalo estrangeiro.

O novo disco de Raul Misturada, “Pangaré” (2024), obra que encerra a trilogia precedida por “Equilibradamente Insano” (2016) e “Tudo Começa Quando Explode” (2021), chega ao mercado fonográfico no próximo dia 12 de julho, com lançamento pela Cafezinho Edições.

“(…) Se olhares demasiado tempo dentro de um abismo, o abismo acabará por olhar dentro de ti” – Friedrich Nietzsche, Além do bem e do mal ou Prelúdio de uma filosofia do futuro.
César Lacerda

“Pangaré” (2024), novo disco de Raul Misturada, tem a virtude de, logo nos primeiros segundos de sua execução, sustentar uma fermata sobre nossa atenção. E nesse estado de coisas, de um tempo suspendido, o artista faz uso de sua lupa. Dispõe-na sobre a vida e os dias de hoje, e então, nos convida a olhar através dessa lente para a face do mundo. Um mundo à beira do abismo, por onde ele passeia, mercador de sonhos, cartógrafo das memórias, sustentando hasteada a bandeira do amor. E isso não é pouco, tampouco é pueril: vivemos a radical era do individualismo. E o que se ouve na voz desse cantador-cantautor, que veleja entre o mais recôndito passado e o mais indistinto futuro, é a sabedoria de quem mirou os olhos do abismo. E sorriu para ele.

I. É possível amar em outra língua?
Em 2021, Raul Misturada cruzou o Atlântico e mudou-se com a família para Europa. Em Lisboa, onde reside atualmente, sua percepção da língua portuguesa se tornou a de um estrangeiro. A cidade, que abriga uma diversidade grande de imigrantes paquistaneses, russos, angolanos, brasileiros, enfim, fez com que o sotaque pernambucano do músico soasse como apenas mais um na algazarra. Raul conta que no comércio vizinho à sua casa, onde comprava víveres de um comerciante nepalês, e onde ambos se comunicavam exitosamente numa língua outra (mistura de português, inglês e língua-da-encruzilhada), ele pôde conceber a força do que se instaurava ali: a criação em parceria de um idioma comum, um território inventado e habitado por dois migrantes. Ao concluir a transação e sair da pequena venda, Misturada pensou em voz alta: “bom demais ser pangaré”. Nascia ali o seu novo disco.

Do espécime dos equídeos, o pangaré é popularmente conhecido como um tipo de cavalo de baixa estatura e valor, ou ainda pior, um xingamento. Raul, no entanto, intuiu a possibilidade de transfiguração do sentido daquela palavra. Sentiu a sua história ressignificada por um adjetivo. Nascido em Recife, Pernambuco, viveu toda sua infância na pequena Mumbeca 2, cidade da região norte do estado, e mais tarde, passou sua trajetória mudando de cidade para cidade – Recife, Curitiba, Itajaí, Blumenau, São

Paulo. Hoje, vivendo no estrangeiro, gostou de se enxergar na pele do ‘pangaré’: o bicho matuto que já atravessou fronteiras carregando as senhas da sobrevivência, as habilidades extraordinárias da reinvenção.
“Pangaré”, canção que abre e dá título ao disco, é toda elaborada a partir de uma língua indefinida. Uma colagem de sons estilhaçados. Ouve-se algo do mediterrâneo desértico, algo das veredas do grande sertão, algo de Cervantes ou dos griot’s d’África, algo das imensas periferias do novo mundo. Mas também, em diálogo, soam antigas guitarras tuaregue, os badalos nos pescoços dos equinos, tudo velejando em estéreo. E é essa infinidade abundante de sons, edificados minuciosamente, que configura a arquitetura do disco que começa a se desvelar. Misturada, ao comentar seu trabalho como produtor musical da obra, explica: “Eu penso muito mais como sonoplasta do que como arranjador. Ou seja, não é sobre harmonizar uma melodia, por exemplo. Mas sim, sobre como sobrepor sons, como alcançar suas profundidades”.

Mary Ann – Welcome (2024) (single)

Mary Ann – Welcome (2024) (single)

Cantora e compositora portuguesa Mary Ann lança novo single “WELCOME”

Uma Ode à Autenticidade e à Resiliência Humana num Mundo Dominado Tecnologicamente

17 DE JULHO DE 2024 – Após seu aclamado single “Pressure”, a vencedora do Hollywood Independent Music Awards 2023, Mary Ann, anuncia o lançamento do seu terceiro single, “WELCOME”.

Este novo tema e o respetivo videoclipe que a acompanha, produzido por DANADO, serão lançados no dia 17 de julho de 2024, em todas as plataformas de streaming.

Mary Ann, uma artista independente do Porto, Portugal, continua a ultrapassar limites com a sua música. Conhecida pelas suas mensagens profundas e significativas, ela quer, mais uma vez, inspirar o público com “WELCOME”. A faixa explora temas de autenticidade e resiliência em um mundo cada vez mais padronizado e tecnológico, infundido com uma narrativa de ficção científica, futurística e inspirada em IA.

“WELCOME” investiga a luta humana para manter a individualidade e a autenticidade em meio às pressões de um cenário digital em rápida evolução. Com letras como “Prefiro ser real do que alguém que não sou”, Mary Ann desafia a superficialidade e a necessidade constante de validação que assola a sociedade atual. A música enfatiza a importância de permanecer fiel a si mesmo e abraçar a sua identidade única.

O videoclipe de “WELCOME” complementa o tema da música com uma narrativa visualmente marcante. Situado em um mundo futurista, apresenta dois humanóides e Mary Ann como uma personagem híbrida meio humana e meio andróide. O enredo deixa o final aberto à interpretação, sugerindo que, embora os humanos possam precisar de se adaptar a um mundo dominado pela tecnologia, não é crucial manter a nossa essência e características distintas?

Os vocais poderosos de Mary Ann, em um cenário de sintetizadores, teclados e guitarras distorcidas, criam uma atmosfera assustadora, mas poderosa. Frases como “a necessidade constante de buscar validação fodeu as mentes da nossa geração” ressoam profundamente, encorajando os ouvintes a se libertarem das restrições sociais e a acreditarem no seu próprio potencial.

Com influências que vão desde Amy Winehouse a Florence + the Machine, o som único e as letras ousadas de Mary Ann continuam a cativar o público. O seu single anterior, “Pressure”, destacou os efeitos prejudiciais das pressões sociais externas sobre a saúde mental, e “WELCOME” cimenta ainda mais a sua posição como uma artista que não tem medo de abordar questões complexas e relevantes através da sua música.

Mantenha-se atualizado sobre a jornada de Mary Ann seguindo-a nas redes sociais e plataformas de streaming. “WELCOME” promete ser uma adição instigante e impactante ao seu crescente repertório.

SOBRE MARY ANN

Mary Ann é uma cantora e compositora indie pop-rock/alternativa emergente e vencedora da categoria alternativa do Hollywood Independent Music Awards 2023. Natural do Porto, Portugal, cria música autêntica e socialmente relevante.

JonTravelz – Keep On (2024) (single)

JonTravelz – Keep On (2024) (single)

Olá, chamo-me João Daniel Marrazes Amaral Martinho da Silva, tenho 26 anos e sou da Marinha Grande, Leiria. Sou um músico produtor e intérprete há 5 anos. 

A minha vida como músico começou aos 10 anos, fazendo parte de um grupo de orquestra, sítio onde adquiri as verdadeiras bases da música e o meu primeiro instrumento: o trompete. Fiz parte desta orquestra durante cerca de 6 anos. Enquanto isso, comecei a despertar o interesse por aprender a tocar guitarra, mas desta vez, por iniciativa própria. Graças a isso, eu e o meu grupo de amigos fundámos uma banda, e foi a partir daí que comecei a perceber o verdadeiro sentido de tocar livremente e por diversão. Nesse efeito, tomei a decisão de abandonar a orquestra e dar início à procura da minha sonoridade. 

Graças a estes amigos, tive oportunidade de ter interação com a produção e captação de música. E isso foi o clique final para o começo desta caminhada. 

Entre instalações de programas, horas em tutoriais, imensos pedidos de ajuda, finalmente lancei na plataforma SoundCloud, com o canal CaveRecordz. 

Slowburner – All The Possibilities Of The Universe (2024) (single)

Slowburner – All The Possibilities Of The Universe (2024) (single)

Às vezes é preciso mudar os móveis do lugar. Desarrumar. Esqueçamos por um momento as prateleiras ordenadas da música. Pop, rock, clássica ou electrónica. Pensemos em música sem classificações, como a vida, orgânica, imprevisível e misteriosa, aceitando que não conseguimos decifrar tudo, a partir de uma música instrumental de sensibilidade clássica, onde o piano é omnipresente, bem como os ambientes e uma consciência que parece pop.

Élvio Rodrigues é Slowburner. É da popular ou da clássica? Da aprendizagem formal ou autodidata? O que interessa por agora é que existe um single e um videoclipe (“All the possibilities of the universe”) para mergulhar, e em Setembro haverá todo um álbum (“Life Happens In The Interim”) para decifrar.

Não é um desconhecido (antes já lançou o EP “Before I Return To Dust” em 2017 e a mixtape “Sunday Mornings Are For Piano” em 2019), mas dir-se-ia que este é um renovar de energias, como se fosse a primeira vez. No tema e vídeo que agora são revelados são representadas realidades diversas, com Élvio tentando equilibrar as diferentes facetas da vida – os afetos, o tempo, a saúde, o mundo interno em contraponto ao externo – como a sua música, balanço entre notas de piano, tempo, espaço, percussão e atmosfera. Música que sugestiona, que convida à imersão, um lugar mental aberto às mais diversas possibilidades. Como o álbum que será lançado depois do Verão.

Serão nove temas de notas ou cascatas de piano, sons concretos do quotidiano (o mar, as ruas, as crianças), ambientes e ocasionais motivos percussivos. Um território híbrido, seu. Mas ao qual se pode tentar dar uma família, ou várias famílias, porque não existe uma nomenclatura consensual para os nomear. Neoclássicos, pós-clássicos, clássicos modernos, são algumas dessas denominações que foram sendo arremessadas para o espaço público nos últimos anos, no fim de contas, refletindo a dificuldade em situar a música de Nils Frahm, Ólafur Arnalds ou Max Ritcher, em fórmulas estáveis.

Slowburner está, e não está, aí. Está num ponto de confluências, onde se incluem diversos elementos sonoros e diferentes formas de os experimentar, com essa certeza de que é música que é capaz de transformar a relação connosco próprios, e a realidade circundante, através de sons calorosos e intimistas, mostrando que a realidade é por vezes mais fascinante, porque imperfeita e imprevisível, do que as prateleiras onde a tentamos arrumar.

Élvio Rodrigues é Slowburner, da Madeira, a viver em Lisboa. Mas isso é de onde vem. Relevante, mas não determinante. Na sua música está inscrito para onde quer ir. E isso é que é importante para quem quiser ir com ele.

Brani – Love Spell (2024) (Single)

Brani – Love Spell (2024) (Single) Id

Brani lança novo single ‘Love Spell’ e anuncia novidades!

Natural da Croácia, cresceu em vários países, mas foi em Portugal que Brani viu o seu sonho ganhar asas. A sua maior inspiração centra-se em temas rock intemporais das décadas de 60 e 70 e foi com a sua participação no programa da SIC, Ídolos em 2022, que deu início ao seu percurso musical em Portugal.

Depois deste reconhecimento mediático, Brani fez das ruas o seu palco, começou a tocar em bares e alguns festivais e teve a oportunidade de abrir um concerto de Marisa Liz.

‘Love Spell’ é o primeiro single após o lançamento do seu EP de estreia ‘Let Love Grow’ em novembro de 2023.

“‘Let Love Grow’ foi minha primeira vez em estúdio. Cheguei ao Nelson Canoa com apenas uma viola e a minha voz. Ele trabalhou como meu mentor e aos poucos comecei a entender que tipo de som me representaria. Quando falei com o Nelson para gravar este single, já não vim só com guitarra e voz, mas com um conceito, uma visão e a minha própria banda. É por isso que o som deste single é mais vintage e soa mais distante, representando a nostalgia e a aventura de uma viagem.” fala Brani sobre a evolução do EP até este novo lançamento.

Para Brani, a forma como faz música tem de estar intrinsecamente ligada à sua forma de ver e levar a vida, e por isso, define esta nova canção como uma aventura, como o próprio define ‘a endless roadtrip’.

“Portugal tem este encanto de nos mostrar beleza em tudo e de fazer querer pôr o pé na estrada e explorar. No meu primeiro verão em Portugal, peguei na guitarra e imaginei um casal que espontaneamente parte para a estrada e tem uma grande aventura. E esta música simplesmente apareceu” fala Brani sobre o seu novo single ‘Love Spell’.

O vídeo que acompanha este novo tema, a cargo dos Alva Creative Collab, conta-nos o seguimento da história através de uma das personagens de ‘Let Love Grow’ que desiste do seu trabalho num escritório e decide viajar pelo mundo, contando a sua própria aventura. 

Brani vai apresentar este novo single ao vivo dia 28 de junho num evento especial no bar ‘Boske’ em Ferrel, Peniche. Neste evento o artista vai anunciar também um festival que está a organizar intitulado ‘Let Love Grow’ que passa não só de nome do seu primeiro EP para um convite a uma viagem de autodescoberta e celebração da vida. A ideia é criar um festival pop-up, onde artistas de todas as formas e cores são convidados a expressar-se livremente. “Este não é apenas um festival de música, é um convite para uma experiência multissensorial, onde a música, a arte e a conexão humana se entrelaçam.” acrescenta o artista.

‘Love Spell’ dá início a esta nova era de Brani, e já se encontra disponível em todos as plataformas digitais. 

Ciro Cruz – Good Vibe Funk (2024) (Single)

Ciro Cruz – Good Vibe Funk (2024) (Single)

“Good Vibe Funk” é o novo single do talentoso baixista e produtor Ciro Cruz e dia 05 estará disponível nas plataformas digitais.

Após o lançamento do décimo álbum, “Raro” em 2023, Ciro volta a surpreender o público com “Good Vibe Funk”.

Com a participação especial de Fábio Allman na percussão e a capa ilustrada por Marco Quelhas, este single marca a continuidade do prestigiado projeto instrumental Ciro Cruz Quartet, conhecido por combinar influências do Jazz, Pop e World Music.

O lançamento do tão aguardado décimo primeiro álbum está previsto para 2025.

Samuel Martins Coelho – Clima (2024) (Single)

Samuel Martins Coelho – Clima (2024) (Single)

“Extinção” é o novo álbum do músico multi-instrumentista Samuel Martins Coelho: é um disco instrumental centrado no violino e na bateria, que explora a crise ambiental, emocional e a extinção das espécies. Inspirado pela história do planeta e pelas atuais ameaças. 

As composições evocam a fragilidade Humana e a importância da natureza, ao mesmo tempo que transmite uma mensagem urgente sobre a preservação ambiental. 

Samuel contou com Pedro Gonçalves Pereira na bateria e Manuel dos Reis na mistura e masterização. De destacar também a fotografia de Paulo Pimenta, conceituado fotojornalista.

O disco é uma edição especial: “Extinção” apresenta um formato caixa, contendo objetos que se conectam aos temas do disco, proporcionando uma experiência sensorial e social. Esta edição limitada é projetada para promover a interligação entre pessoas, convidando o público a uma imersão completa nas questões ambientais abordadas. Esta edição física está já praticamente vendida e o seu lucro reverte para duas associações de cariz social. 

“Extinção” combina técnica e emoção para criar uma experiência auditiva e sensorial única, fomentando a reflexão sobre a relação entre humanidade e meio ambiente. Este lançamento pretende contribuir para ao diálogo sobre o presente do nosso planeta. 

Ouvir aqui: https://bfan.link/extincao

Ficha Técnica:

Música Original: Samuel Martins Coelho

Músicos: Samuel Martins Coelho – Violino | Pedro Gonçalves Oliveira – Bateria

Fotografia: Paulo Pimenta 

Mistura e Masterização: Samuel Martins Coelho e Manuel dos Reis

Gravação: Manuel dos Reis