Jaco – Un Counte De La Pleine Lune (2024) (single)

Jaco – Un Counte De La Pleine Lune (2024) (single) 

Un conte de pleine lune é um breve bolero tropical, repleto de fantasia e de uma poética bastante própria. 

A voz suave de Jaco seguida de um coro de vozes femininas (Clélia Prot e Laura Barnard) num arranjo orgânico e bem descontraído, dá-nos a sensação de um sonho doce, de brisa leve, na melodia inebriante, de uma beleza que passa. O título  “Un conte de pleine lune” é o abre-alas para o álbum Triste Alegre que terá lançamento em vinil no dia 4 de outubro .

Dario Muci – A Li Furisi (2024) (single)

Dario Muci – A Li Furisi (2024) (single)

Talassa (from the Greek θαλασσα, which means “sea”) is one single song of protest and hope. Dario Muci, a cantastorie (singing storyteller) who sings about his land and its contradictions, becomes like a megaphone amplifying true stories about the sea and land, the Salento area and migrants, about work and exploitation, and pain and, always and in any case, about love. His voice is steeped in history and battles, and the stories of voiceless people whom Dario lends his to. Eight original tracks and a new form of writing for Dario Muci who, after twenty-five years of activity and research, debuts with his first album of unreleased songs.

DARIO MUCI

«Talassa»

The first album of unreleased songs by DARIO MUCI

Out on Friday June 14th 2024

Featuring Raphael Gualazzi, Nabil Salameh, Enza

Pagliara, Treble, Rocky G. Vox

– Zero Nove Nove –

Digital distribution: Believe

Physical distribution: Self (Italy),

Inouïe (France),

Xango Music (Belgium, The Netherlands, Luxembourg)

Krazye Loko – Carta (feat. Jess) (2024) (single)

Krazye Loko – Carta (feat. Jess) (2024) (single) 

Pedro Miguel dos Santos Castro nascido em Setúbal a 11 de Agosto de 1990, Krazye Loko é filho de mãe portuguesa e pai angolano. Começou como rapper em Setúbal, na mesma cidade onde nasceu e viveu a sua vida inteira.

Krazye Loko iniciou a sua carreira musical em 2003 apenas com 13 anos de idade, mostrando desde cedo o seu interesse pela cultura e a vontade de se expressar através da música. Entregando-nos um rap inspirado nas suas experiencias de vida, sem filtros e com muito sentimento. Inspirando-se nas camadas multifacetadas da sua história pessoal e nas lutas e triunfos diários que encontra. Inicialmente formando um grupo de hip-hop constituído por quatro elementos (Mc Produções). Conseguindo nessa época alcançar o primeiro lugar no concurso Bocage Rap em 2005, organizado pela Camara Municipal de Setúbal e tendo como júri Boss AC, um dos grandes nomes da música em Portugal. Algum tempo depois, em Agosto de 2006 Krazye Loko saiu do grupo para seguir a sua carreira solo. Em 2008, derivado a problemas pessoais, manteve-se inativo por um extenso período de 3 anos.

Krazye Loko, regressou em 2011, na exploração do seu passado abraçando graciosamente a noção de uma vida vivida sem arrependimentos, reconhecendo que cada reviravolta contribuiu para a sua evolução atual como artista e como indivíduo. Esta visão profunda confere novamente à sua música autenticidade, oferecendo uma narrativa profunda que fala ao coração dos seus ouvintes, mas agora desta vez bem mais maduro. Lançando assim algumas faixas de destaque na sua carreira musical como “Mafia Family”, a música que lhe deu vida novamente e abriu portas para novos projetos. Com essa faixa concorreu ao concurso Rock Rendez Worten 2011, com um júri composto por Paula Homem, directora geral da Arthouse, uma editora de novos talentos do grupo Valentim de Carvalho, e por Nuno Calado, locutor da Antena 3 e comentador assíduo da SIC Radical. Passando na primeira fase e conseguindo conquistar a semi-final do concurso. Em meados de 2013 Krazye Loko partiu para França, onde gravou as faixas que deram forma ao álbum ”O meu espaço (álbum)”.

Depois de feita a pré-produção e a gravação do disco em Brive-la-Gaillarde, Krazye Loko regressou a Portugal, onde registou as vozes que participaram em ”O meu espaço (álbum)”. O artista convidou nomes como Player, Black Mastah, Prophecy, Dani Xito, Bishop, Maliman. ”O meu espaço” chegou às distribuidoras digitais ainda em 2013.

Entre os vários concertos que Krazye Loko deu de norte a sul do país (Portugal), a 15 de Março de 2014 em um concerto na Amora, Seixal no clube Roots, cruzou-se com Allen Halloween que era cabeça de cartaz nessa mesma festa, trocaram palavras no backstage e recebeu um convite para participar em “Hibrido” album de Allen Halloween lançado um ano após o convite, em 2015, participando dessa forma na faixa “O Último mundo”.

“Haterz” foi outra grande faixa que marcou a carreira de Krazye Loko, lançada em 2018 com a participação de Allen Halloween, em que retratam a desconfiança, traição e maldade do própio ser humano mas lutando contra isso e com vontade de progredir na paz, protegido do mal e com foco nos objetivos.

Alguns anos depois, já em 2022, Krazye Loko decidiu começar a trabalhar no seu album “Viagem” totalmente produzido, misturado e masterizado por Split_86. O album “Viagem” é composto por uma coleção de dez faixas meticulosamente selecionadas, o álbum promete uma experiência auditiva imersiva que mergulha nas profundezas do espírito humano, servindo como um veículo para profunda introspecção e catarse emocional.

Atualmente em 2023, Krazye Loko já lançou 2 faixas extraídas do seu album, “Salvação” e “Viagem”, estas músicas podem ser ouvidas nas plataformas digitais habituais como Spotify, Apple Music, YouTube… O mesmo informou que soltará faixa-a-faixa as restante 8 que faltam e inclusive uma saíra ainda neste ano de 2023, “Virei Cinza” será o próximo lançamento marcado para dia 15 de Dezembro.

Mário Lopes – Hidromel (2024) (single)

Mário Lopes – Hidromel (2024) (single)

Mário Lopes, baterista e compositor eborense, acaba de disponibilizar um documentário sobre o seu disco de estreia, “QUIMERA”, trabalho associado a valores ecológicos e de proteção e preservação animal.

Neste documentário, Mário Lopes, músico ligado a grupos como Orquestra Jazz de Évora, Monda, Cantadores do Alentejo, SevenDixie e Manuel Guerra, e que já trabalhou com artistas como Rui Veloso, Vitorino, José Cid, entre outros, convida o público a conhecer a história, conceito e imaginário por detrás do seu primeiro trabalho, “QUIMERA”, a partir de imagens e testemunhos captados durante o dia em que o disco foi apresentado ao vivo no Teatro Garcia de Resende, em Évora.

Filmado e produzido por Danilo Miranda Cares, o documentário acompanha Mário Lopes e os seus músicos ao longo do dia 13 de abril de 2024, mostrando momentos da preparação do concerto, entrevistas e apresentando os elementos-chave das aventuras de diversas criaturas que, em jeito de retaliação pela opressão sofrida às mãos da humanidade, se unem para criar uma supercriatura — Quimera. Este registo é uma viagem pelo universo do imaginário de Mário Lopes, da sua música multifacetada, com influências variadas que atravessam tempos, culturas e geografias.

“QUIMERA” é um disco de fusão instrumental e uma proposta musical composta por oito temas, onde se podem escutar sonoridades de rock progressivo, metal, jazz, música cubana, brasileira, do Médio Oriente e também dos Balcãs, resultando numa paisagem sonora de cariz cinematográfico. Esta paisagem sonora pretende transmitir uma história de vários animais que, após sofrerem às mãos da humanidade, se unem formando esta “Quimera” que irá levar a cabo um ajuste de contas. “QUIMERA” encontra-se disponível nas plataformas digitais desde abril de 2024.

SLR – Moving (2024) (single)

SLR – Moving (2024) (single) Id

Terceiro curta duração da dupla é um conjunto de canções enérgicas e positivas e inclui os singles ‘No Time To Cry’, ‘Never Just Friends’, ‘Better Lover’, ‘On My Way’ e o tema título, cujo videoclipe acaba de ser disponibilizado

Os SLR acabam de editar o novo EP “Moving”, já disponível em todas as plataformas digitais. O terceiro curta duração da dupla formada por Bruno Moreira (voz, composição) e Luís Água (voz, teclas, composição, produção) é uma coleção de canções pop, tendo como fio condutor a ideia de libertação e a vontade de explorar, evoluir e avançar.

“Este EP surgiu com o propósito de ser o Lado B de “Losing”, que editámos em 2022, e em que o “Moving” representa o lado luz da sombra que existia no antecessor. Assumimos uma postura mais extrovertida, ao explorar emoções positivas e ritmos mais dançáveis e enérgicos. É um EP para ouvires enquanto corres, numa festa ou numa viagem de carro às tantas da madrugada”, revelam os SLR.

“Moving”, conta a banda, tem como conceito central “a libertação de amarras aliada à vontade de explorar e uma vontade de avançar e evoluir. Essa libertação acabou, também, por acontecer no nosso processo de compor, de produzir e de cantar, em dinâmicas novas nas vozes, em letras mais relacionáveis e sítios que não tínhamos explorado, até então, e aos quais quisemos mesmo ir. “Moving” soa mais vivo, mais feliz, mais provocador do que tudo o que já tínhamos lançado”.

O vídeoclipe da canção, realizado por Bruno Moreira e Luís Água com Fernando Donadeli, acompanha a narrativa da letra.

O novo EP volta a trazer para o universo da pop bandeiras que a banda segura com orgulho, como a coragem de pôr em causa quem somos para encontrar cura na mudança ou o romance queer. “Moving” conta com as colaborações de RIVA em todas as faixas e de Kikomori e oputovitor em duas canções. Do alinhamento fazem parte os singles ‘No Time To Cry’, ‘Never Just Friends’, ‘Better Lover’, ‘On My Way’ e o tema título.

Nas palavras dos SLR, ‘No Time To Cry’ é um tema sobre “sair do conforto da dor e da lamentação para arregaçar as mangas e seguir em frente sem tempo para lamentos”; em ‘Never Just Friends’, “embora a mensagem seja universal, é uma canção sobre um romance queer que se prende entre a impossibilidade e o desejo de o concretizar”; ‘Better Lover’ é “sobre ter a certeza de que somos capazes de tudo para nos provarmos merecedores de ser amados”; ‘On My Way’ fala “de empoderamento e sobre querer fazer um caminho com a certeza que será melhor do que o sítio onde nos encontramos”; e em ‘Moving’ “somos desafiados a pôr em causa quem somos termos coragem de encontrar a cura na mudança”.

“Moving” sucede aos EPs “Losing”, de 2022, e “Losing Together”, editado em 2023.

Maria Não Vai – Dimensão Do Impacto (2024) (single)

Maria Não Vai – Dimensão Do Impacto (2024) (single)

A minha formação é em composição e música electrónica experimental, mas o gosto por cancões levou-me a criar este projecto Maria não vai.

Esta ‘maria’ é uma mulher que assume as suas vulnerabilidades e faz delas – forças. Não se trata apenas de uma ‘maria’ que não vai com as outras, mas sobretudo de uma ‘maria’ que sabe para onde não quer ir e só vai pelo seu pé.

Maria não vai é uma música independente.

Trata-se de uma ‘maria’ que é one woman show.

É ela que compõe a música, o beat, a letra, faz a produção, a auto-edição, a gestão de marketing, etc.

Este primeiro single combina sons trapsoul, com instrumentação tradicional, com doses g.b. de electrónica e atitude experimentalista, tanto ao nível da textura rítmica como da forma. É uma introducão que estabelece as bases para o que promete ser uma jornada musical emocionante.

MARIA NAO VAI é um projecto que desafia a barreira de géneros. Com formação em música escrita e electrónica experimental, MARIA NÃO VAI traz uma perspectiva de fusão única para a indústria musical e o resultado do trabalho é caracterizado, sobretudo, por uma produção minuciosa.

A apresentação do projecto concretizou-se a 24 de Maio de 2024 com o lançamento do single

Dimensão do impacto, disponível nas plataformas bandcamp e YouTube.

Buba Espinho – Voltar – Um Dia Hei De Voltar (Feat. Bandidos Do Cante) (2024) (single)

Buba Espinho – Voltar – Um Dia Hei De Voltar (Feat. Bandidos Do Cante) (2024) (single) Id

Depois de anunciar o Coliseu dos Recreios para 2025, Buba Espinho apresenta-nos um vídeo único que dá imagem à canção ‘Um Dia Hei-de Voltar’, uma colaboração com os Bandidos Do Cante.

Buba Espinho tem estado nas bocas do país nos últimos meses, com os sucessos “CASA”, canção que já é quinta platina e em que colabora com D.A.M.A e o quase single de platina “Ao Teu Ouvido” que pertence ao seu mais recente álbum “Voltar”, onde canta com Bárbara Tinoco.

Deste seu segundo álbum, destaca agora ‘Um Dia Hei-de Voltar’, a colaboração com os “amigos do coração, do alentejo” e acrescenta “desde o dia em que a ouvi pela primeira vez que esta canção me disse muito, até parecia ter sido escrita por mim. É um retrato muito bonito daquilo que é o meu conceito de vida enquanto músico e ser humano. Foi perfeito poder gravá- la”.

‘Voltar’ é o nome do seu segundo álbum, e Buba acrescenta que “Voltar é um verbo muito importante no dicionário do povo alentejano. Fala muito de nós enquanto povo. O propósito daquilo que sacrificamos e lutamos em prol da nossa família e vida.” – e é neste conceito que este novo single se baseia também, que “seja lá quando isso for”, Voltar fará sempre parte do caminho.

Entre ‘Canção para alguém’ e ‘Segredos e Searas’ surge então ‘Um Dia Hei-de Voltar’, e mesmo não tendo sido propositado, Buba diz que encaixou na perfeição. “Esta canção foi o que fez despertar muita coisa na minha música e na perspectiva de como olhar para a vida depois de tantas partidas. Voltamos sempre pessoas diferentes. E foi essa história que quis contar. De um jovem que parte de casa muito novo e que regressa agora um homem.”.

Este vídeo conta com a participação dos Bandidos do Cante e foi gravado no Alentejo, realizado por Victor Hugooli, com produção de Nefelibatas Films.

Buba Espinho vai estar em vários pontos do país até ao final do ano, mas é em janeiro que celebra os já vários ano de carreira, numa das mais emblemáticas salas do país. A data a decorar é 18 de janeiro de 2025, no Coliseu dos Recreios, com muitas surpresas e convidados. Até lá, ‘Voltar’ encontra-se disponível em todas as plataformas digitais e o seu novo videoclipe já pode ser visto no YouTube.

Félix Gambino – É Tudo Mentira Ft MONA LINDA (2024) (single)

Félix Gambino – É Tudo Mentira Ft MONA LINDA (2024) (single)

Félix Gambino acaba de disponibilizar “É tudo mentira” em colaboração com MONA LINDA. O tema é o primeiro single de antecipação ao disco “Águas Furtadas (Volume I)”, a ser editado no fim do ano pela BAIT Records, e apresenta uma roupagem trip-hop, estilo que o músico natural de Pedrouços adotou para contar estas novas histórias.

“É tudo mentira” é um grito de revolta dos dois artistas; a perfeita mixórdia entre a crença e a descrença num ambiente essencialmente sombrio, próprio dos subúrbios das freguesias de Pedrouços, Águas Santas e Ermesinde, ambas ligadas pela Rua Dom Afonso Henriques, e com o seu auge no Alto da Maia. O single abre as hostes para um disco que se promete suburbano e onde Félix Gambino sentiu a necessidade de se entregar ao fundo do poço para voltar a respirar.

“Esta foi a primeira música que escrevi para o disco. Quando acabei o esboço, enviei mensagem ao Edgar (MONA LINDA) e convidei-o para dar voz e letra ao tema. Sinceramente, o processo de composição foi tão pessoal e desconstrutivo a nível mental que só o Edgar é que poderia pegar neste tema; sabia que, sem trocarmos uma única palavra sobre o assunto, o resultado final iria tocar-nos na ferida”, sublinha o músico, acrescentando ainda que este novo espaço, meio que sinistro e soturno, é o lugar que pode chamar de casa para as suas inquietações. Se em “Pedrouços Clandestino (Amor & Narcotráfico)”, Félix Gambino navega de fato e gravata num ambiente “Escobar” entre paixões quentes ao ritmo flamenco, em “É tudo mentira” e, posteriormente, no futuro “Águas Furtadas (Volume I)”, entrega-se ao streetwear e aos escombros da sonoridade que abalou Bristol nos anos 90.

“É tudo mentira” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Dannii – Descalço N’Areia (2024) (single)

Dannii – Descalço N’Areia (2024) (single)

Dannii lançou hoje o novo single “Descalço N’Areia”.

A canção reflete sobre as mudanças nas pessoas e na sociedade, resultando em sentimentos de alienação e desilusão. Dannii observa que os seus amigos de infância mudaram ao longo do tempo, seguindo as correntes da sociedade, sentindo-se por isso isolado a enfrentar os desafios.

“Andas descalço n’areia sem veres onde pões os pés” simboliza a falta de atenção e a perda de oportunidades. Há uma crítica à superficialidade e à moralidade da sociedade atual, onde as pessoas não valorizam o amor e a bondade. O cantor valoriza a autenticidade e a memória das origens, destacando a importância da bondade e da alma. Lamenta ainda a volatilidade das coisas modernas e como as pessoas não se preocupam muito com o seu destino e futuro, acabando por se deixar levar por forças externas. A canção é um lamento pela perda de valores fundamentais e uma busca por autenticidade num mundo superficial.

“Descalço N’Areia” marca uma nova etapa na vida e carreira do artista. “É um tema muito importante para mim. Para além de ser a primeira canção produzida por mim, é uma sonoridade que quero muito explorar. Foi uma canção que surgiu e aconteceu muito rápido. Produzi a base em dois dias e depois foi juntar camadas e deixar que o Pedro Sampaio fizesse a magia acontecer. Um mês depois tinha a versão final. O Pedro é uma pessoa muito importante no meu processo e que faz a diferença no culminar da canção.”

“Descalço N’Areia” foi escrito e composto por Dannii e a produção foi em parceria com Pedro Sampaio que também fez a mistura e masterização.

MONiMO – Open Lights (2024) (single)

MONiMO – Open Lights (2024) (single)

Depois de editar, no ano passado, o single de estreia, “the swing of sonder”, o MONiMO regressa com “open lights”, segundo single de antevisão ao primeiro disco do projeto.

“open lights” é um single de rock progressivo, e o videoclipe/curta foi realizado e criado em animação 3D pelo compositor Diogo Marrafa. Desta vez, com a letra na primeira pessoa, ao contrário de “the swing of sonder”, conjugado em “ela/she” (característica do disco de estreia, em que cada tema tem a sua própria conjugação), o artista apresenta ao público uma faceta mais sóbria e descreve de uma forma mais evidente a mascote da banda.

Nesta história, representada no videoclipe/curta de animação, o gigante acorda preso numa caverna, tendo metade do seu corpo apoderada pelas rochas e com minerais em si formados. Em toda a parte vê caminhos e túneis luminosos, os quais o monstro não consegue alcançar. Evidencia-se a angústia do protagonista, enquanto admira a vegetação e os insetos que pela caverna voam livremente. A personagem, tentando-se libertar da situação em que se encontra, acaba por ser consumida pelas rochas na sua totalidade, revelando que o mundo, do outro lado, não é assim tão mau, e era, na verdade, tudo o que procurava, entrando num oceano de movimento e luzes, no qual nada livremente até encontrar um sítio demasiado luminoso, que o assusta e o faz retornar à caverna, mas, desta vez, preso debaixo de água.

Entre composições melancólicas e dramáticas, baterias ora potentes, ora subtis, o disco de estreia do MONiMO invoca a introdução do artista ao mundo dos sintetizadores, juntamente com guitarras acústicas, elétricas e vários tipos de piano, destacando músicas que seguem estruturas de storytelling e, ao mesmo tempo, nem sempre previsíveis.

“open lights” é uma reflexão sobre como somos iludidos pelos desejos e sobre como, por vezes, achamos erroneamente que é o contexto que nos acorrenta. O lançamento do disco está previsto para este verão e contará com cinco músicas e dois interlúdios, onde o artista irá revelar ainda mais um vídeo.

Chek1 – Tinder (2024) (single)

Chek1 – Tinder (2024) (single)

Depois do lançamento do tema “Genesis”, no ano passado, Chek1 regressa com novo single “Tinder”. O artista gaiense, membro integrante da banda Enigmacru, retrata nesta nova faixa – primeiro single do futuro álbum “Sinais” – uma aventura do próprio numa aplicação de encontros.

“Ouvi falar numa famosa fórmula de engate / uma plataforma que era usada pela maior parte / na hora peguei no tele fiz a minha parte / abri a playstore e instalei a app”.

“Tinder”, considerado pelo artista como o thriller de 2024, surge em forma de sátira, na procura do tão improvável match perfeito. É para quem se sente misterioso, e dá “swipe right” atrás de “swipe”. A produção da faixa ficou ao encargo do mc que pertence à banda Enigmacru e ao coletivo 6Sentido, sendo a mesma gravada, misturada e masterizada por Minus & Mr.Dolly.

Chek1 deu os primeiros passos como músico, precocemente, aos 10 anos, altura em que entrou para o Conservatório de Música do Porto para estudar oboé. Terá sido por volta de 2002 que começou a escrever as primeiras letras e, em 2005, a produzir os primeiros beats. Ao longo do tempo colaborou com artistas como Minus & Mr.Dolly, Virtus, Keso, Mundo Segundo, Ace, Barrako27, Dj Nelassassin, Br!sa, João Tamura, Beiro e Pedra, Chulo, entre outros.

O videoclipe de “Tinder” foi produzido e realizado pelo próprio Chek1, em colaboração com Maria Tavares, captado e editado por Pedro Santasmarinas, e já se encontra disponível. A faixa estará em todas as plataformas digitais no dia 21 de junho.

Alice – Se As Paredes Falassem (2024) (single)

Alice – Se As Paredes Falassem (2024) (single)

A música de Alice é como uma viagem de carro ao por do sol. A artista de 23 anos, começou no final de 2023 a sua carreira enquanto artista, mas é em jovem que começa a compor as suas primeiras canções, tornando-se, em 2021, songwriter em vários estúdios de Lisboa (Panela Rec, Klasszik…). Inspirando-se em Taylor Swift, Olivia Rodrigo e Gracie Abrams, cria um manifesto pop que promete deixar cada um melancólico e pensativo com a relatividade das suas letras.  A artista lança o seu novo single “Se As Paredes Falassem”. Um pop acústico que se transforma numa produção épica e grandiosa. Foi escrito pela cantora, ao refletir acerca dos momentos pós-término de uma relação,  das incertezas desses tempos e da culpa que nos consome, assombrada pelo peso da despedida. A produção é feita pela cantora e Konxious, com guitarras de Eduardo Faustino. 

“Às vezes escrever o que sinto é a única forma de processar as minhas emoções, que nem eu própria as consigo entender até por em papel. Esta foi uma dessas ocasiões.” Diz a cantora acerca deste do seu mais recente single.