“the unknown” é o segundo single a sair do esperado álbum de estreia dos ALSO programado para sair em Junho de 2024. Este é uma viagem às memórias das histórias de vida dos avós de Alex e Sofia, membros do duo.
Esta canção conta a história do avô de Sofia que fugiu de casa com apenas 10 anos, indo sozinho de uma pequena aldeia para o “desconhecido”.A viagem de Santar a Lisboa que foi feita escondido num camião de laranjas é contada pela voz de Sofia, as guitarras de Alex e a bateria gravada por Francisco Santos.
Com este single ALSO aproximam-se da nova onda de UK Jazz fazendo uso de progressões harmónicas pouco comuns, um refrão que faz uso do “scat singing” e harmonias vocais fora do universo Pop.
Disco de estreia da dupla é uma mistura elegante de pop, jazz, R&B e neo soul
Os ALSO editaram o álbum de estreia “water lilies and other stories”, já disponível em todas as plataformas digitais. O disco, inteiramente escrito, composto e produzido pela dupla portuguesa – formada pelo guitarrista e produtor Alex Sweeney e a vocalista Sofia Costa – é uma homenagem aos avós dos dois artistas e apresenta uma mistura elegante de sonoridades pop, jazz, R&B e neo soul.
“Este álbum é muito importante para nós porque, além de ser o primeiro que lançamos, falamos de histórias muito pessoais, como nunca fizemos antes. É uma homenagem aos nossos avós e todas as músicas foram criadas em honra deles. À exceção de ‘A.S.C’, todas as faixas foram concebidas tendo como inspiração histórias que eles nos contaram e que partilhamos agora com o mundo. A primeira canção a surgir e que deu origem a este conceito foi a ‘water lilies’ e, por isso, acabámos por chamar ao disco “water lilies and other stories””, revelam os ALSO.
“Em “water lilies and other stories” conseguimos visualizar o nosso progresso e foi com este conjunto de canções que encontrámos a sonoridade que melhor reflete quem somos enquanto artistas. Estamos muito orgulhosos do nosso caminho e especialmente orgulhosos deste álbum”, conta a dupla.
O primeiro disco dos ALSO foi escrito entre o conforto da casa e do estúdio de Alex e Sofia, num processo de composição orgânico, com as músicas a surgirem gradualmente. Reunidas todas as maquetes juntaram-se a Choro, nos Great Dane Studios, para gravar as vozes finais, tendo a mistura e masterização ficado a cargo de Alex Sweeney. O alinhamento de “water lilies and other stories” inclui os singles ‘water lilies’, ‘the unknown’, ‘always’, ‘walls’, ‘more’ e ‘dance’.
Lilboy Bruce – Processo (2024) (single)
Lilboy Bruce – Processo (2024) (single)
LilBoy Bruce acaba de lançar o seu mais recente single ‘Processo’, o cartão de visita para uma nova etapa da sua carreira musical.
Depois de nos dar a conhecer o seu EP de estreia ‘Black Mind’ e mais de 10 singles originais, como Zoom, Julieta e EX, que contam com mais de 52 mil visualizações no YouTube, o artista encontra-se a preparar o seu novo projeto e abre o véu com este novo tema, produzido por VMBEATZ e escrito na totalidade por LilBoy Bruce.
Este novo single ‘Processo’ vem propor uma reflexão sobre a importância de lutarmos e acreditarmos no processo, num discurso autobiográfico, destacando-se como a figura central no seu desenvolvimento e abordando a luta constante contra nós mesmos. “Esta música transmite também a necessidade de jamais esquecermos o ambiente e as pessoas que nos rodeiam, e exalta a todos que acreditem num futuro melhor, para si e para a comunidade.” acrescenta o artista.
LilBoy Bruce, artista revelação no afropop/afrobeat, é natural de Guiné-Bissau, e cresceu entre a Nigéria e o Senegal, de onde traz influências únicas que podemos comprovar ao escutar os seus temas. O artista bebe das mais variadas fontes de inspiração, salientando alguns dos grandes nomes da música de África: Fela Kuti, Salif Keita, Baaba Mal, Youssou Ndour, entre outros.
O artista conta já com várias colaborações, ‘Céu Azul’ no projeto Versos & Poesia com vários artistas, ‘Alma Gémea’ com DJ Mandas, ‘Live My Life’ com Rony Fuego e ainda ‘Bin Sinam’ com a cantora Eneida Marta.
Todo o trabalho de LilBoy Bruce vem de um desejo e compromisso com a comunidade africana e, com isso, fala de amor, da união entre os povos e da luta pela liberdade de expressão. Traz-nos também na sua figura humana e artística um romper de paradigmas sobre o que é a mistura de estilos e tendências, não existindo o masculino nem o feminino, e sim uma harmonia entre todas as cores, texturas e pensamentos
‘Processo’ já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
canalzero – Mazelas (2024) (single)
canalzero – Mazelas (2024) (single)
Descubra as “Mazelas” de canalzero
canalzero vai de férias durante um período indeterminado. Antes disso, porém, deixa uma prenda aos fãs na forma de um novo single, “Mazelas”, disponível a partir de hoje em todas as plataformas digitais.
Sobre “Mazelas”
“Mazelas” não perde tempo a revelar aquilo que é. Uma faixa carregada de emoção, exagerada no seu sentimento, sem quaisquer medos de assim ser. Se é para chorar, é para chorar. Se é para rir, é para rir. Se a pop é suposto ser maluca, então canalzero é a nossa maior estrela pop escondida.
O lançamento de “Mazelas” segue o lançamento dos dois singles anteriores, “Popstar” e “Babsi”, e antecipa uma breve período de hiato para canalzero preparar novas canções e projetos a sair em breve.
O teledisco de “Mazelas” foi realizado por Camilla Ciardi.
canalzero é a persona musical que Bernardo Ramos escolheu assumir para apresentar-se a solo. Para chegar a este momento, a carreira do músico lisboeta tem sido construída por etapas, cada uma a acrescentar uma camada de maturidade que lhe permite agora assumir esta nova etapa.
Entre 2015 e 2017, por entre os estudos, Bernardo começou experimentar com alguns métodos de gravação DIY com bandas que integrava na altura, o que o levou a desenvolver um interesse particular pelas áreas do som e produção em musical.
Em 2018, com dois colegas de faculdade, funda a Chinfrim Discos, editora, agência e promotora independente, de onde surgiram artistas como Bia Maria, RAKUUN, Biloba ou Ana Lua Caiano.
Desde então que Bernardo Ramos divido o seu tempo entre múltiplas funções, assumindo a sua polivalência como cartão de visita na música portuguesa. Toca guitarra com Chinaskee (desde 2017), é o técnico de som ao vivo e colaborador de artistas como Vaiapraia, bbb hairdryer ou xtinto, e responsável pela gravação, mistura e master de diversos artistas, incluíndo Ana Lua Caiano, Bonança, Polivalente ou Bergalgo.
Desde 2022, Bernardo desempenha o papel de formador na Escola Profissional de Recuperação do Património de Sintra, no curso de Produção Musical. Agora, a partir de 2023, Bernardo é também canalzero, estrela pop.
João Gonçalves – Deixem Me Ir (2024) (single)
João Gonçalves – Deixem Me Ir (2024) (single)
João Gonçalves, é mais que um nome próprio, que acredita na força das palavras que se vão soltando nas suas músicas. Se existe arte, esta emerge como o veículo de reais mensagens e um verdadeiro caminho de sentimentos despidos.
As suas ideias centram-se em temas contemporâneos que, na verdade, são intemporais: na emoção humana, na bondade, na esperança, na felicidade e na gentileza, porque o hoje só será um amanhã mais rico e puro – uma história por escrever, uma história por cantar. Diz-se e escreve-se que as somas dos pequenos passos produzem grandes feitos e são as singelas ações que levam à diferença.
Permite que o conheçam, palavra a palavra, revelando a sua luz aos ouvintes, com ambiência intimista. Cada mensagem é apresentada como uma pequena história cantada, distintamente para quem as ousar ouvir e interpretar. Assim, os concertos são uma autêntica viagem, sendo o simples intuito passar a palavra e a sua marca intemporal.
Menino Manequim – Peso Certo (2024) (single)
Menino Manequim – Peso Certo (2024) (single)
Rock Progressivó-Teatral para agradar a todos
Menino Manequim é um quarteto que gosta de fazer barulho com química, humor e atitude.
A música nasce do acaso, trazendo ao de cima instabilidades rítmicas, melodias memoráveis e letras introspectivas, perfazendo um bolo recheado de Rock, Jazz e Fusão.
Dando os seus primeiros passos, o Menino procura mostrar uma sonoridade autêntica e um espectáculo sem igual pelo país fora.
Formação:
Gonçalo Almeida: Voz e Bateria
Guilherme Sequeira: Voz e Guitarra
Henrique Oliveira: Voz e Baixo
Kenny Caetano: Voz e Saxofone
“Gula”, o álbum de estreia de Menino Manequim, estará disponível em todas as plataformas em 2024. Os singles “Escravos”, “Peso Certo” e “Estranhos” são o convite para visitar o seu universo em expansão.
Rumia – Desfado (2024) (single)
Rumia – Desfado (2024) (single)
Usando a letra da música ‘Desfado’ de Ana Moura, Rumia apresenta seu novo single.
Rumia vê “Desfado” como uma canção cheia de contradições. Embora os fados sejam tradicionalmente canções portuguesas, Rumia interpreta “Desfado” de forma diferente. Para ela, a canção desafia os fados convencionais e canta sobre algo que não te pertence inherentemente.
Como artista meio espanhola, meio portuguesa, esta perspetiva ressoa profundamente com ela – “É como se não tivesse nenhum fado em mim; de qualquer forma, canto-o. Mas no final, embora não me pertença, sinto-o como qualquer outra pessoa”.
A versão de Rumia destaca-se com ritmos energéticos de drum and bass, criando uma cativante e inovadora canção eletrónica.
Este é o single de estreia de Rumia em português, e marca o primeiro lançamento do seu aguardado segundo álbum. O single vem acompanhado de um vídeo musical gravado no norte de Portugal.
Mallina – Nas Tuas Mãos (2024) (single)
Mallina – Nas Tuas Mãos (2024) (single) Id
Depois do lançamento de ESPELHO, o seu EP de estreia, a ‘‘moura encantada do sul” traz-nos o irreverente single ‘NAS TUAS MÃOS’ que nos mostra a raça de que é feita esta ‘moça’ MALLINA.
Conquistou o público de Lisboa, num quente e cheio Musicbox, no final do ano passado, e está desde então a preparar o próximo grande projeto que inicia com este Pop Eletrónico para soltar os corpos e dançar, mas sempre com a chamada de atenção habitual da artista, temas delicados mas dançados e cantados, para que se tornem leves mas nunca ignorados.
‘NAS TUAS MÃOS’ é um beat Jersey misturado com influências de Fado e Pop Eletrónico que, nas palavras da artista, “usa para dançar até os sentimentos mais reprimidos”.
“Esta música nem era para ser escrita. Mas em conversa com amigas apercebi-me que não estava sozinha no tema ‘assédio’. Na verdade, já nos tinha acontecido a todas de alguma forma. Assim nasceu esta canção, que fala de um par de mãos que ultrapassa o limite que lhe é permitido e que anula, tira, magoa e muda para sempre, com o impacto que tem no corpo de quem lhe é roubada a liberdade.” afirma a artista sobre o novo single.
É no mote “dançar as nossas dores” que a artista enaltece a força de que podemos ultrapassar até mesmo os desafios mais sombrios e ainda dançá-los e cantá-los. Para que isto seja possível, e na tentativa de ser essa VOZ que fala por todos os que de alguma forma já passaram pelo mesmo, MALLINA juntou-se a DØR e Alex Sweeney para chegar à sonoridade de produção que pretendia para a canção, e contou com a ajuda de Brisa, na letra da música.
Tal como já nos tem habituado, MALLINA nunca nos entrega a sua arte apenas a nível sonoro mas sempre com uma componente visual impactante e distinta. A produção fotográfica e o videoclipe têm como inspiração estátuas e objetos inanimados, para mostrar a sensação de ser-se objetificada. O vídeo é todo ele passado num libertar de tensão e conta com planos onde mãos de várias pessoas com muita vida, ultrapassam o seu limite do toque, mostrando assim, mãos que tiram sem perguntar e que nos marcam para sempre. Para cobrir o seu corpo em grande parte do vídeo, e também na foto de capa do single, MALLINA utiliza um tecido longo e metálico, que para além de trazer o efeito industrial e polido, simboliza a proteção e defesa, em caso de risco.
É assim que percebemos que, esteticamente, a artista tenta cruzar o bizarro com o editorial, tentando dar sempre a sua nota de Cultura Pop e Moda às imagens que produz. Para que este videoclipe e toda a estética acontecessem contou com a preciosa visão da fotógrafa Tatiana Saavedra, e de Andreia Pereira da Silva, no vídeo e edição.
“Quero muito dançar esta música com todas as pessoas a quem um par de mãos lhes roubou o que quer que fosse. Seja isso, consentimento, respeito, espaço pessoal, saúde mental. Uso muito o mote “dançar para avançar! Usem-no também” é o desejo de MALLINA com este novo single.
MALLINA vai apresentar este single pela primeira vez ao vivo já no próximo dia 20 de junho, num concerto único no ESPAÇO MOCHE, com curadoria de Estúdio Zeco e três convidados especiais: Lázaro, Peculiar e Alex D’alva. Uma onda do sul invadirá novamente Lisboa, trazendo a boa hospitalidade que tanto a caracteriza.
‘NAS TUAS MÃOS’ já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e ao longo do ano de 2024 podemos esperar vários lançamentos, a culminar num projeto com saída em 2025.
Wave Flow – Storms Arise (2024) (single)
Wave Flow – Storms Arise (2024) (single)
Os Wave Flow, originários de Braga, são uma banda influenciada pelos grandes nomes do Rock/Hard Rock, e marcados pelo seu irreverente espírito jovem.
Fundada em 2017 pelos seus membros originais Zé (guitarra e voz), Esteves (baixo) e mais tarde Quim (bateria), os Wave Flow contam hoje com 3 álbuns na sua discografia, caracterizada por uma tendência crescente de intensidade, dinâmica e groove.
O seu álbum de estreia “Big Bang” foi lançado em versão demo ainda no ano de fundação, e reeditado em abril de 2018. Em dezembro do mesmo ano, é lançado o segundo disco “Electric Breath”, melodicamente mais maduro, centrado na mensagem crítica e de revolta.
Com vontade de dar mais corpo ao seu som, dá-se a entrada de Miguel (guitarra solo) no início de 2019, trazendo consigo uma dualidade de power chords e solos melódicos.
Com a chegada do ano de 2020, chegou também um momento negro da história da banda, e da amizade que os caracteriza. O falecimento de Esteves, membro fundador, marcou os restantes integrantes com uma ferida que nunca irá cicatrizar. Após meses de incerteza, Zé, Quim e Miguel decidiram que a única forma de honrar o legado de Esteves seria continuar a fazer o que sempre fizeram juntos e continuar a batalhar pelo objetivo que os uniu. Assim, Zé passou da guitarra para o baixo, e um novo álbum, que viria a definir o seu som enquanto trio, começou a ser trabalhado.
O processo de composição e gravação do novo disco serviu como anestesia para a dor que ainda pairava sobre todos, e é então que é lançado o terceiro e mais recente album dos Wave Flow, “Freak Out”, em julho de 2021, no seu concerto de apresentação, num esgotado Auditório do IPDJ, em Braga.
Chegado o ano de 2022, a banda lançou dois novos singles “Stargaze” e “Value Of Time”, descolados de qualquer álbum ou EP, no sentido de mostrar a nova vertente musical da banda, abraçando um som mais progressivo, sem deixar morrer a personalidade crua e agressiva do Rock, que tanto os caracteriza.
Com o intuito de continuar a evoluir nesse sentido, no inicio do ano de 2023, a banda admite um novo membro, Acácio, incorporando novas harmonias vocais e na guitarra.
Ela Li – Metamorfose Feat Azart (2024) (single) Id
Ela Li – Metamorfose Feat Azart (2024) (single) Id
A cantora e compositora ela li editou o novo single ‘Metamorfose’, uma parceria com o rapper Azart. Já disponível em todas as plataformas digitais, via Warner Music Portugal, esta é uma canção sobre o tema desafiante da mudança.
“Sinto esta música como uma canção quente, que mistura as sonoridades afro e eletrónica de uma maneira dinâmica e divertida. É sobre a mudança, um tema que, para muitos, pode ser desafiante, mas que abordamos de uma maneira leve. Muitas vezes resistimos à mudança por medo e ansiedade, por não sabermos o que esperar ou por receio de sair da nossa zona de conforto”, afirma ela li.
A cantora acrescenta que “‘Metamorfose’ é sobre o facto de não podermos aceitar que o que já não nos preenche nos prenda. Como diz o Azart num dos versos: ‘tudo vai, tudo vem, tudo sai, tudo bem’. É um chegar à conclusão de que ‘toda a tristeza é feita pela natureza’, onde nada se perde, ‘tudo acaba por se transformar’, conforme canto no tema. Essa metamorfose é inevitável, só temos de enterrar o que já não nos faz falta e esperar a mudança que virá”.
A canção é acompanhada por um visual 3D de Santiago Caiado, que segue a inspiração na metamorfose da natureza para expressar o conceito de mudança.
A cantora conta que “o processo de composição foi muito bonito. Eu sabia que queria falar sobre este tema, já tinha escrito alguns versos soltos no computador, bem como o sample que queria incorporar, um pedacinho de ‘Deixa A Gira Girar’, que a banda de MPB Os Tincoãs editou em 1973. Encontrei-me no estúdio com os Mogno – o Luís Sanches e o Bernardo Gonçalves – e começámos a trabalhar na música. Enviei a demo ao Azart e ele adorou e escreveu os versos dele quase de rajada. Estamos muito orgulhosos do tema que construímos”.
‘Metamorfose‘ tem letra da autoria de ela li e Azart, música e produção com assinatura da artista, Luís Sanches e Bernardo Gonçalves e mistura e masterização a cargo do colaborador habitual Tayob Juskow.
Este novo tema é o primeiro que ela li edita após o álbum de estreia, “Choradeira”, de 2023, que deu a conhecer os singles ‘Apaixonei’, ‘Coisa Boa’, ‘Faltam-me as Cores que Nunca Vi’ e o tema título.
“Lancei o álbum “Choradeira” há uns meses e, agora que estou a compor músicas novas, sinto que estou numa fase de mudança e que nada acontece por acaso. Sabia que queria falar sobre este tema nesta música mas sem saber muito bem porquê. Agora faz todo o sentido porque, de alguma maneira, parece que, inconscientemente, eu estava a dizer a mim própria para aceitar todas as mudanças que aí vêm”, revela ela li.
Além de ‘Metamorfose’, a artista está a trabalhar em novas canções e promete mais lançamentos ainda durante 2024.
Jau Mur – Anfitriã (2024) (single)
Jau Mur – Anfitriã (2024) (single)
O músico, cantor e compositor Jau Mur disponibilizou o novo single ‘Anfitriã’. Com letra, música e produção da autoria do artista, esta é uma canção sobre a nostalgia de recordar um lugar que foi importante numa determinada fase das nossas vidas.
“A ‘Anfitriã’ é uma música sobre aquele momento e espaço que nos foi importante num determinado momento da nossa vida e a sensação agridoce que é saber de saber que aquele período de tempo, apesar de ter terminado, será sempre bom recordar”, revela Jau Mur. “É, mais concretamente, sobre o período em que vivi na Covilhã onde, além de ter sido estudante universitário, descobri e reafirmei quem sou e o que quero fazer. Tentei que a música oscilasse entre o minimalista e o grandioso, porque a peculiaridade da cidade foi para mim, precisamente, a mistura de momentos pacatos e momentos intensos”, conta ainda.
Formado em cinema, Jau Mur idealizou e realizou o videoclipe que acompanha a faixa ‘Anfitriã’, que foi filmado, precisamente, na cidade da Covilhã.
O novo single e vídeo sucedem a ‘Em Contratempo’, um tema igualmente escrito por Jau Mur e cujo videoclipe foi, também, realizado pelo artista.
Nas suas próprias palavras, esta é uma canção autobiográfica sobre “a procura de equilíbrio entre trabalho, lazer, responsabilidades e o quotidiano, partindo do caos e desordem total até se tentar ter tudo sob controlo. Eventualmente encontramos o nosso próprio ritmo, seja ele no tempo ou em contratempo”.
O videoclipe da música segue a narrativa da letra, “retratando pequenas peripécias do meu dia a dia, e acrescentando um contexto narrativo aos momentos da música exclusivamente instrumentais”, diz Jau Mur.
‘Anfitriã’ e ‘Em Contratempo’ fazem parte do álbum de estreia do músico, “Mundano”, marcado por uma sonoridade indie-rock. Inteiramente composto, escrito e produzido pelo artista, este é um conjunto de canções sobre temáticas ligadas ao quotidiano, às quais deu um toque dramatizado.
“Este é um álbum que fala não só de peripécias e acontecimentos da minha vida que senti que davam uma boa história mas, também, de situações do dia-a-dia de outras pessoas que chamaram a minha atenção. Assim surgiu o título, nessa ironia de encontrar relevância no que é mundano. Gosto de pensar que o disco convida o ouvinte a desfrutar de um outro ângulo sobre o que é vulgarizado, seja este um ângulo mais leve, mais atento, mais contemplativo, ou mais nostálgico”, afirma Jau Mur.
“Mundano” conta com a participação de vários intérpretes e instrumentistas, como Yara Mara, Maria Moura, Filipa Pinto ou Zé Moreira, e, por isso, Jau Mur considera-o um trabalho de parcerias. O disco inclui os singles ‘O Carmo e a Trindade’, ‘Crias e Progenitores’, ‘−£10,000’, ‘Em Contratempo’ e ‘Anfitriã’.
Bombazine – Cartago (2024) (single) Id
Bombazine – Cartago (2024) (single)
Os bombazine são uma banda portuguesa de indie pop/ rock formada em 2022 que conta com cinco amigos de longa data: Filipe Andrade (baixo), Manuel Figueiredo (teclas), Manuel Granate (bateria), Manuel Protásio (guitarra) e Vasco Granate (voz/guitarra).
Após trabalhar nas primeiras maquetes, a banda uniu forças com o músico e produtor João Sampayo para gravar e produzir o seu primeiro trabalho de estúdio, o EP de estreia – “Grã-Matina” – e o seu primeiro single “Tábua Rasa”. Lançado em abril de 2023, o EP marcou o início da jornada musical da banda, assumindo uma verticalidade pop e indie, envolvida na tendência dos grooves que se ouvem lá fora.
Em 2024, regressam com “Cartago”, o primeiro single de avanço do novo trabalho de originais da banda, a ser lançado ainda este ano. O tema retrata uma exploração imersiva da amizade, explorando as nuances boas e más no confronto entre sonoridades quentes e dançantes com tons psicadélicos e sombrios.
“Cartago” assinala também o primeiro videoclip da banda, que conta com a realização e edição de João Alkmim e Francisco Osório, gravado entre as paisagens campestres do Alto Alentejo e a histórica cidade de Elvas.
Maya Blandy – Calor (2024) (single)
Maya Blandy – Calor (2024) (single)
ESTREIA EM PORTUGAL DA JOVEM ARTISTA COM ORIGEM AUSTRALIANA, ALEMÃ E BRITÂNICA, E QUE CRESCEU NA MADEIRA
O single “Calor” marca a estreia em português da jovem cantora e compositora Maya Blandy no mundo da música nacional. O tema foi produzido por Jake Wherry, conceituado produtor e fundador da banda de jazz/hip-hop, The Herbaliser. A autoria do single é partilhada por Maya e Jake Wherry. A música explora sonoridades Afrobeats e R’n’B com lírica poética sobre amor e a natureza. O vídeo foi filmado na Madeira, com realização de Michel de Freitas.
Maya vai atuar pela primeira vez em Portugal, no Music Box, em Lisboa, no dia 27 de Junho, às 21h30. A artista funde ritmos e melodias soul / rhythm and blues com a energia contagiante da disco, o apelo intemporal do pop e a essência sincera do soul e do jazz.
Maya Blandy nasceu na Austrália, tem família inglesa e alemã, mas cresceu na Madeira, onde tem vivido grande parte da sua vida. A sua infância foi influenciada por várias culturas e estilos de música criando assim o estilo único da artista que explora jazz, soul, funk e música portuguesa. Maya adora artes: no seu tempo livre pinta, escreve e lê. Tem um amor profundo por biologia marinha e se não estivesse a fazer música provavelmente seguiria esse percurso. Maya estudou música na Universidade de Manchester onde tem passado os 3 últimos anos da sua vida a construir a sua carreira.
A artista de 21 anos lançou o seu primeiro single em 2023, “Stardust” (feat. Kathy Brown), produzido por Jake Wherry. Desde então os dois colaboram a criar sons únicos que misturam jazz, soul e R’n’B e que têm tido reconhecimento internacional com airplay em Inglaterra, Portugal, Estados Unidos e Japão (BBC Radio 6, Radio Oxigénio, Antena 3 Madeira, entre outros).
Em Maio deste ano, Maya Blandy lançou o seu primeiro álbum “Stardust” com a participação de artistas internacionais, como Kathy Brown, Muneshine, Trevor Mires e Ryan Quigley.
Para além do concerto no Music Box, dia 27 de Junho, a artista vai atuar também no dia 20 de Julho no Summer Opening Madeira; e no Algazarra Festival, em Porto Santo, no dia 15 de Agosto.
AGENDA:
27 Junho, 21h30 – Music Box, Lisboa
20 Julho – Summer Opening, Funchal, Madeira
15 Agosto – Algazarra Festival, Porto Santo, Madeira