Rita Onofre inaugura uma nova era de lançamentos com a apresentação de “não mereço”, canção que chega às plataformas digitais já na próxima quarta-feira, dia 5 de junho.
“não mereço” é uma canção que explora sonoridades pop e indie, um assumir da artista da aglutinação destes dois territórios sonoros num tema que Tca no ouvido após a primeira audição e promete tornar-se naquelas canções obrigatórias de ouvir nos indolentes mas eufóricos dias de verão que se aproximam.
A canção embebe admitidamente de um universo “y2k”, a pop reminiscente dos anos 2000, coreografada e harmónica, uma sonoridade bem familiar para Rita Onofre, uma homenagem à música que ouvia ao crescer.
Ao lado do produtor NED FLANGER, em “não mereço” a artista explora o auto-tune e as palavras transparentes para ilustrar um acto de amor próprio. “Há que saber largar para continuar a engrandecer”, refere Rita Onofre sobre a inspiração de composição e da criação da letra.
A partir de 5 de junho o novo single de Rita Onofre chega a todas as plataformas digitais e conta com o lançamento de um videoclipe gravado em casa e criado com Vasco Souto e João Vieira.
Este é o tema que segue à sua passagem pelo Festival da Canção no início de 2024 com a canção “Criatura”, que chegou à Tnal do festival.
Rod Krieger – Cai O Sol E Sobe A Lua (2024) (single)
Rod Krieger – Cai O Sol E Sobe A Lua (2024) (single)
Rod Krieger revela primeiro tema de disco registado em aldeia Portuguesa
Quatro anos após a estreia a solo com o disco A Elasticidade do Tempo, o artista brasileiro edita Cai o Sol e Sobe a Lua, que dá vida ao novo álbum
Cai o Sol e Sobe a Lua foi a primeira canção a ser escrita, “talvez a única composta em Lisboa”, lembra o brasileiro Rod Krieger que escolheu Portugal como sua segunda casa desde 2019. Hoje, a viver entre o oeste português e o Rio de Janeiro, ele lembra de quando teve acesso a obras de compositores portugueses, tendo se conectado principalmente com os primeiros discos de Jorge Palma. Foi neste momento que nasceu a música que depois viria a ser o pontapé inicial para o disco, que será editado em Outubro.
“Como essa música é mais antiga, e quando foi criada não existia a pretensão de registar um álbum, fiz algumas versões até chegar ao resultado final. Então, ela acabou por ser uma espécie de laboratório para o que viria a surgir, como se fosse uma matriz. Às vezes, estava a criar versões para ela e surgiam outros fragmentos que se transformavam em novas canções. Sem querer acabei por gerar o que viria a ser o segundo disco”, comenta Krieger.
Space Rock com batidas eletrônicas e melodias pop psicodélicas: é nesta fusão de ritmos que o artista aposta a sonoridade. Já sobre a letra, ele reforça a influência da vida numa aldeia portuguesa: “Penso que nessa nova fase estou escrevendo de uma forma mais introspectiva, muito influenciado pela minha vivência na aldeia Sobral do Parelhão, que fica no oeste português. De uma certa forma, aquela vida um tanto bucólica acabou caracterizando um pouco as letras”. O processo de composição foi sob controle total do compositor, tanto que todos os instrumentos foram registrados por ele mesmo, no seu próprio estúdio, com exceção da flauta por João Mello, e das teclas que ficaram por conta de João Nogueira.
A obra completa, que será editada em Outubro, vai compor um filme que tem como pano de fundo a pequena aldeia de Sobral do Parelhão, localizada no concelho do Bombarral, no distrito de Leiria, em Portugal, onde o disco foi registado de 2021 a 2023.
Cidadela – Onde Não Vais (2024) (single)
Cidadela – Onde Não Vais (2024) (single)
Cidadela lançam segundo single “Onde não vais”
Banda portuguesa segue estilo rock alternativo e está a trabalhar no primeiro álbum de estúdio
Lisboa, 03 de junho de 2024: A banda Cidadela lançou o seu segundo single, “Onde não vais”, tema que integra o primeiro álbum de estúdio do projeto português a editar no final de 2024.
Para os músicos da banda, “a música sempre foi, para nós, uma forma de expressar o que nem sempre conseguimos por palavras e este novo single, ‘Onde Não Vais’, quisemos debruçar-nos sobre as experiências e as expectativas que não vamos viver, à medida que crescemos. São escolhas e versões de nós que nunca iremos conhecer, deixando sempre espaço para dúvidas e ansiedade mas sabendo que, um dia, teremos de fazer as pazes com tudo o que não concretizámos”.
Além dos instrumentos que compõem a base da música (bateria, guitarras, teclas e baixo), as vozes foram também utilizadas como samplers com efeito ao longo do tema. “Quisemos que funcionassem como uma espécie de eco dessas versões de cada pessoa que nunca serão conhecidas, perdidas no tempo e no espaço, em realidades alternativas que não nos tocam”, explicam os músicos.
O tema esteve em desenvolvimento por cerca de três anos, atravessando diferentes transformações até à versão que hoje se ouve. Por curiosidade, os acordes que lhe servem de base e o refrão foram os primeiros elementos a surgir e mantiveram-se inalterados para esta edição final, como fios condutores entre as várias versões que o single foi tomando.
Estão previstos vários concertos de apresentação do projeto, em datas a anunciar, pelo país. Além de “Onde Não Vais”, que já está disponível em todas as plataformas digitais, é possível ouvir “Fragmento”, single lançado no ano passado.
Too Many Suns – 1974 Feat. Surma (2024) (single)
Too Many Suns – 1974 Feat. Surma (2024) (single)
Os Too Many Suns acabam de editar o seu segundo longa duração, “Reverie”, acompanhado pelo single e respetivo videoclipe, “1974”, em colaboração com Surma. O disco surge com o selo da novíssima Reverie Records e assume o “pop” como papel mais central, não impedindo a simplicidade deste registo de abordá-lo com mais maturidade, explorando diferentes registos sonoros. São nota disso as diferentes parcerias com as vozes femininas de Surma (‘1974’), Beatriz Nunes (‘Take Me Home’) e a estreante So (‘Gold’), bem como o Bansuri Nepalês de Sunil Pariyar (‘C’mon’).
Em “Reverie” – produto da imaginação ou do sonho; fantasia; quimera – a banda divaga, como é seu hábito, por entre canções e explorações sónicas, mas os temas apresentam um cunho onírico que os agrega, contemplando o significado do disco, seja na lírica, seja na atmosfera criada por Hugo Hugon (guitarra e voz), João Cardoso (bateria), Vasco Rato (baixo) e Simão Reis (guitarra e teclas).
Depois dos dois EPs ‘Garden’ (2019), ‘Quiet’ (2022) e do álbum ‘Meaning of Light’ (2020), os Lisboetas Too Many Suns sublinham ainda que, com este novo trabalho, não fugiram à sua identidade feita de contrastes, em que o “pop” e o “rock” são desenhados de forma imprevisível (oiça-se ‘Parallels’), e em que canções (‘Gold’) se misturam sem medo com temas mais conceptuais (‘Kim Gordon’).
“Reverie” está disponível a partir deste dia, 24 de maio, em formato CD, com uma primeira edição de 200 exemplares, e na loja online storeindiemusic.pt. A acompanhar o lançamento do disco, a banda foca as atenções no single “1974”, em colaboração com Surma, um dos nomes mais impactantes da música alternativa portuguesa, e que conta a história de dois potenciais amantes que se deparam com a nossa Revolução dos Cravos e com tudo o que isso poderá representar no seu futuro. Uma alegoria necessária em tempos de intolerância e de futuro incerto, mas também de esperança e luta por valores de liberdade.
O disco será apresentado ao vivo no dia 22 de maio no Musicbox em Lisboa, no dia 21 de junho no Maus Hábitos no Porto e já se encontra disponível em todas as plataformas digitais. “Reverie” conta com gravação de Ulpiano Cabalbo nos Waahs Studios e produção de André Isidro na Ducktape Melodies, com edição a cargo da Reverie Records e gestão, distribuição e suporte da Indie Music PT.
Novos Románticos – Intergalático (2024) (single)
Novos Románticos – Intergalático (2024) (single)
“Saudade Internacional” é o novo EP dos Novos Românticos. “Intergalático” é o single que acompanha o disco e fala sobre o condicionamento que as redes sociais e as novas tecnologias provocam nas relações humanas.
Este novo trabalho da banda, influenciada pela onda que, a certa altura, invadiu o póspunk e a synthpop do Reino Unido, aborda a temática da crítica social e política, presente também no EP de estreia, lançado simbolicamente no Dia do Trabalhador do ano passado, mas desta vez centrada nas relações humanas.
“Mocidade”, “Escadas” e “Intergalático” são canções (substantivo aligeirado por quem expressa provocações um tanto ou quanto punk) que vivem de saudade e inquietação, em tempos vividos 24/7 agarrados ao ecrã e conectados com o mundo. A influência que estas novas tendências têm no nosso humor, pensamento e forma de estar; a nostalgia de um passado recordado pelas memórias do Facebook; e as caras que outrora nos eram tão
próximas e agora são apenas um story diário no Instagram. A conexão mantém-se, mas a verdadeira conexão do calor humano e dos abraços está a perder-se nas ligações wi-fi.
A banda de David Félix (Malibu Gas Station, Félix Gambino e David From Scotland), Emanuel Ribeiro (The Silence In Between) e Marcos Cândido chega-nos assim, na sua tradução literal para português do movimento “New Romantics”.
Os Novos Românticos irão apresentar “Saudade Internacional” dia 21 de junho no Maus Hábitos, no Porto, e dia 11 de outubro no Mavy, em Braga.
Fr3ddy – Quem Sou (2024) (single)
Fr3ddy – Quem Sou (2024) (single)
Fr3ddy está a revolucionar o panorama da música nacional com o lançamento do seu novo single “Quem Sou”. Este talentoso artista, que pertence à vanguarda da nova música portuguesa, destaca-se pela sua abordagem híbrida que combina elementos de R&B, Indie e Pop/Rock para criar uma sonoridade verdadeiramente única.
“Quem Sou” não é apenas mais uma música, é o marco inaugural de uma carreira promissora e uma obra significativa. O single marca a primeira incursão oficial de Fr3ddy no mundo da música, depois de ter partilhado um conjunto de músicas de forma espontânea e descomprometida nas plataformas digitais, utilizando-as como veículo de expressão artística.
Produzido por CVIEIRA, anteriormente membro dos Puzzle e agora a solo, “Quem Sou” transporta-nos para um universo sonoro que evoca sonoridades de artistas como Frank Ocean e Marvin Gaye, com uma pitada inspirada em The Strokes e Chuck Berry.
Fr3ddy não se limita a criar música; ele está determinado a construir uma carreira sólida e duradoura, edificando um legado que ressoará entre uma fervorosa tribo de fãs indie.
As suas letras carregadas de emoção e significado capturam a essência da sua jornada artística e pessoal, oferecendo uma experiência auditiva que transcende o convencional.
“Quem Sou” já está disponível em todas as plataformas digitais e convida os ouvintes a embarcarem nesta viagem musical extraordinária com Fr3ddy!
Mars County – Luminous (2024) (single)
Mars County – Luminous (2024) (single)
Mars County, o conjunto rock psicadélico, conhecido pelos seus ambientes sonoros vibrantes e as suas performances com alma, disponibilizam o novo single “Luminous” no mesmo dia da edição do álbum de estreia Echoes Through Time.
“Luminous” promete ser um tema essencial para a discografia da banda e é mais uma prova da evolução da banda e de sua exploração de novos territórios sonoros. A faixa apresenta uma mistura hipnotizante de riffs de guitarra etéreos, linhas de baixo ressonantes e uma percussão dinâmica, tudo harmonizado com as vozes de Rui Gamito e coros de Filipa Lopes.
Produzido por Guilherme Gonçalves, conhecido pelo seu trabalho com Keep Razors Sharp, Sean Riley, “Luminous” debruça-se sobre temas de superação pessoal e descoberta interior. As letras convidam os ouvintes a entrarem numa viagem através das suas paisagens sonoras, guiados pelos ritmos pulsantes e as melodias de guitarra envolventes, próprias do psicadelismo.
A acompanhar o lançamento do single “Luminous” será também disponibilizado um vídeo com várias fotografias tiradas em analógico, pelo fotógrafo Márcio Barreira, com os Mars County em estúdio e em palco.
“Com a “Luminous” nós quisemos criar um tema que não fosse apenas musicalmente forte, mas também visualmente atractivo.”, diz o vocalista/guitarrista Rui Gamito. “Acreditamos que esta canção demonstra bem a nossa evolução enquanto banda.”
Echoes Through Time é um disco muito especial para os Mars County por ser a sua estreia num longa duração. Gravado nos míticos BlackSheep Studios, em Sintra, a produção esteve a cargo do Francisco Dias Pereira (Keep Razors Sharp, Them Flying Monkeys).
Inspirada pelas paisagens sonoras dos desertos americanos, esta banda tem a alma dividida entre Lisboa e o Texas. Os Mars County são David Vistas na guitarra principal, Francisco Miranda no baixo, teclas e coro, Ricardo Espiga na bateria e percussão, e Rui Gamito na voz e guitarra ritmo. Os seus membros já passaram por projetos como Miss Lava, Yardangs, They Must Be Crazy e Zebra. O rock, esse, é psicadélico como se quer.
Em 2023, os Mars County foram os vencedores do XXVII Festival de Música Moderna de Corroios e agora, Echoes Through Time, o seu álbum de estreia, vê finalmente a luz do dia. Echoes porque as canções, tal como ecos, ecoam no tempo e remontam a 2021. Em 2022, a banda lançou três singles, que também integram o disco, gravado nos Black Sheep Studios, em Sintra, com a produção de Guilherme Gonçalves (Keep Razors Sharp, Sean Riley, Sonic Boom).
“Após uma intensa viagem, ao longo de três anos, marcada por uma paixão inabalável pela música, estamos muito entusiasmados em partilhar o nosso álbum Echoes Through Time. Este álbum espelha toda a nossa evolução enquanto banda, tanto no estúdio, como na escrita de canções. É um orgulho imenso poder partilhar este esforço colectivo com ligação directa à nossa alma sonora.” explica Rui Gamito, vocalista.
Para mais informações sobre os Mars County e as suas datas futuras, sigam as suas redes sociais ou no site https://linktr.ee/marscountyband
MaZela – Luz No Escuro (2024) (single)
MaZela – Luz No Escuro (2024) (single)
MaZela surge da procura de equilíbrio entre a aceitação da dor e as tentativas de a diminuir.
Ao mesmo tempo que celebra mazelas, zela por elas. O projecto iniciado em 2020 por Maria Roque na voz e guitarra, entrelaça-se agora com uma segunda guitarra, a Alexandre Mendes.
“Naveguei”, editada no final de 2023, é agora acompanhada pela novíssima canção “Luz no Escuro”, para juntas nos revelarem um pouco do que será “Desgostos em Canções de Colo” – EP de estreia, que será lançado no final do ano. Para os mais distraídos, é a voz e a guitarra de Maria Roque que se podem ouvir em “Canção a Zé Mário Branco” no premiado disco “2 de Abril” de A Garota Não.
No passado mês de Maio, MaZela foi a grande vencedora da edição de 2024 do Festival Termómetro e irá marcar presença nos festivais NOS Alive e Vodafone Paredes de Coura.
B/GAMIA – Incondicional (2024) (single)
B/GAMIA – Incondicional (2024) (single) Id
Os B/GAMIA acabaram de lançar o seu disco de estreia “AMOR E UMA CATANA” no Rock Station Lisboa. Um álbum inspirado no amor perdido, memória e nostalgia, auto-superação, solidão e as transformações do mundo pós-pandémico nos últimos quatro anos. Algumas das músicas presentes neste disco, licenciado pela FAROL MÚSICA, incluem o single “Incondicional”, “A Razão” e “Corpo com Corpo”.
Depois de já ter sido banda de abertura para the Gift ou Os Quatro e Meia, B/GAMIA está a preparar uma tour para o ano de 2024 e gostaríamos de expressar a nossa disponibilidade para apresentar este trabalho junto de vós, com a vossa ajuda na divulgação.
Zé Menos & Pedro, O Mau – Corpo Que Gira (2024) (single)
Zé Menos & Pedro, O Mau – Corpo Que Gira (2024) (single)
Sucedendo a “arena”, o primeiro single e manifesto de abril, zé menos lança o seu novo EP, “quatro partos”. O artista gaiense juntou-se ao produtor Pedro, o Mau (parte integrante do projeto ALMA ATA) para um registo colaborativo, composto por 6 faixas produzidas por Pedro, o Mau; escritas e interpretadas por zé menos.
Se no seu estreante e aclamado disco “o chão do parque”, editado em 2019, a
agulha musical revelou novos traçados para o hip hop nacional, num registo outonal e exploratório, criado inteiramente por si, da escrita à composição, agora, em “quatro partos”, zé menos caracteriza-se enquanto cantautor contemporâneo, servido de instrumentais eletrónicos melancólicos, alimentados a notas soltas de guitarra e a ritmos espaçados, que dão liberdade à experimentação de novas abordagens criativas na utilização da voz e das palavras expressas pelo artista.
“Tenho pensado nestas canções como as canções que fiz enquanto não pude fazer outras.”
– zé menos
Da vulnerabilidade transportada em “borratado”, passando pela cândida “canção de embalar” ou a sonhadora “corpo que gira”, as músicas que formam o EP são peças que se ligam não por uma temática em específico, mas pela leveza do seu ser. Mesmo que os temas soem “tristes”, tal como descreve o artista, eles apontam para um lugar de esperança e tranquilidade. Um pequeno passo antes de um grande salto.
Disponível nas plataformas digitais a partir de 31 de maio, o EP “quatro partos”
merecerá em breve uma edição física em cassete pela Biruta Records. Este novo trabalho de zé menos conta com concertos de apresentação a 5 de julho no Maus Hábitos, Porto e a 12 de julho na Casa do Comum, Lisboa.
Mirza Lauchand – Sunsetlove (2024) (single)
Mirza Lauchand – Sunsetlove (2024) (single)
M I R Z A Lauchand revela “Sunset Love” Primeiro single retirado do novo disco, “HÍBRIDO VOLUME 2”
Esta é a segunda vida de M I R Z A Lauchand: diferentes géneros musicais e um handwriting com estórias de outras gentes
“Sunset Love” é o primeiro single retirado de “HÍBRIDO VOLUME 2” e com data de lançamento a 31 de Maio.
“Cantei esta canção ao vivo logo nos meus primeiros concertos ao vivo em 2021. Quis perceber se as pessoas sentiam o mesmo do que eu, de que este beat nos entra no coração com uma ginga própria, cheia de personalidade e que quase nos obriga a dançarmos sozinhos com a mão ao peito. Não me enganei! O público à minha frente reagiu como eu, com uma felicidade nos olhos, com uma leveza no corpo que poucos sons nos despertam ao longo da vida. As certezas estavam escritas – este seria um dos singles do meu próximo EP – Híbrido Vol. 2. “Sunset Love” ganhou uma nova roupagem depois disso, ficou ainda mais volumoso e com uma identidade única. Nao seria mentira se dissesse que é um dos temas mais improváveis do meu caminho até aqui. Não foi musicado por mim, nem teve a minha caneta na escrita, pela primeira vez. O mestre disto tudo é 40D, um produtor moçambicano que se cruzou na minha vida pelo acaso. Depois o também produtor Tayob J. completou a tela desta bonita canção com um bom gosto fora de série. A escola World Academy tratou de tudo isto como se fosse um filme. Para o vídeo, imaginei o Wilds Gomes como a personificação de um amor próprio que tantas vezes negligenciamos. Acho que fizemos eternidade! “ – M I R Z A Lauchand
Single “Sunset Love” música, letra e mistura: 40D masterização:Tayob J lançamento: 31 de Maio de 2024
Bia Maria – Marcha Da Paridade (2024) (single)
Bia Maria – Marcha Da Paridade (2024) (single)
Bia Maria, uma das cantautoras portuguesas mais inquietantes do mundo da
música emergente portuguesa, apresenta “Marcha da Paridade”, o single
introdutório e bandeira do seu disco de estreia, a sair em novembro 2024.
Esta canção marca uma nova fase do percurso da artista, depois da edição de 3 EPs, de atuações em datas próprias e festivais, do lançamento de singles como o mais recente “Campo/Cidade”, a artista prepara-se para [nalmente lançar um álbum de longa-duração.
“Marcha da Paridade” conta com uma letra mordaz e incisiva sobre o que é ser mulher e artista mulher na atual sociedade. Zeca Afonso já dizia “Mulher na democracia não é biombo de sala”.
Nem na democracia nem na arte.
“Em pleno séc. XXI ainda se contesta o papel da mulher na sociedade, ainda hoje vemos direitos conquistados a ser postos em causa. A marcha da paridade surge como um acordar para esta realidade. É tal e qual como o nome designa, uma marcha, uma revolta. Nasceu como uma súplica
à mulher que vive dentro de mim e que eu não sabia existir até ter sido confrontada com diferentes lutas e desigualdades no meu processo de amadurecimento. A minha arte avança em paralelo ao meu crescimento enquanto pessoa e portanto vai ser sempre o reflexo das minhas inquietações, das minhas dúvidas mas também das minhas certezas. É nela muitas vezes que encontro a força para continuar a viver em harmonia com o mundo.” refere Bia Maria.
O lançamento da canção é acompanhado pelo lançamento de um videoclipe realizado por Camila Ciardi e que é protagonizado pela própria artista.
“Marcha da Paridade” é o primeiro grito de Bia Maria que ao longo dos próximos meses até novembro de 2024 promete mais lançamentos, novidades e concertos.