YAKUZA anunciam ‘2’, o segundo álbum do coletivo de novo jazz português
“PENHA” e “BATOTA” são os singles que surgem em antecipação
Os YAKUZA estão de volta com um novo álbum. Depois do aclamado e celebrado ‘AILERON’, a banda fez-se ouvir em palco durante os anos que se seguiram. Pelo caminho, ainda pudemos escutar versões de músicas suas em concerto com ‘LIVE at Festival Iminente’, um natural indicador de uma banda que não se ficou pelo estúdio e que, tanto na pandemia como no seu posterior desconfinamento, ocupou-se com esta importante faceta da sua música.
A banda… bem, sejamos sinceros: nem mesmo os membros olham para esta entidade como uma “banda”. YAKUZA é um coletivo móvel, um grupo de músicos experientes que nunca foi dado a estas noções fronteiriças. No novo álbum ‘2’ há apenas a certeza que Afonso Serro, Afta3000, Pedro Ferreira, Alexandre Moniz e Pedro Nobre são os 5 dedos de uma mão que transborda impressões digitais únicas.
Além de YAKUZA, todos estes músicos estão muito envolvidos no tecido musical português. Afonso Serro fundou Mazarin e Atalaia Airlines; Afta3000 é um baixista experiente, com um projeto de música eletrónica; Pedro Ferreira faz parte de Quelle Dead Gazelle, e já produziu nomes de Pedro Mafama, a Criatura e Expresso Transatlântico; Alexandre Moniz tem estado presente no universo indie, principalmente como membro dos Galgo; e Pedro Nobre é um músico de jazz, com um pé em Portugal e outro na Holanda e, em tenra idade, liderou a numerosa banda Loosense.
Há uma direção estética que aponta para os recantos mais modernos do jazz, mas não ignora a eletrónica e a vontade de dançar que existe entre os sintetizadores, a bateria sincopada, os teclados luxuosos e as grandes linhas de baixo, movimentado e possante. Há liberdade para criar novos mundos no free jazz, como em “AIDA INTRO”, mas não esqueçamos as paisagens para sonhar e uma composição que não olha para o jazz como uma noção estanque, seja em “TRUQUE DI MENTE”, “BATOTA” ou “MEIA DOSE”.
Para já, os dois primeiros singles, “PENHA” e “BATOTA”, saem neste dia, 31 de maio, em todas as plataformas digitais. Duas faixas que abrem a porta para este mundo, numa toada soalheira, tanto contemplativa como intensa.
Créditos
Artwork/Capa: Cláudio Ivan Fernandes
Composto e produzido: Afonso Sêrro; Pedro Ferreira; Afta 3000; Alexandre Moniz;
Pedro Nobre.
Misturado: Pedro Ferreira
Masterizado: Diego Reis
Trovador Falcão – Talvez Um Dia (2024) (single)
Trovador Falcão – Talvez Um Dia (2024) (single)
‘Talvez um dia’ é o novo single de Trovador Falcão, ele que a solo já nos havia apresentado um Disco e um EP, e vários lançamentos com Hércules, a sua banda.
Depois de ‘Melros’ e ‘NEO-RURAL’, surge ‘Talvez um dia’, o single de avanço do próximo trabalho discográfico a solo ‘Pedra, Papel, Tesoura’.
Nesta nova canção, o artista aborda o amor recusado, a atracção não correspondida – “É sobre alguém que tenta a sua sorte várias vezes, com a mesma ou pessoas diferentes mas falha sempre. É uma canção alegre e mexida, mas ao mesmo tempo pessimista e melancólica. Em termos instrumentais, o arranjo foi composto para ser fácil de ouvir, reconhecer e tocar, ao mesmo tempo que tem influências na harmonia jazzística e no indie-pop.” afirma Trovador Falcão.
‘Talvez um dia’ foi escrita e composta por David Simões que também assegurou guitarra, voz, teclas, baixo, bateria, composição e produção. Ainda nas teclas conta com Henrique Rosário, e na masterização conta com Bernardo Ramos.
Trovador Falcão, heterónimo de David Simões, assegura um lugar na música portuguesa desde 2017, mas é com ‘Talvez um dia’ e posteriormente ‘Pedra, Papel e Tesoura’ que definirá o seu lugar no contexto indie pop-rock em Portugal.
O artista soma também algumas apresentações ao vivo em espaços como Musicbox, Com Calma em Benfica, no Sabotage Club, no Tokyo, entre outros.
O novo single de Trovador Falcão já se encontra disponível em todas as plataformas de streaming.
Tiago Cardoso – Leanor (2024) (single)
Tiago Cardoso – Leanor (2024) (single)
Tiago Cardoso, músico e compositor, disponibilizou o primeiro single “Leonor” enquanto artista solo. Com letra e música escrita pelo próprio, esta é uma música que conta a história de Leonor a partir da primeira estrofe do poema “Descalça Vai para a Fonte” de Luís de Camões e coloca a personagem principal, Leanor, nos dias de hoje.
O cenário de Camões é belo e romântico, mas a Leanor que ganha vida nesta canção não é a mesma, não nasceu no mesmo local. A Leanor que a música retrata nasceu num país como a Palestina, a Ucrânia ou o Sudão e vive uma realidade muito diferente. Leanor está descalça porque não tem nada para calçar, vai à fonte, mas não consegue trazer muita água, é uma mulher bela, mas isso pouco lhe serve quando vive o sofrimento da guerra.
“Leonor” é a primeira canção apresentada pelo músico, depois da sua passagem pela banda Vila Martel e o primeiro de vários lançamentos de Tiago Cardoso previstos para 2024.
A canção conta com um videoclip, realizado por Francisca Carreira, e gravado no Hub Criativo do Beato, onde Leanor é representada por uma bailarina, Bonnie Hiron, retratando a realidade das pessoas que vivem neste cenário. Foi possível contar com 13 refugiados de diferentes países para participarem como figurantes, tornando a mensagem e o simbolismo da canção ainda maiores.
Gravado no Shepherd Studios e no Clube Capitão Leitão
Tiago Cardoso- Composição, Produção, Letra, Voz, Baixo, Guitarra Lead, Guitarra Elétrica, Sintetizadores, Piano Acústico, Piano Elétrico
Carolina Nóbrega- Guitarra Ritmo
Mariana Tereso- Piano Acústico
Afonso Alves- Bateria
João Centeno- Co-produção
Diogo Castelo Branco – Mistura e Masterização
quem é tiago cardoso
Tiago Cardoso desde cedo começou o seu percurso no mundo da música, estudando na Academia de Música de Santa Cecília. Anos mais tarde, e já afastado da música, começou a ganhar o gosto pela escrita e ouvindo aquela que seria a sua banda preferida, Pink Floyd, percebeu que podia expressar o que sentia através de canções. Assim, numa mudança de rumo repentina e, seguindo o coração, arriscou neste mundo!
Iniciou a sua aventura na banda Vila Martel, com dois discos editados, onde foi baixista, compositor e letrista. O disco “Nunca Mais é Sábado” esteve bastante presente por diversas rádios (Antena 3, Vodafone FM, Radar) com os singles “Não Nos Deixem Ir Embora” e “Ninguém”.
Agora, procura a sua estreia a solo, com temas mais conceptuais e que abordam temas como os Direitos Humanos. A evolução musical prende-se no género que assume, onde procura um Rock mais progressivo e psicadélico, sem se prender tanto ao “óbvio”. Assume também uma postura mais atrevida, arriscando na megalomania e grandiosidade, tentando sempre juntar vários artistas, de diferentes áreas, na criação de projetos muito completos e diversos,focados na música criada, mas que tragam novas interpretações, visões e criações!
Sogranora – O Que For Será (2024) (single)
Sogranora – O Que For Será (2024) (single)
Os Sogranora editaram o EP “Dançar Sobre Arquitetura”, já disponível em todas as plataformas digitais. Com uma sonoridade indie-pop, este é o terceiro curta-duração do trio composto por Ricardo Sebastião (voz, guitarra, baixo, sintetizadores), Tomás Andrade (guitarra, baixo, sintetizadores, voz) e Vasco Gomes (bateria, sintetizadores, voz). O EP é o primeiro em que todos os elementos da banda assumem a voz principal e inclui 5 canções com letra, música e produção da própria banda. Nas palavras do grupo, o curta-duração é um conjunto de “histórias e pensamentos sobre desamor. O Frank Zappa disse uma vez que “falar sobre música é como dançar sobre arquitetura”. Gostámos muito deste conceito e achámos que faria sentido para estas músicas, que são canções sem grandes preconceitos ou racionalizações. São apenas para se sentir e levam-nos a dançar sobre a arquitetura complexa dos nossos pensamentos e sentimentos”. Os Sogranora revelam que encontraram nas canções do novo EP “uma forma de libertação e expressão de sentimentos e pensamentos, num ambiente de melancolia harmoniosa que leva o ouvinte numa jornada emocional que vai desde a tristeza e desespero até à esperança e aceitação. “Dançar Sobre Arquitetura” é um registo de baladas sentimentais, pinceladas com camadas de guitarras acústicas e elétricas nostálgicas, ruidosas e funky, coros e vocais épicos, baterias acústicas e eletrónicas e sintetizadores variados”. Além dos temas habitualmente interpretados pelo vocalista principal Ricardo Sebastião, “Dançar Sobre Arquitetura” “apresenta um novo universo criativo e performativo, no qual os três elementos da banda assumem o papel de compositor e vocalista principal. ‘Que Distância É Essa?’, por exemplo, conta com a voz groovy do baterista Vasco Gomes e é uma música que aborda a importância da demonstração de vulnerabilidade e empatia, caracterizada por um ambiente dançável e percussivo, enquanto o carácter intimista e, de certo modo, conformista de ‘O Que For Será’ faz da canção uma balada soft-rock melancólica e sentimental, marcada pela leveza da voz do Tomás Andrade e do seu piano. A partir desta ambivalência musical expandimos a nossa sonoridade para novos rumos sonoros que não tínhamos explorado até agora”, confessa a banda.
Os Sogranora anteciparam o novo EP com o tema ‘Sereias do Mal’, que “conta a história de umas sereias que nos seduziram e embalaram, apenas para diversão pessoal”, conta o trio. “Ao contrário das restantes canções, que são mais íntimas e sentimentais, esta é mais em tom de brincadeira”, acrescenta a banda. “Dançar Sobre Arquitetura” é acompanhado pelo novo single ‘O Que For Será’, uma balada indie pop que o trio descreve como “um grito de libertação e crescimento pessoal, uma necessidade de despertar e um mantra que nos lembra que a vida fluirá sempre como tiver de ser, de forma genuína e não forçada”. “Dançar Sobre Arquitetura“ é o terceiro EP dos Sogranora. O curta duração sucede a “Amarílis”, de 2023, e “Altivez e Castigo”, de 2020, projetos que deram a conhecer temas como ‘Qualquer Impasse’, ‘Alguém’, ‘Cá Pra Ver’, ‘Semilisboeta’ ou ‘Se Ficares Sem Chão’.
Ligados à música desde cedo, Tomás Andrade e Vasco Gomes estudaram no Hot Clube. Já Ricardo Sebastião descobriu a paixão pela música mais tarde e aprendeu tudo o que sabe praticamente de forma autodidata. Além de músicos são todos professores de música, com formação pela ETIC e pela ESML.
Pipa Maldonado – Flores (2024) (single)
Pipa Maldonado – Flores (2024) (single)
‘Flores’ é o terceiro single a solo de Pipa Maldonado
Depois de, no passado mês, nos apresentar ‘Quem sabe’, o primeiro levantar do véu do seu EP de estreia que tem lançamento já no próximo mês de junho, Pipa lança mais um inédito que dá seguimento à história que todo o EP nos contará.
‘Flores’ é o novo single de Pipa, que surge de um lugar bonito, totalmente escrito e musicado pela artista. Numa estética quase “etérea”, Pipa fala-nos sobre a canção “A ‘Flores’ foi uma música que escrevi do início ao fim em, talvez, uma hora. Surgiu verdadeiramente de uma necessidade de musicar as coisas maravilhosas que estava a sentir. É uma canção de amor, leve e simples que procura transportar-nos para o sentimento de entrega quando percebemos que nos foi dada a oportunidade de viver algo verdadeiramente especial.”.
Este novo single é o segundo single do EP ‘Florescer’ que contará com o já conhecido single ‘Quem Sabe’ e outro inédito a ser lançado no próximo mês. Será um EP de uma leveza tal que nos transporta para sítios bonitos tanto pelas letras como pelas suas produções. ‘Flores’ conta com a produção dos Mogno.
De relembrar que Pipa ficou conhecida do grande público depois da sua especial participação no THE VOICE Portugal e do lançamento do seu single de estreia, na altura em colaboração com Sebastião, a canção ‘Vem’ que conta com mais de 1 milhão de streams nas plataformas digitais.
‘Flores’ vem assim trazer-nos mais um bocadinho daquele que será o seu primeiro curta-duração a sair ainda antes do verão.
Freddy Locks – Pure Smile (Infinite Roots) (2024) (single)
Freddy Locks – Pure Smile (Infinite Roots) (2024) (single)
Freddy Locks comemora 20 anos de carreira em 2024 com um lançamento especial, o álbum Infinite Roots, uma regravação original dos seus maiores sucessos. “Bring up the Feeling”, “Pure smile”, “Living inna city”, “Iration”, “Earth”, “Healing of the Nation”, “Fazuma”, “Freedom is my god”, “Don’t lose you” e “So Nice” são os 10 temas escolhidos por Fred Oliveira para assinalar a data.
O disco é co-produzido pelos incríveis produtores de Reggae que há muito partilham palco com Freddy Locks, Mighty Drop e Dynamike, em colaboração com o produtor holandês Jori Collignon (COLLIGNON/ Skip & Die).
O novo single “Pure Smile (Infinite Roots)” transporta uma mensagem tão simples quanto universal: o poder de um sorriso puro. Com melodias soul e ritmos envolventes, Freddy Locks traz as vibrações desta expressão brilhante. Canta sobre empatia e a luz que irradia dos nossos olhos quando compartilhamos um sorriso verdadeiro, enquanto as harmonias capturam a essência do que chamamos de Amor, uma força que muitas vezes é melhor expressa sem palavras.
“Pure Smile” é um verdadeiro clássico no repertório de Freddy Locks. Remonta ao verão de Lisboa de 2003: um momento especial para o reggae português. Foi então, que dois artistas visionários, Asher Guardian e Freddy Locks, produziram RootsRockStruggeling, o álbum de estreia de Freddy. “Pure Smile” é uma das faixas desse álbum.
Quando Fred Oliveira iniciou a sua jornada musical, encontrou a sua voz nestas letras poderosas. Levando-as consigo desde o início, apoiaram-no através dos altos e baixos da vida. Agora, está aqui a nova versão, “Pure Smile (Infinite Roots)”, que reúne 20 anos de vida, amor e desamor.
Desde o seu álbum de estreia até agora, os lançamentos de Freddy Locks são uma declaração de unidade e harmonia. Cada faixa, imbuída da essência do reggae, fala das lutas e triunfos do espírito humano. “Pure Smile (Infinite Roots)” destaca-se como um farol de esperança e conexão.
Para celebrar estes 20 anos, e depois de fechar o ano de 2023 com uma passagem pelo festival Le Guess Who? U? (NL), Freddy Locks regressa à estrada com um novo álbum pronto para espalhar as suas vibrações positivas por todo o país.
Para celebrar os 20 anos de carreira, Freddy regressa à estrada para espalhar suas vibrações positivas por toda a Europa: 12 de julho em La Cham (GER), 13 de julho na Gemmi Taverne (CH), 14 de julho em Kandersteg (CH), 15 de julho no Tollwood Festival (GER), 30 de agosto no Arrendas Folk Fest (PT) e 31 de agosto em Vendas Novas (PT).
Acompanhado pela talentosa banda Groove Missions, Freddy Locks rapidamente se destacou como um dos artistas mais promissores, sendo selecionado entre 13 artistas para tocar no 13º aniversário da Antena 3 (2007). A sua digressão subsequente, que durou até o final de 2008, incluiu performances memoráveis no Festival Med e no Festival Mestiço na Casa da Música, compartilhando o palco com nomes consagrados da música global como Amadou & Mariam, Danny Silva, Timbila Muzimba, Azagaia, Maytals, Lee Scratch Perry, Gladiators, Fat Freddys Drop, Alborosie entre outros.
Freddy Locks é um artista no cenário da música reggae, conhecido pela sua paixão pela música africana e pelas suas poderosas mensagens. Com uma carreira que se estende por duas décadas, Freddy Locks continua a cativar audiências em todo o mundo com sua autenticidade e talento inegável.
Infinite Roots, a editar dia 7 de junho, promete marcar um verão sem tempo e de muitas liberdades.
Raquel Santos – Bills (2024) (single)
Raquel Santos – Bills (2024) (single)
O aguardado single de estreia, intitulado Bills que chega hoje às plataformas digitais, juntamente com um videoclipe onde a estética impera, é uma poderá canção, que promete cativar os ouvintes com a sua fusão elegante de ritmos contagiantes e letra profundamente pessoal.
Bills é mais do que uma simples música é uma expressão autêntica da fase emocional de Raquel.
Com uma voz que transcende fronteiras e uma presença magnética em palco, Raquel Santos está destinada a conquistar os corações dos amantes da música me todo o mundo O seu talento inegável e a sua paixão pela arte prometem inspirar uma nova geração de artistas e music lovers.
Dinis Mota – No Stress (2024) (single)
Dinis Mota – No Stress (2024) (single)
Dinis Mota apresenta novo single “No stress”
Dinis Mota, produtor, cantor e multi-instrumentista, disponibilizou o primeiro single “No Stress”. Com letra e música escrita pelo próprio, esta é uma música que fala sobre a vontade de sentir intensamente sem se apegar, capturando a essência do verão e dos amores efémeros.
Com influências de AfroSwing, Amapiano, R&B, House e Hip-Hop, “No Stress” promete mover o público pela sua energia e frescor.
Parte do primeiro álbum a ser lançado ainda em 2024, a música mistura inglês e português, refletindo suas influências e evolução artística, convidando todos a embarcar nessa vibrante viagem sonora.
Este trabalho foi selecionado para fazer parte do Projeto “O Monitor”, promovido pelo Teatro Aveirense e pela Câmara Municipal de Aveiro, que conta com um ano de mentoria e aprendizagem sobre o mundo da indústria musical, sob a responsabilidade de Rafaela Ribas.
quem é dinis mota
Dinis Mota, de 22 anos e natural de Aveiro, é um artista multifacetado que se dedica à música desde a infância. Desde cedo, desenvolveu uma paixão pela música, começando a ouvir discos e a tocar instrumentos como guitarra e piano. Lançou a sua primeira música instrumental no Soundcloud e YouTube em 2019, ainda no secundário. Estudou Produção e Tecnologias da Música e fez mestrado em Artes e Tecnologias do Som, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, no Porto, enquanto lançava os seus projetos musicais.
202 foi um ano produtivo para Dinis Mota: lançou o EP “TRIAGEM”, na sequência do lançamento em 2022 do single “Longe”, que foi masterizado na Sine Factory e ainda, em dezembro desse mesmo ano, o EP “REFLEXO”. Seu trabalho mistura diversos estilos musicais e busca uma estética sonora única.
Para Dinis, a música é uma forma de comunicação universal. Ele cria para o mundo, desejando conectar-se profundamente com seu público e evoluir continuamente como músico.
Sabi Sá – Liga Para Mim (2024) (single)
Sabi Sá – Liga Para Mim (2024) (single)
SABI SÁ é o nome artístico de Silvia Barros, cantora e compositora, natural de São Tomé.
Com as suas raízes bem assentes, é em Portugal que descobri o mundo da música e a sua maior paixão. Participou no FACTOR-X e posteriormente inicia a sua carreira de originais.
A artista espelha na sua arte, as vivências da infância e do crescimento, o que dá uma densidade muito própria às suas letras. Cantar para si é, sobretudo, um acto de liberdade. Inspirada pelas sonoridades do Rnb, Jazz e Hip hop, o seu timbre viciante e letras acutilantes têm conquistado o público e nomes reconhecidos como Valete, Rui Unas, Virgul, Dino d’Santiago, entre outros. Na sua discografia conta com dois EPs, “Nome” e “Nua”, e vários singles.
Depois de “Defesa”, tema que marcou a apresentação do livro “Para que fique bem escurecido” de Sanda Baldé e que defendeu na gala dos 25 anos da RTP representando o seu país, São Tomé, Silvia Barros apresenta-nos “Liga para mim” como SABI SÁ, o seu novo nome artístico.
SABI SÁ é o lado forte da artista, com o qual a mesma pretende defende a partir daqui a sua música e composições. SABI SÁ é para a artista “marcha de revolução de pé descalço e cabelo solto”.
Neste novo single “Liga para mim”, a artista traz-nos uma visão mais sensível sobre a saúde mental e as relações interpessoais. “Esta canção é como um abraço a mim mesma, é como olhar-me ao espelho e dizer – eu estou aqui para ti” acrescenta a artista.
“Liga para mim” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Peculiar – Escura Noite (2024) (single)
Peculiar – Escura Noite (2024) (single)
“Lágrimas de Pérola”, o EP de estreia de PECULIAR está prestes a chegar a todas as plataformas digitais, sendo lançado ainda esta semana a 10 de novembro. Para celebrar este lançamento o artista anuncia agora as primeiras datas de apresentação ao vivo.
PECULIAR, um dos mais curiosos e magnéticos artistas emergentes da pop portuguesa, apresenta-se ao vivo em Lisboa e Faro, duas cidades que fazem parte da vida e do percurso do artista e que o acolhem agora para os seus primeiros concertos de “Lágrimas de Pérola”.
A 18 de novembro PECULIAR sobe ao palco do Tokyo, sala no Cais do Sodré em Lisboa, num concerto que começa pelas 22H00. Já no fim do mês, a 25 de novembro, toca na sua cidade natal, no IPDJ de Faro pelas 22H0.
Os bilhetes para ambas as datas já estão disponíveis. No concerto do Tokyo (Lisboa) podem ser comprados através da aplicação da sala “Tokyo Jamaica” por um valor de 6€, no IPDJ (Faro), pode ser adquirido à porta.
Desde o início do ano que PECULIAR já revelou temas do seu EP de estreia “Lágrimas de Pérola”, com os lançamentos de singles e videoclipes de “Lua”, “Chora” e “Chover”.
Na sexta-feira, 10 novembro, não só a totalidade do EP “Lágrimas de Pérola” é conhecido, como um novo videoclipe.
Quem é PECULIAR?
Ser PERCULIAR não se trata de querermos ser diferentes, isso é apenas uma consequência. Trata-se de querermos ser quem somos: isentos, independentes e livres.
É assim que se apresenta João Nicolau Quintela aka Joaquim Tela, um artista multifacetado de 21 anos oriundo de Faro, Portugal.
Inspirado no tradicionalismo musical português (Carlos Paredes, Madredeus, Zeca Afonso, entre outros), PECULIAR navega até ao modernismo e procura misturar estas influências na sua música juntamente com referências como Rosalia, Stromae e Tyler the Creator.
PECULIAR explora então, a sua própria sonoridade musical numa manifestação de liberdade de expressão, movimento e individualidade, com uma imagem que se desenquadra do que é suposto, distinguindo-se pelas suas letras, sombrias e realistas, inspiradas no mundo dos livros do fantástico que leu, onde não existem padrões e cada um é como é e há espaço para todos serem o que querem ser.
Para além da participação no festival de curtas-metragens 48 Hours como compositor de banda sonora, Peculiar conta com a bagagem musical de outros projetos de música autoral como o 4.º lugar no concurso algarvio Música Já em 2019, ser um dos artistas do projeto Cápsula do Faro2027, ter tocado em 2021 no South Music e em 2022 no Festival F em Faro. Mais recentemente contribuiu na composição de 3 temas para o novo álbum de Aurea “Moods”. Alcançou o 8.º grau com guitarra clássica e canto no Conservatório e encontra-se atualmente a estudar Criação e Produção Musical na ETIC e Canto e Guitarra Jazz no Hot Clube.
O Marta – Dia (2024) (single)
O Marta – Dia (2024) (single)
Associamos a palavra dia ao começo de algo e a noite ao fim. E, por isso, “Dia”, a nova música d’O Marta que antecipa o álbum “Casta Brava”, marca também o começo do disco. Neste single, somos introduzidos por uma orquestra de timbalões que nos convocam para iniciar o álbum, como um despertador que nos acorda para começar o dia. Depois podemos ouvir um conjunto de percussões variadas, desde os bombos tradicionais, aos adufes, às tarolas das marchas e às cabaças. Apesar de ser um single que vive muito do ritmo, a letra também se constrói com força. Ela fala de uma luta desesperada em querer fugir às responsabilidades, de um combate constante contra a falta de atenção e a procura de uma liberdade que não é fácil de atingir (e que parece cada vez mais inatingível). Tudo isto se torna até desesperante, dando vontade de rir, chorar e gritar, tudo ao mesmo tempo, como podemos ouvir pela voz de Francisca Tadeu no solo final.
Notas de autor:
O que mais me deu gozo neste single, foi levar-me a mim e aos músicos a fazer coisas que nunca tínhamos experimentado antes, como colocar 3 bateristas completamente diferentes a tocar música tradicional sincronizados e cheios de power. Pedir a uma flautista clássica para tocar com o som sujo e distorcer completamente a sua flauta. Pedir á Francisca para gritar, rir e chorar para o microfone enquanto faz um solo vocal, tentando ser melódica nessa euforia. Foi uma experiência de produção fantástica e libertadora, tal como era objetivo transmitir na música.
Créditos:
Cover Art – Beatriz Teixeira
Foto – Pedro Martins
Composição:
Guilherme Marta
Produção, arranjos e gravação:
Guilherme Marta e Tomé Silva
Assistência de gravação:
Leonardo Patrício
Mistura:
João Bessa
Masterização:
Miguel Marques
Baterias e percussões:
Tomé Silva
Bombos:
Luís Sousa
Ricardo Pereira
Tomé Silva
Guitarra elétricas e acústicas:
Guilherme Marta
Guitarra PT:
João Barreirinhas
Sintetizadores:
Tomé Silva
Vozes:
Guilherme Marta
Tomé Silva
Francisca Tadeu
Coro:
Pedro Novo
Ruben Dias
Guilherme Marta
Tomé Silva
Leonardo Patrício
Sara Machado
Mariana Costa
Francisca Tadeu
Isabella Rollim
Rossana – À La Portugaise (2024) (single)
Rossana – À La Portugaise (2024) (single)
ROSSANA EDITA SINGLE “À LA PORTUGAISE”
TEMA SURGE EM ANTECIPAÇÃO AO SEGUNDO LP DA ARTISTA
“À La Portugaise”, é o primeiro single e a faixa-título do segundo álbum de Rossana, artista portuguesa radicada em Londres, e apresenta uma amostra emocionante do que está para vir.
De volta à língua portuguesa, a artista convida-nos a conversar numa linguagem que todos temos a sorte de saber falar: a dança. Por muito hábeis que sejamos, podemos sempre tentar. “Deixa o corpo falar / E é tão fácil”, ouve-se cantar o alter-ego de Inês Barroso. E é mesmo assim tão simples, sobretudo ao som de uma música como “À La Portugaise”, que através de um groove verdadeiramente colorido de influências que vão dos ritmos populares
portugueses à neo-psicadelia e melodias orientais, encontra uma forma única de pôr o ouvinte a mexer.
Gravado no Studio Alouette, em Confolens, França, por uma banda composta por músicos portugueses, franceses e ingleses, juntamente com as restantes canções do próximo LP, “À La Portugaise” marca o início de um novo capítulo para Rossana, onde apesar de se aproximar cada vez mais da sua herança, se recusa a diluir-se nela. Em vez disso, aproveita a oportunidade para procurar uma expressão musical cada vez mais abrangente, em que não só deixamos o nosso corpo falar, mas também nos lembramos de como isso é revolucionário.
O single já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.