Dullmea – Noite Curva Dia [Morchella] (2024) (single)
Dullmea apresenta Ñe’ẽsẽ, um álbum com componente visual que parte da recolha de elementos da natureza para a criação de material sonoro e visual. Segundo a criadora artística Dullmea, “Ao longo do último ano tenho recolhido elementos da natureza e trazendo-os para o meu processo criativo. À medida que fui ficando mais fascinada com as minhas descobertas, quis convidar o meu querido amigo João Pedro Fonseca para criar vídeos para algumas das minhas composições. O álbum foi concluído quando o meu talentoso amigo Ricardo Pinto trouxe à tona toda a emoção e maravilha que eu procurava com as suas misturas. “Ñe’ẽsẽ” significa “voz” em guarani.”
O álbum terá uma edição física especial: um marcador de livros feito com papel biodegradável de sementes, contendo um código de acesso ao álbum digital. Uma vez feito o download, este marcador pode ser usado como qualquer marcador de livro, ou plantado, gerando as sementes nele contidas (margarida ou camomila).
Em Ñe’ẽsẽ podemos encontrar as seguintes personagens:
– Tema “Noite Curva Dia (Morchella)”: As linhas que compõem o chapéu de uma morchella (cogumelo) são vozes com caminhos individuais que se separam e encontram sucessivamente, deslizando e criando alvéolos.
– Tema “Dores de Crescimento (Árvore)”: Anéis de crescimento de uma árvore que ditam a proporção, altura e duração de “anéis” sonoros; a rugosidade de um tronco nos batimentos gerados pelo desvio gradual de afinação.
– Tema “Folhas Gerando Vento de Outono (Folha, Líquen)”: O padrão de desenvolvimento das nervuras de uma folha de plátano que se traduz na organização rítmica de uma melodia.
– Tema “Vinte Mil Léguas Submarinas (Ouriços)”: Ouriços espinhosos, perigosos, afiados são feedbacks organizados numa variada paleta. Um lamento com baixo ostinato, mas em vez de viola da gamba, feedbacks.
– Tema “A Estranha Esperança dos Pássaros”: O canto de pássaros: alguns que existem e outros que ficaram por inventar, em toda a sua polifonia, estridência, inocência e muitas vezes inconveniência.
– Tema “Folha de Mão Aberta “Ave Abanando Leque)”: A textura aveludada da Mentha Suaveolens é o cenário da antecâmara para um oásis de pássaros nunca antes escutados.
Dullmea (Sofia Fernandes) é uma artista e compositora que explora as inúmeras possibilidades da voz e da eletrónica desde 2016. O novo trabalho vai ser apresentado nos seguintes locais:
Apresentações (conversa com o público sobre conceito, processos de criação, acesso ao
material de recolha e outras curiosidades):
24 de Maio, 18h – Galeria MIRA | Artes Performativas
25 de Maio, 17h – Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura
Biografia:
Dullmea é uma artista e compositora que explora as inúmeras possibilidades da voz e da eletrónica desde 2016.
Lançou Keter (2016), Hemisphaeria (2019) e [dʊl’mjə̯] (2020) um álbum em andamento, Orduak (2021), LOGLIBRO N-RO. 01, Ao Vivo no Sinsal Outono 2022 e Lloc Comú (2023).
Entre outros, Dullmea já se apresentou ao vivo em Nijmegen (NL), Eindhoven (NL), Lisboa (PT), Porto (PT), Barcelona (ES) – Festival LEM, São Paulo (BR) – MAC, Berlim (DE) Copenhaga ( DK), Milton Keynes (Reino Unido) – Exposição de Paula Rego “Obedience and Defiance”.
Dullmea também compõe música para teatro.
Créditos:
Mistura e masterização por Ricardo Pinto
Capa: Fotograma do vídeo “A Estranha Esperança dos Pássaros”
Vídeo por João Pedro Fonseca
Vídeo “A Estranha Esperança dos Pássaros” com edição adicional de Joaquim Fernandes, João Bico, Nuno Figueira
Apoios:
República Portuguesa – Cultura I DGARTES – Direção-Geral das Artes
Arte Institute – Portuguese Contemporary Culture
Galeria MIRA
Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura
Antena 2
Carla Pontes – Será O Que Será (2024) (single)
Carla Pontes – Será O Que Será (2024) (single)
NOVO SINGLE
C a r l a P o n t e s * Será o que será
Uma canção alegre e vibrante que nos fala da possibilidade de olhar e viver a vida de uma forma leve, apesar das dificuldades que possamos experienciar.
Circe – Supernova (2024) (single)
Circe – Supernova (2024) (single)
Já disponível em todas as plataformas digitais.
No passado dia 17 de Maio celebrou-se o lançamento de “Faux Départ”, EP de estreia dos Circe, solidificando desde já a marca sónica da banda em que a palavra de ordem é Distorção.
O lançamento foi antecedido por um vídeo da banda em estúdio, no estilo mockumentary, e um concerto na NAV Lisboa (Nunca Antes Visto) juntamente com as bandas Flor Girino e Ice Screams.
Pedro Casais – Casa Da Música (2024) (single)
Pedro Casais – Casa Da Música (2024) (single)
“Sótão” é o meu primeiro EP do meu projeto a solo. O nome nasce do facto de querer captar esta última fase que tenho vivido, sendo que, o sótão da minha casa é onde passo mais tempo, é também aí que escrevo, componho e produzo a minha música.
Comecei a compor este EP no fim do 12.º ano e escrevo sobre o facto de estar completamente perdido no que toca ao que ia ou não seguir e o que fazer da minha vida. Passado um ano, e agora no fim do meu primeiro ano da universidade, continuo perdido, mas pelo menos consegui passar o que sinto para esta obra. De certa forma, acabar este EP faz com que sinta que se encerrou uma fase e, assim, siga em frente.
Posso dizer quanto ao estilo, que é talvez uma mistura entre o rock alternativo e a música eletrônica, muito graças à influência de Radiohead, porém, tento dar à minha música um toque único tendo em conta quem sou e o que vou vivendo.
O meu objetivo é fazer música diferente e única e criar uma identidade musical própria.
Pedro Casais
Comancho – Selva (2024) (single)
Comancho – Selva (2024) (single)
A selva urbana dá abrigo a várias espécies de emoções. O ritmo, os cheiros, as interações – é tudo tão rápido que precisamos muitas vezes de improvisar para florescer.
Decorridos 5 anos após o lançamento do seu último EP – II – os Comancho apresentam o segundo dos singles que dão a cara ao tão aguardado álbum de estúdio. Depois de Hasia, o tema “Selva”, também cantado em português, mantém as raízes vibrantes das músicas mais dançáveis dos seus anteriores EPs, num ritmo crescente de emoções, fruto de uma construção simples mas intuitiva, como se pede numa música de rock.
Os Comancho retornam energéticos cheios de vida, e fazem antecipar o álbum imersivo que tem data de lançamento para o próximo dia 3 de Junho. “Selva”, o novo single dos Comancho, é mais uma tentativa do Universo desvendar-se a ele próprio.
Comancho. (desambiguação: Comanche/ Camacho): O oposto de fixe ou popular. Originária de Lisboa, a banda reúne influências que vão desde o heavy metal old school às novas correntes do dark jazz, surfando nas variações de ritmo e explorando riffs imersivos. Comancho representa a diversidade do contexto urbano e o conjunto de emoções que flutuam na nossa vida quotidiana. A banda, composta por João Coelho (voz), João Chambel (guitarras), João Palma (baixo) e Afonso Pinto (bateria e percussão), foi criada em 2012 e desde então tem vindo lentamente a cozinhar o seu álbum de estreia. Conta hoje com 2 EPs de estúdio e várias live performances – a banda de rock floresce no palco com a sua vibe únicas e profunda conexão com o público. Afinal de contas, existe um Comancho em cada um de nós. E não há melhor forma de o descobrir do que através da música da banda.
Inês Monstro – Nunca Te Esqueço, Meu Amor (2024) (single)
Inês Monstro – Nunca Te Esqueço, Meu Amor (2024) (single)
A cantora e compositora Inês Monstro editou o novo single ‘Nunca Te Esqueço, Meu Amor’, já disponível em todas as plataformas digitais. Com letra da sua autoria e música coescrita pela artista com Rita Onofre e Choro, o produtor do tema, esta é uma versão alargada e com novos versos do tema Pop, originalmente incluído no álbum “Brilho”, editado no final de 2023.
“Escrevi esta canção numa noite, quando estava no meu quarto, e falo sobre um amor desmedido por alguém, tão grande ao ponto de acreditar que se pode morrer de amor ou de desgosto quando nos sentimos abandonados. É uma música que aborda a devoção, não só a uma relação amorosa mas, também, ao que se quer fazer no resto da vida”, afirma Inês Monstro. “Escolhi estender esta música porque, sempre que a canto ao vivo, é uma das faixas do álbum que mais gosto de cantar. Então, após seis meses do “Brilho”, decidi que seria um bom momento para dar uma nova roupagem a este tema”, confessa ainda a artista.
‘Nunca Te Esqueço, Meu Amor’ é acompanhada por um videoclipe realizado por Vasco Souto, inspirado pela estética cinematográfica de Pedro Almodóvar, uma das maiores influências visuais da artista. O visual conta ainda com a participação especial dos guitarristas Alex Sweeney e Eugénia Contente.
Eleito um dos Melhores Álbuns de 2023 pela Blitz/Expresso, “Brilho” marca a estreia discográfica da cantora, compositora e atriz Inês Monstro. Totalmente escrito e composto pela artista com as colaborações de Rita Onofre, na composição e letras, Matheus Paraizo, na faixa ‘Perto’, e com produção de Choro, o disco é uma coleção de canções com ritmos fortes e disruptivos apoiados em guitarras e percussões marcantes que cruzam as sonoridades Pop, Hyperpop, Eletrónica e Urbana.
Além de ‘Nunca Te Esqueço, Meu Amor’, “Brilho” inclui os singles ‘Porque Te Quero’, com rotação na Rádio Comercial, ‘Tanto Tempo’, ‘Hipnose’, em rotação na Antena 3, e ‘Sina’. A par da componente musical, Inês Monstro liderou a direção criativa de todos os videoclipes e dos espetáculos ao vivo, que já passaram por salas como o Musicbox ou festivais como o Super Bock em Stock 2023. A cantora e compositora vai atuar no próximo dia 22 de junho no Rock In Rio Lisboa 2024, no Super Bock Digital Stage, ao lado dos guitarristas Alex Sweeney e NED FLANGER e das bailarinas Sasha Costa e Meg Reis.
Depois do sucesso do álbum de estreia, Inês Monstro prepara agora novos temas originais e mais datas de concertos ao vivo, a anunciar em breve.
Inês Monstro, nome artístico de Inês Laranjeira, ficou conhecida pelo público aos 16 anos, como finalista do programa “Ídolos”, da SIC, em 2009/10. A irreverência que carrega desde cedo reflete-se, agora, numa artista madura e com narrativas únicas.
Depois de ter estudado Canto e de se ter formado como Atriz na Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa, Inês Monstro colaborou com vários artistas nacionais e internacionais de diferentes áreas e géneros musicais, experiências que lhe permitiram evoluir não só como cantora, atriz e performer mas, também, como songwriter.
No início de 2023 lançou o primeiro single, ‘Porque Te Quero’, ao qual se seguiram ‘Tanto Tempo’, ‘Hipnose’ e ‘Sina’. Os temas anteciparam o álbum de estreia, “Brilho”, editado em outubro de 2023 e eleito um dos Melhores Álbuns de 2023 pela Blitz/Expresso. O disco foi apresentado em salas lotadas como o Musicbox ou a Casa do Alentejo, em Lisboa, este último integrado no cartaz do festival Super Bock em Stock 2023.
Os Senhores – Regresso (2024) (single)
Os Senhores – Regresso (2024) (single)
Os Senhores apresentam o novo single do disco de estreia “Sr. Saraiva”: segundo o vocalista e autor da letra, David Pinheiro, “Regresso” fala sobre a importância que o MAR pode ter na vida e na criatividade de uma pessoa. Sobre a importância deste tipo de elementos para nos sentirmos completos enquanto seres humanos. E claro, é também uma história de Amor. Ou seja, o MAR ganha uma importância tal que até o Amor se encontra lá. A personagem principal do vídeo volta a ser o Sr. Saraiva que se percebe que esteve muito tempo afastado do MAR por razões que o ultrapassam…porém, a vida encaminha-nos sempre para o sítio certo, para o devido lugar e neste caso o Sr. Saraiva regressa ao MAR. Ainda assim e durante todo o tempo que esteve afastado do seu destino, nunca deixou de acreditar e de procurar ao mesmo tempo aquilo que nos une a todos, o Amor. E quem sabe se não foi também isso que lhe permitiu o tal REGRESSO. É uma metáfora simples da vida que nos mostra que nunca devemos deixar de lutar por aquilo em que acreditamos.”
O vídeo conta com a realização de Tiago Albuquerque, ilustrador e responsável pelos vídeos da banda.
Os Senhores contam com dois elementos dos Amor Electro, Tiago Pais Dias e Ricardo Vasconcelos, Bruno Jardim Fernandes, e tem como líder David Pinheiro. É um projecto que tem como principal objectivo voltar aos elementos que caracterizaram grande parte da música dos anos 90: a honestidade, a sinceridade, a emoção. As suas canções são um regresso à importância das palavras.
No dia 7 de Junho Os Senhores atuam na 4ª Edição do Douro Wine City, no Peso da Régua.
Luís Braz Teixeira – Sonhos (2024) (single)
Luís Braz Teixeira – Sonhos (2024) (single)
Luís Braz Teixeira estreia o novo single “sonhos”
Cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista com influências de R&B, Indie Pop e Soul, Luís Braz Teixeira começou a aprender música com 4 anos e desde 2020 conta com 26 temas originais e 2 EP’s.
Quando queremos deixar a realidade para trás, existe uma melodia que nos leva para longe, sem sair do lugar: “sonhos”, a segunda música do primeiro projeto em português de Luís Braz Teixeira
Com uma fusão entre o Pop e o R&B, “sonhos”, a segunda música do primeiro projeto em português de Luís Braz Teixeira, tem uma atmosfera calma e letra profunda, transmitindo uma mensagem triste e introspectiva, perfeita para momentos em que nos queremos fugir à realidade.
Uma bonita dualidade entre o significado da música e as melodias vibrante torna este tema ainda mais reconfortante.
sús – Abdolmen (2024) (single)
sús – Abdolmen (2024) (single)
“Entre” é o álbum de estreia de sús
Depois dos singles, “Primavera Deserta”, “Cicatriz” e “Além do Tempo”, sús edita o seu álbum de estreia “Entre”, um álbum que é tanto um convite como uma ode à impermanência das transições.
Para sús, foi um “processo longo e muito empoderador” assinar pela primeira vez a produção, composição, gravação e performance de todo o disco cujas canções foram escritas na Dinamarca, mas terminadas em diversos lugares.
A forma como percecionamos o conceito de interior, de casa, de útero e de tudo que nos é íntimo e que tem como consequência a demanda pelo exterior, é a reflexão que a artista nos propõe no seu primeiro longa duração a solo.
“É nesta reflexão que me deparo com o “Entre”, com as membranas ou paredes que nos confrontam com o facto de estarmos unidos pelo que nos separa.”
É um disco sobre processos, transições, relações consigo e com o outro, com lugares, memórias, ideias, palavras, e sobre o encontro com os lugares de calma entre as tempestades. Num tom contemplativo e melancólico, “Entre” fala também sobre o amor, a perda e o afeto.
Com uma sonoridade que se acerca do folclore, do misticismo e do realismo mágico, “Entre”, é um disco que abraça o experimentalismo, a música eletrónica e a art-pop mas com a palavra em evidência.
No fundo são “canções sem receita, mas com uma vaga memória daqueles livros de culinária que percorrem gerações”, como nos explica a artista. Na música de sús, subsiste um paralelismo entre os saberes antigos, a música tradicional portuguesa no alto da sua ritualidade e um fascínio da artista pela tecnologia, a eletrónica e uma estética avant-garde.
Esta pluralidade marca o ponto de partida para a busca incessante de uma sonoridade que procura o novo, transportando consigo o antigo. sús bebe da tradição mas olha a vanguarda nos olhos.
Contradição – Carlos Sanches, Filipe Keil (2024) (single)
Contradição – Carlos Sanches, Filipe Keil (2024) (single)
Dois cantautores Flavienses, Carlos Sanches e Filipe Keil, juntaram-se e combinando as suas habilidades musicais distintas, criaram “Contradição”, uma obra que é um mergulho na complexidade e dualidade dos relacionamentos. Esta canção retrata a desconfiança e o ceticismo dos afetos de uma forma que é ao mesmo tempo pessoal e universal. É um convite para uma reflexão sobre a intimidade.
Carlos Sanches é conhecido pelas suas canções introspetivas de indie folk, que capturam a essência do amor, desamor e solidão. Com a sua habilidade única de traduzir emoções em palavras, Sanches conquistou a crítica com o segundo EP – “A Migração das Andorinhas” – e recebeu uma menção honrosa nos Novos Talentos Fnac 2023 com o tema “Clara em Contraluz”.
Filipe Keil, também nascido em Chaves, é um músico multifacetado que, desde cedo, demonstrou talento para a música, escrita e produção musical. Com um corpo de trabalho diversificado, que inclui diversos singles e EPs, Keil não tem medo de explorar temas profundos e diversificados nas suas composições. O seu mais recente lançamento foi o EP, “Artificial”. Para Keil, a composição e a escrita são exercícios diários, uma paixão que transporta para cada projeto.
A produção musical de ‘Contradição’ ficou a cargo do músico Gustavo Almeida (Guss What) e está disponível em todas as plataformas digitais.
CONTRADIÇÃO
Carlos Sanches, Filipe Keil
Composição: Carlos Sanches, Filipe Keil
Letra: Carlos Sanches, Filipe Keil
Direção e Produção musical: Carlos Sanches, Gustavo Almeida
Mixagem e Masterização: Diogo Costa – MLN Studios
Distribuição: Morada
Daniel Galvão – Búzios (2024) (single)
Daniel Galvão – Búzios (2024) (single)
O cantor e compositor Daniel Galvão lançou o EP de estreia “perfil.”, já disponível em todas as plataformas digitais. O curta duração ê uma mistura de R&B, Neo-Soul, Pop, Jazz e Bossa Nova e retrata o mundo na perspetiva do artista, com as canções a representarem símbolos de coragem e liberdade. Todas as letras e músicas são da autoria de Daniel Galvão, que assina também a produção do EP, exceto na faixa ‘sem refrão.’, co-produzida com João Sampayo e Martim Tonic.
Nas palavras do artista, “o EP “perfil.” simboliza liberdade, perseverança e coragem de criar contra todas as adversidades e limitações. Representa, também, uma expressão irrestrita do meu universo musical através de 5 temas que, musicalmente, traduzem viagens distintas. Estou grato por finalmente dar a conhecer o meu ‘perfil.’ e partilhar o mundo segundo o meu ponto de vista”.
‘búzios.’ é o segundo single do EP de estreia de Daniel Galvão. Inspirado por uma viagem a Búzios, no Brasil, este é o tema do curta-duração que o próprio diz ser o mais biográfico e que descreve como “um antídoto de alegria”.
“A ‘búzios.’ é, para mim, uma das músicas mais especiais do meu EP “perfil.”. É, talvez, a menos parecida com as outras, musicalmente, porque representa uma viagem, uma fase da minha vida de pura inspiração e encantamento. É a única canção que escrevi completamente sozinho e, talvez por isso, seja a que melhor me traduz”, revela Daniel Galvão. “Eu queria fazer um tema que fizesse o ouvinte sorrir, que o levasse a um lugar de paz. E, para mim, esse lugar é Búzios, no Brasil. Eu apaixonei-me completamente por aquele sítio, pela luz, pelas melodias que fluíam pelas ruas, pelas praias, pelas pessoas. É, fundamentalmente, uma canção que fiz para ouvir naqueles momentos em que a tristeza parece avassaladora, como uma espécie de antídoto de alegria”, conta ainda.
Composto por um total de 5 canções, entre elas o single de avanço ‘sem refrão.’, o EP “perfil.” marca a estreia discográfica de Daniel Galvão em nome próprio.
A música é parte integrante da vida de Daniel Galvão desde que se lembra: cresceu rodeado de cantores e músicos. Começou a gravar canções ainda muito novo e teve educação musical formal com cinco professores de canto diferentes, sendo que cada um deles lhe transmitiu técnicas distintas. No entanto, foi na igreja que frequentava com a família que conheceu a voz como “veículo” e “instrumento” e, ainda, a importância de ouvir e sentir os músicos em seu redor e executar, independentemente de qualquer improviso ou adversidade.
Muito por conta da sua educação e contexto familiar as principais inspirações e referências musicais de Daniel Galvão encontram-se no Gospel. Em casa ouvia Whitney Houston ou Sade, mas, também, cantores e músicos de Jazz, como Melody Gardot e Louis Dowdeswell, compositores como Claude Debussy e Tchaikovsky, e os contemporâneos Kings of Convenience, Tom Misch, Gal Costa ou Margarida Campelo.
As suas próprias composições são e serão um reflexo da fase da vida em que foram criadas. Daniel Galvão acredita que a música transcende a linguagem e, por mais que tenha uma mensagem em mente, cada pessoa que ouvir as suas canções poderá interpretá-las de maneira diferente. Assim, um dos objetivos passa por conseguir que as pessoas que o ouvem, independentemente de falarem ou não a língua em que escreve, possam simplesmente sentir, e associar cada tema a memórias e momentos das suas vidas, os passados e os que ainda estão por vir.
2024 é o ano da estreia discográfica de Daniel Galvão, com o lançamento do EP “perfil.”. Do alinhamento do curta-duração fazem parte os singles ‘búzios.’ e ‘sem refrão.’.
Beatriz Villar – Especial (2024) (single)
Beatriz Villar – Especial (2024) (single) Id
Beatriz Villar, cantora e compositora, disponibilizou o seu novo single. Com letra escrita pela própria e música escrita a par com Diogo Mendes.
Especial é o início do novo caminho da artista de Coimbra, combinando sonoridades da música tradicional e popular portuguesa e elementos da pop contemporânea, tendo esta música sido produzida por Filipe Survival.
Após a sua passagem pelo fado tradicional de Coimbra, Beatriz lança um novo single onde revela a sua verdadeira identidade musical. Com um toque de frescura, ela pretende adicionar a sua visão ao panorama da música pop portuguesa através de elementos de sonoridades tradicionais e uma forma de cantar que pretende cativar o ouvinte.
“Especial” celebra a essência do amor, mostrando-o como ele deve ser: livre de amarras e preconceitos, manifestando-se nas pequenas coisas.
Para a cantora, o amor deve ser cúmplice, priorizar a amizade e o diálogo, o abraço e a celebração.