Luís Capitão – Casa Incerteza (2024) (single)

Luís Capitão – Casa Incerteza (2024) (single)

O álbum de estreia de Luís Capitão, Vida Dupla, a editar no dia 17 de Maio, ganha novo single com o tema “Casa Incerteza”.

Dizem que a água não se mistura com azeite. E é verdade. O mesmo não acontece com o fado e o rap. “Casa Incerteza” surge como uma criação de algo novo: a mistura dos versos de Bruno Sena, rapper sadino especialista em improviso, com o cantar da guitarra de Luís Capitão acompanhado por Leonardo Pisco nesta aventura. Será uma premonição de um novo estilo? Neo típico, corrido e com uma energia tão própria?

Honrando o espólio da Dona Amália na letra com uma mensagem actual, aqui fica o single produzido e pensado por Capitão com videoclip realizado por Cross Eye. “Casa Incerteza” faz jus ao trabalho que tem vindo a ser apresentado, misturando vários ingredientes e chegando a novas receitas, nos vários sabores apresentados nos temas deste longa duração.

Vida Dupla é o primeiro Longa Duração de Luís Capitão ao leme da Guitarra Portuguesa adocicada pela viola de Leonardo Pisco.

Vida dupla, a dualidade mundana em que vivem muitos autores. Entre vida familiar e laboral, muitos artistas mergulham no seu universo privado para construir a obra.

São 7 temas como os 7 mares deste mundo, do rap ao fado e instrumentais exóticos diferentes da estética associada à guitarra portuguesa. Experimentar para viajar, arriscar para fazer dançar, chocar para agradar, Luís Capitão e Leonardo Pisco agarram na tradição como veículo para a energia deste conjunto de músicas.

Com uma passagem pelo Got Talent 2024, chegando às semifinais, muitas actuações ao vivo, colaborações e 2 anos de árduo treino para dominar a técnica deste complexo instrumento, surge Luís Capitão com esta proposta mais madura e curada.

Luís Capitão, sempre acompanhado por Leonardo Pisco, pretende rumar a todos os cantos deste país à beira mar plantado. Os próximos concertos confirmados são: 8 de Junho em Reguengos de Monsaraz, 18 de Julho no Trombone Jazz na Foz do Arelho, 24 de Julho em Portimão e 25 de Julho no Castelo de Silves.

https://instagram.com/luiscapitao_

Youtube Luís Capitão

https://instagram.com/leonardo.p1sco

Reino Da Fruta – Fruta Do Reino (2024) (single)

Reino Da Fruta – Fruta Do Reino (2024) (single)

Depois do lançamento de “Reino da Fruta”, EP de estreia da iguaria de Lisboa, distinta mistura de diferentes aromas, no passado dia 1 de março, o duo de João Abelaira Nascimento, aka Doctor Mobooze, e Gonçalo Costa acaba de disponibilizar videoclipe para o tema “Fruta do Reino”.

Este novo single, que se destaca pela sua vertente instrumental, segue a premissa do EP: uma sonoridade peculiar e dançável, navegando pelos universos da synthpop, eletrónica, house, disco, pop e, nesta faixa em particular, até do techno.

“Quisemos fazer um banger. Foi este o resultado!”, sublinham João Abelaira Nascimento, aka Doctor Mobooze, e Gonçalo Costa, acrescentando ainda que “Fruta do Reino” é um convite para dançar.

Reino da Fruta revelam assim o terceiro single do EP homónimo, um trabalho que aborda diferentes tipos de humor, entre outras coisas, através do recurso descomplexado e desregrado a várias línguas, e que se entrelaça em experiências melódicas que tanto nos criticam como nos acariciam: uma viagem distinta e sugestiva, composta por seis faixas, incluindo os primeiros singles do projeto, “Ganso Preto” e “Hulala”, último tema em antecipação, que conta com a participação da artista Femme Falafel.

O videoclipe de “Fruta do Reino” já se encontra disponível e foi realizado pela Inês Matias. A faixa foi produzida com a ajuda de Filipe Paes (Sequin, Whosputo) e masterizada por Luís Lucena.

Natacha Oliveira – Bitter (2024) (single)

Natacha Oliveira – Bitter (2024) (single) Id

Natacha Oliveira é uma cantora e compositora portuguesa, com raízes profundamente influenciadas pelo Soul e Blues. 

Com a sua voz aveludada e letras sinceras, Natacha canta sobre amor, perda, e todas as emoções que surgem dessas experiências. Cada música é um capítulo do livro da sua vida, narrado com autenticidade. 

Após o lançamento do seu single de estreia “Why”, no final do ano passado, Natacha continua a cativar ouvintes, agora com o seu novíssimo single “Bitter”, canção que já está em rotação em programas da rádio britânica BBC Radio 1 e BBC Radio 3.

Bernardo Bravo – Desassossego N.10 – Sigilo (2024) (single)

Bernardo Bravo – Desassossego N.10 – Sigilo (2024) (single) Id

Retratando uma relação amorosa em conflito, o brasileiro Bernardo Bravo apresenta o single Desassossego n.10 – Sigilo, com produção musical de Du Gomide. O tema transita por universos distintos ao colher referências musicais do pagodão baiano – gênero musical do nordeste do Brasil – e da bachata, ao mesmo tempo em que bebe da fonte poética de Fernando Pessoa. A canção faz parte do repertório do Disco do Desassossego Deluxe, reedição do álbum homónimo de 2019 que traz trechos declamados do Livro do Desassossego em diálogo com as temáticas das canções. O tema está entre as quatro músicas inéditas que foram acrescidas ao disco, e chega com visualizer assinado por Carolina Bassani. Assista aqui. 

“Esta música aborda uma relação em conflito, ou melhor, relata a conversa entre protagonista e personagem a partir de uma relação que se sabia ser conflituosa antes mesmo de começar. Uma relação sigilosa, em segredo, que possui tensão (e tesão) por não poder ter sido revelada”, comenta Bernardo. No vídeo que acompanha a canção, o artista está em uma piscina – cenário aquático que esteve presente também na versão anterior do álbum – e utiliza o elemento água como metáfora visual do desassossego que busca retratar.   

Hadessa – Ávida (2024) (single)

Hadessa – Ávida (2024) (single)

O derradeiro tema do disco FORTUNA remete para o momento em que tudo começou. Ávida, a última canção a ser apresentada neste disco de estreia de HADESSA, foi a primeira a ser escrita para o disco, e ao invés de invocar a abundância e a opulência que ouvimos nos primeiros temas, é uma canção nervosa e inquieta, aparentemente simples, mas de métrica e compasso complexos. Nela encontra-se a verdadeira génese de FORTUNA: um sentimento eufórico e de grandiosidade, um grande desejo de entregar ao mundo um disco de estreia altamente impactante, mas ao mesmo tempo uma grande dificuldade em visualizar o caminho até lá chegar. Em Ávida, ouvimos cantar sobre a constante necessidade de mudança e de estímulo, o pendor para o risco, a agitação e descontrolo que caracterizaram o momento em que a artista – que vive com doença do espectro bipolar – atravessava quando começou a conceber o seu disco de estreia. 

Se há quem considere HADESSA artesã da palavra, Ávida é uma jóia em filigrana, com cada sílaba perfeitamente pensada para cada lugar. Junto com harmonias que se vão adensando ao longo da música, o tema produzido e gravado com Catarina Branco é um exemplo de colaboração entre duas artistas, autoras e produtoras onde o resultado é maior que a soma das partes.

Human Natures – The Meaning Song (2024) (single)

Human Natures – The Meaning Song (2024) (single)

Pela voz de Maria Roque (recém-vencedora do Festival Termómetro com o projeto Mazela, onde irá atuar nos festivais NOS Alive, Bons Sons e Vodafone Paredes de Coura) e entoada em coro, The Meaning Song expressa o turbilhão de emoções que é sentido ao longo da vida. Desde a paixão ao ódio, descrevendo os altos e baixos da experiência humana. Aprender a saber amar, e deixar partir. A música foi gravada nos Estúdios da EMA (Coimbra), misturada e produzida por Buga Lopes, masterizada por Miguel Pinheiro Marques na Arda Recorders (Porto) e conta com videoclip realizado pela We Are Frames (Lisboa).

A criação de HUMAN NATURES, alter-ego baseado em Lisboa, surge a partir das ideias que João Ribeiro criou ao longo da última década, encontrando na música uma forma de expressar as suas emoções, culminando com o lapidar das canções com um novo grupo de artistas provenientes de vários projetos nacionais emergentes, tais como Eigreen, Líquen, LVI, Masena, MaZela e Peixinhos da Horta, nomeadamente: Alexandre Loureiro, Carlos Serra, Constança Ochoa, Francisco Frutuoso, José Santos, Luísa Levi, Maria Roque e Vasco Faim.

Os primeiros singles The Now e The Road foram bem recebidos pelo público, rádios ibéricas e norte-americanas (Antena 1, Antena 3, RUC, RADAR, FUTURA, RUM, SBSR, esRadio, WPRK, entre outras) sendo a banda selecionada a integrar o CD de Novos Talentos FNAC 2023, a Mostra Nacional de Jovens Criadores 2023 do Gerador e ainda o Festival Emergente 2023 no Musicbox, Lisboa.

Surge assim o LP de estreia ELECTRIC DREAMS (TBR 2024), através da fusão de diversos géneros musicais – desde o dream rock, trip hop, indie eletrónica e shoegaze – tendo como principais influências nomes tais como Beach House, David Bowie, Fleet Foxes, Hania Rani, Massive Attack, Radiohead ou Slowdive, onde são exploradas texturas melódicas, criadas através de guitarras elétricas, vozes e coros modulados, pianos, sintetizadores, e ainda contando com a participação do quarteto de cordas Almedina Ensemble e septeto de sopros Coimbrass Band.

O novo single The Meaning Song, pertence ao Capítulo II do álbum que contará com 12 faixas, divulgando assim as músicas que farão parte dos 2 capítulos iniciais. Ao longo dos próximos meses serão desvendadas um total de 4 músicas, todas acompanhadas por videoclipes criados pela filmográfica WE ARE FRAMES com realização e produção por Laura Couto e Júlio Droguetti.

ELECTRIC DREAMS – CAPÍTULO I & II:

ELECTRIC DREAMS I

THE ROAD

STRINGS

ELECTRIC DREAMS II

THE MEANING SONG

SKIES

FICHA TÉCNICA

COMPOSIÇÃO & LETRA: João Ribeiro

INTÉRPRETES:

Alexandre Loureiro – Bateria, Voz

Carlos Serra – Baixo, Voz

Constança Ochoa – Voz

Francisco Frutuoso – Guitarra, Voz

João Ribeiro – Baixo, Guitarra, Teclados, Voz

José Santos – Teclados, Voz

Luísa Levi – Voz

Maria Roque – Voz

GRAVAÇÃO & EDIÇÃO:

João Ribeiro

Buga Lopes – Estúdios EMA 

MISTURA & PRODUÇÃO:

Buga Lopes

MASTERIZAÇÃO:

Miguel Marques Pinheiro – Arda Recorders

Catarina Branco – Se Passares Pelo Adro (2024) (single)

Catarina Branco – Se Passares Pelo Adro (2024) (single)

Catarina Branco acaba de disponibilizar “Se Passares Pelo Adro”, segundo e último tema em antecipação ao EP “Não me peças mais canções”, agendado para o dia 31 de maio.

A canção é um original de Francisco Carrilho, compositor e músico caldense, e surgiu a partir do poema de António Botto, sendo a mesma composta para o Grupo Coral e Musical da Casa de Pessoal do Hospital das Caldas da Rainha, que acompanhará Catarina Branco ao vivo no dia 7 de junho na Escola Básica e Secundária de São Martinho do Porto e no dia 9 de junho no Coreto do Parque D.Carlos I nas Caldas da Rainha.

Foi no refrão de “Se Passares Pelo Adro” que a artista retirou o título do EP “Não me peças mais canções”, futuro disco que celebra as suas raízes: “Não me peças mais canções / Porque a cantar vou sofrendo / Sou como as velas do altar / Que dão luz e vão morrendo”; Catarina Branco revela ainda que escolheu esta frase como forma de calar a voz intrusiva que a teimava em convencer que a única forma de existir enquanto música seria compondo originais. “Não me peças mais canções porque tinha de me debruçar nas que já existiam”, sublinha.

“O segredo do equilíbrio destes arranjos está na própria exploração do novo instrumento, aliado a um conhecimento vasto em sintetizadores”: A necessidade deste trabalho interior de reconhecimento individual e artístico em material que já existe, serviu para consolidar a sua sonoridade e identidade musical. Foi também um pretexto para aprender a tocar um novo instrumento: a viola amarantina; e procurar inserir esse mesmo instrumento, a uma linguagem de teclados já presente. Permitindo assim alargar os extremos e limites da electro synth-pop, a folk e o tradicional.

“Não me peças mais canções” conta ainda com mais um original de Francisco Carrilho e dois outros temas do cancioneiro popular.

“Se Passares Pelo Adro” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Capão – Blackjack (2024) (single)

Capão – Blackjack (2024) (single)

Capão é natural de Comenda, no concelho de Gavião, distrito de Portalegre. Desde muito cedo descobriu o seu gosto e talento pela música, sobretudo pelo trap. Tudo começou numa noite em que os amigos decidiu fazer uma batalha de rimas, tendo-se apercebido como o próprio conta, “que tinha jeito para rimar”. Impulsionado por esta descoberta, procura saber mais e começa a ouvir Teto, raper brasileiro que o influencia musicalmente e o leva a apaixonar-se pelo trap.

Decidido que queria fazer música a sua vida, dedica bastante do seu tempo a rimar e a aperfeiçoar-se enquanto raper e artista, trabalho que culmina com o lançamento da sua primeira música, intitulada “Lágrimas”, em janeiro de 2023.

Estava dado o primeiro passo de um percurso ainda jovem, mas cheio de talento. Apostando toda a sua dedicação e esforço para tornar a sua música cada

 vez melhor, seguiu-se o lançamento do tema “Vida Controversa” e, logo de seguida, foi apresentado “Sopro”. Em agosto foi o momento de mais um lançamento, novo tema de Capão, desta vez, com maior impacto do que os temas anteriores. O single “Série” atingiu as 7 mil streamings no Spotify, tornando-se no seu tema de maior sucesso. Capão fechou o ano com o lançamento do seu primeiro EP, intitulado “Dupla Personalidade”, num trabalho íntimo e muito pessoal. Já em 2024, o artista lança “Bruxo” e “Blackjack”, dois novos singles com um conceito repartido, mas ligados entre si através de uma mensagem.

O rapaz que queria ser ciclista, deixou esse sonho pela música, na procura pela perfeição naquilo que mais gosta de fazer, rimar.

BLACKJACK

Este single não se trata de um só tema, pois é a continuidade do single anterior “Bruxo”, um conceito repartido em duas partes, ligados entre si, através de uma mensagem. “Blackjack” é a segunda música de duas que o artista lança neste mês de abril, partes diferentes de uma mesma história, início e fim de uma mensagem. Dois temas interligados entre si, que se complementam.

“Blackjack” é o segundo single deste ano de 2024, um tema que fala do seu irmão mais velho, “Bruxo”, o primeiro tema a ser lançado. Com um refrão forte, “Blackjack”, em contraste com o seu irmão, é um tema mais completo e com maior carga energética, numa ligação onde ambos se completam. Dois temas irmãos, que compartilham entre si a sonoridade e a energia. O single “Blackjack” foi lançado no dia 19 de abril e está disponível nas principais plataformas digitais.

E.Se – Galope (2024) (single)

E.Se – Galope (2024) (single)

“Hubris” é o terceiro longa duração de E.se. Sendo verdade que o nome do disco significa arrogância, este é acima de tudo um símbolo de autoconhecimento. Num álbum mais “escuro” que o seu antecessor, Mangrove (2022), em Hubris é clara a maturidade criativa de E.se, cada vez mais confortável na sua fragilidade, abordando temas como a saúde mental, separações relacionais, solidão e crescimento.

Nos singles de antecipação – “Gravito” e o tema homónimo ao disco -, o músico e rapper almadense já revelava o que é consolidado no álbum: E.se dá liberdade às suas emoções e obsessões para fluírem pelas paisagens sonoras que lhes dão o contexto adequado. Uma viagem mental que o leva às ambiências pop, ao jazz contemporâneo, ao r&b ou à música electrónica. O resultado desta mescla adere na perfeição a um álbum hip hop atrevido e característico, composto por 15 faixas onde E.se, além da sua escrita e interpretação, intervém também como produtor pela primeira vez.

A produção ficou a cargo de nomes como Lunn, Minus & MrDolly, E.se, NED FLANGER e Mei Rose, conta com colaborações vocais de xtinto, L-ALI, Mei Rose, Minus & MrDolly e Matheus Paraízo e mistura e masterização por Beiro (excepto na faixa ângulo morto por Pedro Borges). O álbum é editado pela Produções Hipotéticas.

O disco irá ser apresentado ao vivo no Porto no Maus Hábitos a 14 de Junho e em Lisboa no Musicbox a 15 de Junho. Nessas datas marcarão presença vários dos convidados que podem ouvir em Hubris.

Virgem Suta – Dois Dias (2024) (single)

Virgem Suta – Dois Dias (2024) (single)

“Dois Dias” é o nome do novo single dos Virgem Suta e marca o regresso da banda às edições, antecipando o universo daquele que será o quarto álbum de originais da dupla formada por Jorge Benvinda e Nuno Figueiredo que assinala 15 anos de carreira.

Habituados a transformar histórias em canções, os Virgem Suta mantêm a perspicácia e ironia a que habituaram os seus ouvintes, retratando em “Dois Dias” o tema da rotina frenética da sociedade atual e a generalizada procura de ideais de felicidade tantas vezes distorcidos.

Com produção de JP Coimbra, o single aponta para novos caminhos estéticos, abrindo o apetite para o álbum que se avizinha.

“Dois Dias” estará disponível em todas as plataformas digitais a partir de 3 de maio.

Com lançamento de novo disco previsto para outubro, o quarto álbum da banda de Jorge Benvinda e Nuno Figueiredo tem já definidas as datas de apresentação em Lisboa e Porto. Na capital a banda subirá ao palco do Teatro Maria Matos no dia 12 de novembro e na invicta, ao da Casa da Música, dia 21 de novembro.

No ano em que celebram 15 anos de carreira, os Virgem Suta propõem uma viagem sonora com passagem obrigatória por novos temas, clássicos incontornáveis e temas já editados, nunca antes apresentados em concerto.

Ao vivo, além de Jorge Benvinda na voz e guitarra e Nuno Figueiredo nas guitarras e coros, a banda contará com Bruno Vasconcelos nas guitarras, programações e coros, Hélder Morais no baixo, sintetizador e coros e Jorge Costa na bateria, percussões e programações.

Sobre os Virgem Suta

Os Virgem Suta surgiram em 2009 com um álbum homónimo e desde essa data lançaram Doce Lar em 2012 e Limbo em 2015, todos com o selo da Universal Music. Em 2010 foram nomeados para os Prémios Globos de Ouro na categoria Melhor Banda e em 2013 na categoria Melhor Álbum.

Ao longo dos quatorze anos de existência nunca deixaram de atuar ao vivo, tendo no currículo centenas de concertos um pouco por todo o país, inclusive em alguns dos maiores festivais nacionais (Meo Sudoeste, Meo Marés Vivas, Festival F, Festival Med, Festival Músicas do Mundo de Sines, Festival Sem Soldos, entre outros). Internacionalmente já atuaram no Brasil, Canadá, Macau, Timor, Bélgica, Hungria, Espanha e mais recentemente no Chile, num dos maiores festivais de música do mundo, o Womad.

Exemplo de consistência artística, Nuno Figueiredo e Jorge Benvinda são autores de algumas das canções mais irresistíveis da música portuguesa. As suas composições ganham uma intensidade que varia entre a energia contagiante de uma festa e a tranquilidade comovente, criando na audiência a sensação de estar em casa. Se temas como “Regra Geral” e “Linhas Cruzadas”, que continuam a integrar playlists das rádios nacionais, são obrigatórios ao vivo, a verdadeira festa surge nos primeiros acordes de “Dança de Balcão”, “Tomo Conta Desta Tua Casa” ou “Vovó Joaquina”.

Em 2024 a banda comemora o décimo quinto aniversário com novo álbum e nova digressão.

Mónica Teotónio – Se Me Vens Salvar (2024) (single) Id

Mónica Teotónio – Se Me Vens Salvar (2024) (single) Id

‘Se me vens salvar’ é o novo single de Mónica Teotónio com Latte

Depois do sucesso de estreia ‘Todos os dias’, seguido de ‘Tête-à-Tête’, canções escritas por Mónica Teotónio e João Só, numa parceria única entre os dois artistas, surge a primeira colaboração de Mónica Teotónio. Numa balada comovente, ‘Se me vens salvar’ junta a voz de Latte à de Mónica Teotónio, num prenúncio de esperança sobre o amor nos dias de hoje.

“Esta canção foi das primeiras a ser escrita, num momento em que estava desacreditada em relações, em compromissos descomprometidos e vem como um pedido de ajuda, de salvação, para que de alguma forma o amor fosse/seja levado mais a sério. De mim, para mim.” afirma a artista.

Nascida numa família de artistas, é na música que encontra o espaço e a voz para mostrar os textos escondidos, mas a par de tudo isto, Mónica Teotónio assume também outros papéis no mundo artístico como produtora não só de videoclipes mas também de publicidade. É nestas duas praias que a artista se sente realizada e é com este novo single que pretende mostrar que o seu Pop e timbre arrojado vieram mesmo para ficar.

Ainda sobre ‘Se me vens salvar’ a cantora afirma “É uma das minhas canções favoritas, oiço e sinto tudo aquilo que escrevi. Desde que comecei a lançar canções sinto que fiquei um bocadinho mais frágil, tenho dado espaço para sentir mais, escrever sobre o que sinto, falar sobre, e tem sido uma novidade permitir-me a aceitar os dias em que está tudo bem em não estar tudo bem.”. 

Esta canção fala sobre a dificuldade de entrega total no amor. “Vivemos a correr, amamos a correr, esquecemo-nos que no amor também há dias de desamor e que aprender a vivê-los também é amar.” acrescenta Mónica. 

Depois de apresentar este single num dos seus primeiros concertos, e de ter convidado Latte para a acompanhar, as artistas sentiram necessidade de unir as vozes nesta canção, e assim nasce esta colaboração. 

Este é o terceiro single de Mónica Teotónio, que conta novamente com a produção de João Só, numa balada Pop, com o seu timbre distinto, que podemos escutar a partir de hoje em todas as plataformas digitais. 

João Balão – Suite Mater (2024) (single)

João Balão – Suite Mater (2024) (single)

Ao ler o texto de “A Noite do Choro Pequeno”, fiquei maravilhado com a forma como João Ascenso contou uma história tão terna, ao mesmo tempo que expôs a realidade de ser mulher em Portugal dos anos 60 que infelizmente ainda persiste até hoje em muitos casos . Ao ler aquelas linhas fui tomado por uma imensa ternura pelas duas personagens que as atrizes Maria D’Aires e Joana de Verona tão magistralmente trouxeram ao palco, sob a suprema direção de Beto Coville e Luísa Ortigoso. Espero que esta banda sonora lhes tenha ajudado no seu maravilhoso trabalho.

“Duas histórias que se cruzam. Duas mulheres, duas princesas , uma de pé no chão , outra com a cabeça nas nuvens . Cada uma com seu som, sua música , sua marca. A mistura dessas histórias brindada com uma música única que representa esses dois lados da vida e que embala a narrativa num caminho fascinante onde a verdade de cada uma prevalece e brilha. O som da vida crua e dura da realidade do que é ser mulher.” (Beto Coville, encenador)

“Ambiência musical bela.  Envolvente, melancólica que nos transportou nesta espera conjunta. Nos suportou no encontro e levitou na emoção.” (Joana de Verona, actriz)

“A música evoca  o mapa de uma certa melancolia do tempo passado ou do que podia ter sido e não pode ser. Reconhece ao longe  o desenho de uma  constelação de sentimentos perdidos e não ditos, solta-os, desperta-os do vazio na procura de um novo ponto de encontro – o afeto. Em cada espectáculo é libertadora. É o incentivo à procura da verdade.” (Maria D’Aires, actriz)

Mais informações em https://joaobalao.wixsite.com/joaobalao