Fontayne surge “Sem Humor” como cartão de visita do EP “Bem-Vindo ao Meu Mundo”
Após uma série de lançamentos bem-sucedidos, incluindo os singles “Feliz”, “Mar de Rosas” e “Falta de Ar”, Fontayne retorna com uma nova oferta musical que promete provocar reflexões e emoções intensas. Intitulado “Sem Humor”, o novo single de Fontayne não só mantém a sua linha crítica distintiva, mas também oferece uma visão íntima da batalha do artista com a saúde mental.
Disponível em todas as plataformas digitais desde 12 de abril de 2024
“Sem Humor” está disponível em todas as principais plataformas digitais, incluindo Spotify, Apple Music, Amazon Music, Tidal e Deezer, desde o dia 12 de Abril de 2024. Este projeto, segundo Fontayne, surge da sua jornada pessoal de superação e da sua determinação em ajudar outros a identificarem-se com a sua mensagem através da música.
Uma expressão sincera sobre saúde mental
Com “Sem Humor”, Fontayne não apenas compartilha a sua própria luta mental, mas também destaca a importância da saúde mental na sociedade contemporânea. A letra da música revela a vulnerabilidade do artista e a difícil época que tem enfrentado, servindo como um lembrete poderoso sobre a necessidade de se cuidar da saúde mental.
Um Artista comprometido com a autenticidade
Fontayne, um talentoso jovem artista conhecido pela sua abordagem única que combina emo rap e pop rock, continua a desafiar as expectativas com cada novo lançamento. Com “Sem Humor” e o EP “Bem-Vindo ao Meu Mundo”, ele não só procura conectar-se emocionalmente com seu público, mas também compartilhar uma parte fundamental da sua jornada pessoal.
Dreia – Traz O Que É Meu (2024) (single) Id
Dreia – Traz O Que É Meu (2024) (single)
DREIA APRESENTA SINGLE DE ESTREIA ‘TRAZ O QUE É MEU’
Tema que apresenta o primeiro EP da artista foi escrito com Rita Onofre e produzido por Choro
Dreia, cantora e compositora, disponibilizou o primeiro single ‘Traz o que é meu’. Com letra e música coescrita pela própria com Rita Onofre e produção de Choro, esta é uma música indie-pop eletrónica sobre autodescoberta e a libertação de uma narrativa que a artista não sentia como sua.
“Esta canção é a viagem da minha evolução interna, o primeiro capítulo do percurso de redescoberta da minha voz e identidade artística. Simboliza o meu renascimento e é um grito de libertação de tudo o que me limitou, de todas as partes de mim que fui calando para caber em sítios e pessoas onde não pertencia”, revela Dreia.
“É uma honra poder trabalhar com a Rita Onofre e o Choro que, desde o primeiro dia, se preocuparam em servir da melhor forma a minha identidade artística e as minhas canções. Em ‘Traz o que é meu’ encontrámos o equilíbrio entre a voz doce e os elementos eletrónicos que trazem a força da transformação. É uma sonoridade que revela a vulnerabilidade como força, num ambiente etéreo e contemplativo, mas também de resiliência e superação”, conta ainda.
‘Traz o que é meu’ foi a primeira canção escrita pela cantora e compositora e, por toda a simbologia de renascimento que encerra, é editada a 13 de maio, dia em que completa 28 anos de idade. O tema é acompanhado por um videoclipe cinematográfico realizado por Diana Mendes, inspirado no universo de “Alice No País Das Maravilhas”.
“A principal referência visual foi a “Alice no País das Maravilhas”, que nos permite brincar com os conceitos de proporções — aumentar e diminuir — e evocar um espaço de transformação, dando lugar à inocência e maravilhamento, mas também à tomada de consciência da importância da escolha e da afirmação de para onde quero ir. Foram muitas horas de gravação e um cuidado exímio na composição de cada imagem”, afirma a artista.
O single ‘Traz o que é meu’ é o primeiro de vários lançamentos de Dreia previstos para 2024. O tema antecede o EP de estreia da cantora e compositora, que será editado em breve.
Dreia é o alter-ego artístico de Andreia Monteiro. Ligada emocionalmente à música desde cedo, sempre acalentou o sonho de ser cantora, no entanto, a timidez fez com que esse desejo ficasse em segundo plano. Teve aulas de guitarra e de piano e, posteriormente de piano jazz.
Entre as suas maiores referências musicais estão Billie Holiday, Chet Baker, MARO, Sarah Vaughan, Nina Simone, Billie Eilish, Lana Del Rey, iolanda, Rita Onofre, Jacob Collier, Mimi Froes, Milhanas ou Slow J, entre outros.
Ao trabalhar como jornalista, Dreia entrevistou vários músicos e essas conversas despertaram o desejo de concretizar o seu sonho maior. Decidiu, então, frequentar a escola de jazz Luiz Villas-Boas, do Hot Clube de Portugal, onde estudou piano e voz.
Posteriormente começou a trabalhar com Rita Onofre, com o propósito de melhorar a expressão das suas demos que, até então, sentia que não expressavam, ainda, a mensagem que pretendia passar. As palavras são profundamente importantes para a artista e um dos seus objetivos é transportar isso mesmo para a composição e para a forma como interpreta as canções, dando, a cada palavra, o seu peso.
Das sessões na Great Dane Studios nasceu o primeiro single, ‘Traz o que é meu’, que, segundo Dreia, conta a sua “história de transformação e superação de forma justa e bela”. Este é o tema que antecede o EP de estreia da artista, do qual serão, ainda, reveladas outras faixas no decorrer de 2024.
Marilia Duarte E Leo Middea – Negra Menina Que Dança (2024) (single)
Marilia Duarte E Leo Middea – Negra Menina Que Dança (2024) (single) Id
Marília Duarte reflete o amor e os mistérios da noite em single com Leo Middea
“Negra Menina que Dança” antecipa o disco de estreia da cantora e compositora
A cantora e compositora Marília Duarte se une com Leo Middea na envolvente “Negra Menina que Dança”, que chega com um single e clipe via ybmusic. A faixa representa uma dança entre o sol e a lua, explorando os mistérios da noite de um modo apaixonado.
Ouça “Negra Menina que Dança”: https://lnk.fuga.com/mariliaduarte_negrameninaquedanca
Assista ao clipe “Negra Menina que Dança”: https://youtu.be/1IKouS2m2mQ
“Acredito que esta canção sintetiza bem o disco que lançarei neste primeiro semestre, junto da qualidade sonora que ele traz. É como se fosse o recheio do bolo, mas pode ter certeza que esse bolo está cheio de surpresas”, conta Marília, sobre o novo single.
Assista ao clipe “Infinito Particular”: https://youtu.be/FC-EgY5O7BI
Assista ao clipe “Tente Entender”: https://youtu.be/PDDJJ_3LWnw
Assista ao clipe “Mandinga”: https://youtu.be/MS4sk5a1egQ
Essa faixa é um ponto central do “Lado D / Lado A, Dois Lados do Amor”, seu debut. Cada faixa do álbum trará uma jornada própria pelos diferentes aspectos do amor, desde a paixão até a superação de desafios, proporcionando uma catarse emocional e promovendo o autoconhecimento aos ouvintes. Um bom exemplo desta sensação é a parceria com Middea. Ele, que é um cantor e compositor brasileiro que conquistou destaque recentemente ao ser finalista do Festival da Canção em Portugal, foi uma colaboração que surgiu naturalmente, quase como magia.
“Conheci o Léo em um sarau e nossa afinidade musical foi instantânea. A partir disso, compor com ele foi como beber água e a canção surgiu numa espécie de transe musical. Eu comecei a canção explorando alguns acordes e logo já veio a letra e melodia da primeira parte e logo o Léo trouxe um colorido um pouco diferente para a parte B encontramos o refrão juntos surpreendendo em alguns caminhos harmônicos, mas foi quase como um jogral em que cada um pôs uma pitada de tempero, a gente foi chegando junto no resultado”, ela conta.
“Negra Menina que Dança” e singles que estarão no álbum de estreia de Marília estão disponíveis em todas as principais plataformas de streaming.
Sogranora – Sereias Do Mal (2024) (single)
Sogranora – Sereias Do Mal (2024) (single) Id
Os Sogranora disponibilizaram o novo single ‘Sereias do Mal’. Com letra de Ricardo Sebastião e Tomás Andrade e música e produção da autoria da banda, esta canção indie pop apresenta o EP “Dançar Sobre Arquitetura”, que será editado no final deste mês de maio.
“Este tema representa uma nova estética sonora e lírica dos Sogranora. É o single que introduz o próximo EP, que relata histórias e pensamentos sobre o desamor. Ao contrário das restantes canções, que são mais íntimas e sentimentais, ‘Sereias do Mal’ é mais em tom de brincadeira e conta a história de umas sereias que nos seduziram e embalaram, apenas para diversão pessoal”, revela o trio. “Esta é, talvez, a nossa música mais ambiciosa a nível de produção e foi um quebra cabeças conseguir com que todos os elementos tivessem o seu espaço”, contam ainda.
Escrita na Lagoa de Albufeira, perto de Sesimbra, e gravada em Viseu, com mistura de instrumental por João Gomes, mistura e captação de vozes feita pelos estúdios Next Level Productions e masterização por Rui Dias, nos estúdios Mister Master, ‘Sereias do Mal’ apresenta-se com um videoclipe realizado por Camilla Ciardi.
Este single marca uma nova etapa na carreira dos Sogranora e é o primeiro que a banda edita em antecipação ao EP “Dançar Sobre Arquitetura”.
Nas palavras do grupo, o próximo curta-duração é composto por “músicas de introspeção amorosa e de corações partidos ou rachados. É o primeiro projeto em que todos cantamos voz principal, com temas escritos pelos três. O Frank Zappa disse uma vez que “falar sobre música é como dançar sobre arquitetura”. Gostámos muito deste conceito e achámos que faria sentido para estas músicas, que são canções sem grandes preconceitos ou racionalizações. São apenas para se sentir e levam-nos a dançar sobre a arquitetura complexa dos nossos pensamentos e sentimentos”.
“Dançar Sobre Arquitetura“ é o terceiro EP dos Sogranora, sucedendo a “Amarílis”, de 2023, e “Altivez e Castigo”, de 2020. Esses lançamentos deram a conhecer temas como ‘Qualquer Impasse’, ‘Alguém’, ‘Cá Pra Ver’, ‘Semilisboeta’ ou ‘Se Ficares Sem Chão’.
Cristobal Rey – É Do Mar (2024) (single)
Cristobal Rey – É Do Mar (2024) (single)
Berlim, 26 de April de 2024 – Já está disponível nas plataformas digitais o LP Volta a Crescer, primeiro album da banda Cristóbal Rey Band, radicada em Berlim.
Volta a Crescer é uma experiência visceral e sem fronteiras, que nasce da busca intrínseca de Cristóbal Rey e da vontade dele em contar histórias que atravessam suas vivências. O músico, que cresceu durante a ditadura militar chilena, em uma família de esquerda, tornou-se imigrante na fase adulta e por conta de todos estes atravessamentos sempre considerou importante reverberar temáticas sociopolíticas em suas composições.
Além dos elementos políticos no discurso, no atual momento da carreira, Cristóbal olha para si com uma maior honestidade e permite-se idealizar um mundo invisível, ainda não tocado por uma sociedade materialista, decadente e imediatista, propondo viagens psicodélicas através dos elementos naturais e da relação com o tempo.
“Sinto que este projeto é meu maior sucesso, um som que as pessoas reconhecem como algo bem meu. Esse LP traduz o momento que estou vivenciando de consagração como músico, sem muita pretensão, não há essa busca de chegar em algum lugar, eu já estou. Minha maior felicidade é saber que estou fazendo um trabalho honesto, que está sendo bem recebido”, ele pontua.
Puxando para uma verve mais experimental e criativa, o LP foi gravado totalmente de forma analógica, evocando a interculturalidade de ritmos em seus arranjos e passeando pelo rock progressivo, indie rock e rock psicodélico, entre outros estilos, que juntos compõem o balaio de referências de Cristóbal, incluindo aí “o huayno andino em ‘Ainda Tem índio AÍ’ ou o toque reconfigurado do charango em ‘Brisa do Sol’”, destaca o compositor.
Reforçando toda esta mescla cultural que forjou a identidade artística de Cristóbal, as composições do EP são escritas nos idiomas português, espanhol, inglês e alemão.
A Banda
A Cristóbal Rey Band foi fundada no ano de 2022, em Berlim, quando Cristóbal Rey decidiu produzir as músicas de seu projeto solo. Focado nos últimos anos em sua banda Aquafaba, ele sentiu que era hora de lançar um novo álbum solo e imprimir uma viagem mais íntima e pessoal. A atual formação da banda é: David Gus (FR/DK) na bateria, Tomás Peralta (CL) no baixo, Giacomo Cantarini (IT) na guitarra e Cristóbal Rey (CL) na voz e ronroco.
● Ouça Ainda Tem Índio Aí
● Fotos de divulgação
● Letras do EP
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Cristóbal Rey é um cantor chileno, radicado em Berlim, e integrante da banda Aquafaba, na qual colaborou com dois discos. O artista já morou em diversos países como o Brasil, Estados Unidos, Canadá, Peru, Argentina e Lituânia, experiências que refletem na mistura de referências de seus trabalhos. Iniciou a carreira solo em 2003, lançamento já varios albums.
Cruzamente – Ilusões (2024) (single)
Cruzamente – Ilusões (2024) (single)
“Ilusões” é o segundo single do primeiro LP dos .cruzamente, um bicho como nós, e traz consigo uma melancolia quente, que nos leva à introspecção com um balançar da cabeça.
Porque é que somos assim? Como é que a nossa mente nos ilude ao ponto de não vermos o que está diante de nós? O encontro, mesmo que seja connosco, parte da cedência. E desse modo, quanto mais recíproca for, mais equidistante será o ponto de entendimento. Cedam, egos!
O vídeo que acompanha o single “Ilusões” foi criado pelo Bernardo Bordalo. Com uma base de foundfootage, pretende abordar a narrativa do tema e do álbum no máximo de dimensões em simultâneo. Desde o nível pessoal à nossa cumplicidade com o ecossistema, as forças naturais que operam alheias a tudo, mas que são condição para a nossa existência, até à impossível quantificação do ser no universo. O tudo e o nada, ao mesmo tempo.
Nas palavras do realizador: “Fora da nossa vista, existe todo um universo debaixo de água cuja presença é absolutamente vital para o planeta, ainda que opere de forma invisível – o ciclo da água é um exemplo disso. Da água para o vapor, para a nuvem e de volta ao planeta sob a forma da chuva. São forças quase mágicas, quase no universo da ilusão, que operam ciclicamente para sustentar tudo.”
Alicerçado no rock, o espírito dos .cruzamente não é saudosista, mesmo que venerem os antepassados e confiem na fraca memória que possuem como prova da intemporalidade de algo. De igual modo, também não procuram o futuro. Volta e meia, apercebem-se dele, vêem-se nele envolvidos, quando erguem o olhar até então preso aos seus instrumentos. Nem tampouco se procuram a eles mesmos, pelo menos enquanto grupo. Talvez seja isso, quando juntos, são. Sem buscas, sem querer. O que faz com que, a quem passa, pareçam crianças, numa bolha a esvoaçar sem nunca tocar no tempo. Afinal, têm uma pretensão, que essa bolha possa carregar o máximo de gente e de lugares com eles, e flutuar sem tempo e sem rumo.
Os .cruzamente são uma banda de Vila do Conde, composta por Francisco Rodrigues (voz) Pedro Cardoso (saxofone e harmónica) Carlos Loureiro (guitarra) Rodrigo Aroso (baixo) e Guilherme Magalhães (bateria). Os temas são originais e em português com uma base pop/rock, incluindo vários elementos funk, sem restrições.
Deram os seus primeiros passos na música em 2012, quando atuaram pela primeira vez ao vivo em Mindelo – Vila do Conde. Desde então, tocaram em vários espaços de música ao vivo de Norte a Sul do país, queima das fitas do Porto, Festa do Avante, Festivais de Verão e espetáculos comunitários. Durante este percurso lançaram três EPs: CruzaMente (2015); agitado (2019) e doninha (2020)
O seu primeiro álbum um bicho como nós, a editar no dia 10 de Maio, foi produzido, captado e misturado por Pedro Vidal (Jorge Palma, Blind Zero) e masterizado por Mário Barreiros.
Poucos de nós terão vivido tempos tão polarizados como estes. A amplitude torna-se tão reduzida, que é difícil percepcionar quem está do outro lado e é fácil, por isso, reduzi-lo à grandeza da nossa imaginação. Sim, porque cada bicho é um bicho e não sabemos se é possível imaginar um, uno e inteiro, sem que ele seja uma parte de nós. Até um bicho como nós mesmos é difícil de imaginar de forma plena, teríamos de nos conhecer muito bem. Possível ou não, é um bom exercício, o do auto-conhecimento. Sobretudo quando nos leva a partes que nunca antes tínhamos encontrado. Ficamos mais fortes, também porque nos apercebemos da falibilidade dos nossos sistemas de avaliação. Se falhamos connosco, também falhamos com os outros e isso obriga a que a nossa constante redescoberta passe pela reavaliação do outro, cada vez mais, até que a amplitude aumente e nos apercebamos que do outro lado está um bicho como nós. Tão feio quanto bonito, tão forte quanto fraco. Vivo, falível.
O concerto de apresentação do disco um bicho como nós acontecerá a 18 de Maio no CCOP, no Porto, pelas 21h30m. Será apresentado o disco, bem como alguns temas de trabalhos anteriores, com algumas surpresas pelo meio. Os bilhetes já estão à venda.
Para Menino Manequim, banda de rock progressivó-teatral, a música nasce do acaso, trazendo ao de cima instabilidades rítmicas, melodias memoráveis e um acompanhamento recheado com: Rock, Jazz e Fusão. Dando os seus primeiros passos, Menino Manequim procura mostrar uma sonoridade autêntica e sem igual pelo país, lançando o seu primeiro single “Escravos”.
É o primeiro single do álbum de estreia de Menino Manequim, Gula. Produzido e gravado na BOTA (Base Organizada da Toca das Artes), a música tem impressão artística de Rui Galveias. A masterização ficou a cargo de Guilherme Gonçalves.
“Escravos” é uma forma do Menino falar sobre as pessoas que só sabem pensar nos outros através delas próprias. É uma tragédia sobre a primazia do bem-estar, que se troca como dinheiro, mas também sobre aqueles que pensam ser os únicos a ver o mundo de outra maneira. O Menino é diferente, porque vê os outros de outra maneira.
“Escravos” já está disponível nas plataformas de streaming.
KiMiKus – Para Nóias (2024) (single)
KiMiKus – Para Nóias (2024) (single)
KiMiKus é o novo projeto jazz que combina os sons ressonantes do hipnotizante contrabaixo de Prof. Mikelius (Miguel Ângelo) com os vocais do enigmático Dr. K (Kiko Pereira). Apresentam o álbum de estreia “Modus Novos” e uma digressão, em formato showcase, que vai percorrer diversas cidades do país, começando no dia do lançamento do disco, 2 de Maio, às 18h30, na Casa Comum da Reitoria, no Porto.
Com as suas interações musicais e abordagem inovadora, KiMiKus está a subverter os limites do jazz contemporâneo, inspirando-se em diversas influências musicais. As composições são uma fusão intrigante de elementos clássicos do jazz, infundidos com texturas contemporâneas, indie experimental, pop e spoken word.
A maestria de Miguel Ângelo no contrabaixo é inspiradora. Com as suas melodias intrincadas, linhas de baixo profundas e capacidades extraordinárias de improvisação, tece uma matriz musical que forma a espinha dorsal de cada performance de KiMiKus. A sua arte adiciona profundidade e complexidade ao som da dupla, cativando o público com cada nota matizada.
Complementando a proeza instrumental de Miguel está a voz aveludada de Kiko Pereira. Possuindo um alcance vocal notável e uma presença de palco dominante, Kiko transmite sem esforço as emoções profundas incorporadas nas suas letras que exploram as complexidades da vida, a passagem do tempo e as pequenas histórias do quotidiano, oferecendo uma perspetiva única que convida à introspeção.
A dupla apresenta o seu álbum de estreia “Modus Novos”, que promete ser uma coleção sublime de composições poéticas, ilustradas com uma mini história na forma de uma banda desenhada criada com as fotos de Anabela Trindade e os desenhos de Yasmin Machado.
Mariana Moreira – Se Prometeres (2024) (single)
Mariana Moreira – Se Prometeres (2024) (single)
A cantora e compositora Mariana Moreira disponibilizou o novo single ‘se prometeres’, editado via Warner Music Portugal. Com letra da autoria da artista e música escrita em parceria com Sebastian Crayn, esta é uma canção sobre o medo como resposta frequente numa situação de abuso, retratando o sofrimento e o sentimento de impotência.
“É sempre difícil falar sobre coisas que nos atormentam. As palavras ‘se prometeres’ já ecoavam na minha cabeça e serviram de inspiração para tudo o resto, que é, no fundo, um quebrar do ditado popular “quem cala consente”, que assombra muitas pessoas”, revela Mariana Moreira. “Acho que é necessário abordar o consentimento com o devido respeito e entender que o medo é uma resposta comum à perversão, ao abuso e ao assédio”, prossegue a artista. “Neste single, venho apelar à honestidade para com a violência praticada sobre pessoas que têm de viver com o peso da realidade sobre os ombros e, muitas vezes, com vergonha e culpa”, conta ainda.
Em ‘se prometeres’, além da voz, Mariana Moreira assume as guitarras e o piano. Este último instrumento é partilhado com Sebastian Crayn, que produziu a canção e realizou o videoclipe que a acompanha. O processo de composição e gravação, embora bastante fluído foi, também, muito duro para a cantora, que reforça “a importância da procura de ajuda em situações de perigo, uma decisão que implica uma coragem e lucidez enormes”.
‘se prometeres’ abre caminho para uma nova fase no percurso de Mariana Moreira. Este novo tema sucede ao álbum de estreia, “Comundidade”, de 2020, e a singles como ‘Fui Longe Demais’, de 2022, ou ‘Nunca Mais’, de 2023.
Ligada à arte desde muito cedo, Mariana Moreira escolheu a música como profissão e essa foi uma escolha feita sem nunca considerar a possibilidade de voltar atrás. Compõe desde os 8 anos de idade, tem formação de piano e canto, é professora de música e já escreveu para artistas como Ana Bacalhau, António Zambujo, Bárbara Bandeira, David Carreira, Carolina de Deus, Beatriz Rosário, Matilde Jacob, Yasmine, Irina Barros ou Bluay.
Em 2020 editou o álbum de estreia, “Comundidade”, que deu a conhecer os singles ‘Eu Já Sei Cuidar de Mim’, ‘Fazer o Quê?’ e ‘P’ra Casa É Que Eu Não Volto’, bem como o tema ‘Não Faz Mal Nenhum’, incluído na banda sonora da novela “Rua das Flores”, da TVI. Editado pela Farol Música, o disco inclui um total de 15 temas, todos com letra e música da autoria da cantora e produzidos também pela própria. Seguiram-se os singles ‘Motel Para Cães’, em 2021, ‘Fui Longe de Mais’, em 2022, e ‘Nunca Mais’, em 2023.
O objetivo maior da compositora é poder transmitir verdade com as suas canções, sejam elas interpretadas por si ou por outros, e compreender as pessoas e que elas se sintam compreendidas. Além disso, pretende passar uma mensagem de força e fé através da sua música. Chico Buarque, Billie Eilish, Carolina Deslandes, Stromae ou Lizzy McAlpine são algumas das referências e inspirações da artista.
Mariana Moreira é também escritora e publicou recentemente o primeiro livro, intitulado “Vitória, Vitória, começou a história”. Conduz, ainda, o podcast “Pontos Nos jotas”, no qual aborda os mais variados temas.
O ano de 2024 marca uma nova etapa na carreira da cantautora, com a edição do single ‘se prometeres’ pela Warner Music Portugal. Este é o primeiro de vários lançamentos de Mariana Moreira previstos para este ano.
Koshi Blu – Um Cowboy Sem Dados Móveis (2024) (single)
Koshi Blu – Um Cowboy Sem Dados Móveis (2024) (single) Id
KOSHI BLU é uma banda formada por Diogo Lourenço (guitarra/eletrónica) e Pedro Almeida (bateria/percussão/eletrónica), dois músicos que cresceram a estudar música e a tocar juntos em bandas como Ossos D’Ouvido (ODO) e Zazu Lab. Encontram neste projeto uma oportunidade única para improvisar, compor e interpretar música sem limites. O duo nasceu da necessidade de criar um espaço onde possam tocar e improvisar utilizando novas ferramentas, caminhos e conhecimentos, como eletrónica, música eletroacústica, sampling, síntese granular, entre outros. Os músicos criam experiências eletrónicas que constroem paisagens sonoras e texturas que servem como palco para um diálogo instrumental cinematográfico. Numa fusão de música eletrónica com jazz, contam-nos sobre a sua jornada pessoal e futurista ao passado. 2130 é o nome do primeiro EP do duo.
DIOGO LOURENÇO é um artista, músico, compositor e produtor musical de Lisboa. É uma das forças criativas por trás de bandas como Ossos D’Ouvido, Zazu Lab, Koshi Blu e CLAUTHEWITCH. Toca guitarra para Biloba e em duo com a poeta Ana Cláudia Santos. Trabalha em pós-produção de áudio para TV/cinema e na composição de bandas sonoras. É o curador musical dos eventos Sala Incomum, editor do podcast Multiversos na rádio NiT FM e co-produtor dos eventos poéticos L.U.A.
PEDRO ALMEIDA (1997) é um artista transdisciplinar português, baterista, percussionista, compositor e investigador de em Lisboa. É membro fundador das bandas Ossos D’Ouvido, Zazu Lab e Koshi Blu. Temcolaborado com vários artistas e projetos musicais, tais como: A Sul, Quarteto Eunice Barbosa, Dela Marmy, José Rego, Rita Onofre, Tainá, Picas, Francisco Vicente, Big Dave’s Band, Rope Walkers, The Mik, Inês Marques Lucas, entre outros.
Dark Miles – The Waiting (2024) (single)
Dark Miles – The Waiting (2024) (single)
“10 Miles Into the Dark” é o aguardado disco de estreia de Dark Miles
Pete Miles (Pedro Lima) regressa às edições discográficas 13 anos após o fim dos míticos MOSH
Dark Miles, projeto a solo de Pete Miles, acaba de editar o seu disco de estreia, “10 Miles Into the Dark”. O longa-duração apresenta-se como “uma viagem às profundezas da alma, guiada pelo som de uma geração que resiste ao teste do tempo”.
“10 Miles Into the Dark”, cuja veia criativa se propagou durante a pandemia, é uma homenagem sentida, num registo intimista e bastante característico do músico e compositor, aos anos 80 e 90, refletindo-se em influências musicais que vão desde Depeche Mode, David Bowie, Iggy Pop, Peter Murphy, The Sound, Psychedelic Furs, Peter Gabriel, até Mad Season, Stone Temple Pilots, Chris Cornell, Mother Love Bone, Temple of the Dog, Mark Lanegan.
Através dos dois primeiros singles que surgiram em antecipação, descobrimos, um pouco, a essência deste disco; se em “Your Heart Is An Empty Street”, encontramos uma história sobre libertação pessoal, depois de uma vida de abusos físicos e psicológicos e de uma existência violenta que chega ao fim com a mesma violência que a caracterizou, em “When The Lights Go Out”, o autor transporta-nos para os tempos em que o disco foi composto, “período onde nos vimos privados de algumas liberdades elementares, e consequentemente redescobrimos o quanto essas liberdades são frágeis”.
Gravado no estúdio de André Indiana, com exceção de 3 músicas, que foram gravadas no estúdio do produtor e engenheiro de som Mário Pereira, o disco teve a produção de Paulo Praça, a mistura de André Indiana e a masterização de Mário Barreiros. Todos os temas foram compostos por Pete Miles com a colaboração de Paulo Praça; as letras são integralmente de Pete Miles.
Para além de Paulo Praça e André Indiana (guitarras e baixo), participaram no disco Paulo Gravato (Pedro Abrunhosa) no saxofone, Eurico Amorim (Pedro Abrunhosa) nas teclas, Bruno Oliveira (Os Azeitonas) na bateria, Sérgio Silva (Expensive Soul) na bateria e Miguel Martins (Zen) na guitarra.
Para ser ouvido do início ao fim, e como uma narrativa intensa e surpreendente, “10 Miles Into the Dark”, já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Tsunamiz – Os Bravos (2024) (single)
Tsunamiz – Os Bravos (2024) (single)
Tsunamiz lança “Os Bravos”, o segundo single do seu próximo álbum “Behold The Man”, com lançamento já anunciado para 2024.
“Eu fui à terra do bravo” é o primeiro verso que dá o mote à música, que também foi interpretada por José Afonso.
O single, tema popular açoriano, tem, uma vez mais, produção de Tsunamiz e “faz uma ponte entre o passado e o presente, unindo a canção tradicional portuguesa às batidas electrónicas urbanas, sintetizadores futuristas e voz e guitarras rock” como explica o artista.
“Os Bravos” está disponível em todas as plataformas de áudio.