O tema é uma visão minha mais dançante do clássico e hit “I feel love” Donna Summer.
“Pedro Khan é Pedro Espírito Santo: DJ, produtor e artista plástico de Lisboa. Com uma carreira de DJ superior a 20 anos, evoluiu naturalmente para a área de sound design que lhe permitiu a criação de uma imagem de marca.
Atualmente trabalha com marcas de reconhecida notoriedade no mercado. Presente na Paris Fashion Week e também em passadeiras nacionais, o seu contributo na moda, teatro e pistas de dança tem sido marcado pela versatilidade e originalidade da sua música. O artista formou-se em produção musical pela escola ProDJ, e trabalha ainda em conjunto com outros artistas na Diff Records.”
Papisa – Vai Passar (2024) (single)
Papisa – Vai Passar (2024) (single) Id
Brasileira PAPISA edita seu segundo disco, Amor Delírio, com um grito de afeto
Álbum tem produção musical de Felipe Puperi (Tagua Tagua), participação de Luiza Lian em faixa homónima e é um lançamento do selo espanhol Costa Futuro.
Após revelar os singles Melhor Assim, Dores no Varal e Amor Delírio – tema que dá nome ao álbum e tem a participação de Luiza Lian –, a compositora e multi instrumentista brasileira PAPISA apresenta o disco, Amor Delírio, sucessor de Fenda (2019) e do EP Papisa (2016), com produção assinada por Felipe Puperi (Tagua Tagua). Amor Delírio é um lançamento do selo espanhol Costa Futuro, que tem em seu casting nomes como Queralt Lahoz (Espanha), Lucia Tacchetti (Argentina) ou El Culto Casero (Paraguai), entre outros. Oiça aqui.
Falar sobre o amor é a abertura de um novo caminho temático para Rita Oliva, a PAPISA, que nos trabalhos anteriores abordou elementos místicos e relativos ao inconsciente, como a morte e a ciclicidade do tempo. Conhecida por realizar shows ritualísticos e sensoriais – Rita é também astróloga e chegou a desenvolver um oráculo complementar ao disco Fenda –, e pela sonoridade dream-indie-pop que a consagrou como “uma espécie de Cat Power psicodélica” (Lúcio Ribeiro, Popload), a artista agora investiga o poderoso sentimento que move as marés humanas.
É nesta abordagem sentimental que Amor Delírio se sustenta, a passar pela sedução, pelo desejo, pelas ilusões e pelas desilusões amorosas. É também retratada a vontade e a inevitabilidade do reencontro, além da fluidez das relações e das possibilidades. Por fim, o desejo a se manifestar de várias maneiras.
“Em 2020 passei a me questionar sobre o amor romântico, e comecei a observar as minhas relações e de outras pessoas sob essa ótica. Estava tentando entender a influência da convenção social na forma como nos relacionamos, mas também investigando como o desejo e a sedução são forças motrizes importantes nas nossas conexões, sejam elas românticas ou não.
Essa forma mais objetiva de pensar no amor inevitavelmente trouxe à tona questões subjetivas das experiências que vivi ao longo dos anos, ou que presenciei pessoas próximas vivendo. Então fui me dando conta de que o disco tinha uma narrativa, retratando fases distintas que alguém pode viver dentro das relações, incluindo a excitação dos começos, a angústia da falta, o processo de ilusão e desilusão quando colocamos expectativas em uma situação e também as formas como nos ligamos e nos desligamos de algo ou alguém”, comenta a artista.
O álbum foi produzido em uma imersão de duas semanas em uma casa em São Francisco Xavier, cidade no distrito de São Paulo, e contou ainda com gravações de Alejandra Luciani, Felipe Puperi, Fabio, Fabio Pinczowski e Pepeu JC no Estúdio 12 Dólares e Sid Souza no Artsyclub Studios. A mixagem é de Tiago Abrahão e a masterização é de Brian Lucey (que já trabalhou com nomes como The Black Keys, Lizzo e Cage the Elephant).
Capão – Bruxo (2024) (single)
Capão – Bruxo (2024) (single)
Este single não se trata só de um tema, é fração integrante de um conceito repartido em duas partes, ligadas entre si, através da mensagem. “Bruxo” é a primeira música de duas que o artista lança neste mês de abril, partes diferentes de uma mesma história, início e fim de uma mensagem. Dois temas interligados entre si, que se complementam.
“Bruxo” é o primeiro single, irmão mais velho de “Blackjack”, o segundo tema a ser lançado. Com uma melodia sentida à primeira, uma estética musical agradável e um refrão forte, “Bruxo” rapidamente nos entra pela cabeça, prevalecendo a sua letra complexa e ritmada. Dois temas irmãos, que partilham entre si a sonoridade e a energia.
A ser lançado em breve, surge “Blackjack”, o irmão mais novo, porém mais complexo entre eles. Este segundo single homenageia o seu tema irmão “Bruxo”, revelando as diferenças entre si.
O single “Bruxo” foi lançado no dia 05 de abril e está disponível nas principais plataformas digitais!
Capão é natural de Comenda, no concelho de Gavião, distrito de Portalegre. Desde muito cedo descobriu o seu gosto e talento pela música, sobretudo pelo trap. Tudo começou numa noite em que com os amigos decidiu fazer uma batalha de rimas, tendo-se apercebido, como o próprio conta, “que tinha jeito para rimar”. Impulsionado por esta descoberta, procura saber mais e começa a ouvir Teto, raper brasileiro que o influencia musicalmente e o leva a apaixonar-se pelo trap.
Decidido que queria fazer da música a sua vida, dedica bastante do seu tempo a rimar e a aperfeiçoar-se enquanto raper e artista, trabalho que culmina com o lançamento da sua primeiro música, intitulada “Lágrimas”, em janeiro de 2023. Estava dado o primeiro passo de um percurso ainda jovem, mas cheio de talento. Apostando toda a sua dedicação e esforço para tornar a sua música cada vez melhor, seguiu-se o lançamento do tema “Vida Controversa” e, logo de seguida, foi apresentado “Sopro”. Em agosto foi o momento de mais um lançamento, novo tema de Capão, desta vez com maior impacto do que os temas anteriores. O single “Série” atingiu os 7 mil streamings no Spotify, tornando-se no seu tema de maior sucesso. Capão fechou o ano com o lançamento do seu primeiro EP, intitulado “Dupla Personalidade”, num trabalho íntimo e muito pessoal. O rapaz que queria ser ciclista, deixou esse sonho pela música, na procura pela perfeição naquilo que mais gosta de fazer, rimar.
SLR – Never Just Friends (2024)(single) Id
SLR – Never Just Friends (2024)(single) Id
Depois do lançamento de “No Time To Cry”, tema com energia contagiante e um refrão que fica na ponta da língua, os SLR acabam de disponibilizar o single “Never Just Friends” em antecipação ao seu próximo EP, agendado para o dia 7 de maio (EP de estreia, “Losing”, foi editado em 2022).
“Never Just Friends”, tema que volta a juntar Bruno Moreira e Luís Água a Rui Paiva na composição, surge com uma sonoridade melancolicamente energética e remete-nos para uma relação que vive no limbo, sem compromisso para que seja namoro, mas certamente mais do que uma simples amizade, assumindo que, quando começaram a trabalhar no segundo EP, o duo nortenho tinha o objetivo de compor músicas mais positivas e com as quais fosse possível dançar: “Quando começamos a compor, sabíamos que nos queríamos desafiar e tirar da zona de conforto, mas não queríamos deixar de escrever sobre as nossas vivências, e assim nasceu este novo single; juntamos páginas de diários, misturamos com referências de filmes que nos apaixonam e temos um amor proibido que nos dá vontade de dançar”, sublinha Bruno Moreira, sobre a temática de “Never Just Friends”, acrescentando ainda Luís Água que “Explorando essa relação definida somente pelo desejo e o momento, foi-nos claro que a brincadeira entre secções mais ritmadas e secções mais calmas seria a forma mais fácil de retratar este sentimento. Tão depressa a adrenalina dispara e avançamos a passos largos, como ficamos quase a pairar no ar, perdidos em pensamentos e sensações”.
Sabendo os SLR que o que sentiram para escrever esta música não lhes é exclusivo, decidiram, sem medo, usar os seus sentimentos para criar uma história de amor com a qual muitos se podem identificar: “o sentimento de querer estar amorosamente com alguém que nos é proibido, mesmo que recíproco”, e a “vontade de não largar a outra pessoa e aceitar que não será mais do que um momento”.
Essa tensão de manter em segredo, de estar limitado ou até de ser “proibido”, levou os SLR a escreverem o tema. Luís Água assina a produção como água em parceria com oputovitor, trazendo referências do drum & bass e da pop eletrónica juntando-as à melancolia típica do R&B que os SLR já nos habituaram.
Para o videoclipe que acompanha “Never Just Friends”, os SLR juntam-se a Pedro Ivan e, entre imagem em movimento e fotografia analógica, conta-nos a história de um amor sem limites. A banda volta a convidar Rita Ferreira para protagonizar um dos seus vídeos, desta vez ao lado dos membros em frente às câmaras. Mostram-nos uma amizade jovem, genuína e descomprometida. Envolvidos numa adrenalina provocada pela paixão, os SLR arriscam, neste vídeo, invadir uma casa e divertirem-se livremente como se a mesma fosse deles. É um vídeo focado em memórias, em recortes, em lembranças de um momento que todos idealizamos viver e que ilustram a letra de um amor não convencional.
“Never Just Friends” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
SLR – Biografia
Os SLR são uma banda com sonoridade Pop eletrónica e um toque R&B. O duo é composto por Bruno Moreira e Luís Água, ambos naturais do norte do país. Iniciaram o seu percurso em 2018 com o single If you leave me, que captou a atenção dos media nacionais e internacionais. Em 2022 lançaram o EP de estreia, Losing, que abriu a conversa sobre o cuidado pela saúde mental. Em 2023, renovam a sua sonoridade com No Time To Cry ao trazer um tema com energia contagiante e um refrão que fica na ponta da língua. Agora, com Never Just Friends abrem 2024 revelando mais um tema do EP com lançamento previsto para o próximo mês de Maio.
Luar – Faz Parte (2024) (single)
Luar – Faz Parte (2024) (single)
Luar – ‘faz parte’ LETRA
há de aparecer
quando chegar
volta ao principio
o teu lugar
desaparecer
sem alertar
dar uma volta
olhar pro mar
outra memória
faz-me pensar
fechei a porta
deixo-me estar
celebra o tempo
que ainda tiveres
vive o momento
se tu quiseres
penso
no que direi
pode ser preciso
mas não soar bem
trazer dádivas
das minhas falhas
sempre que eu quiser
procurar crescer
obrigo-me a sair do quarto
pra não chegar tarde
memórias da escola
mas dessas histórias não me farto
perdia mais tempo a jogar à bola
mas ainda penso em ti
e sei que o clima ficou pesado
fiz dessa morte um fim E um novo inicio inacabado
faz parte
faz parte
faz parte
faz parte
L – Blues – Sinistro (2024) (single)
L – Blues – Sinistro (2024) (single) Id
s L-Blues nascem a partir do músico Bruno Lopes que está já envolvido em projetos musicais, como as Guitarras de Manhente: Escola de Rock, que tem como principal objetivo ensinar música a jovens e adultos de classes sociais com carências financeiras.
Os L-Blues caminham lado a lado com o Blues e o Rock e contam já com 4 EPs gravados, disponíveis para ouvir nas principais plataformas online.
Para 2024 têm guardado o seu primeiro álbum intitulado de “Labirinto” .
O nome na banda faz uma homenagem à mitologia do pacto com o diabo de Robert Johnson e da encruzilhada (crossroads) dos Blues. O “L” no nome da banda deve se pronunciar “Hell”!
Desta partilha de emoções e sentimentos fazem parte 5 membros: Ana Neto na voz, Bruno Lopes nas guitarras, Céu Neiva nas teclas, Diogo Silva no baixo e Jorge Braga na bateria.
Os L-Blues regressam com um novo álbum intitulado “Labirinto”, gravado, misturado e produzido por Budda Guedes no estúdio da Mobydick Records.
Labirinto é um álbum no qual a banda se envolve com as emoções e que nos faz mergulhar num mar de sentimentos que surgem nas melodias de cada canção.
Na Grécia antiga o labirinto era um local de experimentação e não uma prisão, onde o seu percurso era mais importante que a saída.
O nosso Labirinto retrata um percurso com várias dúvidas, inquietações, e incerteza de chegarmos a algum lado, que faça valer todas as dificuldades percorridas, dando mais sentido ao trajeto do que ao destino.
Em cada instrumental conseguimos ter uma experiencia de sensações que nos fazem envolver com o caminho individual de cada um.
FeMa.- HOMNiA (2024) (single) Id
FeMa.- HOMNiA (2024) (single) Id
FeMa. EDITA EP HOMNiA
NOVO DISCO É UMA EXPLORAÇÃO ABRANGENTE DE TODAS AS FACETAS DO SER HUMANO
Depois do lançamento de “Vontade, vontadinha”, single que surgiu em antecipação, FeMa. acaba de editar o EP “HOMNiA”.
Este novo trabalho do artista emergente natural de Alcobaça é uma jornada que percorre tanto os recantos mais obscuros e escondidos nas profundezas da essência interior quanto aqueles mais visíveis no comportamento quotidiano e geral da humanidade, culminando na exploração abrangente de todas as facetas do ser humano.
Escrito em ambientes naturais e industriais, “HOMNiA” aspira a ser um momento de pausa e conexão, mas principalmente uma oportunidade de mudança: constituído por seis temas, cada um abordando diferentes tópicos, convidando à audição ativa e estimulando a mente imaginativa, FeMa. explora sonoridades que vão desde a eletrónica aliada à natureza até à música tradicional portuguesa, passando pela pop, hip-hop e a música de intervenção.
“HOMNiA” representa, acima de tudo, uma reflexão sobre o mundo interno e externo do ser humano, uma busca pela mudança e, no seu cerne, proporciona uma oportunidade para a introspeção pessoal e para o posicionamento no mundo que nos rodeia, tanto a nível humano como natural.
A acompanhar o lançamento do EP, surge o single homónimo e que encerra o novo trabalho de FeMa. com um apelo à ação e à mudança. O tema é uma marcha física que começa pelo pensamento sobre o mundo atual e termina com um grito pela mudança. Num ano que marca os 50 anos do 25 de abril e inserido no contexto atual do mundo, onde temas como guerra, falta de liberdade, privação de direitos e romantização do ódio são recorrentes, “HOMNiA” nasce da necessidade de mudança e do ímpeto de luta por um mundo mais empático, livre e comum. Entre sonoridades que misturam o shoegaze, a música de intervenção e o noise, este single procura evocar um sentimento desconfortante, aliando-o às palavras de esperança de FeMa.
“HOMNiA” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e será apresentado ao vivo em Leiria, nos dias 13 de abril no Stereogun e 24 de maio no Texas Bar; 16 de abril no Café Curto em Coimbra; e 17 de abril no Musicbox em Lisboa.
Carolina – Risinhos De Vergonha (2024) (Single)
Carolina – Risinhos De Vergonha (2024) (Single)
Vergonha”
“Risinhos de Vergonha” é o título do primeiro “single” lançado por Carolina, nome artístico de uma jovem caldense que, apesar da sua formação em gestão, pretende vir a seguir exclusivamente a carreira musical.
A produção desta música, disponível no Spotify e noutras plataformas musicais, foi possível depois de uma série de workshops em que a cantora participou no “Creative Studio No Filters”, em Lisboa.
Uma dessas formações foi com o cantor João Só, proprietário do “Estúdio Zeco”, onde acabou gravar a sua primeira música original.
A letra da música e melodia é da sua autoria, e os acordes são de João Eiró, com produção de João Só.
“Decidi que os ‘Risinhos de Vergonha’ fossem o primeiro single a ser produzido, porque queria que fossem uma carta de apresentação”, contou ao JORNAL DAS CALDAS.
A canção, uma mistura de pop com jazz, é inspirada no filme de animação “Divertida-mente”, da Disney, onde as emoções são as protagonistas.
“Quis explorar e concentrar numa canção os espectros dos meus traços (no filme as emoções são as protagonistas). Depois, queria que a melodia casasse com as palavras e foi o que consegui”, adiantou a cantora.
A canção já tem videoclipe (youtube.com/watch?v=Kx5wwlAqa-8), da autoria da designer Ruby.
Carolina Fidalgo nasceu no Luso porque os pais trabalhavam na altura trabalhavam no Palace do Buçaco, mas toda a sua família é da região e o seu percurso escolar, do infantário ao ensino secundário, foi feito nas Caldas da Rainha.
Há 10 anos terminou a sua licenciatura em Gestão na Universidade Nova, em Lisboa, e depois de terminar o mestrado e uma pós-graduação no mesmo estabelecimento de ensino, rumou ao Luxemburgo para trabalhar numa consultora.
“Escolhi este caminho na altura porque não acreditava que música pudesse ser uma opção”, explicou.
No entanto, a música, que sempre fez parte da sua vida, tem vindo a ganhar cada vez mais protagonismo nos seus planos.
“Lembro-me de ser pequena e de andar no ‘Lugar da Música’, que viria a ser o Conservatório das Caldas”, recorda.
Recorda-se também de frequentar no infantário umas sessões de música, com a professora Maria João Veloso, “onde construíamos os próprios instrumentos, com feijões e embalagens de iogurte ou com copos”.
A partir dos seis anos começou com aulas de piano no Conservatório, tendo terminado no 5º grau. “Experimentei um ou dois anos de piano jazz e depois vi que gostava mais de cantar. Tive mais um ano de técnica vocal e quando tirei a licenciatura estive um ano no Hot Clube”, contou.
Ainda teve aulas de canto jazz com a professora Cláudia Franco, mas “achava que não conseguia ou que não seria bem aceite enveredar por este caminho e tinha imenso medo de começar um percurso musical mais profissional”.
Esteve dois anos na academia “Vocal Emotion” onde “o conceito de limites vocais e de performance foi mais desconstruído e obtive bagagem mais técnica”.
Participou em dois concertos no Casino Estoril, um de músicas dos anos 80 e outro de tributo aos Trovante, onde Luís Represas também esteve presente.
“Tive também a oportunidade de fazer dois concertos gravados no Atlantic Blues em Oeiras, com eles coloquei no Spotify uma primeira canção, um cover da música ‘City of Stars’, tocada pelo professor Manuel Rebelo”, referiu.
A partir desta primeira experiência, conseguiu bons feedbacks e construiu uma base de seguidores naquela plataforma.
Entretanto, participou num workshop intitulado “Mix With The Masters”, com o produtor Jeff Bhasker, em Avignon (França).
“Vieram pessoas do mundo inteiro e muitas já com provas dadas. Todas acreditaram no meu projeto, o que é ótimo”, adiantou.
Ao longo destes anos tem vindo a realizar concertos e no ano passado criou o “Carolina Jason Jazz Duo”, tendo atuado em vários locais do Luxemburgo.
Quanto ao futuro “está a ser preparado”, garante, tendo como foco principal a gravação de um álbum de covers, com uma ou duas músicas originais. Pretende também continuar a investir na sua formação musical e a realizar concertos.
Liquen – Brisa Corcunda (2024) (single)
Liquen – Brisa Corcunda (2024) (single)
A Brisa Corcunda é revolta interna contra a maré de desordem.
Um lamento pelas entranhas do que há de desolador no mundo, das correntes opressivas à ausência de compaixão. A revolta, áspera e incómoda, nasce do confronto com o que se considera errado, um embate moral com as trevas. A Brisa almeja ser um antídoto às trevas, que apesar de emergir dessa mesma escuridão, anseia incansavelmente pelo o que é belo e justo.
Líquen é um projeto que surge da união entre
a voz e a poesia. Nasce a partir de diversas influências, da música popular portuguesa ao indie pop, e é a primeira expressão individual da cantora conimbricense Constança Ochoa, após a co-criação do grupo Peixinhos da Horta. Em Líquen, abraça a oportunidade de escrever e compor inteiramente para si, da melodia aos arranjos, e de se estrear a produzir os seus próprios temas, em parceria com o Buga Lopes, músico e produtor. Ao projeto junta-se Pepas, também músico e produtor residente no Porto,
cujo foco é essencialmente a eletrónica. Um líquen, enquanto organismo simbiótico, funciona como metáfora perfeita para aquilo que se pretende criar: uma simbiose entre a voz e as diferentes influências sonoras; entre o acústico e o eletrónico; e a manifesta vontade de expressar emoções humanas fundamentais na forma de música.
Ruca Rebordão – Berimbando (2024) (single)
Ruca Rebordão – Berimbando (2024) (single)
Após colaborar em mais de 200 álbuns de outros artistas e ainda de bandas das quais fui membro fundador ou parte da banda (Palmares, Banda Desenhada, Valdez e as Piranhas Douradas, A Fúria do Açúcar, N’Goma Makamba, D’Alambre, Couple Coffee & Band, Samadhi, entre outros), chegou agora a hora de lançar um álbum em nome próprio.
Mestiço Atlântico – Um sonho pensado por mim e partilhado com outros grandes músicos, compositores e autores. Um álbum que vibra com influências e inspirações profundas, onde está presente muita da minha experiência cultural atlântica, formada pelo triângulo Angola-Brasil-Portugal.
Angola – país onde nasci e vivi até aos 13 anos e que teve um papel determinante na minha descoberta do ritmo e do início da minha vida como músico e compositor; Brasil – onde vivi toda a fervilhante adolescência, absorvendo a riqueza e variedade musicais infindáveis deste país; Portugal – onde estão as minhas raízes familiares e onde me sinto em casa, como pessoa e como músico profissional, respirando através da sua forte e maravilhosa cultura.
Para este álbum conto com colaborações e participações de grandes músicos e autores: Rão Kyao, Paulo de Carvalho, Luanda Cozetti, Norton Daiello, Luiz Caracol, Sandra Martins, José Fialho Gouveia, Ciro Bertini, António Pinto, Ivo Costa, Gustavo Roriz, Nanã Sousa Dias, Marta Coutinho, Múcio Sá, Beto Bertolini, Chris Wells, Guto Lucena, Biru e ainda a participação da minha filha Maiara Rebordão num dos temas. A todos eles o meu eterno obrigado por emprestarem a sua arte a este disco, um processo longo que está finalmente disponível para o mundo.
As composições são na sua grande maioria originais, de minha autoria. As restantes, de outros autores ou parcerias, tendo apenas uma das canções sido gravada e editada anteriormente (de autoria de Milton Nascimento e Fernando Brant).
A produção musical deste álbum é do músico/compositor/produtor Ciro Bertini, amigo de longa data, com quem tenho também partilhado palco ao longo de vários anos, sendo a co-produção musical de minha autoria.
Espero que se sintam tão cheios de vida e energia quanto eu ao sabor desta música mestiça, deste mestiço atlântico. Boas viagens.
Garajau – Sal & Lima (2024) (single)
Garajau – Sal & Lima (2024) (single)
Depois de ‘O Amor Não Se Abrevia’, o álbum de estreia da banda natural do Porto, Garajau trazem-nos a solução para vários males: ‘Sal & Lima’, o mais recente single.
Em 2023, a banda composta por André Pires Costa e Tiago Luz, apresenta-se com um álbum Pop-Rock/Indie-Rock com sabor a desamores tanto no Rock, como no Pop como até numa balada acústica, onde cada canção nos apresenta uma variante do desamor mas também uma solução. Também ’Sal & Lima’ é solução para esta nova fase da banda, não só no campo do amor mas, como referem “O sal e a lima são essenciais para muitos contextos, para dar ou cortar sabor às bebidas, limpar o organismo e até para afastar o azar e o mau olhado.”.
Com este single, Garajau apresentam-se numa sonoridade ainda mais up beat, num estilo “feel good hit” para cantar em todo o lado e até dançar – quase como solução para os problemas e stress do dia-a-dia – “Hoje é noite de atirar a semana para trás das costas (…) Soma Sal & Lima, cura a minha sina”.
“Esta música nasceu de um rascunho de uma música escrita na pandemia sobre estarmos fechados e precisarmos de sair. O assunto ficou batido e achamos que não ia resultar. Mudamos então o foco desse mesmo assunto. A vida hoje em dia é tão frenética que ter uma noite de festa torna-se essencial.” afirma a banda sobre o novo single.
Também acrescentam “É um passo em frente em relação à sonoridade do nosso primeiro disco. Portugal precisa de música cantada em português dançável nas rádios.”
A letra de ‘Sal & Lima’ é da autoria de Tiago Luz e André Pires Costa, a produção ficou a cargo de Leonardo Pinto e a masterização conta com Mário Barreiros. André Malta, que assumiu a produção do álbum, ficou desta vez a cargo da bateria.
O novo tema de Garajau promete deixar a boa disposição em quem o escutar, no trânsito, numa festa, ou até em casa – ‘Sal & Lima’ encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
Sús – Além Do Tempo (2024) (single)
Sús – Além Do Tempo (2024) (single)
“Além do Tempo” antecipa LP de estreia
Depois do lançamento de “Primavera Deserta” e de “Cicatriz”, sús disponibiliza “Além do Tempo”, terceiro e último single em antecipação ao seu disco de estreia, “Entre”, agendado para maio.
“Além do Tempo” é uma canção do fim do inverno a chamar pela primavera e relaciona-se diretamente com o primeiro single, “Primavera Deserta”, numa espécie de encontro com a calma no fim da tempestade. Se “Primavera Deserta” é um tema que fala sobre a primavera em abril, num contexto gelado e de desabrochar tardio, e sobre o encontro da artista com a precisão relativa das palavras, que é tão dependente do seu contexto, “Além do Tempo” é o passo anterior, o encontro com os timings fora do lugar, as síncopes, o autocarro que chega na hora certa, e o sujeito poético que chega na hora errada.
A artista portuguesa, residente na Dinamarca, contextualiza “Além do Tempo”, através da estrutura e organização nórdica que não permite, segundo sús, muito espaço ao espontâneo, especialmente no inverno, como se a matriz do tempo fosse feita em betão.
Este novo e último single, que surge em antecipação ao seu disco de estreia, “Entre”, aborda também a saúde mental, especialmente o stress, a ansiedade e a forma como a realidade urbana e as pressões da vida moderna se manifestam no corpo e no pensar. É uma jornada em busca da calma na sua própria ansiedade, um processo de transformação e descoberta. A introdução com a referência ao tema “Estou Além”, foi uma escolha que, para sús, fez todo o sentido encaixar no início da viagem que “Além do Tempo” se tornou, realçando a singularidade deste “hino” intemporal de António Variações.
A faixa, e o visualizer que a acompanha, já se encontram disponíveis digitalmente.