Hércules – Dose Sustentável (2024) (single)

Hércules – Dose Sustentável (2024) (single) id

HÉRCULES
Novo Single “Dose Sustentável” editado pela Cuca Monga

Hércules acabam de editar o seu mais recente single “Dose Sustentável” que serve de mote para aquele que será o novo caminho da banda. Depois de, em 2022, lançarem o segundo álbum de originais “Clube de Recreio” que inclui os singles “Só Quero”, “Tás A Ir Bem” e “Ok Poser”, a banda traz-nos agora a “Dose Sustentável” que precisávamos para dar continuidade àquilo de que melhor podemos fazer: escutar o bom indie rock português. 
Este novo single conta com música e letra de Allez e foi gravado, produzido e misturado por Diogo Rodrigues aka Horse. Como sempre contamos com a voz de Allez, na guitarra Pedro Puccini, com Dusmond no baixo, Humberto Dias na bateria, e David Simões nos teclados e coros, e cordas de Ana Eduarda (violino) e Bruna de Moura (violoncelo).

“Esta canção fala-nos acerca do conflito interior, da dosagem dos consumos, da alienação e da passagem do tempo. É um single solto e livre que combina um pouco do Clube de Recreio com outras coisas novas: temáticas, sons e arranjos.” diz-nos o vocalista da banda, Allez.

Na realização do videoclipe de “Dose Sustentável”, a banda contou com André Mascarenhas Barreto e direção de fotografia por Guilherme Proença.

Para o dia 28 de março, no Musicbox, Hércules preparam não só uma visita aos temas de “Clube de Recreio” e de “Tarefas Modernas”, como apresentar este novo single ao vivo pela primeira vez. Este concerto contará com a abertura da artista emergente A Sul e os bilhetes já se encontram disponíveis nos locais habituais.

Por agora, podemos desfrutar do novo single da banda, num pop dançável com groove e alguma imersão lírica – “Dose Sustentável” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Jau Mur – O Carmo E A Trindade (ft. Yara Mara) (2024) (single)

Jau Mur – O Carmo E A Trindade (ft. Yara Mara) (2024) (single) 

O músico, cantor e compositor Jau Mur lança hoje o álbum de estreia “Mundano”. Marcado por uma sonoridade indie-rock, o disco foi inteiramente composto, escrito e produzido pelo artista natural de Santa Maria da Feira. “Mundano” é descrito pelo próprio como um conjunto de canções que exploram temáticas ligadas a situações do quotidiano, às quais dá um toque dramatizado. 

Nas palavras de Jau Mur, este é “um álbum que fala não só de peripécias e acontecimentos da minha vida que senti que davam uma boa história mas, também, de situações do dia-a-dia de outras pessoas que chamaram a minha atenção. Assim surgiu o nome do álbum, nessa ironia de encontrar relevância no que é mundano”. O artista acrescenta que “gosto de pensar que o álbum convida o ouvinte a desfrutar de um outro ângulo sobre o que é vulgarizado, seja este um ângulo mais leve, mais atento, mais contemplativo, ou mais nostálgico”.

Nesta estreia discográfica, o músico conta com várias colaborações, que dão voz a algumas das músicas, como Yara Mara, letrista e vocalista da banda Calamar, e Filipa Pinto. 

“Este é um trabalho de parcerias, contando com a participação de diversos intérpretes e instrumentistas que enriquecem a palete de timbres a cada nova faixa”, refere Jau Mur. “Tal como cada música pede os instrumentos que a deverão constituir, o mesmo acontece com as vozes. Não tenho interesse em cantar todas as minhas músicas, por isso, desde o timbre até à proximidade com o tema, são várias as razões que me levam a escolher quem deverá cantar o quê. Felizmente, tenho a sorte de estar rodeado de excelentes artistas que aceitaram dar voz a este álbum, como Yara Mara, Maria Moura, Filipa Pinto e Zé Moreira”, conta ainda.

“Mundano” foi antecipado pelos singles ‘O Carmo e a Trindade’, interpretado por Yara Mara, ‘Crias e Progenitores’ e ‘−£10,000’. Formado em cinema, o cantor e compositor realizou os visuais que acompanham cada um dos três temas, disponíveis no YouTube. O álbum de estreia de Jau Mur já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Alinhamento de “Mundano”:

1. O Carmo e a Trindade (com Yara Mara)
2. Crias e Progenitores
3. Em Contratempo
4. Dar-te Música (com Yara Mara)
5. Sinestesias (com Yara Mara e Zé Moreira)
6. Tempo para um Grito (com Filipa Pinto e Maria Moura)
7. −£10,000
8. Anfitriã

Jau Mur é músico, cantor, compositor e realizador. Ligado à música desde cedo, é natural de Santa Maria da Feira, onde reside atualmente. Formado em cinema, uma das suas grandes paixões a par da música, e com particular interesse por escrita e realização, já compôs, também, bandas sonoras para curtas metragens. 

A sua experiência no universo cinematográfico leva-o a realizar os videoclipes das própias músicas e também para canções de outros artistas. Dessas colaborações visuais surgiu a possibilidade de contribuir com arranjos para outros músicos, nomeadamente para Mauro Ramos (Amor Electro, Tiago Bettencourt, Expensive Soul, entre outros). 

O ano de 2024 marca a estreia discográfica de Jau Mur com o álbum “Mundano”, que inclui os singles ‘O Carmo e a Trindade’, ‘Crias e Progenitores’ e ‘−£10,000’.

Sérgio Onze – Canto Ainda Por Alguém (2024) (single)

Sérgio Onze – Canto Ainda Por Alguém (2024) (single) 

á está disponível em todas as plataformas digitais ‘Canto Ainda Por Alguém’, o novo single de Sérgio Onze. O tema foi produzido pelo fadista Ricardo Ribeiro e tem por base o poema com o mesmo título, da autoria de Manuel de Andrade.

“Este poema de Manuel de Andrade não é nostálgico e muito menos triste: é duro e aberto como a vontade que temos de ter, tanto para o cantar, como para continuar, sempre. E materializá-lo no Fado Menor, o pai e superior de todos os fados, tornou-se na única forma possível de começar”, afirma Sérgio Onze. O fadista acrescenta que “não há muito espaço para racionalidade numa crença. Acreditar nos nossos mundos – passados, presentes e futuros – tem sempre uma disponibilidade superior. Esse alguém que sabemos que existe, que sabemos que somos nós, mas que às vezes parece mais distante e menos definido que Plutão”. 

‘Canto Ainda Por Alguém’ conta com a participação dos músicos Bernardo Romão (guitarra portuguesa), Bernardo Saldanha (viola) e Daniel Pinto (viola baixo). A canção é acompanhada por um videoclipe realizado por Cláudia Barros e Tiago Ribeiro.

O novo tema de Sérgio Onze antecipa o álbum de estreia, “NÓS”, com lançamento previsto para o próximo mês de abril. Editado pelo Museu do Fado | EGEAC, o disco foi produzido por Ricardo Ribeiro e AGIR e inclui várias participações, a anunciar brevemente.

“Cada faixa é um nó fortalecido pelo laço e o seu desenlace – tanto desafio como processo, tanto pergunta como resposta. São “NÓS” que ligam produções tão antagónicas como Ricardo Ribeiro e AGIR, é no seu centro que coexistem composições tradicionais e poemas clássicos ao lado das visões estelares de compositores contemporâneos”, afirma o artista. “”NÓS” existe em mim há muito tempo e tem sido cantado e desatado, de alguma forma, em todos os lugares. Mas agora é real. É final. Um final que é mais um ponto e vírgula do que uma coisa definitiva”, conta ainda.

“NÓS” marca a estreia discográfica do fadista Sérgio Onze. O álbum é uma edição Museu do Fado Discos e é apresentado, em antemão, esta quinta-feira, dia 7 de março, no Centro Cultural de Belém, pelas 21h00. O concerto integra o ciclo Há Fado no Cais, coproduzido pelo Museu do Fado | EGEAC e pelo CCB desde 2012. Com o apoio da Antena 1, o concerto terá interpretação em Língua Gestual Portuguesa e os bilhetes estão à venda nos locais habituais e na Ticketline.

Cruzamente – Bichos (censurada) (2024) (single)

Cruzamente – Bichos (censurada) (2024) (single)

Alicerçado no rock, o espírito dos .cruzamente não é saudosista, mesmo que venerem os antepassados e confiem na fraca memória que possuem como prova da intemporalidade de algo. De igual modo, também não procuram o futuro. Volta e meia, apercebem-se dele, vêem-se nele envolvidos, quando erguem o olhar até então preso aos seus instrumentos. Nem tampouco se procuram a eles mesmos, pelo menos enquanto grupo. Talvez seja isso, quando juntos, são. Sem buscas, sem querer. O que faz com que, a quem passa, pareçam crianças, numa bolha a esvoaçar sem nunca tocar no tempo. Afinal, têm uma pretensão, que essa bolha possa carregar o máximo de gente e de lugares com eles, e flutuar sem tempo e sem rumo.

Os .cruzamente são uma banda de Vila do Conde, composta por Francisco Rodrigues (voz) Pedro Cardoso (saxofone e harmónica) Carlos Loureiro (guitarra) Rodrigo Aroso (baixo) e Guilherme Magalhães (bateria). Os temas são originais e em português com uma base pop/rock, incluindo vários elementos funk, sem restrições.

Dão os seus primeiros passos na música em 2012, quando atuaram pela primeira vez ao vivo em Mindelo – Vila do Conde. Desde então, tocaram em vários espaços de música ao vivo de Norte a Sul do país, queima das fitas do Porto, Festa do Avante, Festivais de Verão e espetáculos comunitários. Durante este percurso lançaram três EPs: CruzaMente (2015); agitado (2019) e doninha (2020)

O seu primeiro álbum um bicho como nós irá ser editado no dia 10 de Maio e será apresentado ao vivo no próximo dia 18 de Maio no CCOP no Porto.

Produzido, captado e misturado por Pedro Vidal (Jorge Palma, Blind Zero) e masterizado por Mário Barreiros.

Poucos de nós terão vivido tempos tão polarizados como estes. A amplitude torna-se tão reduzida, que é difícil percepcionar quem está do outro lado e é fácil, por isso, reduzi-lo à grandeza da nossa imaginação. Sim, porque cada bicho é um bicho e não sabemos se é possível imaginar um, uno e inteiro, sem que ele seja uma parte de nós. Até um bicho como nós mesmos é difícil de imaginar de forma plena, teríamos de nos conhecer muito bem. Possível ou não, é um bom exercício, o do auto-conhecimento. Sobretudo quando nos leva a partes que nunca antes tínhamos encontrado. Ficamos mais fortes, também porque nos apercebemos da falibilidade dos nossos sistemas de avaliação. Se falhamos connosco, também falhamos com os outros e isso obriga a que a nossa constante redescoberta passe pela reavaliação do outro, cada vez mais, até que a amplitude aumente e nos apercebamos que do outro lado está um bicho como nós. Tão feio quanto bonito, tão forte quanto fraco. Vivo, falível.

“bichos” é o single de estreia do primeiro LP dos .cruzamente, um bicho como nós, e promete trazer intensidade às playlists atuais.

Bichos há muitos. De várias formas e em vários lugares. E nós, que somos um, também os temos por dentro, do intestino à cabeça. Imaginários ou não, os sintomas são claros: visão toldada, forças enfraquecidas, vontades distorcidas… Queremos que os bichos saiam de nós e sair com eles!

O vídeo que acompanha o single foi escrito e realizado por Alberto Almeida e tem como inspiração “Mago”, conto escrito por Miguel Torga, pertencente à colectânea Bichos. Sentimos que este conto tem uma grande relação com a canção e que sobressairia entre um dos inúmeros cenários possíveis para a descrever. O Mago é um gato que se sente aprisionado no conforto do lar que o adoptou, mas não é fácil libertar-se. Será que consegue? Será que conseguimos?

Retimbrar – Do Mesmo Cordão (2024) (single)

Retimbrar – Do Mesmo Cordão (2024) (single)

O ano de 2024 traz aos Retimbrar, formação renovada e a promessa de agarrar novas criações. Apuram-se as palavras, os timbres, os arranjos e desvendam-se pistas para o que há de ser um novo disco, mais de um ano após o lançamento do seu segundo álbum, Levantar do Chão.

Os 8 músicos voltam à estrada, estão à escuta e dão o salto, a bordo daquilo que são os sonhos, desafios e inquietações de uma humanidade veloz e voraz.

E é de inquietações que nasce uma primeira canção, “Do Mesmo Cordão”, composta e escrita por mulheres, numa colaboração desenvolvida com as Suspiro – coro jovem do Orfeão de Ovar composto por 19 mulheres entre os 14 e os 20 anos. O coro das Suspiro surge de uma vontade colectiva de não perder o contacto com a música. Todas ex-alunas da Academia de música do Orfeão de Ovar, fundem as suas vozes em projetos seus e em parcerias com artistas e músicos portugueses. Com o seu curto percurso (surge em Maio de 2023), o coro já partilhou o palco com Rodrigo Leão, Retimbrar e Jimmy P e encontra-se actualmente a criar o seu concerto a solo com releituras e originais.

“Do Mesmo Cordão” é um desabafo feito canção, com letra e música de Sara Yasmine (Retimbrar) e Suspiro, que, a 8 de Março, irrompe a várias vozes com o desejo de soltar amarras e exprimir o interior de uma mulher em chamas que assiste à expansão de um universo feminino que é seu, debaixo de constantes adaptações: com ideias por concretizar e lutas para apaziguar. Lutas que são de todes, que dependem de um compromisso e que não se esgotam num dia. Assim o dirão aqueles que puderem, no dia 8 de Março, juntar-se às marchas e manifestações que vão percorrer as ruas do país de norte a sul, muitas delas sob orientação da Rede 8 de Março.

O videoclipe é realizado por Adriana Romero e traz para a luz do dia, a atmosfera noturna da música, entre caniçais e pântanos do Lugar da Moita, em Ovar, que vai do Rio Cáster à Laguna de Aveiro. Assiste-se ao debate de mulheres consigo mesmas que se repercutem em acções coletivas e vice-versa. Mulheres que entre a intimidade de uma confidência e a urgência de libertar, arrastam consigo a comunidade de que, juntas, são capazes.

De uma natureza que se impõe, emergem figuras escultóricas que lembram a contraditória relação com representações antigas que o tempo se encarrega de desconstruir. E da relação entre a imaterialidade e o concreto, nasce o que a própria natureza humana trata de descodificar, projetando sonhos que encerram a “trama” com um encontro.

Carlos Raposo – Interstellar Caravan (2024) (single)

Carlos Raposo – Interstellar Caravan (2024) (single)

A música de Carlos Raposo projecta dois universos distintos, propondo uma simbiose entre a música tradicional portuguesa, com referências no folk, fado e nas guitarradas de Carlos Paredes – que ganham vida na Viola Campaniça – e a música electrónica, que é sustentada por sintetizadores clássicos das décadas de 70 e 80 como o Mini Moog e o Juno 106.

A viagem neste universo sonoro é marcada pelos tons melancólicos e melodias da Viola Campaniça e os sons electrónicos, que nos guiam numa experiência por vezes psicadélica sem nunca sairmos da Portugalidade e da tradição. Dancemos a Chula 2.0.

Agenda 2024

4 Fev – Fnac GaiaShopping

10 Fev – Fnac Sta Catarina, Porto

18 Fev – Fnac Marshopping, Matosinhos

29 Fev – Casa da Música do Porto

2 Mar – Fnac Alameda, Porto

17 Mar – Fnac NorteShopping, Porto

22 Mar – Centro de Artes de Águeda / Outonalidades

30 Mar – Mavy, Braga

6 Abr – Fnac Braga

14 Abr – Fnac Guimarães

25 Abr – Route66 Freamunde

1 Mai – Festival Santos da Casa / RUC, Coimbra

4 Mai – Casa da Cultura de Setúbal

11 Out – Portalegre

12 Out – Guarda

Carlos Raposo 
[viola campaniça e electrónica]
www.instagram.com/carlos____raposo/  

Danny Francis – Don’t Wanna Get Lost (2024) (single)

Danny Francis – Don’t Wanna Get Lost  (2024) (single)

Danny Francis edita single “Don’t Wanna Get Lost”

Daniel Ferreira acaba de lançar o seu primeiro single sob a assinatura de Danny Francis, novo nome artístico do músico portuense, que explora géneros como o Afrobeat, R&B e a Pop.

“Don’t Wanna Get Lost” representa o início de uma nova etapa de aprofundamento e descoberta artística e metaforiza o processo ao qual alguém se impõe ao esquecer outra pessoa, assim como todos os sentimentos de perda e desorientação inerentes – como se as linhas do caminho passado fossem apagadas.

Inspirado nas atmosferas sonoras da série “Stranger Things”, onde a synthwave e a synthpop têm um papel de destaque, Danny Francis aborda a complexidade, os obstáculos e os desafios das relações humanas e o seu consequente impacto, com uma pertinência bastante usual a todos nós.

“Don’t Wanna Get Lost” e o videoclipe que a acompanha já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.

Beatriz Almeida – Até Quando (2024) (single) Id

Beatriz Almeida  – Até Quando (2024) (single) 

“Até Quando” pretende ser um hino de lamento e revolta, que reflete sobre a violência contra as mulheres, a desigualdade de género e a dor que cada mulher sente, ao saber que outras sofrem.

“Até Quando” é uma melodia de resistência e uma voz inabalável contra a fragilização da Mulher, ao mesmo tempo, “Até Quando” realça a força de todas as mulheres – principalmente, quando juntas.

«O mote para a “Até Quando” surgiu em 2020, quando fui convidada para criar músicas para uma websérie sobre violência doméstica: “O Inferno não tem travesseiro”, de João Fábio Cabral.

«Agora, tenho sentido a urgência cada vez mais premente de continuar a lutar por uma sociedade justa e equitativa. Então, eu e o Miguel Galamba (co-

– compositor e produtor musical do tema) pegámos nas partes já existentes e construímos a “Até Quando”.»

Beatriz Almeida

«A produção musical desta canção teve como foco a letra, a mensagem, o grito de “basta”.

Querendo dar o destaque à voz, decidimos ser concretos e não tentar camuflar ou embelezar demasiado no arranjo.

Quisemos fazer com que o violoncelo complementasse e acompanhasse a voz quase lado a lado, e que tanto chorasse como gritasse.

O clímax da canção foi criado através de um coro de vozes femininas, cantadas e faladas, que acompanhou a letra, realçando a força de todas as mulheres – principalmente, quando juntas.»

Miguel Galamba

VÍDEO:

Realização – Raquel Tavares

Assistente de realização – Miguel Galamba Direcção de Fotografia – Pedro Sousa Produção Executiva – Jane Doe

Direção de Produção – Jane Doe

Edição e Pós Produção – Raquel Tavares Make-Up – Sara Cardoso e Marlon Calheiros Hair Beatriz Almeida – David Xavier

Interprete de Língua Gestual Portuguesa – Rita Belicha

Participação especial (por ordem de entrada) – Julyenne Pires, Gabriela Sousa, Sofia Cañamero, Cláudia Guia, Juliana Anjo, Carolina Cunha e Costa, Olinda Lopes, Nena, Siobhan Fernandes, Allia, Adelina Sousa, Carolina Passos Sousa, Matilde Canãmero e Lara Matos.

Agradecimentos – Teatro Passagem de Nível, Ana Lopes, Palinoya, David Xavier, Andreia Duraes e My Golden Girl

Yosune – Ser (2024) (single)

Yosune – Ser (2024) (single)

YOSUNE APRESENTA O SINGLE “SER”

A PRIMEIRA AMOSTRA DO EP “MADRE TIERRA” QUE SERÁ LANÇADO ESTE ANO

Yosune, compositora e intérprete de alma inquieta e espírito universal que vive em Portugal desde 2017, apresenta o primeiro single ‘SER’ do seu próximo EP, cujo lançamento será este ano: “Madre Tierra”, onde conta e canta histórias de caráter social e de protesto, inspiradas na música hispano-americana, na canção de autor e na música urbana.  

O single ‘SER (Te Siento)’ é uma conversa entre a alma e o corpo. Um apelo para aceitarmos quem realmente somos. Uma introdução ambiental e misteriosa que se aprofunda no mais íntimo do ser, para dar lugar a uma batida downtempo groovy, vibe trip hop, rica em melodias e uma letra inspiradora de autodeterminação.

A canção inclui um rap, uma linguagem que Yosune encontrou, que não sendo a linguagem habitual da artista, encaixa perfeitamente na expressão do próprio sentimento sobre ser quem se é apesar das críticas dos outros.

Durante este ano vai lançar o seu novo trabalho, “Madre Tierra”, que conta com a produção de Quico Serrano e que traz um apelo à nossa liberdade mais profunda, uma celebração da vida e da nossa breve passagem por este planeta, um elogio ao solo que nos sustenta a todos, um apelo à nossa natureza feminina divina e,  uma homenagem à mãe que tudo dá e nada pede em troca.

O projeto apresenta-se em formato de trio com Yosune na voz e no cuatro venezuelano, o Andrés Pancho Tarabbia nas percussões e o Geraldo Gomes no violoncelo.

No início de Abril Yosune apresentará o vídeo do single “SER”.

OUVIR / DOWNLOAD SINGLE “SER”

BIOGRAFIA

Yosune, compositora e intérprete de alma inquieta e espírito universal, começou a sua aproximação à música aos 7 anos a tocar um típico instrumento de corda venezuelano, o Cuatro, cantando canções populares típicas do país.

Em 2011 ganhou uma bolsa de estudos em São Paulo, onde estudou música brasileira na EMESP, e em 2016, ainda no Brasil, lançou o seu primeiro álbum: ‘Yoyo Borobia’. Este LP foi produzido por Dj Deeplick com a participação de grandes músicos brasileiros e cubanos, um disco ecléctico que transita através de sonoridades latino-americanas, brasileiras e orientais. Com este trabalho apresentou-se em mais de 35 cidades de 10 países, entre 2015 e 2017, passando pelo Uruguai, Argentina, Brasil, Chile na América Latina e Espanha, Inglaterra, França, Portugal, Bélgica, Alemanha e Luxemburgo na Europa, participando de grandes festivais como o Glastonbury Festival (UK, 2016) e a SIM São Paulo em 2015.

Em Portugal, desde 2017, começa uma nova jornada, nutrida com novas parcerias com músicos e produtores estabelecidos. Participou da banda de rock portuguesa Serushiô, criou uma peça de teatro infantil-juvenil com Monalisa Lins (‘Gira Mundos’) e escolhida como #INESTALENT em 2021 e 2022, participando nas residências artísticas do Festival WestwayLab (2019) e Liverpool Sound Guest House em 2021.

Em 2021 edita o single ‘ Azul’, uma viagem onírica que nasce da nostalgia e da vontade de encontrar o outro, sem medo. Uma antessala do que será o próximo trabalho discográfico: ‘Madre Tierra’.

Em 2022 participou do Songwriting Camp em Guimarães organizado pelo Why Portugal e fez uma digressão pelo Cone Sul da América Latina, realizando onze concertos em 10 cidades diferentes, incluindo São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis no Brasil, e Buenos Aires, Córdoba, Unquillo, Tucumã e Salta, na Argentina, com o violoncelista português Geraldo Gomes, uma tournée apoiada pela DGArtes.

Em 2024 lança ‘Madre Tierra’, produzido por Quico Serrano, trabalhando em parceria com Pancho Tarabbia na percussão e Geraldo Gomes no violoncelo: uma celebração a vida e a nossa breve passagem por este planeta, um elogio ao solo que nos sustenta a todos, um apelo à nossa natureza feminina divina e, uma homenagem à mãe que tudo dá e nada pede em troca.

Dark Miles – When The Lights Go Out (2024) (single)

Dark Miles – When The Lights Go Out (2024) (single)

Depois do lançamento de “Your Heart Is An Empty Street”, Dark Miles acaba de disponibilizar “When The Lights Go Out”, o segundo single de antecipação ao primeiro longa-duração do projeto a solo de Pete Miles.

O vocalista dos extintos MOSH apresenta ao público um tema que exalta a liberdade e a forma como esta é constantemente posta à prova, em particular nos tempos em que vivemos, e abre caminho para a edição de “10 Miles Into The Dark”, um disco representativo de uma viagem às profundezas da alma humana.

“When The Lights Go Out” surge durante a pandemia, “período onde nos vimos privados de algumas liberdades elementares, e consequentemente redescobrimos o quanto essas liberdades são frágeis”, sublinha Pete Miles, acrescentando ainda que “seja naquilo que sentimos, naquilo que fazemos, naquilo que queremos e naquilo que somos, essa liberdade é constantemente posta à prova, em particular nos tempos em que vivemos, em que o pesadelo da guerra voltou a retirar a muita gente a dignidade humana”.

A faixa e o videoclipe que a acompanha estão disponíveis em todas as plataformas digitais.

Dark Miles – Biografia

Dark Miles é o projeto a solo de Pedro Lima (a.k.a. Pete Miles), vocalista da extinta banda do Porto, chamada “MOSH”.

Os MOSH foram uma banda de rock que existiu entre 2004 e 2010. Com muita popularidade no panorama rock underground nacional, os MOSH foram convidados para tocar no palco principal do Festival Vilar de Mouros em 2005 e abriram concertos de bandas de referência, como Marilyn Manson, Ill Niño, Soulfly, etc. O seu vídeo-clip passava frequentemente na MTV Portugal, foram nomeados para Best New Act pela MTV em 2007, foram convidados pela marca de “streetwear” Volcom para tocar no evento mundial da marca em Biarritz, e durante esses anos de atividade tocaram imenso dentro e fora do País e arrecadaram um “following” de fãs bastante considerável, tanto dentro como fora de portas.

Com o final da banda, motivado por divergências musicais, veio um hiato artístico que acabou com a chegada da pandemia e com um súbito surto de criatividade, que originou um disco focado nas suas influências para além do espectro mais pesado do rock, abrangendo principalmente os anos 80 e 90.

Com influências que vão desde Depeche Mode, David Bowie, Iggy Pop, Peter Murphy, The Sound, Psychedelic Furs, Peter Gabriel, até Mad Season, Stone Temple Pilots, Chris Cornell, Mother Love Bone, Temple of the Dog, Mark Lanegan, etc., a banda Dark Miles, do agora renomeado Pete Miles (pseudónimo de Pedro Lima), tenta com este disco homenagear essas duas décadas brilhantes da música internacional.

Gravado no estúdio de André Indiana, com exceção de 3 músicas, que foram gravadas no estúdio do produtor e engenheiro de som Mário Pereira, o disco teve a produção de Paulo Praça, a mistura de André Indiana e a masterização de Mário Barreiros. Todos os temas foram compostos por Pete Miles com a colaboração de Paulo Praça; as letras são integralmente de Pete Miles.

Para além de Paulo Praça e André Indiana (guitarras e baixo), participaram no disco Paulo Gravato (Pedro Abrunhosa) no saxofone, Eurico Amorim (Pedro Abrunhosa) nas teclas, Bruno Oliveira (Os Azeitonas) na bateria, Sérgio Silva (Expensive Soul) na bateria e Miguel Martins (Zen) na guitarra.

“10 Miles Into the Dark” é uma viagem às profundezas da alma, guiada pelo som de uma geração que resiste ao teste do tempo.

https://www.instagram.com/darkmilesband/

Pedro Lima – Talkin(g) (A)bout My Generation (2024) (single)

Pedro Lima – Talkin(g) (A)bout My Generation (2024) (single) 

ARTWAY NEXT APRESENTA O DISCO DE ESTREIA DE PEDRO LIMA

“TALKIN(G) (A)BOUT MY GENERATION”

INSTALAÇÃO SONORA: ATÉ 10 DE FEVEREIRO – GNRATION, BLACKBOX, BRAGA

A Artway Next apresenta Talkin(g) (A)bout My Generation, o álbum de estreia de Pedro Lima, com lançamento exclusivo em vinil e formato digital. É um disco que reúne um conjunto de obras escritas ao longo dos últimos anos e se assume como uma mediação artística sobre traços identitários de uma geração, em que os conflitos, a política, a internet, os memes, a identidade, a vida na selva digital e a (re)conquista do espaço têm sido fatores estruturantes para a definição do futuro.

Natural de Braga, Pedro Lima é um destacado jovem compositor português. Formou-se no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian e, em 2017, ingressou no Mestrado em Opera Making & Writing, na prestigiada Guildhall School of Music and Drama. Com 21 anos, estreou a primeira peça para orquestra e um ano depois, venceu o Prémio de Composição da Sociedade Portuguesa de Autores. Após uma residência na Casa da Música em 2019, escreveu Talking About my Generation (2019), peça que dá agora nome ao disco de estreia do compositor.

Três das composições presentes no disco de Pedro Lima foram gravadas na Capela da Imaculada Conceição, em Braga. Recorrendo a uma técnica de posicionamento de microfones, Hugo Romano Guimarães foi capaz de captar não só os instrumentos, mas também as vicissitudes e a forma como o som viaja através deste espaço. Nesta instalação poderemos ouvir as idiossincrasias sonoras presentas nestas gravações, quase como se tivéssemos dentro da capela.

Analogue Music Project – The Knight Rider (2024) (single)

Analogue Music Project – The Knight Rider (2024) (single)

ANALOG MUSIC PROJECT APRESENTAM O TERCEIRO DISCO

“Loyalty and Respect”

CONCERTO DE APRESENTAÇÃO – 5 ABRIL, 21h30  | ESPAÇO DUAL, LISBOA

Analog Music Project apresentam o terceiro disco “Loyalty and Respect”: uma mistura de composições originais e reinterpretações de bandas-sonoras de filmes e séries. 

No novo trabalho pode escutar-se faixas-título de clássicos como “The Knight Rider”; “Das Boot; “Crocket’s Theme” (de Miami Vice) e Waltz #2 (de Eyes Wide Shut).

As composições originais “Linux”, “In The Pocket” e “Stars” desenvolvem ainda mais a experiência auditiva através de grooves edificantes.

Analog Music Project inclui músicos como JP Coelho nos teclados e vibrafone, Jorge Moniz na bateria, Vinícius de Magalhães no trombone e Hernan Castilho no baixo elétrico. Têm como foco a construção de um palco sonoro coerente, utilizando músicos, instrumentos e técnicas analógicos.

“Loyalty and Respect” vai ser apresentado ao vivo no dia 5 de Abril, no espaço Dual, em Lisboa (Rua D. Luís I, 22). 

BIOGRAFIA

O AMP – Analog Music Project, é um acto musical que se foca na construção de um palco sonoro com músicos, instrumentos e técnicas analógicas. Da Electro-Bossa ao Cosmic-Swing, o projecto revive e reinventa géneros    clássicos, dando-lhes um toque moderno mas orgânico. 

Fundado em 2012 na Ericeira, editou o seu primeiro disco “Odyssey” em 2015 que mereceu distribuição internacional e integrou a lista dos discos do ano da Rádio Oxigénio.

O segundo disco do projecto: “Shinobi III – Return of the Ninja Master”, editado em 2019, apresentou novos arranjos tocados ao vivo, dos temas do video jogo homónimo, originalmente lançado para a consola Sega Mega Drive em 1993.