Matilde Fieschi – João Coração – 10 de Dezembro de 2023.
João Coração – Miúda (2024) (single)
JOÃO CORAÇÃO LANÇA NOVO SINGLE PASSADOS 15 ANOS DA ÚLTIMA EDIÇÃO
“MÍUDA” É O PRIMEIRO SINGLE DO SEU NOVO DISCO A SAIR A 31 MAIO
Hoje é um dia bonito para a música portuguesa. João Coração volta às edições depois de um interregno artístico de 15 anos sem lançamentos. “Miúda” é o novo single do cantautor e antecipa um novo disco a ser editado a 31 de maio.
“Miúda” é uma canção que aborda uma história imaginária sobre uma figura feminina na vida do artista, nela ele debate-se com as suas próprias incertezas em reflexões dignas de um apaixonado que se questiona e se contradiz em discurso direto. É o primeiro single do novo álbum que está prestes a chegar ao mundo.
A música é uma experiência de equilíbrio, tão pesada quanto leve, tem um tempo arrastado e bateria contundente, como se carregasse uma árvore às costas, mas é também recheada de sabores barrocos, com cravos redondos e um travo pop arrancado com órgãos da moda.
O videoclipe, realizado pelo próprio artista, é a construção visual da letra de João Coração, numa representação melodramática e romântica onde o artista se transforma em personagem perdida, deambulando pela incerteza ao correr pelas ruas de Lisboa ou a indagar num sofá a arder.
A banda que acompanha João Coração nas gravações da canção conta com Salvador Seabra (Capitão Fausto), Tony Love (Lena D’Água, Joana Espadinha, Benjamim, Margarida Campelo), Jonatas Pires (Samuel Úria, Pontos Negros), Velhote do Carmo (Filipe Karlsson).
Em breve serão anunciadas as primeiras datas em que se poderá ver João Coração ao vivo.
Quem é João Coração?
Quem conhece João Coração sabe que ele é um ser de contradições, sonhador e fazedor, confortável com um intimismo para muitos desconcertante, ele descalça-se para entrar e convida quem o ouve a fazer o mesmo. As suas letras navegam os altos e baixos da existência e os protagonistas das suas canções estão em luta constante: o amor de um lado e o medo do outro. Quem ganha essa luta depende de quem ouve.
Numa vida passada fez dois discos que são tão diferentes quanto iguais. Diferentes porque um é a noite e o outro é o dia. Iguais porque ambos foram gravados de forma impetuosa e crua. João Coração das duas vezes convidou os seus amigos para uma casa repleta de instrumentos onde gravaram as suas canções ao vivo, sem ensaios prévios. Foi como havia de ser e encontrou o que procurava: verdade, crueza, realismo e todas as arestas por limar.
Em 2024 ressurge com um disco pela Cuca Monga (editora dos Capitão Fausto e Ganso) que testemunha a sua evolução pessoal e criativa. À medida que mergulha nas profundezas da sua existência, explora novos espectros sonoros. As canções surgem como as anteriores, de assalto, sem aviso, mas o processo de gravação é outro, mais ponderado e polido. Pela primeira vez em estúdio, com arranjos desenhados à priori e interpretados por uma banda de sonho. Sempre fiel à sua poesia, João Coração explora atmosferas novas, magnéticas e intrigantes.
A Mansão – Casa Grande (2024) (single)
A Mansão – Casa Grande (2024) (single)
“Casa Grande” é o primeiro single da banda “A Mansão”, um projeto musical que é resultado da paixão, da perseverança e da colaboração entre três músicos: Luís Palha, José Maria Freitas e José Guilherme Saraiva Lima. Este primeiro single surge em colaboração com M1KE, também conhecido como Miguel Coimbra, vocalista e produtor da banda D.A.M.A.
Esta primeira canção nasce de uma vontade maior de mostrar ao mundo algo inédito criado pelos três músicos, que encontraram na dificuldade uma oportunidade para inovar. É no palco do Miradouro da Senhora do Monte, diante do vasto público que vão tendo, onde vão construindo, em direto, as suas canções, e acabam por concluir que a melhor casa é onde juntos podem criar.
Foi assim que nasceu a colaboração com o produtor M1KE. O produtor veio trazer à Mansão uma nova roupagem, com elementos pop e digitais característicos das suas produções, criando assim uma atmosfera especial que resulta na Grande Casa que criaram – o primeiro single daquele que será o EP de estreia.
Dos miradouros ao ESPAÇO MOCHE, a Mansão teve casa cheia, na passada quinta-feira, no seu concerto de apresentação.
Ainda assim, é no Miradouro da Senhora do Monte e no Miradouro da Graça, que podemos encontrar a banda a encantar Lisboa. A Mansão é casa grande onde cabe sempre mais um, castelo andante onde se faz música sobre as coisas. De repente, essas coisas ficam maiores, quando se compõe junto. Simples e sustentável. Música portátil, fiel às raízes dos miradouros, onde ergueu paredes e tectos. É lá que as canções ganham as cores de quem se quiser juntar. Que a Mansão seja sempre aconchego e pão para quem o encontra na simplicidade.
“Casa Grande” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Vasco Ribeiro & Os Clandestinos – O Homem Que Falava Demais (2024) (single)
Vasco Ribeiro & Os Clandestinos – O Homem Que Falava Demais (2024) (single)
Conduzido por coros de sopros e vozes, o novo single de Vasco Ribeiro & Os Clandestinos passeia por dualidades inerentes ao ser humano. A voz distinta do vocalista dá início à história contada em “O Homem Que Falava Demais”: “a vida é a incompreensão de tudo aquilo que existe. Cada um escolhe a verdade com que melhor se sente”. Sem o peso de anunciar quaisquer certezas, o letrista Vasco Ribeiro constrói, em ritmo crescente, os cenários que conduzem o tema. “Esta música fala dos extrovertidos e dos introvertidos. Sobre os que falam demais quando estão bem e saudáveis, e sobre os que por necessidade ou feitio, falam de menos. Sobre o que escuta, e também sobre o que quer ser ouvido”, explica. Assista ao visualizer aqui – a banda também registou a canção num concerto no BOTA Anjos, em Lisboa – veja aqui.
É neste espaço de narrar o quotidiano que a banda encontra o seu terreno mais fértil. “Em um panorama musical que tende cada vez mais para um certo minimalismo e repetição de letras, pretendemos renovar os movimentos canto-autorais nascidos sobretudo na década de 1970, onde a palavra tinha e têm um papel preponderante, contando histórias, umas mais fictícias, umas mais reais”, comenta Vasco Ribeiro.
Com toques mais próximos da música pop, o single integra o disco “Formas de Estar”, cujo lançamento está previsto para este ano. A produção musical é assinada por Bernardo Centeno em parceria com a banda, atualmente formada por Francisco Nogueira (baixo e contrabaixo), Rafael Castro (guitarra elétrica e segundas vozes), Henrique Rosário (teclas e acordeão) e António Gonçalves (bateria e percussões). Para a gravação da canção, o grupo cresceu com a participação de Carlota Loureiro, Constança Branco e Gabriel Pepe nas vozes; e Steven Gillon, um dos membros fundadores do projeto, que gravou o shaker que se ouve ao longo de toda a canção.
Capa
A ilustração da capa – que no Youtube pode ser vista em versão animada – foi feita pelo artista Daniel Arthur. “As duas caras de perfil, uma com boca grande e orelha pequena, e outra com boca pequena e orelha grande, servem para realçar a ideia da dualidade. Há quem fale muito e quer ser ouvido, não tendo por vezes grande coisa a dizer; e há quem fale pouco, e que no silêncio e na escuta, vai fortalecendo o pensamento”, explica Vasco Ribeiro.
FICHA TÉCNICA
Composição, Letra, Voz e Guitarra Acústica: Vasco Ribeiro
Guitarra Elétrica: Rafael Osório de Castro
Baixo: Francisco Nogueira
Teclados: Henrique Rosário
Bateria e Percussões: António Gonçalves
Shaker: Steven Gillon
Saxofone Alto: André Monteiro
Saxofone Tenor: João Arez
Trompete: Samuele Lauro
Segundas Vozes: Gabriel Pepe
Coro: Carlota Loureiro, Constança Branco
Captação, Mistura e Masterização: Bernardo Centeno
Produção: Vasco Ribeiro & Os Clandestinos/Bernardo Centeno
Estúdio: Namouche
Capa: Daniel Arthur
Carlos Cavallini – Nem Todo Mundo (2024) (single)
Carlos Cavallini – Nem Todo Mundo (2024) (single)
Carlos Cavallini mede O Tamanho do Tempo em músicas banhadas pelo mar
Medindo, em música, O Tamanho do Tempo, o disco é também um exercício introspectivo, pessoal: “As músicas foram todas escolhidas pensando muito nisso, daí a minha demora em fazer o disco. Fala muito de mim e era preciso que eu estivesse muito à vontade para isso.” Em termos de influências musicais, elas vêm muito do já citado triângulo Rio-Minas-Bahia: “Cresci com muito samba e também com muita MPB. A minha família admirava muito os grandes nomes da MPB, Chico Buarque, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Djavan, e eu lembro-me de ser uma criança que sabia cantar músicas do Chico, Gal, esses assim, o que não era muito comum entre os meus amigos, que já estavam noutra fase, a do rock brasileiro. Isso me influenciou muito, além do rock alternativo e, mais recentemente, essa nova MPB, geração que foi até o tema da minha tese [título provisório: Pensar a nova MPB no Brasil e a nova música brasileira em Portugal]. É engraçado que eu olhava para o Domenico e o Ricardo de uma perspectiva académica a acabei por gravar com eles.”
Nuno Pacheco, Público
SINGLE “NEM TODO MUNDO”
Já com Lisboa no coração pelos 15 anos de residência na cidade, Carlos Cavallini lança agora “Nem Todo Mundo”, segundo single de seu disco de estreia O Tamanho do Tempo, produzido por Ricardo Dias Gomes e Domenico Lancellotti, que será lançado dia 1 de Março.
Em “Nem Todo Mundo”, o dedilhar com assinatura de Davi Moraes abre espaço para a voz e a letra de Carlos Cavallini, que desforra muito daquilo que construímos utopicamente sobre nós e os outros, discutindo questões sobre convivência e cotidiano – “nem todo mundo entende, nem todo mundo aprende”. Segundo o cantautor, “a canção foi feita durante as gravações e eu tive muita vontade de que ela entrasse para o álbum por estar ligada aos tempos que correm”.
O disco vai ser apresentado ao vivo no dia 22 de Março no Samambaia em Lisboa num concerto partilhado com Sam Nóbrega.
DISCO O TAMANHO DO TEMPO
Atento ao que nos faz bem
Em seu disco de estreia “O Tamanho do Tempo”, Carlos Cavallini contempla a imensidão do tempo e do mar com minimalismo do eu, enaltece os horizontes dos infinitos amores e nos oferece amizade por todo o percurso da obra.
Imenso céu e sempre mar.
Infinitos desertos, ondas e caminhos em que estaremos de alguma forma no tempo. A primeira viagem de Carlos Cavallini em disco é muito do mundo, do eu; condensa bastante de experiências dos sons e sentimentos que viveu, afinal o primeiro disco é sempre um apanhado de composições e experiências de épocas diversas que levaram o artista até uni-las em estúdio. Há beleza de muitos momentos e sabores a cada faixa, numa obra que se abre com o mar e sua imensidão. O mar para Carlos começou em Vitória, onde nasceu no Brasil e virou cais em Lisboa, onde resolveu aportar há 15 anos.
Ao longo da obra que nos cria, recria e nos mergulha em mares tranquilos, o tempo é protagonista em um cenário para audição de um disco que nos conecta com tantos abraços. No ar, no espaço, nas pessoas e na natureza. As 12 faixas são 12 elos entre si e entre quem as ouve.
Agradecimento e contemplação à beira de águas intermináveis abrem “O Tamanho do Tempo”. Apresentar-se como chuva, obediente ao vento, e se reconhecer como muito do que parece ao ouvinte, é começar o percurso do disco já a dizer um pouco sobre sua alma. Em “Sempre Mar”, Carlos não esconde o ‘eu’, ao contrário, nos oferece a face mais interior do seu sentimento e criatividade. A doçura de apreço nas palavras namora com os sons enquanto sintetizadores e as guitarras de João Erbetta nos transportam de Lisboa às paisagens sonoras e tranquilas do Ceará.
Referências com sopros suaves nos lindos arranjos de trompete e flugelhorn do talentoso Aquiles Moraes enlaçam “Natureza” (segunda faixa do disco). A sequência sonora doce entre influências do Cidadão Instigado às baladas Soul de Cassiano traz reconexões poéticas entre parte de um todo humano à sua mistura com a natureza. ‘Ser capaz de estocar amor pra depois distribuir’ é promessa da segunda faixa que se cumpre na audição e nas canções subsequentes.
A produção musical e os arranjos de Ricardo Dias Gomes e Domenico Lancellotti são delicados, criativos e multiplicam os significados das canções para seguir o seu enlace. Essa linguagem não-verbal sensível da dupla é fundamental para a compreensão da narrativa de ‘O Tamanho do Tempo’.
Se em muitos momentos a obra se enlaçará com o contemplar da natureza, em outros se mostrará cosmopolita com a doçura poética de estar atento, mesmo nas grandes cidades e suas dinâmicas mais complexas, aos detalhes mais delicados sobre as relações e sentimentos humanos. Isso se reflete em violões das referências interioranas do Brasil até as baterias e arranjos a la Strokes e Weezer.
sús – Cicatriz (2024) (single)
sús – Cicatriz (2024) (single)
sús continua a sua narrativa intimista envolta numa sonoridade que habita os subúrbios da pop, num distrito rodeado pelo folclore, eletrónica e experimentalismo no seu novo single “Cicatriz” que conta com a participação de Femme Falafel.
Susana Nunes, artista portuguesa e residente na Dinamarca, tem um vasto percurso musical e académico onde tem articulado a sua expressão artística: em 2018, deu-se a conhecer com o projeto HAĒMA e desde então colaborou com artistas como Baiuca (ES), Papisa (BR) e Àiyé (BR). Atualmente, é membro de Guarda-Rios, Kitchen Talks, LAVA, Néboa (ES), entre outros; Em 2021, concluiu em Copenhaga o mestrado em Performance Musical no Rhythmic Music Conservatory, tendo como tutoras algumas figuras femininas de grande relevância no panorama experimental como Søs Gunver Ryberg (DK), Jenny Hval (NO) ou Laurel Halo (US).
Em 2023, apresentou-se a solo como sús com o tema “Primavera Deserta” tendo integrado a coletânea Novos Talentos Fnac ‘23. Agora, prepara-se para lançar o seu álbum de estreia, “Entre”, em Maio.
“Cicatriz” é uma canção sobre feridas e pequenas dores, mazelas e outras coisas que nos aleijam. Vem de alguma forma de uma visão das feridas enquanto potência e lugar de transformação. Uma das ideias melódicas deste tema surgiu de um arquivo de notas que a artista vai registando no seu dia-a-dia. A estrutura final do tema foi concretizada numa residência artística na ilha dinamarquesa de Samsø. De forma simbólica esta música que fala sobre fins e novos começos foi o último tema do álbum a ser acabado.
Joana Alegre – Lógica Astral (2024) (single)
Joana Alegre – Lógica Astral (2024) (single)
JOANA ALEGRE ANTECIPA NOVO ÁLBUM “LUAS” COM O SINGLE ‘LÓGICA ASTRAL’
Joana Alegre anunciou o lançamento do novo álbum “LUAS”. Com todas as letras e músicas da sua autoria e produção de Choro, o terceiro disco da cantora e compositora será editado no próximo dia 22 de março, sendo antecipado pelo novo single ‘Lógica Astral’.
“’Lógica Astral’ é no título e na canção um quebra-cabeças, uma ironia que faço sobre a fuga à realidade e a vontade de encontrar magia na ciência do que se é e no que se faz. Brinco como sinto que devemos fazer na vida, porque ninguém deve levar-se demasiado a sério. A busca está lá sempre e ainda bem. As respostas umas vezes vêm outras não, vão-se simplesmente integrando, com ou sem rituais, tal como a canção é fluída e pode ser um super poder, um encantamento que encontro para fugir ao enguiço da normalidade”, afirma Joana Alegre.
“LUAS” tem como conceito central as fases lunares: as principais – Nova, Crescente, Cheia e Minguante – e as intermédias – Quarto Crescente, Crescente Gibosa, Minguante Gibosa e Quarto Minguante. Cada canção do álbum representa uma das fases, como nos singles já revelados ‘Nó’ (Minguante Gibosa ), ‘Ciclotímica’ (Quarto Crescente ), ‘Rosa Carne’ (Lua Cheia ), ‘Copo Cheio’, dueto com Mikkel Solnado (Crescente Gibosa ) e ‘Lógica Astral’ (Lua Crescente ).
Todos estes temas farão parte do novo disco, juntamente com mais canções e duetos surpresa, ainda por revelar. Sob direção musical de Joana Alegre, a produção de “LUAS” ficou a cargo de Choro, nos Great Dane Studios. Os companheiros de estrada da cantautora, Emiliana Silva (violino) e Vicente Palma (piano), também colaboram no disco.
Neste próximo trabalho, Joana Alegre promete “muita harmonização vocal, os instrumentos que continuam a acompanhar a expressão final de cada canção, como o violino, a guitarra e o ukelele, a juntar aos diversos elementos da produção única do Choro e toda a esfera de vontades e emoções que entreguei ao longo destas LUAS que em breve serão vossas”.
“LUAS” sucede a “Centro”, álbum produzido por Luísa Sobral, editado em 2021 e eleito pelo público da BLITZ/Expresso um dos Melhores Discos do Ano.
Cantautora de formação Clássica e Jazz em Portugal, Estados Unidos e Itália, Joana Alegre apaixonou o público português com a sua voz em 2014, no tema ‘E Agora?’, dueto com Mikkel Solnado, que viria a produzir o seu primeiro disco, “Joan & The White Harts”, com o qual foi semifinalista no International Songwriting Contest, nos EUA, em 2016 e em 2019.
Em 2019/20 participou no The Voice Portugal, conquistando o 3º lugar, e em 2021 foi finalista do Festival da Canção com ‘Joana do Mar’, tema da sua autoria. No mesmo ano lançou o segundo disco de originais, “Centro”, produzido por Luísa Sobral e eleito pelo público da revista BLITZ/Expresso como um dos Melhores Álbuns de 2021. Por esta altura assina a curadoria do espetáculo “Um Só Dia”, uma homenagem à poesia cantada de Manuel Alegre, que deu origem ao disco com o mesmo nome já editado. Este projeto contou com Direção Musical de André Santos, o apoio da Antena 1 e as participações de Ana Bacalhau, Jorge Palma, Agir, Camané, Cristina Branco e Vicente Palma. Durante 2022 percorreu o país e não só, tocando em São Francisco (EUA,) e Cabo Verde, numa digressão de mais de 30 concertos.
No final de março de 2024, Joana Alegre edita o terceiro álbum de estúdio, “LUAS”, que inclui os singles ‘Nó’ (airplay Antena 3), ‘Ciclotímica’ – nomeada para “Canção do Ano” nos IPMA 2024 – International Portuguese Music Awards -, ‘Rosa Carne’, ‘Copo Cheio’ (airplay Rádio Comercial e Antena 1) e ‘Lógica Astral’.
Rogério Botter Maio – Riscos (2024) (single)
O 7º disco de Rogério Botter Maio, marca seus 40 anos de trajetória musical.
Lançado em 15 março de 2024, tem no repertório somente suas composições inéditas em que o contrabaixista (acústico e elétrico), compositor, arranjador e produtor explora mais uma vez sonoridades surpreendentes.
Na faixa de abertura “Riscos” por exemplo, conta com a participação de cordas, oboé, clarone e a voz de Giana Viscardi na sua instrumentação.
A maioria das faixas são acústicas tendo como como base piano, violão, contrabaixo e percussão (além do oboé em algumas delas).
Outras faixas exploram o toque mais vibrante, com guitarra, piano elétrico e baixo elétrico além de uma abordagem rítmica diferente de seus álbuns anteriores.
“SEM PALAVRAS”
The 7th album of the bass player composer, arranger and producer Rogério Botter Maio, celebrates his 40th year in the music.
Released on March 15th 2024, it contains only his own original compositions which once again explores surprising sonorities.
The opening track “Riscos” for instance, includes also strings, bass clarinet, oboe and the voice of Giana Viscardi.
Most of the tracks are acoustic – piano, acoustic guitar, acoustic bass and percussão (plus the oboe in some of them).
Other tracks, explore a more vibrant atmosphere, with the use of electric guitar, electric piano, electric bass and a different rhythmical approach compared to his prior albums.
Musicians:
Catherine Santana – oboé
Dô de Carvalho – bass clarinet
Elisa Monteiro – viola
Emílio Martins – percussion
Fábio Leandro – acoustic piano and electric piano
Giana Viscardi – voice
Leandro Fortes – acoustic guitar
Micaela Marcondes – violin
Renato Lanza – drums
Rogério Botter Maio – acoustic bass and electric bass
Thiago Lourenço – acoustic and electric piano
Vinícius Gomes – acoustic guitar and electric guitar
Cover photo:
Marcos Santilli
Mixing:
Pichu Borrelli (440Hz – São Paulo)
Renato Soares (RNT Áudio Música – São Paulo)
Célio Barros (Klarlyd Studio, Norway)
Gustavo Breier
Mastering:
Gustavo Breier
Suzie And The Boys – You Got Them There Eyes (2024) (single)
Suzie And The Boys – You Got Them There Eyes (2024) (single)
A música de Suzie and the Boys chega do final das noites nas caves mais escondidas, do fundo dos bares clandestinos de uma Lisboa perdida entre o glamour e o desassossego. O cabaret sonoro, com que invadem os palcos por onde passam, nasce de memórias e experiências vividas por um grupo de músicos, amantes da vida e da noite, na qual ensaiam a boémia, a amizade e a música deste EP de estreia.
O encontro destes parceiros no crime — que junta músicos de Cool Hipnoise, Terrakota, Irmãos Catita, Ena Pá 2000, X-Wife, Sérgio Godinho, Fausto, Tora Tora Big Band e muitos outros — é o resultado de quase 30 anos de partilhas e trocas de ideias e muitas noites queimadas entre cinzeiros cheios e copos vazios.
Não é jazz mas tem swing, não é blues mas tem drama, não é soul mas tem alma, não é funk mas tem groove… não é fado mas tem faca na liga! O EP homónimo de Suzie and the Boys é tudo isto e muito mais!
Em «ScratchYour Luck» é o ritmo dolente de um bolero no final da noite entre os vapores do álcool e dos blues e o veludo de um cabaret enfumarado.
Em «Devil’s DirtyYellow Cadillac» é o mundo estranho de um cemitério assombrado, num blues de Halloween cinemático e «aterrorizado» pela alegria contagiante de uma banda a swingar.
Em «Tchim Tchim» é a festa e o hino à alegria que lembra jam sessions intermináveis nas noites da Bourbon Street.
Em «You Got Them There Eyes» é o balanço irresistível do bom e velho rhythm ‘n blues — conduzido por uma linha de baixo poderosa e um refrão viciante — que nos transporta para uma festa numa cave escura.
E é descida vertiginosa de uma onda gigante no poderoso e tarantiniano «Fuego!», um assombro de rock ‘n roll.
«Chills & Fever» é a única versão num disco de originais que reclama para o vinil um tema soul e blues com uma aura tão dramática que é quase celebração entre o religioso e a tragédia de bairro.
O brilho dos clássicos regressa com a balada «My Crown» que é um verdadeiro hino à resistência e à força das mulheres e que na voz e nas palavras de Miss Suzie assume o estatuto de um manifesto soul e feminino.
Este disco nasce da ideia de recriar a sonoridade típica dos cabarets lisboetas das décadas de 50 e 60. Partindo do swing, dos ritmos latinos, do rock ‘n roll e dos rhythm ‘n blues, Suzie and The Boys criaram os seus originais: uma banda sonora de um filme que se desenrola ao vivo cada noite que sobem ao palco. EP com o sabor exótico de outros tempos e que exorciza os blues e dramas de todos os dias com personagens e histórias que habitam este muito seu e único cabaret sonoro. Sejam bem-vindos, façam o favor de entrar!
Evaya – O Que Acontece Agora (2024) (single)
Evaya – O Que Acontece Agora (2024) (single)
EVAYA é uma produtora, compositora, letrista e cantora portuguesa. A sua música propõe uma imersão etérea dos conceitos propostos, através de instrumentais ruidosos, maquinaria pesada e uma entrega mais performativa da relação voz-música.
Em breve edita o seu disco de estreia, um trabalho que promete ser único no mundo da electro-pop portuguesa.
Single “o que acontece agora”, com lançamento a 8 março
Nuno Melo – Fora De Formato (2024) (single)
Nuno Melo – Fora De Formato (2024) (single)
O cantautor portuense Nuno Melo apresenta finalmente o seu disco de estreia “Fora de Formato”, após o lançamento dos singles “Polka Dot” e “O que Achares Melhor” (com o convidado Edu Mundo).
“Fora de Formato é um conjunto de canções que vêm sendo tricotadas há vários anos, um patchwork de géneros, estilos e ambientes. Feito com a co-producão de Edu Mundo, o músico procura além de tudo, autenticidade nas canções, nos temas e nas palavras. O disco passeia-se por diversos estilos musicais, que o público é convidado a descobrir.
Para Nuno Melo, a cantautoria vem-se desenvolvendo desde o momento em que a primeira guitarra lhe caiu nas mãos aos 11 anos, desde aí que vem compondo as suas canções.
Após quase 20 anos como músico profissional atuando como instrumentista e compositor em vários projetos do panorama nacional e internacional, surge agora como artista a solo, porém não desacompanhado.
Ao vivo faz-se acompanhar de Edu Mundo na bateria e voz, João Luzia na guitarra, Gonçalo Palmas nas teclas, Manu Idhra na percussão e Miguel Pinto no baixo.
Coastel – Nevoeiro (2024) (single)
Coastel – Nevoeiro (2024) (single) Id
Coastel lançou o novo single ‘Nevoeiro’, já disponível em todas as plataformas digitais. Escrito pelo cantor e compositor, o tema foi produzido por Johnny Barbosa, com quem já tinha colaborado em singles anteriores e no primeiro EP, “Back in ’01”, de 2021.
“Quando escrevi a ‘Nevoeiro’ tinha uma imagem muito clara em mente de uma pessoa que não viu a linha entre estar apaixonado e viver dependente. Alguém que, por meio de uma relação, deixou de ter os seus sonhos, as suas ambições, e passou a viver a vida da outra pessoa. A dependência fadiga a relação e é como se tudo tivesse acabado, ficou apenas o nevoeiro”, revela Coastel sobre o novo single.
‘Nevoeiro’ é acompanhado por um videoclipe realizado por Luís Água e Pedro Ivan.
concordei. Todas as paisagens e a mensagem do vídeo ficam muito mais dramáticas com a ausência de cor e criam este retrato intenso de uma pessoa que está pessoa completamente perdida”, revela Coastel.
‘Nevoeiro’ sucede a ‘Ver-te assim’, editada no final de 2023, e ambas as canções marcam uma nova etapa na carreira do músico, antecipando um novo EP, que Coastel vai lançar este ano. O próximo curta duração do artista será o primeiro inteiramente interpretado em português e o segundo do seu percurso artístico, após “Back in ‘01”.
Músico, cantor e compositor, Coastel descobre a paixão pela guitarra elétrica e acústica quando tinha apenas 10 anos. Começa, então, a cantar para se acompanhar à guitarra, encontrando também o gosto pela composição.
Em 2021 edita o EP de estreia, “Back in ‘01”, que contabiliza mais de 100 mil streams, só no Spotify. O curta duração inclui os singles ‘Evergreen’ e ‘I hate love songs’, este último com airplay na rádio Smooth FM.
No ano seguinte concorre ao The Voice Portugal e conquista todos os mentores na Prova Cega. Integra a equipa de Dino D’Santiago e surpreende o público com a sua interpretação e versões singulares de grandes êxitos. A cada apresentação impressiona os mentores e o país, chegando à final do programa com versões únicas e improváveis de temas como ‘Vestido Azul’, da novela “Floribella”, ‘A Minha Casinha’ dos Xutos & Pontapés ou ‘Sobe, Sobe, Balão Sobe’, de Manuela Bravo.
A edição de 2023 do NOS Alive marca a estreia de Coastel no Passeio Marítimo de Algés. O artista lisboeta levou ao festival um concerto em formato acústico no Palco Coreto.
Em 2024 torna-se o primeiro artista MTV Push da MTV Portugal, com destaque no canal durante todo o mês de janeiro, através de conteúdos exclusivos em TV e nas redes sociais. O single ‘Ver-te Assim’ é o tema foco e Coastel sucede a outros artistas nacionais que também participaram na iniciativa, como Papillon, EU.CLIDES, JÜRA, Pedro Mafama, Ivandro, Nenny ou MARO.
Com o cinema e a literatura como grandes inspirações, Coastel constrói a sua identidade artística e sonora através de referências musicais distintas como Eric Clapton, Bon Iver, MARO – com quem partilhou o palco na final do The Voice Portugal – ou Miguel Araújo.
Papisa – Amor Delírio Feat. Luiza Lian (2024) (single)
Papisa – Amor Delírio Feat. Luiza Lian (2024) (single)
A compositora e multi instrumentista brasileira, PAPISA, edita hoje (01) o terceiro single de seu próximo álbum. A faixa Amor Delírio, que antecipa o álbum homónimo chega acompanhada de videoclipe dirigido por Mooluscos. A canção tem produção musical de Felipe Puperi (Tagua Tagua) e participação de Luiza Lian, uma das principais vozes da música contemporânea do Brasil. Para a promoção da carreira internacional de Papisa, ela segue com o apoio do selo espanhol Costa Futuro, que tem em seu casting nomes como Queralt Lahoz (Espanha), Lucia Tacchetti (Argentina) ou El Culto Casero (Paraguai). Assista o videoclipe aqui.
Na música, PAPISA fala de amor e faz alusão às estações do ano: “até o outono invadir o verão e o meu suspiro não ser por prazer”. Amor Delírio discorre sobre as fases cíclicas de uma paixão, desde dar-se conta do sentimento, até as angústias sentidas e o esvaziamento de tudo, com o término desse amor de verão.
PAPISA – nome artístico de Rita Oliva – vai editar o álbum logo depois de uma digressão pelos Estados Unidos, onde vai, dentre outros concertos, se apresentar no SXSW, no Treefort Music Fest e no The New Colossus Festival, em Março.
Videoclipe
No videoclipe, decorre uma aventura a partir de memórias construídas pelo amor e reconstruídas pelo delírio. Um devaneio de um intenso sentimento de saudade. “Quando a Papisa convidou-me para roteirizar e dirigir o clipe, pensamos sobre várias obras que traziam o tema do amor delírio, e a principal referência foi o filme ‘O Despertar da Mente’, de Michel Gondry. Conversamos também sobre obras de arte, como ‘Os amantes’, de René Magritte, e ‘O beijo’, de Gustav Klimt. Assim, construímos esta história composta por memórias que passeiam entre o real e o irreal”, descreve Lucas Mooluscos, diretor do vídeo.
Portugal
De ascendência portuguesa, a artista já esteve algumas vezes em Portugal e, em 2021, lançou o single “Fortuna” em parceria com o duo local HAĒMA, projecto partilhado por Susana Nunes e Diana Cangueiro. A faixa conta com um videoclipe gravado em Sintra. Veja aqui.
FICHA TÉCNICA
Música
Composição: Rita Oliva (PAPISA)
Produção Musical: Felipe Puperi (Tagua Tagua)
Gravação: Alejandra Luciani e Felipe Puperi, exceto vozes de Rita gravadas por Fabio Pinczowski | Estúdio 12 Dólares, vozes Luiza Lian gravadas por Pepeu JC | Estúdio 12 Dólares e piano elétrico gravado por Sid Souza | Artsyclub Studios
Mistura: Tiago Abrahão
Masterização: Brian Lucey (The Black Keys, Lizzo, Cage the Elefant)
Vídeo
Produtora: Mooluscos Filmes
Direção: Mooluscos
Roteiro: Mooluscos e Ana Mori
1⁰ Assist. de direção: Giulia Araújo
Produção executiva: Pedro Saviolli e Mooluscos
Produção de Set: Jota Sant’anna
Assist. Produção: João Pedro Barile
Direção de Fotografia: Pedro Saviollii
1⁰ Assist. de câmera: Desirée Vasconcelos
Gaffer: Humberto Catta Preta
Drone: Desirée Vasconcelos
Direção de arte: Ana Mori
Asist. de Arte e styling: Araíne Calegare
Maquiagem e Beleza: Bia Borghi e Ana Mori
Elenco: Papisa e Rafael Américo
Making of: Amilcar Neto
Catering: Isabela Molinari
Assist. Catering: Araíne Calegare e Bia Borghi
Edição: Mooluscos
Edição material de apoio: Juan Pablo Carrascosa
Color Grading: Pedro Saviolli
VFX: Caio Campos
Apoio: 22 Locações
LINKS
Instagram
Twitter
Spotify
YouTube
SOBRE RITA OLIVA
Rita Oliva integrou as bandas Cabana Café e Parati até lançar seu trabalho solo como PAPISA. A artista já passou por palcos de festivais brasileiros como Bananada (GO), Picnik (DF), Path (SP), Sonora (SP) e Contato (SP), além de ter apresentado seu trabalho fora do seu país de origem, no festival SXSW, em Austin (EUA); e em Portugal, onde gravou a faixa “Fortuna”. Atualmente, ela prepara turnê norte-americana.