Depois de ‘Feitos de Carne e Osso’, dueto com Carolina de Deus, acumular cerca de 60 000 streams, o cantor e compositor regressa com uma faixa pop rock que celebra a leveza do verão
‘Panamá’ é o novo single de Tomás Rocha, já disponível em todas as plataformas digitais. Com letra e música da autoria do cantor e compositor, a canção celebra o espírito de improviso e a vontade de viver plenamente cada momento, reafirmando a identidade pop rock do artista.
Nas palavras de Tomás Rocha, ‘Panamá’ é “um convite à vontade de viver. Um lembrete de que só se vive uma vez e, por isso, uma vez não são vezes. A música aborda decisões por impulso que, para mim, são importantes para manter a leveza no meio de tanta confusão e ruído. Fala sobre esses momentos em que nos deixamos levar, sem grandes planos, e que acabam por ser os que mais nos marcam”. O artista acrescenta que esta “é uma música de verão. Uma canção pop rock com esse sabor, em que a sonoridade acompanha a mensagem. É leve, mas com a minha identidade muito específica, com o objetivo de nos levar exatamente para o sentimento que estou a tentar passar”.
‘Panamá’ conta com arranjo e produção de Marco Reis e Vasco Teodoro, que resultam na sonoridade pop rock energética e fresca, que se enquadra no ambiente de verão que inspirou a faixa.
Carlos Félix – Quero Ir (2025) (single)
Carlos Félix – Quero Ir (2025) (single)
Quero ir – Ficha Técnica Artista:
Carlos Félix
Nome do projeto:
“Quero ir”
Direção Geral:
Carlos Félix e Ned Flanger
Autorias:
Letra
Carlos Félix e Rita Onofre Música
Carlos Félix e Rita Onofre
Produção:
Ned Flanger
Voz Principal:
Carlos Félix
Vozes secundárias:
Carlos Félix e Rita Onofre
Beat + percussões:
Ned Flanger
Baixo:
Ned Flanger
Piano:
Ned Flanger
Teclados:
Ned Flanger
Guitarras:
Ned Flanger
Arranjo de cordas:
Ned Flanger
Edições e programações:
Ned Flanger
Mistura e Masterização:
Choro
Gravado e produzido na:
Groovebox
Data de conclusão:
21.05.2025
Henrique Tomé – Rope (2025) (single)
Henrique Tomé – Rope (2025) (single)
Depois de vários anos como compositor e baixista em projetos como Balter Youth, Silentide e Vitoria Vermelho, Henrique Tomé — conhecido também na cena musical independente como produtor e agente cultural do Porto — apresenta-se a solo com “Rope”, o seu single de estreia. O tema antecipa o álbum “Thin Ice”, com edição marcada para o final de 2025 pela Biruta Records. Já disponível em todas as plataformas digitais, “Rope” assinala uma nova etapa criativa na trajetória do músico, agora também como vocalista e letrista.
“Rope” é uma canção enérgica e emotiva que marca o início do segundo ato do álbum, simbolizando um reencontro com a esperança. “É uma história sobre conhecer alguém que nos ilumina o fundo do túnel, a corda que nos faz subir mais alto”, partilha o artista. “Retrata a amizade, o amor que se quer desarmado, darmo-nos a outra pessoa e desfazer o muro que nos isola.”
Henrique Tomé assina letra, composição, voz principal, baixo e sintetizadores. Junta-se a ele João Freitas (guitarras, piano, vozes e coros), Inês Pinto da Costa (coros, vozes de apoio), Gabriel Valente (bateria) e Maria Inês Gouveia (flauta transversal). A gravação e produção decorreu no Estúdio Cedofeita, com mistura de Gabriel Valente e masterização de João Guimarães.
“Thin Ice” será um álbum dividido em dois atos — o primeiro de conflito, o segundo de resolução — com uma estrutura narrativa inspirada na dramaturgia clássica. Entre paisagens sonoras densas e momentos de depuração lírica, o disco propõe uma viagem emocional e simbólica pela fragilidade da existência, pela ansiedade e pela possibilidade de superação.
O álbum será editado pela Biruta Records — editora, agência e promotora musical sediada no Porto, inquietante e independente desde 2014 — que conta no seu catálogo com artistas como zé menos, Riça, MONA LINDA, redoma e Vitoria Vermelho.
Coletivo A Perifeira – Saint John’s (2025) (single)
Coletivo A Perifeira – Saint John’s (2025) (single)
Composição, produção, mistura e masterização: Coletivo “A Periferia”;
Imagem: Flávio Silva;
Montagem e edição: Miguel Leitão;
Agradecimentos: Gonçalo, Sam, Tonia, Afonso e Renata;
Um agradecimento especial ao Fiasco.
Eskilograma – Mau Olhado (2025) (single)
Eskilograma – Mau Olhado (2025) (single)
Depois de abrirem caminho com o impacto cru de “Cabeça Dura”, os Eskilograma regressam com “Mau Olhado”, o novo single retirado do disco de estreia “Eskilograma”, editado a 23 de maio. A faixa já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e vem acompanhada por um videoclipe de performance intensa, realizado por Nathan S. Jorge.
Com batida densa e atmosfera hipnótica, “Mau Olhado” mergulha no poder invisível do olhar alheio — uma canção carregada de simbolismo que aponta para o veneno dos julgamentos, das invejas e das energias que nos cercam em silêncio. “Mais do que uma canção, é um talismã sonoro contra o peso dos olhares que nos querem rebaixar”, explicam os Eskilograma. A realização visual recorre a imagens do “olho grego”, num gesto de proteção e purificação que prolonga o simbolismo da letra.
Este novo lançamento antecede o concerto da banda no dia 31 de julho, às 22h00, no Tokyo Lisboa, no Cais do Sodré — o primeiro após a edição do álbum, e também o primeiro momento em que a banda sobe ao palco sem máscaras. “A máscara caiu mas o grito continua”, anunciam.
Formados inicialmente como um projeto virtual de espírito leve e experimental, os Eskilograma foram ganhando consistência e identidade ao longo dos últimos anos. Com um percurso que começou entre vídeos humorísticos e culminou na edição de um disco de longa duração, o grupo passou por várias formações, atuou de norte a sul do país e nos Açores, e consolidou-se com um espetáculo ao vivo marcado por teatralidade, energia crua e um discurso direto.
O álbum de estreia, “Eskilograma”, representa um ponto de viragem. Depois de anos a atuar de rosto oculto, a banda assume agora uma nova fase: mais madura, mais direta, mais visceral. Entre riffs que falam e letras que inquietam, os Eskilograma afirmam-se como uma proposta singular no panorama do rock alternativo cantado em português.
Os bilhetes para o concerto de 31 de julho no Tokyo Lisboa encontram-se disponíveis através da aplicação “tokyoandjamaica”, do site e à porta. A banda terá ainda à venda, no concerto, uma edição limitada do disco em formato vinil.
“Mau Olhado”, bem como o videoclipe oficial, já pode ser visto e ouvido nas principais plataformas.
Eskilograma – Mau Olhado (2025) (single)
Lituo – Estrondoso fim (2025) (single)
‘Estrondoso Fim’ é o novo single de Lituo
Depois do envolvente single de estreia ‘Sulfuraste’, Lituo regressa com ‘Estrondoso Fim’, um seguimento linear e musical daquela que foi a primeira canção que nos deu a conhecer.
O ‘Estrondoso Fim’ é, para o artista, o fim de um martírio. De um estado indesejado, quase que impingido forçosamente e o qual, finalmente, acaba.
“A manipulação que aparentemente pressupõe a aniquilação do outro, de mim, sem se perceber nada do que está a acontecer. Um estado de hipnose involuntário que te tira o brilho, a paz e afasta-te de ti. Estive numa prisão mexicana de alta insegurança. Perdi-me de mim. Mais uma vez entra a música que sustenta a sobrevivência e nos faz vislumbrar a luz que afinal ainda não desistiu de nós, só parecia que sim. Já não te quero mal, só já não te quero.” afirma o artista sobre este fim, que é também a sua nova canção – a conclusão do sofrimento.
Ao ouvirmos este tema, somos quase levados para um universo paralelo, onde ressoam ecos de uma canção de intervenção. O início sugere, com igual força, uma tempestade repentina ou o estático confuso de uma televisão sem sinal. A voz de Lituo embala a dor com uma doçura crua, e, em conjunto com os coros, harmonias, violino e piano, transporta-nos até esse Estrondoso Fim — belo, sim, mas implacável, a corroer-nos dia após dia. Cada nota soa como uma carta de despedida, selando o fim de uma história inevitável.
“Quando um “outro não existe”, não é verdadeiro, é mentira de si mesmo, entrega na relação aquilo que é. Mentira. Enxofre. Quando um é a intenção da Oração e no outro habita o imundo, o sujo, o falso, alimenta-se e bebem-se, num espaço que deveria ser Sagrado, águas sulfuradas, lamacentas e “chocas”. Quando um “não sabe que é filho de deus desenhado à medida” da oração que se quer construir, “enganos e enganados” caminham numa rede armadilha sem chão. Dói de um horror tamanho e um mergulho profundo aos infernos da nossa essência é um chamado. Estes espaços narrados na mentira precisam da coragem de almas que sabem mergulhar o caminho do luto e ser desmascarados e transformados à Luz do Amor. Da dor gerada ressurgir o Dom, a Arte, a Música que estava escondida dentro de nós, a gritar por nós. Nenhum encontro é frívolo. Do amargo e cáustico brotam, porque fazemos essa escolha, pétalas de rosas, com espinhos. Do lodo e do lamacento o “deus” que nos habita floresce, quando o conseguimos ouvir e dar-lhe espaço para Criar através de nós e do nosso sofrimento. Do abismo nasce o fecundo. Renascemos e ajudamos outros a renascer. Do estrondoso fim somos o princípio.” Ana Catarina S. Infante
Lituo, nome artístico de Carlos Martins, artista de vários ofícios, fez parte de vários projetos musicais como Zedisaneonlight, em 2002, Umpletrue em 2007 e Caruma, entre 2010 e 2017.
Atualmente é um dos músicos intervenientes na Associação Portuguesa de Música nos Hospitais desde outubro de 2017, até ao presente. “Foi nesta associação que entendi o real poder transformativo da música, de como uma música com intenção pode resgatar momentos, memórias, pessoas, colocando-as em contacto com elas próprias e com os outros. A música será a plataforma onde todos se encontram num lugar comum, uma base que sustenta a experiência, a identificação, a compaixão capacitada pela vibração sonora que nos aproxima e proporciona a verdadeira conexão.” afirma o artista.
Este novo tema conta com letra de Lituo, coros de Nuno Ramos, Maria Inês Rebelo e Inês Correia, vários instrumentos peculiares que nos levam exatamente para esse universo único: violino por Maria Inês Rebelo, Violoncelo e Teclados por Hugo Correia, Braguesa e Contrabaixo por Adelino Oliveira, Da Ruan por Rui Costa e Percussões por Iuri Oliveira. Já a produção conta, tal como em Sulfuraste, com Paulo Bernardino.
‘Estrondoso Fim’ continua a dar início à história musical de Lituo, e encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
Rafa – Giro o disco (2025) (single)
Rafa – Giro o disco (2025) (single)
Depois de “aqui não há quem não dance.”, em que rafa. fez da música um mote para pôr todos aqueles que o ouvem a dançar em qualquer lugar, o artista apresenta, agora, “giro o disco.”, o terceiro single do seu EP ‘sobre viver.’ — uma viagem sonora para deixarmos de sobreviver e termos espaço para viver.
Com alma disco e corpo dance-pop, “giro o disco.” é mais do que uma música: é um manifesto em forma de som e imagem. Em cima de beats brilhantes com uma nostalgia dos anos 80, rafa. renova, com força e vulnerabilidade, o grito sobre quem dita as regras, quem impõe as normas — e garante, que “somos nós” quem toma a decisão e assume o controlo.
“giro o disco.” é o ponto de viragem: do recusar em sobreviver preso a padrões até à celebração em tomar o controlo da sua própria narrativa.
“Foi a música que mais me desafiou entre todas as do “sobreviver.”: a nível pessoal por ser um grito de revolta contra tudo aquilo que me prende, como também, a nível profissional por saber que é um estilo musical difícil de ser aceite em Portugal” – afirma rafa. com a promessa de que “gira o disco.” mas que não vai tocar o mesmo.
Com um refrão que nos transporta para uma visão leve da vida e uma mensagem de resistência suave e objetiva, esta faixa promete ecoar tanto nas pistas de dança como nas playlists com propósito de bem-estar. A “giro o disco.” fala diretamente a uma geração que recusa silenciar-se e que quer viver com coragem, autenticidade — e com voz.
João Svayam – Plantio (2025) (single)
João Svayam – Plantio (2025) (single)
O Cantigas de Ser é o primeiro disco (longa duração) de João Svayam com a banda que o suporta. Nasceu de um movimento de expansão destas cantigas do cantautor a outros músicos. No disco tocam João Svayam (guitarra, voz, sitar e adufe), Rui Miguel Aires (handpan, viola da terra, guitarra, bajin), João Mata (voz), Bárbara de Sá (voz), Hugo “Vicky” Marques (bateria), José Lencastre (saxofones alto e tenor) e Ary (baixo).
“Cantigas de Ser” é um conjunto de 8 cantigas, com foco em temas focados na existência, no contacto com a Natureza, com os mundos visíveis e invisíveis das nossas relações, parte de um cancioneiro maior, e inspiradas pelas Ilhas dos Açores, por Arruda dos Vinhos, pelas Beiras e as suas paisagens visuais, imaginárias e musicais, pela infância, pelo presente e pela vida.
A sua sonoridade viaja entre os autores que João Svayam ouve desde pequeno (José Afonso, José Mário Branco, Fausto, entre outros), até às sonoridades da música do subcontinente indiano, de tradições musicais associadas à meditação, e a sonoridades folclóricas de cá e de outros lugares.
Foi criado em residência artística, na StartUp Cultural de Arruda dos Vinhos, no fim de 2023, no momento em que João Svayam convidou Bárbara de Sá, Rui Miguel Aires, João da Mata, Hugo “Vicky” Marques e José Lencastre, para tocar 8 temas da sua autoria. Ao longo de três meses a banda criou arranjos únicos para cada tema, com concerto de apresentação como meta. Em Dezembro de 2023 o concerto deu-se no Auditório Municipal de Arruda dos Vinhos.
Em Janeiro de 2024, começam as gravações nos Toolateman Studios com Ary, resultando num processo de criação maravilhoso com os músicos.
Plantio
Plantio fala sobre como as relações entre seres humanos podem, quando vividas de forma consciente, aberta e com vontade de um mergulho na profundidade, funcionar como as sementes do nosso futuro. Uma cantiga de viagem, que fala sobre conhecer-se a si mesmo através das histórias que criamos sobre os outros e com os outros.
Cachupa Psicadelica ft. Kay Limak – Qrê voltá (2025) (single)
Cachupa Psicadelica ft. Kay Limak – Qrê voltá (2025) (single) id
Dez anos após o lançamento do disco de estreia “Último Caboverdiano Triste” — e com o álbum “Pomba Pardal” (2019) e inúmeras colaborações pelo caminho — Cachupa Psicadélica (Luís Gomes) prepara-se para lançar seu novo disco, “Qrê voltá”, que será editado com o apoio da Fundação GDA. A canção que dá nome ao disco é o primeiro single de avanço e chega às plataformas de streaming no dia 18 de junho.
“Quando no mundo tudo tem um preço, ter um lugar para onde regressar e o amor te espera para con3rmar que o melhor da vida é de graça… Qrê voltá”. (Luís Gomes).
Este tema conta com a participação especial do guitarrista Timorense Kay Limak e vem acompanhado de um visualizer, com imagem de Raquel da Silva e do realizador luso-suiço Basil da Cunha.
Pomadinha – Time (2025) (single)
Pomadinha – Time (2025) (single)
Pomadinha estreiam “Time”, o primeiro single com letra
A banda rock portuense anuncia 3 concertos para o mês de junho
Pomadinha, uma das bandas rock emergentes do Porto lança “Time”, o seu primeiro tema com letra, marcando uma nova fase criativa. Com sonoridade cinematográfica, “Time” reflete sobre algo tão simples quanto urgente: o tempo não se compra.
A canção nasceu de uma melodia assobiada numa garagem de hotel, evoluindo naturalmente em ensaio até se tornar um hino emocional e cru, como já é marca da banda. O tema tornou-se até inside joke — o grupo de WhatsApp da banda passou a chamar-se “TTTTIIIIIIIMMMMMMEEEE”, como descrição de um bug mental.
A canção nasceu de uma ideia do Marco Barbosa (guitarrista), que compôs a letra e a malha base, desenvolvida depois em conjunto pela banda. A produção e gravação ficaram a cargo de Gonçalo Cabral, com master de Pedro Rafael Santos.
O lançamento antecipa uma semana recheada de concertos. A banda sobe ao palco da ESAD (Matosinhos) a 18 de junho, numa festa de final de aulas organizada pela associação de estudantes. Seguem-se os concertos no RCA Radioclube Agramonte (Porto) a 20 de junho e a final do Indie Talents – Indie Music Fest, no Centro Cultural de Paredes, a 21 de junho.
“Time” já está disponível em todas as plataformas digitais e é acompanhado por vídeo ao vivo.
Neon Soho – Shall We Begin (2025) (single)
Neon Soho – Shall We Begin (2025) (single)
Os Neon Soho, banda de pop electrónico portuguesa, anunciam novo disco a editar até ao fim de 2025 e desvendam o primeiro single “Shall We Begin”.
Podemos começar? É com esta pergunta em jeito de desafio que a banda de Ana Vieira, Vera Condeço e Ricardo Cruz se lançam a novas edições de música original. Após passagem pelo Festival da Canção da RTP com “Endless World”, “Shall We Begin” introduz-nos da melhor forma a uma nova era de Neon Soho.
É uma canção sobre recomeços e afirmações, representando um sentimento de luta de alguém por se afirmar. Combina a sonoridade clubbing usual de Neon Soho, com uma letra mais sonhadora e introspectiva, que por vezes se arrisca até por caminhos de fantasia.
Ilana Volcov e Cristovão Bastos – Uma Canção Inédita (Edu Lobo & Chico Buarque)(2025) (single)
Ilana Volcov e Cristovão Bastos – Uma Canção Inédita (Edu Lobo & Chico Buarque)(2025) (single) id
Uma Canção Inédita
Compositores: Edu Lobo / Chico Buarque
Intérpretes: Ilana Volcov / Cristovão Bastos
Videoclipe: Indre Biancale
O videoclipe “Uma Canção Inédita” (Edu Lobo / Chico Buarque) traz Ilana Volcov e Cristovão Bastos em Lisboa, filmados por uma equipe local formada por portugueses e expats do leste europeu, sob a direção da lituana Indre Biancale.
A música é a mais alegórica das “canções fantásticas”. Para começar, o título é uma ilusão, pois não é uma canção inédita. Em 2001, integrou a trilha sonora da peça teatral “Cambaio” composta por Edu Lobo e Chico Buarque. E, na ocasião, apesar do nome, foi a única regravação do álbum. Antes de receber a nova letra, esteve como “Casa de João de Rosa” no disco “Dança da Meia Lua”, a trilha sonora do balé homônimo, feita pelos mesmos autores em 1988. Desde sua origem, a valsa teve discurso onírico: “A casa de botão de Rosa / Que é de João”, “Casa de joão-de-barro, a concha cor de Rosa / Não tem portão”. Ou seja, é uma letra fundada no absurdo que seguiu seu destino impalpável.