Galgo lançam “PROFUNDA”, segundo single em antecipação ao disco “DENSO”.
Depois de apresentarem ao público o tema “VAPOR”, os Galgo acabam de disponibilizar “PROFUNDA”, segundo single em antecipação ao disco “DENSO” que será editado no próximo dia 29 de fevereiro, pela editora Saliva Diva.
“PROFUNDA” carrega uma nostalgia que é dura e ao mesmo tempo leve. Conta uma história que, para alguns, e certamente para os quatro, consegue até puxar aquela ‘lagrimazita’, vinda do canto do olho.
O tema que nos remete para o ‘statement’ oficial dos Galgo, na futura edição deste seu novo LP: “O que é que pode ser denso? Um corpo ou objeto poderá ser denso, mas um ambiente ou estado emocional também o poderá ser, certo?”; é uma música para a qual Alexandre Moniz, Joana Komorebi, João Figueiras e Miguel Figueiredo a olham como uma pessoa, pessoa essa que tem presente uma faceta emocional, profunda.
A faixa e o visualizer que a acompanha, já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.
Perpetua- Bem Longe De Aqui (2024) (single)
Perpetua- Bem Longe De Aqui (2024) (single)
“Bem Longe Daqui” é a música que Perpétua apresenta ao Festival da Canção 2024. A banda da Gafanha da Nazaré, Ílhavo, traz-nos um tema que faz jus ao que melhor sabe fazer: cantar a tristeza de forma alegre. “Bem Longe Daqui” fala sobre emancipação, crescimento e aprendizagem, com grande influência nos estilos City-Pop e na J-Pop (pop japonesa). A banda estará a concurso na primeira semifinal do certame, no dia 24 de fevereiro, e “Bem Longe Daqui” já pode ser escutada em todas as plataformas.
Xavier “Xumiga” Sousa, Diogo Rocha, Rúben Teixeira e Beatriz Capote já tinham escrito “Bem Longe Daqui” para integrar o álbum que a banda vai apresentar ao público em 2024, mas com o convite para participarem no Festival da Canção 2024 não tiveram grandes dúvidas em escolher e trabalhar “Bem Longe Daqui” para apresentar ao concurso que escolhe o representante português para a Eurovisão, por acharem que é uma música que representa e define bem a nova primavera da Perpétua.
Na falta de melhor, recorremos a uma amiga da banda, Maria Inês Santos, para descrever a “Bem Longe Daqui”: “é uma música que fala sobre viagens literais e metafóricas, físicas e emocionais, sobre a procura de um lugar quando se está noutro”. Para a banda é uma música sobre emancipação, crescimento e aprendizagem, que convida cada ouvinte a pintar um cenário próprio na sua cabeça.
Sobre a participação no Festival, a banda refere “crescemos com o Festival da Canção na televisão e ainda nos custa acreditar que a Perpétua está num dos maiores palcos da música portuguesa, se não o maior. Vamos, acima de tudo, mostrar quem somos e que música fazemos. Tudo o que vier do festival será bonito e um marco para a nossa banda”.
Em tom de brincadeira, Perpétua diz que a banda é o “hobby profissional” dos quatro elementos. Todos os músicos têm outras ocupações profissionais, não fazendo “(ainda!)” da música a sua profissão principal e, claro, isso complicou as contas da participação no festival mas “com boa vontade, tudo se faz. Até porque este é um dos nossos maiores sonhos”.
A música foi gravada, misturada e masterizada por Rúben Teixeira, nos Wakai Studios, na Gafanha da Nazaré, a produção ficou a cargo de Xavier Sousa e a composição foi dividida por todos os elementos da banda. Para a atuação no Festival da Canção 2024, a banda terá várias surpresas, sabendo-se já que toda a equipa será da Região de Aveiro.
quem são os perpétua
O Diogo, o Rúben e o Xavier conhecem-se numa escola de música na Gafanha da Nazaré, Ílhavo, onde se inicia o percurso musical de cada um, bem como uma amizade que viria a ser a semente de onde germinaria a Perpétua. O Diogo conhece a Beatriz no ensino secundário, última pétala desta flor.
Lançam o seu primeiro single, “Condição”, em setembro de 2020, estreando-se logo em novembro do mesmo ano ao vivo, na abertura de um concerto de André Henriques. Em março de 2021, lançam o seu álbum de estreia Esperar Pra Ver e com ele o single “Perdi a Cor” que os deu a conhecer às lides nacionais. A propósito de uma parceria com a Câmara Municipal de Ílhavo, reinventam cinco canções do vencedor do Festival da Canção de 1981, Carlos Paião, também ele músico da terra, com o EP Muito Mais. Sobem ao palco do Festival da Canção em 2024, ano em que também revelam o seu segundo álbum de originais.
Acima de tudo, Perpétua procura pintar novas paisagens musicais, cantando a tristeza alegremente, de forma leve e demorada, como se cuida de um jardim.
Alex Deserto – Espanha (2024) (single)
Alex Deserto – Espanha (2024) (single)
Alex Deserto traz-nos uma nova interpretação da música popular. O músico de 31 anos alberga um passado de várias mãos cheias de concertos e projetos musicais que culminam numa especial etapa que se aproxima.
“Espanha” é o nome desta música que marcará o ano de 2024, a banda sonora de uma sensação, emoção e estado de espírito verdadeiramente ibérico. Um refrão que não sai da cabeça, percussões vibrantes, uma guitarra portuguesa de arrepiar, uma canção absolutamente viciante.
Alex Deserto conta com um vídeo oficial para esta canção protagonizado pelos espanhóis Jaime Gonzalez e Maria Nuñez, filmado em locais idílicos do nosso Alentejo.
O ano de 2024 trará também um novo álbum de originais inéditos e tradutores deste exótico imaginário que Alex Deserto nos vai musicar, bem como uma série de concertos por Portugal inteiro – o artista prepara um espectáculo que nos traz vivacidade, a alma portuguesa e momentos para todos cantarmos.
Monday – Intentions (2024) (single)
Monday – Intentions (2024) (single)
“Intentions” é o nome da nova canção de Monday, o segundo single do álbum “Underwater, feels like eternity”, a ser editado a 3 de maio de 2024 com o selo Lay Down Recordings.
Produzida pela própria Monday, e com produção adicional de Ricardo Nagy (Vaarwell), a canção mergulha os ouvintes num ambiente noturno melancólico, caracterizado por um baixo profundo e batidas rítmicas que complementam a voz pop da artista.
Infundida com melodias que parecem vir de uma banda sonora de James Bond, a canção desenrola-se de forma cinematográfica, oferecendo uma fuga musical de um cativeiro emocional.
Acompanhado por um videoclipe filmado em Londres e realizado por André Tentugal e Le Joy, “Intentions” surge como um hino de força para aqueles que estão à beira da libertação, prontos para recuperarem a sua vida.
Com traços folk e pop, inspirada pelas estórias e vozes femininas de artistas como Laura Marling e Bess Atwell, Monday mergulha nesta nesta nova fase de composição também como produtora das suas próprias canções. “Underwater, feels like eternity” é o primeiro álbum em que a artista está encarregue da produção.
O disco é lançado a 3 de maio de 2024, com o selo da editora lisboeta Lay Down Recordings.
Basalto – Little Boy Big Tears (2024) (single)
Basalto – Little Boy Big Tears (2024) (single)
Blunt Knives é o nome do EP de estreia de Basalto, resultado da criação musical que Guilherme de Sousa tem vindo a desenvolver nos últimos 2 anos. Partindo de uma experiência autobiográfica, procura o seu lugar próprio num universo musical melancólico, sombrio e de sonoridades tristes.
O recurso autobiográfico para a composição dos temas facilmente se dilui na construção de uma ficção, esmorecendo os factos que fariam dele um auto-retrato fidedigno – as tristezas são empoladas e os dramas exacerbados.
Até ao momento foram lançados os singles “Little Boy Big Tears” (2022) e “Melt In You” (2023); os restantes temas vêm enriquecer a diversidade sonora, com várias abordagens musicais e inspirações, ainda que todas bastante ancoradas numa influência cinematográfica, pelos seus arranjos e melodias de tonalidade triste e melancólica, num tom sempre dramático, imaginadas para ambientes noturnos – pelas suas nuances sombrias – de beats arrastados e lânguidos.
“Blunt Knives” vai ser editado dia 23 de Fevereiro e conta com a colaboração dos músicos Rui Gaspar (First Breath After Coma), Sofia Ribeiro (LINCE, We Trust) e Mariana Leite Soares. Vai ser apresentado ao vivo nos dias 9 de Março no Passos Manuel no Porto e dia 10 de Maio no Maus Hábitos no Porto.
BIOGRAFIA
Guilherme de Sousa nasceu em Viana do Castelo em 1994 onde concluiu o 5º grau de clarinete e formação musical. Ingressou na ACE no Porto (2009) e continuou a estudar teatro na ESMAE (2013). Em 2016, frequentou a Pós-Graduação em Dança Contemporânea, promovida pela ESMAE e pelo Teatro Municipal do Porto. Em 2019 fundou, com Pedro Azevedo, a associação cultural BLUFF, com quem trabalha em dupla criativa desde 2016.
Em 2023, Rafael Trindade, conhecido a nível artístico como ben yosei, lançou um dos mais belos e bem concretizados álbuns do ano, “lagrimento”. O artista coimbrense faz-nos estremecer com a sua música devocional marcada na forma de instrumentais ambientais e etéreos, embalados em orações que nos remetem para o conceito de portugalidade católica. As memórias e vivências de alguém que paira na margem da urbe estão a descoberto num álbum catártico, pop e experimental.
Após integrar várias listas de melhores álbuns nacionais (Threshold Magazine, A Cabine), o disco é agora editado pela Biruta Records, pela primeira vez, em versão física e limitada a 50 unidades no formato cassete. A edição é acompanhada por uma vela e uma pagela com escrita do Rafael Trindade. O design é da Diana Queirós.
Este dia em que ben yosei atua no Festival Rescaldo (7 de fevereiro), fica também marcado pelo lançamento de uma curta-metragem que acompanha o tema “processionária”, penúltima faixa do álbum. Filmado pelo próprio artista e editado por frost.y (Daniel Oliveira), o vídeo capta momentos em comunhão da população da sua terra natal, Liceia. Um registo de proximidade que homenageia a tradição e os costumes que ligam a comunidade e que acompanha as várias etapas da vida.
lagrimento (“lágrima” + “lamento”) é um andamento triste, o choro recôndito do ser em todos nós. É jorrar pelos que amamos, pelos que perdemos e não estão cá mais, mas também a esperança de que estejam algures a olhar por nós – e de que um dia possamos nós, noutra configuração, olhar por eles. É a minha tentativa de remontar a portugalidade católica que me é casa e cerne, é música devocional.
lagrimento é o encarar do abismo, de tragédias pessoais, de dificuldades e de vicissitudes para neles (e a partir deles) edificar e construir melhor consigo mesmo e com os outros. É a complacência de mergulhar no amor abençoado e em tudo que nele há tanto de luminoso como de sombrio, de reconfortante como de perturbador, de alegre como de sofrido, e a decisão consequente de conscientemente amar, não apesar da dor mas devido a ela.
É um ritual feito a partir de lágrimas e a dignificação, atenção e purificação a partir delas alcançável. É uma qualquer voz lacrimejante que canta louvores. É o humildar do intelecto, o poder indomável da crença e da Fé. É todo e qualquer coração que veementemente ame.
SolNaMente – Onde Estás (2024) (single)
SolNaMente – Onde Estás (2024) (single)
A artista “SolNaMente” proveniente do distrito de leiria, estreou o seu primeiro single “Onde Estás ?” dia 24/01. Single esse que aborda sentimentos entre a perda e a procura de Ana Loureiro, a familiar que partiu aos 18 anos.
“Numa viagem sem volta perdi-te” é um dos versos que destaca, pelo facto da música ser dedicada à situação que aconteceu com a familiar, que foi de viagem para um festival mas não retornou a casa pois faleceu num acidente de carro.
A música em si insere-se na categoria de Pop Alternativo.
O seu nome artístico surge através da necessidade de ser luz (Sol) na escuridão, e ter uma mente livre de preocupações desnecessárias.
Madalena Palmeirim – Afortunada (2024) (single)
Madalena Palmeirim – Afortunada (2024) (single)
A cantautora e multi-instrumentista Madalena Palmeirim apresenta o seu segundo disco, “Morna mansa”, o sucessor de “Right as Rain”, lançado em 2019.
Durante a pandemia, quando tudo parou, Madalena Palmeirim fugiu Atlântico fora com o seu cavaquinho e cercou-se entre o mar-a-toda-a-volta e as montanhas-cima-abaixo na ilha de São Vicente (Cabo Verde). Em travessia recuperou a respiração, a canção e desta viagem nasceu o seu segundo trabalho discográfico “Morna mansa”.
O novo disco é sobre chegar a uma utopia de encontros, num mar de partidas e chegadas. É sobre a importância da viagem, da errância, do sítio fora do mapa, do percurso, do acaso e da deriva, fazendo uso da plasticidade do som (música, ruído, palavra e silêncio) e do espaço em todo o seu potencial.
Canções originais que também receberam palavras de duas companheiras-escritoras e cúmplices desta travessia, Lídia Jorge com “Afortunada” e Margarida Vale de Gato com “Marinha”, em duas colaborações distintas e ainda, as vozes de John D´Brava em “É bô” e de Milanka Vera-Cruz em “Mudjer”.
“Morna Mansa” é um passo trocado e transatlântico que não esquece a toada da saudade e o regresso a um amor que teima em voltar, manso e manso.
Apoio:
Antena 1
República Portuguesa – Cultura/Direção Geral das Artes
BIOGRAFIA
Madalena Palmeirim é uma cantora, compositora e multi-instrumentista portuguesa (ukulele, ukulele cabo-verdiano, auto-harpa e piano), que conta com 10 anos de carreira.
Em 2019 lançou o seu primeiro álbum a solo “Right as Rain”, onde juntou temas em português, crioulo cabo-verdiano e inglês. Navegando pelos mais variados campos musicais, Madalena vai do Rock, ao Folk, ao Samba ou à Morna.
Antes de “Right as Rain”, a cantora lançou o EP “Mondays” (2015), com o qual percorreu Portugal em salas e festivais. Madalena trabalhou com vários nomes da música nacional, fundou L Mantra e Nome Comum. Faz parte do trio Rainhas do Auto-Engano.
Madalena dedica-se também a bandas sonoras de cinema como “A Metamorfose dos Pássaros”, de Catarina Vasconcelos, que recebeu o Prémio FIPRESCI para Melhor Filme na secção Encontros do Berlinale – Festival Internacional de Cinema de Berlim. Madalena é também autora da banda sonora do filme “Lá vem o dia”, da autoria de Mercês Tomaz Gomes. “Lá vem o dia” é o vencedor do prémio Arquitecturas para Melhor Filme na Competição de Ficção 2019.
Lucas Vasconcellos – All Softly Playing (2024) (single)
Lucas Vasconcellos – All Softly Playing (2024) (single) Id
Lançamento exclusivo da Olisipo, em terras portuguesas.
O guitarrista da Legião Urbana, o maior grupo de rock brasileiro, e fundador do projeto Letuce (com a celebrada Letrux), Lucas Vasconcellos, desenvolveu um projeto solo experimental, em tempos de pandemia, instalando-se na serra carioca. O resultado disso são dois EPs: “Butterflies in Slow Motion”e “All Soft Playing” assinados pelo selo francês Stone Milk Records.
E Lucas nos dá seu delicioso sotaque “chill carioca” nesta aventura em língua inglesa.
Um som arejado e com nuances psicodélicas, de um frescor e liberdade imensa. Lucas nos convida mais uma vez a navegar pela sua musicalidade e irreverência, desta vez de maneira ainda mais descontraída, onde o artista se arrisca através da língua inglesa; num sotaque carioca a criar um espaço/tempo aventureiro, cheio de desejo e capaz de nos transportar através de um universo poético, sem limite à imaginação.
FeMa. – Vontade, Vontadinha (2024) (single)
FeMa. – Vontade, Vontadinha (2024) (single) Id
“Vontade, vontadinha” é um olhar sobre o ser humano, sobre os prazeres, vícios e desejos e como existe uma forte correlação natural com os comportamentos humanos. A música, que surge em antecipação ao futuro EP “HOMNiA”, agendado para abril deste ano, nasceu de um texto escrito numa manhã após o artista ter pernoitado no meio de uma serra na região alentejana – numa visão crítica e reflexiva sobre o comportamento humano e a sua tentativa de posicionamento em comunhão com a natureza. No universo da música popular portuguesa e com sonoridades bastante vincadas nos géneros da pop alternativa, hip-hop, música eletrónica e minimalista, “Vontade, vontadinha” fala sobre a dualidade entre o medo do desconhecido, que se torna mais intenso no escuro da noite, e a sensação de liberdade e renascimento que o nascer do dia traz, sendo também uma divagação de como os nossos desejos e vontades nos controlam e uma reflexão de como esta procura será sempre algo que distancia o ser humano da natureza. O tema e o videoclipe que o acompanha estão disponíveis a partir deste dia, 26 de janeiro.
Child Of SP – Issues (2024) (single)
Child Of SP – Issues (2024) (single)
‘ISSUES’, o mais recente single de CHILD OF SP, sucede o single de estreia ‘SMOKE’ que conta com mais de 286 mil visualizações nas plataformas, e transita o artista de uma sonoridade RAP para um registo mais POP e R&B. Este novo single conta com a produção de Soundskillz sob a direção artística de El Condutor (conhecido por trabalhar artistas como Valete, Bispo, Wet Bad Gang, e co-fundador dos Buraka Som Sistema) e fala-nos sobre uma paixão que o artista viveu pouco depois de chegar a Lisboa. “Issues é a minha primeira música como artista independente, resultado de um ano e meio de trabalho árduo, muitas versões e experiências. Tive uma grande equipa a apoiar-me e vão seguir-se muitos trabalhos onde quero explorar sonoridades e ritmos diferentes. Conheci pessoas maravilhosas e grandes artistas em Portugal e encontrei um clima super aberto a novas experiências e estou ansioso por mostrar mais de mim.” afirma o artista. CHILD OF SP mudou-se para Lisboa no início de 2021, deixando para trás Miami e São Paulo, as cidades onde cresceu, para recomeçar na cidade que o apaixonou, Lisboa. Já traz no seu currículo atuações em concertos de artistas como Akon e Tyga. Com apenas 24 anos, e com um percurso atribulado, a pandemia e um problema de saúde impossibilitarem o início da sua carreira, foi em Portugal que CHILD OF SP encontrou a estabilidade e a inspiração para recomeçar, sendo este novo single ‘ISSUES’ o resultado disso mesmo. ‘ISSUES’ é acompanhado de um videoclipe realizado por Peter Moutinho e conta com a participação de Sandra Baldé (@umafricana). O single está neste momento disponível em todas as plataformas digitais.
Tsunamiz – Já Não Dá Mais (2024) (single)
Tsunamiz – Já Não Dá Mais (2024) (single)
Tsunamiz, alter ego de Bruno Sobral, músico e produtor português, lançou o surpreendente “Já Não Dá Mais”, primeiro avanço do seu próximo álbum “Behold The Man”, que sairá em setembro deste ano. Apostado em “destruir preconceitos musicais”, o prolífico Tsunamiz, que compôs e produziu o tema, mostra uma vertente mais pop do que é habitual, com uma sonoridade que mistura o Flamenco e influências ciganas com a música electrónica, cantando melancolicamente “sobre a difícil superação de uma relação tóxica” como explica o artista. O single encontra-se disponível em todas as plataformas de streaming de música digitais.