MURA e STEREOSSAURO – Contra A Parede (2024) (single)
MURA e STEREOSSAURO – Contra A Parede (2024) (single)
A Godsize Records apresenta o seu 9º lançamento “ADAMAS” um álbum colaborativo de MURA e STEREOSSAURO. “ADAMAS” significa invencível, indomável e inquebrável como um diamante. O álbum representa a resistência inabalável e o poder da música e conta com as participações especiais de : IKONOKLASTA, BEWARE JACK, D-STYLES, TOM FREAKIN’ SOYER, SANRYSE, JOÃO PESTANA, VÁCUO, CABRITA, DJ RIDE, AFTA3000. A mistura e masterização foi realizada por saraiva E a capa foi criada pelo artista Carlos Quitério. Irá estar disponível em todas as plataformas online dia 1 de Fevereiro 12pm.
Bornfolk – Seize The Day (2024) (single)
Bornfolk – Seize The Day (2024) (single) Id
Verão de 2019 marca oficialmente o início do projeto BornFolk, fundado na cidade de bem da humanidade. Com influências oriundas de épocas distintas, o projeto descompromete-se com algum movimento em particular , assumindo uma dimensão criativa ‘pop/rock’, livre, e eclética. A ideia de renascer sucessivamente através da intrínseca simplicidade da natureza está na origem do nome do projeto. Depois do EP de estreia COME INSIDE! onde “heat and rum” e “fall inn” se destacaram em radios como Antena3 / SBSR / VodafoneFM / TSF, e da viagem experiencial do mini- EP SOMMERTHING123, a banda agora refundada em 2023, apresenta em Janeiro 6TEAPACK o novíssimo e energético EP com 4 temas, do qual é extraído o esperançoso single de apresentação “SEIZE THE DAY”.
www.linktr.ee/bornfolk
E.se – Gravito (2024) (single)
E.se – Gravito (2024) (single)
E.se quebra o silêncio desde o lançamento do seu segundo álbum Mangrove (2022) e apresenta “Gravito”, o primeiro single do seu novo longa-duração Hubris, com data de lançamento agendada para 10 de maio, onde é patente a missão de se afirmar como um dos artistas a ter em conta no panorama do hip hop nacional. Num tema de rap alternativo, o músico, compositor e intérprete de Almada, explora no registo que lhe é característico, a metáfora de se perder o eixo gravitacional após o término de uma relação, derivando sem rumo. É também essa a vontade de E.se para os seus ouvintes, deixarem-se gravitar em torno do seu timbre grave e melódico, vislumbrando terrenos inovadores no rap nacional, num tema que abre a porta ao novo disco e onde o artista combina jazz contemporâneo e RnB, com uma escrita inteligente e profunda. A música é produzida por Ned Flanger e conta com suporte visual produzido pela Produções Hipotéticas, selo independente liderado por Carlos Alves (E.se) e com Direção de Fotografia por Francisco “queragura” Gomes.
Checkpoint 303 – Gaza’s Angels (I Am Stretched On Your Grave) (2023) (single)
Checkpoint 303 – Gaza’s Angels (I Am Stretched On Your Grave) (2023) (single)
This piece is dedicated to the memory of all the children and innocent civilians in Gaza and throughout Palestine, who have been brutally robbed of their lives in October 2023. The world has failed you. You will not be forgotten. The track features the voice of Sinead O’Connor’s, sampled from a live acapella rendition of “I am stretched on your grave”, a translation of a 17th-century Irish poem titled “Táim sínte ar do thuama”.
In 2014, Sinead said in an interview with a music magazine: “Let’s just say that, on a human level, nobody with any sanity, including myself, would have anything but sympathy for the Palestinian plight. There’s not a sane person on earth who in any way sanctions what the f*** the Israeli authorities are doing.”
This song is also a heartfelt tribute to Sinead O’Connor, a true artist who always spoke truth to power, and who inspired generations to stand up for what they believe in. Rest in power, Sinead. This composition is also a tribute to the brave people of Ireland, who have shown tremendous solidarity with Palestine and supported its just struggle against settler-colonialism and apartheid.
This piece is available for free download. Any proceeds will go to supporting the Palestine Children’s Relief Fund (PCRF).
Palestine will be free. letras Lyrics: I am stretched on your grave And will lie there forever If your hands were in mine I’d be sure we’d not sever
My apple tree, my brightness It’s time we were together For I smell of the earth And am worn by the weather créditos lançado em 3 de novembro de 2023 feat. sampled acapella rendition of the traditional song “I am stretched on your grave” (live recording) by Sinead O’Connor, as well as a brief excerpt from an interview she gave on TV, where she expresses the importance of sticking up for what one believes in, even in the face of enormous pressure.
Video also available on Youtube: www.youtube.com/watch?v=_8-uMNuzaIg
LEFT. – Volto A Ti (2024) (single)
LEFT. – Volto A Ti (2024) (single) Id
LEFT. LANÇA ‘VOLTO A TI’, TEMA A CONCURSO NO FESTIVAL DA CANÇÃO 2024
O músico, cantor, compositor e produtor LEFT. é um dos intérpretes do Festival da Canção 2024, revelou a RTP esta quinta-feira, dia 18 de janeiro, em conferência de imprensa. O artista lisboeta, que já tinha sido anunciado como um dos autores da competição, vai interpretar o tema ‘Volto a Ti’, com música, letra e produção da sua autoria. A canção foi selecionada de entre mais de 800 submetidas através da livre submissão aberta ao público.
“‘Volto a Ti’ é uma música sobre luto, sobre a fase que se segue ao fim de uma relação, em que a vontade de recuperar o que foi perdido fala mais alto, mesmo sabendo que o fim era inevitável. Musicalmente é um regresso às minhas raízes folk, destacando a guitarra e voz, mas com um toque elétrico na produção, especialmente nas ambiências. A pós-produção do Luar limou a base folk-pop e acrescentou-lhe mais impacto na parte final”, revela LEFT.
LEFT. vai atuar na primeira semifinal do Festival da Canção, no dia 24 de fevereiro. A segunda semifinal e a final acontecem a 2 e 9 de março, respetivamente. Este ano a competição volta a ter 20 temas a concurso, 14 por convite da RTP e os restantes 6 apurados na livre submissão aberta ao público. A música vencedora representará Portugal no 68º Festival Eurovisão da Canção, que decorre em maio, na cidade de Malmö, na Suécia, após a vitória de Loreen, com o tema ‘Tattoo’, em 2023. ’Volto a Ti’ antecipa a edição do primeiro álbum em português do artista, “Limbo”, com lançamento previsto para este ano de 2024.
LEFT. é o nome artístico de António Graça. A carreira do músico ganhou impulso quando venceu o Concurso Nacional de Bandas da rádio Antena 3, em 2015. Dois anos depois, ainda como Antony Left, editou o álbum de estreia indie-folk, “Influence”. LEFT. nasce em 2019, com uma sonoridade mais pop e eletrónica. Por esta altura, edita os primeiros singles, ‘Indigo’ e ‘Love’, seguindo-se ‘Confident’, ‘Gods Of Nothing’ e ‘Sympathize’, todos incluídos no álbum “Perspective”, de 2021, e com os respetivos videoclipes em rotação na MTV Portugal. No Spotify, a discografia de LEFT. ultrapassa os 20 milhões de streams. Em 2023 lança o EP “Pop-Snacks”, no qual inclui temas que foi partilhando em pequenos vídeos nas suas páginas de Instagram e TikTok, entre os quais ‘Single’, ‘Antártida’, ‘Bala’ e ‘Nemo’. Além disso, colabora com INÊS APENAS, em ‘Leve(mente)’, com rotação na Rádio Comercial, e com o rapper Cálculo, em ‘Já Sei’, com airplay na Antena 3 e lugares cimeiros no top semanal A3.30 da mesma estação. Enquanto produtor, trabalhou com alguns dos maiores nomes da música nacional, como Diogo Piçarra, Aurea, Rita Redshoes ou Fernando Daniel. Produziu o tema ‘Jasmim’, de Tainá, apresentado no Festival da Canção 2021 e, no ano passado, assinou a produção do tema ‘A Festa’, de Edmundo Inácio, classificado em 2º lugar na final do Festival da Canção 2023. Em simultâneo, tem vindo a desenvolver o projeto AVALANCHE, um coletivo de artistas que cria música em colaboração e editou, em 2022, o álbum “Volume I”. Atualmente, LEFT. prepara a edição do primeiro álbum em português. Com lançamento previsto para o final deste ano, o terceiro disco do artista vai incluir o tema ‘Volto a Ti’, que será apresentado na 1ª semifinal do Festival da Canção 2024.
Brasy – Guest List (2024) (single)
Brasy – Guest List (2024) (single)
O primeiro videoclip da artista madeirense BRASY já está disponível! Joana Brás mais conhecida por BRASY é natural de Machico, Ilha da Madeira e lançou o seu primeiro single intitulado “Guest List”. Esta música foi produzida por J Sledge no último ano e tem como tema o empoderamento feminino. Desde muito nova que a artista ambicionava combinar as suas duas paixões – a dança e o canto. O videoclip foi filmado pela produtora Neblina Filmes e já está disponível no Youtube e em todas as plataformas digitais.
King John – Wilderness Empire (2024) (single)
King John – Wilderness Empire (2024) (single)
SINGLE/ VIDEOCLIP “WILDERNESS EMPIRE”
O dia-a-dia, especialmente nas grandes cidades, é quase sempre um loop interminável de ações e percursos. O ser humano moderno há muito que parece ter virado costas à sua natureza animal e isso não é necessariamente bom. Caímos com facilidade nas armadilhas da modernidade e parece não haver solução imediata para esta situação.
“Wilderness Empire” fala sobre isso e sobre a própria batalha de António Alves com esta realidade (da qual muitas vezes também é refém).
O novo vídeo tenta transmitir essa sensação de repetição ao mesmo tempo que representa, a vontade de nos querermos libertar e de querermos continuar a lutar muitas vezes “from nine to five”. Produção de Echo Rock & Black Sand Box e realização, DFs e edição de Kasia Kolka & João Alves.
DISCO GOOD SON
Por vezes na música e na vida, o “silêncio” não significa inércia e, neste caso, isto não poderia ser mais verdade.
O silêncio destes últimos 3 anos, traduziu-se no segundo LP a ser editado por King John, projeto musical de António Alves, nascido na ilha de S. Miguel (Açores) e sediado há 7 anos em Lisboa.
O músico que conta com passagens por palcos como o Festival Tremor, Mare de Agosto, Festival Monte Verde, Musicbox, A Porta e The Shacklewell Arms (Londres), redescobriu-se e foi ao encontro de uma sonoridade mais próxima do que sempre pretendeu para o projeto.
GOOD SON é o título do disco, traz consigo 9 originais e na sua génese estiveram duas perguntas: Fui/ Sou um bom filho? Serei um bom pai?
Foi gravado entre Ponta Delgada (S. Miguel, Açores) e Lisboa no estúdio HAUS, coproduzido e misturado por Makoto Yagyu dos PAUS e masterizado nos estúdios Abbey Road por Frank Arkwright (Arcade Fire, The Smiths, New Order, Joy Division).
Editado pela Echo Rock, com edição especial em vinil coeditada pela Black Sand (Music).
James Dos Reis – Agora Naw (2024) (single)
James Dos Reis – Agora Naw (2024) (single)
JAMES DOS REIS LANÇA EP DE ESTREIA “CAMADAS” E NOVO SINGLE ‘AGORA NAW’
O aguardado EP de estreia de James dos Reis já está disponível em todas as plataformas digitais. “Camadas” inclui um total de seis temas, entre eles os singles previamente editados ‘NPM’, ‘Free to B’ e ‘Oh My God’. “Sinto que o público não me conhece bem então este é o meu convite para que possam entrar no meu universo e eu, enquanto artista, possa explorar a minha arte de forma mais genuína e verdadeira. Encaro este EP com uma noção própria e consciente das camadas que tenho em mim e, pela primeira vez, quis começar a despi-las. O “Camadas” é um processo de descoberta e um passo em frente na busca da minha verdade”, confessa o artista. Sobre a sua identidade, James dos Reis acrescenta ainda que “não foi fácil chegar até aqui. Venho de uma família tipicamente portuguesa e crioula, em que os valores tradicionais, e diria também conservadores, nos moldam desde muito cedo. Sou um jovem negro do bairro, por isso, levei tempo a construir coragem e estrutura para conseguir ser eu próprio e viver a minha liberdade de forma segura e com o respeito que isso merece”. “Camadas” foi produzido por diogo seis, com produção executiva de João Máximo, e conta com as colaborações de Tyoz, Tiago Pestana e Lhast. O EP chega com o novo single ‘Agora Naw’, cuja letra foi escrita em parceria com o rapper 9 Miller.
“Este é um tema que fala sobre o fim de uma relação, sobre o amor próprio que estava adormecido e finalmente desperta e tu resolves seguir em frente”, conta James dos Reis. Acompanhado por um visualizer realizado pelo fotógrafo e videógrafo Tiago Pestana, que assina a direção criativa do EP, ‘Agora Naw’, é uma mistura de rap, R&B e pop alternativo. Além desta canção, “Camadas” apresenta, ainda, dois novos temas, ‘Luz do Dia’ e ‘Ser Amor’, e antecipa os próximos lançamentos de James dos Reis previstos para 2024. Alinhamento EP “Camadas”:
Luz do Dia
NPM
Oh My God
Ser Amor
Agora Naw
Free to B
James dos Reis nasceu em Lisboa, a 7 de março de 1993. Viveu com a mãe até aos 10 anos na Cova da Moura, passou grande parte da infância na casa dos avós paternos e morou pela primeira vez com os pais num local que descreve como “um paraíso escondido”: o Bairro Luta Pela Casa (Lupeca), em Carnaxide. Em criança, embora se dedicasse sobretudo ao futebol, sempre viveu fascinado pelo conceito de espetáculo, sobretudo de artistas norte-americanos. Cantor autodidata, James dos Reis é influenciado por artistas como Donny Hathaway, John Legend, Pharrell Williams, Lauryn Hill ou Erykah Badu, entre outros. Em 2015 mudou-se para Londres, para adquirir outras competências e com o objetivo de voltar a dedicar-se à música a tempo inteiro.
Pouco antes do início da pandemia regressa em definitivo a Lisboa e faz da música a sua principal atividade, com a edição dos singles ‘Toma’, ‘E Quê?’, ‘Pila Badju’ e ‘Pena de Mim’, entre 2020 e 2021.
No verão de 2022 lança o tema ‘NPM’, que ganhou airplay na Batida FM e, em 2023, regressou aos lançamentos com ‘Free to B’, ‘Oh My God’ e ‘Agora Naw’, que integram o EP de estreia “Camadas”, editado no início de 2024.
António Mão De Ferro – Old Times (2024) (single & Álbum)
António Mão De Ferro – Old Times (2024) (single & Álbum)
ANTÓNIO MÃO DE FERRO APRESENTA NOVO ÁLBUM “BACK” CONVIDADOS ESPECIAIS – BJ COLE, GERALD CALHOUN, ENTRE OUTROS
António Mão de Ferro apresenta o novo álbum “Back”, um trabalho que percorre vários estilos musicais e que reflecte algumas influências. Segundo o músico portuense, “é um percorrer de memórias, daí ser um disco bastante pessoal, que passa por vários momentos do meu passado. Acho que é perceptível que faz um apanhado de histórias que vivi e cada uma tem o seu momento, a sua influência, o seu estilo. Isto é o que se sente ao ouvir o disco. É quase um medley de estilos e influências! A banda sonora de memórias, histórias pessoais vividas ao longo de muitos anos. Acho que esse é o verdadeiro conceito, não é um disco de blues, folk ou rock. É um disco de momentos.”
“Back” conta com alguns convidados como o guitarrista emblemático BJ Cole, que já tocou com artistas como Elton John, David Gilmou, Roger Waters, Procol Harum, Joan Armatrading, Cat Stevens, R.E.M, Depeche Mode, entre outros; Gerald Calhoun, baixista e produtor, membro da aclamada “KSB” (Kashmere ‘Thunder Soul’ Stage Band), que já colaborou com músicos icónicos como os Temptations, Patti LaBelle, Herbie Hancock, Kool and the Gang, Stevie Ray Vaughan, entre outros; Fernando Nascimento, guitarrista que marcou a história do rock nacional na banda Arte & Ofício.
António Mão de Ferro conta também com os músicos Bernardo Fesch (baixo), Diogo Mão de Ferro (guitarra “slide”), Diogo Santos (teclado) e Leandro Leonet (bateria).
A primeira amostra do novo trabalho foi apresentada em 2023, o single com o mesmo título do álbum, “Back”, e que conta com a participação de BJ Cole. O tema foi masterizado nos lendários estúdios Abbey Road, em Londres, e conta com um vídeo filmado no rio Douro, realizado pelo galardoado Paulo Ferreira, produtor e realizador de vídeo e fotógrafo de natureza.
De destacar também a capa do álbum, da autoria do pintor Manuel Sousa Falcão, e que é um tributo ao rio Douro, uma das inspirações de António Mão de Ferro para o novo disco.
A acompanhar o lançamento do novo álbum, o músico apresenta o segundo single, “Old Times”, com um vídeo realizado por Alberto Almeida.
“Back” foi gravado, misturado e masterizado no MasterLab Studio.
BIOGRAFIA:
António Mão de Ferro nasceu no Porto, a 25 de Junho de 1976. A sua relação com a música começou aos 11 anos e a guitarra foi muito cedo a sua referência, influência do pai, Joaquim Cardoso empresário e músico conceituado da famosa banda dos anos 60, “Tártaros”. Tornou-se num autodidata da guitarra, e aprendia sobretudo, através da sua dedicação sob a orientação do pai. Integra a primeira banda aos 13 anos, “Sociofobia”, de rock sinfónico. Criou um estilo próprio tendo por base os Blues. Aos 17 anos esta sonoridade ganhou definitivamente um espaço importante na sua vida musical, com a banda “Funk, Soul and Blues”, onde foi acumulando, por bares e clubes de jazz de todo o país, a experiência e a consolidação do guitarrista e do músico. Um ano mais tarde, participa pela primeira vez numa edição discográfica, e nesse mesmo ano integra a Minnemann Blues Band, uma das mais consagradas e antigas bandas do género em Portugal, constituída por músicos reputados: Wolfram Minnemann, Manuzé, Rui Ferraz e Rui Azul. Participou em diversos festivais de Jazz e Blues (Funchal Jazz; Simply Blues, Viana do Castelo e Seia Jazz, Douro Blues).
Em 1998, com 22 anos, integra a conhecida banda portuguesa GNR (Grupo Novo Rock), ao lado de nomes como Rui Reininho e Toli Machado. Grava Popless e o Lado dos Cisnes em 2002, sendo este disco um dos mais famosos da banda. Foram inúmeras as atuações na televisão e em concertos no país e no estrangeiro, culminando em 2006 com a comemoração dos 25 anos dos GNR, no mediático festival Rock In Rio, em Lisboa. Mão de Ferro fez parte dos GNR durante 9 anos, como guitarrista. Em 2004 é convidado pelo baixista Jerrel Lamar, um dos elementos dos “Platters”, e que tocou com Gino Vanelli, Herbie Hancock e Stevie Ray Vaughan, para participar no seu projecto a solo. Em 2005 grava 4 faixas do projecto deste conhecido músico norte-americano, onde também participaram: Gregg Bissonette, Marcio Montarroyos, Ney Matogrosso e Alcione. Para além destes nomes, Mão de Ferro continua a surpreender tudo e todos como guitarrista e compositor e no seu currículo destacam-se mais colaborações em vários projetos com notáveis nomes da música internacional e portuguesa: Mable John (Raelettes – Ray Charles), Zakyia Hooker (filha do lendário John Lee Hooker), Kátia Guerreiro e Rui Veloso. Em 2007, inicia a sua carreira a solo com o seu primeiro disco “Karma Train” que acaba por ser lançado em 2010. Compõe, canta, toca guitarra e constitui simultaneamente a sua banda. Grava os seus primeiros originais no Estúdio Vale de Lobos de Rui Veloso. Este disco tem um sentimento muito especial para o músico, pois para além de ser o seu primeiro disco a solo, é dedicado em memória do seu pai. O disco “Karma Train” teve uma ótima aceitação por parte do público e dos media. Mais recentemente lançou “Lunatic”, que foi apresentado na Casa da Música e teve uma edição ao vivo também.
DISCOGRAFIA: 2010 – Karma Train 2015 – Somewhere 2017 – António Mão de Ferro 2020 – Lunatic 2022 – Lunatic (Live at Casa da Música) 2024 – Back
O Marta – Inferno (2024) (single)
O Marta – Inferno (2024) (single)
“Inferno” é o segundo single d’O Marta que antecipa o novo álbum “Casta Brava”, a sair dia 22 de março.
Neste canção, o artista revisita algumas das sonoridades já escutadas na sua música, como os coros polifónicos, as intensas percussões tradicionais e as guitarras distorcidas que se juntam agora a uma base de produção bastante mais eletrónica.
“Já não arde mais / nem no Inferno ele arde / o meu coração desfeito”, é o verso que inspira o título deste novo single. Cantado por um coro polifónico maioritariamente masculino, transporta-nos para um mundo tribal e grotesco, onde o artista reflete, tal como no single anterior “Rapaz”, sobre as suas inquietações, desta vez mascaradas de uma paixão que, apesar de ardente, é baseada no sofrimento, na guerra e na dor, numa paixão incapaz de encontrar sossego.
“Inferno” é também uma crítica sobre a necessidade de existir sofrimento para a arte nascer e os versos “eu sorri / com a faca no peito” refletem isso mesmo, o nosso tão português orgulho das dores pelas quais passamos e ultrapassamos. A melodia e a letra levam-nos para este mundo obscuro, transportando-nos para o sentimento do artista na sua incapacidade em estar satisfeito e no sofrimento pela procura da sua paixão.
O Marta, prepara-se para lançar o novo disco em 2024, mais precisamente a 22 de março. “Casta Brava” é apresentado ao vivo pela primeira vez nos concertos de apresentação que passam por Lisboa, Porto e Viseu.
A 21 de março o artista sobe ao palco do Musicbox em Lisboa, já no dia de lançamento do disco apresenta-o nos Maus Hábitos no Porto, por fim a 23 de março atua no Carmo’81 em Viseu, a sua cidade natal.
Os bilhetes para todos os espetáculos de apresentação já estão à venda nos locais habituais.
“Inferno”
Disponível em todas as plataformas
Letra e Música:
Guilherme Marta
Produção, arranjos e gravação:
Guilherme Marta e Tomé Silva
Assistência de gravação:
Leonardo Patrício
Mistura:
João Bessa
Masterização:
Miguel Marques
Baterias e percussões:
Tomé Silva
Bombos:
Luís Sousa
Ricardo Pereira
Tomé Silva
Guitarra elétricas e acústicas:
Guilherme Marta
Sintetizadores:
Tomé Silva
Flauta Transversal:
Francisca Tadeu
Vozes:
Guilherme Marta
Tomé Silva
Francisca Tadeu
Coro:
Pedro Novo
Ruben Dias
Guilherme Marta
Tomé Silva
Leonardo Patrício
Sara Machado
Mariana Costa
Francisca Tadeu
Isabella Rollim
Dark Miles – Your Heart Is An Empty Street (2024) (single)
Dark Miles – Your Heart Is An Empty Street (2024) (single)
DARK MILES EDITA SINGLE DE ESTREIA “YOUR HEART IS AN EMPTY STREET”
“Your Heart Is An Empty Street” aborda a temática da libertação pessoal, depois de uma vida de abusos físicos e psicológicos e de uma existência violenta que chega ao fim com a mesma violência que a caracterizou.
O single, que surge em antecipação ao primeiro disco a solo de Pete Miles (Pedro Lima), vocalista dos extintos MOSH, é o culminar de um súbito surto de criatividade do artista portuense durante a pandemia e que originou um novo trabalho focado nas suas influências para além do espectro mais pesado do rock, onde podemos reconhecer nomes que marcaram a história da música internacional como Depeche Mode, David Bowie, Iggy Pop, Peter Murphy, Mark Lanegan, entre outros, abrangendo principalmente os anos 80 e 90.
“10 Miles Into the Dark”, com lançamento agendado para os primeiros meses de 2024, é um disco que pretende homenagear essas duas décadas, e num registo intimista e bastante característico, conta a história de uma viagem às profundezas da alma, guiada pelo som de uma geração que resiste ao teste do tempo.
“Your Heart Is An Empty Street” e o videoclipe que acompanha a faixa estão disponíveis a partir deste dia, 19 de janeiro.
Also – Water Lilies (2024) (single) ID
Also – Water Lilies (2024) (single)
ALSO lançam novo single “water lilies”
water lilies é o primeiro single do tão aguardado álbum de estreia dos ALSO – ‘water lilies and other stories’ – programado para ser lançado em 2024. É uma viagem às memórias das histórias de vida dos avós de Alex e Sofia, membros do duo.
A canção é um mergulho nas recordações da juventude da avó de Sofia, que encontrou a sua felicidade em Porto Covo, lugar onde nasceu e cresceu cercada pelo mar e pela natureza. A canção, com uma produção calma e orgânica, revela as experiências vividas e a forte ligação com a sensação de liberdade e aconchego que esse local especial lhe proporcionava.
Todos nós temos um sítio ou um momento da nossa vida que guardamos com um carinho especial e saudade. Esta música é para quando essa saudade desperta.
Sofia Costa, cantora e licenciada em Jazz e música moderna pela Universidade Lusíada começou a cantar aos 15 anos tendo em 2021 participado no programa “the voice” chegando à fase das batalhas na equipa de Diogo Piçarra.
Alex Sweeney, guitarrista e produtor, também licenciado em jazz e música moderna tendo já tocado com artistas como y.azz, Luís Fernandes,Clara e Luís Braz Teixeira.Toca ao vivo no projeto de Inês Monstro desde 2023.