My name is Thomas Wilcox and I am a musician from Athens, Georgia USA (home of REM, B-52s, etc). I recently connected with one of your country’s singer/songwriters, Mary Ann, who pointed me in your direction. My latest album was inspired by the fabulous work of Fernando Pessoa. An avid reader now in my mid-forties, I have not come across such a powerful author in many years. I tried to create songs that embody his different personas by making cinematic textures, tones, and melodies of the ethereal. Perhaps this is something you might enjoy. If you like it and would like to know more, please let me know. If not, that’s okay too, I’ve covered pretty much every genre of music over the last quarter century. I very much hope to visit your beautiful country one day. Here is a Spotify link to the album. It can be found on all streaming platforms. Artist= Day Cube/ Album=Pessoa. Thanks so much for your time
Sara Monteiro – Mais De Mim (2024) (single)
Sara Monteiro – Mais De Mim (2024) (single) Id
A cantora e compositora Sara Monteiro edita hoje o primeiro EP “Mais de Mim”. Neste lançamento a artista mostra um pouco mais da sua multifacetada personalidade artística e expõe alguns dos seus sentimentos. Na estreia discográfica, a jovem de 19 anos escreveu todas as letras, compôs a maioria das músicas e colaborou com os compositores e produtores Tyoz, Gonzalo Tau, Ariel, Rafman, Gabriel Faria, Spliff, Diogo Guerra e Rodrigo Liaça, entre outros. “O lançamento deste EP é a realização de um sonho que já tinha há alguns anos. Os meus temas são um reflexo de tudo aquilo que sinto. Poder chegar aos corações das pessoas com as letras das minhas músicas é algo que me deixa extremamente feliz. Fiz este EP com todo o meu coração e espero que o público o receba da mesma forma”, diz Sara Monteiro. “O processo criativo foi acontecendo de uma maneira super natural, juntamente com os produtores e compositores com quem trabalhei”, conta ainda.
O EP foi misturado e masterizado por Janga e contou com produção executiva de Tiago Araújo, David Guimarães e Rony Padilha, da editora Panela Rec. Num total de seis faixas, o alinhamento de “Mais de Mim” inclui os singles previamente editados, ‘Escolhas’ e ‘Voltas’, de 2022, e ‘Ficou Tudo Bem’ e ‘Caminho’, lançados este ano. O EP inclui, ainda, as novas canções ‘Já Sei’ e o tema título. ’Mais de Mim’ é uma música “sobre estar num relacionamento em que uma das partes dá mais de si mas não percebe isso, devido ao amor envolvido”, revela Sara Monteiro. Quanto a ‘Já Sei’, a artista conta que é uma canção que “fala sobre sentirmo-nos bem e felizes e, ainda assim, persistir naquilo que mais queremos. Com este tema pretendo transmitir que desistir nunca será uma opção e que irei sempre lutar para alcançar os meus objetivos”. O EP “Mais de Mim”, já disponível em todas as plataformas digitais, antecipa novos singles de Sara Monteiro, o primeiro dos quais com lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2024.
Sara Monteiro nasceu em Matosinhos e tem 19 anos. Conta com mais de 40 mil seguidores nas suas plataformas digitais e mais de 600 mil visualizações. Já partilhou palcos com Daniela Mercury, Anselmo Ralph ou Diogo Piçarra.
Desde muito cedo que a música teve um papel muito importante na vida da cantora. Com apenas 6 anos começou a ouvir os One Direction, por influência da irmã mais velha, artistas aos quais se seguiram Beyoncé ou Amor Electro, entre outros.
Em 2014, com apenas 10 anos de idade, Sara Monteiro inscreveu-se no The Voice Kids, da RTP. Com a cantora Daniela Mercury como mentora, foi no programa de talentos que descobriu que era música que queria fazer para o resto da sua vida. Em 2015 participa noutro talent show, “Pequenos Gigantes”, da TVI, e a sua paixão pela música cresceu ainda mais. Já em 2019, foi concorrente do “La Banda”, da RTP.
No início de 2020, então com 15 anos, Sara Monteiro começou a compor as suas primeiras canções. No ano seguinte assina pela editora Panela Rec, enquanto artista e compositora, e desde então tem vindo a trabalhar nos seus originais, agora reunidos no EP de estreia, “Mais de Mim”.
Spencer Zachary – This Time (2024) (single)
Spencer Zachary – This Time (2024) (single)
A song about perseverance and examining the cycle of Life which, to the author, is one of hubristic confidence and tragic downfall, Spencer Zachary seems to emerge out of this existential trap we’re all caught in with the cutting chorus “I feel like this time falling down I found my way.” A neo soul and hip-hop-influenced track with philosophical lyricism baked in, THIS TIME proposes to us all to rise again when life has us pinned and recognize the potential in the lows.
Uma música sobre perseverança e exame do ciclo da Vida que, para o autor, é de confiança arrogante e queda trágica, Spencer Zachary parece emergir dessa armadilha existencial em que todos estamos presos com o refrão cortante “Eu me sinto assim tempo caindo eu encontrei meu caminho.” Uma faixa influenciada pelo neo soul e hip-hop com lirismo filosófico embutido, THIS TIME propõe a todos nós nos levantarmos novamente quando a vida nos prende e reconhecemos o potencial nos baixos.
Cultoras #29 (3ª Temporada) – Romina Nuñez
Cultoras #29 (3ª Temporada) – Romina Nuñez
Rompe el despojo
largo zumbido,
surca tu nombre perdido.
Retoma el tiempo
desvanecido,
levanta el vuelo dormido…
“Levanta el vuelo”, Fragmento.
Compositora, profesora, intérprete, investigadora y divulgadora de raíz folklórica y fusión latinoamericana, el camino de esta cantora ha estado marcado desde muy temprano por la música, entre diversas escuelas, academias y la determinante herencia chilenera centrina. El conjunto Cuncumén, Las Torcazas, Las Comaires, Pancho Miranda y actualmente en su proyecto solista, donde cuenta con los LP “Levanta el vuelo” y “Herencia”, así como con una diversidad de singles, son parte de la prolífera trayectoria de esta singular cantora. Nominada en dos ocaciones a los Premios Pulsar como mejor artista de raíz folklórica, Romina Nuñez ha transitado un camino propio que la posiciona entre las cultoras que irrumpió en la escena nacional para revitalizar el papel de las mujeres en las músicas de tradición, como voces originales, poderosas y comprometidas.
O cantor e compositor ZARCO disponibilizou o novo single ‘RELÓGIO’ em todas as plataformas digitais. Esta é uma canção sobre a constante corrida contra o tempo e combina elementos de eletrónica e hip-hop. A música e letra são da autoria do artista madeirense e a produção, mistura e masterização de oputovitor.
“O tema ‘RELÓGIO’ nasceu da minha profunda conexão com o tempo e da forma como ele molda as nossas vidas. O conceito de tempo é algo que sempre me intrigou e esta música é uma expressão da minha reflexão sobre como vivemos cada segundo como se estivéssemos numa corrida constante contra o relógio”, revela ZARCO.
‘RELÓGIO’ apresenta-se com um videoclipe realizado pelo também madeirense Michel de Freitas.
“O videoclipe conta a história de um homem perdido no deserto numa luta contra o tempo. Ao conseguir encontrar uma escapatória é transportado para uma dimensão cheia de vazio que aparenta não ter saída. Apenas o relógio reparado o pode salvar. Será o tempo a cura para todas as desgraças?”, afirma o artista.
O novo single ‘RELÓGIO’ é o segundo lançamento de ZARCO em português, sucedendo a ‘FAZ ME FICAR’, publicado em setembro deste ano.
ZARCO é um artista de 21 anos, natural da ilha da Madeira. Em dezembro de 2021 deu início ao seu percurso discográfico com o lançamento do primeiro single, ‘Do u wanna ride ?’, que já conta com mais de 150 mil streams no Spotify. Esta canção abriu caminho para a fusão de eletrónica e hip hop, presente em todos os seus lançamentos.
Durante 2022 o artista editou mais quatro temas interpretados em inglês, que chegaram aos ouvidos de milhares de fãs por todo o mundo: ‘SUPER SAYAN’, ‘PICKY’, ‘PRESSURE’ e ‘Heartbreak Overdose’.
Em 2023 lança o primeiro single em português, ‘FAZ ME FICAR’, uma canção cativante e com uma batida envolvente, com a qual abre as portas do seu universo criativo à língua portuguesa.
Oliver Cañete – You’re Not Special (2024) (single)
ARTISTA: Oliver Cañete SINGLE: You’re Not Special LABEL: CS Discos DATA DE LANÇAMENTO: 27 de Outubro de 2023
Oliver Cañete, um artista independente com raízes na cena da música de rua de Lisboa, está pronto para lançar o seu mais recente single,”You’re Not Special.” Esta música nasceu de algumas das experiências de vida de Oliver, baseadas no término de algumas histórias românticas efêmeras que vivenciou, e do encontro ao longo dos anos com pessoas realmente arrogantes que se consideravam “especiais” sem nenhum motivo específico.
Da mesma forma, depois de absorver ao longo dos anos alguns pensamentos de seus filósofos favoritos, de reflexões feitas durante a sua vida, bem como um vídeo específico de Simon Sinek, direcionado aos Millennials e à Geração Z, no qual ele utiliza as palavras “Não és Especial”, Oliver teve a inspiração de escrever a música ao analisar de forma ainda mais crítica como a geração atual está obcecada com a rápida gratificação da aprovação nas redes sociais, tentando associar alegria a sentimentos passageiros e construindo conexões superficiais, a tentar com isso provar ao mundo o quão especiais são. Esta música mergulha de cabeça na cena de criação de imagens públicas de sucesso e felicidade, na qual as pessoas usam máscaras para esconder as suas frustrações mais profundas.
A técnica vocal de Oliver é inspirada por uma ampla gama de artistas, desde os grandes hinos do rock de Bon Jovi e Bruce Dickinson até as expressões sinceras de James Bay e John Mayer, passando pelas vibes de Robbie Williams.
Os sintetizadores e efeitos dançam ao ritmo de “Techno Fan” dos The Wombats e aos ritmos cativantes de “Tell Me Why” dos Supermode, com um aceno para os sucessos recentes do Daft Punk e os hits do início dos anos 2000 como “One More Time”. As linhas de baixo trazem
aquela vibração descontraída de “Two Princes” dos Spin Doctors e a atitude rebelde de “Been Caught Stealing” dos Jane’s Addiction.
No lado da guitarra acústica, sentirás vibes das melodias suaves de “That Green Gentleman” dos Panic! At The Disco, da versão acústica de “I Took a Pill in Ibiza” de Mike Posner, bem como da balada “If You Ever Want to Be in Love” de James Bay e da faixa introspectiva de James Blunt, “Same Mistake”.
O ritmo, impulsionado pela bateria, é inspirado em hinos como “We Are Young” dos Fun. e na energia de alta octanagem de “You Get What You Give” dos New Radicals.
E, no front da guitarra elétrica, encontrarás uma mistura de vibes de folk-rock, new metal e post-grunge. Pensa em músicas como “Ditmas” dos Mumford & Sons, na intensidade de “Living Dead Girl” de Rob Zombie e na ressonância punjante de “Home” dos Three Days Grace.
Com “You’re Not Special,” Oliver Cañete convida os ouvintes a uma jornada musical, tecendo uma tapeçaria de influências e experiências, enquanto explora as complexidades da vida moderna e o constante desejo de se sentir especial.
When you wake up alone The first thing you do Is checking out the phone And read what they say about you And will be there any matches going on? Just to have some fun
Those holidays were crazy And a bunch of pictures tell That even though you’re lazy You seem adventurous as hell But when real life is back It doesn’t seem on the right track
It’s getting so obvious, What all these emotions try to hide Are just some sensations To ignore the emptiness inside
But you will deny With pride That
You’re not special You ain’t so special You’re not special You’re not that special You’re not special And I’ll tell you tonight The story you tell to yourself Is a lie
Your romances always fail But it’s never your fault, Just love is not the fairy tale You once have thought Where everything goes on your way And you always have the final say
And please stop pretending You don’t understand The reason why you’re having Only one-night stands You’re just getting the same That you’ve given playing on this game
It’s getting so obvious, What all these emotions try to hide
Are just some sensations To ignore the emptiness inside But you will deny With pride That
You’re not special You ain’t so special You’re not special You’re not that special You’re not special And I’ll tell you tonight The story you tell to yourself is a lie
You’re not special You ain’t so special You’re not special You’re not that special You’re not special And I’ll say one more time You can’t hide the truth From your eyes
You’re not special You’re not special You’re not special And I’ll tell you tonight The story you tell to yourself is a lie You’re not special
Spencer Zachary – Open Water (2024) (single)
Spencer Zachary – Open Water (2024) (single)
The title track of the January 2024 release, “OPEN WATER,” the song examines the moment in relationships when two people who share a home, their lives, and everything out and inside, suddenly feel distant and out of touch – like an ocean has come between. “OPEN WATER,” examines feelings of guilt, and ultimately how the currents of destiny carry us from one shore to another in our journey of growth, and what we find when we’re lost.
A faixa-título do lançamento de janeiro de 2024, “OPEN WATER”, a música examina o momento nos relacionamentos em que duas pessoas que compartilham uma casa, suas vidas e tudo por fora e por dentro, de repente se sentem distantes e fora de contato – como um oceano. “OPEN WATER” examina sentimentos de culpa e, em última análise, como as correntes do destino nos levam de uma margem a outra em nossa jornada de crescimento e o que encontramos quando estamos perdidos.
Cultoras #28 (3ª Temporada) – Daniela Millaleo
Cultoras #28 (3ª Temporada) – Daniela Millaleo
Del camino de asfalto al camino del trigo al azul profundo del Bio Bio “Todo es igual”, Fragmento. Mujer mapuche, feminista, madre, profesora de historia y cantora con más de diez años de trayectoria, su trabajo está inspirado en el desarraigo, las reivindicaciones y herencia largamente silenciada de su pueblo. Es desde la figura primaria de sus abuelos que vivencia la identidad y propuesta que plasma toda su obra, donde lo político está empapado de poesía y ternura. Desde su primer disco “Trafun” (2013), ha podido participar en diversos escenarios nacionales e internacionales, colaborando además con destacados artistas de la escena latinoamericana comprometida, tales como Roberto Márquez o Lila Downs. Asimismo, ha vinculado su trabajo musical al cine y al teatro, donde destaca su participación en la película “Mala Junta”, de la cineasta mapuche Daniela Huenchumilla, y el colectivo teatral Epew, a partir de cuya última obra “Ñuguen: zoológicos humanos”, fue nominada a los premios Pulsar 2020, en la categoría de Difusión de la Música de los Pueblos Originarios. Daniela Millaleo es una referente de la canción femenina, mapuche y feminista comprometida contemporánea. Contactos: Facebook https://www.facebook.com/DanielaMillaleoOficial/
Kumpania Algazarra – Vida Vai, Vida Vem (2023) (single)
Kumpania AlGazarra – Vida Vai, Vida Vem (2023) (single)
“Vida Vai Vida Vem” é o novo single dos Kumpania Algazarra e faz parte do seu último disco Histórias e Raízes, editado em Outubro deste ano.
Este tema já existia há algum tempo numa gaveta perdida. Quando a banda esteve no Festival Guca na Sérvia, em 2022, surgiu a oportunidade de gravar com o trompetista Isidor Zecirovic, num estúdio improvisado, e a banda sentiu nesse momento que este tema devia sair da gaveta e ser editado neste novo disco, pois está diretamente ligado com as raízes dos Kumpania Algazarra e com a sua história repleta de viagens por esse mundo fora. A letra fala da simplicidade e fragilidade da vida e no que realmente precisamos para viver: energia e alegria para enfrentar os desafios diários que a vida os traz. Este novo single conta ainda com a participação de Jaqueline Carvalho nas vozes e Nuno Salvado no acordeão.
O videoclipe foi gravado pela banda na Finlândia, em Outubro deste ano, numa estreia no país. Aproveitaram esta viagem, onde apresentam dois espetáculos, para gravar este videoclipe num ambiente descontraído e diferente do habitual.
“Vida Vai Vida Vem” junta-se aos singles já editados “Assim não vai dar”, “Olhó Burro” e “Anda
Comigo Ver o Mar” do novo disco Histórias e Raízes. Os Kumpania Algazarra assinalam 20 anos de carreira em 2024 e estão a preparar um ano muito especial para comemorar este aniversário, que terá este novo disco como banda sonora, mas também todos os outros que fazem parte desta já longa e bonita história.
A tour de celebração destes 20 anos teve início nos dias 20 e 21 de Outubro na Finlândia e passou também pelo B.Leza, em Lisboa, com um espetáculo muito especial que contou com a
participação de vários convidados que gravaram neste disco. Esta nova tour promete muitas surpresas e o próximo espetáculo é já dia 20 de Janeiro na abertura do Carnaval de Ovar, onde a banda subirá ao palco no Mercado Municipal pelas 22h. Em breve serão anunciadas novas datas.
DISCO HISTÓRIAS E RAÍZES
Os Kumpania Algazarra acabam de editar com o novo disco, Histórias e Raízes, que deu o mote para as celebrações dos seus 20 anos de carreira, que se assinalam em 2024.
Histórias e Raízes é o décimo disco do coletivo Kumpania Algazarra e conta diversas histórias, algumas comuns a todos nós, outras vividas pela banda ao longo da sua já preenchida carreira.
Malaramu – Dreamer (2023) (single)
Malaramu – Dreamer (2023) (single)
“Ola!
Somos “Malaramu”, a banda baseada em Lisboa, Portugal.
Somos apaixonados por criar música que mistura o retro-soul e o funk com vibrações modernas.
As nossas colaborações globais com vários vocalistas têm sido uma viagem de exploração musical, e a nossa última aventura é algo que nos entusiasma particularmente.
Gostaríamos de apresentar-vos a “Dreamer”, a nossa canção mais recente, criada em colaboração com o incrível artista tanzaniano Tofa Jaxx.
A canção é um tributo sincero ao género de soul, ecoando a sua elegância e profundidade intemporais. O Tofa está a trazer uma riqueza e emoção extraordinária aos vocais, lembrando os maiores nomes da soul music, mas com um toque fresco e contemporâneo.
O que faz com que “Dreamer” se destaque é o seu toque atmosférico e ligeiramente psicadélico. Estes elementos entrelaçam-se para formar uma paisagem sonora sonhadora, perfeita para momentos de relaxamento e reflexão.
Acreditamos que esta mistura única irá ressoar profundamente com o público, oferecendo uma experiência de audição distinta.”
My Noisy Twins – Bite The Bullet (2023) (single)
My Noisy Twins – Bite The Bullet (2023) (single)
Sinopse:
“Este novo álbum, o 3⁰ da discografia de My Noisy Twins, apresenta-se como um natural retorno à sua linguagem original. Misturando texturas cinemáticas com um ambiente sombrio e obscuro, “Behind Mist and Morning” é um território sonoro pulsante, onde as vibrações pesadas do dub e do trip hop se encontram com uma expedição sonora étnica e exótica. Uma odisseia onírica e distópica, um filme urbano que nos conduz a um tempo futurista, transitório e impermanente”.
“Behind Mist and Morning”, conta com dois vocalistas convidados, Scúru Fitchádu na faixa 3. “Ninar” e Karlon na faixa 6. “Flan”. A mistura e a masterização ficou a cargo de José Veiga, o design gráfico é de PSTR e as fotos promocionais e a foto da capa são de Mário Jerónimo Negrão. Este projecto foi apoiado pela Fundação GDA, no âmbito do Programa de Apoio à Edição Fonográfica de Intérprete.
Ficha Técnica:
Composição e produção por My Noisy Twins/ Jorge Cunha Machado | linktr.ee/mynoisytwins
Voz e Letra por Scúru Fitchádu na faixa 3. “Ninar” e Karlon na faixa 6. “Flan”.
Podem descobrir e seguir os seus trabalhos a solo em:
Misturado e Masterizado por José Veiga no Miasma Studio | www.miasma-studio.com
Design Gráfico por PSTR | https://diogoesteves.net/
Fotos promocionais por Mário Jerónimo Negrão | https://chamferism.com/
Lost Train Trio – Diolkos (2023) (single)
Lost Train Trio – Diolkos (2023) (single)
Trio de jazz fusão de Lisboa, que procura consolidar uma linguagem comum, na composição dos seus temas, utilizando abordagens experimentais e improvisadas, criando ambientes que referem aos mais distintos estilos que contribuem para a personalidade musical de cada elemento da banda.
BAND BIO
Este projecto reune um grupo de músicos e amigos que partilham gostos musicais semelhantes, como o jazz, a fusão, o blues, a worldmusic, entre outros e, durante o período pandémico, resolveram juntar esforços na exploração de novas ideias, ritmos e sonoridades, formando os Lost Train Trio.