Velha Condessa – Já Chegamos (2023) (single)

Velha Condessa – Já Chegamos (2023) (single)

O álbum de estreia dos Velha Condessa, auto-intitulado, vai ser editado no dia 19 de Janeiro e é o resultado de anos de colaboração musical e evolução conjunta. Inspirados por diversos movimentos musicais, desde a estética do Rock Progressivo dos anos 70 até ao Rock Português dos anos 90, a sonoridade da banda combina elementos mais tradicionais do rock com traços progressivos e experimentais.

A sonoridade dos Velha Condessa reflete a diversidade das formações musicais individuais dos seus membros, que abrangem géneros desde o clássico ao jazz, e até mesmo o metal. Esta diversidade musical, combinada com a influência significativa da experiência de estúdio com Francisco Dias Pereira e Carlos BB, desempenhou um papel fundamental na definição da estética da banda.

A composição musical e a escrita das letras envolvem a participação ativa de todos os membros da banda. As composições pretendem transmitir histórias inspiradas em experiências do quotidiano, narrativas cinematográficas e mitológicas.

O álbum foi gravado em Sintra nos estúdios Blacksheep entre novembro e dezembro de 2022, sob a orientação de Carlos BB e Francisco Dias Pereira, misturado também por Francisco Dias Pereira e masterizado por Guilherme Gonçalves. A capa dos singles e do álbum foi concebida por Carlota Castro Mendes, e o videoclipe do primeiro single (Já Chegámos e Não Pode Ser Assim) contou com a realização de Eduardo Sousa e João Correia.

Velha Condessa é um grupo de rock português, originário de Lisboa, constituído por Diogo Castelo Branco, Francisco Braga, João Bento, Lopo Caldeira Marques e Pedro Patrício. Formados em 2014, foi apenas em 2019 que começaram a dedicar-se a tempo inteiro aos trabalhos originais. Com uma sonoridade entre o rock alternativo e o art rock, em 2022 apresentaram os primeiros originais ao vivo, e no fim desse ano decidiram levá-los para estúdio.

Desde que se dedicaram à criação das suas composições, os Velha Condessa já tiveram a oportunidade de atuar em palcos como o Titanic Sur Mer, no Cais do Sodré, NAV – Nunca Antes Visto, no Campo Pequeno e no Poolside em Alvalade.

Leonor Baldaque – This Is Where (2023) (single)

Leonor Baldaque – This Is Where (2023) (single)

LEONOR BALDAQUE

“THIS IS WHERE” é o terceiro single de um novo caso sério no panorama musical português

Há muito que Leonor Baldaque nos habituou a ver o seu nome em fichas artísticas de excelência. Actriz de Manoel de Oliveira, autora publicada por duas das mais prestigiadas e exclusivas editoras de literatura francesas, descobriu na música, mais que uma nova paixão, uma inevitabilidade.

A sua jornada musical, que arrancou no início deste ano, chega hoje a um novo patamar com o lançamento do seu terceiro single, This is Where. Esta é uma poderosa, contudo delicada, canção que encapsula as emoções cruas e universais que surgem da imprevisibilidade e da impossibilidade do amor.

Depois de se ter dado a conhecer com os temas Few Dates of Love e My New Drink, Leonor Baldaque assume-se já como uma das cantautoras portuguesas mais singulares.

Responsável pelas letras e composições, assina ainda a realização e edição dos seus videoclips. Como é o caso do vídeo de This is Where, que hoje faz acompanhar o tema.

“A vontade de cantar o que sinto ou vivo tomou de tal maneira posse de mim que não podia senão seguir esse caminho. Para mim foi uma descoberta maravilhosa, milagrosa, inesperada, poder cantar.” LB

Firme na convicção de que ser artista é a forma de viver e de ser livre, Leonor Baldaque é capaz de nos envolver na sua introspecção e intimidade, através de uma sublime capacidade de contar histórias emocionalmente complexas com palavras e acordes simples.
O disco de estreia, Few Dates of Love, tem edição prevista para o primeiro trimestre de 2024.

Até lá, deliciemo-nos com This is Where, mais um pedaço tão pessoal de uma verdadeira artista, de uma artista inteira.

Cultoras #24 (3ª Temporada) – Mayome Musica

Cultoras #24 (3ª Temporada) – Mayome Musica

Ven, acércate que el tiempo se va,

y malgastarlo es el final.

Ven, no importa que digan si estás despierto.

No importa nada en realidad…

De camaleónica trayectoria, Mayomé no ha escatimado en curiosidad y profundidad musical. Intérprete en canto, compositora, música y docente, esta inquieta y versátil cantora ha explorado en el canto lírico, la música afro americana, la cumbia tradicional colombiana, las musicas populares de raíz latinoamericana, el rock y la balada, desempeñándose en proyectos individuales y colectivos. Voz principal de la emblemática agrupación Sindicato Sonoro, su trabajo se sumó al de muchos quienes, desde un pequeño circuito under teñido de festividad popular en pleno centro de Santiago, abrieron escena durante la primera década del presente siglo. Su trabajo como solista cuenta con un disco recopilatorio de piezas musicales titulado ”Inventario” (grabado en Colombia el año 2010). Desde entonces, y de vuelta en Chile, produce su música bajo su propio sello, CABIRIA RECORDS, que cuenta con una veintena de creaciones, tanto en el ámbito popular contemporáneo, como en sonoridades instrumentales de corte docto, incursionando además en el mundo de los paisajes sonoros y la música electrónica.

Contactos:

Correo electrónico: mayome@gmail.com

Instagram: @Mayome Música

Soundcloud:

www.soundcloud.com/mayome

www.soundcloud.com/Cabiriarecords

Lady & Lass – Neverland (2023) (single)

Lady & Lass – Neverland (2023) (single)

Os Lady & Lass são uma nova banda de Lisboa, integrada por 3 amigos vindos de um anterior projecto entretanto desmantelado. A nossa matriz é o Pop Rock, com vários temas que devem ver a luz do dia nos próximos meses.

Left – Single (2023) (single)

Left – Single (2023) (single) ID

Este é o desafio criado por LEFT. que disponibiliza esta quarta-feira, 15 de novembro, o EP “Pop-Snacks”. Neste trabalho, o cantor, compositor e produtor reúne sete temas que foi partilhando nas últimas semanas em pequenos vídeos, nas suas páginas de Instagram e TikTok. O lançamento tem a duração total de 10 minutos.

“Os “Pop-Snacks” nasceram da necessidade de me expressar musicalmente sem demasiados filtros, quase instantaneamente.

A maior parte das ideias foram feitas poucos dias antes de serem publicadas nas minhas redes sociais. O desafio foi sair do ciclo de overthinking sobre a qualidade das canções mas, principalmente, sobre o que elas refletem sobre mim”, revela LEFT. “São verborreias musicais em formato pop. Talvez por isso mesmo seja dos meus projetos preferidos até hoje, por não me ter permitido a cansar-me dos temas. Sinto que estou mais perto de mim próprio, por cantar em português mas, também, pelo fluidez do processo”, afirma ainda.

Todos os “Pop-Snacks” foram escritos e produzidos pelo próprio artista, à exceção de ‘Nada Feito’, coproduzido com Luar. A masterização ficou a cargo de Vitor Carraca Teixeira. O EP chega com o tema de destaque ‘Single’.

“A ‘Single’ surgiu numa fase em que estava frustrado com as dinâmicas de sucesso da indústria musical portuguesa. Toda a gente está à procura dos hits para passar nas grandes rádios, que continuam a ser as grandes impulsionadoras do “sucesso” dos artistas. Esta narrativa infiltra-se nos processos criativos e a originalidade ou intenção artística passam para segundo plano. ‘Single’ é um manifesto punk disfarçado de pop”, afirma o cantor. 

O EP “Pop-Snacks” antecede a edição do primeiro álbum de LEFT. em português, que será lançado em 2024. Também no próximo ano LEFT. será um dos autores do Festival da Canção, após ter sido selecionado de entre mais de 800 candidaturas da submissão livre de canções aberta ao público.

Sid Saint – Tu (2023) (single)

Sid Saint – Tu (2023) (single) ID

O single “tu” é a primeira balada do artista, num registo que se aproxima  da sonoridade de artistas como Sam Smith e JVKE.
 
Com 13 singles no seu currículo, Sid Saint  soma cerca de 100 000 reproduções totais no Spotify, assim como cerca de 300 000 visualizações no seu YouTube.O single “Tu” foi totalmente produzido  por Sid Saint.
 
“Todos nós temos um “tu”, aquela pessoa que simplesmente tem acesso à nossa individualidade e nos afeta, quer queiramos, quer não. Aquele ser humano que nos leva ao êxtase da felicidade com um mero sorriso, mas que nos leva até às profundezas da tristeza com uma única palavra. Este tema é o mais pessoal e íntimo que já escrevi. Para mim, uma música quase tão especial como “Tu” és.”
 
SID SAINT
 
Sid Saint está atualmente a promover o seu novo single e a preparar a nova agenda de concertos.
 
Próximas Datas : 8 de Dezembro – Espaço Cultural Spacy Club – Caldas Da Rainha 
 
                            9 De dezembro – Casino do Estoril

Max Fink – Sem Nome (Remix) (2023) (single)

Max Fink – Sem Nome (Remix) (2023) (single)

Já estão disponíveis duas novas remisturas da faixa “Sem Nome”, lançada originalmente no disco de estreia de Max Fink, em 2019. A faixa original, com a sua mensagem muito espiritual, é uma fusão de música eletrónica, ambiente e world music. 

Ambas trazem nova energia à versão original, elevando agora o BPM, mas preservando a paisagem de relaxamento e contemplação. 

Max Fink optou por um registo House, dando destaque às melodias asiáticas da faixa original, culminando numa faixa com muita luz e leveza, demonstrando a versatilidade já conhecida do artista.

Em contraste, Pedro Khan proporciona-nos uma faixa sólida e madura, que com as suas notas de Deep Tech e envolvida de emoção e mistério, a fazem perfeita para uma viagem introspetiva na pista de dança.

Max Fink

João Chambel Santos, de nome artístico “Max Fink”, é um artista, músico e produtor de Lisboa. Conta com vários álbuns gravados com as bandas de rock nas quais começou a sua carreira musical como guitarrista. O seu gosto pela música eletrónica e hip-hop levou-o à produção e composição nestes estilos, percurso que veio a complementar com formação técnica pela escola de produção portuguesa, ProDJ. O seu repertório conta hoje com um vasto número de temas a título próprio bem como colaborações com diversos artistas. Em paralelo, encontra-se ativo na banda de rock Comancho enquanto guitarrista.

Max Fink – Sem Nome (Pedro Khan Remix) (2023) ( Single)

Max Fink – Sem Nome (Pedro Khan Remix) (2023) ( Single)

Já estão disponíveis duas novas remisturas da faixa “Sem Nome”, lançada originalmente no disco de estreia de Max Fink, em 2019. A faixa original, com a sua mensagem muito espiritual, é uma fusão de música eletrónica, ambiente e world music.
Ambas trazem nova energia à versão original, elevando agora o BPM, mas preservando a paisagem de relaxamento e contemplação.
Max Fink optou por um registo House, dando destaque às melodias asiáticas da faixa original, culminando numa faixa com muita luz e leveza, demonstrando a versatilidade já conhecida do artista.
Em contraste, Pedro Khan proporciona-nos uma faixa sólida e madura, que com as suas notas de Deep Tech e envolvida de emoção e mistério, a fazem perfeita para uma viagem introspetiva na pista de dança.

Pedro Khan
Pedro Khan é Pedro Espírito Santo: DJ, produtor e artista plástico de Lisboa. Com uma carreira de DJ superior a 20 anos, evoluiu naturalmente para a área de sound design que lhe permitiu a criação de uma imagem de marca. Atualmente trabalha com marcas de reconhecida notoriedade no mercado. Presente na Paris Fashion Week e também em passadeiras nacionais, o seu contributo na moda, teatro e pistas de dança tem sido marcado pela versatilidade e originalidade da sua música. O artista formou-se em produção musical pela escola ProDJ, e trabalha ainda em conjunto com outros artistas na Diff Records.

Maria Veiga – Stay A Little While (2023) (single)

Maria Veiga – Stay A Little While (2023) (single)

A artista emergente Maria Veiga revela hoje o single de estreia ‘Stay a Little While’, já disponível em todas as plataformas digitais. A canção é uma mistura harmoniosa de soul-pop e gospel, que mergulha numa intrincada narrativa de perda e luto e nas suas consequências emocionais. O tema foi escrito e composto pela própria cantora com Gabriel Faria, Gonzalo Tau e Ariel e produzido por Gabriel Faria e Edu Monteiro.
Nas palavras de Maria Veiga, em ‘Stay a Little While’ a “melodia envolvente e a letra honesta da música formam uma conexão sobre a experiência humana de perda, numa viagem imersiva através de camadas de som e emoção”. A artista acrescenta que pretendia “captar a essência da emoção genuína, transmitindo a profunda sensação de perder alguém querido”.

A canção apresenta-se com um videoclipe realizado por Thomas Zimmermann, com produção da PointOfView e produção executiva da Panela Rec, editora da artista.

O alcance vocal, o timbre rouco e “sujo” e a interpretação emotiva de Maria Veiga são o centro das atenções em ‘Stay a Little While’, um exemplo promissor do talento da cantora e compositora e da sua capacidade de articular emoções cruas e complexas através da música. O tema antecipa vários outros lançamentos de Maria Veiga, previstos para 2024.

Natural de Portugal, Maria Veiga é detentora de um talento musical multifacetado. A compositora e intérprete embarcou na sua viagem artística como violinista, antes de perseguir o sonho de ser cantora.

De 2013 a 2018 aprofundou os estudos musicais, aprimorando as capacidades e ampliando os horizontes musicais.

As contribuições criativas de Maria Veiga abrangem gravações em estúdio, colaborações com outros artistas como compositora e atuações ao vivo, incluindo uma passagem pelo festival Rock in Rio Lisboa, em 2022.

Nuno Melo & Edu Mundo – O Que Achares Melhor (2023) (single)

Nuno Melo & Edu Mundo – O Que Achares Melhor (2023) (single) ID

CANTAUTOR NUNO MELO APRESENTA O SINGLE “O QUE ACHARES MELHOR” EM COLABORAÇÃO COM EDU MUNDO

DISCO DE ESTREIA PREVISTO PARA 2024

O cantautor portuense Nuno Melo apresenta mais um single do seu disco de estreia que será lançado em 2024: “O Que Achares Melhor” é uma canção do fluir com a corrente, não querer mover o rochedo que se nos apresenta no caminho mas encontrar forma de o contornar. A questão de existir uma falta não é relevante, pois há resignação, não de uma desistência mas de um certo sintoma de plenitude.

Foi assim que foi criada, nasce na guitarra de Edu Mundo durante o jantar, e os dois músicos ao se esquecerem da chave para sair do estúdio, ficam madrugada dentro, sem outra resolução senão acabar de compor e gravar, e entre as chamadas de SOS, os takes iam-se fazendo e a música ficando consumada.

Esta canção nasce e desenvolve-se como uma planta, que seguindo a lei da causalidade faz apenas o que tem de fazer. Com este lançamento, continuará o seu caminho, e seja ele qual for, será o certo.

Biografia

Para Nuno Melo, a cantautoria vem-se desenvolvendo desde o momento em que a primeira guitarra lhe caiu nas mãos aos 11 anos, desde aí que vem compondo as suas canções. 

Após quase 20 anos como músico profissional atuando como instrumentista e compositor em vários projetos do panorama nacional e internacional, surge agora como artista a solo, porém não desacompanhado.

O trabalho que materializou foi manufaturado conjuntamente com Edu Mundo, num ano de certa clausura pandémica, os dois músicos foram gravando as canções que farão parte de “Fora de Formato”, o disco de estreia do artista.

Ao vivo faz-se acompanhar de Edu Mundo na bateria e voz, João Luzia na guitarra, Gonçalo Palmas nas teclas e Miguel Pinto no baixo.

O disco passeia-se por diversos estilos musicais, porém, pelo seu medo de dogmas e rótulos, não nos diz quais são. Será portanto necessário ouvi-lo.

My Deer Watson – Hook (2023) (single)

My Deer Watson – Hook (2023) (single)

Vasco Dias (guitarra, letra): “É uma música dedicada aos apaixonados, pela sua coragem, e também aos inocentes, pela sua bravura. Quando o amor te dá um gancho de direita, o que podes tu fazer?”

Ariel Jones – I Love You (2023) (single)

Ariel Jones – I Love You (2023) (single)

Ariel Jones lança single ‘i love you’ e EP de estreia

Ariel Jones acaba de lançar o seu primeiro EP que conta com a faixa-single ‘i love you’.  

“Vicious Cycle” é o nome do EP de originais da artista que contém 5 canções. “i love you” é o tema escolhido para dar vida à história deste EP que retrata o amor como um ciclo vicioso. 

“Todas as músicas constituintes deste EP foram criadas com base em situações reais que experienciei, servindo como uma aprendizagem para o futuro. O título “vicious cycle” é uma analogia à forma como o amor se pode tornar um ciclo vicioso, onde irão haver sempre adversidades e momentos de alegria.” afirma Ariel Jones.

Para estas cinco novas canções, Ariel contou com a ajuda dos produtores SUAVEYOUKNOW, LEFT., Miguel Garcia, PHXNTVM e masterização de Márcio Silva. 

As músicas deste primeiro EP estão dispostas propositadamente de modo a retratar o ciclo de vida do amor. “A última música é uma resposta de um homem para uma mulher a toda esta história, procurando retratar a perspetiva masculina, porque todas as histórias têm dois pontos de vista.” acrescenta a cantora.

Depois dos singles “Secret”, “Time is Money” e “Love Song”, Ariel Jones apresenta-se com ‘i love you’, o tema que dá mote ao seu primeiro curta duração “vicious cycle”.

SOBRE ARIEL JONES
Ariel Jones (nome artístico de Mariana Gouveia), cantora e compositora, afirma-se como uma cantora versátil, tendo como principais influências o universo do R&B/Soul e Hip-Hop. Nasceu em Lisboa e aos 8 anos muda-se para a ilha da Madeira onde passou a sua infância e adolescência.

Aos 12 anos ingressa no Conservatório de Música da Madeira, onde estudou piano durante 2 anos e teve aulas de voz durante 8 anos. Como autodidata que é, aprendeu a tocar guitarra acústica sozinha pelo que, aos 16 anos, ingressou numa banda de covers, como cantora e guitarrista, tendo permanecido até à conclusão dos seus estudos universitários na Universidade da Madeira.

Após a conclusão dos estudos, regressou a Lisboa para explorar a sua vertente artística e apresentou-se em 2021 no panorama musical nacional com o seu single de estreia “Secret”, seguido de “Time Is Money” e “Love Song”. Em 2023, lança o seu EP de estreia “vicious cycle” que conta com 5 canções.