De fato, é o primeiro álbum inteiramente autoral de Elodie.
Ele combina elementos da formação clássica de Elodie com influências populares, e mostra a versatilidade e a criatividade dela como artista.
As parcerias com os músicos Yamandu Costa (Luares) e Sergio Assad (Le pli du temps) que influenciaram muito a trajetória de Elodie, trazem outras matizes ao álbum.
O nome “Luares” é muito evocativo e parece capturar a essência da sua música, com sua referência ao brilho translúcido da lua e a referência à feminidade contida na sua expressão musical.
A presença de melancolia e nostalgia nas músicas, equilibrada com otimismo e esperança, cria uma experiência emocionalmente rica para os ouvintes.
Além disso, as participações de músicos excepcionais como Pedro Iaco, André Siqueira, Thiago Lamattina e Francesco Valente certamente enriquecem a sonoridade do álbum.
1-A dobra do tempo é uma peça realizada à 4 mãos com o destacado compositor brasileiro Sergio Assad. Evoca o nostálgico passar do tempo e o distanciamento da juventude. É a obra mais recente do albúm.
2-A espera (feat. Francesco Valente no contrabaixo) foi composta em um momento de ansiedade ligado à ansiedade de rever um ser querido.
3-Que lo diga la luna foi escrita sob encomenda para o violonista mexicano Alan Juarez Balderas
4-Luares é uma parceria com o fenômeno brasileiro, compositor e violonista Yamandu Costa. Dá seu nome ao disco.
5-Cena Brasileira (feat. Pedro Iaco) é originalmente para violão solo, mas ganha a voz espetacular de Pedo Iaco neste arranjo vocal dele. A voz é usada como um instrumento, ora protagonizando a melodia, ora fazendo contracantos e contrapontos.
6-Figura ímpar- Peça dedicada ao querido amigo e grande músico francês Kevin Seddiki que retrata uma amizade de longa data.
7- Conversa das flores-Peça dedicada à minha mãe composta por volta dos anos 2010.
8- Anjo- Peça que evoca uma infinita tristeza depois de perder alguém que talvez tenha virado um anjinho.
9- Duas almas foi uma peça escrita para Clarice Assad e Andreia Santiago para celebrar a união do amor.
10-Chant d´espoir (feat. Pedro Iaco na voz, André Siqueira no fretless, Thiago Lamattina na percussão) foi composta durante a pandemia de COVID e traz um ar de esperança. O ostinato do violão carrega uma certa fatalidade mas a voz angelica e a melodia lírica e terna deixa a gente descansar e acreditar que virão tempos melhores. Arranjo vocal de Pedo Iaco.
Patrocínio : SAVAREZ (empresa de cordas francesa)
CVIEIRA – Experiência (2023) (single)
CVIEIRA – Experiência (2023) (single)
“Experiência” é o novo single de CVIEIRA. Após o lançamento de “Se Pensei”, em dezembro do ano passado, de “Ding Dong” em fevereiro deste ano, CVIEIRA vem agora apresentar o seu novo single “Experiência”, um tema que é um tratado direcionado para as novas gerações, sobre a importância da tomada de decisão, das escolhas e da luta pelos sonhos de cada um. Num formato Pop elegante, o tema repleto de um balanço contagiante, muito pela energia da bateria e do baixo, mistura sonoridades como a soul, o rnb, o hip- hop, presente nas vozes de CVIEIRA, mas também, de de Britto, no Rhodes e nos Sintetizadores que vão surpreendendo em aparecimentos inesperados ao longo da música.
Retirado do álbum “Loyalty”, que marca a estreia de CVIEIRA a solo e que será lançado em breve , “Experiência” é mais um pilar deste trabalho que será sustentado em profundas raízes Pop e que será lançado em outros mercados para além do nacional.
Depois de um longo período de pausa na sua carreira, enquanto artista, que utilizou para se dedicar à criação e gestão de diversos projetos na indústria do entretenimento, CVIEIRA marcou o seu regresso com os singles “Se Pensei” e “Ding Dong”, temas que não só assinalaram o retomar de uma já bem-sucedida carreira, mas sobretudo, assinalaram a sua estreia a solo. Com o lançamento deste seu terceiro single, CVIEIRA procura fortalecer um percurso promissor, que já congrega singles que integraram o top da AFP, assim como, das principais rádios nacionais, como a Cidade FM e Antena 3 e até a presença dos mesmos em diversas séries televisivas como Campeões e Detetives e Morangos com Açucar, da TVI.
Da sua já extensa carreira, que conta com participações com o rapper americano Twista, o ícone colombiano Reykon, New Max (Expensive Soul), Victor Espadinha, Melo D, Beto Media (Blackout), D-Mars, De Britto, entre tantos outros, contam-se ainda os inúmeros concertos que já efetuou em alguns dos principais palcos nacionais.
Grand Sun – Something More (2023) (single)
Grand Sun – Something More (2023) (single)
Os Grand Sun continuam a procurar algo mais. De novo. De diferente. Com “Conceptualize”, descobriram-se mais punk, mais arrojados. Com o novo single, “Something More”, viajam à cidade de Nova Iorque, Estados Unidos. O tema é influenciado pela rapidez da cidade e da invariável relação entre conteúdo e percepção. Something More é rápida, com guitarras angulares inspiradas pelo tipo de rock no eixo Brixton-Bushwick. É jangly (post-punk). Grita Manchester e Dublin. Cruza o passado com o presente. Pelo caminho, reflete sobre polarização, identidade, crescer. No final dançamos a um magnético refrão. Porque todos nós procuramos “algo mais”.
Grand Sun é um happy accident: partes iguais de intenção e catarse. Os seus concertos são urgentes elétricos. A sua música carrega-se nos temas do existencialismo e surrealismo e; três anos depois do seu álbum de estreia – Sal Y Amore – a banda mudou. Em espírito, são os mesmos putos prontos a rockar, mas estão mais adultos e maduros, prontos a conceptualizar novos caminhos no seu próximo disco a ser lançado em 2024. Nestes singles – “Something More” & “Conceptualize” – a banda de Lisboa navega uma Post-Punk, onde o lado gótico e sonhador de bandas como Echo & the Bunnymen, The Chameleons e Cocteau Twins os influencia, e olham para o UK como referência, com bandas como THUS LOVE e Shame a ser referencias para esta nova identidade no seu Rock and roll. Mais criativos, mais punk, não menos (algo) naiff, não menos (tudo) jovens, com este novo single mostram-se diferentes, procuram “algo mais”. Após a estadia da banda em Nova Iorque, onde foram embebidos pela cidade, a banda só precisou de afinar o ritmo da canção. “Something More” é produzida e gravada por Miguel Vilhena (Niki Moss) nos Pontiaq Studios e serve como catarse final à vida acelerada que a banda enfrentou durante a sua estadia na Big Apple. É o segundo avanço de um novo EP, a ser editado no primeiro trimestre de 2024.
Foggy Project – Ahi! Buongiorno (2023) (single)
Foggy Project – Ahi! Buongiorno (2023) (single)
“Ahi! Buongiorno” novo single de Foggy Project
https://www.youtube.com/watch?v=7uxa0CbFzv4
“Ahi! Buongiorno” é o novo single de Foggy Project, o projeto pop-eletrónico que já meteu a dançar toda Lisboa.
Com a sua simplicidade e o seu inconfundível groove, “Ahi! Buongiorno” fala-nos da obsessiva presença das redes sociais no dia a dia de todos nós, protagonistas ou espectadores à mercê desta corrente aparentemente incessante.
Cada um na sua própria Laranja Mecânica, em que os dias se tornam em noites e as noites parecem intermináveis… com uma pontinha de sarcasmo: “desejo-te boa noite ou antes bom dia?”
Produzido por João Moreira nos Moreira Studios do Porto, conta coma participação de Daniele Pistone (Synth, percussão e voz) e Klênio Barros (trombone).
Video produzido por Daniele Pistone, gravado por “Duda ♧ Somtopia Films”
A canção “Maria Rita” é uma viagem desde o momento da sua criação. Uma viagem de dentro para fora, que existe e permanece pela repetição, como se a dor e a lucidez se diluíssem quando se sentem mais vezes, quando se conhecem. É a possibilidade de se sentir sem medo e com amparo. As palavras não falam sozinhas. Fazem uma declaração de resistência em cada passo que julgamos dar para trás.
Maria do Rosário Pereira (Rö) e Rita Dias são duas mulheres de universos musicais diferentes, que nesta canção se fundem pela vontade, pela cumplicidade, pela libertação, pelo amor nos seus sentidos lato e estrito. Coabitam o inglês e o português, a mística eletrónica e a densidade do fado, a espontaneidade e o detalhe. Juntaram-se, também no nome, e hoje são “Maria Rita”.
Chamaram o Graciano Caldeira (ukulele), o Diogo Mendes (guitarra portuguesa de Coimbra), o Iuri Oliveira (percussão) e o Ricardo Fialho (produção) para vestirem uma canção que nasceu numa jam caseira, entre lágrimas e silêncio, junto à lareira, com o ukelele da Rita e o microfone com efeitos da Maria. Em 9 meses, de março a novembro de 2023, foi a simplicidade e a realidade que guiaram Maria e Rita no processo de gravação, produção e concepção do vídeo, concretizado com a edição de Joana Linda, com imagens de uma viagem concreta feita pela Costa Vicentina no verão de 2023.
Maria Rita Rita Dias e Rö
Those days, in those days I was nothing at all. E eu se não for Não saio daqui E eu sem pudor Sou melhor sem ti E eu se não for Não saio daqui sem ti Há uma declaração de resistência em cada passo que julgas dar para trás. Está tudo bem se tiveres medo. E eu se não for Não saio daqui E eu sem pudor Sou melhor sem ti E eu se não for Não saio daqui sem ti
Ola Haas – Biturbo (2023) (single)
Ola Haas – Biturbo (2023) (single)
Ola Haas não é a mesma pessoa todos os dias
Sabe-se que do aborrecimento fruta roque efervescente. É regra. E Ola Haas está a fazer o seu melhor para obedecer a esta máxima no seu novo curta-duração, Não sou a mesma pessoa todos os dias, já disponível para escutas nas plataformas digitais habituais.
Em dez canções, Ola Haas transforma o mundano, o seu quotidiano, em noise rock catártico. Ecoa Nirvana – a sua máxima referência -, Pega Monstro, Vaiapraia. Cruza uma estética de anos 90 com a reverência pela Cafetra, Spring Toast Records, Maternidade. Objetivo? Declamar tudo o que sente, colocar as tripas cá para fora. Nós berramos a acompanhar.
Não sou a mesma pessoas todos os dias foi gravado no Duck Tape Melodias entre 2022 e 2023. O disco foi produzido pelo próprio e por André Isidro (Tekuno, Modernwolf, entre outros). André Isidro, além de produção, foi responsável pelo mix e master do EP, por tocar bateria, fazer coros, e tocar teclas em “A Queda” e “Nortada Areia-Branquense”.
Não sou a mesma pessoas todos os dias vai ser apresentado ao vivo no próximo dia 16 de novembro na associação cultural Com Calma, em Lisboa, em formato de duo. A abertura ficará a cargo de Magz. A festa começa às 21h.
Não sou a mesma pessoa todos os dias terá direito a versão física. Estará à venda na apresentação do EP ou a partir do contacto direto com o artista.
A versão física do EP vem acompanhada por um booklet que inclui a lista de créditos do EP e as letras de cada faixa.
Ola Haas é como Miguel Freitas arranjou para se expressar. É como transforma as suas vivências, os seus sentimentos, em cantigas catárticas de punk e noise rock. É assim que transforma o seu mundano em roque, influenciado pelo rock alternativo dos anos 90 e pela nova canção portuguesa.
Tudo começou em 2016, em Lisboa, quando Miguel grava um EP em casa – Diana – e acaba a dar concertos em espaços como as Damas ou o saudoso Sabotage Club. Desde aí, muita coisa mudou e aconteceu. Um interregno pelo meio, certamente. Agora, em 2023, o regresso.
Ao vivo, Ola Haas é um duo. Miguel toca baixo e canta e João Ribeiro (Grand Sun) toca bateria. O resultado é jarda.
The Black Owl – Point My Fingers (2023) (single)
The Black Owl – Point My Fingers (2023) (single)
A Coruja editou no passado dia 6 de Novembro o aguardado segundo trabalho “Let Us Prey”, que sucede ao disco de estreia homónimo lançado em 2020. “Let Us Prey” é o resultado da dedicação do quarteto Alentejano, que na impossibilidade de promover o anterior trabalho – devido aos constrangimentos decorrentes do confinamento – voltou a estúdio para trabalhar no seu sucessor. O resultado são 10 novas composições onde a banda celebra a magia das guitarras e nos oferece o seu característico rock’n’roll, mistura de blues e psicadelismo, com a habitual energia que carrega para o palco. A banda assinala o lançamento do novo disco com um concerto exclusivo a 9 de Dezembro no Teatro Pedro Nunes, em Alcácer do Sal, cidade natal da Coruja. Para mais informações sobre The Black Owl e o lançamento do álbum “Let Us Prey”, visite os sítios oficiais da banda em https://hyperfollow.com/theblackowl.
Sobre The Black Owl: A tranquila cidade de Alcácer do Sal, com sua paisagem pitoresca à beira do rio, é o improvável berço da banda de blues rock, The Black Owl. Os Black Owl, também designados por ‘A Coruja’, são um quarteto de blues rock com laivos de psicadelismo e outras especiarias sónicas. A estreia da banda ocorre em 2020 com o lançamento do álbum homónimo ‘The Black Owl Band’, do qual foram extraídos os singles ‘Let Us Pray’ e ‘Toad On The Road’. Após enfrentar desafios impostos pelo confinamento, a banda voltou ao estúdio para produzir o segundo álbum, “Let Us Prey,” lançado a 6 de novembro, onde consolida o amadurecimento do quarteto, nos quase quatro anos que separam os dois trabalhos.
Cultoras #23 (3ª Temporada) – Cecilia Astorga
Cultoras #23 (3ª Temporada) – Cecilia Astorga
Amo mis dedos hablantes en una noche despierta amo la ilusión incierta con silencios abundantes. Amo lo que amé desde antes de conocer el amor amo el puerto abrigador donde las olas se mecen amo el tiempo en que amanecen todos mis campos en flor. Cantora, decimista, payadora, educadora y activista, Cecilia Astorga es portadora de una de las tradiciones más entrañables de la zona central de Chile, que en la última década ha florecido y se ha transformado junto con la reapropiación de nuevas generaciones que se han acercado al mundo de las décimas, las cuartetas, el canto a lo humano y a lo divino. Cultora desde temprana edad, junto a su recordado hermano, el cultor Pancho Astorga, Cecilia hizo de las vigilias del canto a lo poeta su gran escuela, grabó discos de la mano de su hermano y de otro gran referente de la música campesina, el cultor Pedro Yáñez, y realizó un prolífero camino propio que la llevó a transformarse en la primera payadora chilena. Declarada amante de las expresiones populares de la oralidad y una activa militante de las causas populares desde su territorio en la comuna de La Granja, Cecilia ha llevado su arte por todo el mundo, siendo reconocida en el ámbito nacional con del Premio Oreste Plath que entrega la Academia Chilena de la Lengua, en 2019. Contacto: ceciliastorga@gmail.com
Madalena Palmeirim – É Bô (2023) (single)
Madalena Palmeirim – É Bô (2023) (single)
“É bô” é o single de avanço de “Morna mansa”
Durante a pandemia, quando tudo parou, Madalena Palmeirim fugiu Atlântico fora com o seu cavaquinho e cercou-se entre o mar-a-toda-a-volta e as montanhas-cima-abaixo na ilha de São Vicente, onde recuperou a respiração, a canção. Começava a preparar o seu 2º disco Morna mansa quando conheceu John D’Brava, nesta que era uma das suas muitas ilhas. E foi num desvio, enquanto trocavam coisas de lá com coisas de cá, que compuseram “É bô”, sem sequer se darem conta disso. Não fora o acaso, feito arquivista, lembrar-se de um registo que regressou no bolso, de avião, talvez esta canção lhes tivesse escapado entre os dedos que tocavam aquelas cordas mornas: o John D’Brava na guitarra; a Madalena Palmeirim no cavaquinho; e as suas vozes num passo trocado, entre o crioulo e o português. Vinda da errância, do desvio, “É bô” avança agora como 1º single deste álbum, gravada ao vivo no estúdio Vale de Lobos pela Suse Ribeiro.
O concerto de estreia de Morna mansa está marcado para 18 de janeiro no Clube Bleza em Lisboa e as bilheteiras já esão abertas.
No dia seguinte, Morna mansa estará disponível em todas as plataformas digitais e à venda nos concertos numa edição de autor com o Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes.
AGENDA:
18 de janeiro – Clube Bleza – Lisboa – Bilhetes à venda 22 de fevereiro – c/ Rainhas do AutoEngano – Outonalidades – Estarreja
Monday – Wasteland (2023) (single)
Monday – Wasteland (2023) (single)
“Wasteland” é o nome da nova canção de Monday e o primeiro single do álbum “Underwater, feels like eternity”, a ser editado no início de 2024 com o selo Lay Down Recordings. A cantautora explora nesta canção um lugar nostálgico e liminar, uma encruzilhada entre a apatia do deixar-se ir ou a resolução de abraçar a mudança que vem de um lugar de conforto desconfortável. ”‘Wasteland’ nasceu da necessidade de encontrar a minha linguagem no meio da solidão. Tudo começou com os acordes, a melodia e a letra a surgirem rapidamente depois de contar uma história pessoal sobre mudanças na minha vida. É tão fácil cair logo na nostalgia de algo que não funcionou, mas no entanto pode ser libertador reconhecer isso e avançar em direção a algo novo”, refere Monday sobre o surgimento da nova canção. Ainda sobre o processo de escrita de “Wasteland”, Monday refere que aconteceu um outubro de 2022, num fim de tarde em que o céu estava pintado em tons de laranja e dourado, “o que sempre me deu um sentimento de esperança e entusiasmo pelo que está por vir. Eu queria resumir esses sentimentos sem também abandonar o desconforto que existe quando temos de enfrentar algo que nos magoou de forma profunda.” Com traços folk e pop, inspirada pelas estórias e vozes femininas de artistas como Laura Marling e Bess Atwell, Monday mergulha nesta nesta nova fase de composição também como produtora das suas próprias canções. Este é o primeiro single daquele que será o seu próximo disco, “Underwater, Feels Like Eternity”, o primeiro em que a artista está encarregue da produção. O disco é lançado no primeiro trimestre de 2024 com o selo da editora lisboeta Lay Down Recordings. ”Wasteland” é acompanhado por um videoclipe realizado por André Tentúgal e Le Joy, filmado em Londres. A canção já está disponível em todas as plataformas.
Sobre Monday:
Reconhecida pela voz assombrosa, emotiva e envolvente, estética sonhadora e influências folk combinadas com uma sensibilidade pop, a cantautora Cat Falcão tem sido uma figura respeitada na cena musical alternativa em Portugal, desde que apareceu em 2014 ao lado da sua irmã, Margarida Falcão, nas Golden Slumbers, um duo folk com o qual lançou dois álbuns e um EP, tendo feito digressões a nível nacional, onde passou por muitos dos principais festivais do país, e internacional.
Em 2018, Cat fez a sua estreia a solo com o álbum “One” sob o nome artístico Monday. Em 2020, regressou com um som diferente em “Room for All,” uma coleção de canções coloridas, cativantes e vibrantes. Este álbum recebeu aclamação crítica e foi elogiado como um dos melhores discos do ano por proeminentes meios de comunicação, como a Blitz, a Antena 3 e a Vodafone FM.
Em 2021, “Room for All” ganhou reconhecimento internacional ao ser reeditado no Japão pela Inpartmaint Inc., uma editora conhecida por trabalhar com artistas como DIIV, Paul Weller, Jenny Hval, Vivian Girls, Nils Frahm, entre outros.
Cat tem também um histórico de colaborações com artistas como JP Simões, Marinho e Samuel Úria.
Atualmente está a preparar o lançamento do seu próximo álbum, “Underwater, feels like eternity,” no início de 2024. Este próximo lançamento será o primeiro disco produzido pela Cat, constituindo assim marco significativo na sua caminhada artística.
Ramon Galarza – Mundo Cénico (2023) (single)
RAMÓN GALARZA APRESENTA “SYMETRIX UNIVERSE”Novo disco com a colaboração da Orquestra Filarmónica Portuguesa O músico e produtor Ramón Galarza apresenta o seu novo trabalho: “Symetrix Universe”. Um disco instrumental, com uma abordagem de fusão entre as influências da música clássica e a contemporânea, executado pela Orquestra Filarmónica Portuguesa. “Symetrix Universe” é um disco que conta a história de um mundo utópico, ao longo de 12 temas que se assemelham a uma banda-sonora. Ramón Galarza explica desta forma o conceito: “Era uma vez, uma ideia chamada Sy. Sy nasceu com o propósito de criar um mundo livre, em que a criatividade imperaria de forma espontânea. Para alcançar a liberdade e projetar novas oportunidades, conseguiu criar um novo mundo: “O Universo Metrix”. Este espaço podia proporcionar-lhe tudo em que acreditava, para criar e ser feliz com o objetivo de partilhar e doar as suas obras, pois receberia seguramente em troca a felicidade e a realização que tanto ambicionava.” O novo disco reflecte várias fontes de inspiração: da música, à literatura, pintura, vídeo, teatro, cinema, entre outras. Ramón Galarza contou com a colaboração da Orquestra Filarmónica Portuguesa, dirigida pelo Maestro Osvaldo Ferreira, e com os músicos Bernardo Fesch e Diogo Sebastião dos Santos. “Symetrix Universe” vai ser apresentado no dia 3 de Outubro, às 18h30 num evento de lançamento no Jardim Nativo em Miraflores.
“SYMETRIX UNIVERSE” – História Era uma vez, uma ideia chamada Sy. Sy nasceu com o propósito de criar um mundo livre, em que a criatividade imperaria de forma espontânea. Para alcançar a liberdade e projetar novas oportunidades, conseguiu criar um novo mundo: “O Universo Metrix”. Este espaço podia proporcionar-lhe tudo em que acreditava, para criar e ser feliz com o objetivo de partilhar e doar as suas obras, pois receberia seguramente em troca a felicidade e a realização que tanto ambicionava. Quando Sy acordou, ficou imediatamente ansioso para concretizar as suas novas experiências e acionar em pleno os seus sentimentos, sabendo que teria o gozo de ter conseguido criar o lugar certo e principalmente porque seria a sua única oportunidade para perceber o que seria viver num mundo ideal. Pela sua liberdade, o Universo Metrix oferecia muitas possibilidades e desafios, mas Sy sabia que para atingir os seus objetivos precisava de organizar as suas motivações e suas dúvidas. Assim, começou por criar o Cofre das Ideias, pois seria fundamental estar estruturado. No seu cofre, Sy armazenou várias fontes de inspiração: a música, a literatura, a fotografia, a pintura, o vídeo, o teatro e o cinema entre muitas outras. Ficou muito emocionado e muito motivado por tão vasto horizonte de caminhos, daí reconhecera necessidade de uma estratégia cirúrgica para alcançar os seus objetivos. O primeiro exercício de Sy foi descobrir o mundo das letras. Mergulhou na literatura, descobrindo a beleza das palavras com o seu vasto poder de liberdade, inspiração e conceção de novos caminhos. Teve dificuldade em processar no seu íntimo tantas vias de conhecimento. Mas simplesmente, bastava só a sua imaginação para alcançar o êxtase, gerindo tão maravilhosos conteúdos. E criou! Sy continuou a sua exploração, descobrindo o mundo cênico. Teatro, Circo, Cinema, relevaram-se com a mágica capacidade de contar histórias e sentimentos por meio da atuação e da performance, perante a quem é dirigida toda a sua inspiração e intenção: o Público. O seu lema: “criar, doar e partilhar, em liberdade”, receberia a felicidade e a realização em troca. E assim foi… Voltou a criar! E partiu para um novo exercício. Com as suas habilidades de cinegrafista, adquiridas pelo conhecimento que Metrix lhe apresentou, teve a oportunidade de criar histórias visuais, capturando momentos de beleza e de inspiração, que conseguiu converter em registros que lhe ofereceram o gozo de poder brincar com os conteúdos. O Universo Metrix proporcionou-lhe todos os meios operacionais e a devida formação. Foi tão bom poder converter ideias em imagens! Depois, foi somente levantar voo. E criou de novo! No seguinte exercício, tornou-se Musicógrafo, capturando a essência do som e do ritmo através de suas lentes artísticas, criando, doando, partilhando, sempre em liberdade e recebendo a felicidade e a realização com que tinha sonhado. Tornou-se amigo do solfejo, foi apresentado a inúmeros instrumentos e com eles partilhou toda a sua pura criatividade. Poderia nunca mais ter parado, tal o prazer vivido, mas tinha de continuar a absorver as suas descobertas. Os exercícios não tinham fim… Sy não parou, conheceu, sentiu, viveu, absorveu e aproveitou as muitas propostas do Metrix, forjando novas amizades e conhecimentos ao longo deste fabuloso caminho. Sy aprendeu a acreditar em si mesmo e na sua sensibilidade, entendendo que a criatividade é uma jornada sem fim de aprendizagem e crescimento. Mas sem o intercâmbio, nunca teria conseguido aprender nem de disfrutar o prazer da partilha. As saudades começaram a surgir… Mas mesmo assim, continuou a aprender e a criar, aprimorando as suas motivações e ideias, enquanto assimilava novas técnicas e estilos. Quando chegou a hora, Sy deixou o Universo Metrix, onde aprendeu a amar (estranhamente com muita alegria), porque não poderia ter tido mais sorte no seu destino, por tudo o que aprendeu e também porque a felicidade o ensinou a não ser egoísta. Esquecer o seu umbigo, foi decisivo para ser o que sempre quis ser: livre, justo, inspirado e distribuidor de sensações. Ao partir, Sy sabia que nunca esqueceria esta extraordinária experiência neste maravilhoso Universo que teve o mérito de criar, lugar onde encontrou o seu verdadeiro propósito e conseguiu um mundo de liberdade, beleza, criatividade e felicidade. Depois de uma longa e sinuosa viagem, Sy chegou ao seu novo destino, cheio de emoções e expectativas, pois sabia que poderia pôr em prática tudo o que aprendeu e viveu. Neste novo mundo ao seu redor, reunia as condições para espalhar a felicidade! “CRIAR, DOAR E PARTILHAR, EM LIBERDADE”
Tagua Tagua – Tanto (2023) (single) ID
Tagua Tagua – Tanto (2023) (single) ID
Uma jornada apaixonada: oiça Tanto, novo disco de Tagua Tagua
Segundo álbum de Felipe Puperi navega na neo soul para falar das diversas formas de se apaixonar
Por dois anos, Felipe Puperi, a identidade por trás de Tagua Tagua, mergulhou num processo de produção intenso: daí nasceram as canções de Tanto, segundo disco do compositor e produtor, que está sendo editado hoje (03 de Março) pela gravadora norte-americana, Wonderwheel Recordings e com divulgação nos Estados Unidos e Europa, além do Brasil. Oiça aqui.
Os singles divulgados até o lançamento foram Tanto, Colors e Pra Trás e, desde o primeiro trabalho revelado ao público, ficou evidente a linha neo soul que se encontraria ao longo das dez faixas do disco. “O álbum fala por si, o estilo dominante acredito ser o neo soul, mas tem um pouco de RnB, dream pop e indie rock. Acredito que o fato de tudo ser cantado em português ajuda a quebrar os ritmos e deixar as coisas mais fluidas e soltas dentro desses estilos”, comenta Felipe.
Também como produtor musical da obra, Felipe comenta o conceito do álbum: “É sobre se apaixonar por se apaixonar. Uma mistura de diferentes sensações e sentimentos. Gosto de pensar que você flutua pelas letras e pode imaginar esses muitos encontros e como eles mudam as coisas todas”.
Baseado no seu home studio, Felipe conta que registou o álbum em casa, mas uma parte significativa foi gravada durante uma imersão de alguns dias nas montanhas, em São Francisco Xavier, no interior de São Paulo, perto de Minas Gerais. “Foi uma criação bem solitária, como costuma ser o meu processo. Fico bastante tempo a pirar nas ideias e instrumentos até me conectar com as músicas de fato e entender que elas são um conjunto e que fazem sentido juntas. A partir disso, chamei músicos amigos que tocam comigo e fomos pro meio do mato ficar alguns dias a gravar coisas e a lapidar essas ideias. É um processo que gosto bastante e acho que funcionou bem nesse caso”.
PortugalEm 2019, foi a primeira vez que Tagua Tagua se apresentou em Lisboa e no Porto. Depois, em 2021, realizou uma digressão com sete concertos em Portugal. A parceria com a agência Lazarus segue em frente e ainda neste ano de 2023 é esperada a volta do projeto para terras portuguesas.
Capa
Na arte visual do álbum, Tagua Tagua segue em parceria com João Lauro Fonte, responsável também pela arte do primeiro disco do projeto, Inteiro Metade. A ideia inicial foi, inclusive, buscar se diferenciar do maximalismo anterior. “Eu queria algo minimalista dessa vez, algo que fosse curioso, misterioso, mas ao mesmo tempo trouxesse alguma sensualidade. Imaginei que isso ia ajudar a dar o tom do disco e, depois de algumas ideias, chegamos nessa arte bem subjetiva que meio que faz uma conexão com as artes anteriores dos singles e traz esses elementos que mencionei. O projeto gráfico do vinil ficou bem bonito, com um universo gráfico bem rico. Ficamos felizes com o resultado”.
FICHA TÉCNICA
Produzido, composto e arranjado por Felipe Puperi
Mixado por Tiago Abrahão
Masterizado por Ryan Smith, no Sterling Sound.
Leo Mattos – bateria em todas as faixas e percussão nas faixas 1,2,5,8,9,10
João Agusto Lopes – guitarra nas faixas 2,3 e baixo na faixa 2
Baseado em São Paulo e formado em 2017, Tagua Tagua é o projeto solo do compositor e produtor gaúcho Felipe Puperi, que esteve à frente da banda Wannabe Jalva com um currículo extenso no cenário independente: já se apresentou no Lollapalooza, abriu shows de Pearl Jam e Jack White, foi destaque nos veículos KCRW, NY Times, Stereogum, Brooklyn Vegan e WFUV.
Atualmente, Tagua Tagua se destaca como um dos artistas promissores da música brasileira. Além de ser elogiado no seu país de origem, ganhou também destaque no exterior, sendo mencionado na NPR e Remezcla, além de ter emplacado uma música no FIFA 20 e aberto shows para a banda americana The Growlers, nos Estados Unidos.
Após dois EPs lançados, Tombamento Inevitável (2017) e Pedaço Vivo (2018), Tagua Tagua lançou seu primeiro LP Inteiro Metade (2020). O álbum entrelaça a psicodelia tropical, os princípios do ye ye ye e a influência das figuras do funk e do soul. Dominadas por melodias suaves e timbres oníricos, todas as músicas foram escritas e gravadas pelo próprio Felipe, mixadas pelo colega de Wannabe Jalva, Tiago Abrahão, e masterizadas por Brian Lucey (The Black Keys, Chet Faker). Recentemente, Tagua Tagua excursionou pela Europa, se apresentou no festival SXSW e também na costa oeste dos Estados Unidos. E em 2023, lança o segundo álbum Tanto pela gravadora americana, Wonderwheel Recordings.