João Pinho – The Blues Of The Night (2023) (single)

João Pinho – The Blues Of The Night (2023) (single)

O meu projeto de música a solo chamado “João Pinho”, ou seja, com o meu nome, é um projeto no qual eu crio, componho as minhas músicas originais e trabalho a fazer álbuns para partilhar a minha música com o mundo.

Toco piano e canto, e as minhas composições contém instrumentais, peças para piano a solo, canções em português e inglês, um poema escrito e declamado por mim “à capela” neste meu primeiro álbum “Sun & Moon”.

A Canção original “The Blues of the Night” é o primeiro single do meu primeiro álbum a solo “Sun & Moon”.

 “The Blues of the Night” (faixa 1) é uma canção de Rock Blues, na qual toco ao piano e canto, que expressa a mensagem de eu me ir divertir para a noite à procura do amor, da amizade, da liberdade e diversão, para compensar o trabalho e rotina do dia.

Reflete o desejo da sociedade se querer divertir e conhecer pessoas novas durante as noites, desligar da rotina dos empregos dos dias, e ter liberdade para ter bons momentos de música, amor, amizade ao som de um rock blues, e por isso mesmo o tema se chamar “The Blues of the Night”.

O tema inclui também a colaboração do Xinês na bateria, o baixo, guitarra, edição e mistura de Charlie Mancini, que é o técnico de som deste projeto.

Colaboração de voz de Joana Capela Pires.

O álbum “Sun & Moon” tem géneros de música variados, alternativa, rock progressivo e psicadélico, músicas a solo para piano, canções acompanhadas com piano, peças para piano, canções escritas em inglês e em português, um poema escrito e declamado por mim.

A história e temática do álbum é a relação entre o sol, a lua, e o planeta terra, a humanidade e a natureza, no universo. O álbum tem o mesmo nome de uma canção do álbum, “Sun & Moon”, que expressa a relação do sol e da lua com o planeta terra, os seres humanos e a natureza, e os efeitos entre si.

O Álbum aborda a mensagem da partilha do amor universal, de todos os tipos de amor e amizade, da harmonia entre seres humanos e a natureza para tornarmos o mundo um lugar melhor para se viver, sempre com temas que fornecem uma experiência às pessoas que ouvem estas músicas do álbum, transmitindo todos os sentimentos e histórias comuns ao Álbum.

É a minha visão do mundo e do universo à nossa volta que expresso e comunico no álbum às pessoas, sempre com a ligação ao Sol e à Lua, apelo ao amor e harmonia, à luz superar a escuridão.

Luís Severo – Cedo Ou Tarde (2023) (single)

Luís Severo – Cedo Ou Tarde (2023) (single)

LUÍS SEVERO LANÇA NOVO SINGLE E CONFIRMA DATA EXTRA EM LISBOA

SINGLE “CEDO OU TARDE” ANTECIPA NOVO DISCO COM O MESMO NOME E COM EDIÇÃO ATÉ AO FIM DO ANO

Luís Severo tem música nova. “Cedo Ou Tarde” é a primeira canção a ser desvendada do seu próximo álbum, a ser lançado até ao fim do ano.

O músico volta à edição de música com “Cedo Ou Tarde”, uma canção que reflete sobre o Tempo e a forma como a rotina nos embala sem nos dizer qual é a certa para desistir dos sonhos, às vezes é cedo, muitas vezes já é tarde, há sempre tempo para o trabalho, uma ânsia de se ser produtivo, mas pouco para se ser e para viver.

Há mensagens por ler, roupa por engomar, verões demasiado quentes, famílias a afastar-se, é no quotidiano de cada um que Severo continua a cantar as suas ânsias, num trabalho que além de íntimo do artista consegue ressoar junto de quem o ouve.

“Esta canção surge numa altura em que estávamos fechados em casa. Passar por antigos colegas de escola nas redes sociais com vidas aparentemente bem mais resolvidas que a minha, fez-me entrar numa reflexão sobre o tempo, em que me apercebi que durante anos achei que era cedo para tudo, mas que cheguei a um momento em que já é tarde para muitas coisas. É estranho porque nem se percebe quando é que este sentimento vira.” 

Reflete o artista sobre a canção.

Cozinhado desde a pandemia em casa nos Olivais, com a co-produção da Catarina Branco, o novo disco está agora a sofrer os últimos retoques. Nele participam os amigos de palco Diogo Rodrigues e Bernardo Álvares, assim como velhos companheiros como o João Sarnadas.

Este novo longa-duração sucederá aos discos “Cara d’Anjo” (2015), “Luís Severo” (2017) e “O Sol Voltou” (2019).



Os concertos de apresentação do novo disco de Luís Severo acontecem a 10 de novembro no gnration em Braga e a 14 de dezembro na Culturgest em Lisboa, ambas as datas encontram-se já esgotadas. 

Face à elevada procura para o concerto de Lisboa, é agora anunciada uma data extra ao concerto de apresentação de “Cedo Ou Tarde” na Culturgest, agora com bilhetes disponíveis para o dia 16 de dezembro.

Ficha Técnica

Letra e música – Luís Severo


Produção e arranjos – Luís Severo e Catarina Branco

Luís Severo – guitarras, teclados e voz

Catarina Branco – baixo, teclados e coros

João Sarnadas – guitarras e coros

Diogo Rodrigues – bateria, percussão e coros

Restante coro – Bernardo Álvares, Domingos Coimbra, Madalena Támen, Orca e Teresa Serra Nunes

O som do solo do sintetizador foi construído por Francisco Ferreira numa das suas máquinas analógicas, deixando de ser uma mera linha midi.

A bateria gravada por Manuel San Payo na sala de ensaios dos Ganso.

O resto foi gravado em casa nos Olivais.

Misturado por Rafael Silver e Luís Severo.

Masterizado por Clara Araújo no Arda Records.

A capa de single é de João Sarnadas e João Sobral.

Luísa Magrinho – Inês (2023) (single)

Luísa Magrinho – Inês (2023) (single)

Luísa Magrinho Lança “Inês” em Homenagem ao Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres

● “Inês” é mais do que uma canção, é um hino à coragem feminina.
● Luísa Magrinho lança o seu EP de estreia intitulado por “Tempo”.

Lisboa, novembro de 2023 — A cantora e compositora luso-brasileira, Luísa Magrinho, está pronta para emocionar o público com o seu novo single “Inês”, disponível em todas as plataformas digitais desde sexta-feira, 10 de novembro, esta faixa é a peça final do EP “Tempo”. O videoclipe será lançado no YouTube a 25 de novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, numa dedicação à força e resiliência das mulheres.
“Inês” é uma canção que celebra a coragem feminina, destacando a determinação das mulheres em superar desafios e viver com autenticidade. Luísa Magrinho expressa: “Com o pé no chão vive sonhando, E a sua alma vive dançando, Inês.” Essas palavras capturam a essência da luta das mulheres pelos seus sonhos e pelo direito de viverem sem medo. Além disso, Luísa Magrinho acrescenta: “Só não caia na tristeza, ela não te fica bem, Pode me falar e respirar, vai tudo ficar bem.” incentivando as mulheres a procurarem ajuda e apoio, destacando a importância de falar sobre a violência e romper o ciclo de silêncio que muitas vezes a envolve.
Esta é a última faixa do EP “Tempo”, onde cada música representa uma estação do ano, simbolizando a passagem do tempo, sendo “Inês” o desabrochar da primavera nas nossas vidas. Luísa Magrinho lembra-nos que, assim como as estações mudam, também nós podemos evoluir e florescer, mesmo diante dos desafios.
No Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, “Inês” torna-se um hino de superação e renascimento, lembrando-nos de que todas as mulheres têm a força para deixar o passado para trás, abraçar a sua autenticidade e encontrar amor próprio. Demonstrando que o tempo pode curar feridas e que todas as mulheres merecem relacionamentos saudáveis e uma vida livre de medo e solidão. “Inês” é mais do que uma canção, é um tributo à coragem das mulheres e à sua capacidade de se reerguer.
Acompanhe o trabalho de Luísa Magrinho através das suas redes sociais e das plataformas digitais de música.

Rodrigo Leão & Fazel – Fazel (2023) (single)

Rodrigo Leão & Fazel – Fazel (2023) (single)

Fazel é o segundo single e é homanagem e conta com a participação de Ustad Fazel Sapand, músico e amigo de Rodrigo Leão (ouvir aqui)

Depois de Jagoz, Fazel é o segundo single do próximo álbum de Rodrigo Leão – Piano para Piano – que será lançado no dia 13 de Outubro, com edição Uguru.
Como refere Rodrigo Leão, o nome do segundo single é “em honra do meu novo amigo, o músico Ustad Fazel Sapand, natural do Afeganistão onde estudou (Kabul). Fazel reside agora em Lisboa, onde trabalha como músico e professor. Conheci-o na Cozinha Popular da Mouraria há pouco mais de um ano num jantar de solidariedade com um grupo de jovens estudantes de música afegãos. Tinham-se refugiado em Portugal naquela altura, para escaparem a tempos conturbados que o seu país atravessa e onde os seus estudos foram subitamente proibidos. Num ápice tiveram de largar tudo e deixar para trás as suas famílias e amigos para mergulharam num futuro incógnito mas – esperavam eles – melhor. Ainda tive oportunidade de assistir a actuações de muitos destes jovens talentosos cuja cultura, educação e dignidade me marcaram muito e foi com pena que vi a maioria partir daqui também. Agora surge a oportunidade de os homenagear na figura do meu amigo Fazel”.
Um tema editado há uns anos no álbum Theatrum e mais tarde em A Vida Secreta das Máquinas, surge agora com nova personalidade graças à colaboração de Fazel na voz e sítar, instrumento muito presente na música clássica indiana que Rodrigo Leão muito admira e que são a escola e fonte de inspiração de Ustad Fazel Sapand.

Rodrigo Leão é o primeiro a dizer que não é pianista, mas o piano tem surgido na sua obra como um complemento dos sintetizadores que já usou muitas vezes para escrever memoráveis melodias e pensar nos envolventes arranjos a que foi dando corpo com os ensembles que criou. Agora, um novo álbum: Piano Para Piano é um projeto que nasceu depois de uma encomenda do Festival de Piano em Vila Nova de Cerveira, desafio que o levou a compor duas novas peças que são também o princípio de um novo caminho.

Sobre este projecto, Rodrigo Leão afirma que considerou “interessante estabelecer um diálogo com quem estudou e estuda seriamente o instrumento”, apesar de não ter estudado piano, em termos académicos. Neste espetáculo, apresentado como “uma viagem ao maravilhoso desconhecido”, Rodrigo Leão partilha o palco com sua filha Rosa, de 19 anos, numa digressão nacional iniciada em Abril deste ano. Um diálogo em palco entre dois pianos acústicos.

Neste projeto, Rodrigo Leão apresenta composições da sua autoria, pensadas para serem executadas em dois pianos acústicos. Um diálogo em palco protagonizado pelo compositor e pela sua filha, Rosa.

Rita Guê – Fada (2023) (single)

Rita Guê – Fada (2023) (single)

Tudo começou com “Perdidamente” dos Trovante numa aula de matemática.
Seguiu-se o Conservatório Regional de Setúbal, a tuna ArquitecTuna, a Escola de Música do Conservatório de Lisboa.
Deu voz à marcha popular da S.F.P. Azeitonense e criou o duo de covers “Rita & João”.
No youtube tem covers com amigos, o “Sons na Mezzanine”, e lives de instagram durante a pandemia, o “Ao Vivo e a Cores”.
A banda, composta por Carolina Moura, Francisco Neves e João Alexandre, e o primeiro original “dejavu” surgiram em 2021.
Em 2022 foi selecionada para a final do Concurso de Bandas Amadoras de Palmela e representou Setúbal no Festival Liberdade da AMRS.
O primeiro EP “gota” foi lançado em outubro deste ano, já sob o nome de Rita Guê como cantautora, e encontra-se disponível em todas as plataformas digitais.

Sobre o EP “gota”:
O primeiro EP da Rita Guê foi lançado numa 6a feira 13 em outubro, chama-se gota e define-se como pop “místico”, de execução pop mas com abordagem a temas fantasiosos como escape à realidade.
A primeira faixa “dejavu” foi lançada em 2021 com uma live session no youtube. Esta surgiu do refrão de “Pensa Bem” de Joana Espadinha e é apresenta-se como um tema nostálgico que reflete a sensação de reviver momentos e, por isso, emoções.
A segunda faixa é a mais esperançosa do EP, chama-se “aparição” e foi inspirada no filme italiano “Troppa Grazzia” de Gianni Zanasi.
A terceira faixa chama-se “fada” (canção a destacar) e é uma canção de embalar com reviravolta sobre um ser fantástico que vive à espera de oferendas dos que dormem. A letra resulta de um diálogo entre a fada e a pessoa que dorme, em que a segunda apela ao desabafo da fada e a primeira revela a sua ganância e insatisfação.
A última faixa, qua dá o nome ao EP, traduz o misticismo de uma sequência em que num caldeirão se juntam três ingredientes – mel, sangue e água – todos a seu tempo.
Entre os pingos da chuva surgiu o EP “gota”, que dá a conhecer a cantautora e oferece universos novos aos magos que o ouvem.
Créditos EP:

Letra, Música e Voz: Rita Guerreiro
Teclas e Flauta Transversal: Carolina Moura
Baixo, Guitarra e Voz: Francisco Neves
Bateria e Percussões: João Alexandre
Captação/Produção: Paulo Araújo e Jorge Correia, Duqk studios Mix/Master: Paulo Araújo, Sky – studio 33
Capa EP: Rita Guerreiro e Teresa Trindade

Maria Café – Entardecer (2023) (single)

Maria Café – Entardecer (2023) (single)

Aveirenses Maria Café lançam primeiro single “Entardecer”

No dia 11 de novembro, 11ª mês do ano, quando o relógio assinalar as 11:11, os Maria Café lançam o seu primeiro single: “Entardecer”. Este é o primeiro avanço da banda de Aveiro, composta por André Morais (piano), João Areias (baixo), João Carvalho (percussão), Ricardo Neto (voz e guitarra acústica) e Tomás Lacerda (guitarra elétrica).

“Entardecer”, canção pop descomprometida e luminosa sobre o final de um amor que abre a porta para o futuro (os Maria Café cantam “acabou, tenho muito pra viver”), foi a primeira música que criaram em conjunto. O single conta com a gravação, mistura, produção e masterização de Rúben Teixeira (Perpétua), da Wakai Studios. Com a primeira música, surge também o primeiro videoclipe, em que a banda surge em vários pontos da região: Pateira de Espinhel, Óis da Ribeira, Praça do Peixe de Aveiro, Vista Alegre e praia da Costa Nova. Realizado por Ricardo Neto, a captação de imagem é de Pedro Santos e conta com a assistência na produção de Pedro Simões.

Apesar dos seus membros se terem reunido e afirmado enquanto banda no dia 31 de outubro de 2021, há cerca de dois anos, a banda atuou pela primeira vez em junho de 2022, no Festival CRUA, em Aveiro. Maria Café é o nome surgido da reunião da banda em torno de uma garrafa de hidromel, a partir do nome que a avó de um dos membros, natural de Amiais-de-Baixo, em Santarém, dá às plantas conhecidas como “azedas”. A música da banda tem a influência de nomes como Tiago Bettencourt, Os Quatro e Meia e Os Azeitonas.

Em outubro de 2023, venceram o Prémio Carlos Paião, no 22º Festival Canção Vida organizado pelo Grupo de Jovens “A Tulha”, em Ílhavo. Atuaram nas lojas Fnac de Aveiro, Leiria e Viseu e alguns festivais portugueses, como o Agit’Águeda, o Festival de Bacalhau ou a Feira de S.Mateus.

O single “Entardecer” fica disponível, com videoclip incluído, a partir do dia 11 de novembro nas plataformas habituais.

Duques Do Precariado – Lacerda (2023) (single)

Duques Do Precariado – Lacerda (2023) (single)

LACERDA é o single de avanço do disco de estreia “Antropocenas”

Pouco mais sabemos dos duques à parte de serem precários.
Preparam-se para editar o disco de estreia mas é um disco que já foi feito há muito tempo. É difícil de explicar. Por isso, perguntámos ao ChatGPT se os conhecia e ele respondeu: “Sim, conheço os “Duces do Precariedade”!
Porque ficámos um bocado na mesma, arriscamos a afirmar que são uma banda portuguesa de rock alternativo e punk rock formada em Lisboa. Foram dois, foram cinco, agora talvez sejam mais, talvez sejam menos. São o Pedro Mendonça e o João Fragoso de certeza.
Dão-se a conhecer com o single Lacerda, entrada directa para o universo peculiar de letras acutilantes, ainda que engraçadas, sobre questões sociais e políticas, incluindo a precariedade no trabalho, os traumas históricos e a vida na cidade. Parece que este Lacerda foi feito para tentar vender a uma fadista. A fadista não quis. Resolveram dar-lhe música. Arriscaram um primeiro videoclip mas resolveram não riscar os ares do tempo deixando que seja apenas a linha de baixo e os riffs da guitarra do Gonçalo Mendonça a passar a mensagem. E essa ainda agora começou a ser revelada. O resultado, está aqui abaixo.
Têm pouco a dizer, muito a esconder e ainda mais a tocar.
Para saber mais sobre eles, não procurem na internet ou nas redes sociais. Sigam o youtube da Lux Records, editora por quem se preparam para editar o disco de estreia “Antropocenas”, em Outubro.

HelenaH Reis E Miguel Orama – Valsa Do Tear (2023) (single)

HelenaH Reis E Miguel Orama – Valsa Do Tear (2023) (single)

HelenaH Reis e Miguel Orama são uma dupla de compositores / produtores radicados em Lisboa, que se distinguem pela união entre o piano clássico e a música eletrónica. Lançam em 2023 o disco de estreia Contra-valsa, com canções originais em português e instrumentais que desafiam os géneros convencionais. HelenaH Reis revela a melancolia das suas letras no ambiente imersivo dos sintetizadores de Miguel Orama, onde entrelaçam a composição clássica com técnicas atípicas como o live-sampling ou o uso de gravações de campo recolhidas pelo mundo fora, em países como Timor-Leste, Madagascar ou Sri Lanka.
Ao vivo, prometem uma atmosfera íntima mas dinâmica, de notas delicadas a paisagens sonoras inexploradas. Sobre o processo criativo, Miguel Orama salienta que “sempre preferimos tecnologia que descontrola a harmonia clássica da HelenaH” e que preferem percorrer “caminhos desconhecidos que unem a erudição do piano à euforia espiritual da eletrónica”. A superação das estéticas cristalizadas foi uma das forças condutoras dos músicos, que iniciaram este projeto em 2021. HelenaH Reis é pianista, cantora, compositora e investigadora de raízes alentejanas. De formação clássica e entusiasta da música tradicional portuguesa, é fundadora do grupo Fio à Meada, um colectivo de vozes tradicionais femininas. Miguel Orama é um artista com uma inclinação especial para instrumentos pouco convencionais, passando agora estas sonoridades para os palcos portugueses.

Mais info em www.helenahreis.com

Marcelo Dos Reis – Flora (2023) (single)

Marcelo Dos Reis – Flora (2023) (single)

Disco de Marcelo dos Reis disponível em formato físico

O disco de Marcelo dos Reis chega agora ao formato físico, distribuído no site da JACC Records e nas habituais lojas, depois de ter sido lançado no dia 17 de Setembro na plataforma Bandcamp. 

FLORA é a estreia em trio do guitarrista e compositor Marcelo dos Reis. Este projecto que já estava idealizado e que o guitarrista e compositor pretendia desenvolver diversas ideias de uma forma natural e não esteticamente estanque. Desenvolver uma “working band” permitiu a Marcelo agregar as ideias num grupo inteiramente dedicado a composições originais suas que cruzam géneros e que questionam formas. Com uma grande componente da improvisação típica do jazz mais livre com raízes no Bebop, uma forte marca do rock mais Psicadélico, Krautrock e até do Progressivo, o trio assenta a sua linguagem criativa numa música universal, e artisticamente ampla, música essa, que pode ser comprovada no disco de estreia. 
Para Marcelo Dos Reis, ” “Flora” é uma expansão natural do meu trabalho, uma outra visão das muitas coisas que já fiz, mas na verdade, apenas mais uma das muitas que ainda quero criar e fazer. Mas este grupo marca ainda mais a minha vontade de cada vez mais focar a minha atividade e energia em grupos de longa duração e mais definidos.”
Ao lado de Marcelo dos Reis estão : Miguel Falcão (contrabaixo) e Luís Filipe Silva (bateria), dois músicos com um sólida formação e criatividade, ambos com trajetos distintos e relevantes, nas mais diversas linguagens musicais.

_ TRACKLIST

  1. Big Tree 05:08
    1. Amanita 06:58
      1. Tampanensis 06:28
        1. Cornelia 08:54
          1. Sky Blue Petunia 06:11
            1. Full Sun 06:40

Notas sobre cada peça de “Flora” por Marcelo dos Reis 
Big Tree – Inicialmente um tema para guitarra solo, ou guitarra e trompete, mas que quando a comecei a pensar para o trio, ganhou outra forma, dimensão, outras melodias e estrutura.
Amanita & Tampanensis – Uma não se separa da outra, são dois temas em um, a Amanita serve de Intro para a Tampanensis, compus a primeira para ser algo bastante visual, mais profundo e até espacial, para ligar com a segunda(Tampanensis), que tem um baixo que infecta, e agora que oiço, a coisa até lembra um pouco King Crimson, o que até me agrada, pois adoro a banda, mas não foi de todo propositado.
Cornelia – Um tema que compus há mais tempo, mas que quis trazer para o grupo e dar-lhe uma grande secção de improvisação mais étnica, gosto da energia mais dark com que ficou. Era essa a Intenção.
Sky Blue Petunia – Queria uma faixa com um drive mais Latin a 5/4, escrevi o baixo e as melodias. Pensar em toda a estrutura deste tema foi um desafio muito fixe, e julgo que também pode ser para quem o ouve. 
Full Sun –  queria um tema final que fosse mais belo e de certa forma com o feeling de despedida, mas que essa despedida fosse em altas, e assim foi, ficou com essa influência que tenho do Afro Beat, e do rock psicadélico africano dos anos 70, julgo que fecha muito bem o disco.

_ FICHA TÉCNICA
MARCELO DOS REIS Guitarra e composição

MIGUEL FALCÃO CContrabaixo

LUÍS FILIPE SILVA Bateria

Gravado ao vivo em Estúdio por Henrique Toscano
 14 de Maio de 2023 no Blue House Studio

MIX e MASTER por Guilherme Correia
Todas as composições por Marcelo dos Reis
Design Gráfico por Joana Monteiro
Fotografia por José Cruzio
Ilustração  Ernst Haeckel “Kunstformen der Natur (1904) Plate 72 — The Muscinae”

Produção Executiva JACC Records
JACC Records 2023

Mad Nomad – Common Ground (2023) (single)

Mad Nomad – Common Ground (2023) (single)

“Common Ground” é o segundo single e tema homónimo do futuro disco dos MAD NOMAD com data de lançamento agendada para o primeiro trimestre de 2024.

Depois da edição de “Wounded Pieces”, tema que marcou um novo passo na afirmação da banda como uma das maiores promessas do panorama musical português, “Common Ground”, surge com uma estética sónica e compositiva em afirmação, de disrupção estrutural e simultânea fluidez melódica.

Com a temática da polarização social e da discriminação bem presentes, assim como a necessária e urgente procura de um lugar de comunicação que una muito mais que separe, “Common Ground” é um manifesto para: “Levantar as camadas de manipulação social para olhar o outro para além do status quo, levantar o chão que esconde a Natureza, o chão comum entre todos os seres, e apoiar processos de empatia e abertura ao outro”, como sublinha Catarina dos Santos, mentora do projeto.

Os MAD NOMAD continuam assim, na sua expansão exploratória da forma “canção” num híbrido de géneros que funde o sampling, o jazz, e a eletrónica.

“Common Ground” e o videoclipe que acompanha a faixa, realizado por Mário J. Negrão e com pintura de Cristina Rosa, estão disponíveis, digitalmente, a partir deste dia, 6 de novembro.

Moongatha – Quando (2023) (single)

Moongatha – Quando (2023) (single)

Uma viagem dramático-sexy em sete canções, com guitarra e voz, cantadas em língua portuguesa explorando os seus diferentes ritmos e sonoridades. Este é um bom resumo do que se trata o EP faz mossas (Palmtown Records), das moongatha, duo português formado por Sara Leite e mandybubandy (Margarida Negalha) que se apresenta dia 08 de Novembro no MusicBox, com abertura de portas às 21h30, com concerto de abertura da inglesa Charlotte Algar. Bilhetes disponíveis aqui. Para promover o EP, fizeram um vídeo promocional em formato live set a tocar as canções quando, faz chorar e mia alto – assista aqui. 

Segundo as compositoras, o álbum surgiu de uma forma muito natural, a partir da ideia de uma femme fatale que surfa as suas vulnerabilidades, a sua confusão, mas também a sua sensualidade para se encontrar e afirmar. E será essa atmosfera que Sara e Margarida  vão levar para o palco do MusicBox. “O disco nasceu com a composição da primeira canção no formato de guitarra e voz em Junho do ano passado, foi uma canção que foi composta de forma muito instintiva e espontânea. Depois o nosso impulso foi criar a nossa página de instagram e partilhar um vídeo nosso a tocá-la. Mais para a frente, com o surgimento de outras canções, achámos que fazia sentido essa primeira composição dar o nome ao EP ´faz mossas´. Depois desta primeira composição, as seguintes continuaram a surgir de um processo muito natural até acharmos que seria o final do processo com a composição da faixa que fecha o EP, ´bola´”, conta Sara.

As canções foram gravadas em um único take durante aproximadamente dois dias, em Fevereiro, no estúdio da Palmtown, label responsável pelo lançamento. “Depressa percebemos que a nossa música teria de respeitar as dinâmicas e que isso funciona muito através de contacto e comunicação de uma com a outra, e por isso a gravação da voz e da guitarra foi feita em simultâneo num único take”, explica Sara.

Além das sete músicas do EP, no concerto também vão apresentar pela primeira vez a canção baseado em factos verídicos, composta depois do EP ser editado. E também farão uma adaptação de uma música tradicional açoriana, Bravos: “Somamos a ela a um instrumental produzido por nós digitalmente que evoca de certa forma a nossa visão das raízes da música tradicional portuguesa”, comenta Margarida filha de mãe açoriana. fumando uma na lua é outra canção inédita e também com produção digital, que tem como referência a música brasileira, uma vertente que as inspira muito.

Margô – Dançar Deitada (2023) (single)

Margô – Dançar Deitada (2023) (single)

MARGÔ LANÇA SINGLE DE ESTREIA ‘DANÇAR DEITADA’

‘ Dançar Deitada’ é o primeiro single da cantora e compositora margô. Com letra e música da autoria da própria e produção, mistura e masterização de Alberto Hernández, este é um tema indie-pop melancólico e dançável, inspirado por uma situação de reclusão e isolamento. 

“Sabia que a ‘ Dançar Deitada’ ia ser a primeira música que ia produzir e lançar, porque marcava o início da margô”, revela a artista. “Questionei-me várias vezes sobre se fazia sentido lançar uma canção que tem como contexto a pandemia mas percebi que aquele era um sentimento que não senti só durante aquele tempo: a solidão, a sensação de prisão, a constante comparação, tudo era familiar para mim. É como um desabafo sobre todo aquele período que passámos fechados do mundo que nos rodeava”, diz ainda.

O tema ‘dançar deitada’ apresenta-se com um videoclipe realizado por TeresaComCerteza. O visual acompanha a narrativa da canção, tendo como conceito a vontade de escapar de uma situação de isolamento. 

“Divagámos por mil ideias até que decidimos simplificar este vídeo rumo ao que a música é: uma forma de escape, estar isolado e querer fugir desse estado. O videoclipe é sobre isso, sobre solidão, sobre a música me salvar dessa solidão e sobre essa fuga”, conta margô.

Editado no ano em que tocou em festivais como o Clap Your Hands, em Leiria, e Festival N2, em Chaves, o primeiro single da cantora marca o início dos seus lançamentos originais. Com influências em tudo que a rodeia e sem medo de se desviar deste caminho, margô confessa que vem para “contar as histórias e desabafos por que todes passamos no dia-a-dia sem os envolver em ansiedades, atirá-los para o universo e dançar sobre essas palavras”.

O single ‘Dançar Deitada’ antecede o EP de estreia de margô, previsto para 2024.