Versus O.K.S lança “God Bless”, um novo single sobre gratidão, foco e tranquilidade em tempos apressados
Versus O.K.S, rapper e compositor oriundo da Ilha do Pico, nos Açores, está de regresso com o lançamento do seu novo single, “God Bless” — uma reflexão crua e lírica sobre a importância de viver com propósito, desacelerar e agradecer.
Depois de ter conquistado visibilidade com temas como “Saara (Já ninguém me pára)”, o artista apresenta agora um tema onde o hip-hop clássico se funde com sonoridades contemporâneas, mantendo o registo poético e direto que tem vindo a marcar a sua identidade.
“God Bless” é, nas palavras de Versus O.K.S, uma declaração de tranquilidade, gratidão e autenticidade. Num tempo marcado pelo ruído, pela pressa e pela superficialidade, o rapper propõe uma viagem introspectiva sobre temas como a humildade, o foco, a aceitação do passado e a valorização das raízes. “God bless / viver sem pressa / sem muita conversa / sem muito stress”, ouve-se no refrão — um mantra que sintetiza a mensagem do tema: menos correria, mais consciência.
O novo single representa também uma afirmação artística de uma nova fase na carreira do artista açoriano — mais madura, consciente e emocionalmente sintonizada com o mundo que o rodeia.
Composição e interpretação de Versus O.K.S, produção assinada por Luchwatscooking, gravação, mistura e masterização pela HD Produções, e videoclipe realizado pela Unboxfilms, este lançamento confirma a solidez da equipa que acompanha o percurso de Versus O.K.S nesta nova etapa.
“God Bless” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, acompanhado por um videoclipe que traduz visualmente a serenidade, o foco e a introspeção que o tema evoca.
Este lançamento reforça a posição de Versus O.K.S como uma das vozes mais consistentes e promissoras do hip-hop açoriano, com uma mensagem cada vez mais necessária no contexto atual.
Mar – Explica Só (2025) (single)
Mar – Explica Só (2025) (single)
MAR “EXPLICA SÓ” como é feita de todas as sonoridades que quer
Produtora, Cantora e Compositora revisita flows calmos e R&B
Na linha dos últimos lançamentos, a cantora e produtora tem-se revelado cada vez mais uma artista de mão cheia em diferentes registos.
Quem caiu na rasteira de julgar o livro pela capa terá ficado pelas primeiras impressões que circunscreviam MAR ao hip-hop, aquando da sua estreia em matéria de edições com BADDIEFEST, Vol. 1. Mas cedo mostrou a cantora e produtora hispânico-algarvia que nem só de rap se haveria de pautar o seu reportório — e “EXPLICA SÓ” surge agora como derradeira prova de que MAR pode ser mesmo o que ela quiser, seja a cantar, compor, ou produzir.
“EXPLICA SÓ” é a balada acústica que a revela vulnerável como nunca até então. A par de POTTER na produção, MAR volta a pôr mãos à obra, para depois dar o peito aos versos: brutalmente honesta, desavergonhadamente enamorada, despida de ornamentos que ofusquem a transparência das suas palavras e a candura da sua voz.
Já a tínhamos visto dar largos passos nessa direcção, primeiro com o salto de corpo inteiro em “ATIRA-TE A MIM”, depois com a urgência de “AQUI AGORA” ao lado de SleepyThePrince. Já em “EXPLICA SÓ”, a terceira e derradeira canção vem confirmar a regra de que, para MAR, não há regra alguma. Bom, talvez haja pelo menos uma: independentemente do que canta e em que registo for, será sempre ela própria — por muito diferente que isso possa soar a cada canção.
“EXPLICA SÓ” conta com visuais simples mas impactantes que nos transmitem a essência de que é feita: a profundidade da sua alma, das suas raízes e toda a arte que lhe sai dos poros – única e irreverente. O novo tema encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
Dinis Mota – Mãe (2025) (single)
Dinis Mota – Mãe (2025) (single)
DINIS MOTA
Natural de Aveiro, Dinis Mota é um músico e produtor emergente português que se move pela arte com uma assinatura sonora única. Com uma energia cativante e uma visão criativa singular, Dinis é um multi-instrumentista, apaixonado pela criação, que procura aprofundar a sua essência em cada um dos seus trabalhos, com o objetivo de criar mundos sonoros com uma identidade própria. Tem vindo a conquistar público pela sua vertente estilística que combina o R&B, Hip-Hop, AfroSwing, Soul com uma fusão de Rock e Blues. Em 2023, lançou o EP “TRIAGEM”, que marcou presença em várias playlists editoriais e, em 2024, estreou-se nos palcos nacionais com um concerto no Teatro Aveirense. Este ano, marca-se o lançamento do seu primeiro álbum “DINIS”.
MÃE
O músico e produtor português Dinis Mota lança o seu mais recente single, “MÃE”, onde elementos do fado e da música latino americana se conectam.
É difícil traduzir em palavras o que esta música representa no universo que se constrói o próximo álbum de Dinis Mota. “MÃE” é mais do que uma canção, é um manifesto sonoro, uma serenata dedicada a quem dá vida ao mundo. Um tributo à força de quem cuida, ama e sustém, não como um dever, mas como uma presença que nos acompanha para sempre.
A “mulher linda”, que habita nesta música, representa a figura materna, mas
ultrapassa a imagem do cuidado. É força livre, é quem dança, vibra, vive, sendo dona de si e do mundo que ajudou a criar. Entre a saudade e a alegria, a canção retrata o amor com as cores que a mãe deixou, aquelas que ficam para sempre.
Produzida pelo próprio, com mistura e masterização de Pedro Rafael, este single antecipa o seu primeiro álbum que irá ser lançado em Setembro deste ano.
A Sul – Metáforas (2025) (single)
A Sul – Metáforas (2025) (single)
Depois de “Tela”, A SUL entrega-nos “Métáforas”
Terceiro avanço do álbum de estreia da artista
‘Metáforas’ é a nova canção de A SUL – depois de nos brindar com o seu ‘Gin’ e a pintura sonora ‘Tela’, chegam-nos as metáforas que pintam o corpo e prenunciam o que poderá chegar. O terceiro tema lançado pela artista neste seguimento fará também parte do álbum de estreia ‘Quer Quer Quer’ com lançamento previsto para Outubro de 2025.
Depois de nos apresentar um lado mais escuro, a artista traz o complemento da angústia mas com uma sonoridade dançável para que o momento “antes da morte chegar” não seja tão pesado. Não temos todos maior certeza do que essa, resta-nos só saber como lidar com o que vivemos antes dela chegar.
Nestas ‘Metáforas’ cantadas, A SUL traz-nos o bater à porta da morte, pura e dura. “O nome Metáforas veio a partir duma expressão que o meu avô me tinha contado, já com alguma dificuldade em comunicar – ‘disseram-me que tinha metáforas na cabeça ou lá o que era..’”.
Assim nasceu este tema, quando da maior dor extraímos o maior dos ensinamentos e dentro da metáfora a própria metáfora surgiu.
A SUL é o nome do projeto musical de Cláudia Sul, também compositora e produtora das canções que integram a sua obra. Em 2022, lançou o seu EP de estreia ‘Já Agora’ composto por cinco faixas. No ano seguinte, apresentou o single ‘Gin’, e ganhou os Novos Talentos FNAC com a canção ‘Bleba’, retirada do seu primeiro curta-duração.
Em 2025, a artista prepara-se para mostrar todo o novo repertório ao vivo, com concerto marcado no dia 29 de junho nos Jardins do Marquês. Antes disso, poderemos escutar A SUL, dia 5 de junho na Galeria Zé Dos Bois, na abertura do concerto do artista Christopher Owens. Não só de canções já lançadas serão compostos estes concertos, o antecipar do álbum será feito aos poucos sempre que atuar ao vivo até outubro.
Por agora é com ‘Metáforas’ que ficamos, temas escrito e composto por Cláudia Sul. A artista assumiu também a produção da canção e o mix e master ficou a cargo de Nuno Simões.
Romain Valentino – Vender o País (2025) (single)
Romain Valentino – Vender o País (2025) (single)
O músico ítalo-francês residente no Porto, Romain Valentino, apresenta “Vender o País”, o primeiro single do álbum de estreia “L’Étoile et le Chariot” a ser lançado em maio com produção musical do guitarrista Telmo Sousa. A canção, escrita de uma só vez na intimidade do isolamento de 2020, é um desabafo no qual ferve o desejo de construir uma existência genuinamente coletiva, um “país” que possa ser casa para todes.
O videoclipe será estreado no dia 28 de fevereiro e foi realizado por André Sousa. Contou com um processo ao qual contribuiu uma equipa de cerca de 30 profissionais e pessoas amigas na fotografia, produção e interpretação, com filmagens em várias zonas do país. No dia do lançamento do single vai acontecer uma sessão aberta e um showcase no Lugar da Palmilha Dentada, no Porto, às 19h30, onde também será exibido o videoclipe. A capa do single é uma ilustração de Julieta Ruiz Argañaraz.
Segundo Romain, “Escrevi a letra de Vender o País movido pela urgência de pôr em palavras um sentimento de indignação e uma paixão reivindicativa que eu sentia, mas sugestionado ao mesmo tempo por dúvidas e preconceitos sobre a minha legitimidade para abordar assuntos políticos, especialmente em música, e sobre a minha posição para falar do “país” enquanto imigrante. Há um contexto relevante que tem a ver com o meu interesse crescente pela questão do direito à habitação, que só muito tempo depois de escrever a canção se concretizou na minha entrada na organização Habitação Hoje, de que já fazia parte na altura da manifestação cujas imagens estão integradas no vídeo.”
Romain Valentino é cantor, guitarrista e compositor nascido em Itália de pais franceses. A sua trajetória musical alimenta-se de samba, choro, canzone napolitana, jazz-manouche, nueva canción, chanson française, maloya, e outras sonoridades e ritmos.
Lituo – Sulfuraste (2025) (single)
Lituo – Sulfuraste (2025) (single)
Lituo, nome artístico de Carlos Martins, apresenta o primeiro single ‘Sulfuraste’ como uma promessa em canção.
Artista de vários ofícios, fez parte de vários projetos musicais como Zedisaneonlight, em 2002, Umpletrue em 2007 e Caruma, entre 2010 e 2017.
Atualmente é um dos músicos intervenientes na Associação Portuguesa de Música nos Hospitais desde outubro de 2017, até ao presente. “Foi nesta associação que entendi o real poder transformativo da música, de como uma música com intenção pode resgatar momentos, memórias, pessoas, colocando-as em contacto com elas próprias e com os outros. A música será a plataforma onde todos se encontram num lugar comum, uma base que sustenta a experiência, a identificação, a compaixão capacitada pela vibração sonora que nos aproxima e proporciona a verdadeira conexão.” afirma o artista.
Este single surge da necessidade do artista passar dos mil projetos em que se encontra, pelos quais já passou musicalmente e artisticamente, para um rumo mais solitário mas ainda assim bastante completo. ‘Sulfuraste’ vem dar início a um caminho que culminará num álbum, também ele de nome peculiar, ‘Anelo’ (uma permanente ansiedade), a sair em breve.
Em colaboração com Paulo Bernardino surge este álbum, do qual podemos escutar o primeiro tema. Sobre o processo de criação, Lituo reflete “Ao início parecia ser uma vingança, mas não era disso que se tratava, o que aconteceu ali foi terapia e se ficasse só por aí, estava óptimo. Mas ficou melhor.”.
Depois de Caruma, o projeto mais recente de Lituo, o artista vem cantar uma dor que acredita ser partilhada por muitas mulheres e muitos homens. Paralelamente, canta frivolidades de amor em desamor, de pessoas que não querem a idade que têm e que se caricaturam até ficarem cómicas. A dor também se dança.
Foi um processo de construção — o sentimento de ter uma bagunça dentro de nós e poder arrumá-la em letras de canções, melodias e sonoridades que quase abraça essa “desarrumação”.
Lituo refere-se a este primeiro single como “A Promessa”, e mesmo o título curioso de nome ‘Sulfuraste’ é a metáfora perfeita para o sentimento que o tema quer transmitir, “o colocar enxofre dentro de mim, estragaste-me”, por exemplo – “Quando o amanhã já passou e tu ainda lá estás. A espera do que nunca vem e o descalabro quando se integra essa noção. A mentira programada e a burocracia dum amor que não era. No processo, criam-se buracos de tempo que parece que não têm fim, feitos de nuvens negras e vazias. Enublei a minha Disney interior, cobri a minha criança.” afirma o artista.
E acrescenta “Este Sulfuraste nasce da sobrevivência a uma relação perfeitamente caótica que acabou por falta de fôlego, entra a música e faz o que tem de fazer. Desarruma, mexe nas feridas e grava-se o que sai em pós bloco-operatório.
‘Sulfuraste’ veste-se de um indie-pop-alternativo bastante melancólico que nos envolve a cada acorde e a cada palavra. Foi totalmente escrito por Lituo, com produção de Paulo Bernardino, mistura de Paulo Pereira e masterização de Fernando “Naná” Nunes, no Estúdio Pé de Vento. Encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
Maria do Monte – Nunca Mais Era Sábado (2025) (single) id
Maria do Monte – Nunca Mais Era Sábado (2025) (single)
Nunca Mais Era Sábado estreiam-se com “Maria do Monte” — uma viagem sonora por uma floresta encantada e eletrónica
Já se encontra disponível “Maria do Monte”, o single de estreia do projeto Nunca Mais Era Sábado. O tema, gravado no estúdio Blue House e com videoclipe realizado por Tiago Cerveira, é uma viagem noturna por uma floresta onde o mistério espreita a cada passo. Entre paisagens oníricas moldadas pela ruralidade encantada da lua cheia, a ameaça do lobo e ecos de eletrónica sombria, “Maria do Monte” desenha uma fábula moderna pronta para ser desbravada.
O projeto, que junta Diogo Félix (FeMa), Eduardo Ricarte e Daniel Silva, nasceu da amizade entre os três músicos e do amor partilhado pela música e pela cultura popular portuguesa. A canção agora editada foi uma das selecionadas pela convocatória MIC: Música Independente de Coimbra (2024), marcando o arranque de um percurso que culminará no EP de estreia, intitulado “Quatro Corpos”.
De uma garagem no topo da Serra dos Candeeiros para o universo da música independente nacional, Nunca Mais Era Sábado é uma proposta que cruza a vida rural com a experimentação sonora. Daniel Silva assume o baixo, Diogo Félix (a voz e os instrumentos melódicos, e Eduardo Ricarte a percussão e as vozes. Juntos, compõem canções onde a serenidade do quotidiano bucólico se encontra com texturas eletrónicas e elementos da música moderna.
“Maria do Monte” é o primeiro passo de uma caminhada que promete surpreender pela forma como funde tradição e vanguarda, natureza e enigma, dia e noite — numa linguagem sonora própria, tão atmosférica quanto telúrica.
O single e o videoclipe de “Maria do Monte” já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.
Pink Pussycats From Hell – Hellton John (2025) (single)
Pink Pussycats From Hell – Hellton John (2025) (single)
Pink Pussycats From Hell – HEIII
E se existirem deusas com forma de gato, todas irmãs, cada uma vestindo uma tentação diferente que andam em modo independente e altivo, tal como um gato doméstico, a rondar os seres humanos numa versão toca e foge sensual que faz qualquer um ficar desarmado, podendo até desmaiar, acordando com riffs graves no calor do inferno?
Em HElll isso é possível. Existe uma mitologia felina onde três gatas irmãs: “Hellsa”, “Hell Niña” e “Helektra” estão dispostas a abanar os seres humanos, causando desordem e alguma inquietação. Cada uma delas com o seu poder de tentação, podem tornar-se bastante viciantes.
No submundo onde elas vivem, podem conseguir várias formas de encantamento e fazer com que o ser humano desperte a cavalgar por entre as chamas quentes do rock’n’roll que ocupam um belo espaço no inferno. Este inferno está cheio de riffs electrizantes e densos que são acompanhados por uma bateria garageira e uma voz grave e encorpada que ajudam ao aconchego do calor. Tudo isto disperso por 9 contos que compõem a história de HElll.
Os Pink Pussycats From Hell lançam agora o seu terceiro álbum, HElll, a sair no dia 20 de Janeiro com o selo da Raging Planet. Como cartão de visita, apresentaram “Hellsa” a 20 de junho de 2024 e “Hellektra” a 9 de Dezembro, ambos acompanhados de videoclipes.
Eskilograma – Cabeça Dura (2025) (single)
Eskilograma – Cabeça Dura (2025) (single)
Eskilograma é uma banda de rock alternativo cantado em português. Começou como um projeto virtual e cómico entre amigos, mas ao longo dos anos transformou-se numa banda com uma voz real, mais consciente e mais incisiva.
O projeto atual culmina num álbum homónimo, lançado em Maio de 2025. Um disco que revela a maturação do grupo, tanto nas letras como na sonoridade. Momento também onde baixam as máscaras e revelam finalmente a sua identidade.
Eskilograma quer provocar, abanar e deixar marca.
Riffs proféticos. Palavras inquietas. Ouve. E sente.
Nayr Faquirá – Tradução (2025) (single)
Nayr Faquirá – Tradução (2025) (single) id
Nayr Faquirá lança álbum de estreia “Entrelinhas” e apresenta novo single com Deezy
Nayr Faquirá, cantora, produtora e compositora luso-moçambicana, acaba de lançar o seu aguardado álbum de estreia, “Entrelinhas”, um manifesto íntimo e contundente sobre identidade, resiliência e liberdade. A acompanhar este lançamento, chega também o novo single “Tradução”, com a participação especial do artista Deezy.
Composto por 13 faixas, “Entrelinhas” é o resultado de anos de maturação artística e pessoal. Nas palavras da própria artista: “‘Entrelinhas’ não é apenas um álbum — é um manifesto. Um espaço onde a minha voz encontra a sua liberdade, onde as histórias não contadas finalmente ganham vida”. Ao longo do disco, Nayr explora temas como o amor próprio, os traços tóxicos que carregamos, o abuso sexual, o empoderamento feminino e o empoderamento negro.
O novo single “Tradução” é um mergulho no r&b em português, género que a artista tem vindo a consolidar no panorama lusófono. “É um tema de puro r&b, no qual quisemos honrar as raízes daquilo que crescemos a ouvir”, partilha Nayr. Com um compasso de valsa 3/4, influenciado pela soul e pelo hip-hop, a canção reflete cumplicidade e entrega — uma verdadeira tradução emocional em forma de música. O videoclipe que acompanha o single já se encontra disponível.
O disco é o culminar de um percurso que tem vindo a ganhar força nos últimos anos, marcado por colaborações com artistas como Selma Uamusse, Valete, Ivandro, Garry e o próprio Deezy, bem como pelos temas lançados em antecipação ao álbum:
“On & On” (28 de fevereiro), um grito de resistência e afirmação num meio ainda marcado por estruturas de exclusão;
“Tua” (28 de março), um retrato íntimo da nostalgia e da saudade de um amor passado;
“Brinde” (25 de abril), lançado como homenagem à liberdade conquistada — e à que ainda falta alcançar —, sobretudo para as mulheres cuja voz continua silenciada.
“Entrelinhas” é mais do que um conjunto de canções: é uma tomada de posição. Um espaço onde Nayr Faquirá se afirma artisticamente e emocionalmente, cruzando r&b, soul, hip-hop e afrobeat com uma escrita lírica confessional, sem filtros nem concessões.
O disco já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Tiago Chaves – A Culpa Viveu Solteira (2025) (single)
Tiago Chaves – A Culpa Viveu Solteira (2025) (single)
“A Culpa Viveu Solteira” é a canção que desvenda e dá o nome ao próximo disco de Tiago Chaves, assinalando um novo marco na sua música, tanto por abordar temas e reflexões urgentes dos nossos dias, como pelo seu registo na língua portuguesa.
O tom sarcástico da canção introduz-nos a uma figura narcisista e manipuladora, cujo modo de vida passa pela recusa de qualquer sinal de vulnerabilidade. É na letra que se expõe a forma como este sujeito se ilude a si próprio e a quem o rodeia, mantendo uma fachada de impunidade e escondendo-se atrás da ilusão do triunfo. Aliada a esta crítica mordaz, surge ainda a ideia de que “ser feliz é ser capaz de aceitar as ironias”, o que sugere a conformação de que tudo é um inevitável castigo ao qual é impossível escapar.
Trata-se, portanto, de uma reflexão sobre a hipocrisia social, o autoengano e o mal- estar emocional de quem escolhe viver a ignorar tudo o que ameaça a sua falsa estabilidade.
Com música, letra e co-produção de Tiago Chaves, “A Culpa Viveu Solteira” contou com a produção, gravação, mistura e masterização de Rafael Fernandes, bateria tocada por André Macedo e gravada no estúdio de Cláudio Tavares e a fotografia, vídeo e design por Tó Nascimento.
Asa Cobra – Asa a Cobra (2025) (single)
Asa Cobra – Asa a Cobra (2025) (single) id
Asa Cobra é um novo projeto nascido do encontro entre a cantora e letrista Carollyne Barreira e os músicos/produtores Marco Castro e Igor Domingues.
O trio apresenta-se com uma identidade sonora híbrida, onde o groove brasileiro se funde com batidas eletrónicas e texturas orgânicas. O single de estreia, ‘Asa à Cobra’, lançado na última sexta-feira, é um manifesto visceral e questionador, onde revolta e amor coexistem.