King John – Júlia (Circles Ff Life) (2023) (single)
King John – Júlia (Circles Ff Life) (2023) (single)
SINGLE/ VIDEOCLIP “JÚLIA (CIRCLES OF LIFE)”
A experiência de ser Pai transforma-nos e, de certa forma, transcende-nos.
Poder traduzir todos esses sentimentos através de uma canção pode, ao mesmo tempo, ser maravilhoso e redutor, tantas são as coisas impossíveis de serem descritas por palavras e transmitidas por sons.
“JÚLIA (CIRCLES OF LIFE)”, single editado dia 2 de Outubro, e que é acompanhado por um videoclip produzido pela Cactus Sessões, são uma tentativa de o fazer e guardar para a posteridade tudo o que foi sentido e vivido, num período extraordinariamente feliz.
DISCO GOOD SON
Por vezes na música e na vida, o “silêncio” não significa inércia e, neste caso, isto não poderia ser mais verdade.
O silêncio destes últimos 3 anos, traduziu-se no segundo LP a ser editado por King John, projecto musical de António Aves, nascido na ilha de S. Miguel (Açores) e sediado desde há 7 anos em Lisboa.
O músico que conta com passagens por palcos como o Festival Tremor, Mare de Agosto, Festival Monte Verde, Musicbox, A Porta e The Shacklewell Arms (Londres), redescobriu-se e foi ao encontro de uma sonoridade mais próxima do que sempre pretendeu para o projecto.
GOOD SON é o título do disco, traz consigo 9 originais e na sua génese estiveram duas perguntas: Fui/ Sou um bom filho? Serei um bom pai?
Foi gravado entre Ponta Delgada (S. Miguel, Açores) e Lisboa no estúdio HAUS, coproduzido e misturado por Makoto Yagyu dos PAUS e masterizado nos estúdios Abbey Road por Frank Arkwright (Arcade Fire, The Smiths, New Order, Joy Division).
Será editado no dia 24 de Novembro pela Echo Rock, com edição especial em vinil coeditada pela Black Sand (Music).
Monte Branco – Cura (2023) (single)
Monte Branco – Cura (2023) (single)
SINGLE “CURA”
Cura é o primeiro single do EP de estreia de Monte Branco. É um desabafo em discurso direto que nos envolve na dicotomia entre a “necessidade básica vs adição” em relação aos sonhos. A CURA afigura-se como a paz para esta inquietação. O protagonista desta história relata-nos sobre as suas escolhas e sobre as imposições por força das circunstâncias que condicionam as suas expectativas e agravam esta dualidade de sentimentos em relação aos seus sonhos, que ora são fundamentais para viver ora atrapalham o seu percurso.
O tema resulta da inspiração que o autor encontra na conjuntura socioeconómica atual que quase proíbe as várias gerações de sonhar e condiciona as suas escolhas a imposições pré-estabelecidas. Destaque para o verso “até me esqueço quem era” como uma referência à perda da sua essência que levam o protagonista a sentir esta falta permanente dos seus sonhos, mas ao mesmo tempo uma vontade de se livrar desta adição, “morrendo à procura” da verdadeira paz… a verdadeira CURA.
A música contou com a produção de Miguel Nicolau (J. P. Simões, Golden Slumbers, Monday, Memória de Peixe) e vem acompanhada de um videoclip realizado por Mimi Sá Coutinho, que também já está disponível no Youtube.
A realizadora do Porto, que conta já com colaborações com Rui Reininho, Tiago Nacarato, Azeitonas, entre outros, idealizou um ambiente visual entre a floresta e a praia. O vídeo foi captado em Abril de 2022 em Maceda (Ovar), e foi filmado num único take em slowmotion, e pretende ilustrar a procura da CURA.
O vídeo inicia-se com uma imagem do vocalista e frontman da banda a sair da floresta, como que perdido, à procura da única saída no meio da vegetação em direção à praia. Ao longo da caminhada o tema é interpretado em jeito de desabafo em discurso direto, reunindo-se no final com os restantes elementos da banda. Este encontro com a arte simboliza a CURA, terminando o vídeo com uma imagem da praia e do sol a tocar o horizonte.
EP CURA
Os Monte Branco nasceram no Porto no início de 2023, resultado da convergência de músicos habituados a outros ambientes sonoros e que encontraram no indie pop o lugar comum!
O primeiro avanço da banda é o Ep CURA que será editado dia 24 de Novembro de forma independente. A sua matriz constrói-se à volta do dream pop e soft rock pincelados com o revivalismo dos synths dos anos 70 e 80.
O EP foi gravado em 2023 entre o Porto e Lisboa e contou com a produção de Miguel Nicolau, produtor que já colaborou com J.P Simões, Memória de peixe, Golden Slumbers, Monday, entre outros.
O ambiente sonoro revivalista, mas ao mesmo tempo moderno e urbano, foi pensado com detalhe fazendo de cada escuta uma descoberta de novas dimensões das canções.
Os temas dos Monte Branco falam-nos essencialmente da vida, de amor e de sonhos, numa linguagem metafórica urgente e intensa que permitirá ao publico identificar-se com as situações no seu próprio quotidiano e criar relações de proximidade com as canções.
O EP será apresentado ao vivo no dia 29 de Novembro, pelas 21h30m, na Casa da Música no Porto e custam 15€.
Os Monte Branco são João M Pinto, Mário M Moreira, Rui Miguel, Luis Zandré e Gonçalo Palmas.
Diogo Fernandes – Esperar (2023) (single)
Diogo Fernandes – Esperar (2023) (single)
Diogo Fernandes, ex-concorrente de Uma Canção para Ti, lança o seu single de estreia “Esperar”
● “Esperar” é o single de estreia de Diogo Fernandes, uma canção sobre a sua paixão pela música.
● O artista acredita que por mais tempo que passe, é sempre possível lutar por aquilo que nos move.
Lisboa, 13 de outubro de 2023 – Diogo Fernandes, cantor e compositor português, ex-concorrente da 3.ª edição de Uma Canção Para Ti, lança o seu single de estreia intitulado “Esperar”, uma canção sobre esperança e perseverança, onde o artista reencontra a confiança para seguir a sua paixão pela música. Chegou esta sexta-feira, dia 13 de outubro, a todas as plataformas digitais e com videoclipe no YouTube (ver aqui).
Desde pequeno que a música sempre ocupou um lugar especial na vida de Diogo Fernandes. No entanto, durante algum tempo, esteve esquecida, à sombra de outras prioridades.
“Esperar” é uma canção que capta a essência de um percurso que não é linear, com foco na ideia de que não existe um caminho único e definido para a realização dos nossos sonhos e objetivos. Este é um reflexo do caminho pessoal de Diogo e de como ele redescobriu a confiança, mesmo quando o tempo parecia o ter afastado para sempre da música.
Após vencer o concurso “Golden Voice” em 2022, cujo prémio seria a gravação de um tema original e respetivo videoclipe, o artista encontrou a motivação necessária para dar início à sua carreira. “Depois de vários anos sem pisar um palco, esta experiência foi determinante para que eu percebesse que a minha vida passa pela música e que não posso continuar a ignorar isso e esperar que algo aconteça. Foi o empurrão necessário para eu finalmente lançar este meu primeiro tema.”
Esta é uma mensagem de esperança, onde o artista defende que nunca devemos desistir dos nossos sonhos, independentemente dos desafios que possam surgir no caminho. Defende que por mais tempo que passe, é sempre possível lutar por aquilo que nos move. “Nunca é tarde para (re)começar e esta é a minha nova etapa na música, de mãos dadas, como sempre deveria ter sido. Cresci, vivi e, hoje, estou aqui para mostrar que quero isto tanto quanto aquele rapaz de 12 anos, cheio de sonhos e objetivos”, afirma o cantor ao fazer referência à idade que tinha quando participou na 3.ª edição de Uma Canção Para Ti, onde chegou à semi-final do programa de talentos da TVI.
Com letra e composição de Diogo Fernandes, António Ribeiro, Bruno PC e Daniel Drake, a produção de “Esperar” ficou a cargo de André Oliveira e Daniel Drake, com interpretação instrumental de Mariana Seixas (Piano), Samuel Palhas (Bateria) e Vicente Sousa (Guitarra). A mistura e masterização do tema ficou a cargo da Plateia D’Ilusões, nomeadamente de Vasco Teodoro e Miguel Pinheiro, respetivamente, e que já trabalharam com artistas como António Zambujo, Bárbara Tinoco, Carolina de Deus, João Pedro Pais, Rita Redshoes e Tiago Bettencourt. Já o videoclipe foi filmado por José de Sousa, que já trabalhou com nomes como NEIVA e Daniel Cerca, ex-concorrentes do The Voice Portugal.
Diogo pretende criar novas canções e partilhá-las com o mundo, contando um pouco da sua história enquanto pessoa e enquanto artista. “Quem nasce músico é músico para sempre, por muitas voltas que a vida dê. A música voltou para a minha vida e o coração está onde sempre esteve. Neste momento, estou focado em escrever e compor mais temas para que 2024 seja um ano em cheio.”
Este primeiro trabalho autoral do cantautor português contou com o apoio do Ministério da Cultura e da Associação O ‘Batuque.
Acompanhe o trabalho de Diogo Fernandes através das redes sociais e das plataformas digitais de música.
Os Senhores – Sonha (2023) (single)
Os Senhores – Sonha (2023) (single)
O mês de Outubro vê nascer um novo projecto musical: Os Senhores, que conta com os músicos David Pinheiro (voz e viola), Bruno Jardim Fernandes (guitarra), Ricardo Vasconcelos (pianos e sintetizadores) e Tiago Pais Dias (bateria e baixo), ambos Amor Electro. Apresentam o single de estreia “Sonha”, com um vídeo ilustrado e animado por Tiago Albuquerque.
“Sonha” é o cartão de visita do álbum “Sr. Saraiva” que será lançado no dia 20 de Novembro e vai ser apresentado no Festival Super Bock em Stock a 24 de Novembro. Foi gravado nos estúdios da Valentim de Carvalho e conta com a produção de Tiago Pais Dias.
Os Senhores é um projecto que tem como principal objectivo voltar aos elementos que caracterizaram grande parte da música dos anos 90: a honestidade, a sinceridade, a emoção. É um regresso à importância das palavras.
Mais informação: https://www.ossenhores.com
Brisa – Contra O Vento (2023) (single) ID
Brisa – Contra O Vento (2023) (single) ID
BRISA lança o single Contra o Vento juntamente com o EP CASULO
No dia em que lança o EP CASULO, Brisa apresenta Contra o Vento, a quarta canção a ser editada e que fala sobre o momento em que se decide largar a sede de controlo, descontrair e confiar no processo.
Brisa é uma cantora e compositora portuguesa conhecida por escrever letras com as quais o público se identifica e que ganham vida em melodias contagiantes. Depois de explorar várias sonoridades, a cantora leva-nos numa viagem pelo ciclo das emoções no seu EP de estreia “CASULO”. Este EP tem a curiosidade de cada música estar ligada a uma cor.
A viagem começa com “Nuvem”, o primeiro capítulo que já anda a conquistar corações desde 2021 e que introduz a temática da ansiedade, das preocupações e do não conseguir estar presente no momento. De seguida vem o novo tema “Férias de Mim” – escrito por Brisa, Francesco Meoli e Miguel Coimbra (D.A.M.A) e produzido por Meoli – que revela e aprofunda a razão de todo o turbilhão, “a voz que não se cala”: o subconsciente. Chega a altura de tomar consciência do bloqueio e decidir ir para “Outro Mar” – a terceira canção, lançada em 2022 – escrita por Brisa e produzida por Meoli. Todas estas ideias convergem no último tema “Metamorfose” – escrito por Brisa, Gonzalo Tau e ARIEL e com produção deste último – que ilustra este ciclo utilizando o fenómeno natural como metáfora.
“CASULO” é um projeto criado com o objetivo de unir corações, valorizar emoções e criar conexões.
SeBENTA E Forte Norte – Por Onde Vais (2023) (single)
SeBENTA E Forte Norte – Por Onde Vais (2023) (single)
seBENTA revelam novo single
“Por Onde Vais” é lançado dia 27 de Outubro e conta com a participação da banda brasileira Forte Norte
“Por Onde Vais” é uma canção que fala de mudança, de fecho de ciclos. No caso dos seBENTA, apresenta-se como o último single que iremos lançar em 2023, um ano que decidimos experienciar outras formas de escrever canções e produzi-las. Assumindo que dos três singles anteriormente lançados, todos eles passaram pelo mesmo processo, este não poderia ser diferente e igualmente a “mensagem”, é de não ter receio de mudar ou fechar ciclos nas nossas vidas, é isso que nos faz evoluir como pessoas e como banda. Nesse caminho, foi-nos apresentada uma proposta, que consistia em fazermos um tema em parceria como uma banda brasileira de rock, e daí a nossa escolha nos Forte Norte, que rapidamente aceitaram o desafio. Apresentamos uma parceria entre o rock de Portugal e o rock do Brasil, que tão bem nos soa e que achamos ser a primeira de muitas participações que poderão vir a acontecer. “Por Onde Vais” é um tema que define a decisão por vontade própria, seja no que for e por quem for. Vivemos tempos de mudança e só conseguiremos evoluir se vencermos os nossos medos. O Amor sempre vence!” – Paulecas, seBENTA
Link de pré-save “Por Onde Vais” | https://onerpm.link/porondevais
Ficha Técnica
Letra: Paulecas
Música: Paulecas, André Fadista, Ricardo Gomes
Paulecas na voz e baixo, Fadista na bateria, Ricko na guitarra e Lúcio Vieira nos teclados Gravação: Ricko nos estúdios Triagem
Mistura: Paulecas nos estúdios Panka_sounds_lab
Produção: seBENTA
Masterização: Rui Dias nos Estúdios Mister Master
Participação especial da banda brasileira Forte Norte com Filipe Lahm na voz e gravado por Judaz Mallet em ONErpm Studios Brasil.
Os Forte Norte são constituídos por Filipe Lahm na voz, Wagner Alexandre e Pedro Quintana nas guitarras, Eduardo Zeinaddine no baixo e Junior Winne na bateria
“Estamos muito contentes por colaborar com uma música dos nossos amigos seBENTA.
Nós, Forte Norte, gostamos de explorar possibilidades sonoras e apresentar o Rock ‘n Roll de formas diferentes. Ao longo destes 10 anos como banda, já partilhámos o palco com bandas de outros países, mas esta é a primeira vez que gravamos uma colaboração internacional. Quando se trata de rock cantado em português, o Brasil e Portugal têm uma tradição vasta e verdadeiros ícones deste género ao longo dos anos.
Queremos explorar cada vez mais esta conexão e proporcionar ao público brasileiro o rock de Portugal e vice-versa. Como o Paulecas mencionou, certamente esta é apenas a primeira de muitas coisas que estão por vir!” – Forte Norte
Links
Sebenta | Spotify
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Nothing Perfect – Hey Mr. DJ (2023) (single)
Nothing Perfect – Hey Mr. DJ (2023) (single)
Hola, soy Sergio del grupo Nothing Perfect de Alburquerque (España). El pasado 30 de septiembre lanzamos nuestro nuevo disco Magic Beans. Os agradeceríamos cualquier tipo de difusión, ya sea en algún programa de Radio Olisipo o en alguna de vuestras redes sociales.
Thierry Stremler – Le Fado De Faro (2023) (single)
Thierry Stremler – Le Fado De Faro (2023) (single)
THIERRY STREMLER
single
“Le Fado de Faro”
Thierry Stremler é um músico, cantor e compositor francês, tendo sido na década de 90 líder do grupo pop-funky Vercoquin (com Hervé Salters, também conhecido como GENERAL ELEKTRIKS, nos teclados). Em 2000, iniciou uma carreira solo mais pop, sob o selo de ETIENNE DE CRECY, SOLID, com o álbum TOUT EST RELATIF, que alcançou algum sucesso de crítica e mídia, e contou com a participação de MATTHIEU CHEDID e JEAN-BENOIT DUNKEL, da banda francesa: AIR. Algumas músicas, como MA FEMME EST PHOTOGRAPHE e MARGUERITE, viraram sucessos de rádio. Seguiram-se vários outros álbuns e turnês, viagens (Brasil etc.), uma experiência teatral como ator com ROMANE BOHRINGER e colaborações notáveis, notadamente com o ícone pop francês FRANÇOISE HARDY. Regressa hoje com o álbum HOTEL, gravado entre França e Portugal (lançado a 1 de setembro), e a música LE FADO DE FARO, uma mistura de influências francesas e portuguesas.
Joana Alegre, Mikkel Solnado – Copo Cheio (2023) (single) ID
Joana Alegre, Mikkel Solnado – Copo Cheio (2023) (single) ID
JOANA ALEGRE LANÇA ‘COPO CHEIO’, NOVO DUETO COM MIKKEL SOLNADO, 9 ANOS DEPOIS DE ‘E AGORA?’
‘Copo Cheio’, o novo single de Joana Alegre, já está disponível em todas as plataformas digitais de streaming. Com letra e música da autoria da cantora e compositora e produção de Choro, o tema conta com a participação de Mikkel Solnado, marcando o reencontro da dupla, 9 anos depois do aclamado ‘E Agora?’.
“Escrevi esta canção num diálogo interno sobre o que é e o que foi, num daqueles momentos em que nos questionamos sobre os caminhos seguidos, o lugar onde chegámos e lançamos um olhar sobre a vida no tempo presente. Senti, depois, que devia ser um dueto, cantado em conversa com um amigo, alguém próximo e com quem partilhasse muita história. A voz em que pensei foi a do Mikkel, ele aceitou e ainda bem! Já era mais do que altura de voltarmos a cantar juntos”, revela Joana Alegre.
Editado em 2014, ‘E Agora?’ conquistou o público e tornou-se um êxito de airplay nas rádios nacionais, dando a conhecer a voz única de Joana Alegre. A canção conta com mais de 2 milhões de visualizações no YouTube e acima de 2 milhões de streams nas plataformas digitais. O novo dueto apresenta-se com um videoclipe realizado por Luís Água e Pedro Ivan, a dupla responsável pelos três visuais que antecederam ‘Copo Cheio’.
“Entreguei, uma vez mais, a visão do que imaginei para o videoclipe da ‘Copo Cheio’, ao Luís Água e ao Pedro Ivan. Quisemos realçar o diálogo e a ternura entre dois amigos que se amparam com cuidado e atenção, na cumplicidade de quem se conhece há muitos anos. A ideia era que fosse algo minimal e natural, sem a pretensão a ser nada mais que um acompanhamento visual do que a canção é: leve em profundidade e essencialmente positiva“, diz a artista.
‘Copo Cheio’ sucede a ‘Rosa Carne’, ‘Ciclotímica’ e ‘Nó’, temas que antecipam “Luas”, o terceiro álbum da cantautora, com lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2024. Joana Alegre descreve o disco como “um álbum mais feminino, selvagem e visceral e que explora a consolidação de uma sonoridade baroque pop mais eletrónica”.
Cantautora entre as fronteiras do folk, art-rock e baroque pop, Joana Alegre fez formação Clássica e Jazz em Portugal, Estados Unidos da América e Itália. Apaixonou o público português com a sua voz em 2014, com ‘E Agora?’, dueto com Mikkel Solnado, que produziu o seu primeiro disco “Joan & The White Harts”, de 2016, com o qual foi semifinalista no International Songwriting Contest, nos EUA.
Em 2019/20 participou no The Voice Portugal, conquistando o 3º lugar, e em 2021 foi finalista do Festival da Canção com ‘Joana do Mar’. No mesmo ano lançou o aclamado segundo disco de originais, “Centro“, produzido por Luísa Sobral e eleito pela Revista Blitz como um dos Melhores Álbuns do Ano. Por esta altura assina a curadoria do espetáculo “Um Só Dia”, uma homenagem à poesia cantada de Manuel Alegre, que dará origem a um disco com o mesmo nome a editar já no início de outubro.
O Marta – Rapaz (2023) (single)
O Marta – Rapaz (2023) (single)
O MARTA LANÇA NOVO SINGLE “RAPAZ” SINGLE ANTECIPA O PRÓXIMO LONGA-DURAÇÃO, A SER EDITADO EM 2024
O Marta, projeto artístico a solo do artista viseense Guilherme Marta, edita o seu novo single “Rapaz”, a primeira canção a ser desvendada do seu próximo disco de originais, com edição agendada para 2024. E se um dia nos pudéssemos tornar numa canção? Em “Rapaz”, O Marta procura essa liberdade, ser “livre sem definição”, no meio de uma cascata de escolhas e perguntas. Para se ser como uma canção é preciso ser-se livre, ter liberdade de questionar e liberdade de decisão; mas também compreender o medo e o desconforto que advém disso mesmo. A composição e letra da “Rapaz” é da autoria d’O Marta, e é uma canção que reflete não só sobre o tema da libertação e conquista de liberdade, como também sobre os estereótipos que a sociedade nos impõe de diversas formas. O tema é um grito ao questionamento “o que seria do nós sem a bravura de fazer perguntas? Sem pessoas de “casta brava”, que sonham e questionam o mundo.” Sobre “Rapaz”, O Marta refere: Este single caiu-me como um balde de água fria numa daquelas semanas que desejamos poder esquecer, onde a quantidade de questões parecia transcender as perguntas de uma vida inteira, ora pela aparência do meu vestido, ora pelo meu quarto desarrumado, ora pelo meu estado de querer ficar sossegado num canto, ora pelo meu sotaque beirão que surge em momentos onde me encontra mais stressado, ou mais exaltado, ora pela maquilhagem no rosto, ora pela crença ou descrença de uma entidade qualquer espacial, ora pela dificuldade em querer mudar. Dessas questões surgiu a canção “Rapaz”, uma canção que serviu como terapia, deixando-me cair nos braços do mundo de forma a poder ser abraçado ou rejeitado por ele, mas sempre com a esperança de um dia conseguir mudar, para ser “livre sem definição”. Escrevi a letra num estado de revolta e fragilidade, chateado com um mundo que não se torna fácil de se pertencer e chateado comigo mesmo por não me querer deixar abrir para ele, viver nele e ser feliz. Nesta canção deixei-me soltar e mostrar-me mais do que alguma vez me mostrei, exibi nela a minha pele e a minha face, para que um dia se torne mais fácil de falar para o mundo, sem me esconder num quarto entulhado de roupas, e poder viajar numa barca, rumo à mudança, sem ninguém fazer questão.” O lançamento de “Rapaz” é acompanhado pela estreia de um videoclipe com a realização do próprio artista. Ao vivo, O Marta apresenta-se já hoje em Aljustrel e a 13 de outubro atua em Cantanhede no festival A Festa d’Anaia.
Conheça O Marta: Identidade musical de Guilherme Marta que busca a sua essência enquanto músico e cantor da tradição. Com este projeto, procura criar uma mistura sonora de ritmos típicos de Portugal, com harmonias vocais polifónicas que relembram não só os cantares portugueses, como os do leste europeu, sempre unidos num alicerce que explora em detalhe a linguagem do indie-pop/rock. As composições para este projeto exploraram um leque de sonoridades que vão desde as flautas tradicionais às harmonias vocais, passando pelos instrumentos de percussão tradicionais portugueses (como o Adufe ou o bombo), à inevitável Guitarra Portuguesa e aos sons psicadélicos das guitarras elétricas, sintetizadores e baterias do indie-pop/rock.
Em 2022, após o lançamento de 2 singles: “Quando o corpo não te convém” e “A Mulher Beirã”, lança também o seu álbum de estreia intitulado “Ó Moça! É Folclore”, que se compõe com os temas já mencionados anteriormente e seis outros, que em conjunto completam uma ode às mulheres que o criaram e viram crescer: a sua avó, a sua mãe e a sua irmã. No fim deste ano ganha o prémio de Talento Super Emergente no Festival Emergente em Lisboa.
Em 2023 volta às edições com “Rapaz”, o single de estreia do seu segundo disco de originais que será editado em 2024.
Rita Ventura – Eu Disse Adeus (2023) (single)
Rita Ventura – Eu Disse Adeus (2023) (single)
“Eu Disse Adeus” é o segundo single do EP de originais de Rita Ventura
Rita Ventura lança o seu segundo single “Eu Disse Adeus”, depois de revelar “Porque Foste?”, ambos do seu EP de estreia, a ser lançado em breve.
Tal como o primeiro tema lançado pela artista, também “Eu Disse Adeus” foi produzido por Agir, com letra da cantora e masterização de João André.
“O ‘Eu Disse Adeus’ conta a história do luto de uma relação: quando me apercebi que existia, associado a mim, um sentimento de culpa e de cobrança, precisei de escrever esta canção como um grito de liberdade para me relembrar quem sou e não permitir que as impressões dos outros definam a minha história. Esta canção salvou-me e eterniza o momento em que assumo o controle da minha vida.”
Antes de se lançar no mundo das canções originais, a cantora e compositora ficou conhecida do grande público depois da sua aparição no programa The Voice, com o duo “Andor Violeta”, onde cantava covers. Agora a solo, Rita Ventura prepara o seu EP de originais e traz-nos este novo tema com um videoclipe realizado por Mimi Sá Coutinho, com conceito e edição da própria cantora, e com o patrocínio da marca Tezenis.
Ainda sobre a produção de “Eu Disse Adeus” Rita Ventura acrescenta: “O Agir já seguia o meu trabalho antes e num dos nossos encontros convidei-o para produzir o meu segundo single “Eu Disse Adeus”. Sem perder a minha identidade acústica, quis desafiar-me a explorar o “universo” da produção eletrónica. O Agir entendeu não só o que a música precisava, mas entendeu-me também a mim e encontrou o ambiente perfeito destas duas sonoridades.”.
O EP de estreia tem lançamento marcado para 2024.
SOBRE RITA VENTURA
Rita Ventura nasceu no Porto em 1994 numa família de músicos. Influenciada pelo fado, cantado pelo seu avô ao jazz tocado pelos seus pais, confrontou-se desde sempre com uma aptidão natural e inata para a música.
Em 2000 tem a sua primeira aparição no Festival de Marco de Canaveses, onde participa com a sua primeira canção original, e arrecada, com seis anos, o prémio de melhor intérprete. Segue o seu percurso na música e apaixonada pelas artes, licencia-se anos mais tarde em Comunicação Audiovisual na ESMAE.
Em 2012 decide dedicar-se à música de forma profissional e cria a sua primeira banda de versões “Andor Violeta”. O projeto ganha projeção em 2020 quando são convidados a participar no programa “The Voice”. Dois anos depois, assume-se como compositora e ao contactar com João André, produtor, inicia a gravação do seu primeiro EP de originais. Lança os seus primeiros originais, “Porque Foste?” e o agora “Eu Disse Adeus”, e desde então continua a escrever e a ultimar o esperado disco.
Bri – Normal (2023) (single)
Bri – Normal (2023) (single) ID
BRI INSPIRA-SE EM ANOTHER ANGELO PARA O NOVO SINGLE ‘NORMAL’
‘Normal’ é o novo single de Brienne Keller, cantora e atriz que se apresenta no meio musical simplesmente como Bri. O tema é inspirado no poema com o mesmo nome da autoria de Another Angelo, o aclamado ilustrador e criador português. ‘Normal’ tem como propósito alertar para a temática da saúde mental e de que não há nada de errado nos dias menos bons, pelo contrário: é ‘normal’. A canção é lançada em todas as plataformas digitais no Dia Mundial da Saúde Mental (10 de outubro). ”Este tema foi criado na tentativa de normalizar os dias menos bons, a depressão e a ansiedade. Traz a mensagem de que está tudo bem em termos um dia mais cinzento, em que estamos mais tristes e ansiosos, que temos que assumi-los e vivê-los na sua totalidade. Escrevi-o num dia em que acordei triste e, depois de ler um dos poemas do Another Angelo, o ‘Normal’ nasceu de forma quase terapêutica”, revela Bri. Com melodia coescrita pela artista com o músico e também ator Afonso Lagarto, a canção foi produzida por Francisco Cardoso e conta com a colaboração de Twins nas teclas, captação, mistura e masterização. ‘Normal’ apresenta-se com um vídeo animado por Madalena Monteiro.
Nas palavras de Bri, “eu sabia que queria um visual leve para equilibrar a ‘escuridão’ do tema, quase como uma abordagem inocente sobre uma coisa tão pesada como a depressão. Quando conheci o trabalho da Madalena Monteiro soube que iria ser uma colaboração muito feliz. Durante quase um ano fomos trabalhando com muita calma e explorando o caminho da personagem e, com a ajuda do Alexandre Braga da agência criativa Base, chegámos a este filme bonito”.‘Normal’ levanta o véu sobre as próximas composições de Bri, todas escritas pela própria e musicadas com Afonso Lagarto. A artista explora um universo baseado em memórias e histórias do seu imaginário e em temas como amor, perda, família, relacionamentos, medos, entre outros.Este sábado, dia 14 de outubro, Bri atua na cerimónia de comemoração dos 45 anos da SOS Voz Amiga, linha de prevenção e apoio emocional que ajuda pessoas em situações de solidão, ansiedade, depressão ou risco de suicídio. Durante o evento, que decorre na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa, a cantora vai interpretar o novo single ‘Normal’. Mais informações sobre a associação SOS Voz Amiga e o apoio que presta podem ser encontradas no site oficial, em www.sosvozamiga.org