
LuizGa & Edgar Valente – HAUX HAUX (2023) (single)

Francisca Borges – O Problema (2023) (single)

Francisca Borges – O Problema (2023) (single)
Aos 22 anos, Francisca Borges apresenta novo single “O Problema Sou Eu”.
Passados três meses do lançamento de “Ocupada”, Francisca Borges regressa com uma canção de amor introspetiva sobre a culpa que temos nas nossas relações falhadas.
O novo single “O Problema Sou Eu” flutua entre os géneros Pop e Indie Pop, e fala sobre assumir responsabilidade pelas coisas que não deram certo na nossa vida a nível amoroso. Francisca conduz-nos, por uma viagem introspetiva e libertadora, numa divertida música de amor.
O novo single conta também com um videoclipe animado e girly produzido pelo videografo Duarte Lapa, que já participou ativamente em projetos com Alexandre Mesquita Guimarães (Locutor da MegaHits), Miguel Maninho (Influencer) e FAC (Federação Académica de Coimbra). A música foi produzida por Tomás Costa (@tommasmusic) que também trabalhou para artistas como Gama, xtinto e Kappa Jotta. Gravada, masterizada e mixada por Prisma Rec. (prisma.rec), conhecido pela sua execução em vários trabalhos com Domingues, TREX, Bispo e Gama.
Na entrevista feita por Indeota Mag, Francisca revela que seria um sonho vir a conquistar um público que sentisse as suas músicas como se lhes pertencessem. Do género, vir a pensar “eu podia ter escrito isto”.
Isto é apenas o início para a nova princesinha do pop, que já tem prometido um EP de seis temas para o Inverno de 2024.
Sobre a Artista: Francisca Borges, a cantora de 22 anos, mergulha nas complexidades do amor na sua música. Conectar-se com o público é
essencial para ela. Sempre sentiu que tinha algo a dizer e cantar as canções dos outros nunca lhe foi suficiente.
Divertindo-se com os desafios e encantos amorosos, numa nova vaga de estilo visual, traduz em melodias a liberdade, alegria, melancolia e paixão. Com composições autênticas, Francisca une corações e convida a entregarem-se à intensidade do amor através de sua música, imersa num estilo estético especial e girly, destacando o poder das mulheres na área amorosa.
Riça – Canção Das Maias (2023) (single) ID

Riça – Canção Das Maias (2023) (single) ID
“Diabos m’ Elevem” marca a estreia do Riça no formato longa-duração. Após o EP “Bicho com Mau Gosto” (2016) e alguns singles pelo caminho – “Dragão IV” (2019) e “Napoleão Precário” (2020) – o artista leva-nos agora por um universo cuidadosamente criado ao longo de 11 faixas – incluindo a já editada “Canção das Maias” -, onde a sua própria estória se funde com o imaginário popular português com o qual o artista cresceu: cantigas, provérbios, superstições, fábulas e lendas.
Este álbum, que cruza o rap com a música tradicional, foi integralmente escrito e produzido por Riça.
“Diabos m’ Elevem” conta também com Zé Poças na gravação, mistura, masterização e co-produção; Chuaga na guitarra elétrica; Luís Capela na viola braguesa; Ricardo Martins no baixo; e participações de zé menos, Kass, Rokelhe e Maçã. A edição é da Biruta Records.
A 19 de outubro ocorre o concerto de apresentação no Maus Hábitos (Porto). A formação ao vivo inclui zé menos no controle de instrumentais e vozes adicionais, e cenografia criada por Diana Queirós. Neste evento especial estarão presentes também os convidados do disco.
Twin Carrots Army – The River (2023) (single) ID

Twin Carrots Army – The River (2023) (single)
Novo projeto musical independente português “Twin Carrots Army” lança o seu single de estreia
“The River” é o single de estreia do mais recente projeto musical independente em solo nacional. Esta faixa funde elementos do post-punk dos anos oitenta, liderado por bandas como “Joy Division” e “Talking Heads” com elementos do shoegaze e goth-rock. A música, cantada inteiramente em inglês, tem cerca de três minutos de duração cheios de guitarras e reverbs que enchem qualquer sistema de som e criam um ambiente nostálgico e desconcertante. Este é apenas o primeiro single, pelo que se pode esperar muito mais música em tempos próximos. Este é um projeto de pura paixão pela música e pela arte, todo o trabalho tanto musical como de marketing e publicidade é feito por uma pessoa só. O objetivo do projeto é, acima de tudo, espalhar algo feito com toda a dedicação para o publico que esteja interessado, e se possível criar memórias no ouvinte e transmitir a paixão que o artista sente pela música.
André Seravat – Fora Da Lei (2023) (single) ID

André Seravat – Fora Da Lei (2023) (single) ID
ANDRÉ SERAVAT LANÇA NOVO SINGLE ‘FORA DA LEI’ E VIDEOCLIPE COM PARTICIPAÇÃO DA INFLUENCER MARIANA BOSSY
André Seravat está de regresso com o novo single ‘Fora da Lei’, já disponível em todas as plataformas digitais. O tema produzido por Hits Mike apresenta o lado Dance Pop do artista e antecipa o EP de estreia, que será lançado em novembro.
“Nesta música mergulho no meu mundo de liberdade. É um manifesto de autoafirmação e empoderamento, um hino à individualidade e à coragem de seguir o nosso próprio caminho. A inspiração por detrás da ‘Fora da Lei’ veio da procura da minha verdadeira essência. A ideia de ser livre de padrões e expectativas é um tema central na canção”, revela André Seravat.
Com música composta pelo cantor, Tyoz e Hits Mike e com letra da sua autoria, Tyoz e Gonzalo Tau, ‘Fora da Lei’ é acompanhada por um videoclipe cinematográfico realizado por Eva Mina e a equipa MLN Studios. O visual conta com a participação especial da influencer digital portuguesa Mariana Bossy.
“Aceitar o convite do André Seravat para participar neste videoclipe foi muito fácil, porque desde logo percebi o talento e o empenho dele e da equipa para com este projeto. Gosto muito de trabalhar com pessoas profissionais e que, ao mesmo tempo, mantêm a sua essência, e tenho a certeza de que ainda vamos ouvir falar do André. Além disso, este single é um 10! Vamos ficar viciados. ‘Fora da Lei’ vai estar em loop no meu carro”, refere Mariana Bossy.
Para André Seravat, esta é “uma música divertida e arrojada e, por isso, tinha de ter um vídeo igualmente impactante. Queria que fosse quase como um minifilme, com uma narrativa envolvente e com surpresas. A presença magnética e o carisma da Mariana Bossy foram a cereja no topo do bolo e a química entre nós acrescenta muita autenticidade à história”.
O novo single sucede à balada ‘Alguém’, lançada em abril, que já ultrapassou as 125 mil visualizações no YouTube, entrou nas 50 Canções Virais no Spotify Portugal e ganhou airplay diário na RFM e noutras rádios nacionais. Ambas as canções vão integrar o EP de estreia, com edição marcada para novembro e que promete afirmar André Seravat como um dos novos nomes do panorama Pop português.
Natural de Vila Nova de Gaia, o cantor, compositor e ator André Seravat participou na mais recente temporada do The Voice Portugal com o grupo Good Habits, integrando a equipa de Diogo Piçarra.
Depois do programa de televisão, editou o single a solo ‘Alguém’. Composta em parceria com Tyoz – cantor e compositor português que já trabalhou com nomes como Bárbara Bandeira, Blaya, SYRO, Anitta e Madonna, a canção apresenta uma mistura de sonoridades Pop e R&B, com um refrão viciante e um videoclipe realizado por Diogo Costa, o produtor do tema.
Com influências variadas no mundo da música, como Lil Nas X, Miley Cyrus e Freddie Mercury, André Seravat é, também, um sucesso no online, com mais de 50 mil seguidores nas redes sociais e mais de 4 milhões de visualizações no TikTok.
Wildchains – Waterfall (single) (2023)

Wildchains – Waterfall (single) (2023)
BRACARENSES WILDCHAINS EXPÕEM “THE UNDERGROUND INN”
Braga, 28 de agosto de 2023 – A banda de rock bracarense, Wildchains, anuncia o lançamento da sua controversa estreia discográfica intitulada de “The Underground Inn” para o próximo dia 21 de setembro.
O lançamento da aguardada estreia discográfica da banda bracarense Wildchains, intitulada “The Underground Inn”, está oficialmente marcada para o dia 21 de setembro e, para além dos três singles já lançados pela banda – “Chaotic Needs”, “Waterfall” e “I Lie” -, apresentará também um novo par de temas exclusivos.
Através de uma sonoridade que funde influências do rock clássico ao rock moderno e das letras provocativas em “The Underground Inn”, os Wildchains abordam histórias reais e temáticas controversas presentes no mundo artístico underground e assumem uma postura ousada como defensores da arte e da cultura presente nesse meio, utilizando a sua música como uma plataforma para denunciar a corrupção e a falta de apoio aos artistas emergentes.
“Este lançamento não ocorreu como foi originalmente planeado, mas é o fruto da superação de vários obstáculos. No nosso percurso, cruzámo-nos com indivíduos de intenções duvidosas, iniciativas corruptas e barreiras erguidas por círculos fechados no nosso meio musical. Em vez de cedermos, optámos por aceitar estes desafios, e usá-los como inspiração para o lançamento. No final, conseguimos moldar o nosso caminho da melhor forma possível, investindo naquilo que nos define e no que acreditamos. O resultado foi este, ‘The Underground Inn'”, partilhou Sérgio “Wizro” Oliveira, guitarrista da banda.
Todos os temas de “The Underground Inn” estarão disponíveis em todas as principais plataformas de streaming de música a partir da manhã do dia 21 de setembro. Os ouvintes podem também acompanhar o trabalho dos Wildchains seguindo-os nessas plataformas e nas suas redes sociais.
Sobre os Wildchains:
Formados em Braga em 2021, os Wildchains são uma banda de rock conhecida por cativar o público com a sua sonoridade que alia groove contagiante, a riffs energéticos, a ua voz cativante. Com um portfólio de concertos que apresenta atuações por todo o país, os Wildchains têm-se tornado rapidamente numa relevante banda do panorama do novo rock nacional. Seja a tocar em locais intimistas ou a comandar palcos de festivais, nunca deixam de oferecer uma performance inesquecível.
Peculiar – Chover (2023) (single) ID

Peculiar – Chover (2023) (single) ID
Ser Peculiar não se trata de querermos ser diferentes, isso é apenas uma consequência. Trata-se de querermos ser quem somos: isentos, independentes e livres.
É assim que se apresenta João Nicolau Quintela aka Joaquim Tela, um artista multifacetado de 21 anos oriundo de Faro, Portugal.
Inspirado no tradicionalismo musical português, das noites passadas com a avó a ouvir Carlos Paredes e Madredeus, enquanto comia bolachas Maria com chá, e dass cantigas do Zeca Afonso que o avô e mãe lhe cantavam, Peculiar navega até ao modernismo e procura misturar estas influências na sua música juntamente com referências como Rosalia, Stromae e Tyler the Creator.
Peculiar explora então, a sua própria sonoridade musical numa manifestação de liberdade de expressão, movimento e individualidade, com uma imagem que se desenquadra do que é suposto, distinguindo-se pelas suas letras, sombrias e realistas, inspiradas no mundo dos livros do fantástico que leu, onde não existem padrões e cada um é como é e há espaço para todos serem o que querem ser.
Para além da participação no festival de curtas-metragens 48 Hours como compositor de banda sonora, Peculiar conta com a bagagem musical de outros projetos de música autoral como o 4.º lugar no concurso algarvio Música Já em 2019, ser um dos artistas do projeto Cápsula do Faro2027, ter tocado em 2021 no South Music e em 2022 no Festival F em Faro. Mais recentemente contribuiu na composição de 3 temas para o novo álbum de Aurea “Moods”. Alcançou o 8.º grau com guitarra clássica e canto no Conservatório e encontra-se atualmente a estudar Criação e Produção Musical na ETIC e Canto e Guitarra Jazz no Hot Clube.
Peculiar é um espaço para os outros encontrarem o seu lugar, sem barreiras de ser ou ter, um espaço para que as pessoas se expressem sem se enquadrar nas normas, pois no fundo ser peculiar não se trata de querermos ser diferentes, isso é apenas uma consequência. Trata-se de querermos ser quem somos: isentos, independentes e livres.
Créditos “Chover” com Insta
Música
Composição e Letra: João Nicolau Quintela (@joaquim.tela)
Produção: b-mywingz (@bmywingz), João Nicolau Quintela (@joaquim.tela)
Mix e Master: Michael”Mic”Ferreira (@sinefactory)
Capa
Fotografia: Pedro Alves (@dissecadu)
Assistente Fotografia: Gabriel Melo (@gabrielmelomusic)
Design de Capa: Leonardo B (@leonarrd.b)
Materiais Promo: Catarina Gomes (@catarinaacgomes)
Videoclipe
Realização- João Morgado (@joaomrgd)
Produção- Madalena Braz de Oliveira (@madalenabrazoliveira)
Assistente de Realização- Maria Beatriz Castelo (@mbcastelo__)
Assistente de Produção- Catarina Van den Avyle (@catarinavdavyle)
Diretor de Fotografia- Miguel Faustino (@miguelfaustino_)
1º Assistente de Câmara- João Fangueiro (@jfangueiro)
Gaffer- Rodrigo Doroteia (@doroteia_rodrigo)
Best Boy- Pedro Alves (@dissecadu)
Steadicam- Rui Carvalho (@rscarvalho1494)
Direção de Arte- Mariana Frias (@mariana.friiias)
Designer de Moda- Jaya Phoenix (@jayaphoenix), Mariana Henriques (@marianahhenriques)
Guarda Roupa- Tomás Almeida (@diasdechuvaseca)
Fogo – Ricardo Infante da Câmara (@ricardo_ranger)
Montador- João Morgado (@joaomrgd)
Colorista- Miguel Faustino (@miguelfaustino_)
BTS- Madalena Braz de Oliveira (@madalenabrazoliveira)
Material de Imagem – Planar
Material de Iluminação – Algures no Planisfério
Agradecimentos
Planar
Rodrigo Delgado
Fernando Tavares
Ricardo Barrileiro
Estacionamento da Avó
Nuno Braz de Oliveira
Sebastião Braz de Oliveira
Sofia Spínola
Lúcio Soares
Créditos “Chover” sem Insta
Música
Composição e Letra: João Nicolau Quintela
Produção: b-mywingz, João Nicolau Quintela
Mix e Master: Michael”Mic”Ferreira
Capa
Fotografia: Pedro Alves
Assistente Fotografia: Gabriel Melo
Design de Capa: Leonardo B
Materiais Promo: Catarina Gomes
Videoclipe
Realização- João Morgado
Produção- Madalena Braz de Oliveira
Assistente de Realização- Maria Beatriz Castelo
Assistente de Produção- Catarina Van den Avyle
Diretor de Fotografia- Miguel Faustino
1º Assistente de Câmara- João Fangueiro
Gaffer- Rodrigo Doroteia
Best Boy- Pedro Alves
Steadicam- Rui Carvalho
Direção de Arte- Mariana Frias
Designer de Moda- Jaya Phoenix, Mariana Henriques
Guarda Roupa- Tomás Almeida
Fogo – Ricardo Infante da Câmara
Montador- João Morgado
Colorista- Miguel Faustino
BTS- Madalena Braz de Oliveira
Material de Imagem – Planar
Material de Iluminação – Algures no Planisfério
Agradecimentos
Planar
Rodrigo Delgado
Fernando Tavares
Ricardo Barrileiro
Estacionamento da Avó
Nuno Braz de Oliveira
Sebastião Braz de Oliveira
Sofia Spínola
Lúcio Soares
Inês Monstro – Hipnose (2023) (single)

Inês Monstro – Hipnose (2023) (single)
INÊS MONSTRO LANÇA NOVO SINGLE ‘HIPNOSE’ E ANUNCIA ÁLBUM DE ESTREIA PARA OUTUBRO
Inês Monstro lança o videoclipe do novo single ‘Hipnose’ (disponível nas plataformas de streaming esta sexta-feira). Co-escrita pela cantora e compositora com Rita Onofre, a canção foi produzida por Choro, a par dos singles anteriores, ‘Porque Te Quero’, editado em janeiro, e ‘Tanto Tempo’, lançado em abril. ‘Hipnose’ é uma canção Pop marcada por uma batida cativante e que antecipa o aguardado disco de estreia de Inês Monstro, que será editado em outubro.
Sobre o novo single ‘Hipnose’, a artista revela que “é uma das canções que traz leveza a este álbum e que mostra com o videoclipe um lado mais extrovertido da minha persona”.
‘Hipnose’ estreia-se com videoclipe realizado pela própria Inês Monstro com André Azevedo. Tal como nos lançamentos anteriores, a direção criativa e artística é da autoria da cantautora, que encara os vídeos que acompanham as suas músicas como “uma extensão da narrativa das mesmas”.
“O vídeo foi realizado por mim e pelo André Azevedo e todas as imagens foram captadas por uma webcam e uma câmara digital antiga do meu pai. A narrativa debruça-se sobre a ideia de eu estar a cantar para alguém que está do outro lado da câmara, remetendo-nos para as relações no universo digital”, afirma a cantora.
O novo tema ‘Hipnose’ fará parte do disco de estreia de Inês Monstro, com edição marcada para o mês de outubro, e que a própria descreve como um “álbum de sonoridades contrastantes que habitam o mesmo universo”. Até lá, a artista prepara o concerto de apresentação do disco, num conceito único ligado à sua formação artística e performativa, a anunciar nas próximas semanas.
Sobre Inês Monstro
Entre a polaridade do belo e do grotesco de tudo o que existe entramos no mundo de Inês Monstro, nome artístico de Inês Laranjeira, cantora e atriz lisboeta. Dona de um estilo único, ficou conhecida pelo público aos 16 anos, como finalista do programa “Ídolos”, da SIC, em 2009/10. A irreverência que carrega desde cedo reflete-se, agora, numa artista madura e com narrativas únicas.
Depois de ter estudado Canto e de se ter formado como Atriz na Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa, Inês Monstro colaborou com vários artistas nacionais e internacionais de diferentes áreas e géneros musicais, experiências que lhe permitiram evoluir não só como cantora, atriz e performer mas, também, desenvolver o seu processo de composição.
No início de 2023 lança o primeiro single, ‘Porque Te Quero’, ao qual se seguiram ‘Tanto Tempo’ e agora ‘Hipnose’. As composições da artista aliam géneros contemporâneos e sonoridades retro, mostrando diferentes histórias sonoras e visuais a cada canção que apresenta.
L-Capitan – Soturna (2023) (EP) (Entrevista)

L – Capitan – Soturna (2023) (EP) (Entrevista)
L – Capitan veio para o estúdio da Rádio Olisipo para apresentar o seu primeiro EP, com título “Soturna” (2023).
Autor: Francesco Valente. Entrevista realizada a 12/07/2023.
L – Capitan – Soturna (2023) (EP)
Uma paixão quase platónica, um primeiro beijo adiado por largos anos, enquanto escolhia outras como a guitarra elétrica ou clássica, Luís Fernandes aka L-CAPITAN ganhou coragem e abraçou a guitarra portuguesa como sua.
Disse o grande Nicolau Breyner “tirar o fado do ambiente tão soturno” mas SOTURNA apenas pretende trazer esse ambiente para outros contextos e com a sonoridade da guitarra de Lisboa viajar por ritmos de outras latitudes, unir estéticas sonoras que não se costumam tocar. Reinterpretar a Guitarra Portuguesa no Sex XXI.
L-CAPITAN viajou muitos anos pela produção musical trabalhando com outros artístas em projectos próprios de diferentes estilos. Agora, quer aliar o chorar da guitarra portuguesa com os lugares musicais por onde passou. Entrem neste barco e naveguem com L-CAPITAN. O EP de estreia SOTURNA é editado dia 19 de Maio.
Dia 23 de Março é a minha estreia ao vivo com a guitarra portuguesa, bem acompanhado pelo Leonardo Pisco (Viola), e iniciamos a nossa jornada nas Caldas da Rainha no Toca da Onça. Vou apresentar os temas inéditos que fazem parte do novo EP acompanhados de alguns instrumentais icónicos da Guitarra de Lisboa.
L-CAPITAN
BIOGRAFIA L-CAPITAN (LUÍS FERNANDES)
L-CAPITAN (Luís Fernandes) estreou-se no mundo da música em tenra idade. Aos 8 anos começou a aprender guitarra clássica na escola de Música Nossa Senhora do Cabo. Mais tarde, viajou por caminhos mais distorcidos com a guitarra elétrica, entre vários projectos foi vocalista e guitarrista dos já extintos YAGMAR. Produziu e colaborou com vários artístas entre os quais os Angolanos – Elenco da Paz e Yuri da Cunha, em Espanha com a rapper ELVIRUS e na India com Kali. Enveredou pelas 12 cordas da guitarra de Lisboa em 2022. Um caminho árduo nestes 9 meses de curta aprendizagem, mas que promete dar frutos onde os seus 27 anos de guitarra não o deixam desistir.
https://www.instagram.com/lcapitan88/
https://www.youtube.com/@l-capitan
Caostropi – Tempo (2023) (single)

Caostropi – Tempo (2023) (single)
CABEÇA QUENTE, SOB O SOL:
CAOSTROPI SE PREPARA PARA LANÇAR ‘MEIO-FIO’
Consolidando o processo iniciado em seu EP de estreia ‘Brutalidade Jardim’ (2021), o delírio da Caostropi agora experimenta as nuances de uma psicodelia mais solar, mergulhando no surreal-materialismo da palavra. O ambiente urbano, a falência de determinadas construções sociais e um sujeito que, assim situado, percebe a si mesmo e se constrói no caos.
“TEMPO” é lançado no dia 01/09
Numa atmosfera onírica, o sujeito observa a falência das construções sociais diante da força destrutiva do tempo, nele despertando uma urgência em encontrar uma alternativa de escape.
Bela Noia – Canção Da Lua (2023) (single)

Bela Noia – Canção Da Lua (2023) (single)
BELA NOIA LANÇA VIDEOCLIP “CANÇÃO DA LUA” E APRESENTA DISCO DE ESTREIA NO DIA 23 DE SETEMBRO NO JARDIM DA CASA DO MIRADOURO EM VISEU
A “Canção da Lua” é o terceiro tema de avanço do disco de estreia Os miúdos estão bem de Bela Noia a editar a 15 de setembro.
Este disco é o culminar de um pensamento já muito cansado de Pedro Vieira. O artista viseense cria a Bela Noia como forma de se exprimir e de se cantar acabando por passar para estes “miúdos” as suas memórias e opiniões.
Curiosamente, a Bela Noia apenas se tornou numa banda depois do disco estar pronto. O processo de criação começa pela necessidade e, a partir daí, surgem as canções de Pedro que acaba por se juntar a Gonçalo Alegre na produção e gravação dos temas. Os miúdos estão bem foi produzido e gravado no espaço de um mês e juntou Miguel Rodrigues ao grupo que, ao gravar as baterias e percussões do grupo, se apercebe que a união era o caminho mais prazeroso a seguir. Ainda sem nome nesta fase de gravações, a “quase banda” pediu emprestada as vozes de amigos para cantarem as suas dores e, numa maravilhosa resolução do universo, a voz maravilhosa da cantora Teresa Melo Campos das Sopa de Pedra protagoniza e lidera os coros dos temas! Para terminar, as canções ficaram nas mãos de Nuxo Espinheira na mistura e masterização do disco. Leonardo Outeiro entra para interpretar os temas na guitarra, mas acaba por ficar e contribuir para o processo criativo!
Os miúdos estão bem é um álbum melancólico que chora as dores de crescer e todas as dúvidas que daí surgem! Procura uma resposta às coisas que nem sempre têm resposta e reflete sobre o tempo e sobre o amor! As músicas complementam-se pela ordem em que se encontram e surpreendem pela sonoridade e pelo discurso inovador que apresentam em termos estruturais. Apesar de tudo, as influências de Pedro Vieira não são óbvias e escondem-se por detrás de cada música, encontrando algo de folk ou de rock, alguns ruídos e melodias agradáveis e orelhudas, palavras simples e refrões que permanecem na cabeça. Apesar de todo o seu caráter taciturno, o disco embala-nos nas suas dores com uma atitude estranhamente positiva.
A “Canção da Lua” é um tema que conta uma história entre dois desconhecidos que se encontram aparentemente por acaso e reflete sobre a noite e o seu ar de matreira, tendo a lua como protagonista que nos ilumina durante toda a canção. O videoclip foi realizado e filmado pelo vocalista Pedro Vieira e une narrativamente os dois primeiros singles.
A 23 de Setembro, a Bela Noia apresenta Os miúdos estão bem ao vivo em Viseu no Jardim da Casa do Miradouro num espetáculo que dá a conhecer pela primeira vez os temas deste disco ao vivo.
https://www.instagram.com/bela.noia/
https://www.youtube.com/@abelanoia
César Lacerda – Faz O Teu (2023) (single)
CÉSAR LACERDA E A QUEDA DO CÉU
Em ‘Década’, César Lacerda celebra no formato íntimo de voz e violão canções que marcaram sua trajetória nos últimos dez anos. O álbum, concebido por Filipe Catto, traz reinterpretações de músicas dos seus cinco discos lançados até então, regravações de canções que Lacerda compôs para outras e outros artistas (como é o caso de ‘Minha Mãe’, originalmente registrada por Gal Costa e Maria Bethânia) e duas inéditas.
Marcos Lacerda
Entre Minas, Rio e São Paulo, e no coração mesmo do modo de ser da canção, que traduz o modo de ser do Brasil, César Lacerda vem construindo a sua obra. Paulatinamente. Como se fosse jogando ali um pouco da brisa marítima carioca, com sua leveza por vezes melancólica; acolá algo da densidade das montanhas de Minas, das ambiências rochosas que levam ao pensamento mais concentrado; mais adiante, a atenção a arte como forma em si e por si, como movimentação de significantes cuja dança evoca ruídos, desencontros, tensões e espelhamentos difusos.
A canção como “Isso também vai passar” nos convida ao desapego, à paciência, uma certa sabedoria do tempo e ao gosto da quentura do afeto. Tudo Tudo Tudo Tudo (2017), pode ser considerado como a sua criação mais próxima da canção de gosto e fundamento pop, por mais arriscado que seja usar tal termo. “Desejos de um leão” foi feita para o álbum Nações, Homens ou leões (2021), que considero o mais espetacular da sua obra até aqui, com todos arranjos criados e registrados por César em seu telefone celular.
Seguem ainda, pelo álbum, parcerias luminosas com artistas de gerações anteriores, como Jorge Mautner (“Minha mãe”, gravada no disco “A Pele do Futuro”, por Gal Costa e Maria Bethânia) e Ceumar (“Espiral”, presente no disco que comemora vinte anos de carreira da cantautora e contou com direção artística de Lacerda). E também, com artistas da sua geração, casos de Luiz Gabriel Lopes e Luiza Brina (“O fazedor de rios”), Nina Fernandes (“Desculpa”), Flávio Tris (“Oriki”), Francisco Vervloet (“Touro Indomável”) e Rômulo Fróes (“Faz parar”). Com este último, César Lacerda fez todo um álbum: O meu nome é qualquer um (2016). Existem ainda canções inéditas e de autoria apenas de César Lacerda, casos de “O amor fincou raízes por aqui” (canção inédita, dedicada ao poeta Leonardo Fróes e a Victória Leão Vendramini, companheira de Lacerda), “Lute contra mim” (gravada originalmente pela cantora Paula Mirhan, à frente da banda paulistana Filarmônica de Passárgada), e a já mencionada “Isso também vai passar”.
Mas têm outras duas, também de autoria apenas de César Lacerda, e que fazem um curioso movimento que parece abranger algo da estilística da sua obra. A última canção do disco, “Porquê da voz”, do seu primeiro álbum, Porquê da Voz (2013), assume a posição do artista, como senhor do seu tempo e do nosso tempo, capaz de fazer aparecer as nervuras do real e contê-las, como se fosse um mediador entre o que há de terrível na realidade tal qual ela é, e o que pode haver de intensificação e gozo imprevisto na forma artística. E mesmo sendo assim, o artista continua a saber percorrer, delicada e em pianíssimo, as tramas sempre intrincadas da consagração cultural, da afirmação de si, do seu lugar como um dos principais nomes da nossa canção popular, algo que se pode ver ecoando na inédita “Faz o teu”, que abre o álbum, e parece dizer os sentidos da voz, da canção e do tempo do artista. Dele, dos outros e também de nós que o acompanhamos, como críticos ou como apreciadores do jogo lúdico dos afetos, da linguagem artística doce e afiada, da forma de pensamento, em suma, do seu modo de fazer canção e impedir, para nós, para ele, para os outros, a queda do céu:
Faz o teu
Pisa devagarinho
Enquanto os homens gritam Suas glórias, troféus
Dance a dança das formigas Que se agitam noite e dia Impedem a queda do céu