Inês Apenas – Fim Do Mundo (Alex D’Alva Teixeira Re – Edit) (2023) (single)

Inês Apenas – Fim Do Mundo (Alex D’Alva Teixeira Re – Edit) (2023) (single)

INÊS APENAS E ALEX D’ALVA LANÇAM NOVA VERSÃO DE ‘FIM DO MUNDO’
(FESTIVAL DA CANÇÃO 2023)

A cantora, compositora e pianista INÊS APENAS edita a nova versão de ‘Fim do Mundo’, pronta para as pistas de dança neste verão. O Re-Edit de Alex D’Alva surge 5 meses depois do tema ter sido disponibilizado em formato lyric video na apresentação à imprensa do Festival da Canção 2023, escolhido entre mais de 650 candidaturas públicas da submissão livre e finalista do concurso da RTP.


“Foi impossível ficar indiferente a este Re-Edit do Alex D’Alva, que conjuga muito bem ritmos reggaeton com a estética original da canção. Confesso que fiquei viciada desde o primeiro dia em que ouvi e é muito bonito ver uma pessoa que admiro imenso artisticamente fazer uma versão duma música que compus”, confessa INÊS APENAS.
Segundo Alex D’Alva, a parceria aconteceu espontaneamente: “já nos bastidores da semifinal [do Festival da Canção], quando fui dar os parabéns à Inês e à sua equipa pelo brilhante trabalho, ela confidenciou que tinha um protótipo para uma versão brega funk do ‘Fim do Mundo’ e despertou a minha curiosidade e um sorriso“, afirma o músico.

“Mais tarde, fui desafiado pela Sara Soares (Cest Fantastique) d’ O Baile Todo a integrar esse protótipo no nosso DJ Set no Festival A Porta, em Leiria. Inspirei-me nas festas Digital Destiny onde podemos dançar ao som dos Re-Edits da DJ e produtora Von Di, afastei-me um pouco dos signos sónicos do brega funk e direcionei o ‘Fim do Mundo’ para o universo do Reggaeton e do Global Bass” conta Alex D’Alva acrescentando, ainda, que “esta nova visão preserva os elementos envolventes e etéreos da versão original mas também leva o tema para outros territórios, que desafiam as nossas noções de presença e ausência de classe na música que ouvimos diariamente. Após experienciar a energia efusiva que este Re-Edit despertou na pista de dança d’A Porta, concordámos que deveríamos partilhar esta versão com toda a gente”.

Sid Saint – Ela (2023) (single)

Sid Saint – Ela (2023) (single)

Lisboa, 28 de julho de 2023 – O músico multi-instrumentista e produtor, Sid Saint (alter-ego de Ricardo Martins), está de volta com o seu mais recente single “Ela”, uma canção ritmada e animada que questiona a perceção da realidade e a natureza subjetiva da imagem que criamos sobre as pessoas que conhecemos. Chegou no dia 28 de julho a todas as plataformas digitais.

“Ela” leva-nos numa abordagem direta que explora as nuances da imaginação e do desejo de um idealista descabido. Sid Saint convida-nos a refletir sobre a construção dos traços de uma pessoa na nossa mente, moldados pelo tempo e pela disposição do momento. Será que “ela” é apenas o resultado de um adolescente ingénuo que capturou um instante perfeito numa foto, ou será que é alguém que alcançou o sucesso e se tornou “boa demais” para ser real? Ao longo da canção, percebemos que apenas “ela” pode dar a conhecer a sua própria realidade.

“Esta canção é uma viagem introspetiva que nos leva a questionar as nossas próprias idealizações e expectativas em relação aos outros. É uma reflexão sobre como pintamos a imagem da outra pessoa de acordo com nossos desejos e circunstâncias e como isso pode afetar a nossa perceção da realidade. No fundo, é uma música que explora a complexidade das relações humanas e a procura incessante pelo ideal”, refere Sid Saint.

Esta canção convida os ouvintes a refletirem sobre as expectativas que colocamos nas pessoas que conhecemos e se “ela” é simplesmente uma criação platónica. Já o videoclipe que acompanha a canção mostra a idealização do amor por “ela” na perspetiva do artista. Desfasado da realidade, o espetador é levado para dentro de uma loucura imaginária, mostrando o tipo de cenários que o artista forma neste tipo de situação.

Este artista madeirense, residente em Lisboa, que escreve e produz as suas músicas e vídeos, tem cativado o público com o seu estilo original e dinâmico desde o lançamento da sua primeira música em português, “Troca de Estação”, em 2021. Já conta com vários singles a solo e colaborou com outros artistas como Vânia Fernandes e Pepperoni Passion. Entre os trabalhos anteriores, destaca-se “Numa Só Voz” que obteve quase 50 000 streams no Spotify, uma colaboração com o cantor cristão Ricardo Silva e a bailarina Sara Sá.

Sid Saint aposta também em performances dinâmicas e visuais únicos, através de um espetáculo Pop que inclui tanto músicas originais quanto interpretações criativas de clássicos da música portuguesa. A sua capacidade em transmitir uma “boa vibe” contagiante é um dos pontos de destaque do seu trabalho que continua a encantar o público com uma sonoridade eclética e positiva.
Acompanhe o trabalho de Sid Saint através das redes sociais e das plataformas digitais de música.
Sobre Sid Saint:

Nascido em 1990, na Madeira, Ricardo Martins, conhecido artisticamente como Sid Saint, é um músico multi-instrumentista e produtor que dedicou sua vida à busca de sua voz, rejeitando o convencional e o conformismo. Com influências musicais que vão desde Nu Metal e Pop Punk até Jazz, Música Erudita, Rock e Hip Hop, Sid Saint cria uma sonoridade eclética e enérgica, transmitindo sempre uma mensagem positiva.

Mito Urbano – Em Circulos (2023) (single)

Mito Urbano – Em Círculos (2023) (single)

Mito Urbano é uma banda de rock em português. Embora também explore outras sonoridades, o rock é a sua matriz. O grupo é constituído por Miguel Maleitas (voz), Pedro Domingos e Pedro Bitencourt (guitarras elétricas), João Marta (baixo elétrico) e Ricardo Martins (bateria).

O longo período em que a banda não saiu do estúdio para ver a luz do palco (inicialmente, por causa da pandemia e, posteriormente, pelo normal processo de amadurecimento das composições), justificou a denominação de Mito Urbano.

Nome que igualmente se adequa às letras do primeiro conjunto de músicas próprias, que não raras vezes oscilam entre a realidade e a ficção, a certeza e a dúvida, a ilusão e a desilusão. É nessa fronteira que se desenvolve a sonoridade dos Mito Urbano.

“Em Círculos” é o primeiro single a ser lançado, mas a ele se seguirão outros nos próximos meses. Paralelamente, os Mito Urbano estão a preparar o lançamento de um EP.

Sidebar – Before (2023) (single)

Sidebar – Before (2023) (single)

SideBar lançam o seu single de estreia “Before”

Lisboa, 08 de Agosto 2023

A jovem banda SideBar anuncia o lançamento do seu single de estreia “Before”.
Esta faixa marca o início de um projeto criado por dois amigos que procuram deixar a sua marca no panorama musical, levando os seus ouvintes numa viagem conjunta pela procura da sonoridade certa.
Combinando influências variadas que vão desde o Indie Pop até elementos de Indie Rock,”Before” promete ser um lugar onde a nostalgia e o presente se sentam para conversar. Através da junção de guitarras arrojadas, teclados etéreos e uma secção rítmica pulsante, culmina-se num crescendo emocionalmente carregado que promete cativar quem por aqui passar.

Vítor Nunes, o instrumentalista da banda, partilhou a sua empolgação com o novo single: “Estamos radiantes por apresentar “Before” a Portugal e ao mundo. Este lançamento é um marco muito importante para nós, pois sempre sonhámos fazer e partilhar música e sentir que conseguimos materializar aquilo que se iniciou como uma ideia, aproxima-nos, sem dúvida, do sonho.”

Em relação ao Videoclip que acompanha o lançamento, Miguel Ribeiro, vocalista e letrista do projeto, não deixa de anotar que “Tínhamos em nossa posse um conjunto de vídeos VHS da infância do Vítor e de momentos passados no Festival Vodafone Paredes de Coura com os meus amigos, pelo que mal ouvimos a música finalizada percebemos que faria todo o sentido que o Videoclip fosse construído a partir daí.”

“Before” está agora disponível em todas as plataformas de streamig de música, permitindo que os fãs mergulhem na atmosfera envolvente
criada pela banda.

Cristobal Rey – Volta A Crescer (2023) (single)

Cristobal Rey – Volta A Crescer (2023) (single)


Embarque em uma viagem musical transcendente através da paisagem rica e diversificada da música psicodélica brasileira. Dos sons alucinantes do movimento Tropicália às explorações modernas de artistas contemporâneos, Cristobal Rey Band levará você a uma viagem sonora cativante.

Bela Noia – Paranoia (2023) (single) ID

Bela Noia – Paranoia (2023) (single) ID

A Bela Noia existe… e é vossa.

Após mostrar a sua habilidade lírica e a sua capacidade de contar histórias em projetos anteriores, o artista multidisciplinar Pedro Vieira aventura-se por um outro caminho que o leva a refletir, procurando uma solução para uma realidade que o inquieta. Tentando reinventar-se, acaba por explorar uma nova linguagem, criando assim uma série de canções que amotinam os alicerces da música pop e inquietam quem as ouve, pelo constante salto ao rock e folk, sem largar a mão do noise e do prog rock. A Bela Noia surge quase que por vontade própria, como uma necessidade de espelhar o lado não explicativo e menos racional do processo criativo de Pedro Vieira.  

A Bela Noia cresce e amadurece com colaboração do músico e produtor viseense Gonçalo Alegre que acompanhou todo o processo desde o início, criando os arranjos para as canções e produzindo o primeiro disco de Bela Noia. A banda fica completa com Miguel Rodrigues, que assume as baterias e percussões do projeto, e Leonardo Outeiro, que interpreta os temas na guitarra, baixo ou teclado.

“Para quê voltar” assinala o avanço do disco de estreia de Bela Noia. Num single com fortes influências de música rock, folk e tradicional, edifica-se um hino à nostalgia, incitando uma reflexão sobre o conceito de memória. O sujeito poético grita por atenção e ajuda, procurando responder às suas dúvidas e apelando, sobretudo, à esperança, num misto de emoções que constituem esta viagem. Se recordar é viver e faz parte do que somos, então para quê querer voltar?

“Para quê voltar” é o quarto capítulo do disco Os Miúdos estão Bem, com lançamento marcado para este ano. O álbum exprime uma fase algo conturbada na vida do autor, que expõe os seus medos e turbulências emocionais. A Bela Noia procura, sobretudo, respostas para uma fase de emancipação e transição. A mudança é algo assustador e ao procurar uma resposta acaba por perceber-se que a falta dela é uma possibilidade… e está tudo bem!

A componente visual que acompanha o tema é realizada e filmada por Pedro Vieira e Leonardo Outeiro e editado por Pedro Vieira criando uma estética intima, caseira e pessoal sem grandes artifícios e recursos.

https://www.instagram.com/bela.noia/

https://www.youtube.com/@abelanoia

Henrique – More To Life (2023) (single)

Henrique – More To Life (2023) (single)

Henrique é um artista pop independente com o sonho de alcançar sucesso internacional. Natural do distrito de Coimbra, desde pequeno explorou as mais diversas áreas artísticas como forma de expressão, tanto nas artes plásticas como nas artes performativas. Consciente de que a escrita é a sua melhor ferramenta para comunicar e compreender as suas emoções, começou a compor e produzir temas originais que tem vindo a lançar nas plataformas digitais. Além de cantor e compositor, é ator e bailarino, com formação em teatro musical. Um dos seus grandes objetivos é poder representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção.

Para mais informações:
songsbyhenrique@gmail.com

redes sociais
Disponível em Instagram, Twitter e Tiktok, com o username:
@songsbyhenrique

James Dos Reis – Free To B (2023) (single) ID

James Dos Reis – Free To B (2023) (single)

James dos Reis lança o videoclipe do novo single ‘Free to B’ (disponível nas plataformas digitais de streaming esta sexta-feira), uma canção sobre descoberta e liberdade em que o artista dá um passo em frente na sua afirmação pessoal. Com uma sonoridade pop com fortes influências R&B, ‘Free to B’ antecipa o EP de estreia do cantor, com edição prevista para o final deste ano. A letra é da autoria do artista e a música foi composta em parceria com o produtor Diogo seis e o compositor Tyoz, conhecido pelas colaborações com Blaya, Madonna, Anitta ou Bárbara Bandeira.

“‘Free to B’ é o clímax deste EP, que tem sido um caminho em busca da minha verdade. Não foi fácil chegar até aqui. Venho de uma família tipicamente portuguesa e criola, em que os valores tradicionais, e diria também conservadores, nos moldam desde muito cedo. Sou um jovem negro do bairro, por isso, imaginem a coragem e estrutura que tive de construir para conseguir ser eu próprio e viver a minha liberdade de forma segura e com o respeito que isso merece”, revela James dos Reis. “Nesta canção falo abertamente da minha sexualidade, com uma leveza e confiança que demoraram o seu tempo a chegar até mim. Ainda que com medo, senti uma necessidade de afirmação para comigo mesmo mas também para com o núcleo de familiares e amigos que me são mais próximos. Liberdade são escolhas, então eu escolhi estar confortável na minha própria pele”, completa.

‘Free to B’ sucede ao tema ‘NPM’, editado em 2022, e que também fará parte do EP de estreia do cantor e compositor, com edição prevista para o final de 2023. O cantor e compositor encara esta fase da sua carreira como um novo capítulo de aprendizagem e evolução.

SOBRE JAMES DOS REIS
James dos Reis nasceu em Lisboa, a 7 de março de 1993. Viveu com a mãe até aos 10 anos na Cova da Moura, passou grande parte da infância na casa dos avós paternos e morou pela primeira vez com os pais num local que descreve como “um paraíso escondido”: o bairro Luta Pela Casa (Lupeca), em Carnaxide. Em criança, embora se dedicasse sobretudo ao futebol, sempre viveu fascinado pelo conceito de espetáculo, sobretudo de artistas norte-americanos.

James dos Reis é, agora, um cantor autodidata, influenciado por artistas como Donny Hathaway, John Legend, Pharrell Williams, Lauryn Hill ou Erykah Badu, entre outros. Em 2015 mudou-se para Londres, para adquirir outras competências e com o objetivo de voltar a dedicar-se à música a tempo inteiro.
Pouco antes do início da pandemia regressa em definitivo a Lisboa e faz da música a sua principal atividade, com a edição dos singles ‘Toma’, ‘E Quê?’, ‘Pila Badju’ e ‘Pena de Mim’, entre 2020 e 2021.”
James dos Reis prepara agora o seu EP de estreia, a editar ainda este ano.

Fred Menos – Impreciso (2023) (single)

Fred Menos – Impreciso (2023) (single)

SINGLE/ VIDEOCLIP “IMPRECISO”
Num álbum de canções intimistas e autobiográficas, antecipava-se difícil a escolha do 1º single. Mas foi fácil e precisa: “Impreciso”! Porque vem de um lugar que me carateriza: um procurador, que no fundo tem a certeza que não se quer encontrar.
Se, de longe, impreciso parece indicar incerteza, dúvida e daí fragilidade, de perto, encontro-lhe sensatez, um confuso conforto e um mapa para viver num mundo de inquestionáveis certezas. A imprecisão vive de braço dado com a inquietação, a que agiganta cada dia e que torna mais certa aquela que é a nossa única certeza: alguém precisa de alguém.
Como dar imagens a palavras cantadas e que me contam? “Tem de lá estar a tua identidade!”, diziam-me. Sem saber ao certo o que isso poderia visualmente significar, a única certeza era que, para ser um cartão de identidade, a receita teria de passar por juntar o que mais preciso: os amigos do peito e de todas as outras partes, que me enchem o corpo e o coração, e que são o que me constrói. O Tiago Faria e o Pedro Frias foram de quem logo me lembrei para confiar a interpretação da minha identidade… imprecisa! A definição da imprecisão não foi precisa, porque a cumplicidade não nasce do consenso, mas do encontro. Andamos por lugares difíceis de classificar, como é próprio dos lugares da intimidade. Juntos e muitos, fizemos do Impreciso a nossa casa!

FRED MENOS E DISCO MAIS DO MENOS
Na incerteza de quem ainda hoje vive entre o urbanismo (Urbanista, Professor na Universidade de Aveiro e na Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto) e a música, a certeza que sempre permanece é a da vontade de fazer canções! De contar, de cantar histórias!
Fred Menos faz canções como forma de acordar sentidos e coração, sendo que o confinamento e toda a incerteza/inquietação destes últimos anos, foi libertadora da vontade de agarrar com mais força o caminho da música! Deu para “tirar o pó” a muitas das canções que estavam na gaveta e para construir outras, que deram outro/ algum sentido àquele eterno “2020” coletivo! Agora, mais ao longe, está certo que foram uma forma de viajar, de viver a música e de sair da vida de gaiola!
Estudou música, 4 anos de guitarra, e teve vários projetos musicais, mas foi só no final de 2021 que, pela primeira vez, foi para estúdio para construir e gravar o primeiro EP Digo-te uma coisa! A expressão é comum, simples e revela a vontade de partilha que marca o seu percurso na música… é a forma como a dizemos (entoamos, cantamos), que nos diz tudo o resto! Foi uma edição de autor, muito intimista, em torno de 6 canções muito autobiográficas (estão disponíveis em todas as plataformas digitais).
Entretanto, em 2023, decidiu voltar a estúdio e gravar, com banda (amigos do peito e coração: Fragoso, Sanches, Neves, Maia, Loja, Joana, Carolina, Marta, entre outros), um novo projeto, um novo álbum, Mais do Menos. Estão 10 originais criados e prontos a crescer!

Os últimos tempos têm sido de ensaios, arranjos e criação conjunta. É este novo projeto, apoiado pela GDA e com produção executiva e distribuição da Turbina, que vai ser editado dia 29 de Setembro de 2023!

Até ser fisicamente lançado, o Mais do Menos vai sair à rua, andar pela estrada e ganhar mundo. A ideia é fazer vários concertos, mais pequenos, intimistas, antes da apresentação pública do álbum no Passos Manuel em Outubro… quer-se cantar, partilhar e sentir ao vivo o mais possível o Mais do Menos. Os concertos já confirmados são dia 11 de Agosto no Teatro Experimental de Lagos, 12 de Agosto no Ciência Viva em Lagos e 28 de Outubro no Passos Manuel no Porto.

https://www.instagram.com/fred_menos/
https://fredmenos.bandcamp.com/
https://soundcloud.com/fredmenos
https://www.facebook.com/fred.amado.503/

Pedro E Os Lobos – Vagueamos (2023) (single)

Pedro E Os Lobos – Vagueamos (2023) (single)

Pedro e os Lobos lançam “Vagueamos” em antecipação ao álbum “Entre Estações”
Depois do lançamento dos singles “Foguetão” e “Califórnia”, “Vagueamos” é o mais recente tema de Pedro e os Lobos, que agendam a edição do seu quinto álbum de estúdio, “Entre Estações”, para 15 de setembro de 2023.

“Vagueamos” é uma música que aponta a coragem dos que viajam em “Contramão”, desprovidos de bagagem e amarras, carregando consigo apenas a vontade e o sonho de fazer acontecer.
“É uma canção de ambiente cinemático, em que a fusão entre a eletrónica e o folk contemporâneo, desnuda aqui um novo caminho que a banda decidiu trilhar”, sublinha Pedro Galhoz (co-autor do tema e mentor do projeto).

Na sonoridade desta canção, com novas cores, nota-se, uma vez mais, a utilização de alguma eletrónica a criar um ambiente mais íntimo, que rapidamente é acompanhada pela voz de Nelson Correia. O single e o videoclipe que o acompanha já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.

Filipe Sambado – Choro Da Rouca (2023) (single) ID

Filipe Sambado – Choro Da Rouca (2023) (single) ID
3.ª CANÇÃO A SER DESVENDADA DE “TRÊS ANOS DE ESCORPIÃO EM TOURO”
Depois do lançamento do tema-introdução “Mau Olhado” e do primeiro single “Talha Dourada”, Filipe Sambado desvenda um pouco mais do seu próximo disco “Três Anos de Escorpião em Touro” com a edição da canção “Choro da Rouca”.

“Choro da Rouca” já foi apresentada ao vivo, inclusive em rádio, mas é a primeira vez que a versão de estúdio chega às plataformas digitais. “Uma música profundamente triste e de desistência, com uma harmonia muito tensa e fechada.” Nas palavras de Sambado, uma canção “a intensificar a proximidade ao canto sussurrado, do segredo que desespera o ouvido”.

Uma das grandes curiosidades deste lançamento é que é acompanhado por um videoclipe realizado pela própria artista, marcando a estreia de Sambado enquanto realizadora nos seus próprios vídeos. Responsável também pela fotografia e a arte, já a montagem e edição ficou nas mãos de Perdido que editara a “Mau Olhado” e a “Talha Dourada” (realizou no disco “Vida Salgada” os vídeos das canções “Aprender e Ensinar”, “Subo a Montanha” e “Roda a Garrafa”. Parceria que se iniciou com o disco “Bicho” do cantautor e videografo carioca aquando da sua passagem por Portugal ), e que ajudou a artista na concretização da “amálgama hipnagógica”, palavras com que define este vídeo.

As muitas canções que compõem o resto de “Três Anos de Escorpião em Touro” serão conhecidas a partir de setembro. Durante o restante verão vamos dançando, contemplando e chorando com a “Mau Olhado”, “Talha Dourada” e a mais recente “Choro da Rouca”.
Ficha técnica – Choro da Rouca / Filipe Sambado
Produção e Arranjos 
Filipe Sambado e Rodrigo Castaño

Mistura
Eduardo Vinhas

Masterização
Mário Barreiros

Realização 
Filipe Sambado e Perdido
Fotografia Arte e Produção 
Filipe Sambado
Edição 
Perdido
Assistência 
Maroskas 
Cecília Henriques
SPA
GDA
Altafonte
Ao Sul do Mundo
Myth Agency
Maternidade

Mutu – A Corda (2023) (single)

Mutu – A Corda (2023) (single)


mutu ANUNCIAM TOUR PELO PAÍS E LANÇAM NOVO SINGLE “A CORDA” DO DISCO A MORTE DO ARTISTA 


11 de Agosto/ Festival EsteOeste, Braga
18 de Agosto/ Festival Paredes de Coura
24 de Novembro/ Festival para Gente Sentada, Theatro Circo, Braga


SINGLE “A CORDA”


No marasmo do quotidiano impõe-se urgentemente um despertar deste estado de sonolência que nos é incutido pelas rotinas do trabalho a tempo inteiro. Não é por acaso que o chamamos assim, de facto, nos dias de hoje, o nosso tempo é inteiramente preenchido pelas responsabilidades laborais. A elevada fadiga e o hábito deixam a nossa capacidade crítica sucumbir a um sono profundo…


Paramos apenas o mínimo necessário para podermos voltar à linha de produção no dia seguinte. Existimos encordoados na roda-viva perpétua, num limbo de escassez de energia e proatividade. Temos de parar! Agigantar o pensamento, vislumbrar outros caminhos. Rasgar as cordas que nos prendem ao conforto que nos atordoa! É esta a narrativa do quarto single dos mutu, “A Corda”, chamando a atenção para o despertador que andamos a adiar há demasiado tempo.


TOUR


Após o lançamento do primeiro trabalho discográfico em Abril, os mutu vão iniciar a primeira digressão de concertos de apresentação que vão começar agora no Verão e estender-se até ao final do ano. As primeiras datas estão já avançadas e a banda passará por palcos em vários pontos do país. Os mutu vão actuar no dia 11 de Agosto no Festival EsteOeste em Braga, no dia 18 de Agosto no Festival Paredes de Coura, no dia 24 de Novembro no Festival para Gente Sentada em Braga e mais datas serão anunciadas em breve.


Após três anos desde a sua formação, onde foi trilhado o caminho sonoro por onde os mutu navegam, a banda prepara agora com entusiasmo o contacto próximo com o público nesta apresentação d’A Morte do Artista. Esperam poder chegar às pessoas da mesma forma sucedida que a difusão da sua música teve nos meios digitais e nas rádios de todo o país.


https://www.instagram.com/mutu.music/ 
https://www.youtube.com/channel/UCc8IGEciMiQtTbLdxSH5mJg 
https://www.facebook.com/mutu.fb